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Produção do livro Diálogos Entre Parques, uma obra de arte/humanidades, apresentando os 72 parques nacionais brasileiros. Seu conteúdo trará textos e imagens, que descreverão, em linguagem acessível, a experiência do casal Letícia e Dennis, ao realizar uma expedição pelos parques nacionais brasileiros, buscando sensibilizar o público sobre a importância da conservação ambiental em um país com uma biodiversidade extensa como o Brasil.
Este livro propõe um mergulho sensível e visual pelos 72 parques nacionais do Brasil, guiado pela jornada de Letícia e Dennis, um casal que percorreu o país em uma expedição única. Através de fotografias autorais e narrativas acessíveis, a obra entrelaça natureza, experiência humana e consciência ambiental.Mais do que um guia ou um relato de viagem, o livro convida o leitor a descobrir a beleza e a complexidade dos ecossistemas brasileiros – da floresta amazônica ao cerrado, das restingas aos campos sulinos – destacando a importância da preservação ambiental em um território marcado pela maior biodiversidade do planeta.As páginas combinam imagem e palavra para criar uma narrativa envolvente e contemplativa, tornando o conteúdo acessível ao público geral, sem abrir mão de profundidade e sensibilidade. Cada parque visitado se torna um capítulo visual e poético dessa travessia, revelando não apenas paisagens, mas também encontros, sons, silêncios e contrastes que revelam o Brasil por um outro olhar.
Objetivo Geral: Produção e impressão do livro "Diálogos Entre Parques", um convite para mergulhar na essência do Brasil através de um olhar que vai além da beleza visual. Através de fotografias impactantes e narrativas envolventes, apresentaremos os parques nacionais não apenas como espaços naturais protegidos, mas como parte essencial do equilíbrio ecológico e cultural do Brasil. Queremos que o leitor compreenda a importância dessas áreas, se inspire a visitá-las e se envolva na sua conservação.Objetivo específico: Publicar um livro inédito, composto de textos oriundos escritos a partir dos diários pessoais do casal Letícia Alves e Dennis Hyde e entremeado de fotos com tiragem de 1.000 exemplares bilingues. Realizar a palestra "os parques nacionais e a produção de natureza", para 200 pessoas. Nesta palestra, o casal Letícia e Dennis compartilha vivências de sua expedição pelos 72 parques nacionais do Brasil, refletindo sobre como a "natureza" é percebida, representada e construída socialmente. A partir de imagens autorais, relatos de viagem e reflexões sensíveis, eles discutem o conceito de "produção de natureza" _ mostrando que os espaços naturais não são apenas cenários intocados, mas também territórios marcados por decisões políticas, culturais e simbólicas. A palestra busca sensibilizar o público para a importância da conservação ambiental consciente, mas também provocar uma nova leitura da relação entre seres humanos e os ambientes que chamamos de "naturais". Com linguagem acessível e imagens impactantes, Letícia e Dennis inspiram um olhar mais crítico, poético e engajado sobre o Brasil e sua biodiversidade. 1. O livro contribuirá com a valorização e difusão da cultura e natureza brasileira.2. O livro terá parte da distribuição gratuita e contribuirá para o acesso às fontes da cultura. 3. O livro vai levar o leitor a compreensão que a conservação não é apenas um esforço de especialistas, mas um compromisso coletivo essencial para a sobrevivência das espécies _ incluindo a nossa.
A Lei de incentivo Cultural será fundamental para a realização desse livro proporcionando fundamental suporte para a captação financeira custeando o seu minucioso trabalho de pesquisa das histórias e iconográfica. A Lei de Incentivo à Cultura é apropriada por ser de teor cultural e conservação. Por tratar de um tema de interesse e relevância nacional e internacional e que contribuirá para preservação da memória da cultura brasileira, além de contribuir para facilitar o livre acesso da população à um produto inédito, sem possibilidade de ser realizado sem o incentivo fiscal, sobretudo porque o mercado editorial, como sabido, carece de investimento em livros de cultura e conhecimento, que não proporcionam lucro para as editoras e livrarias, por não ter um apelo comercial. O Brasil precisa de um olhar aprofundado sobre seus parques nacionais, que revele tanto sua beleza quanto sua fragilidade. O momento é crucial para conscientizar e mobilizar a sociedade em prol da conservação. O volume de visitas vem aumentando a cada ano, mas ainda há uma grande concentração nas mesmas, representando um potencial que pode ser desdobrado se houver propagação do conhecimento, gerando benefícios para a biodiversidade e sociedade de forma imediata, recorrente e perpétua. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Para cumprimento das finalidades expressas no art. 3° da Lei 8313/91, o projeto cumprirá os seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura, preservação e da arte e de seus vários segmentos.
Tiragem: 1.000 exemplaresLivro com aproximadamente 400 páginas, sendo aproximadamente 100 laudas de texto e aproximadamente 100 imagensFormato aproximado: 230 x 300 mm (fechado)Miolo: 410 páginas impressas em papel revestido fosco imune 150g/m2 a 4x4 coresCapa: flexível, papel triplex 250g/m2, 4x4 cores com laminação foscaAcabamento: costurado e coladlivro bilingue
Para a acessibilidade de conteúdo, está previsto um áudio book resumido do livro no site do Documenta Pantanal. A acessibilidade física não se enquadra nesse projeto.
Em conformidade com o Art. 46, serão adotadas as seguintes medidas de democraticação de acesso:• 10% para distribuição gratuita promocional por patrocinadores;• 10% para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações dedivulgação do projeto;• 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino;• 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem R$50,00 (cinquenta reais).Em complemento às medidas de democratização de acesso definidas em conformidade com o artigo Art. 46 e para cumprimento do Art. 47, será adotada a medida abaixo: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuiçãogratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento);
Mônica Guimarães (Coordenação de Produção)Proprietária da empresa proponente, desde 2004, foi produtora executiva do É Tudo Verdade - Festival Internacional de Documentários. www.etudoverdade.com.br. Produziu o É Tudo Verdade no Canal Brasil por 12 anos. Em 2019 fundou e é coordenadora da iniciativa Documenta Pantanal www.documentapantanal.com.br Teté Martinho (Pesquisa e textos)Jornalista cultural. Foi editora, correspondente e repórter especial da Folha de S. Paulo e redatora-chefe da revista Bravo!, entre outras. Publicou os livros-reportagem 5 Saraus, cada qual com sua poesia, cada qual com sua fúria (Imprensa Oficial, 2015) e Guia Triângulo Histórico SP (Estação, 2013). É coautora do projeto da revista bilíngue Pororoca, sobre a Amazônia (2008-2009), e assinou a coluna Crítica de Loja na Folha de S. Paulo de 2007 a 2014. Coordenou a edição dos catálogos das exposições Eduardo Viveiros de Castro, fotógrafo (Sesc Ipiranga, 2017) e Olafur Eliasson _ Seu Corpo da Obra (Sesc Pompeia, 2011), entre outros. Em 2011, ganhou o Jabuti de prata, na categoria Livro de Arte, por Joseph Beuys - A revolução somos nós (Edições Sesc, 2010). Está à frente da Letra da Cidade, selo editorial que reúne as publicações dos institutos socioeducativos e culturais Acaia e Çarê. Em 2022, foi responsável pela pesquisa e textos do livro “Memórias de Um Pantanal: Histórias de Homens e Mulheres que desvendaram a região do Rio Negro”, publicado pela Iniciativa Documenta Pantanal.Júlia Sousa (Coordenação Administrativa)Cursa Gestão Financeira pelo Centro Universitário Senac. Atua na área audiovisual desde 2016, quando iniciou seu trabalho no setor administrativo do É Tudo Verdade acumulando desde 2020 o cargo de assistente de Produção Executiva. Desde 2019 é Administradora do Documenta Pantanal.Heloísa Vasconcelos (Produtora Gráfica/Coordenação Editorial)Possui mais de 20 anos de experiência corporativa, nos mercados publicitário e editorial – tendo atuado como gerente de contas em agências como ALMAP e Lintas (década de 1980); coordenadora de projetos especiais e captação de recursos na Terra Virgem Editora (década de 1990); coordenadora editorial na Editora Talento; diretora de operações da Editora Cultura em Ação, participando ativamente da criação da Revista RAIZ, desde a montagem da equipe –, criou, em 2006, a TINO EDITORIAL – Gestão de projetos especiais, por meio da qual realiza essas atividades de forma independente.Isadora Falconi (Coordenação de produção)Formada pela PUC-SP em Comunicação das Artes do Corpo (2016 a 2020), é artista da dança e produtora cultural. Como intérprete trabalhou com diversos coreógrafos; foi assistente de direção da residência “Pracinha Okupa”, realizada pelo Grupo Rolê Tanz no SESC Santo Amaro em 2023. Atua como diretora do núcleo de movimento do Grupo Fym, coletivo que combina as linguagens de audiovisual e dança criado em 2022 com demais artistas das áreas. Na área de produção cultural desenvolveu os projetos de dança “OCUPANUVEM” contemplado pelo VAI 2021 e “Nós” pelo PROAC Cultura em Casa Dança 2022; realizou a produção dos Festivais de Cinema IN-EDIT Brasil 2022 e 2023 e FEEDDOG 2022. Em 2023 ingressou como assistente de produção na Mog Produtora. Em 2024 realizou a produção da exposição ÁGUA PANTANAL FOGO que aconteceu entre março e maio no Instituto Tomie Ohtake.
Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$200.000,00 em 18/02/2026.