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É um projeto voltado a jovens de comunidades periféricas e quilombolas. Inspirado no patrimônio e nas expressões culturais do Nordeste, integra elementos da cultura urbana — dança hip hop, graffiti e skate — como referências artísticas na criação de jogos digitais, promovendo inclusão social, empreendedorismo e valorização da identidade cultural.
O projeto Grafite Nordestino – Arte Urbana de Resistência e Pixel Nordestino – Laboratório de Jogos Culturais integra arte urbana, skate, dança urbana e criação de jogos digitais para jovens de comunidades periféricas. Oferece oficinas gratuitas de graffiti, skate, dança (freestyle, break e hip hop) e jogos digitais, além de batalhas de dança abertas à comunidade, apresentações em praças e escolas públicas, e demonstrações interativas de jogos. Todas as atividades promovem inclusão social, expressão artística, protagonismo juvenil e valorização da cultura nordestina, com classificação indicativa livre.
Objetivo GeralPromover a inclusão social e o protagonismo juvenil em comunidades periféricas, quilombolas, LGBTQA+ e de pessoas com deficiência (PcDs), por meio do acesso à cultura urbana — com foco na dança Hip Hop, grafite e skate — integrada a tecnologias criativas. O projeto busca fortalecer identidades culturais, estimular o empreendedorismo e abrir novas oportunidades de formação e geração de renda, utilizando os jogos digitais como ferramenta complementar de inovação e expressão cultural.Objetivos EspecíficosOficinas de Cultura UrbanaRealizar oficinas semanais de dança Hip Hop, grafite e skate em comunidades periféricas, quilombolas e de diversidade social.Período: 2 meses (Mês 1 e 2).Carga horária: 3h cada oficina, ministrada por instrutores qualificados.Atividades: rodas de rima, batalhas de MCs, práticas de skate e técnicas de grafite.Formação em Jogos DigitaisSelecionar e matricular 240 jovens (120 por praça: Paraíba e Rio Grande do Norte).Criar 6 turmas (3 por praça), com 20 alunos cada.Ofertar 40 aulas por turma (80h/aula no total), com frequência de 2 vezes por semana.Disciplinas: programação básica, design e arte digital (pixel art, personagens, cenários), roteiro e narrativa inspirados na cultura nordestina.Apoio e EstruturaDistribuir 300 kits escolares (caderno, lápis, borracha e sacola), 300 uniformes e 8.000 lanches durante as atividades.Garantir infraestrutura tecnológica (computadores, softwares, internet) e recursos de acessibilidade (LIBRAS e acessibilidade física).Desenvolvimento de Jogos CulturaisProduzir 6 protótipos de jogos digitais culturais, coletivamente criados pelas turmas, inspirados na identidade nordestina, tradições populares e narrativas locais.Oficinas de Empreendedorismo CriativoOferecer oficinas complementares sobre cultura digital, economia criativa e monetização de games, ampliando oportunidades no mercado cultural e tecnológico.Eventos de SocializaçãoOrganizar 2 grandes eventos (um em cada praça).Realizar 8 apresentações de dança Hip Hop como atração principal, unindo grupos profissionais e apresentações dos alunos.Expor os protótipos de jogos digitais desenvolvidos.Promover a integração entre comunidade, artistas locais e profissionais da indústria de jogos.CertificaçãoEmitir certificados para todos os jovens com frequência mínima e aproveitamento nas atividades.
O projeto Pixel Nordestino necessita do apoio por meio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais (Lei nº 8.313/91), pois se trata de uma iniciativa de formação cultural, inclusão social e valorização da identidade nordestina, que dificilmente se sustentaria apenas com recursos próprios ou privados. A captação via Lei de Incentivo é essencial para garantir infraestrutura, acessibilidade, remuneração de profissionais, distribuição gratuita de atividades e a participação de jovens de comunidades periféricas, quilombolas, LGBTQA+ e pessoas com deficiência, assegurando democratização do acesso à cultura. O projeto se enquadra nos incisos I, II e III do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, por: I _ estimular a produção cultural e artística; II _ promover e difundir bens culturais; III _ garantir meios de acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. Além disso, contribui diretamente para os objetivos previstos no Art. 3º da Lei nº 8.313/91, em especial: II _ estimular a produção e difusão da cultura regional e local; III _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV _ proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira, valorizando comunidades periféricas, quilombolas, LGBTQA+ e PcDs; VI _ possibilitar à população em geral o acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VII _ priorizar o atendimento às crianças, adolescentes e jovens, por meio de ações educativas e de formação cultural. Portanto, a utilização da Lei de Incentivo à Cultura é indispensável para viabilizar este projeto, que promove inclusão, diversidade, preservação da identidade nordestina e inovação tecnológica, garantindo impacto social e cultural significativo.
Oficinas de Graffiti e Arte UrbanaDuração: 4 meses (2 horas/aula, 2 vezes por semana, totalizando 40 aulas por turma)Projeto pedagógico: Ensino de técnicas de graffiti, criação de personagens e mensagens sociais. Desenvolvimento da criatividade, expressão artística e trabalho colaborativo.Público-alvo: Crianças, adolescentes e jovens.Classificação indicativa: Livre2. Oficinas de Skate e Hip HopDuração: 4 meses (2 horas/aula, 2 vezes por semana, totalizando 40 aulas por turma)Material: Skates, capacetes, joelheiras, cotoveleiras, cones, tatames para dança urbana.Projeto pedagógico: Aprendizado de técnicas de skate e movimentos de dança urbana (freestyle, break e hip hop). Desenvolvimento de coordenação motora, disciplina, expressão corporal e trabalho em equipe.Público-alvo: Crianças, adolescentes e jovens.Classificação indicativa: Livre3. Oficinas de Jogos Digitais (Pixel Nordestino)Duração: 4 meses (2 horas/aula, 2 vezes por semana, totalizando 40 aulas por turma)Turmas: 6 (3 por praça)Alunos por turma: 20Beneficiários diretos por praça: 120 jovensTotal geral: 240 jovensMaterial: Computadores, softwares de design e programação, notebooks, tablets, materiais de desenho e caderno do kit.Projeto pedagógico: Desenvolvimento de jogos digitais com base na cultura nordestina, cordel e elementos de dança urbana. Integração de criatividade, tecnologia e cultura popular.Público-alvo: Jovens da Paraíba e do Rio Grande do Norte, incluindo comunidades quilombolas.Classificação indicativa: Livre4. Batalhas de Dança UrbanaDuração: Mensal durante 4 meses, cada batalha com 2 horas de duraçãoMaterial: Espaço adequado, caixas de som, microfone, tatames, marcação de palco e registro audiovisual.Projeto pedagógico: Estímulo à expressão corporal, improvisação, socialização, trabalho em equipe e fortalecimento da identidade cultural.Público-alvo: Todas as idades, foco em jovens.Classificação indicativa: Livre5. Apresentações Públicas e MostrasDuração: Durante o projeto, apresentações de 1h a 2h por eventoMaterial: Murais, equipamentos de som, luz, microfones, projetores e computadores para demonstração dos jogos.Projeto pedagógico: Divulgação dos trabalhos realizados nas oficinas, integração da comunidade e valorização da cultura urbana e digital.Locais: Praças, escolas públicas, espaços culturais.Público-alvo: Todas as idades.Classificação indicativa: Livre6. Kit Educativo para ParticipantesConteúdo do kit: Lápis, borracha, caderno, bolsa para transporte do kitDuração de uso: Durante todo o período das oficinasProjeto pedagógico: Material de apoio para registro de ideias, desenhos, roteiros e planejamento das atividades, incentivando organização, criatividade e continuidade do aprendizado fora das oficinas.Distribuição: Entregue no início das oficinas para todos os participantes.Público-alvo: Crianças, adolescentes e jovens.Classificação indicativa: Livre7. Transmissão Online e Registro DigitalDuração: Cobertura de todas as oficinas, batalhas e apresentaçõesMaterial: Câmeras, tripés, microfones, software de edição e redes sociaisProjeto pedagógico: Ampliação do acesso à cultura, registro e difusão das produções dos jovens, garantindo democratização e visibilidade.Público-alvo: crianças e adolescentes quilombolas, em situação de vulnerabilidade social, bem como mulheres, pessoas da comunidade LGBTQIA+ e pessoas com deficiência (PCDs)Classificação indicativa: Livre
projeto Grafite Nordestino – Arte Urbana de Resistência e o Pixel Nordestino – Laboratório de Jogos Culturais priorizam acesso pleno e inclusivo às atividades, garantindo que crianças, adolescentes e jovens com diferentes tipos de deficiência possam participar de oficinas, apresentações e batalhas de dança urbana.Medidas previstas:Intérprete de Libras presente em todas as oficinas e apresentações, garantindo a participação de pessoas surdas.Conteúdos audiodescritos e legendados em vídeos e demonstrações digitais, permitindo acesso para pessoas com deficiência visual.Adaptação física de espaços: rampas, pisos táteis, áreas acessíveis para oficinas de graffiti, skate e dança, respeitando normas de acessibilidade.Materiais adaptados: jogos digitais com navegação acessível, recursos visuais e táteis, softwares de design compatíveis com tecnologias assistivas.Acompanhamento individualizado para participantes com necessidades especiais, assegurando integração plena nas atividades.Dessa forma, o projeto promove inclusão social, igualdade de oportunidades e participação democrática, garantindo que todos os jovens beneficiários possam usufruir das experiências culturais, esportivas e digitais de forma plena e segura.
Democratização de AcessoO projeto Grafite Nordestino – Arte Urbana de Resistência e o Pixel Nordestino – Laboratório de Jogos Culturais têm como princípio a democratização do acesso à cultura, garantindo que crianças, adolescentes e jovens de comunidades periféricas participem gratuitamente de todas as atividades.Formas de distribuição e acesso:Oficinas gratuitas: Todas as atividades de graffiti, skate, dança urbana (freestyle, break e hip hop) e jogos digitais serão oferecidas sem custo aos participantes.Batalhas de dança abertas à comunidade: Eventos mensais de dança realizados em praças e espaços públicos, permitindo ampla participação e circulação do público.Apresentações e mostras públicas: Grafites, intervenções urbanas, performances de dança e demonstrações de jogos digitais serão exibidas em espaços acessíveis, incluindo escolas da rede pública de ensino, aproximando os jovens da cultura urbana e digital de forma pedagógica e inclusiva.Transmissão online: Alguns eventos, oficinas e batalhas de dança serão transmitidos ao vivo por redes sociais ou plataforma digital, permitindo que pessoas fora da comunidade possam assistir e interagir.Oficinas paralelas e sessões de integração: Sessões adicionais de aprendizagem e prática serão oferecidas para ampliar o número de beneficiários diretos e permitir que mais jovens participem, mesmo que não estejam nas turmas regulares.Outras medidas de ampliação de acesso:Inclusão de grupos diversos: Pessoas negras, LGBTQIA+, indígenas, pessoas com deficiência e jovens em situação de vulnerabilidade social terão prioridade nas inscrições.Acessibilidade física e comunicacional: Rampas, pisos táteis, intérpretes de Libras, audiodescrição e materiais adaptados garantem que todos os públicos possam participar plenamente.Registro e disponibilização do conteúdo: Fotos, vídeos e materiais digitais produzidos durante as oficinas e batalhas de dança serão compartilhados em plataformas digitais e redes sociais, ampliando o alcance cultural.Dessa forma, o projeto assegura ampla circulação das ações, democratização do acesso e promoção da cultura urbana e digital, permitindo que todos os interessados, independentemente de local ou condição social, possam participar, aprender e se expressar artisticamente.
Diretora Geral – Paula Polo Ramos Produtora cultural com ampla experiência na gestão e execução de projetos culturais financiados por leis de incentivo, com foco em inclusão social e promoção da cultura popular. Responsável por planejar, organizar e monitorar todas as etapas do projeto.Maria Luiza Moreno– Artista visual e educador com trajetória consolidada em artes visuais, cultura urbana e processos criativos colaborativos. Experiência em curadoria e oficinas de grafite, street art e design.Game Designer – Jordan Mastelio Especialista em desenvolvimento de jogos digitais, com experiência em mecânicas, roteirização e prototipagem para projetos culturais e educacionais. Atuou em iniciativas voltadas à cultura popular e gamificação.Instrutor(a) de Arte Urbana e Grafite – Lukas Perie Artista urbano reconhecido, com participação em festivais nacionais e internacionais, experiência em oficinas educativas e projetos comunitários de intervenção artística.Instrutor(a) de Skate – Monoella Brasil Atleta profissional de skate, com experiência em campeonatos e formação de novos praticantes, atuando em projetos sociais voltados para jovens em situação de vulnerabilidade.Designer Gráfico – Leo Medrado Profissional com experiência em identidade visual, design digital e ilustração, especializado na criação de materiais para projetos culturais e jogos digitais.Produção – Layne Silveira de Holanda Profissional com experiência em suporte à produção cultural, organização logística e atendimento ao público em eventos culturais e oficinas.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.