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PRONAC 256777Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Intérpretes do Patrimônio Cultural

INSTITUTO DO PATRIMONIO CULTURAL E DIGITAL
Solicitado
R$ 1,52 mi
Aprovado
R$ 1,52 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Acervos arquivísticos culturais do Patrimônio
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Patrimônio cultural
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2026-03-11
Término
2027-03-11
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais

Resumo

Intérpretes do Patrimônio Cultural surgiu por meio de uma parceria entre o IPCDigital e o IEPHA-MG, com foco na Educação Patrimonial voltada para jovens. A iniciativa oferece atividades gratuitas e multiculturais nas áreas de gestão documental, audiovisual, artes midiáticas e cênicas, além de patrimônio e memória, com o objetivo de inserir a juventude na mediação cultural e estimular sua atuação no mercado de conservação documental, de exposições, educativo, turismo e produção cultural. Por meio de vivências práticas e do uso de tecnologias comunicacionais, os jovens são incentivados a reconhecer suas histórias de vida e os territórios que habitam como fonte de criação artística, a partir do trabalho realizado com registros do patrimônio imaterial presente no acervo do IEPHA. Será montado o Patrimônio LAB, um ateliê de gestão do acervo do IEPHA-MG. Também será realizada uma exposição artística multimídia autoral, desenvolvida por artistas convidados a partir do acervo trabalhado.

Sinopse

O projeto Intérpretes do Patrimônio Cultural surgiu em 2025, em Minas Gerais, por meio de uma parceria entre o IPCDigital e o IEPHA-MG, com foco na Educação Patrimonial voltada para jovens. A iniciativa oferece atividades gratuitas e multiculturais nas áreas de gestão documental, audiovisual, música, artes midiáticas e cênicas, além de patrimônio e memória, com o objetivo de inserir a juventude na mediação cultural e estimular sua atuação no mercado de conservação documental, de exposições, educativo, turismo e produção cultural. A proposta combina o compartilhamento de conhecimentos e saberes locais com mentorias de artistas, historiadores e produtores convidados. Por meio de vivências práticas e do uso de tecnologias comunicacionais, os jovens são incentivados a reconhecer suas histórias de vida e os territórios que habitam como fonte de criação artística, a partir do trabalho realizado com registros do patrimônio imaterial presente no acervo do IEPHA. Como parte do projeto, será montado o Patrimônio LAB, um ateliê de catalogação, organização e difusão do acervo de patrimônio imaterial do IEPHA-MG, com foco inicial em cartografia, plantas e fotografias. Também será realizada uma exposição artística multimídia autoral, desenvolvida por artistas convidados a partir do acervo trabalhado, incluindo vídeos em realidade virtual (VR), propondo novas leituras e experiências sensoriais sobre o patrimônio cultural mineiro. Ao lado da exposição, a mostra educativa apresentará os resultados das oficinas formativas com os jovens participantes. Todas as ações serão acompanhadas por um plano de comunicação integrado, com estratégias online e presenciais voltadas à valorização do acervo e à ampliação do acesso ao patrimônio como bem coletivo.

Objetivos

OBJETIVO GERAL• Realizar atividades multidisciplinares no âmbito do Patrimônio Cultural, voltadas para o público jovem.OBJETIVOS ESPECÍFICOS• Fortalecer o protagonismo da juventude através de práticas artísticas voltadas para a promoção e mediação de ações de Patrimônio Cultural• Fomentar a diversidade cultural a partir da interação entre jovens, escola, artistas e historiadores• Contribuir para o desenvolvimento sustentável de atividades, projetos e ações, tendo a Cultura e a Tecnologia como instrumento de inclusão social edesenvolvimento econômico.• Fomentar a mobilização e articulação em rede como elemento de conscientização cidadã e de produção cultural• Promover o diálogo entre gerações como meio de valorização da memória e da identidade cultural.

Justificativa

O projeto Intérpretes do Patrimônio Cultural surgiu em 2025, em Minas Gerais, por meio de uma parceria entre o IPCDigital e o IEPHA-MG, com foco na Educação Patrimonial voltada para jovens. A iniciativa oferece atividades gratuitas e multiculturais nas áreas de gestão documental, audiovisual, música, artes midiáticas e cênicas, além de patrimônio e memória, com o objetivo de inserir a juventude na mediação cultural e estimular sua atuação no mercado de conservação documental, de exposições, educativo, turismo e produção cultural. A proposta combina o compartilhamento de conhecimentos e saberes locais com mentorias de artistas, historiadores e produtores convidados. Por meio de vivências práticas e do uso de tecnologias comunicacionais, os jovens são incentivados a reconhecer suas histórias de vida e os territórios que habitam como fonte de criação artística, a partir do trabalho realizado com registros do patrimônio imaterial presente no acervo do IEPHA. Como parte do projeto, será montado o Patrimônio LAB, um ateliê de catalogação, organização e difusão do acervo de patrimônio imaterial do IEPHA-MG, com foco inicial em cartografia, plantas e fotografias. Também será realizada uma exposição artística multimídia autoral, desenvolvida por artistas convidados a partir do acervo trabalhado, incluindo vídeos em realidade virtual (VR), propondo novas leituras e experiências sensoriais sobre o patrimônio cultural mineiro. Ao lado da exposição, a mostra educativa apresentará os resultados das oficinas formativas com os jovens participantes. Todas as ações serão acompanhadas por um plano de comunicação integrado, com estratégias online e presenciais voltadas à valorização do acervo e à ampliação do acesso ao patrimônio como bem coletivo.INTÉRPRETES DO PATRIMÔNIO faz parte de um projeto mais amplo, ligado ao IEPHA MG, que é totalmente gratuito e voltado para o público jovem, periférico, urbano e estudantes do ensino público. Buscamos desmitificar a relação com o Patrimônio Cultural como uma área para "Iniciados", ao propor ações criativas mediadas pela tecnologia, fomentando assim novas oportunidades de inserção para esse publico no mercado cultural.Buscamos com este projeto inovador mostrar que oferecer oportunidades de capacitação e fruição na área cultural para jovens estudantes brasileiros é sim um ótimo negócio e uma ação que pode impactar de maneira decisiva e transformadora na vida dos jovens. Acreditamos que o Intérpretes do Patrimônio é mais que um projeto educativo e cultural, ele é um propósito concreto de desenvolvimento humano, de exercício da cidadania, de protagonismo da população periférica e preta, além de valorização das competências e do empoderamento das adolescentes participantes. A formação de uma rede de contatos e de produção busca fomentar outras ações e projetos inovadores, que tenham como base a valorização da cultura brasileira e das identidades locais, mas sem perder o foco na democratização do acesso. Nosso objetivo além de realizar as ações de arte educação e patrimônio, é fortalecer o protagonismo da juventude através de práticas artísticas, orientando-os nos primeiros passos para a entrada no mercado criativo e tecnológico, tendo como base a cultura e as identidades nacionais.

Especificação técnica

Oficinas Patrimônio: realização de mapas de percepção, produção de documentários e atividades de comunicação digital.Memória: práticas de preservação de suportes e georreferenciamento digital.Artes: exercícios de fotografia, cenotécnica e interpretação.Gestão de Acervos Organização, catalogação, digitalização e manutenção do acervo do IEPHA-MG, com foco inicial em cartografia, plantas e fotografias.Tecnologias: aplicação de ferramentas da Ciência da Informação, com uso de softwares e plataformas digitais para organização e difusão dos acervos. Emprego de recursos das artes midiáticas e tecnologias digitais para ampliar o acesso e a valorização do patrimônio cultural. Montagem do IPCDigital LAB - espaço para a realização das ações de Tecnologia e Ciência da Informação.Ações culturais: montagem do Patrimônio Lab - espaço para realização das oficinas e exibição do acervo no Centro do Patrimônio. Realização da mostra educativa: apresentação dos resultados das oficinas formativas com os jovens participante. Exposição de artistas convidados: mostra autoral multimídia com obras desenvolvidas a partir do acervo patrimonial, incluindo vídeos em realidade virtual.

Acessibilidade

Em relação à acessibilidade, buscamos nos adaptar às demandas e realidades das turmas, contratando tradutor de libras para apoio nas aulas que tivermos alunos surdos, selecionado locais que oferecem rampas de acesso e banheiros adaptados para os jovens PCD, bem como inserindo legenda e tradução em libras nos conteúdos criados.Pretendemos seguir com tais ações e ampliá-las contratando consultoria especializada em Acessibilidade para que possamos ajustar tanto a programação quanto a comunicação do projeto ao público com deficiência.

Democratização do acesso

INTÉRPRETES DO PATRIMÔNIO faz parte de um projeto mais amplo, ligado ao IEPHA MG, que é totalmente gratuito e voltado para o público jovem, periférico, urbano e estudantes do ensino público. Buscamos desmitificar a relação com o Patrimônio Cultural como uma área para "Iniciados", ao propor ações criativas, mediadas pela tecnologia, fomentando novas oportunidades de inserção para esse publico no mercado cultural.Os LAB e as exposições serão de acesso gratuito e realizados com mediação dos próprios estudantes do projeto, destinado ao público geral, visitantes do Centro do Patrimônio, turistas e interessados em cultura e arte em geral.

Ficha técnica

IPCDigital: Criado para preservar, valorizar e difundir a cultura, as artes, o patrimônio histórico material e imaterial através da mediação digital. Realizamos diagnósticos de território, ações educativas, de inovação e tecnologia, de pesquisa e desenvolvimento, de comunicação e memória social utilizando ferramentas e tecnologias digitais acessíveis. Estimulamos a capacitação de agentes locais, além do desenvolvimento de programas e projetos que incentivem políticas públicas e atitudes privadas estruturantes e com responsabilidade social que tenham como foco a preservação do patrimônio cultural e da memória social. Apesar de ter sido fundado este ano, reúne um time de profissionais com experiência consolidada nas áreas de Comunicação, Inovação, Criatividade, História e Patrimônio. Alguns projetos já realizados: plataforma Energia da Cultural (ano IV), Redes Criativas (ano II), Festival A Voz da Periferia (ano II), Circuito Sapucaí (5 edições), Saberes de Sabará-MG (aprovado PNAB).Carina Bismarck: mestre em Comunicação e Interações Midiáticas. Atua há quase 30 anos em projetos culturais e de impacto social. Recebeu o prêmio "Prime 120" da FINEP/FUMSOFT com o projeto Plataforma Virtual de Memória/Museus Virtuais de Minas Gerais (2010). Prêmio Nacional do Turismo, 2º lugar em Produção Associada ao Turismo com o Circuito Sapucaí André Hallak: empresário, produtor, diretor, professor de audiovisual. Atua como produtor executivo em diferentes projetos de cinema e TV. Seus projetos já foram exibidos e premiados em festivais como É Tudo Verdade (Brasil) e Traces de Vie (França). Produtor cultural nas áreas de eventos, audiovisual, teatro, música e artes visuais; Coordena projetos transmidiáticos conectando áreas diversas.Lilian Santana: Pós-Graduação Gestão do Patrimônio (2025), Técnico em Gestão de Projetos (IETEC), Pós-Graduação Gestão de Marcas (IPAM,Lisboa).André Amparo: Diretor, roteirista, fotógrafo e produtor audiovisual, possui em sua trajetória videoinstalações, ambientação audiovisual, vídeos publicitários, videoclipes, cinema e TV. Já expôs trabalhos em festivais e centros culturais, como Museu de Artes de Niigata (Japão), MoMA (NY), Instituto Artes Alameda (Cidade do México), Festival ideobrasil (SP), Bauhaus (Berlim), Centre Georges Pompidou e Palais de Tokyo Paris). Lucas Menezes: Educador e curador independente. Doutor em História da Arte pela Université Paris 1 Panthéon Sorbonne e Mestre em História Contemporânea pela Universidade Federal Fluminense. Graduado em História pela UFMG, possui experiência na área de História, com ênfase em História Cultural, Cultura Visual, História Oral e História da Fotografia. Atualmente é Curador Assistente no Instituto Inhotim. Yuri Mesquita: graduação em História pela UFMG (2008) , mestrado em História (2013) e doutorado em História (2023) pela UFMG. Atua como pesquisador e como técnico nas seguintes áreas: História Ambiental Urbana, Patrimônio Cultural, Arquivos e Museus. Foi Diretor do Arquivo Público da Cidade de Belo Horizonte (APCBH) (2023-2025), onde também já havia sido diretor entre 2013 e 2018.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.