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PRONAC 256814Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Davi Moraes - A Voz da Guitarra Brasileira

AREIA PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 789,7 mil
Aprovado
R$ 789,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-03-09
Término
2026-10-30
Locais de realização (4)
Salvador BahiaRecife PernambucoRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

"A Voz da Guitarra Brasileira" é um espetáculo de música instrumental idealizado por Davi Moraes, um dos maiores guitarristas do país e herdeiro artístico de Moraes Moreira. Serão quatro apresentações, uma em cada cidade — Salvador, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo — com participação especial de um(a) artista convidado (a) em cada palco, celebrando a guitarra elétrica como protagonista da música brasileira. O repertório O repertório traz uma mistura de ritmos e interpretações da obra de grandes mestres como Ary Barroso, Tom Jobim, Jacob do Bandolim, Luiz Melodia, Caetano Veloso, entre outros, em arranjos instrumentais inéditos, revelando a riqueza melódica, harmônica e rítmica do Brasil por meio da sonoridade única da guitarra. Em Recife e Salvador, a passagem de som será aberta ao público cadastrado, em parceria com entidades e ONGs ligadas à música e às artes, funcionando como oficina informal sobre a presença da guitarra elétrica na música regional brasileira.

Sinopse

O projeto “A Voz da Guitarra Brasileira” apresenta um espetáculo de música instrumental protagonizado por Davi Moraes, acompanhado por uma banda de sete músicos e com a participação especial de um artista local em cada cidade. A proposta percorre quatro capitais brasileiras — Salvador, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo — celebrando a guitarra elétrica como protagonista na interpretação de obras consagradas do repertório nacional, em arranjos inéditos que transitam entre samba, bossa nova, frevo e baião.Além das apresentações, o projeto oferece oficinas abertas e informais em Salvador e Recife, realizadas durante a passagem de som, em parceria com entidades e ONGs ligadas à música e às artes, permitindo a aproximação do público com os artistas e seus instrumentos. Em complemento, haverá um ensaio aberto no Rio de Janeiro, voltado para estudantes e grupos culturais convidados.Uma das apresentações será transmitida online, democratizando ainda mais o acesso e ampliando o alcance do projeto em âmbito nacional. Todo o conteúdo será acompanhado de ações de acessibilidade (Libras, audiodescrição, visita sensorial) e o espetáculo tem classificação indicativa livre, sendo recomendado para todas as idades.Assim, o projeto se configura como uma experiência cultural abrangente, unindo espetáculo musical, formação de plateia, inclusão social e democratização do acesso à música instrumental brasileira.

Objetivos

Objetivo GeralPromover o acesso e a valorização da música instrumental brasileira, destacando a guitarra elétrica como protagonista na interpretação de obras consagradas, por meio de apresentações ao vivo e ações formativas que conectem tradição e inovação, fortalecendo o intercâmbio cultural entre artistas e comunidades em diferentes regiões do país.Objetivos EspecíficosRealizar 04 apresentações do espetáculo A Voz da Guitarra Brasileira, uma em cada cidade: Salvador, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo.Incluir um (a) musicista local convidado (a) em cada apresentação, promovendo intercâmbio cultural e valorização de talentos regionais.Apresentar repertório de pelo menos 10 obras consagradas da música brasileira, em arranjos instrumentais inéditos interpretados por Davi Moraes e bandaRealizar 02 oficinas abertas e informais durante as passagens de som nas cidades de Recife e Salvador, com participação gratuita mediante cadastro prévio, em parceria com entidades e ONGs ligadas à música e às artes.Atender presencialmente a um público estimado de mais de 3.000 pessoas ao longo do projeto, com acessibilidade e ingresso gratuito ou a preços populares.Produzir e divulgar material promocional do projeto, contemplando mídias digitais, imprensa e parceiros culturais, para ampliar o alcance das apresentações e oficinas.

Justificativa

O projeto "A Voz da Guitarra Brasileira" propõe a circulação nacional de um espetáculo de música instrumental protagonizado por Davi Moraes, acompanhado por uma banda de sete músicos, interpretando obras consagradas do repertório nacional em arranjos inéditos. Com apresentações em Salvador, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo, a iniciativa promove a valorização da guitarra elétrica como elemento expressivo central da música popular brasileira e fomenta o intercâmbio cultural por meio da participação de músicos convidados em cada cidade.A viabilização via Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais da Lei nº 8.313/91 é fundamental, pois a proposta exige alto investimento em logística interestadual, transporte de equipamentos, montagem técnica e remuneração justa de artistas e técnicos, além de ações formativas gratuitas, sem que os custos sejam repassados integralmente ao público por meio de ingressos, garantindo assim acesso democrático.O projeto se enquadra no Art. 1º, inciso I, por estimular a produção cultural e artística nacional independente, valorizando um segmento — a música instrumental — que possui importância histórica, mas menos espaço no mercado de entretenimento comercial. E no inciso III, por preservar e difundir bens e valores culturais imateriais, ao revisitar e renovar a interpretação de obras clássicas do cancioneiro brasileiro, mantendo vivo o patrimônio musical do país.Quanto aos objetivos do Art. 3º da Lei nº 8.313/91, o projeto contribuirá para:Inciso I _ Facilitar o acesso às fontes da cultura e o exercício dos direitos culturais, ao oferecer apresentações abertas ou a preços populares e oficinas gratuitas em Salvador e Recife.Inciso II _ Promover a regionalização da produção cultural e artística brasileira, ao circular por diferentes regiões e integrar músicos locais convidados, fortalecendo talentos e expressões regionais.Inciso III _ Apoiar, valorizar e difundir as manifestações culturais e seus criadores, ao dar visibilidade a compositores e intérpretes que representam a diversidade rítmica e melódica do Brasil.Inciso IV _ Proteger expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira, ao revisitar gêneros como samba, bossa nova, frevo e baião, reforçando sua importância para a identidade nacional.

Estratégia de execução

Não se aplica

Especificação técnica

1. Espetáculo Musical “A Voz da Guitarra Brasileira”Quantidade: 04 apresentações (uma em cada cidade: Salvador, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo).Duração: 90 minutos.Formato: show de música instrumental com Davi Moraes (guitarra), banda de sete músicos e participação especial de um artista local convidado em cada cidade.Repertório: aproximadamente 10 a 12 obras consagradas da música popular brasileira (samba, bossa nova, frevo, baião).Material técnico: palco com sonorização profissional, iluminação cênica, projeções visuais simples (quando disponíveis), backline (bateria, teclados, baixo, amplificadores de guitarra), microfones e monitores.Classificação indicativa: Livre.2. Oficinas Informais Abertas (Salvador e Recife)Quantidade: 02 oficinas, realizadas durante passagens de som.Duração: 60 minutos cada.Formato: oficina aberta, de caráter participativo e informal, com demonstrações musicais conduzidas por Davi Moraes.Público estimado: até 60 pessoas por cidade, previamente cadastradas em parceria com ONGs, entidades musicais e escolas.Projeto pedagógico: introdução à presença da guitarra elétrica na música regional brasileira; interação com instrumentos e músicos; estímulo à formação de plateia e de jovens artistas.Material: sistema de som já instalado para o espetáculo; não há custo adicional de palco. Apoio com projetor e microfones para interação quando disponível.Classificação indicativa: Livre.3. Ensaio Aberto (Rio de Janeiro)Quantidade: 01 ensaio aberto.Duração: 60 minutos.Formato: abertura parcial do ensaio geral para estudantes e grupos convidados, permitindo observação do processo de preparação artística.Público estimado: até 100 pessoas.Material: mesmo setup técnico do espetáculo.Projeto pedagógico: aproximação do público com o processo criativo e técnico do show; incentivo à formação de público crítico para música instrumental.Classificação indicativa: Livre.4. Transmissão OnlineQuantidade: 01 apresentação (em São Paulo ou Rio de Janeiro).Duração: 90 minutos.Formato: transmissão ao vivo via streaming em plataforma digital aberta (YouTube ou similar).Material técnico: captação audiovisual profissional (3 câmeras, mesa de corte, transmissão em tempo real com internet de alta velocidade).Público estimado: ilimitado (acesso gratuito).Acessibilidade: legenda descritiva e Libras integradas à transmissão.Classificação indicativa: Livre.5. Materiais de Comunicação e DivulgaçãoQuantidade: 1 pacote de produtos.Componentes:Programas de concerto (com versão em Braille sob demanda);Cartazes e folders digitais (PDF acessível);Vídeos curtos e teasers para redes sociais;Registro fotográfico e audiovisual dos shows.Paginação:Programas de concerto: 08 páginas (formato A5).Folder digital: 04 páginas (formato PDF, versão para web).Objetivo: informar o público, promover o espetáculo e garantir contrapartida de visibilidade aos patrocinadores.Classificação indicativa: Livre.Classificação indicativa: Livre.

Acessibilidade

1. Acessibilidade Física As apresentações serão realizadas em teatros e espaços culturais que já contam com estrutura adequada para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, incluindo rampas de acesso, banheiros adaptados, assentos reservados e rotas acessíveis. Sempre que necessário, será realizada vistoria prévia junto às equipes locais para assegurar o pleno funcionamento desses recursos.2. Acessibilidade de Conteúdo Serão oferecidos recursos que possibilitem a inclusão de públicos diversos:Intérprete de Libras em todas as apresentações, facilitando a compreensão para pessoas surdas;Legenda descritiva nos materiais audiovisuais de divulgação online;Audiodescrição em pelo menos duas cidades (Rio de Janeiro e São Paulo), ampliando a experiência para pessoas com deficiência visual;Visitas sensoriais durante a passagem de som em Salvador e Recife, integradas às oficinas abertas, permitindo contato direto com instrumentos e artistas;

Democratização do acesso

O projeto “A Voz da Guitarra Brasileira” será realizado em quatro capitais brasileiras (Salvador, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo), sempre em espaços culturais acessíveis ao grande público.Distribuição e comercialização dos ingressosEm todas as cidades, uma cota de ingressos será oferecida de forma gratuita ou a preços populares (até R$30,00).Será garantida a reserva de pelo menos 40% da bilheteria para distribuição gratuita, em parceria com escolas públicas, ONGs, entidades culturais e sociais.A distribuição será realizada de forma antecipada, mediante cadastro, priorizando estudantes, idosos e pessoas em situação de vulnerabilidade social.Medidas de ampliação de acessoOficinas informais gratuitas em Salvador e Recife, realizadas durante as passagens de som, abertas ao público mediante cadastro prévio, em parceria com instituições e ONGs locais.Ensaio aberto em pelo menos uma das cidades (Rio de Janeiro), permitindo que estudantes e grupos convidados acompanhem parte do processo criativo do espetáculo.Transmissão pela internet de pelo menos uma apresentação, disponibilizada de forma gratuita em plataforma digital, garantindo alcance a um público ampliado em todo o país.Ações de divulgação digital por meio de redes sociais e mídias parceiras, com conteúdo acessível em Libras e legenda descritiva.

Ficha técnica

Atuação do Dirigente e da Instituição Proponente (Areia Produções Artíticas) Atuação do Dirigente e da Instituição ProponenteO dirigente da instituição proponente atuará diretamente na coordenação geral do projeto, garantindo a supervisão de todas as etapas — da pré-produção à pós-produção — com acompanhamento contínuo das atividades artísticas, técnicas, administrativas e financeiras.Entre suas atribuições específicas estão:Elaborar, junto à equipe artística, a concepção e a formatação do projeto, assegurando a fidelidade à proposta cultural apresentada;Coordenar o processo de contratação da equipe técnica e artística, bem como os músicos convidados locais em cada cidade;Supervisionar a logística de circulação, envolvendo transporte, hospedagem e infraestrutura para os quatro concertos e duas oficinas;Garantir a implementação das ações de acessibilidade, em articulação com os espaços parceiros e prestadores de serviço;Estabelecer e acompanhar as parcerias locais com ONGs, entidades culturais e educacionais, viabilizando a participação do público nas oficinas e o acesso gratuito a ingressos;Acompanhar a execução da estratégia de comunicação e divulgação (releases, campanhas digitais, mídias locais e redes sociais);Realizar reuniões de alinhamento com a equipe de produção e direção artística, assegurando a coerência do cronograma;Supervisionar a elaboração dos relatórios técnicos e financeiros, bem como a prestação de contas junto ao Ministério da Cultura.Davi Moraes - idealização, direção artística e intérprete (guitarra) Iniciou sua carreira profissional aos 16 anos de idade, participando de shows e gravações de vários artistas. Atuou com seu pai, Moraes Moreira, Pepeu Gomes, Lucas Santana, Marisa Monte, Arto Lindsay e Carlinhos Brown. Participou dos discos de Moraes Moreira “Basar brasileiro” (na faixa “Todos nós”, sua parceria com o pai) e “Bahiano fala cantando” (na faixa “Som do sonho”, de Moraes Moreira). Gravou, com seu pai, a faixa “Procissão”, no songbook de Gilberto Gil. Em 2001, atuou na turnê de “Noites do Norte”, de Caetano Veloso. Em 2002, apresentou-se no Espaço Cultural Sérgio Porto (RJ), como artista solista, abrindo o projeto “Humaitá Pra Peixe”. A seu lado, Cesinha (bateria), Pedro Sá (guitarra), Betão (baixo), filho do ex-integrante do grupo Os Novos Baianos Paulinho Boca de Cantor, Leonardo Reis (percussão) e Daniel Carvalho (teclados), filho do baixista Dadi. Em 2011, participou do show de Moraes Moreira, no Instituto Moreira Salles, com o repertório do disco “Acabou Chorare”, LP antológico lançado, em 1972, pelo grupo Os Novos Baianos.Apresentou-se no Claro Cine Open Air em 2008 acompanhado dos músicos Pedro Baby na guitarra, André Gomes no baixo e programações, e Renato Brasa na bateria. Em 2009 incluiu na sua banda o músico Rannieri que ficou responsável pelos teclados e a pressão das programações. Em 2017 entrou para a banda de Maria Rita, sua esposa, e estreou a turnê “Coração a Batucar”, o mais novo disco dela. Ainda em 2017 lançou o CD “Tá em casa”, que incluiu a faixa “Só nós dois”, uma parceria sua com Adriana Calcanhotto. O CD trouxe doze faixas e as participações contaram com nomes como, o mestre da guitarrada paraense, Manoel Cordeiro ao lado do filho Felipe Cordeiro, Maria Rita, Marcio Victor, Jacques Morelenbaum e Saulo. Em 2025 recebeu o “Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira”, na categoria “Projeto Especial”, com o álbum “Moraes é Frevo”, que produziu ao lado de Pupillo, com a participação da Orquestra Frevo do Mundo.Carlos Savalla - Engenheiro de Som Carlos Henrique de Abreu Savalla é um engenheiro de som, técnico de som, pesquisador musical, colecionador de discos e produtor musical brasileiro. Trabalhou como técnico de som e produtor musical em gravação dos discos de Djavan, Erasmo Carlos, Legião Urbana, Os Paralamas do Sucesso, Pato Fu, Roupa Nova entre outros. Trabalhou fazendo seleção de repertório (entre outros projetos) para as principais gravadoras internacionais e nacionais como Warner, Sony, Universal, Som Livre entre outras. Entre suas produções musicais, Carlos Savalla soma um total de 8 discos de Ouro, 6 discos de Platina, 3 discos de Platina Duplo e 1 disco de Platina Triplo. É proprietário, desde 1998, do selo Savalla Records (finalista do Prêmio Profissionais da Música 2019), através do qual produziu os discos infantis “Estrelinhas” (1998), “Arco-íris” (1999), “Beija-flor” (2002), Hora de Dormir (2007) e Hora de Dormir 2 (2017) discos instrumentais “Em movimento” (2001) e “Caminho das bandeiras” (2002), ambos de Luiz Avellar entre muitos outros. Possui em seu acervo mais de 50.000 exemplares entre CDs, DVDs, Blu-Rays e LPs.Antônio Neves - musicista (trombone) O jovem arranjador e multi-instrumentista Antonio de Moraes Neves é um filho pródigo da noite carioca. Começa a tocar profissionalmente aos 14 anos de idade, em shows de samba de gafieira, no tradicional bairro boêmio da Lapa, Rio de Janeiro. Pouco a pouco, ascende entre seus pares e logo está acompanhando nomes de destaque da cena nacional, como Teresa Cristina, Hamilton de Holanda, Leo Gandelman e o próprio pai, o renomado maestro e instrumentista Eduardo Neves (que, por sua vez, tendo acompanhado os maiores nomes de nossa música popular, de Hermeto Pascoal a Paulinho da Viola).Nilton Cesar - musicista (bateria) Dos 10 aos 14 anos de idade, Cesinha estudou na Escola de Música da UFBA, sob o professor Fernando Santos. Aos 16 anos, foi contratado pelo estúdio WR e conheceu Luiz Caldas, com quem fez suas primeiras turnês nacionais. Nesta época, Cesinha era baterista da banda Acordes Verdes, pioneira do axé music. Em 1988, Cesinha foi convidado por Caetano Veloso para participar da turnê do espetáculo "Estrangeiro". A partir desse ponto, assumiu a bateria de shows de Kid Abelha (1990-91), Marina Lima (1991-92), Ivan Lins (1993), Marisa Monte (1994-96), Cássia Eller (1997-98), Simone (1999-2000), Caetano Veloso (2001-02), Ana Carolina (2004-06), Vanessa da Mata (2007-08), Maria Gadú (2009-14), Saulo Fernandes (2016), Lucy Alves (2017-19) e Didi Gomes (2021). Eduardo Santana - musicista (trompete) Conhecido na cena carioca por ser o trompete e a voz da banda Afrojazz, o jovem músico fluminense, nascido em São Gonçalo, apresenta no nosso palco o novo e inédito trabalho, com composições próprias. Filho de pai trombonista, Ed se aventurou pela música desde cedo. Estudou na Escola de Música em Brasília e na UniRio. Fez uma pequena pausa na carreira para ser jogador de futebol, mas a missão na música o levou de volta para os palcos. No som, ele traz forte influência de Miles Davis, em suas diversas fases, Roy Hargrove, Ambrose Akinmusire, Moacir Santos, Paulo Moura e Naná Vasconcelos. Para Ed Santana, o mais importante da música é a intenção que ela carrega. E, assim, vemos um artista que disponibiliza seu som para que todos ouçam jazz com a melhor experiência possível.Oswaldo Lessa - musicista (saxofone) Musicista integrante de diversos projetos como Afrojazz. Roberto Machado - musicista (flauta) Multi instrumentista, arranjador, o cearense Roberto Machado tocou muitos anos com Moraes Moreira, trabalhou no musical Elis Regina, foi maestro do Bangalafumenga, projeto de Rodrigo Maranhão. Augusto Albuquerque - musicista (baixo) Filho do produtor arranjador Perinho Albuquerque (Luis Melodia, Gal Costa, Caetano Veloso, entre outros), Augusto Albuquerque herdou o talento do pai e tocou muitos anos com Carlinhos Brown e Moraes Moreira, além de atuar como produtor musical em seu estúdio. Noé Ribeiro - musicista (teclado) Destaque da nova geração de tecladistas, o jovem Noé Ribeiro, vem participando de vários projetos de Davi Moraes, com experiência de ter se apresentado em três carnavais. Entre suas referências estão, Lincoln Olivetti e Cesar Camargo Mariano.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.