Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O projeto prevê a montagem do espetáculo de artes cênicas "Caminhos de Esperança - de escravizada a primeira advogada do Brasil", inspirado na vida de Esperança Garcia, com circulação por Rio de Janeiro, Brasília, São Paulo e sete cidades do Piauí: Parnaíba, Piripiri, Teresina, Floriano, Nazaré do Piauí, Oeiras e Picos, além da realização de oficinas de iniciação teatral, ensaios abertos e bate-papos com o público.
A peça teatral “Caminhos de Esperança” se baseia na vida de Esperança Garcia, uma mulher escravizada em meados do século XVIII no interior do Piauí, casada e mãe, que vê sua vida mudar radicalmente quando é enviada à Fazenda Poções. Separada do marido, Ignacio, ela e seu filho se tornam alvo de sucessivas violências orquestradas pelo administrador desta fazenda, o Capitão Antônio Vieira do Couto. Em meio a tantos sofrimentos e tentativas frustradas de fuga, a personagem decide lutar por justiça, utilizando uma ferramenta incomum e proibida à época a pessoas escravizadas: a escrita. Dessa forma, ela envia uma carta - o mais antigo documento de reivindicação de uma pessoa escravizada a uma autoridade, o governador da capitania do Piauí - que posteriormente é reconhecida como uma petição e ela declarada como a primeira advogada do Piauí e do Brasil. Após a morte física dos personagens, tanto Esperança Garcia quanto Ignacio renascem simbolicamente como Esperança Memória e Ignacio Memória para homenagear aqueles que dão seguimento à luta. Sua classificação indicativa é de 12 anos. O projeto também é composto de oficinas teatrais para crianças e jovens, dinamizadas pelos atores e professores Soraia Arnoni e Deo Garcez, com o objetivo de promover iniciação teatral nos territórios em que o projeto irá circular. Ensaios abertos e rodas de conversa com a plateia também serão desenvolvidas como ações paralelas.
OBJETIVO GERAL: Difundir publicamente a história de Esperança Garcia, promovendo a continuidade do seu legado, a fim de reconhecer e valorizar o protagonismo de mulheres relevantes na vida brasileira, sobretudo as negras.OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Realizar 61 (sessenta e uma) apresentações do espetáculo em teatros, sendo 24 (vinte e quatro) no Rio de Janeiro; 3 (três) em Brasília; 24 (vinte e quatro) em São Paulo; e 10 (dez) no Piauí;Destinar 20% dos ingressos de cada apresentação no teatro para distribuição gratuita de caráter educativo e social a segmentos vulneráveis estabelecidos pela IN 2025, em especial, para comunidades quilombolas ou integrantes de coletivos e organizações sociais ligados ao movimento negro, bem como mulheres e/ou de mães, como forma de democratização e ampliação de acesso;Ministrar 14 (catorze) oficinas teatrais gratuitas, com carga horária de 8 (oito) horas, para 30 (trinta) estudantes da rede pública de ensino, a partir de 12 (doze) anos, como contrapartida social em caráter de ação formativa cultural;Apresentar gratuitamente 4 (quatro) ensaios abertos, seguidos de bate-papo com a plateia, em instituições públicas de ensino, como contrapartida social em caráter de ação formativa cultural;Oferecer 3 (três) sessões gratuitas-extra, seguidas de bate-papo dos atores com o público, preferencialmente em área periférica, podendo ser em espaço público a céu aberto ou aparelho cultural público, sendo 1 (uma) no Rio de Janeiro, 1 (uma) em São Paulo e 1 (uma) em Nazaré do Piauí - terra natal de Esperança Garcia - como forma de democratização e ampliação de acesso;Disponibilizar serviços e atendimento de diversas acessibilidades em pelo menos 18 (dezoito) apresentações nos teatros, representando cerca de 30% da circulação do produto principal, incluindo monitoria especializada desde a fila, além de materiais de divulgação acessíveis.
Inspirado na trajetória de Esperança Garcia - mulher negra, escravizada, considerada a primeira advogada do Brasil - o projeto apresentado resgata uma história invisibilizada, contribuindo para a reparação simbólica e o fortalecimento da representatividade de mulheres negras na cultura e na sociedade. Desse modo, o projeto não apenas preserva e valoriza uma memória essencial para a cultura afro-brasileira, mas também promove uma reflexão necessária sobre os desafios contemporâneos relacionados à equidade, diversidade e inclusão. Sua realização reafirma o papel da cultura como instrumento de transformação social, fortalecimento da democracia e construção de uma sociedade mais justa e plural.Além da produção e realização do espetáculo de artes cênicas, na linguagem do teatro, a proposta contempla ainda ações de formação e democratização cultural, por meio de: realização de três apresentações gratuitas em territórios periféricos; reserva de cota de ingressos gratuitos com destinação social nas sessões com bilheteria; além da oferta, igualmente gratuita, de oficinas de iniciação teatral e rodas de bate-papo com o píblico.Além da montagem do espetáculo teatral Caminhos de Esperança, o projeto prevê sua circulação por três regiões do país, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste, com apresentações no Rio de Janeiro, Brasília, São Paulo e sete cidades do Piauí: Parnaíba, Piripiri, Teresina, Floriano, Nazaré do Piauí, Oeiras e Picos. Ao viabilizar a circulação interestadual do espetáculo, o projeto promove não apenas a difusão da obra, mas também a ampliação do acesso a expressões artísticas que dialogam com temas relevantes da história e da identidade brasileira. Dessa forma, contribui para a descentralização da oferta cultural, a valorização das narrativas afro-brasileiras e o fortalecimento da cadeia produtiva das artes cênicas, gerando impactos culturais, sociais e econômicos nos territórios por onde passa.A amplitude de sua circulação e os inerentes custos relacionados conduzem os proponentes ao pleito de uso de mecanismo de isenção fiscal, que se apresentam como fundamentais para realizar seus intentos.O projeto "Caminhos de Esperança..." fundamenta-se nos seguintes incisos do artigo 1º da Lei nº 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; e IX - priorizar o produto cultural originário do País.Também atende, pela realização dos produtos culturais propostos, o seguinte objetivos do artigo 3º da referida norma: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.
Não se aplica.
PRODUTO PRINCIPAL - Espetáculo de Artes CênicasTotal de apresentações realizadas em teatros: 61 (sessenta e uma);Duração estimada: 75 (setenta e cinco) minutos;Cidades contempladas: Rio de Janeiro (RJ); Brasília (DF); São Paulo (SP); Parnaíba, Piripiri; Teresina, Floriano, Oeiras e Picos (PI).Distribuição das apresentações: 24 (vinte e quatro) apresentações no Rio de Janeiro e São Paulo; 3 (três) apresentações em Brasília; 2 (duas) apresentações em Parnaíba, Piripiri, Floriano e Oeiras; 1 (uma) apresentação em Teresina e Picos.Rider de som e luz: indefinidos até o momento.Cidade-sede do período de pré-produção e pós-produção: Rio de Janeiro (RJ).CONTRAPARTIDAS SOCIAIS - Oficinas, Ensaios Abertos e Apresentações-ExtraTotal de oficinas: 14 (catorze);Duração estimada: 8 horas;Cidades contempladas: Brasília (DF); Parnaíba, Piripiri; Teresina, Floriano, Oeiras e Picos (PI).Distribuição das oficinas: 2 (duas) Brasília (DF); 2 (duas) Parnaíba, 2 (duas) Piripiri; 2 (duas) Teresina, 2 (duas) Floriano, 2 (duas) Oeiras e 2 (duas) Picos (PI).Total de ensaios abertos: 4 (quatro);Duração estimada: 75 (setenta e cinco) minutos;Cidades contempladas: Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP);Distribuição dos ensaios abertos: 2 (dois) Rio de Janeiro (RJ); 2 (dois) São Paulo (SP); Total de rodas de bate-papo: 4 (quatro);Duração estimada: 30 (trinta) minutos;Cidades contempladas: Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP);Distribuição das rodas de conversa: 2 (duas) Rio de Janeiro (RJ); 2 (duas) São Paulo (SP).Total de apresentações gratuitas-extra: 3 (três);Duração estimada: 75 (setenta e cinco) minutos;Cidades contempladas: Rio de Janeiro (RJ); São Paulo (SP); Nazaré do Piauí (PI).Distribuição das apresentações: 1 (uma) Rio de Janeiro (RJ); 1 (uma) São Paulo (SP); 1 (uma) Nazaré do Piauí (PI).
PRODUTO PRINCIPAL - Espetáculo de Artes CênicasAcessibilidade física: Prioridade na escolha de teatros que contenham estruturas adaptadas para a locomoção e o acesso ao espaço físico, como rampas de acesso para garantir a entrada e a circulação de cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida; banheiros acessíveis; monitores de acessibilidade para apoio a locomoção, condução para assentos preferenciais e mitigação de obstáculos físicos.Acessibilidade para a pessoa surda ou ensurdecida: Realização de 18 (dezoito) sessões com o serviço de intérprete de Libras, atendendo a todas as cidades propostas; produção de legendas descritivas e sinalização específica em materiais comunicacionais; monitores de acessibilidade fluentes em Libras para apoio e acesso a assentos preferenciais.Acessibilidade para a pessoa cega ou de baixa visão: Disponibilidade de serviço de audiodescrição, com supervisão de pessoa cega, em 18 (dezoito) sessões do produto principal, atendendo a todos os locais de realização; atuação de monitores de acessibilidade para apoio e locomoção; disponibilidade de visita tátil mediada; legendas descritivas em peças de divulgação de redes sociais, com linguagem simples, adaptado para suporte de tecnologias assistivas.Acessibilidade para a pessoa autista ou neurodivergente: Atuação de monitores de acessibilidade treinados; publicação de Estudo de Previsibilidade Sensorial; empréstimo de abafadores de ruídos.CONTRAPARTIDAS SOCIAIS - Apresentações gratuitas-extra, oficinas, ensaios abertos e rodas de bate-papoAcessibilidade física: Prioridade na escolha de espaços que contenham estruturas adaptadas para a locomoção e o acesso ao espaço físico, como rampas de acesso para garantir a entrada e a circulação de cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida; monitores de acessibilidade para apoio a locomoção.Acessibilidade para a pessoa surda ou ensurdecida: Atuação de intérprete de Libras (sob demanda); Monitores de acessibilidade fluentes em Libras para apoio e acesso a assentos preferenciais; sinalização específica em materiais comunicacionais.Acessibilidade para a pessoa cega ou de baixa visão: Atuação de monitores de acessibilidade para apoio e locomoção; legendas descritivas em peças de divulgação de redes sociais, com linguagem simples, adaptado para suporte de tecnologias assistivas.Acessibilidade para a pessoa autista ou neurodivergente: Atuação de monitores de acessibilidade treinados; publicação de Estudo de Previsibilidade Sensorial; empréstimo de abafadores de ruídos.
PRODUTO PRINCIPAL - Espetáculo de Artes CênicasO projeto atenderá critérios de distribuição de pelo menos 10% de ingressos gratuitos de caráter educativo, além de manter um ticket médio de ingressos comercializados que sem ultrapassar o valor de R$45,00, nos termos da Seção II, Artigo 46, alíneas III e IV.Garantirá o cumprimento de todos os percentuais legais de meia-entrada para estudantes, idosos e pessoas com deficiência, além dos 20% promocionais disponíveis em pontos de venda físicos e plataformas digitais, nos termos da Seção II, Artigo 46, alínea IV e parágrafo 2º, alíneas I, II e III.Irá praticar outros 10% de gratuidades de caráter social, em benefício de segmentos vulneráveis, nos termos da Seção III, Artigo 47, alínea I, tais como pessoas negras, mulheres, comunidades tradicionais, quilombolas, e instituições sociais de atuação reconhecida.CONTRAPARTIDAS SOCIAIS - Apresentações gratuitas-extra, oficinas, ensaios abertos e rodas de bate-papoO projeto apresentará sessões gratuitas-extra em locais públicos ou em aparelhos culturais públicos em área periférica, nos termos da Seção III, Artigo 47, alínea V.Realizará ensaios abertos, seguidos de rodas de bate-papo com o público, além de oficinas culturais de artes cênicas, voltadas a professores e estudantes de instituições públicas de ensino a partir de 12 (doze) anos de idade, nos termos da Seção IV, Artigo 49, parágrafo 2º, alínea II.Beneficiará um total estimado de 10% do quantitativo de público previsto, nos termos da Seção IV, artigo 49, parágrafo 1º.
OLHOS D’ÁGUA PRODUÇÕES ARTÍSTICAS Ltda.| ProponenteA Olhos d’Água é fundada por Deo Garcez, que neste projeto exercerá as funções de diretor de produção - em parceria com Soraia Arnoni - além de ator e ministrante da oficina de iniciação teatral. Na função de direção de produção, organizará a logística, contratação e gerenciamento das equipes, além da coordenação das atividades e prestação de contas. SORAIA ARNONI | Dramaturga, atriz, diretora de produção e ministrante da oficinaEstreante na dramaturgia, é atriz (Martins Penna), licenciada em teatro (UNIRIO) e graduanda em Cinema e Audiovisual (UFF) e produtora. Desde 2016, atua e participa da produção do espetáculo “Luiz Gama: uma voz pela liberdade”. Em 2022, estreou “Casa Invadida”, como atriz. Em 2019, dirigiu e atuou em "Guerreiras" e atuou no "Duo Convida: Ouviram do Ipiranga", ambos do Duo Pretas. Anteriormente, participou de “Casa de Cômodos” (2014) e outros. Participou do festival de teatro FITUM (Tunísia), com “Teatro sem Arquitetura, Dramaturgia sem Literatura, Ator sem Papel” (2009), sob supervisão de Amir Haddad. Como professora de teatro, atuou nos presídios Lemos Brito e Talavera Bruce, ambos no complexo de Bangu; no projeto social Conexão ArteViva, na comunidade dos Tabajaras; no Colégio Notre Dame; nas redes municipais de Japeri e do Rio de Janeiro; além da rede estadual do Rio de Janeiro.DEO GARCEZ | Ator, responsável jurídico (proponente), diretor de produção e professor de oficinaAtor, autor teatral, professor de teatro, diretor teatral e produtor teatral, iniciou sua carreira na infância em S. Luis - MA no Grupo Tema, de Reynaldo Faray. É Bacharel em interpretação Teatral e Licenciado em Artes Cênicas pela Faculdade de Teatro Dulcina de Moraes (de quem foi aluno) em Brasília/1987 e 1990. Tem no currículo 56 espetáculos, 16 novelas (Globo, Record, SBT e Manchete). Recebeu os prêmios de Melhor Ator de TV pelo Troféu Raça Negra em 2007 (SP) e Melhor Ator pelo Festival de Teatro (RJ) em 2010. Desde 2015, e até hoje, está em cartaz com o espetáculo LUIZ GAMA: uma voz pela liberdade, de sua autoria, no qual faz o protagonista, sob a direção de Ricardo Torres. Com esse trabalho, Deo foi convidado pela TV Globo para interpretar o próprio Luiz Gama na novela Nos Tempos do Imperador. No ano de 2019 ele recebeu a Medalha Pedro Ernesto pelos seus 42 anos de carreira e pelos trabalhos voltados para a temática dos afrodescendentes brasileiros. Em 2024 recebeu a Medalha Luiz Gama, honraria concedida pelo Instituto de Advocacia Brasileiros.ILÉA FERRAZ | DiretoraAtua, canta, dirige, escreve, produz, ilustra e realiza projetos cenográficos. Indicada ao Prêmio Shell de Teatro, na categoria melhor atriz, com o espetáculo Nunca Pensei Que ia Ver Esse Dia. Participou de festivais de teatro na Europa com o espetáculo O País dos Elefantes e apresentou-se em Angola, com o espetáculo O Cheiro da Feijoada. Dirigiu os filmes Dura e O Cheiro da Feijoada. Ilustrou os livros infanto-juvenis Chica Da Silva, A Mulher Que Inventou o Mar e Os Nove Pentes D’África. Em teatro, atuou nos espetáculos Os Negros, O Peru, Dorotéia, Hamlet é Negro adaptação da obra de William Shakespeare e Besouro Cordão de Ouro, de Paulo César Pinheiro, entre outros. Entre seus principais trabalhos na TV destacam-se as novelas e minisséries: Xica da Silva (Manchete), A Padroeira (Rede Globo), Pacto de Sangue (Rede Globo), Tenda dos Milagres (Rede Globo), A Turma do Pererê (TV Brasil), Mãe de Santo (Manchete) e Escrava Anastácia (Manchete).VALDECI CORREIA | IluminadorFormado pela Fábrica de Espetáculo e com especialização em eletrônica pelo SENAI. Designer de luz, operador e técnico desde 2007. Trabalhou como iluminador, técnico e operador de luz do teatro PetraGold (Sala Marília Pêra) de 2019 a 2022; na empresa Artelight de 2015 a 2019 e como iluminador do Teatro Casa Grande de 2008 a 2015. Iluminador oficial da Cia Graco de Teatro. Operou luz para diversos espetáculos e musicais, entre eles: “Um Violinista no Telhado”, “Hairspray”, “Elis Regina” e "Gaiola das Loucas”. Elaborou desenho de luz para os espetáculos: “Calabar”, “O Novilho”, “Luiza Mahin, eu ainda continuo aqui”, “Luiz Gama: uma voz pela liberdade” e “Joãozinho e Laíla, ratos e urubus larguem a minha fantasia”, entre outros.MARAH SILVA | FigurinistaSe profissionalizou designer de moda na instituição de ensino SENAI CETIQT com o apoio da Incubadora Afro Brasileira, que desde 2004 deu apoio gratuito com consultorias, workshops, minicursos, feiras, seminários e diversas formas de inclusão social a pequenos empreendedores, tendo como principal apoiador a Petrobrás. Elaborou figurinos para diversos filmes, shows e espetáculos, entre eles: “Reza: Orquestra de Pretxs Novxs”; “A Menina Akali e seu Tambor Falante, o musical”; “Jorge para sempre Verão”; “Yabá - Mulheres Negras”; “Mãe Arrependida”; “Capiroto”; “Para meu Amigo Branco” e “Viva o Povo Brasileiro”, pelo qual foi indicada ao Prêmio Shell na categoria figurino.CACHALOTE MATTOS | CenógrafoDoutorando em Artes pela UERJ, Mestre em Artes Cênicas pela UNIRIO e cenógrafo pela UFRJ. Professor substituto da Escola de Teatro Martins Penna. Consultor de imagem do Centro de Teatro do Oprimido, trabalhou com Augusto Boal entre 1998/2009. Integrante do GESTO - Grupo de Estudo em Teatro do Oprimido, que atua desde 2010 na inclusão do Teatro do Oprimido em programas de graduação e pós-graduação universitária. Integrante do Coletivo Cor do Brasil (Grupo que pesquisa a temática racial através da estética negra). Integrante do Coletivo Siyanda de Cinema Negro, Cenógrafo da Cia. de Teatro Os Ciclomáticos, indicado ao prêmio Shell e ao prêmio CBTIJ 2023, 2024. Pesquisador da Estética do Oprimido ministrou oficinas em Angola, Senegal, Guiné Bissau, Moçambique, Berlin, Croácia, França, Califórnia - EUA, Taiwan e em diversas regiões do Brasil. Realizou diversos trabalhos de cenografia em teatro, cinema, eventos e exposições.CÁTIA COSTA | Preparadora corporalAtriz e performer, formada zem Licenciatura em Artes Cênicas pela UNIRIO. Preparadora corporal, diretora teatral, diretora de movimento, curadora e parecerista. Desenvolve pesquisa cênica acerca das relações diaspóricas corporais das danças afro pindorâmicas do Brasil através do Estudo da Performance e do Butho (Afrobutho). Encruzilhadas Metodológicas Ancestrais para o pensamento do corpo e da cena contemporânea. Terapeuta holística com estudos ligados à Cristaloterapia, Apometria, Mesa Radiônica. Propõe em suas práticas o encontro entre as Artes, espiritualidade e cura. Mestra em Artes da Cena pela UFRJ/ECO (Departamento de Direção Teatral) em 2024, com a pesquisa denominada “Teatro-Ancestral: Encruzas entre Arte, Vida e Espiritualidade.CHICO ROTA | Compositor e Diretor MusicalCompositor e regente graduado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), especializado em eletroacústica e no tratado dos objetos sonoros de Pierre Schaeffer na Universidade de Paris, mestre em Ciência das Artes pela Universidade Federal Fluminense (UFF) defendendo a dissertação Silêncio, ação e a música no entreato sonoro. Desde 1977, trabalha como diretor e produtor musical de espetáculos. Luiz Artur Nunes, Luiz Mendonça, Zé Renato, Moacir Goes, Antonio Mercado, Denise Zenicola e Zeca Ligiéro são alguns dos diretores com quem trabalhou. Leciona, como convidado, em cursos da FUNARTE relacionados à sonoplastia e música para cena. Trabalha na TV Globo Internacional como produtor musical e integra o quadro de docentes da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO).
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.