| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 23025711000116 | Cia Itaú de Capitalização | 1900-01-01 | R$ 300,0 mil |
| 33193996000158 | MIP ENGENHARIA LTDA. | 1900-01-01 | R$ 200,0 mil |
Voltado para a inclusão, desenvolvimento, visibilidade e valorização de artistas cegos na cena cultural, e para a difusão, memória e valorização da oralidade popular brasileira de territórios diversos de Norte a Sul do país, o projeto "ORQUESTRA BRASILEIRA DE CANTORES CEGOS: REPERTÓRIO #04" promove a continuidade do projeto que iniciou em 2023 e passou por três edições, com o desenvolvimento e apresentação de um novo repertório, acompanhado de ações formativas, e a reapresentação dos repertórios anteriores.
O BRASIL É RETRATADO NA VOZ DE CANTORES CEGOS Com canções representativas da tradição oral dos diversos estados, um Brasil múltiplo é retratado no espetáculo que mistura a linguagem cênica e o canto coral, passando por manifestações populares como o congo do Espírito Santo, o Coco de Tebei de Pernambuco e a Bata do Feijão do Maranhão. Através de canções originárias de tradições diversas, estão representados os povos originários Mehinako do Alto Xingu (MT) e os Guaranis da aldeia Marake'nã residentes do Rio de Janeiro, a comunidade quilombola Kalunga de Cavalcante (GO), os territórios de Angicos (RN) e Santo Antônio da Patrulha (RS); Serra Preta (BA), Vale do Jequitinhonha (MG) e Arapiraca (AL). São vinte e cinco artistas em cena, dentre maestro, pianista, sete atores da Cia Poéticas da Cena Contemporânea e dezesseis cantores cegos, dedicados a uma linguagem híbrida. Para executar a regência com pessoas que não enxergam, o maestro Thomas Davison desenvolveu uma técnica que vai além dos movimentos de braços e mãos. Trata-se de percussão corporal e dinâmicas rítmico-espaciais que lembram a dança contemporânea. O maestro rege com estalos, palmas, batidas dos pés no chão, e também com giros e contorções do tronco, a fim de orientar deslocamentos espaciais e a alternância das vozes do grande coro dividido em quatro naipes. As vozes são arranjadas pela compositora e artista visual Tarita de Souza, de modo a unir erudito e popular e dialogar com a tradição da música instrumental brasileira, primando por construções harmônicas, dissonâncias e tensões, incorporando sussurros e os ruídos das bengalas batendo no chão e cadeiras caindo. Em uma das cenas mais marcantes, o palco chega ao frenesi para ceder lugar à calma de uma “canção de esmola” interpretada pela solista soprano Maria Trancoso. Os deslocamentos do grande coro são auxiliados por atores videntes da Cia Poéticas da Cena Contemporânea, e as bengalas, que acabam imprimindo o sentido de “instrumento de luta”, reforçando a camada visual junto ao alto-contraste da Iluminação de André Stefson, sombras, raios e silhuetas que mudam de lugar conforme o movimento dos corpos. Cada canção traz um contexto social, levando as culturas de trabalho à cena, de modo a gerar signos. A presença de ações corporais representativas de cada uma delas, constrói uma historicização de atividades coletivizadas, como colheitas do café, da cana, a bata do feijão e festejos, além da cultura do acolhimento, inclusão e amizade, tematizados em canções como “Não Me Deixe Cantar Só” e “Saudade”. A Orquestra Brasileira de Cantores Cegos em 2026 vai para a quarta temporada com repertório novo além da reapresentação dos repertórios anteriores, somando 60 arranjos com mais de 70 canções da oralidade popular do país, representando sua brasilidade e diversidade. AFIM DE DARMOS CONTINUIDADE AO PROJETO E LEVAR ADIANTE A DIFUSÃO DA RIQUEZA E DIVERSIDADE DA CULTURA ORAL POPULAR BRASILEIRA NA VOZ DE DEZESSEIS CANTORES CEGOS, COM EXPERIMENTAÇÃO CÊNICA E INOVAÇÃO DE LINGUAGEM, PROMOVENDO A VALORIZAÇÃO DA DIFERENÇA E INCLUSÃO. A Associação SOCA BRASIL pesquisa a linguagem cênica desde 2017, tendo realizado os espetáculos "Pele" com cadeirantes e "Quando Acordar a Cidade" com cegos, a performance "Slam Corpo Grita" com surdos; e mais recentemente, com o Vídeo e a Fotografia, as mostras "Olhares Sobre o Feminino" e "c-o–n-t-a-g-i-o de Videoperformance"; os projetos "Camera Obscura", "Fora!" e (em pré-produção) "Escola de Fotógrafos Cegos e Exposição 'Quando Fecho os Olhos Vejo Mais Perto'".
3 (três) apresentações de 45 minutos; em espaço fechado em Vitória com lotação de 600 pessoas; com a participação de 25 artistas em cena, entre 16 cantores cegos, sete atores e assistentes-vidente, maestro e pianista; com 15 arranjos de canções extraídas da Cultura Popular que compõem o REPERTÓRIO #04 (Quarto Repertório) da ORQUESTRA BRASILEIRA DE CANTORES CEGOS.1 (uma) apresentação de 45 minutos; em espaço fechado em Vitória com lotação de 600 pessoas; com a participação de 25 artistas em cena, entre 16 cantores cegos, sete atores e assistentes-vidente, maestro e pianista; com 15 arranjos de canções extraídas da Cultura Popular que compõem o REPERTÓRIO #01 (Primeiro Repertório) da ORQUESTRA BRASILEIRA DE CANTORES CEGOS. 1 (uma) apresentação de 45 minutos; em espaço fechado em Vitória com lotação de 600 pessoas; com a participação de 25 artistas em cena, entre 16 cantores cegos, sete atores e assistentes-vidente, maestro e pianista; com 15 arranjos de canções extraídas da Cultura Popular que compõem o REPERTÓRIO #02 (Segundo Repertório) da ORQUESTRA BRASILEIRA DE CANTORES CEGOS. 1 (uma) apresentação de 45 minutos; em espaço fechado em Vitória com lotação de 600 pessoas; com a participação de 25 artistas em cena, entre 16 cantores cegos, sete atores e assistentes-vidente, maestro e pianista; com 15 arranjos de canções extraídas da Cultura Popular que compõem o REPERTÓRIO #03 (Terceiro Repertório) da ORQUESTRA BRASILEIRA DE CANTORES CEGOS. Somando 6 (seis) apresentações gratuitas, com a estimativa de público de 3.600 beneficiários diretos.
A proposta apresentada, está alinhada às finalidades expressas no Art.5° da Lei 11.246/2021, incisos: I - Incentivar o acesso da população capixaba à fruição e à produção de bens e serviços culturais; II - Reconhecer e valorizar a diversidade cultural, étnica e regional do Espírito Santo; III - Estimular a criação, a valorização e a difusão dos bens, serviços e manifestações culturais do Espírito Santo; VI - Desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais da economia criativa; VII - Estimular o intercâmbio e a circulação de bens, serviços e conteúdos culturais do Espírito Santo; VIII - Fomentar a pesquisa, a crítica e a produção de conhecimento no campo da cultura, das linguagens artísticas e do patrimônio cultural; XI - Contribuir para a implementação das ações do Plano Estadual de Cultura do Espírito Santo e demais políticas pública de cultura nos territórios capixabas. A necessidade do uso do mecanismo de incentivo a projetos culturais para a realização do projeto está alicerçada no direito de acesso à cultura, pois é totalmente gratuito e não visa a obtenção de nenhum tipo de lucro, no intercâmbio de informações e na construção de uma dinâmica que envolva a produção e a difusão em Orquestra Coral, com a afirmação, desenvolvimento e inserção de artistas cegos na cena cultural capixaba. O projeto inova: Contribuindo para que pessoas cegas se insiram na tessitura social como fazedores de cultura, artistas, valorizados em sua produção; Estabelecendo princípios e a práxis em laboratório continuado para que chegue, aos cegos, o conhecimento necessário à produção artística; Contribuindo para que pessoas cegas possam articular pensamento crítico sobre a própria obra, e análise reflexiva sobre as relações entre arte e sociedade; Contribuindo para a inserção de pessoas cegas na cadeia de produção de bens simbólicos valorizados socialmente; Contribuindo para aflorar, não só em participantes das oficinas, mas no tecido social, instituições e público, a valorização do cego enquanto artista. O projeto leva até pessoas cegas, arsenal metodológico, promovendo a inclusão, o acesso ao conhecimento e meios para o exercício da autonomia em procedimentos de criação artística através da participação em uma orquestra de vozes e repertório de Música Popular Brasileira. O projeto leva a produção de artistas cegos à sociedade, expondo-a em ambiente externo público, a fim de surpreender com o impacto do seu canto coral. Expondo a sua produção em espaço público com amplo acesso, objetiva-se: a mudança de olhar sobre a pessoa com deficiência e a valorização de suas potencialidades, mostrando um repertório que comporta a riqueza da Música Popular Brasileira. Damos continuidade e fortalecemos, assim, a ORQUESTRA BRASILEIRA DE CANTORES CEGOS, esperando que possamos mostrar a beleza da realização coral de artistas cegos, oferecendo à sociedade a sua produção e abrindo perspectivas para que passem a fazer parte da cadeia de produção de bens simbólicos, contribuindo para o acesso à cultura e à arte como fazedores de cultura através de um produto que prima pela experimentação estética e inovações no âmbito setorial e da economia criativa, integração da Música com as Artes Cênicas, continuidade e difusão de produções capixabas.
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICAA.) Apresentação de "ORQUESTRA BRASILEIRA DE CANTORES CEGOS" REPERTÓRIO #04 Espetáculo de linguagem híbrida, juntando o canto coral com a linguagem das Artes Cênicas, formado por 16 cantores cegos, mais 7 atores em cena, 1 maestro e 1 pianista. Com 15 ARRANJOS DE CANÇÕES DE DOMÍNIO PÚBLICO, representativas da diversidade cultural nacional, integrantes do 1o Repertório da Orquestra Brasileira de Cantores Cegos constituído na primeira edição do projeto, em 2023. Duas apresentações gratuitas em espaço de fácil acesso em Vitória (ES) Duração: 45 Minutos O elenco de cantores cegos conta com o auxílio de sete atores, que fazem o papel de "assistentes-videntes", auxiliando os deslocamentos dos artistas cegos, além de comporem ações corporais representativas das culturas de origem das canções. O espetáculo conta com direção Artística e Direção de arte, primando pela visualidade cênica, figurinos, iluminação e adereços. Lotação: 600 lugares 3 apresentações = 1.800 beneficiados. B.) Apresentação de "ORQUESTRA BRASILEIRA DE CANTORES CEGOS" REPERTÓRIO #02 Espetáculo de linguagem híbrida, juntando o canto coral com a linguagem das Artes Cênicas, formado por 16 cantores cegos, mais 7 atores em cena, 1 maestro e 1 pianista. Com 15 ARRANJOS DE CANÇÕES DE DOMÍNIO PÚBLICO, representativas da diversidade cultural nacional, integrantes do 2o Repertório da Orquestra Brasileira de Cantores Cegos constituído na segunda edição do projeto, em 2024. Uma apresentação gratuita em espaço de fácil acesso em Vitória (ES) Duração: 45 Minutos O elenco de cantores cegos conta com o auxílio de sete atores, que fazem o papel de "assistentes-videntes", auxiliando os deslocamentos dos artistas cegos, além de comporem ações corporais representativas das culturas de origem das canções. O espetáculo conta com direção Artística e Direção de arte, primando pela visualidade cênica, figurinos, iluminação e adereços. Lotação: 600 lugares 1 apresentação = 600 beneficiados. C.) Apresentação de "ORQUESTRA BRASILEIRA DE CANTORES CEGOS" REPERTÓRIO #02 Espetáculo de linguagem híbrida, juntando o canto coral com a linguagem das Artes Cênicas, formado por 16 cantores cegos, mais 7 atores em cena, 1 maestro e 1 pianista. Com 15 ARRANJOS DE CANÇÕES DE DOMÍNIO PÚBLICO, representativas da diversidade cultural nacional, compondo o 3o Repertório da Orquestra Brasileira de Cantores Cegos a ser constituído durante o período de execução, em 2025. Uma apresentação gratuita em espaço de fácil acesso em Vitória (ES) Duração: 45 Minutos O elenco de cantores cegos conta com o auxílio de sete atores, que fazem o papel de "assistentes-videntes", auxiliando os deslocamentos dos artistas cegos, além de comporem ações corporais representativas das culturas de origem das canções. O espetáculo conta com direção Artística e Direção de arte, primando pela visualidade cênica, figurinos, iluminação e adereços. D.) Apresentação de "ORQUESTRA BRASILEIRA DE CANTORES CEGOS" REPERTÓRIO #03. Espetáculo de linguagem híbrida, juntando o canto coral com a linguagem das Artes Cênicas, formado por 16 cantores cegos, mais 7 atores em cena, 1 maestro e 1 pianista. Com 15 ARRANJOS DE CANÇÕES DE DOMÍNIO PÚBLICO, representativas da diversidade cultural nacional, compondo o 3o Repertório da Orquestra Brasileira de Cantores Cegos a ser constituído durante o período de execução, em 2025. Uma apresentação gratuita em espaço de fácil acesso em Vitória (ES) Duração: 45 Minutos O elenco de cantores cegos conta com o auxílio de sete atores, que fazem o papel de "assistentes-videntes", auxiliando os deslocamentos dos artistas cegos, além de comporem ações corporais representativas das culturas de origem das canções. O espetáculo conta com direção Artística e Direção de arte, primando pela visualidade cênica, figurinos, iluminação e adereços. Lotação: 600 lugares 1 apresentação = 600 beneficiados. TOTAL 3.600 Beneficiados.
De acordo com o Art. 27. da Instrução Normativa 11/2024, a proposta cultural contém medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto sempre que tecnicamente possível para a linguagem artística de seu produto, de modo a contemplar: I - no aspecto arquitetônico, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou idosas para permitir o acesso aos locais onde se realizam as atividades culturais e espaços acessórios como banheiros, áreas de alimentação e circulação; e II - no aspecto comunicacional de conteúdo, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiências intelectual, auditiva e visual para permitir o acesso ao conteúdo dos produtos culturais resultantes do projeto. De acordo com o § 1º os custos com as ações de acessibilidade estão previstos no orçamento analítico do projeto, nas seguintes rubricas: A.) 6 (seis) apresentações GRATUITAS da “Orquestra Brasileira de Cantores Cegos”, em espaço fechado no município de Vitória (ES) Visando proporcionar ampla acessibilidade a todos os públicos, será disponibilizado: * Acessibilidade física: rampas, corrimões, banheiros adaptados. Item da planilha orçamentária: Locação de espaço para apresentação * Para deficientes auditivos: Intérprete de Libras Item da planilha orçamentária: Intérprete de Libras - dentro da verba de Acessibilidade e Comunicação (custos vinculados) * Para deficientes visuais: Audiodescrição Itens da planilha orçamentária: Audiodescrição - dentro da verba de Acessibilidade e Comunicação (custos vinculados) * Para pessoas diagnosticadas com o transtorno do espectro autista (TEA): acolhimento de profissional especializado. Itens da planilha orçamentária: Assistente De acordo com o § 2º, o material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto conterá informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade.
TODOS OS PRODUTOS TEM DISTRIBUIÇÃO INTEIRAMENTE GRATUITA. A proposta está de acordo com o Art. 29. da NI 11/2024, prevendo medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. De acordo com o Art. 30 a IN 11/2024, em complemento, o proponente prevê a adoção das seguintes medida de ampliação do acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto no inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento). . Tendo a ciência de que de acordo com o Art. 31, considera-se: I - de caráter social, a distribuição de ingressos e produtos culturais para pessoas de grupos minoritários ou comunidades em vulnerabilidade social, tais como: negros, indígenas, povos tradicionais, nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIA+, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e CadÚnico; e II - de caráter educativo, a distribuição a alunos da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior.
REJANE KASTING ARRUDA - Presidente da entidade proponente - Coordenação Geral e Direção Artística - Atriz, vídeo-artista e diretora em Teatro e Cinema, bacharel,mestre doutora em Artes Cênicas pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo e pós-graduada em Cinema pela Universidade Estácio de Sá. É membro-fundadora do Centro de Pesquisa em Experimentação Cênica do Ator (USP) e da Cia Poéticas da Cena Contemporânea (UVV/ES). Desde 2006 se dedica a pesquisas em Direção e Atuação Teatral, Interface entre Arte e Psicanálise e Relações entre a Arte e a Inclusão. Professora e coordenadora do curso de Artes Cênicas Universidade Vila Velha de 2014 a 2021. Ministrou palestras e oficinas em Paris, Lisboa, Santiago do Chile e Cidade do México. Tem livros e artigos publicados em revistas especializadas nacionais e internacionais. Foi indicada melhor atriz no Festival Internacional de Cinema Independente (2016), por Eclipse Solar, e recebeu prêmios de Melhor Atriz na Mostra de Curtas Gaúchos do Festival de Gramado e Festival Cine Serra (2018) por Sem Abrigo. Dirigiu o filme “A Mulher do Treze” (2018), e os espetáculos “Quando Acordar a Cidade” e “Pele”, entre outros. É coordenadora geral de projetos como “Terra-Cine”, “Performa-ES”, “Surdos Cegos e Cadeirantes na Cena Diversa do Teatro Capixaba”, “Mostra c-o-n-t-á-g-i-o de Vídeo-performance", “Escola de Fotógrafos Cegos”, “Nada Me Falta” e “Orquestra Brasileira de Cantores Cegos”. Realizadora audiovisual, diretora e roteirista de “A Mulher do Treze” e “Pai Fotógrafo” (em pré-produção). FAGNER SOARES DE SOUZA - Tesoureiro da entidade proponente - Coordenação Adminstrativo-financeira e Assistente de Direção - Formado em Artes Cênicas pelaUniversidade Vila Velha (ES),dedicadoàs pesquisa em Artes Cênicas com ênfase em dramaturgia, atuação, fotografia e performatividade. Atua em Cinema e Teatro desde2013 tendo participado doscurtas"Casa de Vó" de André Ehrlich Lucas (2016) e "Os Mais Amados" de Rodrigo de Oliveira (2019), e das peças "A Verdadeira História de Tony eClóvis" (2014/2015),"Navalha naCarne" (2015/2016), "Quem Tem Medo de Plínio Marcos" (2015/2016), "Veto à Voz" (2017), "Peter Pan" (2017/2018), "Love Fair"(2017/2018), "Kafka, EmProcesso" (2018).Também dirigiu as peças "A Cantora Careca" (2015), "O Matadouro Municipal" (2017) e participou da direção compartilhada de "Navalha na Carne"(2015/2016). Desenvolveu duas pesquisas de iniciação científica: em 2015 publicando o artigo "Fala Interna Como Raiz e Suas Ramificações" e em 2016 desenvolvendo o'dispositivo"Dramaturgia em Performance". Em 2017 fez o Curso de Sonoplastia com Geovany Wandekoken - Universidade de Vila Velha. Criou as trilhas sonoras dos espetáculos"Matadouro Municipal" (2017) e "Vestido de Noiva" (2018), do vídeo "Eu não Compreendo" (2020) e "I don't sleep" para o banco de trilha da SOCA(2021), Lab de Sonoridade. Trabalha também com vídeo experimental, cinema e fotografia; foi propositor e fotógrafo do projeto “Fora!; ”oficineiro, montador e finalizador do projeto “Mostra contágio de Videoperformance”, coordenador geral do projeto “Spo”, assistente-vidente e coordenador administrativo financeiro de “Orquestra Brasileira de Cantores Cegos”, fotógrafo, videografista e professor na “Escola de Fotógrafos Cegos”; assina a direção de fotografia do curta-metragem “Pai Fotógrafo”. RENATA MATTAR - Pesquisa de Repertório Musical - Renata Mattar atuou como cantora no espetáculo A Vida É Sonho, de Gabriel Villela (1992), diretora musical de Auto da Paixão (1993), de Romero de Andrade Lima, e diretora musical dos espetáculos Romeu e Julieta e Auto do Rico Avarento, do grupo Romançal de teatro, formado porAriano Suassuna. É fundadora do grupo Comadre Florzinha e fundou em 2001 o grupo Beija-Fulô na Casa de Cultura da Penha, ganhando o prêmio VAI, da Prefeitura Municipal de São Paulo, em 2003. Desde 2002 atua como cantora e acordeonista do grupo Palavra Cantada. Participou do projeto do Ministério do Desenvolvimento Agrário,intitulado Sons e Imagens da Terra – um mapeamento dos cantos de trabalho ligados à agricultura em todo o país. Vocalista e acordeonista da banda As Orquídeas do Brasil, de Itamar Assumpção. Fundou a Cia Cabelo de Maria e com o grupo realizou os CDs Cantos de Trabalho, São João do Carneirinho e Baianá – Parece Cinema, além dos espetáculos Imbalança Eu Caio e POIN – Pequena Orquestra Interativa, contemplado com edital do proac 2014, e Cantos de Trabalho volume II com lançamento em agosto de 2018. TARITA DE SOUZA - Arranjadora - Tarita de Souza é artista múltipla com atuação na música, teatro, artes visuais, educação e pesquisa. Fez a graduação e o mestrado na Universidade de São Paulo na área de educação musical e atualmente estuda linguagens artísticas híbridas em seu doutorado. Como musicista é cantora, compositora,regente, arranjadora e preparadora vocal. Seu primeiro álbum solo, A Árvore e o Vento, de 2014, mescla nomes consagrados da MPB com canções autorais e conta com participações de Renato Braz, André Mehmari, Ivan Vilela, Kabé Pinheiro, Neymar Dias entre outros. Em 2019 lançou o álbum Crisálidas em parceria com a pianista Thais Nicodemo com canções autorais do DUO. Os olhos escutam, a alma canta é seu mais novo lançamento. São canções autorais produzidas pela artista em parceria com André Mehmari, Conrado Goys e Rodrigo Bragança, além de múltiplos singles lançados nos últimos. Como preparadora vocal e atriz trabalhou junto ao compositor Zeca Baleiro no espetáculo Lampião e Lancelote, de Fernando Vilela e Bráulio Tavares (2013-2014), espetáculo que ganhou os prêmios APCA (2013) melhor espetáculo infanto-juvenil, FEMSA (2013), Bibi Ferreira (2013). Também como atriz e diretora musical, participou das montagens do grupo XIX de teatro na Ópera do malandro (2011), de Chico Buarque e Hoje o Escuro vai atrasar para que possamos conversar (2018 – 2021).
Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$500.000,00 em 12/03/2026.