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A ideia é circular com a Fanfarra Toque que Cura em 2 estados do Brasil atingidos pelas chuvas. Serão 12 apresentações de artes cênicas, que misturam o teatro com o uso de instrumentos musicais, no total serão: 5 cidades do Rio Grande do Sul e 7 cidades do estado de São Paulo, todas atingidas por enchentes ou chuvas fortes. Um grupo de 4 pessoas toca pelas ruas e praças com metais (trompete e saxofone) unidos ao tarol, surdo e prato explorando a brincadeira e a música a serviço da cura. O repertório possui estilos variados: jazz, funk, clássica, circo, pop, rock, Beatles, MPB.
Os atores/músicos interagem com a plateia e o espaço com seus jogos teatrais e de palhaço, suas brincadeiras, improvisações, músicas para todos os gostos e idades. Uma inspiração é a música “A Banda” de Chico Buarque onde ela passa transformando o espaço e as pessoas. Começamos com uma personagem triste da fanfarra que fica bem alegre ao longo do espetáculo por causa do acolhimento das outras criaturas coloridas. Há uma sequência de cenas cômicas interligadas por músicas de diversos estilos: jazz, funk, clássica, circo, pop rock, Beatles, MPB. O espetáculo explora o jogo entre os participantes, o público e os espaços de realização da apresentação. O quarteto quer tocar a plateia deixando-a viva e alegre. Nosso sonho é tocar você também! Com música, figurino, teatro e alegria. Vai ter fanfarra!
Objetivo Geral:A ideia é circular com a Fanfarra Toque que Cura em 2 estados do Brasil atingidos pelas chuvas. Serão 12 apresentações de artes cênicas, que misturam o teatro com o uso de instrumentos musicais, no total serão: 5 cidades do Rio Grande do Sul e 7 cidades do estado de São Paulo, todas atingidas por enchentes ou chuvas fortes. Um grupo de 4 pessoas toca pelas ruas e praças com metais (trompete e saxofone) unidos ao tarol, surdo e prato explorando a brincadeira e a música a serviço da cura. O repertório possui estilos variados: jazz, funk, clássica, circo, pop, rock, Beatles, MPB. Objetivos Especificos: - Realizar 12 apresentações da Fanfarra Toque que Cura em 5 cidades do Rio Grande do Sul (Roteiro A - Porto Alegre, Canoas, Cerro Branco, Dona Francisca e Jaguari). E 7 cidades do estado de São Paulo (Roteiro B _ Bauru; Roteiro C _ Campinas, Cachoeira Paulista e São Sebastião; Roterio D _ São Paulo, Itapecerica da Serra e Juquiá). Todas as cidades foram atingidas por chuvas ou enchentes entre 2023 a 2025. - Trazer alegria e esperança com a arte e reduzir o estresse causado pelas enchentes às pessoas das cidades atingidas nos 2 estados brasileiros (SP e RS) nos últimos anos (2023 a 2025). - Realizar 6 oficinas de Vivência Teatral nos estados do Rio Grande do Sul e São Paulo. 3 oficinas nas cidades do RS: Porto Alegre, Cerro Branco e Jaguari. E 3 oficinas no estado de São Paulo: Bauru, Itapecerica da Serra e São Sebastião. - Ressignificar os espaços públicos atingidos por uma tragédia climática num lugar de encontro, lazer e diversão. - Popularizar a música brasileira e internacional por meio de uma linguagem cênico-musical. - Trazer uma abordagem inovadora e criativa da música e da cena misturando estilos e tipos de espetáculos para ir além das fronteiras e divisões de linguagens artísticas. - Criar um espaço criativo e de muita diversão para quem assiste. - Explorar o jogo entre os participantes, o público e os espaços de realização da apresentação. - Trazer a integração e inclusão entre as pessoas de diferentes gêneros, classes sociais e condições físicas e motoras. - Levar a arte produzida no interior paulista para o próprio interior do estado permitindo um rico intercâmbio artístico brasileiro. - Transformar os espaços das apresentações e seu público trazendo uma experiência estética com cor, vida e alegria.
Nosso papel artístico, ético e social que o momento exige é de trazer esperança, inclusão e diversão para as pessoas por meio da música, do teatro, do palhaço e da improvisação. A arte, de modo geral, tem um poder terapêutico imenso. No caso de uma fanfarra, que une a arte da interpretação mimica e música, ela pode criar uma sensação de alívio e esperança para as pessoas que sofreram com as consequências das chuvas e deslizamentos. As apresentações oferecem uma pausa do sofrimento diário e proporcionam momentos de alegria e pertencimento. A música e o teatro têm um efeito comprovado na redução do estresse e da ansiedade, ajudando na recuperação emocional das vítimas. Além disso, ao ouvir a fanfarra, os cidadãos podem experimentar um fortalecimento da sua resiliência e do espírito comunitário. A fanfarra permite que os indivíduos canalizem suas emoções através da arte. Para muitas pessoas que vivenciam traumas, seja pela perda material ou até de entes queridos, a apresentação tem o poder de transformar a dor em algo expressivo. Quando as pessoas assistem ou participam de uma apresentação, elas se conectam a uma forma de expressão que pode refletir suas próprias emoções e ajudá-las a lidar com o que estão vivendo. Essa expressão artística cria um espaço onde a dor pode ser externalizada de maneira construtiva, contribuindo para o processo de cura emocional.Outro ponto, a fanfarra tem um papel importante em unir as pessoas, oferecendo uma oportunidade de viver um momento coletivo de celebração. Em momentos de crise, o senso de comunidade é muitas vezes perdido devido ao sofrimento individual e coletivo. As apresentações da fanfarra ajudam a criar uma rede de apoio, em que as pessoas se sentem parte de algo maior. Esse fortalecimento dos laços sociais pode ser crucial para a reconstrução do tecido social de uma cidade ou bairro afetado, ajudando a restaurar o sentimento de pertencimento e segurança.O espetáculo explora o jogo entre os membros da fanfarra, o público e os espaços de realização das apresentações. O título "Toque que Cura" tem o enfoque de atingir esse objetivo e permitir o toque por meio de um instrumento musical; toque no coração e quem sabe na alma. A fanfarra compartilha a pesquisa acadêmica (doutorado e mestrado) e a prática artística misturando linguagens estéticas variadas. A ideia é popularizar a música brasileira e internacional por meio de uma linguagem cênico-musical. Além disso, trazer uma outra abordagem da música e da cena misturando estilos e tipos de espetáculos e indo além das fronteiras e divisões de gêneros artísticos: misturando fanfarra, banda, bloco de carnaval e cortejo teatral. É uma inspiração em fanfarras europeias, principalmente francesas de Montpellier, onde há uma liberdade de repertório musical e cênica bem diferente das fanfarras militares ou blocos carnavalescos brasileiros. É o encontro entre os instrumentos de metal com sopro, tambores e prato. Tudo fica permeado pela música e o desenvolvimento de técnicas ligadas ao jogo teatral, a improvisação, ao palhaço e ao universo pessoal dos participantes para a intensa diversão do público. Outro ponto inovador são os figurinos criados por Carlos Gardin, figurinista do Castelo Rá-Tim-Bum, que foram inspirados no artista catalão Joan Miró com elementos surrealistas e cores vivas. Vale destacar também a circulação de obras no próprio interior paulista, pois há uma dificuldade enorme de conseguir verbas para criar e depois circular com projetos do interior do estado. Além disso, esta troca ajuda a ampliar nossa identidade como brasileiros diante da nossa variada riqueza cultural. Por fim, a fanfarra busca a transformação positiva do público e do espaço dentro de uma perspectiva itinerante ou fixa. As figuras e as músicas convidam a todos, sem restrição, para uma viagem sonora, poética e viva. Mesmo em meio ao sofrimento, a arte oferece uma chance de ressignificar a crise, transformando-a em uma oportunidade de aprendizado e expressão cultural. As apresentações da fanfarra não apenas ajudam a enfrentar o momento presente, mas também permitem que a comunidade passe adiante uma memória cultural de superação. Ao criar essa simbologia, a fanfarra estabelece uma maneira de olhar para o futuro, reforçando o poder da cultura como uma ferramenta de resistência e transformação diante da adversidade. Estando assim de acordo com os objetivos e princípios da Lei 8313/91, mais especificamente nos seguintes artigos e incisos: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II. promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV. proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V. salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;IX. priorizar o produto cultural originário do País.Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;IV _ Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) "Distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos"
Vídeo do espetáculo na íntegra: https://youtu.be/8Em47qIriW8 Vídeos de reações da plateia: Sesi Cerquilho 1 – Anunciação / Alceu Valença: https://youtube.com/shorts/N57A9aPhKFw?si=YA7UaPcRMKwCuRd9 2 – Grito de Guerra https://youtube.com/shorts/6_k22DkZG9o?si=icH_VWKg4o9EbQpn 3 – Remexo muito https://youtube.com/shorts/zWANsHBBKNw?si=Ab6PP3agCwLYisNi 4 - Sesi Itapetininga https://youtube.com/shorts/hDlRLGNymrU?si=PA5-2B6zVoneJ96q
PROPOSTA PEDAGÓGICA OFICINA VIVÊNCIAS TEATRAIS “Toda criança que brinca se comporta como um poeta." (FREUD, 1908, p. 70) A oficina será desenvolvida por meio da yoga, de jogos teatrais e clownescos (palhaço) que possuem como base a improvisação e o corpo à partir de situações, objetos e brincadeiras, o desenvolvimento e a capacidade de cada criança. O repertório desses exercícios será inspirado em autores como Jésus Jara, Augusto Boal e Viola Spolin além da experiência dos membros da Cia Amora no Pé. “O jogo é uma forma natural de grupo que propicia o envolvimento e a liberdade pessoal necessários para a experiência. [...] Uma atividade aceita pelo grupo, limitada por regras e acordo grupal; divertimento; espontaneidade, entusiasmo e alegria acompanham os jogos; seguem par e passo com a experiência teatral; [...]” (SPOLIN, 2010, p. 4). O jogo no teatro tem uma função pedagógica de permitir a expressão artística que é tão antiga quanto a humanidade, estando presente em diversas civilizações e culturas. Em sua essência, está a capacidade do ser humano de jogar e se expressar com o outro e no mundo. “A linguagem teatral é a linguagem humana por excelência, e a mais essencial” (BOAL, 2004, p. ix). E ela desenvolve a percepção sensorial, a comunicação verbal e não-verbal, a espontaneidade, a improvisação, a relação com o colega e o espaço, a criatividade e a sintonia grupal. A pessoa que se abre para a arte vivencia a realidade através dos sentidos, contribuindo para a compreensão e transformação das relações sociais e do mundo ao seu redor. O meio para acessar essas práticas e jogos é a ‘pedagogia do prazer’ (JARA, 2010) que valoriza o processo de ensino nos dois polos da aprendizagem, o professor e a criança. Jesús Jara é um palhaço e professor espanhol que procura desenvolver uma pedagogia que valoriza o aspecto positivo da formação e não o sofrimento que está presente em vários cursos de formação em diversas áreas. Nossa proposta é aplicar esse método no ensino de teatro para crianças que já foi utilizado no Brasil e na Europa (Bélgica e França) tanto em crianças, adolescentes e adultos dentro da Cia Amora no Pé. Assim, o prazer deve ser compreendido no seu sentido básico de bem-estar, de contentamento, de alegria e satisfação e ele deve ser associado às emoções agradáveis relacionadas à aquisição de conhecimentos. Essa metodologia explora os pontos positivos da educação presentes numa fase inicial da nossa vida, a nossa infância, quando realizamos as primeiras descobertas sobre o mundo e nós mesmos. É uma época em que buscamos aprender sem a obrigação de sucesso e quando erramos é sem remorso ou culpa. O fracasso estimula um novo recomeço e nos ajuda a continuar o processo de formação com prazer e diversão. De maneira mais específica, a pedagogia do prazer é uma ferramenta para acessar o teatro sem sofrimento, mas com alegria e respeito pelo indivíduo nesse momento de descoberta artística. A pedagogia do prazer é a ciência e a arte de educar com, desde, para, por e através do prazer. Pretende explorar nos adultos [e nas crianças] a maneira de aprender da infância desde o jogo e a espontaneidade, divertindo-nos em um processo de aprendizagem baseado na curiosidade e na experimentação. Sem dramatizar, sem frustrar-se, com entusiasmo, vontade e esforço, aceitando com naturalidade a dinâmica de tentativa e erro, entendendo que sempre é melhor aprender desfrutando que sofrendo[1] (JARA, 2010, p.115, tradução nossa). Além disso, as técnicas da yoga serão utilizadas para estimular o desenvolvimento das crianças, por exemplo: os asanas, posições psicofísicas estáticas ou em movimento, e os pranayamas, exercícios respiratórios rítmicos. Segundo a filosofia da yoga, “asana significa um estado de ser no qual alguém pode ficar física e mentalmente parado, calmo, quieto e confortável”[2] (SARASWATI, 2004, p. 8. Tradução nossa). O termo Pranayama pode ser dividido em duas palavras: prana e ayama. Prana significa a energia interior presente em cada indivíduo e ayama é a dilatação dessa energia. Isto é: “Prana significa ‘energia vital’ ou ‘força de vida’. É a força que existe em todos os seres, sejam eles animados ou inanimados. [...] Ayama é definida como ‘extensão’ ou ‘expansão’. Assim, a palavra pranayama significa ‘extensão ou expansão da dimensão do prana’. As técnicas do pranayama providenciam um método no qual a energia vital possa ser ativada e regularizada [...]”[3] (SARASWATI, 2004, p. 363. Tradução nossa). Essas práticas podem estimular o bem-estar do corpo e da mente das crianças e pessoas que as praticam, pois elas contribuem no reequilíbrio dos indivíduos depois da acumulação de tensão. Dessa forma, a yoga e o teatro serão os recursos práticos utilizados na busca desse equilíbrio ou na descoberta da respiração e do corpo para as crianças. CONTEÚDOS Serão abordados os seguintes tópicos: Corpo: consciência corporal, expressividade corporal, relações interpessoais, a respiração e a voz. Yoga: Saudação ao Sol (Surya Namaskar); asanas, posturas psicofísicas, que trabalhem a flexibilidade, a força, a resistência, a respiração, o relaxamento, a concentração, além de exercícios respiratórios (pranayamas); a yoga nidra ou relaxamento consciente. Espaço: a relação com o espaço, a resignificação do espaço, ritmo, tempo. Elementos da cena: a arte do ator, espaço cênico, relação público–ator/atriz, estado de atuação, interpretação, estilos de linguagem. Jogos e exercícios teatrais que exercitam a criatividade, motricidade, improvisação, desenvoltura dentre outros objetivos. Universo do palhaço: a brincadeira, o jogo, o riso, a relação clássica em dupla - o branco e o augusto. Criação de cenas, espetáculos ou exercício cênico, caso ocorra o interesse das crianças, jovens e adultos. RESULTADOS E/OU IMPACTOS ESPERADOS A presente oficina “VIVÊNCIAS TEATRAIS” estabelece como metas a transmissão de técnicas de yoga, do teatro e do palhaço para crianças, jovens e adultos. Essa formação deve ser compreendida tanto no aspecto de sua execução quanto no conteúdo transmitido, tais como: no desenvolvimento psicomotor das pessoas; na socialização por meio de atividades cênicas em grupo; na diversão e prazer dos participantes do curso; na ampliação do repertório de jogos e brincadeiras; no estímulo da utilização das linguagens teatrais e clownescas.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICASBOAL, Augusto. Jogos para atores e não atores. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2004.FREUD, Sigmund. La création littéraire et le rêve éveillé (1908). in Essais de psychanalyse appliquée, tr. fr., Paris : Gallimard, 1973Jara, Jesús. El clown, un navegante de las emociones. Sevilla: PROEXDRA, 2010. Colección “Temas de Educación Artística”.SARASWATI, Swami Satyananda. Asana Pranayama Mudra Bandha. Bihar: Yoga Publications Trust, 2004.SPOLIN, Viola. Improvisação para o teatro. Tradução e revisão Ingrid Dormien Koudela e Eduardo José de Almeida Amos. São KOUDELA, Ingrid Dormien. Jogos teatrais. São Paulo: Perspectiva, 1992.
1. Acessibilidade FísicaEscolha de trajetos que permitam passagem de cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida.Apresentações fixas em locais acessíveis.Atividade itinerante sem palco ou estrutura que dificulte o acesso.2. Acessibilidade de ConteúdoEspetáculo sem dependência de texto verbal complexo, valorizando jogo cênico e musical.Experiência visual e sonora adaptada para pessoas cegas e surdas.Audiodescrição ao vivo no início, contextualizando personagens, figurinos e instrumentos.
Todos os espetáculos e oficinas serão gratuitos e livres para as pessoas de todas as idades, condições socioeconômicas e culturais devido à proposta estética inclusiva da Fanfarra Toque que Cura e da oficina de Vivências Teatrais. As ações culturais buscam justamente essa democratização de acesso e fruição pela música, comicidade e pelo teatro para um público diverso e amplo.A distribuição da Fanfarra Toque que Cura é estruturada a partir de um mapeamento sensível de cidades impactadas por enchentes, priorizando regiões urbanas com menor acesso a equipamentos culturais. Nesse mesmo compromisso, o projeto realizará 6 oficinas de Vivência Teatral: 3 nas cidades do Rio Grande do Sul (Porto Alegre, Cerro Branco e Jaguari) e 3 nas cidades do Estado de São Paulo (Bauru, Itapecerica da Serra e São Sebastião), todas atingidas pelas enchentes. Essas oficinas ampliam o impacto do projeto ao oferecer oportunidades práticas de experimentação artística, fomentando a expressão e a escuta coletiva.A logística do projeto prevê a utilização de roteiros adaptados para o cortejo dos músicos, com trajetos pensados para alcançar bairros periféricos e regiões de difícil acesso. A democratização de acesso aqui é compreendida como uma forma de eliminar barreiras territoriais, econômicas e simbólicas. Ao optar por apresentações em espaços abertos e de circulação livre, o projeto elimina a necessidade de deslocamentos e custos de ingresso, permitindo o contato direto entre a arte e o público, especialmente aquele historicamente afastado dos circuitos culturais formais.Além disso, o projeto contempla a produção de conteúdo audiovisual, que poderá ser posteriormente distribuído em plataformas digitais gratuitas (YouTube, Instagram, Facebook, Threads e TikTok), ampliando ainda mais o alcance e a perenidade da ação. Assim, a fanfarra e as oficinas atuam como mediadoras do encontro e da escuta coletiva, promovendo pertencimento e memória afetiva.
O espetáculo tem duração de 50 min a 1 hora onde são executadas músicas ao vivo com instrumentos de metais (trompete e saxofone) e percussão (Caixa e surdo). Não utilizamos som mecânico, nem caixas de som e nem microfone. Não tem palco ou cenário, pois todo o espetáculo é intinerante onde tocamos as músicas e fazemos as cenas carregando nossos objetos e instrumentos ao longo de todo o trajeto do cortejo previamente elaborado. Há uma interação constante com as pessoas e espaços por onde a fanfarra passa. Serão realizadas 12 fanfarras nos estados de São Paulo e Rio Grande do Sul. A oficina Vivências Teatrais tem o objetivo de compartilhar a experiência do grupo e com o projeto de criação da fanfarra com um público diversificado e interessado no intercêmbio entre música, teatro e palhaçaria. Serão realizadas 6 oficinas nos estados de São Paulo e Rio Grande do Sul. FICHA TÉCNICA:Atores/músicos:Bruno Silva, Bruno Pereira, Cris Silva e Rafael MarquesDireção Geral: Rafael MarquesDireção Musical: Bruno Silva e Rafael MarquesFigurino: Carlos GardimProdução: Rafael Marques e Cia Amora no PéFotos: Igor, Yuno e Cia Amora no PéCurrículo reduzido dos integrantes:RAFAEL MARQUESPalhaço, ator, produtor cultural e professor. Doutor com bolsa da CAPES em teatro pela Universidade Montpellier 3/FR em 2018. Ex-Coordenador e Professor do curso de Teatroe Artes da Unisagrado/Bauru/SP. Mestre em teatro pela Universidade Lille 3/FR em 2011. Formado em Direito pela PUC/MG em 2001 e em Licenciatura em Artes Cênicas pela UFMG/BH em 2006. Professor concursado de Artes da Prefeitura de Contagem/MG, de 2007 a 2010. Formação em clown no Centre National des Arts du Cirque – CNAC/FR. Curso de Commedia dell'arte com Carlo Boso pela Académie Internationale des Arts du Spectacle - AIDAS/FR. Curso de máscara com Michael Floz e Hajo Schüler/Familie Flöz/DE. Fundador da Cia Amora no Pé e Cia da Bobagem. Entre 2010 e 2015, fez residências artísticas na França, Bélgica e Itália com realização de oficinas e espetáculos de palhaço e teatro. Participou de vários cursos com Tortell Poltrona/ES, Jango Edwards/EUA, Sue Morrison/CA, Tage Larsen/Odin Teatret, Beatrice Picon-Vallin e Philippe Goudard/FR, Ricardo Puccetti/LUME, Esio Magalhães/Barracão.BRUNO CANDIDO Professor e músico. Formado em percussão rudimentar no Senai Bauru/SP. Apresentou como Ator/Músico da Fanfarra Toque que Cura nos SESIs Tatuí, Itapetininga, Cerquilho e Itapeva pelo edital SESI Territórios/SP em 2024. Ator/músico na reestreia da Fanfarra Toque que Cura no calçadão da R. Batista de Carvalho e Praça Rui Barbosa no Centro/Bauru SP em 2022. Mestre de bateria do bloco de carnaval Boca Amarela/Agudos SP em 2025. Foi mestre de bateria da escola de Samba 1º da Agosto/Bauru SP entre 2023 a 2024. Produtor e fundador da produtora musical Dynastia Recordings/Bauru SP. Percussionista nas bandas Tiogueder (2012/2015); Banda Amigos S/A (2012/2013). Professor de percussão rudimentar na Banda Marcial Bammusf Maringá/PR (2014/2016). Professor de percussão popular no Percucite - Fundato cite bela vista (2023/2025); no Ouro Verde 100% arte (2010/2012); e na Casa de dança sem limites (2019). Professor de percussão rudimentar na escola estadual Plinio Ferraz desde 2023. Já apresentou em SESCs e festivais do interior do estado de São Paulo. BRUNO GUILHERMEAtor, palhaço e músico desde 2005 na cidade de Agudos/SP. Ator/Músico da Fanfarra Toque que Cura (desde 2022). Aprovado no Edital SESI Territórios/SP onde apresentou nos SESI Tatuí, Itapetininga, Cerquilho e Itapeva/2024. Ator/músico na reestreia da Fanfarra Toque que Cura no calçadão da Rua Batista de Carvalho e Praça Rui Barbosa no Centro/Bauru SP/2022. Formação de Clown com Silvia Leblon/2019; de Teatro de Mamulengos com Mestre Valdeck de Garanhuns/2018; de teatro realizada pela Prefeitura Municipal de Agudos com Huxley Ivens/2010; de Circo pela Prefeitura Municipal de Agudos com Cláudio Tionilio Santana/2007; de Teatro “Abre Alas”com Rafael Gameiro em Piratininga SP/2011. Ator nas peças: O Pequeno Príncipe e Quem Conta um conto no Seminário Santo Antônio/SP/2018; Por quem toca um realejo e Desalumiado na UNISAGRADO/FETUSC/Bauru/SP/2016; O Cupido e Stanislawisk no Teatro Municipal de Bauru/SP/2002; Acidentes Acontecem no 3º SIPAT–Semana Interna de Prevenção Rotary Agudos/SP/2005. Palhaço nos espetáculo de rua Seu Palhaço e Os Leitores em Agudos/SP/2011.CRIS SILVA Músico, professor, sambista e produtor musical. Formação em Percussão Rudimentar e Popular: Senai Bauru/SP. Apresentou como Ator/Músico da Fanfarra Toque que Cura nos SESIs Tatuí, Itapetininga, Cerquilho e Itapeva pelo edital SESI Territórios/SP em 2024. Ator/músico na reestreia da Fanfarra Toque que Cura no calçadão da R. Batista de Carvalho e Praça Rui Barbosa no Centro/Bauru SP em 2022. Ex-percussionista da bateria da Escola de Samba Estação 1º de Agosto Tobias Barreto/Bauru - SP desde 2023. Participou de várias apresentações em Shoppings, eventos culturais, festas e desfiles de Carnaval pela escola de samba desde 2023. Professor de percussão popular na Escola Estadual Plinio Ferraz desde 2023. Professor de percussão popular Percucite - Fundato cite bela vista 2023-2024. Fundador e Produtor musical da Dynastia Recordings onde desenvolve grupos musicais de vários estilos desde 2022.CARLOS ALBERTO GARDINFigurinista - Estilista - Diretor De Arte - Cenógrafo e Coreógrafo. No teatro coreografou, fez cenografia e figurinos para diversos musicais infantis e ganhou vários prêmios como figurinista, em 1984 recebeu o Troféu Mambembe com o musical "o Dia em Que o Medo Virou Música”. Nos anos 90 ingressou na Televisão como Figurinista e Estilista onde participou de produções como: Rá-Tim-Bum, Castelo Rá-Tim-Bum, X-Tudo, Glub-Glub, O Mundo Da Lua, Perigo, Perigo!, Os Urbanóides, Projeto Ipê e Programa Fanzine, "TV C.R.U.J." E "Zapping Zone". Desde 1989 realiza figurinos e direção de arte para filmes publicitários, somam-se mais de 2000 campanhas publicitárias consagradas, premiadas e com os melhores diretores do mercado publicitário.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.