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PRONAC 256839Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

CAIM

56.182.734 NICHOLAS DIETER BERDAGUER RAUSCHENBERG
Solicitado
R$ 307,5 mil
Aprovado
R$ 307,5 mil
Captado
R$ 100,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
Sorocaba
Início
2026-01-12
Término
2026-12-18
Locais de realização (1)
Sorocaba São Paulo

Resumo

Montagem da peça CAIM como uma reflexão profunda sobre os conflitos humanos, a luta pela sobrevivência e as relações de poder, tendo como base o mítico embate entre Caim e Abel. Inspirada na obra de José Saramago e Mauricio Kartum, nossa versão evita qualquer leitura teológica e põe o foco no vínculo entre os irmão e sua mãe Eva no contexto da ocupação de um terreno. Os irmãos disputam não só a terra, mas também a atenção de sua mãe e o controle sobre suas vidas. O projeto inclui a montagem da peça e uma contrapartida cultural em duas etapas. 1) Serão oferecidas 8 oficinas de atuação gratuitas no Teatro Escola Mario Persico, em Sorocaba, durante 2026, com 30 participantes por grupo e montagem final. Além disso, 2) a peça será apresentada em 20 escolas da região, com 20 oficinas de iniciação ao teatro composta por 8 aulas em cada instituição, ao longo de 2026. O objetivo é democratizar o acesso à arte, promover a formação de novos públicos e incentivar o protagonismo juvenil.

Sinopse

Sinopse longa:CAIM é uma peça de teatro de Nicholas Dieter que revisita o mito bíblico de Caim e Abel, explorando os conflitos humanos através da perspectiva contemporânea e de uma linguagem teatral provocativa e profunda. Situada em um cenário árido e dividido, o espetáculo desvela a tensão entre dois irmãos, cujas lutas não se limitam à disputa pela terra ou pelo amor materno, mas expandem-se para as questões existenciais sobre a ética, o poder e a sobrevivência humana.A peça se inicia com a figura de Abel, o irmão mais velho, em um momento de introspecção e contato com a natureza. Ele carrega uma enxada e, com ela, revela sua atividade de coletar larvas de besouro, um trabalho aparentemente simples, mas que carrega um simbolismo profundo. Abel vê a beleza na simplicidade da vida e no ciclo natural, embora essa visão entre em choque com a de seu irmão Caim, que representa o desejo de poder e domínio sobre a natureza e os outros. Caim, que se dedica ao cultivo intensivo de pimentões, enxerga a vida apenas sob a ótica do trabalho árduo e da acumulação. Ele vê Abel como um vagabundo, um nômade que se contenta com o mínimo, enquanto ele luta para construir seu império agrícola.A tensão entre os irmãos é palpável e se torna ainda mais complexa com a presença de Eva, a mãe ausente que, após anos de distância, retorna trazendo consigo uma chave e o peso de uma longa ausência. A relação de Eva com seus filhos é marcada por um amor ambíguo: enquanto Caim deseja controlar a terra e impor sua visão de mundo, Abel se vê como um ser que respeita os ciclos naturais, afastado da ideia de posse. A chegada de Eva traz à tona as feridas não cicatrizadas da infância e as frustrações acumuladas. Ela é uma personagem enigmática, que traz consigo não apenas a chave do passado, mas a chave para o futuro de seus filhos.A peça explora os conflitos familiares e o embate entre os valores opostos dos irmãos. Caim, obcecado pelo controle e pelo trabalho, vê o mundo como um lugar de luta constante e de competição. Abel, por sua vez, carrega uma visão mais passiva e naturalista da vida, vivendo em harmonia com os ciclos da natureza, mas sem o desejo de conquistar mais do que o essencial. O drama se adensa quando Caim, em sua sede de poder, se vê desafiado pela aparente indiferença de Abel e pelas atitudes de Eva, que, embora fisicamente ausente, exerce uma pressão invisível sobre os dois.O clímax da peça acontece quando Caim, consumido pelo ciúmes e pela raiva, assassina Abel em um momento de descontrole. A cena da morte de Abel é intensa e simbólica, refletindo o peso da violência no interior de uma família, a destruição do irmão que é ao mesmo tempo rival e reflexo de suas próprias fragilidades. A morte de Abel não é apenas um assassinato físico, mas a destruição do vínculo mais profundo que Caim tinha, não apenas com seu irmão, mas consigo mesmo. Ao matar Abel, Caim não apenas quebra uma ligação familiar, mas destrói a única conexão genuína que ainda possuía com a vida.Eva, ao descobrir a tragédia, reage com uma mistura de dor, raiva e resignação. Ela representa o peso da maternidade e o inevitável ciclo de culpa e redenção que perpassa suas ações e as ações de seus filhos. Em um confronto final, Eva revela a Caim que ele não será perdoado por sua ação, e que sua condenação será viver com a consciência do que fez, carregando o peso de sua culpa como uma sombra interminável.A peça não apenas reconta o mito de Caim e Abel, mas oferece uma reflexão profunda sobre a natureza humana: o desejo de poder, a luta pela sobrevivência e a difícil convivência com os próprios limites e contradições. O projeto busca envolver o público em uma experiência sensorial e emocional, onde a violência e o amor coexistem, criando uma reflexão sobre as escolhas que cada um de nós faz, sobre os limites do perdão e da redenção e sobre a eterna luta entre o bem e o mal, ou, mais especificamente, entre os desejos egoístas e as virtudes coletivas.Com uma linguagem contemporânea, mas com raízes profundas na tragédia clássica, CAIM oferece uma narrativa de forte impacto emocional, onde os personagens se tornam reflexos de questões universais, mas sempre com uma conexão direta com os dilemas da sociedade atual. Em cada palavra, em cada gesto, o público é desafiado a refletir sobre as escolhas que moldam nossas vidas e sobre o que nos torna verdadeiramente humanos.Sinopse curta:CAIM é uma peça contemporânea que revisita o mito bíblico de Caim e Abel, explorando os conflitos humanos e as relações de poder em um cenário árido e simbólico. A história acompanha os irmãos Caim e Abel em uma disputa pela terra, pela sobrevivência e pelo amor de sua mãe, Eva. Caim, obcecado pelo trabalho e pelo controle, vê Abel como um ser passivo, que respeita os ciclos naturais da vida. A tensão entre os irmãos culmina em um ato de violência quando Caim, consumido pelo ciúmes e pela raiva, mata Abel. A chegada de Eva, após uma longa ausência, traz à tona as feridas do passado e a culpa que ambos carregam. A peça reflete sobre o desejo de poder, a destruição das relações familiares e os dilemas éticos, convidando o público a uma reflexão profunda sobre as escolhas humanas, o perdão e a condenação.

Objetivos

Objetivo Geral:O projeto CAIM tem como objetivo promover a montagem e difusão da peça de teatro CAIM, com foco na reflexão sobre conflitos humanos, relações de poder e a luta pela terra, pela sobrevivência e abrir uma discussão sobre a ética religiosa num contexto familiar sem necessariamente ter uma perspectiva religiosa. O argumento desta versão do mito de Caim e Abel se baseia no clássico de Max Weber "A ética Protestante e o espirito do capitalismo". Através da contrapartida cultural, o projeto visa também democratizar o acesso à arte e à cultura, formando novos públicos e incentivando a formação de novos talentos, especialmente entre jovens da cidade de Sorocaba e região.Objetivos Específicos:Montar e apresentar a peça CAIM no Teatro Escola Mario Persico (20 apresentações gratuitas), promovendo uma reflexão sobre a natureza humana e suas contradições, com a participação ativa de profissionais de teatro e da comunidade local.Realizar 8 oficinas de atuação gratuitas no Teatro Escola Mario Persico, sendo 4 por semestre de 12 semanas cada uma, com 30 participantes em cada turma, visando à formação de novos atores e espectadores, e ao aprimoramento das habilidades cênicas dos participantes.Apresentar a peça em 10 escolas do Estado de Sorocaba e região, com o objetivo de levar o teatro às escolas e enriquecer a formação cultural dos estudantes.Oferecer 10 oficinas de iniciação ao teatro de 4 aulas em cada uma das escolas onde será apresentada CAIM, possibilitando o aprendizado básico de teatro e incentivando a expressão artística entre os alunos.Fomentar a inclusão cultural e o acesso à arte por meio de atividades de formação, apresentações e oficinas, com foco na criação de um público jovem e na integração da arte no cotidiano das comunidades envolvidas.6. Divulgar o projeto amplamente por meio de entrevistas com o elenco em meios de comunicação tradicionais e podcasts, além de uma estratégia de divulgação autônoma nas principais redes sociais (Instagram, Facebook, TikTok, etc.), com o intuito de atingir um público mais amplo, fortalecer a presença do projeto nas plataformas digitais e engajar a comunidade local e regional no processo de criação e apresentação da peça CAIM.7. Elaboração de um documentário de 80 minutos de duração sobre todo o processo do projeto: desde os ensaios até a estreia, passando pelas oficinas oferecidas na própria escola, assim como as oficinas nas escolas com depoimentos, apresentações de alunos e uma síntese que dê conta da experiência de todo o processo.

Justificativa

O projeto CAIM tem como objetivo promover a montagem e difusão da peça de teatro CAIM, com foco na reflexão sobre conflitos humanos, relações de poder, e a luta pela terra e pela sobrevivência. O projeto busca abrir uma discussão sobre a ética religiosa num contexto familiar, sem adotar uma perspectiva religiosa específica, e se baseia na versão do mito de Caim e Abel, inspirada no clássico de Max Weber, A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo. A peça convida o público a refletir sobre as dinâmicas de poder, moralidade, o capitalismo, a igualdade e as consequências das escolhas humanas.Além de ser uma proposta artística de grande relevância cultural, CAIM se propõe a democratizar o acesso à arte e à cultura, principalmente entre os jovens da cidade de Sorocaba e região. As contrapartidas culturais, como as oficinas de atuação e apresentações em escolas, visam formar novos públicos, incentivar o surgimento de novos talentos e ampliar o alcance da produção teatral, fomentando a educação cultural em comunidades que normalmente não têm acesso a produções de grande porte.Este projeto se insere no escopo da Lei Rouanet (Lei nº 8.313/91), que tem como objetivo o fomento à cultura no Brasil, promovendo a acessibilidade e a democratização da produção cultural. Ao viabilizar a montagem da peça CAIM e suas contrapartidas, o projeto se alinha aos princípios da Lei Rouanet, permitindo a ampliação do acesso à arte e à formação cultural, especialmente para jovens das comunidades de Sorocaba e região. Através do incentivo à produção e à difusão cultural, o projeto contribuirá significativamente para a valorização do teatro contemporâneo e para o fortalecimento da cena artística local.

Especificação técnica

1) Peça: Montagem e 20 apresentações gratuitas no Teatro Escola Mario Persico (Sorocaba/SP)A peça CAIM será montada e apresentada no Teatro Escola Mario Persico em Sorocaba, com uma série de 20 apresentações gratuitas ao público, cinqüenta pessoas por apresentação aproximadamente. A montagem será realizada por uma equipe de profissionais especializados, incluindo diretores, atores, cenógrafos e figurinistas, garantindo uma produção de alta qualidade. A peça abordará temas profundos sobre os conflitos humanos, a luta pela terra, a sobrevivência e os dilemas éticos que surgem dentro de um contexto familiar, inspirado no mito de Caim e Abel. As apresentações no teatro serão abertas à comunidade, com um forte compromisso de acesso democrático à arte, especialmente para escolas públicas e grupos em situação de vulnerabilidade. O Teatro Escola Mario Persico será o espaço central para a disseminação da peça, atuando como um polo de cultura e formação.2) Oficinas no Teatro Escola Mario PersicoSerão oferecidas 8 oficinas de atuação gratuitas no Teatro Escola Mario Persico ao longo de 2026, com 4 turmas por semestre. Cada oficina será composta por 30 participantes, com foco na formação de novos atores e na prática teatral. As oficinas serão abertas a pessoas da comunidade, especialmente jovens que não têm acesso a formação artística formal. As atividades englobarão exercícios de expressão corporal, interpretação, improvisação e construção de personagens, preparando os participantes para uma apresentação final. Além de ensinar as técnicas básicas de atuação, as oficinas também oferecerão uma introdução ao processo criativo de uma peça de teatro, permitindo aos participantes uma experiência completa, desde a criação até a apresentação no palco.3) Apresentações em 10 Escolas de Sorocaba e RegiãoO projeto CAIM será levado a 20 escolas de Sorocaba e região, com apresentações gratuitas da peça para estudantes e comunidades locais. O objetivo é aproximar o teatro das escolas e expandir o alcance do projeto para públicos fora do circuito convencional, proporcionando uma experiência cultural enriquecedora para alunos que, muitas vezes, não têm acesso a produções teatrais de grande porte. As apresentações serão adaptadas para o público escolar, com discussões pós-apresentação e atividades interativas para promover o engajamento e reflexão sobre os temas da peça. A inclusão de escolas públicas será uma prioridade, com o intuito de proporcionar a democratização da cultura e envolver a comunidade escolar de forma ativa no processo artístico.4) Oficinas nas 10 Escolas de Sorocaba e RegiãoAlém das apresentações, o projeto oferecerá uma oficina de iniciação ao teatro em cada uma das 20 escolas participantes. Cada oficina terá 8 encontros, onde os alunos serão introduzidos ao universo teatral por meio de atividades práticas e criativas. O foco será o desenvolvimento da expressão corporal, vocal e emocional dos estudantes, além de estimular a colaboração e o trabalho em grupo. Ao final de cada oficina, os alunos terão a oportunidade de apresentar cenas curtas ou esquetes teatrais, aplicando o que aprenderam durante o processo. Essas oficinas têm o objetivo de formar novos públicos, incentivar o protagonismo juvenil e aproximar a comunidade escolar da arte cênica, contribuindo para o desenvolvimento cultural e pessoal dos estudantes.5) Documentário do ProcessoSerá produzido um documentário que registrará todo o processo de criação e execução do projeto CAIM, desde as primeiras leituras do texto até as apresentações finais. O documentário capturará os ensaios, as interações entre a equipe de criação, os momentos de preparação das oficinas e as experiências dos participantes, tanto no Teatro Escola Mario Persico quanto nas escolas de Sorocaba e região. O objetivo é não apenas documentar a execução do projeto, mas também fornecer um material audiovisual rico para divulgação do processo artístico e educativo envolvido. Esse documentário servirá como uma ferramenta de reflexão e promoção do projeto, além de ampliar seu alcance ao público que não participou diretamente das atividades, oferecendo um olhar profundo sobre a importância da arte e da educação cultural na transformação social. O documentário será apresentado ao público em duas ocasiões para fomentar a discussão e divulgação do projeto.

Acessibilidade

Acessibilidade Física: O projeto CAIM garante acessibilidade física tanto no Teatro Escola Mario Persico (Sorocaba/SP) quanto nas escolas onde as apresentações ocorrerão. No teatro, serão providenciadas rampas de acesso, banheiros adaptados para pessoas com deficiência e sinalização adequada, incluindo guias táteis para facilitar a locomoção de pessoas com mobilidade reduzida. Nas escolas que receberão a peça, serão realizadas adequações semelhantes, com o objetivo de garantir que todos possam ter acesso ao espaço de forma segura e confortável. Acessibilidade de Conteúdo: Para garantir a inclusão de todas as pessoas, o projeto adotará medidas de acessibilidade de conteúdo em todas as etapas. A peça CAIM será apresentada com interpretação em Libras (Língua Brasileira de Sinais) em todas as sessões, e legendagens descritivas serão disponibilizadas para tornar o conteúdo acessível ao público surdo. Para o público com deficiência visual, será oferecida audiodescrição, permitindo uma experiência completa da peça. Além disso, o projeto incluirá visitas sensoriais para pessoas com deficiência visual, possibilitando que elas explorem o cenário e os elementos cênicos com a ajuda de guias especializados, antes ou depois das apresentações.Nas oficinas de atuação que ocorrerão tanto no Teatro Escola Mario Persico quanto nas escolas públicas, serão adotadas medidas de acessibilidade para garantir a participação de pessoas com deficiência. As salas serão adaptadas, com cadeiras e espaços adequados para pessoas com mobilidade reduzida. As oficinas também contarão com intérpretes de Libras e material didático em Braille para garantir que todos os participantes possam acompanhar o conteúdo e as atividades. As orientações e os exercícios serão adaptados para atender às necessidades de cada participante, promovendo um ambiente inclusivo e acolhedor para todos.Com essas medidas, o projeto assegura a participação e o acesso de pessoas com diferentes tipos de deficiência, promovendo uma experiência cultural inclusiva e acessível a todos.

Democratização do acesso

O projeto CAIM visa garantir a democratização do acesso à cultura, oferecendo todas as apresentações gratuitamente para o público, sem restrição de ingresso, permitindo o acesso de todos, independentemente da condição econômica. Ingressos gratuitos também serão disponibilizados para escolas públicas e comunidades de baixa renda, assegurando que a arte chegue a um público diversificado e ampliando a inclusão cultural.Outras Medidas de Ampliação de Acesso:Ensaio Aberto: O projeto realizará um ensaio aberto no Teatro Escola Mario Persico, permitindo que o público tenha acesso ao processo criativo da peça. Essa ação proporcionará uma vivência mais próxima do ambiente teatral e permitirá interação direta com o elenco e a equipe técnica, desmistificando o universo do teatro e tornando o processo de criação acessível ao público.Oficinas Paralelas: Durante o ano de 2026, o projeto oferecerá 8 oficinas de atuação gratuitas, divididas em 4 por semestre, com 30 participantes por turma. Essas oficinas têm como objetivo fomentar a formação de novos talentos locais, proporcionando à comunidade a oportunidade de desenvolver habilidades artísticas. As oficinas serão abertas a todos, com especial atenção à inclusão de jovens e grupos com menor acesso à formação cultural.Apresentações nas Escolas: O projeto também realizará apresentações gratuitas em 20 escolas do Estado de Sorocaba e região. Essas apresentações levarão o teatro diretamente aos estudantes e à comunidade escolar, ampliando o acesso à cultura e proporcionando uma vivência artística única.Oficinas nas Escolas: Além das apresentações, será realizada uma oficina de iniciação ao teatro em cada uma das 20 escolas, com 8 encontros em cada escola durante o ano de 2026. Essas oficinas têm como objetivo introduzir os alunos ao mundo do teatro, proporcionando uma formação básica de atuação e incentivando o interesse pela arte cênica.Ampliação de Divulgação nas Redes Sociais e Meios de Comunicação: O projeto será amplamente divulgado nas principais redes sociais (Instagram, Facebook, TikTok, YouTube), com produção de conteúdo diversificado, como teasers, entrevistas com o elenco e a equipe, e vídeos de bastidores. Além disso, o elenco e a equipe participarão de entrevistas em podcasts, programas de rádio e outros meios de comunicação, com o objetivo de expandir o alcance do projeto, fortalecer sua visibilidade e engajar a comunidade local e regional.Essas ações visam garantir a ampla difusão do projeto, proporcionando acesso gratuito e significativo ao público, além de promover a formação cultural em diversas camadas da população, especialmente em Sorocaba e região.

Ficha técnica

Nicholas Dieter (Função no projeto: Diretor cênico, dramaturgo e oficinista). Formado em Ciências Sociais na USP, fez mestrado em Dramaturgia na Universidade Nacional das Artes, Buenos Aires. Escreveu e dirigiu diversos documentários, peças teatrais e curtametragens, muitos dos quais participaram em diversos festivais nacionais e internacionais. Em 2024 ganhou o prêmio de melhor série curta em Cannes com a série “Melhor se queimar”. Mario Persico (Função no projeto: Ator e oficinista). Diretor, ator e dramaturgo emblemático da cidade de Sorocaba, Mario Persico ganhou diversos prêmios no teatro brasileiro. As últimas obras que realizou com amplo reconhecimento público na região foram: “A mulher zumbi”, “Os que chegam com a noite”, “Servidão humana”, “Bella Chao”, “Adivinhe quem vem para o Jantar?”, “Sob o azul do céu” (parte 1 e parte 2). Arivaldo Nunes (Função no projeto: Ator e oficinista). Formado na escola Macunaíma em São Paulo. Atuou em diversa peças com destaque para “Uma rosa para Hitler”, de Roberto Vignati e Gregh Filho, dirigida por Eduardo Scorzelli (no Festival de Teatro de Curitiba); Atuou em “Poderosa.com”, de Eduardo Scorzelli e Iara Alves de Lima, com direção de Maristela Teodoro; Também esteve em “Medeamaterial”, de Heiner Müller, com direção de René Piazentin; em “Dentro da Floresta”, de Stephen Sondheim e James Lapine, com direção de Wanderley Martins, entre muitas outras peças.Vinicius Fratti (Função no projeto: Assitente de produção). Se formou em atuação teatral e cinematográfica com Fernando Leal em São Paulo. Atuou em diversas peças teatrais como “Ludus Vitae”, “Sofá da sala” em São Paulo. Em cinema atuou em “O filme do Vini” (Longametragem dirigido por Fernando Leal), “Desmanche” (curta-metragem dirigido por Nicholas Dieter), Nº9 (curta-metragem dirigido por Aline Marques, “Navegar é preciso” (curta-metragem dirigido por Nicholas Dieter e Mario Persico), Ângela (curta-metragem dirigido por Nicholas Dieter) e “Encontro marcado” (curta-metragem dirigido por Nicholas Dieter).Rafael Santucci (Função no projeto: Cenografia e oficinista). Ator formado no Teatro Escola Mario Persico, tem atuado em peças de Sorocaba como “Os que chegam com a Noite”, dirigida por Mario Persico, em cinema atuou em “Navegar é preciso” (curta-metragem dirigido por Nicholas Dieter e Mario Persico), Ângela (curta-metragem dirigido por Nicholas Dieter).Valeria Nastri (Função no projeto: Atriz e oficinista). Formada no Teatro Escola Mario Persico, atuou em diversas obras dirigidas por Mario Persico. Entre elas podemos destacar: “O amor do soldado” (2019), “Beijo no Asfalto” (2023), ”, “Os que chegam com a noite” (2017-2024), “Servidão humana”(2024-2025), “Sob o azul do céu” (2024-2025) (parte 2), entre outras.Gabriela Paschoal (Função no projeto: Assistente de direção e oficinista). Gabriela Paschoal Frota Fonseca é atriz e preparadora de elencos com ampla experiência em teatro físico, narração de histórias e performance. É especialista em Psicodrama, com formação pelo Sedes Sapientiae, e pesquisa a integração entre teatro, máscaras, contos e cinestesia no CEPECA-ECA/USP. Atuou em companhias como Repara Mundo e Cia do Liquidificador, e participou de festivais, mostras e intervenções em museus e espaços públicos. Professora de teatro e de poéticas corporais, ministra aulas em instituições como o Senac e o NCA Teatro Itália. Possui sólida formação internacional em Commedia dell'Arte, teatro físico e mímica, com passagens pela Itália e França. Fluente em quatro idiomas, também desenvolve trabalhos com voz, audiovisual e performance autoral. Seu percurso alia sensibilidade cênica e pesquisa profunda do corpo e da presença.Rodrigo Cabrerisso (Função no projeto: Composição sonora e músico). Formado em cinema no CEUNSP (Salto), é técnico de som tanto em estúdio quanto em produções audiovisuais. Pós-Graduado em Arte e Educação, atuando no mercado audiovisual desde 2006 com Vídeo-documentário “Cururu: (des)encontros no tradicionalismo caipira”, 52’ (Dirigido por Nicholas Dieter), que foi ao ar pela TV Cultura do Estado de São Paulo), DOC TV III. Realizou seus últimos trabalhos como: Diretor do Documentário, Um Baobá do Interior, diretor do Videocast sobre Dos Mares para os Lares sobre Fandango Caiçara, pesquisador e coautor do livro sobre Fandango Caiçara Paulista, Apontamentos de uma viagem, produção e direção musical no projeto Multicultural banda Cataia, com oficinas sobre cultura popular e shows pelo Brasil, produção dos Clipe Flor da Vida e Caboclo Véio da banda Cataia, com a presença do Zé do Caixão e Diretor e editor do show ao vivo Nossa Prece da banda Cataia.

Providência

SITUAÇÃO CORRIGIDA AUTOMÁTICAMENTE PELO SISTEMA. PROJETO COM CAPTAÇÃO DE RECURSOS.