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PRONAC 256864Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Projeto: Orquestra Jazz Brasilis

EDMILSON BAIA DE OLIVEIRA
Solicitado
R$ 500,0 mil
Aprovado
R$ 500,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Erudita
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
Capivari
Início
2025-10-01
Término
2027-12-31
Locais de realização (3)
Campos do Jordão São PauloCapivari São PauloTatuí São Paulo

Resumo

O projeto Orquestra Jazz Brasilis _ Montagem e Circulação realizará a montagem e a circulação de um concerto inédito que une jazz e música brasileira em formato sinfônico, com 34 músicos em palco. A proposta contempla cinco apresentações gratuitas nas cidades de Capivari, Tatuí e Campos do Jordão, além de uma oficina de música ministrada pelo maestro Edmilson Baía para jovens em situação de vulnerabilidade. O projeto inclui ainda registro audiovisual profissional e produção de conteúdo digital para redes sociais e plataformas de streaming, ampliando o alcance e formando novas plateias.

Sinopse

A Orquestra Jazz Brasilis – Montagem e Circulação apresenta um concerto inédito que une jazz e música brasileira em formato sinfônico, com 34 músicos no palco e repertório autoral e arranjos originais. O projeto contempla:· Espetáculo musical: 5 apresentações gratuitas nas cidades de Capivari, Tatuí e Campos do Jordão, em teatros e espaços culturais, com plena acessibilidade física e de conteúdo.· Oficina de música: 1 oficina gratuita ministrada pelo maestro Edmilson Baía, voltada a até 50 jovens em situação de vulnerabilidade social, abordando prática de conjunto, improvisação e arranjo.· Ensaio aberto: 1 ensaio aberto ao público em São Paulo, incentivando a aproximação entre músicos e plateia.· Registro audiovisual: gravação profissional de uma das apresentações para posterior disponibilização gratuita em redes sociais e plataformas de streaming.· Conteúdo digital: produção e difusão de vídeos, entrevistas, bastidores e trechos de ensaio, alcançando públicos presenciais e online.

Objetivos

Promover o acesso à música instrumental brasileira de forma inovadora e inclusiva, por meio da montagem e circulação do concerto da Orquestra Jazz Brasilis, unindo jazz e música nacional em formato sinfônico, e contribuindo para a formação de plateia e inclusão sociocultural.Objetivos Específicos· Montar o espetáculo da Orquestra Jazz Brasilis com repertório inédito e arranjos originais;· Realizar 5 apresentações gratuitas nas cidades de Capivari, , Tatuí e Campos do Jordão, alcançando cerca de 5.000 pessoas presencialmente;· Ministrar 1 oficina de música com o maestro Edmilson Baía, voltada a jovens em situação de vulnerabilidade, com participação de até 50 alunos;· Produzir 1 registro audiovisual profissional de apresentação ao vivo;· Gerar e divulgar conteúdo digital (vídeos, entrevistas, bastidores) para redes sociais e plataformas de streaming, visando alcançar 50.000 visualizações;· Incentivar a valorização da música brasileira instrumental e estimular a formação de novas plateias.

Justificativa

A Orquestra Jazz Brasilis _ Montagem e Circulação busca recursos por meio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais (Lei 8.313/91) para viabilizar a montagem e a circulação de um concerto inédito que integra jazz e música brasileira em formato sinfônico, garantindo apresentações gratuitas e ações formativas para comunidades com pouco acesso a bens culturais.O projeto se enquadra nos incisos I e III do Art. 1º da Lei 8.313/91, pois visa estimular a produção, difusão e circulação de bens culturais, bem como preservar e difundir a cultura brasileira.Atende também aos objetivos do Art. 3º da referida Lei, especialmente:· Inciso I: estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;· Inciso II: garantir meios para que a população possa exercer seus direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional;· Inciso IV: estimular a diversidade cultural e a difusão da produção artística;· Inciso VI: possibilitar a democratização do acesso aos bens culturais.O apoio via Lei de Incentivo à Cultura é fundamental para custear a estrutura orquestral com 34 músicos, transporte, logística, montagem técnica, oficinas gratuitas e registro audiovisual, garantindo a execução com excelência e a gratuidade de todas as atividades, o que não seria possível apenas com recursos próprios ou bilheteria.

Estratégia de execução

A Orquestra Jazz Brasilis reúne músicos de reconhecida trajetória artística e sólida formação técnica, garantindo elevado nível de execução musical e inovação nos arranjos. O projeto se diferencia pela integração entre repertório autoral, arranjos originais e a fusão entre o jazz e a música brasileira, promovendo uma experiência artística única e relevante para o cenário cultural nacional. A circulação contempla cidades com diferentes perfis socioculturais, potencializando o impacto e a democratização do acesso à música instrumental de qualidade. A proposta pedagógica da oficina com o maestro Edmilson Baía reforça o caráter formativo e inclusivo do projeto, estimulando o desenvolvimento artístico de jovens em situação de vulnerabilidade social. O registro audiovisual e a produção de conteúdo digital asseguram a perenidade da ação, permitindo que o impacto cultural ultrapasse o momento das apresentações presenciais e alcance um público nacional e internacional. Além disso, o projeto se compromete com ações de acessibilidade física e de conteúdo, garantindo participação inclusiva e equitativa. O caráter inovador, o compromisso com a diversidade e a formação de novas plateias tornam esta proposta alinhada às diretrizes da Lei de Incentivo à Cultura e estratégica para o fortalecimento da música instrumental brasileira.

Especificação técnica

1. Espetáculo Musical – Orquestra Jazz Brasilis· Formação: 34 músicos (cordas, sopros, percussão, piano e voz);· Duração: Aproximadamente 90 minutos, incluindo intervalo opcional;· Repertório: Composto por obras autorais e arranjos originais que unem jazz e música brasileira em formato sinfônico;· Material técnico: Estrutura de som e iluminação profissional, cadeiras e estantes para partituras, instrumentos musicais e microfones adequados para a captação;· Paginação: Partituras preparadas em formato impresso e digital para cada naipe;· Classificação indicativa: Livre.2. Oficina de Música com Maestro Edmilson Baía· Público-alvo: Até 50 jovens em situação de vulnerabilidade social;· Duração: 4 horas/aula;· Projeto pedagógico: Aulas práticas e teóricas abordando arranjo, improvisação, prática de conjunto, técnica instrumental e leitura de partitura;· Material didático: Apostila em formato digital e impresso, gravação de trechos de ensaio para análise, uso de instrumentos disponibilizados pela orquestra ou pelos próprios alunos.3. Ensaio Aberto ao Público· Local: Espaço cultural em São Paulo com acessibilidade garantida;· Duração: 90 minutos;· Objetivo: Aproximação do público ao processo criativo e técnico da orquestra, com breve mediação explicativa entre as execuções.4. Registro Audiovisual Profissional· Formato: Gravação multicâmera em alta definição (Full HD ou 4K);· Captação de áudio: Multicanal, mixagem e masterização para difusão digital;· Pós-produção: Edição, legendagem e audiodescrição;· Distribuição: Disponibilização gratuita nas redes sociais e plataformas de streaming da orquestra.5. Conteúdo Digital Complementar· Produtos: Vídeos curtos (1 a 3 min), entrevistas, bastidores, trechos de ensaio;· Formato: Adaptado para redes sociais (Instagram, Facebook, YouTube);· Acessibilidade: Legenda descritiva e Libras quando aplicável;· Objetivo: Ampliar o alcance do projeto e promover a formação de novas plateias.

Acessibilidade

Todas as apresentações e oficinas do projeto serão realizadas em espaços que possuam condições adequadas de acesso para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, incluindo: rampas de acesso, elevadores (quando aplicável), banheiros adaptados, assentos reservados e sinalização tátil para orientação. Antes de cada evento, será realizada vistoria técnica para garantir que o local atenda às normas de acessibilidade vigentes (Lei nº 10.098/2000 e Decreto nº 5.296/2004).Acessibilidade de Conteúdo O projeto prevê ações para garantir a compreensão e fruição do conteúdo por todos os públicos:· Intérprete de Libras presente em todas as apresentações e oficinas;· Legenda descritiva em vídeos e transmissões digitais;· Audiodescrição para apresentações presenciais e para o registro audiovisual;· Material informativo em formato acessível (arquivos digitais compatíveis com leitores de tela e, quando aplicável, impressão em Braille);· Visita sensorial para pessoas com deficiência visual antes de pelo menos uma das apresentações, permitindo contato com instrumentos e cenário.·

Democratização do acesso

Todas as 5 apresentações da Orquestra Jazz Brasilis serão gratuitas e abertas ao público, realizadas em teatros e espaços culturais com acessibilidade física garantida. Os ingressos serão distribuídos gratuitamente por meio de retirada antecipada nas bilheterias dos locais parceiros e via plataformas digitais, assegurando a reserva de 40% das vagas para públicos prioritários (pessoas com deficiência, idosos, estudantes de escolas públicas e beneficiários de programas sociais).· Além das apresentações, o projeto oferecerá 1 oficina gratuita de música com o maestro Edmilson Baía, voltada para até 50 jovens em situação de vulnerabilidade social, promovendo capacitação e inclusão cultural.· Para ampliar o alcance, será realizado registro audiovisual profissional de uma das apresentações, com posterior disponibilização gratuita nas redes sociais e plataformas de streaming da orquestra. Também será produzido conteúdo digital complementar (bastidores, entrevistas, trechos de ensaio), possibilitando que pessoas de diferentes regiões tenham acesso ao projeto.· Como medida adicional de aproximação do público, haverá 1 ensaio aberto ao público em São Paulo, incentivando a participação de estudantes de música e apreciadores da arte.

Ficha técnica

CURRICULUM VITAE Edmilson Baia Iniciou seus estudos na música com 5 anos de idade com o Maestro Euclydes Colaneri na cidade de Capivari-SP, que posteriormente após um tempo montou a Banda Infantil de Flauta Doce, onde passou a tocar trompete na Banda, mas algum tempo por sugestão do próprio Maestro Euclydes Colaneri, passou a tocar trombone na Banda. Em 1994 foi Maestro da Banda Marcial Municipal da cidade de Monte Mor, onde no 1995 iniciou os estudos de trombone no Conservatório Dramático e Musical “Dr. Carlos de Campos” de Tatuí com o professor Irineu D. Gregório, tendo estudando, ainda, em 1998 com o professor Gilberto Gagliardi, em 2000 com o professor Marcelo de Jesus da Silva, em 2002 com o professor Darrin C. Milling e no ano de 2003, quando concluiu o curso de trombone, com o professor Alan de Lima Palma. Participou de vários festivais e cursos de renome, tendo participado de workshops e masterclasses com Joseph Alesi, Roger Rocco, Canadian Brass, Marvim Stam, Ed Sarath, Neels Neegard, Martin Winigier, Hudson Nogueira, Nahor Gomes, Dale Underwood, Daniel Barry e Fred Mills. Realizou importantes apresentações sob a regência de conceituados nomes na área musical internacional entre eles Lazlo Marosi, Arnold Gabriel, Virgínia Allen e Richard Markson, Marcelo Jardim, Frank Batisti, Matthew George, Gregory Fritze, Mark Whitlok e Giancarlo Guerrero. Participou de Festivais e Seminários de Regência, onde participou de aulas com Maestros renomados como; Dario Sotelo, Lazlo Marosi, Matthew George, Mark Whitlok e Markus Mauderer. Participou da gravação de CDs com a Big Band “Prata da Casa”, com Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí (Orquestra de Sopros Brasileira)e Cd de Homenagem aos 20 Anos da Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí.Gravou em 2004 o DVD com a Dupla Sertaneja Bruno & Marroni, onde realizou realizou vários shows pelo Brasil e também realizou vários shows com o cantor Sergio Reis. Foi professor de trombone nas oficinas do Pró Bandas nos anos de 2000 a 2007 e em uma seleção nacional, ministrou Cursos de trombone no Painel Funarte de Bandas Musicais em 2007, 2008 e 2013. No ano de 2009, ministrou wokshops na Universidade Federal na cidade de San José na Costa Rica, onde realizou apresentações com a Camerata de Sopros Tatuí, no Projeto da Embaixada do Brasil na Costa Rica e o Ministério da Cultura e Turismo do Governo Federal. Foi Maestro da Banda Sinfônica de Boituva nos anos de 2014 e 2015, onde ministrou também o curso do PRONATEC no período de março a dezembro do ano de 2014 e participou como primeiro trombone da Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí (Orquestra Sinfônica Paulista) no período de 2000 a 2008. Em Dezembro de 2012, Regeu a Banda Sinfônica e o Coro Sinfônico do Conservatório de Tatuí, na Cerimônia de entrega dos Hinos das cidades de Tatuí e Região. Atuou como chefe de naipe e primeiro trombone na Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí no período de 2009 às Abril de 2016 e também trabalhou como Educador Musical no Projeto Guri nos Pólos das cidades de Sorocaba, Monte Mor-SP, Capela do Alto-SP de 2004 a 2019, Professor dos Sopros Metais na ASSATEMEC na cidade de Itu-SP de 2023 a 2024 e Secretário de Cultura e Turismo na cidade de Capivari-SP de 2021 a 2024. Atualmente é Mestrando em Performance de Trombone na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), graduado em Licenciatura em Pedagogia na Universidade Metropolitana de Santos (UNIMES), Licenciatura em Música na Universidade Metropolitana de Santos (UNIMES), Pós Graduação na em Educação Musical na Universidade Cândido Mendes, , Professor de Trombone, Regente Titular e Professor Responsável da Banda Sinfônica Infantil, Banda Sinfônica Juvenil 1 e do Conjunto de Metais do Conservatório de Tatuí.OTÁVIO BLÓES Pós-graduado em Educação Musical pela Faculdade Paulista de Artes. Coordenou a Área de Sopros do renomado Conservatório de Tatuí por 10 anos, onde também foi Professor de flauta transversal por 25 anos. De 2013 a 2016 integrou a Banda Sinfônica do Estado de São Paulo. Integrou a Orquestra Sinfônica Paulista por 5 anos e a Orquestra de Sopros Brasileira por 20 anos, sendo por 10 anos 1º Flautista Solista. Dentre os prêmios obtidos em concursos destacam-se duas indicações ao “Prêmio Weril” para solistas; melhor intérprete de música brasileira no “III Concurso de Flautistas” da Faculdade de Música da Universidade São Judas Tadeu e finalista do ”X Prêmio Eldorado de Música”. Tocou em diversos grupos sinfônicos e camerísticos sob a regência de nomes como Arnold Gabriel (EUA), Frank Battist (EUA), Matthew George (EUA), Gregory Fritze (EUA), Jan Van Der Roost (Bélgica), Lazlo Marozi (Hungria), Rafael Sanz-Espert (ESP), Eleazar de Carvalho (Brasil), Dario Sotelo (Brasil), Marcos Sadao (Brasil), entre outros. Em 2005 atuou como músico convidado da Osesp (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo). Como solista, destacam-se as execuções dos concertos de Jacques Ibert, Khachaturian e Frigyes Hidas, sob regência dos maestros Daniel Havens (EUA/BRA), Felix Hauswirth (Suíça) e João Maurício Galindo (BRA). Participou da gravação de dez CDs e um DVD. Participou de recitais em diversos eventos, dentre os quais se destacam o I, II, e III Encontro Internacional de Flautistas (Tatuí), tendo atuado, em 2004, como solista frente à Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí ao lado dos flautistas Vieri Botazzini (Itália) e Ângela Jones (EUA). Na área pedagógica, ministrou aulas no 29º Festival de Inverno de Campos do Jordão (núcleo Tatuí), II Curso de Férias de Tatuí, III Semana da Música da Universidade Federal de Uberlândia, I e III Encontro de Flautistas de Santa Cruz do Rio Pardo, Pró Bandas - Oficinas Técnicas para Maestros e Músicos de Banda (seis edições), Coreto Paulista – Oficinas Itinerantes para Maestros e Músicos de Banda e Projeto Brasil Presente realizado na Costa Rica. Coordenou 3 edições do Encontro Internacional de Madeiras de Orquestra do Conservatório de Tatuí. Em 2015 atuou como solista na Sala São Paulo frente a Banda Sinfônica do Estado de São Paulo sob regência do maestro norte - americano Shaw Smith. Desenvolve um amplo e intenso trabalho camerístico com a pianista Cristiane Bloes, formando o “Duo Bloes”.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.