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PRONAC 256867Autorizada a captação total dos recursosMecenato

AnDança Inclusiva 3 - Arte, Educação e Diversidade!!!

INSTITUTO SAUDE E EQUILIBRIO
Solicitado
R$ 709,6 mil
Aprovado
R$ 709,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Patrocínio
Início
2026-07-01
Término
2027-01-31
Locais de realização (9)
Campo Alegre de Goiás GoiásCatalão GoiásAraguari Minas GeraisArcos Minas GeraisDelta Minas GeraisPatos de Minas Minas GeraisPatrocínio Minas GeraisUberaba Minas GeraisUberlândia Minas Gerais

Resumo

Realiza??o de apresenta?es itinerantes (andantes) educativas de dan?a inclusiva, para escolas e entidades (OSCs), com tem?tica de promo??o da cren?a na potencialidade art?stica de todo e qualquer ser humano, independente de seu g?nero, de sua idade, de sua condi??o f?sica, ps?quica e social; e de est?muloao envolvimento e ao desenvolvimento art?stico da plateia. Os espet?culos contar?o com PcDs, preto(s), e mulher(es), entre outros, em cena; e forte conex?o com culturas urbanas, Breaking Freestyle e o ciclismo BMX Freestyle. Tamb?m haver? oficinas culturais para crian?as e adolescentes. ?

Sinopse

DO ESPETÁCULO - AnDança Inclusiva - Arte, Educação e Diversidade! Classificação: livre. DURAÇÃO: 45min. MÚSICAS: hip-hop, freestyle e eventualmente outros estilos ligados ao breaking, ao BMX Freestyle e à dança inclusiva. Convidados poderão variar de estilo. A) No cenário escolhido na escola/ONG que recebe o evento, em quadra, pátio ou espaço similar previamente ambientado, inclusive com painéis multicoloridos em grafitte, o apresentador (que também é circense e palestrante) abre o evento, apresentando o projeto, o Ministério da Cultura, a Lei, parceiros e patrocinadores. Haverá banner de marcas no padrão aprovado pela Lei no cenário e/ou exibido pelo apresentador na abertura do espetáculo. B) Entram uma b-girl e um b-boy (preferencialmente PCD) em coreografia pequena de abertura, fechando com parada (freeze) paralela, com ciclista acrobata entrando com movimento entre os dançarinos e fazendo pequena abertura; C) O apresentador retoma a palavra, se mostra surpreso com o ambiente, os paineis em grafite, a DJ, os b-boys e a b-girl… e pergunta à plateia: “GRAFITE, DJ, B-BOY, B-GIRL… QUE ANDANÇA É ESSA!? QUE CULTURA É ESSA?!” Leva então a plateia a perceber que se trata da Cultura Hip-Hop, e para falar sobre isso, convida a lenda do break nacional, com vasta experiência internacional: o B-Boy Jardel Santos (diretor artístico do espetáculo); D) B-boy Jardel exalta os 50 anos da cultura hip-hop, completados em 2023, sua história, elementos… e pergunta se é possível ao break ser arte e esporte ao mesmo tempo, chamando para uma batalha a B-Girl e o B-Boy PCD, que fazem 2 a 3 entradas cada, simulando batalha sob a narração técnica do diretor; E) O apresentador retoma a palavra, e mais uma vez em tom de revelação e descoberta do que seria essa ANDANÇA, olhando novamente cenário, equipe, plateia e PCDs, e levando a perceber que a ANDANÇA É INCLUSIVA, ressaltando que TODOS PODEM, independente de classe, cor, gênero, idade, etc.: dançar, se expressar, protagonizar… olha aos membros da equipe e, indicando cada um, pergunta à platéia se nessa ANDANÇA (e recebendo retornos verbais repetidos de “PODE” da plateia): NEGRO PODE?! (sinaliza ao diretor, que é negro);MULHER nortista de cabelo azul PODE?! (sinaliza para a ícone B-Girl Mini-Japa, paraense sempre com cabelo em cores);HOMEM SEM UM BRAÇO PODE?! (sinaliza pra B-boy PCD);CINQUENTÃO, MAGRO E CARECA PODE?! (sinaliza a si próprio);(inclui outros, conforme o caso, e finaliza com):NESSA ANDANÇA ATÉ CADEIRANTE PODE DANÇAR/ENTRAR?!F) Segue-se solo ou duo com PCD cadeirante, e eventualmente um convidado na sequência; G) Apresentador passa a palavra para pequeno depoimento motivacional de cada membro da equipe, concluindo com o diretor, que também pergunta se DANÇAR COM A BICICLETA também pode, chamando o apresentador-ciclista para performance de BMX Freestyle - expressão da cultura urbana com várias conexões históricas com Hip-hop - além da conexão da bike com as cadeiras de rodas; H) Performance de BMX Freestyle, concluindo com participações de alguns estudantes e professores; I) Em tom aparente de finalização, o apresentador pergunta: “E O DIRETOR DO ESPETÁCULO, PODE?!” J) Diretor artístico faz sua entrada de break ao estilo old school, claramente diferente (mais lento/quebrado) e ampliando a cena e a diversidade do espetáculo. K) O apresentador e o diretor trocam palavras perguntando um ao outro e à plateia se falta INCLUIR mais alguém, concluindo que a PLATEIA TAMBÉM PODE; L) Segue-se então um convite para experimentação de primeiros passos do break, sob instrução do diretor artístico. O espetáculo é finalizado em ritmo de festa, movimento e inclusão total. Se oportuno, é dada a palavra a diretora e/ou representante da escola, para encerramento, agradecimentos, etc. OBS.: O espetáculo primará, para além das entradas e saídas de cena, da limpeza técnica e do refinamento, a superação da(s) PCDs (Pessoas Com Deficiência). O breaking freestyle, carregado de improvisos e adaptações aos mais variados locais/escolas/pátios em que os espetáculos acontecerão será o estilo principal. Apresentador conduz o evento em tom de estimular cada pessoa a acreditar em sua capacidade e a ter a iniciativa de se envolver em atividades artísticas/culturais, tanto de forma autodidata quanto dirigida. Usa linguagem apropriada a cada faixa etária de público atendido (crianças, pré-adolescentes, adolescentes, etc); Pode haver intervenções lúdicas (mímicas, p.ex.) lembrando ao público, de forma didática e motivadora, das mais diversas modalidades culturais nas quais todos podem se envolver, se expressando e se divertindo, como: teatro, música, dança, circo, capoeira, etc. Pode-se falar da conexão do break, hip-hop, BMX Freestyle, skate, basquete de 3 e outras expressões da cultura urbana e conexões arte-esporte. Pode haver participação de grupos de dança/solos da escola e/ou cidade; Caso seja necessário audiodescrição ou libras, o tradutor estará a postos sempre que necessário (será feita consulta prévia à direção sobre a existência de PCDs dentre estudantes e educadores a atender). PÚBLICO: cada espetáculo atenderá especialmente a uma ou mais escolas ou turnos escolares específicos (sem repetir mesmo público), com contatos prévios e planejamento junto ao corpo diretivo escolar. Excepcionalmente, poderá haver mais de um espetáculo em mesmo turno, em caso de escolas com número muito grande de alunos e/ou limitações de espaço; Poderá ser proposta a confecção de produções (desenhos, textos, etc.) sobre a dança e os conteúdos do projeto (espetáculo e palestras). Dramaturgia: Há pouca necessidade de detalhamento específico quanto à dramaturgia, pois o espetáculo não é notadamente teatral/textual, linear ou padronizado, primando sim pelo estilo livre (Freestyle) e com intervenções baseadas no improviso, na disruptura (será feito nos turnos escolares regulares, tirando alunos das aulas e salas). Cada espetáculo pode ter seu enredo ajustado, ampliado e reduzido e na diversidade de contextos (idades, espaços, tamanho da plateia...), na diversidade e particularidade dos artistas (incluindo convidados/das), e constantemente adaptado escolas onde ocorrerá. O foco será a exaltação de cada um e de todos como artistas potenciais, reforçando a força dos PCDs, a força feminina, a riqueza e potencialidade da diversidade étnico-racial brasileira. Poderá citada a entrada do break, skate e BMX Freestyle e basquete de 3 - culturas urbanas - nas Olimpíadas, e comemorados os 50 anos da Cultura Hip-Hop (em 10/08/2023). A cenografia: Também minimalista, contará com a arquitetura natural de pátios, salões, quadras e refeitórios escolares e de ONGs por onde acontecer o projeto, conforme um destes espaços sirva e/ou esteja mais disponível, em comum acordo com os diretores e gestores destas escolas. Haverá banners com grafite, em alusão e conexão com a cultura hip-hop, e banners de identificação do projeto (com marcas oficiais e parceiros), bicicleta de BMX Freestyle. O cenário será também criado naturalmente pela saída de todos alunos e professores da escola (geralmente atendemos todos de um mesmo turno) e sua disposição em semi-círculo em quadras e pátios, diante de artistas profissionais e interagindo com os mesmos, sem bastidores, todos juntos e misturados!

Objetivos

Objetivo geral: Levar apresenta?es de dan?a inclusiva para escolas majoritariamente p?blicas e entidades sem fins lucrativos, em especial para crian?as,? adolescentes e educadores.? Conectar arte, educa??o e inclus?o, e motivando o p?blico para a cren?a em sua potencialidade art?stica e para o envolvimento em atividades art?sticas diversas. Tudo gratuito. Ref. ao Decreto n? 11453/2023 - Art. 3? Na execu??o deste projeto, as a?es culturais ser?o destinados ?s seguintes finalidades:? II - estimular a express?o cultural dos diferentes grupos e comunidades que comp?em a sociedade brasileira;??? VI - fomentar atividades culturais afirmativas para a promo??o da cidadania cultural, da acessibilidade ?s atividades art?sticas e da diversidade cultural;?? V - incentivar a amplia??o do acesso da popula??o ? frui??o e ? produ??o dos bens culturais;?? XV - apoiar o desenvolvimento de a?es que integrem cultura e educa??o. ? Objetivos espec?ficos: 1) Realizar 60 espet?culos itinerantes de dan?a inclusiva, em?9 cidades de 2 UFs (podendo aumentar no ajuste a realidade e/ou pedidos de adequa??o) e m?dia de 170 espectadores por evento, atendendo a um total de?10.200 ?benefici?rios espectadores. 2) Realizar 3 oficinas culturais continuadas em Uberl?ndia, totalizando?30 vagas e 216h-aula. Modalidades: inicia??o circense, breaking (dan?a urbana) e capoeira.?Sendo no N?cleo Grupo Esp?rita Amor Fraterno / Instituto Nelson Merola: 30?vagas (3 oficinas), em 2 turmas de at?15 alunos cada. 3h-aula semanais (12h mensais??teis em m?dia), com?2 aulas semanais de 1,5h-aula cada por turma. ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?

Justificativa

Desde sua funda??o essa associa??o depende da Lei da Cultura e outras leis de incentivo pra sobreviver. N?o temos outra fonte regular de receitas ou meio de viabilizar este projeto, e temos pessoas f?sicas e jur?dicas com interesse em investir seu IR.? Temos ?tima experi?ncia com projetos de dan?a, inclusive via Lei da Cultura (projeto Angel Hair, PRONAC 184357, , e AnDan?a Inclusiva - PRONAC 212182 E PRONAC 223768, precedendo a esta proposta), e em especial dan?a inclusiva, com profissionais e demanda de escolas parceiras em dezenas de cidades. Principais incisos do Art. 1? da Lei 8313/91 nos quais o projeto se enquadra: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso ?s fontes da cultura e o pleno exerc?cio dos direitos culturais; V - salvaguardar a sobreviv?ncia e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produ??o e difus?o de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e mem?ria; Objetivos do Art. 3? da referida norma ser?o alcan?ados: No Inciso II - fomento ? produ??o cultural e art?stica, mediante: c) realiza??o de ... espet?culos de artes c?nicas...; e) realiza??o de ... espet?culos de artes c?nicas ou cong?neres.? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?

Estratégia de execução

ECAD: não foi inserido custo de direitos autorais pois em consulta ao órgão foi esclarecido que não há cobrança desse encargo no caso de eventos de caráter educativos e/ou para estudantes, como é o caso de todo o projeto. Transporte- consideramos uma média de 180 KM a rodar por evento, considerando 2 cidades base da equipe (boa parte mora em Uberlândia e boa parte em Patrocínio). Declaração de obtenção de autorização de uso de espaço para realização de eventos: declaramos que obteremos autorizações de cessão de local devidas no transcorrer do projeto, como já é praxe da equipe, considerando a definição dos locais ao longo do projeto. Não deve haver eventos em espaços públicos abertos, apenas em espaços (escolas) públicos fechados, ONGs e similares.

Especificação técnica

Das OFICINAS CULTURAIS AnDança Inclusiva 3 - Arte, Educação e Diversidade!!! PROGRAMA DAS OFICINAS NÚCLEO 1 LOCAL: Uberlândia, MG, no Grupo Espírita Amor Fraterno, anexo ao Instituto Nelson Merola e à Soc. Eunice Weaver – R. Quintino Bocaiuva, 2970, B. Lagoinha. NÍVEL DE ATENDIMENTO/VAGAS (de cada uma das 3 oficinas): 30 vagas, em 2 turmas de até 15 alunos cada. PERFIL DOS ALUNOS / CRITÉRIOS DE SELEÇÃO (todas oficinas):Preferencialmente crianças e adolescentes matriculados em escolas públicas e residentes no Bairro Lagoinha - Uberlândia, nas imediações ou entre os atendidos do local. Preferência para alunos de edições anteriores. CARGA HORÁRIA (de cada uma das 3 oficinas):: Média 12 horas/mês (3h/semana, em 2 aulas semanais de 1,5h-aula por turma x média 4 semanas úteis/mês) x 6 meses = 72 h-aula no total. OBS.: cada hora-aula variará entre 45 e 60 min. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS ESPECÍFICOS: MODALIDADE: CAPOEIRA OBJETIVOS: dar sequência a oficina anterior de capoeira, contribuindo para a formação física, cognitiva e social do aluno. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: História da Capoeira; alongamentos e relaxamentos; características e regras de cada jogo; movimentos acrobáticos e sequências; treinamento dos estilos da Capoeira: Benguela, Regional e Contemporânea; musicalização (rodas de canto popular, tradicional e moderno); instrumentação (conhecer e aprender a tocar os instrumentos berimbau, atabaque, pandeiro); ginga (movimento fundamental da capoeira); movimentos defensivos (esquivas) - individualmente, em dupla e em grupo; golpes de linha – ponteira, benção, pisão, martelo, gancho; golpes rodados – meia lua de frente, armada, meia lua de compasso, pisão giratório; oficinas de variações da capoeira coreografada; atividades recreativas e lúdicas; rodas de capoeira. —-------------------- MODALIDADE: INICIAÇÃO CIRCENSE CONTEÚDO PROGRAMÁTICO – OFICINA DE INICIAÇÃO CIRCENSE INCLUSIVA As modalidades circenses envolvem ações simples, com bambolês, malabarismo, equilíbrio, alongamentos, pular, dar cambalhotas, os malabares provocam uma busca externa do movimento. Desta forma as atividades são desenvolvidas na busca de estimular os alunos a descobrir os potenciais latentes das modalidades concomitantes as suas habilidades e desejos momentâneos. MODALIDADE: BREAK (DANÇA DE RUA – HIP HOP – AGORA OLÍMPICO!!) Primeira Fase: História do break, no EUA. História do break, no Brasil. Primeiros fundamentos da dança, Vídeo-aulas do princípio e seus valores culturais mantidos e passados de geração a geração. Como se forma um bboy? Consciência e conflitos na sociedade. O que é ser em cidadão? Conceitos de cidadania - introdução à consciência corporal, o corpo como mecanismo de Batalha entre Bboys, Segunda Fase: Aprendendo a traçar estratégia, para batalhas de bboys. Aulas de vídeos sobre "geração y". Inicio da conscientização sobre o jovem na sociedade hoje, com base para o futuro. "olho no olho, cara a cara". Batalhas diretas contra bboys de outras regiões, isso marca também a batalha dura da vida de todos os dias, você nunca sabe quem é seu oponente, e sempre deve estar pronto para lutar as lutas diárias, no Break hoje trabalhamos a formação de bboys e junto com isso a formação de MELHORES CIDADÃOS, através da dança, das batalhas, dos conflitos, das amizades, da política e da família. Terceira Fase: Inserção de outras culturas Afro e Brasileira para distinguir um melhor estilo de dança. Vídeos e palestras de outros Bboys "oldschool"- relacionando o Break brasileiro com a nossa cultura. Cultura Brasileira e sua fusão com o Bboy, suas referências e suas tendências. O break como profissão hoje no Brasil vem ocupando um grande espaço, desde seu repasse através de aulas, seja em ONGs, academias ou nas praças, Bboy hoje se profissionaliza e segue carreira no exterior, ou em grandes companias, seja no Brasil ou no exterior.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE - Conf. Art. 27 da IN 11/2024 1. Espetáculo de Artes Cênicas Aspecto arquitetônico: os espetáculos irão onde o público já estaria rotineiramente presente - nas escolas e ONGs, sem necessidade de os beneficiados se deslocarem, custearem transporte, nada disso. Atenderemos a APAE, APARU (Assoc. Paraplégicos de Uberlândia) e/ou entidade congênere de atendimento a especiais PCDs físicas. Todas as apresentações acontecerão em escolas e ONGs que já por obrigação devem ter acesso físico. *Não há inserção de item orçamentário devido explicações acima. Aspecto comunicacional de conteúdo: 1) Acessibilidade para pessoas com deficiências visuais: previmos no orçamento o item Tradução Simultânea (tanto pra audiodescrição quanto pra libras, daí a quantidade 2) para espetáculos, caso haja deficiente(s) visuais e caso a própria escola/entidade visitada não disponha de tal profissional. Note-se que pela metodologia do projeto (100% de eventos em escolas e entidades em dias letivos), é possível saber com antecedência se há PCDs e de que tipo; e que a lei exige que caso existam PCDs, as próprias escolas/entidades já disponham em seu cotidiano letivo, de profissionais/instrumentos para as respectivas acessibilidades necessárias ao seu aluno/assistido. 2) Acessibilidade para pessoas com deficiências auditivas: previmos no orçamento o item Tradução Simultânea (tanto pra audiodescrição quanto pra libras, daí a quantidade 2) para espetáculos, caso haja deficiente(s) visuais e caso a própria escola/entidade visitada não disponha de tal profissional. Note-se que pela metodologia do projeto (100% de eventos em escolas e entidades em dias letivos), é possível saber com antecedência se há PCDs e de que tipo; e que a lei exige que caso existam PCDs, as próprias escolas/entidades já disponham em seu cotidiano letivo, de profissionais/instrumentos para as respectivas acessibilidades necessárias ao seu aluno/assistido. 3) Acessibilidade para pessoas atípicas intelectuais: atenção especial, atitudinal, da equipe, identificando previamente junto à plateia / escola / entidade, e danto, p.ex., atenção especial antes, durante (chamando para participar de números junto aos artistas) e/ou apóes os eventos. A equipe vem aperfeiçoando esse contato ao longo de centenas de eventos nos últimos anos, sobretudo devido ao aumento notório de autistas. 2. Oficinas culturais Aspecto arquitetônico / acessibilidade física: a entidade parceira prevista para receber oficinas recentemente passou por reforma específica para melhorar / adequar sua acessibilidade. Aspecto comunicacional de conteúdo: 1) Acessibilidade para PcDs visuais: provisionamos recurso para contratação de audiodescrição, se houver novo aluno PCD do tipo (atualmente não é o caso, havendo apenas 1 aluno atípico intelectual), previsto dentro da alínea Tradução Simultânea (junto com libras). 2) Acessibilidade para PcDs auditivas: provisionamos recursos para contratação de tradutor de libras para todas as aulas, , se houver novo aluno PCD do tipo (atualmente não é o caso, havendo apenas 1 aluno atípico intelectual), previsto dentro da alínea Tradução Simultânea (junto com audiodescrição). 3) Acessibilidade para pessoas atípicas intelectuais: atenção especial, atitudinal, da equipe, identificando previamente junto à plateia / escola / entidade, e danto, p.ex., atenção especial antes, durante (chamando para participar de números junto aos artistas) e/ou apóes os eventos. A equipe vem aperfeiçoando esse contato ao longo de centenas de eventos nos últimos anos, sobretudo devido ao aumento notório de autistas. Obs.: as oficinas poderão eventualmente ter direcionamento exclusivo a PcDs, como em edições anteriores de projetos da equipe, sobretudo junto a autistas ligados a entidades parceiras especializadas neste público. Neste caso, o proponente fará as devidas comunicações e solicitações eventuais ao MinC.

Democratização do acesso

Todos os produtos culturais do projeto serão gratuitos, não haverá comercialização, não haverá ingressos para patrocinadores ou divulgação. Cumprindo com a legislação. O projeto é um primor em democratização, por ir direto ao público onde ele está reunido (escolas) em grande número, em ambientes educativos. Um dos prêmios em projetos de metodologia similar da equipe (visitando em massa escolas) - o Prêmio do Esporte Mineiro 2022 - foi concedido pelo Governo de MG ao proponente por número recorde de atendidos (maior projeto de MG). 1. Espetáculo de Artes Cênicas - previstos 10.200 beneficiários, sendo 60 eventos com média de 170 pessoas cada. Respeitando a IN: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e 2 - Oficinas- 30 beneficiados na entidades parceiras. Respeito a Art. da mesma forma que espetáculos. Mínimo 50% do público alvo das oficinas será de crianças e adolescentes alunos das redes públicas de ensino. Em referência ao Art. da IN, o projeto se enquadra com folga em vários incisos, destacando: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;

Ficha técnica

A responsável pelo proponente, Sra. Sônia Helena Ricetto de Lima, e atuará remuneradamente, dentro dos limites da IN 11/2024, nas rubricas: administração, captação (eventual), divulgação (eventual) e, excepcionalmente, oferecendo artista convidado - através de sua empresa Estilo Livre Com. Eventos e Asses. Administrativa. Ela é pedagoga e microempresária, e responde pela gestão das decisões a proposta e do projeto, em especial quanto a questão técnico-financeira; currículo: bacharel em Pedagogia, várias experiências em áreas administrativas, foi conselheira fiscal da entidade proponente por vários anos, acompanhando diversos projetos culturais, esportivos e sociais; atua regularmente desde 2021 na gestão de projetos via leis Rouanet, LIE, Minas Esportiva e LEIC MG, em projetos como BMXircus Saúde & Equilíbrio (PRONAC 212182), PRO Malabikearte (PRONAC 221950), Circo Olímpico… (PRONAC 222076), PRO Freestyle - AnDança Inclusiva 2 (PRONAC 223768) e Circo Laço Azul (lei da cultura de MG). Através de sua micro-empresa e sócio, disponibilizou ainda ciclista-acrobata e instrutor de BMX Estilo Livre em 3 dos projetos acima. Jardel S. Silva - atuações previstas: coordenador geral e diretor artístico, podendo eventualmente atuar como dançarino, assistente de produção e em eventos de divulgação. Currículo: bailarino da Cia. de Dança Balé de Rua desde 1996. Como bailarino já se apresentou em mais de 50 cidades e 13 países incluindo America do Norte, Europa, Ásia, Oriente Médio, América Latina e Austrália. Ministra aulas de Hip Hop (Bboy) como forma de resgate e conscientização de crianças e adolescentes em meio a cultura. Principais atuações como professor no Brasil: PRONACs 191062/202600/211293/223768 e outros, Projeto RPA – Resgate Pela Arte bairro Tocantins 2016 a 2019, Projeto Nova Linguagem – Escola de Artistas Adoradores nos bairros Shopping Park e Brasil – Aulas de Dança de Rua de 2009 a 2018. No Exterior: Bahrein - Festival Spring ofCulture em Março de 2010, Montevideo/Uruguai – Teatro Solis – Abril de 2013, Sydney/Austrália – Sydney Opera House – Janeiro de 2015, Londres/Inglaterra – Royal Festival Hall – Agosto de 2015, Lewistone/USA – Julho de 2016.Mayara Silva Colins (B-Girl Mini Japa) - atuação prevista: dançarina. Artista de breaking bicampeã brasileira, componente da seleção brasileira, bicampeã do Breaking da Paz. Vice campeã 2022 do Red Bull BC One. Artista reconhecida por toda comunidade do breaking. Atuou como voluntária em evento e oficina ligada à equipe do proponente. Clóvison E. A. Gonçalves (Clovim) - atuará, dentro dos limites da IN 11/2024 (até 20%) como: apresentador, artista ciclista-acrobata (performance), em apoio à coordenação e à captação, na supervisão administrativa, na divulgação do projeto (com apresentações e coordenação de eventos de divulgação, e eventualmente gestão de redes sociais) e locando veículo de sua empresa para o projeto. Currículo do proponente: administrador, especialista em Filosofia. Palestrante com 17 anos de experiência, escritor com 3 livros publicados. Ciclista acrobático circense desde 2011, destaque nacional na modalidade BMX Flatland: campeão brasileiro amador em 1993 e master em 2014, 2018 e 2022, já se apresentou em 66 cidades desde 2006. Atuou em mais de 4600 eventos em cerca de 30 projetos, incluindo vários de dança, como Angel Hair - PRONAC 184357 e na 1ª edição deste AnDança Inclusiva - PRONAC 212153. Outras atuações, p.ex.: PRONACs 110604, 132811, 151181, 171409, 191500, 191062, 191555, 202600, 212182, 221950, 222076, 223768... Dyego Borges - atuação prevista: dançarino (elenco principal e/ou coadjuvante), inclusive em eventos de divulgação. Dançarino cadeirante, atuou como dançarino bolsista em várias edições do Projeto Angel Hair (PRONAC 184357) e LEIC MG (lei da cultura de MG), também no Proj. Rede Cultural Real (vários PRONAC), como dançarino convidado da 1ª edição deste projeto (PRONAC 212153 - 2021/2022) e na 2ª edição (PRONAC 223768).Alan Augusto De Oliveira Scarnavaca (B-Boy LLan) - atuação prevista - dançarino. PCD voluntário. Praticante de breaking há vários anos, destaque em vários eventos nacionais. Participou do Festival Nacional de Breaking Quando As Ruas Chamam 6, 2022, vencendo a Especial Battle; em 2019 ficou em 2º no Especial Battle, em Brasília (também no Festival Nacional). Em 2019 venceu batalha em Santo Anastácio. Em 2017 ganhou a Seven 2 Smoke em Martinópolis, SP. Vanessa Oliveira Ferreira - atuações previstas: bailarina elenco coadjuvante e/ou principal. Graduada em Psicologia pela Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), conclusão em agosto de 2017. Experiências: Professora de dança inclusiva no projeto Trupe Saúde e Equilíbro II (PRONAC 202600), oficinas de dança com autistas – 2020 e 2021; Professora de dança inclusiva no projeto Angel Hair, oficinas de dança com autistas e deficientes físicos – 2019 e 2020 / Professora dança na Academia de dança Beth Dorça – 2019 e 2020 - Professora de dança na Escola de Dança Microdelta - 2020 - Professora de dança no projeto Amor em Ação – 2019 e 2020. - Professora de dança no Colégio Nossa Senhora das Dores - 2019 / Assistente de execução do projeto “Promotores de Cidadania”, do Instituto Agronelli de Desenvolvimento Social – 2018 / Assistente de coordenação no projeto social “Na raiz da cultura” – 2018 - Professora de danças populares no projeto “Na raiz da cultura” - agosto a dezembro de 2017. KAROLINA DE CASTRO CORDEIRO ALVARENGA atuação prevista: dançarina (elenco principal e/ou coadjuvante) - Bailarina - Graduada em Geografia, mãe do bolsista Pedro Cordeiro, escritora (Pedroca- O menino que sabia voar), maratonista e dançarina. PROJETO REDE CULTURAL REAL: dançarina desde 2014, graduanda em Dança, com registros no Ministério da Cultura pelos PRONACs 1310055, 151181, 161330, 171409, 181728, 223768; PROJETO DANÇANDO COM A VIDA: dançarina entre outubro/2012 a dezembro/2013 – registro Ministério da Cultura – PRONAC 120739. Dança desde 2024 em performance junto à cadeira de rodas de seu recém falecido filho cadeirante, Pedro Cordeiro Alvarenga (Angel Hair). OUTROS DANÇARINOS(AS), OFICINEIROS, etc: a definir.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.