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O propósito deste projeto é valorizar o ofício da carpintaria por meio do aprimoramento profissional de jovens carpinteiros atuantes em obras de restauração, da realização de exposições e da produção e publicação ampla de conteúdos informativos. Sua realização se justifica pelo intuito de resgatar e compartilhar os saberes dos mestres artífices, por seu impacto positivo nas obras de restauração e sua capacidade de sensibilizar e educar quanto à importância da preservação do patrimônio cultural.
Não é o Caso.
Descrição:As cidades históricas de Minas Gerais são enciclopédias de técnicas construtivas, onde é possível encontrar diferentes formas de utilizar a pedra, a terra, a cal, os metais e a madeira, que nas mãos hábeis e engenhosas dos mestres de ofício se transformaram em verdadeiras obras de arte. No entanto, a perda do conhecimento tecnológico tradicional, decorrente do desaparecimento ou da inatividade dos mestres de ofício e da substituição de processos e materiais tradicionais por outros mais modernos, tem sido um importante obstáculo à conservação do patrimônio arquitetônico de Minas Gerais. O ofício da carpintaria é um dos que mais vêm sofrendo tais efeitos. O mestre carpinteiro é um grande conhecedor das madeiras e da forma como elas se comportam na construção. É aquele que sabe posicionar e conectar cada elemento utilizando-se apenas de ensambladuras ou encaixes que, de forma precisa, garantem a estabilidade do edifício, dispensando o uso de elementos metálicos, como pregos, parafusos etc. A utilização quase irrestrita dos elementos metálicos nas estruturas de madeira atualmente, em especial nas obras de restauração, é um sintoma da perda do conhecimento tradicional, pois, ao não saber como conectar as madeiras por meio de encaixes, apela-se aos metais devido à resistência que eles podem oferecer. Por outro lado, tal resistência acarreta danos irreparáveis às estruturas de madeira originais e, logo, a perda de importantes exemplares do patrimônio arquitetônico mineiro. Para reverter esta situação, é necessário valorizar os ofícios tradicionais e os seus mestres por meio de ações efetivas, voltadas para a formação de novos mestres e da sensibilização da população para a importância e riqueza do patrimônio arquitetônico mineiro. Foi este anseio o motivador da proposição deste projeto que, em torno da montagem de uma pequena edificação didática, pretende oferecer um aprimoramento profissional para 15 jovens carpinteiros, em oito oficinas de seis horas realizadas quinzenalmente aos sábados durante quatro meses, totalizando 48 horas de atividades. A referida edificação terá área aproximada de 15 m² e nela estarão representadas todas as soluções técnicas da carpintaria tradicional, com as diferentes formas de execução de encaixes para esteios, madres, frechais, contraventamentos, barroteamentos, assoalhos, coberturas, forros etc. Nos intervalos entre oficinas, a edificação didática em processo de montagem será utilizada em atividades educativas conduzidas pelo IEPHA, voltadas para visitantes espontâneos e estudantes dos ensinos fundamental, médio e superior, que poderão vivenciar a experiência de um canteiro de obras da carpintaria tradicional, compreendendo cada etapa da montagem de uma pequena edificação. Ao final da formação dos jovens carpinteiros, a edificação didática integrará, como elemento central, uma exposição temporária sobre o ofício da carpintaria tradicional, com funcionamento durante 30 dias e entrada gratuita. A exposição contará ainda com 5 painéis informativos de 1,5 m x 2,5 m em Re-Board (material resistente e reciclável), impressos nas duas faces; e com um painel em chapa de madeira compensada de 1,6 m x 2,2 m para exposição das ferramentas manuais (quadro de ferramentas) utilizadas na carpintaria tradicional. Todo o processo será conduzido pela equipe composta por dois mestres carpinteiros, dois arquitetos e um estagiário. Os mestres carpinteiros José Geraldo Rosa e Robson de Paiva Rosa serão os responsáveis pelo conteúdo prático da formação. José Geraldo aprendeu o ofício com o pai e o transmitiu ao filho Robson. Nos anos 2000, o Programa Monumenta, realizado pelo Governo Federal, promoveu ações de capacitação em restauração na Itália para mestres de ofício e entre eles estava José Geraldo Rosa, que figura entre os mestres registrados na publicação "Mestres artífices - Minas Gerais - Cadernos de Memória"; e Robson, seguindo e transmitindo rigorosamente os ensinamentos do pai, atua como mestre carpinteiro em obras de restauração em Ouro Preto e região e está se graduando em Engenharia Civil. Os arquitetos Adelaide Dias e Fernando Cardoso, sócios-administradores da A Pique Arquitetura e Memória, serão responsáveis, respectivamente, pelas coordenações técnica e pedagógica da formação. Adelaide é mestre em Conservação e Restauração de Monumentos e Núcleos Históricos pelo CECRE/UFBA e possui experiência no acompanhamento técnico de obras de restauração em Ouro Preto e região. Fernando é doutor em Engenharia Civil pelo DEC/UFV e foi professor do curso de Tecnologia em Conservação e Restauro do IFMG campus Ouro Preto e dos ofícios de alvenaria e pintura na Escola de Ofícios Tradicionais de Mariana, com ampla experiência em atividades de capacitação em técnicas construtivas tradicionais. E, para cumprir a função de apoio técnico, será selecionado(a) um(a) estagiário(a) dos cursos de Arquitetura e Urbanismo ou Tecnologia em Conservação e Restauro. Este projeto será realizado em parceria com o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais - IEPHA, que cederá espaço em sua sede em Belo Horizonte para realização das atividades de formação e da exposição. Ao final do projeto, a edificação didática e os painéis informativos serão doados ao IEPHA para possibilitar a realização de novas exposições voltadas à formação de carpinteiros, educação patrimonial etc. Objetivo Geral Promover a valorização e a preservação do ofício da carpintaria tradicional mineira por meio de curso / oficinas culturais conduzidas por mestres artesãos de aprimoramento destinado a jovens carpinteiros atuantes em obras de restauração, garantindo a transmissão de saberes e práticas para novas gerações. Também a realização de exposições e da produção e publicação de conteúdos informativos. Objetivos Específicos - Realizar oito oficinas de seis horas realizadas quinzenalmente aos sábados durante quatro meses, totalizando 48 horas de atividades para 15 jovens carpinteiros- Adquirir e preparar todos os elementos construtivos de madeira constituintes de uma edificação didática de aproximadamente 15 m² que será montada durante o processo de aprimoramento da formação de jovens carpinteiros. - Realizar uma exposição temporária, com duração de quatro meses, relativa às etapas de montagem da edificação didática, integrada às ações educativas conduzidas pelo IEPHA, nos intervalos entre as oficinas/aulas quinzenais de aprimoramento da formação de carpinteiros. - Realizar uma exposição temporária com duração de 30 dias, constituída pela edificação didática completamente montada, painéis informativos e quadro de ferramentas, após a conclusão do processo de aprimoramento da formação de carpinteiros, como forma de incentivar o reconhecimento social dos valores da utilização das técnicas tradicionais de construção.- Publicar peças gráficas/audiovisuais de todas as etapas de realização do projeto, a fim de divulgar suas ações e ampliar o alcance dos conhecimentos relativos ao ofício da carpintaria tradicional. - Garantir acessibilidade e democratização de acesso aos conteúdos produzidos.
Durante séculos, os saberes ligados ao ofício da carpintaria foram transmitidos e preservados pela humanidade. Em Minas Gerais, a madeira foi um dos materiais de uso mais intenso e diversificado, com variações que exemplificam a riqueza das culturas construtivas locais que se formaram a partir da interação dos conhecimentos de povos nativos com os de colonizadores europeus e de africanos escravizados. O ofício da carpintaria era transmitido entre gerações em um contexto no qual a madeira era empregada em praticamente todas as construções. No entanto, o desaparecimento ou a inatividade dos mestres, somada à substituição de processos e materiais tradicionais por outros mais modernos, passou a ameaçar a existência deste ofício, prejudicando a preservação do patrimônio cultural de Minas Gerais. Para alterar essa realidade, é fundamental promover o encontro dos mestres carpinteiros detentores do conhecimento tradicional com os jovens carpinteiros interessados pelo aprimoramento profissional pois, na maioria das vezes, as más práticas decorrem da falta de oportunidades de contato com as formas corretas de exercer o ofício. Este projeto propõe, portanto, o encontro entre gerações de carpinteiros em torno da montagem de uma pequena edificação didática composta por todos os elementos da carpintaria tradicional. Durante a montagem, os alunos terão a oportunidade de compreender as características das madeiras, o comportamento mecânico das estruturas, as formas de execução de encaixes etc. Tal edificação será utilizada como um recurso didático e poderá ser desmontada e remontada em outras ações de formação e educação patrimonial. Além disso, a valorização do ofício passa pelo reconhecimento social da importância deste saber e da identificação cultural das pessoas com os produtos do trabalho dos mestres carpinteiros. Por esta razão, pretende-se expor a edificação didática ao público durante o processo de montagem - inserindo-a na agenda de ações educativas conduzidas pelo IEPHA nos intervalos entre as oficinas/aulas quinzenais de aprimoramento da formação de carpinteiros - e ao final da montagem, complementada por painéis informativos e pelo quadro de ferramentas manuais utilizadas na carpintaria tradicional. A realização deste projeto se justifica, portanto, por seu intuito de resgatar, valorizar e compartilhar o conhecimento dos mestres artífices; por seu impacto positivo no contexto das obras de restauração em Minas Gerais; e por sua capacidade de sensibilizar e educar a população quanto à riqueza e importância da preservação do patrimônio cultural mineiro. A carpintaria tradicional constitui um dos ofícios mais relevantes da cultura popular mineira, associado à construção de igrejas, mobiliário e artefatos que compõem a memória coletiva e a identidade regional. Contudo, observa-se um risco de desaparecimento desse saber em virtude do envelhecimento dos mestres e da ausência de processos sistemáticos de transmissão. O projeto busca promover a salvaguarda do patrimônio imaterial através da valorização de mestres carpinteiros e da realização de oficinas destinadas a jovens aprendizes, assegurando a continuidade do ofício e sua difusão junto à sociedade.
O projeto reforça o compromisso com a preservação da memória e da cultura popular mineira, assegurando a continuidade de um ofício tradicional em risco de extinção. Sua execução promove acesso gratuito, inclusão social e democratização do patrimônio imaterial, alinhando-se às diretrizes da Política Nacional de Cultura e às metas dos ODS (Educação de Qualidade e Cidades Sustentáveis).Plano de Distribuição Oficinas Culturais- Todas as 8 oficinas serão oferecidas de forma gratuita, com inscrições abertas ao público por meio de escolas públicas.- Serão atendidos 15 jovens aprendizes.- As atividades serão realizadas no IEPHA em Belo Horizonte/MG Exposição Temporária- Entrada 100% gratuita.- A exposição será divulgada em rádios comunitárias, jornais locais, escolas e associações culturais.- Estrutura de montagem adaptada para acessibilidade (rampas, sinalização inclusiva)
1. Oficinas Culturais de Carpintaria Tradicional· Quantidade: 8 oficinas · Local: Belo Horizonte/MG · Carga horária: 6h cada oficina, num total de 48 horas (quinzenalmente num período de 4 meses) · Público atendido: 15 participantes · Faixa etária prioritária: jovens e adultos · Metodologia: ensino prático conduzido por mestres carpinteiros, com apoio de monitores; transmissão oral, prática em madeira, confecção de peças utilitárias e artísticas · Infraestrutura necessária: espaço coberto, bancadas, ferramentas manuais e elétricas básicas, kits de proteção individual (EPI), madeira e insumos de carpintaria · Acessibilidade: gratuidade vagas para mulheres, idosos e PcD; apoio em Libras e material visual explicativo Ao final da formação dos jovens carpinteiros, a edificação didática integrará, como elemento central, uma exposição temporária sobre o ofício da carpintaria tradicional, com funcionamento durante 30 dias e entrada gratuita. A exposição contará ainda com 5 painéis informativos de 1,5 m x 2,5 m em Re-Board (material resistente e reciclável), impressos nas duas faces; e com um painel em chapa de madeira compensada de 1,6 m x 2,2 m para exposição das ferramentas manuais (quadro de ferramentas) utilizadas na carpintaria tradicional. 2. Exposição Temporária · Formato: exposição física com peças produzidas pelos mestres e aprendizes durante as oficinas · Locais: IEPHA – Belo Horizonte/MG · Conteúdo: peças em madeira, painéis fotográficos, vídeos exibidos em TV/monitor · Montagem: mobiliário expositivo, iluminação, transporte e seguro de peças · Acessibilidade: entrada gratuita, espaço adaptado, sinalização acessível
Projeto de Acessibilidade: IEPHA – Edifício-Sede em Belo HorizonteEm conformidade com os artigos 42 e 44 da Instrução Normativa nº 23/2025 do Ministério da Cultura, o projeto cultural para o edifício-sede do IEPHA em Belo Horizonte contempla medidas integradas de acessibilidade arquitetônica, comunicacional e de divulgação, garantindo interação inclusiva de idosos, crianças e pessoas com deficiência.1. Medidas previstas (art. 42 IN 23/2025)Conforme o artigo 42 da IN 23/2025, a proposta inclui:Acessibilidade arquitetônica: espaços adaptados arquitetonicamente para circulação segura e confortável.Comunicação e conteúdo acessível: audiodescrição, sinalização e painel informativo em braile e linguagem ampliada.Divulgação acessível: uso de formatos acessíveis e clareza textual nos materiais de comunicação cultural.Todos os itens estão documentados no Relatório de Acessibilidade previsto pela normativa.Interação inclusiva com o públicoCrianças: será disponibilizado um kit de ferramentas-brinquedo que poderá ser livremente manipulado no ambiente da exposição, estimulando a experiência lúdica e interativa.Pessoas com deficiência visual: terão acesso à audiodescrição via QR Code da edificação didática montada; além disso, poderão tocar ferramentas e superfícies de madeira, garantindo uma experiência tátil sensorial rica.Pessoas com deficiência auditiva: contarão com painéis informativos fixos contendo conteúdo textual claro, permitindo pleno entendimento da proposta expositiva.
Em atendimento aos artigos 46, da Instrução normativa 23 de 05 de fevereiro de 2025, a Democratização de acesso será garantida pela gratuidade de todas as atividades do projeto, as ações amplamente divulgadas na comunidade escolar e comunidade em geral.Atendendo o artigo 46, atraves do:III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo,incluindo professores de instituição públicas de ensino;Atendendo o artigo 47, através do:I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto paradistribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III,totalizando 20% (vinte por cento);Ações para promoção da igualdade e oportunidade de acesso previstas neste projeto são: a. Gratuidade de todas as atividades propostas. b. Realização das atividades em espaço público (sede do IEPHA em Belo Horizonte). c. Divulgação ampla, em redes sociais do IEPHA, A Pique Arquitetura e Memória e demais instituições envolvidas, das inscrições para o curso de aprimoramento no ofício da carpintaria. d. Busca ativa, por meio de contatos com empresas de restauração, órgãos de preservação do patrimônio em níveis municipal, estadual e federal etc., de candidatos ao curso de aprimoramento no ofício da carpintaria. e. Divulgação ampla, em redes sociais do IEPHA, A Pique Arquitetura e Memória e demais instituições envolvidas, da realização das exposições sobre o ofício da carpintaria. f. Publicação em redes sociais do IEPHA, A Pique Arquitetura e Memória e demais instituições envolvidas, de conteúdos relativos às atividades do projeto, como fotografias, vídeos, modelos tridimensionais etc.
- Adelaide Luiza Novaes Dias – Coordenação Técnica / Professora- Fernando de Paula Cardoso – Coordenador Pedagógico / Professor- José Geraldo Rosa – Carpinteiro / Professor- Robson de Paiva Rosa – Carpinteiro / Professor CURRÍCULOS: ADELAIDE LUIZA NOVAES DIAS Formação Profissional:Arquiteta e urbanista pela Universidade Federal de Viçosa - UFV (2008 - 2013); mestre em conservação e restauração de monumentos e núcleos históricos pela Universidade Federal da Bahia - UFBA (2020 - 2023). Experiência Profissional:Sócia administradora da empresa A Pique Arquitetura e Memória Ltda. (2022 - atual), com destaque para o trabalho de pesquisa para publicação do livro Técnicas construtivas tradicionais - um olhar para a diversidade no território de Mariana (2023); de instrutora no curso de formação profissional de Preservação do Patrimônio Cultural, em Brumal, Santa Bárbara - Minas Gerais (2024); de arquiteta da pesquisa sobre a preservação das técnicas mistas de construção (pau a pique, estuque, tabique e adobe) em Ouro Preto para a produção de manual operativo no âmbito do Projeto “Mãos, Madeira e Barro”, contemplado na Plataforma Semente - CAOMA/MPMG na chamada nº04/2023. (2024 - 2025). - Arquiteta e Urbanista na Cantaria conservação e restauro Ltda. (2023 - 2024), para acompanhamento técnico da obra de restauração da Igreja de Nossa Senhora da Conceição de Camargos, Mariana/MG. Arquiteta e Urbanista na Construtora AGD Ltda. (2018 - 2020), com destaque para o trabalho de acompanhamento técnico da obra emergencial de reparos nos telhados da Igreja de São Caetano de Monsenhor Horta, Mariana/MG.Arquiteta e urbanista na empresa Memória Arquitetura Ltda. (2019), para acompanhamento técnico da obra de restauração da Igreja de Nossa Senhora do Rosário de Mariana - MG. Arquiteta autônoma (2014-2018), com destaque para o trabalho de acompanhamento técnico da obra de consolidação estrutural e restauração arquitetônica de casarão localizado na Rua São José, Centro, Ouro Preto - MG. FERNANDO DE PAULA CARDOSO Formação Profissional:Arquiteto e urbanista pela Universidade Federal de Viçosa - UFV (2006 - 2013); mestre em Engenharia Civil pela Universidade Federal de Viçosa - UFV (2013 - 2015); doutor em Engenharia Civil pela Universidade Federal de Viçosa - UFV (2015 - 2020). Experiência Profissional:Atividades e eventos em consonância com a função no projeto:2018-2019 - Atuação como professor substituto do curso de Tecnologia em Conservação e Restauro do IFMG campus Ouro Preto, ministrando disciplinas de Materiais de Construção I, II, III e IV; Prática de Restauração II e III; Diagnóstico e Terapia das Construções Tradicionais; Comportamento das Estruturas e dos Materiais Construtivos; e Tecnologias Avançadas de Levantamento.2019-Atual - Atuação como professor convidado do ‘Diplomado en Construcción en Tierra: tradición y innovación’ da Pontificia Universidad Católica de Chile, ministrando o módulo ‘Matéria Tierra’.2019-2020 - Atuação como professor dos cursos de Alvenaria e Pintura da Escola de Ofícios Tradicionais de Mariana, em contrato firmado com a FAOP (Fundação de Arte de Ouro Preto).2019 - Organizador do III Encontro Nacional de Tecnologia em Conservação e Restauro.2019 - Autor do artigo ‘Uma experiência de ensino de sistemas e técnicas construtivas tradicionais em Ouro Preto - MG’ apresentado no II Seminário de Arquitetura Vernácula. O artigo relata as experiências de ensino no curso de Tecnologia em Conservação e Restauro no IFMG campus Ouro Preto.2023 - Autoria do livro ‘Técnicas construtivas tradicionais - um olhar para a diversidade no território de Mariana’.2023 - Autoria do ‘Manual Cores da Terra: produção de tintas com pigmentos de solos’.2023 - Ministrante do curso de capacitação da equipe de obra de restauração da Matriz de São Bartolomeu - Ouro Preto - MG.2024 - Atual - Organização do seminário ‘Cultura Construtiva - diálogos sobre as cores e técnicas de Ouro Preto’.2024 - Ministrante do curso de capacitação da equipe da obra de restauração da ‘Casinha Velha’, em Vargem de Santana - Belo Vale - MG. JOSÉ GERALDO ROSA Formação Profissional:Mestre carpinteiro com formação prática desde os 19 anos de idade, além de cursos de aperfeiçoamento profissional como: curso de Capacitação Complementar dos Mestres-Artífices (2001) promovido pelo Ministério da Cultura do Brasil em Ouro Preto-MG via programa Monumenta/BID; Corso di Formazione di Formatori (2001) promovido pelo Ministério da Cultura do Brasil no Centro Europeo di Venezia per i Mestieri della Conservazione del Patrimonio Architettonico via programa Monumenta/BID; Curso de Biodeterioração e Conservação em Museus, Bibliotecas e Patrimônio Cultural (2002) promovido pela Universidade Federal de Ouro Preto - UFOP. Experiência Profissional:Mestre carpinteiro atuante em dezenas de obras de restauração, dentre elas: edificações civis e religiosas em Piranga - MG; Igreja de São Pedro de Mariana - MG; Hotel Pousada Solar da Ópera, na rua Conde de Bobadela em Ouro Preto - MG; Igreja de São Francisco de Assis e Casa Anexa do Conde de Assumar em Mariana - MG; Palácio D'Ouro na rua Conselheiro Quintiliano em Ouro Preto - MG. Além disso possui experiência como instrutor em cursos profissionalizantes, com destaque para o Curso de Qualificação Profissional de Nível Básico para Ofícios da Conservação do Patrimônio Arquitetônico de Ouro Preto (2003) promovido pelo Ministério da Cultura do Brasil em Ouro Preto-MG via programa Monumenta/BID. ROBSON DE PAIVA ROSA Formação Profissional:Carpinteiro com formação prática a através dos aprendizados com o pai, mestre José Geraldo Rosa; curso de Carpinteiro Restaurador pela Fundação de Arte de Ouro Preto - FAOP (2009); técnico em edificações pelo Instituto Federal de Minas Gerais Campus Ouro Preto (2013); estudante de Engenharia Civil na ALIS Faculdade de Itabirito (em andamento). Experiência Profissional:Carpinteiro restaurador com mais de 15 anos de experiência em obras de restauração, dentre elas: Igreja de São Pedro de Mariana - MG; Igreja da Sé de Mariana - MG; Igreja de São Francisco de Assis e Casa Anexa do Conde de Assumar em Mariana - MG; Palácio D'Ouro na rua Conselheiro Quintiliano em Ouro Preto - MG; Capela de Nossa Senhora das Dores de Ouro Preto - MG. Além disso possui experiência como palestrante no Seminário Cultura Construtiva: Diálogos sobre as Cores e Técnicas de Ouro Preto.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.