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PRONAC 256940Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Cortejo do bloco Quem Eu Quero NÃo Me Quer - 2026

AMANCIO PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 199,5 mil
Aprovado
R$ 199,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Datas comemorativas nacionais c/ calendários específicos: Natal, Ano Novo, Páscoa e Festas Populares
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Três Pontas
Início
2025-12-13
Término
2026-05-31
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais

Resumo

O projeto visa a apresentação do "Bloco Quem eu Quero não me Quer" no período carnavalesco em Belo Horizonte. Serão duas apresentações, uma no domingo de carnaval dia 15/02/2026 e a outra na ressaca de carnaval que acontecerá até o dia 01/03/2026. Os cortejos serão realizados no bairro Buritis, na cidade de Belo Horizonte/MG e a estimativa de alcance de público é de 4000 pessoas. O bloco "Quem Eu Quero Não Me Quer" foi às ruas pela primeira vez no carnaval de 2025 e atraiu um público de cerca de 2 mil pessoas para o cortejo. O objetivo do bloco é unir a paixão pelo carnaval e a paixão pela música sertaneja, trazendo uma inovação para a festa da capital mineira, já que a maioria dos blocos da cidade cantam músicas do Axé Music. Além do sertanejo, o bloco toca clássicos de pagode, forró e samba, todos com arranjos especiais de carnaval.

Sinopse

O projeto “Cortejo do Bloco Quem Eu Quero Não Me Quer – 2026” consiste na realização de 2 desfiles carnavalescos gratuitos a serem realizados no bairro Buritis, em Belo Horizonte/MG, com público estimado de 4 mil pessoas. Um dos cortejos será itinerante, realizado no período oficial do Carnaval, com trio elétrico, banda base e 60 ritmistas; o outro será fixo, durante a tradicional “ressaca de Carnaval” mineira, também com banda e bateria. Ambos cortejos contarão com repertório de músicas sertanejas, forró e samba, com arranjos e percussão típica de carnaval, como samba reggae, reggae, samba, funk, pagodão baiano, entre outros ritmos, integrando elementos da cultura popular brasileira com abadás, adereços, intervenções visuais e presença de artistas convidadas.A obra prevê também a realização de 12 ensaios musicais, sendo dois deles abertos ao público, e o registro fotográfico e audiovisual do processo artístico. Como ação estruturante, será criada a ALA de Inclusão, com consultoria especializada em acessibilidade, espaço reservado, equipe de acolhimento, atendimento e tradução em Libras. Classificação indicativa: livre. Recomendado para todos os públicos.

Objetivos

Objetivo Geral: 1) O Objetivo desse projeto é realizar apresentação do Bloco Quem eu Quero não me Quer no período do carnaval de 2026 em Belo Horizonte/MG.2) O objetivo do projeto é realizar dois cortejos sendo um no carnaval efetivamente e o outro na chamada ressaca de carnaval. A apresentação do Bloco visa promover a democratização do acesso à cultura por meio de uma proposta musical inovadora que une o carnaval à música sertaneja, pagode, forró e samba, com previsão de público de 4 mil pessoas e ações de inclusão e valorização da diversidade musical brasileira.Objetivos específicos:Produto 1: APRESENTAÇÃO MUSICAL - BLOCO DE CARNAVALApresentar o Bloco Quem eu Quero não Quer em dois desfiles no período de carnaval, com entrada gratuita e aberta ao público e acessibilidade. Um desfile acontecerá no domingo de carnaval e o outro desfile no periodo chamado de ressaca de carnaval.Para a apresentação musical será necessária a realização de 12 oficinas de 2 horas de duração cada, voltados à preparação técnica e artística do bloco, sendo 6 ensaios com regência e bateria e 6 ensaios realizados com a regência, bateria e banda base com a finalidade de preparar, definir e afinar o repertório. Todas as oficinas serão abertas ao público; será necessária a contratação de 7 horas de preparação vocal da cantora Luiza Amâncio com profissional capacitado a fim de garantir um bom show, do início ao fim do cortejo; a produção de 90 abadás para músicos, regentes, bateria, equipes de apoio, produção, e comunicação do projeto; a contratação de cobertura fotográfica para 3 ensaios, 1 cortejo de carnaval e 1 cortejo de ressaca de carnaval; a contratação de 1 serviço de cobertura videográfica do cortejo de carnaval e 1 serviço de cortejo de ressaca de carnaval; A contratação da equipe de consultoria em inclusão para orientar todo o projeto, capacitar equipes sobre a inclusão de pessoas, criar e mobilizar público para a ALA de inclusão, seja PCD, autista, síndrome de down e a contratação de duas artistas convidadas para participação no cortejo de carnaval.

Justificativa

O carnaval é a mais expressiva manifestação da cultura popular brasileira, reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) desde 2007. De acordo com o Ministério do Turismo, o carnaval de 2023 movimentou R$ 8 bilhões na economia brasileira e atraiu cerca de 46 milhões de foliões por todo o país. Trata-se de uma manifestação de música, dança, ancestralidade, identidade cultural e economia criativa em larga escala, sendo fundamental o apoio a propostas que garantam sua diversidade, representatividade e sustentabilidade.Nos últimos anos, Belo Horizonte se consolidou como um dos maiores carnavais de rua do Brasil. Em 2025, a cidade recebeu cerca de 6 milhões de foliões e mais de 500 blocos cadastrados pela Belotur, conforme dados oficiais da Prefeitura. Esse ressurgimento, iniciado há pouco mais de uma década, ampliou o alcance das festas para além do hipercentro da cidade, promovendo o surgimento de blocos em bairros diversos. O Bairro Buritis, um dos mais populosos da capital mineira, tinha poucas opções de bloco carnavalesco, sendo que o surgimento do Bloco "Quem Eu Quero Não Me Quer" surgiu dessa necessidade de mais atrações para o bairro. O bloco se destaca por propor uma fusão entre duas paixões profundamente enraizadas na cultura mineira: o carnaval e a música sertaneja.A proposta inovadora de unir o batuque percussivo do carnaval com o universo lírico da "sofrência" deu origem a um projeto que dialoga com a sensibilidade do povo mineiro, sempre profundamente conectado com a música sertaneja. Fundado por Luiza Amâncio, cantora, mãe e artista com forte ligação com suas raízes populares, o bloco surgiu de uma ideia para homenagear a cantora Marília Mendonça, referência incontestável do sertanejo contemporâneo, falecida precocemente em 2021, entretanto ao longo do projeto também foram homenageados outros cantores sertanejos. Embora o nome do bloco remeta ao universo da música sertaneja, seu repertório também valoriza outros gêneros da cultura popular, como o pagode, forró e o samba, promovendo uma experiência musical diversa e inclusiva. Ao lado de Luiza, está Daniel Melão, músico e regente renomado, pós-graduado em Percussão Brasileira, que aceitou o desafio de construir uma bateria com inúmeros ritmistas unindo técnica, potência e emoção. Já em sua estreia, mesmo sem patrocinadores ou estrutura profissional, o bloco atraiu 30 integrantes em sua bateria e 2 mil pessoas às ruas do Buritis, evidenciando sua força popular e o potencial de crescimento da proposta.Um importante diferencial do projeto para 2026 é a criação da ALA de INCLUSÃO, ação inédita no bloco e essencial para garantir o direito à fruição cultural de pessoas com deficiência. A proposta contará com uma consultoria especializada em acessibilidade que atuará desde a pré-produção até o dia do cortejo. Entre as ações previstas estão: tradução em Libras durante o evento, criação e coordenação de espaço reservado para pessoas com deficiência, equipe de atendimento, acolhimento e condução de público PCD, sensibilização de toda a equipe de produção e artistas sobre acessibilidade, assessoria à equipe de comunicação para criação de materiais acessíveis e mobilização de público com deficiência para participar da ALA. Trata-se de uma medida estruturante que busca incluir, acolher e garantir a plena participação do público com diversas deficiências como pessoas Autistas, com Síndrome de Down, deficiência auditiva, física e visual, entre outras, no evento.Além do impacto cultural e social, o projeto também vai movimentar a economia criativa da cidade. Serão firmados cerca de 60 contratos temporários de prestação de serviços, entre artistas, técnicos, produtores, consultores, comunicadores e profissionais da cadeia produtiva da cultura, gerando renda durante as etapas de pré-produção, realização e pós-produção do evento.Diante da potência artística, da função social e do impacto econômico da proposta, justifica-se a solicitação de apoio por meio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, previsto na Lei Federal nº 8.313/1991. O projeto se enquadra nos seguintes dispositivos:II _ a valorização de iniciativas culturais dos diversos segmentos da sociedade brasileira;O projeto valoriza expressões culturais ligadas ao carnaval, à cultura sertaneja, valores da cultura popular brasileira, com ênfase em iniciativas territoriais de base comunitária, como o surgimento do primeiro bloco do bairro Buritis.III _ o apoio a manifestações culturais que constituam expressão dos grupos formadores da sociedade brasileira;A proposta reconhece e promove manifestações culturais ligadas ao sertanejo, samba e forró, gêneros fundamentais na formação da identidade musical nacional e que refletem os afetos e valores do povo mineiro.IV _ a preservação e difusão dos bens materiais e imateriais do patrimônio cultural brasileiro;O projeto contribui para a difusão do carnaval como patrimônio imaterial, fortalecendo suas manifestações nos bairros e ampliando seu alcance por meio da valorização de novos formatos estéticos.Art. 3º _ São objetivos específicos do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac):I _ contribuir para facilitar, a todos, os meios para livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;O bloco propõe ações acessíveis e gratuitas, com inclusão de pessoas com deficiência e oferta cultural em bairro ainda não atendido, ampliando o acesso à experiência do carnaval.II _ promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;Com produção musical, regência, coordenação e execução realizados por artistas locais, o projeto estimula a produção regional, descentraliza a cultura e fortalece a atuação em bairros fora do circuito tradicional.V _ proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pela pluralidade da cultura nacional;A proposta protege e projeta expressões musicais como o sertanejo, o forró e o samba, articulando a pluralidade musical brasileira com a estética carnavalesca contemporânea.VII _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;O projeto permite que artistas, músicos e criadores locais tenham espaço de visibilidade e contratação, fortalecendo suas trajetórias artísticas e fomentando novas conexões com o público.Portanto, o Mecanismo de Incentivo Fiscal da Lei Rouanet é essencial para garantir a viabilidade do projeto, que sem esses recursos não conseguirá estruturar sua proposta de maneira segura, acessível e profissional. Trata-se de uma iniciativa coerente com os princípios da legislação cultural, com impacto social mensurável, adesão popular comprovada e relevância para o fortalecimento da cultura local e nacional.

Estratégia de execução

Contrapartida: Apresentação do bloco em instituição filantrópica Duração: 1 horaItinerante: NãoLocal: Instituto Mano DownPúblico atendido: 250 pessoasAcesso: gratuito

Especificação técnica

Cortejo de Carnaval do Bloco Quem eu quero não me querDuração: 4 horasItinerante: simTrecho de deslocamento: Rua Senador Lima Guimarães n.º 251 até o n.º 27Trio Elétrico Bateria no chão: cerca de 60 ritmistasAcessibilidade: ALA inclusiva com delimitação de espaço para pessoas com deficiência curtirem o bloco com melhor mobilidade e segurança, tradução em Libras e acolhimento.Público atendido: 3250 pessoasAcesso: gratuito Cortejo de Ressaca de Carnaval do Bloco Quem eu quero não me querDuração: 4 horasItinerante: nãoLocal: Rua Senador Lima Guimarães n.º 133Bateria: cerca de 60 ritmistasAcessibilidade: ALA inclusiva com delimitação de espaço para pessoas com deficiência curtirem o bloco com melhor mobilidade e segurança, tradução em Libras e acolhimento.Público atendido: 1500 pessoasAcesso: gratuito

Acessibilidade

O projeto foi concebido considerando a acessibilidade como princípio estruturante, contemplando a dimensão física e a comunicacional, com o objetivo de garantir a plena participação de pessoas com deficiência em todas as etapas da iniciativa.Acessibilidade física:O Bloco “Quem Eu Quero Não Me Quer” contará com a contratação de consultoria especializada em acessibilidade para a criação e coordenação da ALA de Inclusão, espaço reservado dentro das cordas do bloco para o acolhimento e a participação segura e digna desse público durante o cortejo. As pessoas com deficiências ocultas deverão portar documentos, crachás e sinalizações que comprovem o seu direito que estar em área reservada.A contratação da consultoria prevê ações como a mobilização de público para a ALA PCD com contatos com instituições, sensibilização da comunidade e dos demais foliões para inclusão que o bloco vai proporcionar, coordenação do espaço e apoio logístico no dia do evento, assegurando atendimento adequado e condução acessível.A mobilidade física é um dos pontos focais da ALA de Inclusão dando condições da pessoa com deficiência transitar com segurança durante todo o percurso do cortejo e orientando-a para os acessos a banheiros acessíveis.Acessibilidade de Conteúdo:O projeto contará com tradução em LIBRAS nos dois cortejos realizados. Haverá inserção de legendas descritivas de conteúdos audiovisuais. Além disso, haverá formação da equipe de comunicação, feita pela consultoria de acessibilidade, para orientação sobre a correta elaboração de conteúdos acessíveis nas redes sociais e demais estratégias de divulgação.Essas ações visam garantir o diálogo com os foliões e com a equipe, garantindo que a acessibilidade seja por meio do acesso físico e de conteúdo, fortalecendo o compromisso do projeto com a inclusão e a diversidade.

Democratização do acesso

Tanto o cortejo de carnaval quanto o cortejo de “ressaca de carnaval” terão acesso gratuito, serão realizados em via pública, garantindo a participação ampla e democrática dos foliões. Todas as etapas dessas atividades serão registradas e divulgadas nas redes sociais por meio de fotos, vídeos e transmissões ao vivo (lives), com posterior edição de materiais audiovisuais acessíveis, incluindo recursos como tradução em Libras e legendas descritivas.Dos 12 ensaios, 2 serão realizados como ensaio aberto, com a presença do público, que poderá acessar de maneira gratuita.

Ficha técnica

Cantora e Coordenadora do projeto: Luiza Amancio é advogada, contadora, servidora pública do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais, fundadora e cantora do Bloco "Quem eu quero não me quer". Estudou "Performance de Palco", "Canto" e "Violão" na Escola de Música Som Maior em Belo Horizonte. Realiza apresentações em festas e eventos privados empresariais, já tendo feito apresentações junto com a escola de música na Assembleia Legislativa de Minas, Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais e eventos particulares.Regente da bateria: Daniel Silveira de Almeida Barbosa (Daniel Melão): Educador musical, percussionista e baterista há 17 anos, pesquisador de ritmos brasileiros, com experiência em musicalização, aulas particulares e oficinas de percussão em grupo. Possui formação eclética, com experiência em atuação e coordenação de grupos musicais contemporâneos e folclóricos.2021 – atual: Regente do Bloco Coração Leviano.2020 – atual: Percussionista do Grupo Trem de Doido.2020 – atual: Regente do Bloco Havayanas Usadas, Batuque Coletivo.2019 – atual: Regente do Bloco Faraó.2018 – atual: Regente do Bloco CSH e do Bloco Fui Pobre Mas Nem Lembro.2018 – atual: Percussionista da Banda Habana Vieja.2016 – atual: Percussionista e membro fundador do bloco e da banda Havayanas Usadas.2016 - 2017: Instrutor de Música do SESI, no projeto Todos pela Educação.2016 - atual: Coordenador, idealizador e professor da Oficina do Tambor – Escola dePercussão e Bateria, localizada em Belo Horizonte.2015: Professor de musicalização do projeto Estação 100% Social, do Instituto Kairós,Brumadinho.2014 – 2016: Percussionista das bandas Baianas Ozadas e Então Brilha, BeloHorizonte.2014: Professor de musicalização do Projeto Escola Viva na Rede, do Instituto Kairós,Nova Lima.2014 – 2015: Educador Social – Percussão da AME (Ação Mineira para a Educação),unidade Sesi Hameleto, Belo Horizonte.Tecladista: Mário Sérgio Silva é músico autodidata, já trabalhou com vários artistas de Belo Horizonte como tecladista e baixista. Trabalhou como baixista com Ilton Mourão e Banda, tocando o sertanejo raiz e moda de viola. Trabalhou com Jéssica Lima como tecladista, trabalhou no Grupo Coda como tecladista, etc. Atualmente atua no ramo de eventos como tecladista há 12 anos na Banda AK e também tecladista no Grupo Sonhar BH.Guitarrista e Violonista: San é formado em Administração pela pela Una, San começou a tocar violão com oito anos de idade e guitarra a partir dos treze. Com quinze anos passou a integrar banda de baile e aos vinte começou a tocar em banda de axé, se apresentado em trio elétrico, participando da banda “Tatu do Bem”, até que migrou para o sertanejo tocando com Bruna e Keila vencedoras dos “mulheres que brilham”, que inclusive gravaram um CD pela Sony. Acompanhou as duas até 2015 pelo Brasil, momento em que a dupla se separou, mas permaneceu tocando em bandas que realizam show, principalmente para casamento. San também é produtor musical e fez seu primeiro trabalho em 2006 com sua banda de pop rock, e desde então continua realizando esse trabalho com as bandas que toca, destaca-se o Pimenta na Veia. San é músico desde os oito anos de idade e também faz trabalhos com sonorização.Saxofonista: Luciano é músico e toca em eventos sociais, casamentos, bares e casas de shows há mais de 30 anos. Participa de projetos de artistas e também realiza trabalhos autorais, e é professor, ministrando aula para alunos desde o nível iniciante até os mais avançados. Luciano é certificado LUTHIER de instrumento de sopro e desenhista na técnica de hiper-realismo.Baixista: Mateus da Silva Moreira é músico, formado em contra baixo pela universidade de música popular - Bituca, professor de violão, baixo elétrico e guitarra há 15 anos. Trabalha no cenário da música com apresentações musicais em casamentos, bodas, festas em geral e em bares, acompanhando cantores e também fazendo shows solos. Já tocou em grandes eventos, trio elétrico na Sapucaí em BH, carnavais do interior, bailes de formatura unificadas, e com artistas renomados como os participantes The Voice Ângelo e Angel.Produção Executiva: Bruno Duarte Rodrigues é advogado de formação , mas atua como produtor cultural especializado em organização e produção de blocos de carnaval. Esteve a frente da organização e produção do BLOCO QUEM EU QUERO NÃO ME QUER, realizando o planejamento e coordenação geral do bloco, incluindo definição de roteiro e cronograma. Atuou também na gestão de equipe multidisciplinar, envolvendo músicos, seguranças, equipe técnica e voluntários; organização da logística, como infraestrutura, som, segurança, transporte e autorização junto à prefeitura; comunicação e divulgação do bloco nas redes sociais e meios de comunicação locais; e supervisão durante os eventos, garantindo a segurança e o bom andamento das atividades.Consultoria de Projetos e Prestação de Contas: Aline Tavares é jornalista, gestora cultural, diretora da Bravo Comunicação e Gestão de Projetos. Atua como consultora de projetos do Ponto de Cultura Associação Cultural Seu Vizinho, Ponto de Cultura Associação Kilombo Família Souza, do Ponto de Cultura Instituto Cultural Circolar dentre outros vários artistas (atual). Realiza a coordenação do projeto “Memória, Cultura e Patrimônio - Palácio das Artes - realizado pela Coreto Cultural - (atual). Realizadora do projeto Fórum Setorial “Matozinhos Cidade Criativa - Edital Cultura da Paz - Secretaria Estadual de Cultura MG - (atual). Gestora Administrativa-Financeira do Instituto GENi - Gênero e Interseccionalidades - SP - 2024. Consultora de Planejamento Estratégico e gestão de processos do Instituto Periférico - 2024. Produtora executiva do bloco “Banho de Xêro” – 2023|2024. Coordenadora Administrativa e Institucional – Projeto: Centro de Memória do Trabalhador de Contagem – Instituto Periférico | Prefeitura de Contagem/MG – 2022 / 2023. Coordenadora de Comunicação | Assessoria de mobilização e difusão - Projeto: Centro de Memória do Trabalhador Industrial de Contagem - 2022/2023. Coordenadora de Comunicação | Assessoria de Mobilização e Difusão do Centro de Memória do Trabalhador Industrial de Contagem - 2022/2023. Professora do Curso de Elaboração de Projetos - Alibé Noções de Terceiro Setor - Associação da Resistência Cultural Afro-Brasileira Casa de Caridade Pai Jacob do Oriente - 2023/2024. Professora do Curso de Elaboração de Projetos Culturais – Projeto Somos Comunidade - Coreto Produções – Contagem – setembro de 2023 e Morro das Pedras - junho de 2023.- Facilitadora da Oficina de Elaboração de Projetos para editais públicos - Universidade Federal de Rondonópolis/MT-2022. Foi gerente do Centro Cultural Venda Nova e Centro Cultural Liberalino Alves de Oliveira (Fundação de Cultura de Belo Horizonte) (2014 a 2018). Facilitadora da Oficina de Elaboração de Projetos Culturais - Fundação Municipal de Cultura – de 2011 a 2022. - Produção, imagens e edição do documentário "Ilê Erô Opará Ofá Odé Asé Jaynã - Resistência, Saberes e Práticas Ancestrais Yorubá”- 2022

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.