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Realizar o projeto "Floresta de Histórias - Guardiões da Liberdade", com montagem e circulação de espetáculo teatral infantojuvenil que une teatro, literatura e música para sensibilizar sobre a proteção da fauna silvestre. Inspirado em histórias reais de resgate animal, o projeto propõe apresentações em escolas, teatros e ginásios de cidades de São Paulo e Mato Grosso do Sul.
Concepção Artística e Processo Criativo“Floresta de Histórias – Guardiões da Liberdade” nasce do entrelaçamento entre arte, natureza e imaginação. Inspirado em histórias reais de animais silvestres resgatados, o espetáculo propõe uma dramaturgia que une elementos da fábula contemporânea à urgência das pautas ambientais. A peça convida o público a entrar numa floresta simbólica onde cada árvore carrega memórias, cada animal é um guardião e cada história ressoa como um chamado à consciência e à liberdade.A concepção dramatúrgica parte de uma abordagem sensível e educativa, voltada ao público infantojuvenil (crianças de 6 a 11 anos), mas acessível a todas as idades. A proposta une teatro, literatura, música e interatividade para provocar reflexões sobre o impacto da ação humana na fauna brasileira, especialmente sobre o tráfico e a exploração de animais silvestres como “pets”.Este espetáculo se apoia em uma estética lúdica, orgânica e profundamente poética, resgatando o encantamento do teatro narrativo e simbólico. A narrativa será conduzida por personagens-animais inspirados em casos reais, transformados em arquétipos que representam coragem, resistência e sabedoria — os “guardiões da liberdade”. Esses personagens convidarão as crianças a uma jornada onde a empatia é o caminho e a natureza, o destino.
Objetivo GeralPromover a educação ambiental e a valorização da fauna silvestre brasileira, por meio da circulação do espetáculo teatral "Floresta de Histórias - Guardiões da Liberdade", despertando a consciência ecológica e a empatia em crianças e adolescentes de diferentes cidades dos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul. Objetivos Específicos- Realizar 40 apresentações teatrais do espetáculo em teatros, escolas e ginásios, alcançando diretamente o público infantojuvenil (crianças de 6 a 11 anos), educadores e comunidades locais.- Produzir 1 montagem cênica original, com dramaturgia baseada em histórias reais de resgate de animais silvestres.
Em tempos marcados pela crescente degradação ambiental e pela desconexão entre o ser humano e a natureza, o projeto "Floresta de Histórias _ Guardiões da Liberdade" surge como uma ação cultural urgente, sensível e profundamente necessária. A proposta vai além de um espetáculo teatral: é uma experiência poética e educativa que convida o público infantojuvenil a repensar sua relação com o planeta, especialmente com os animais silvestres — seres muitas vezes invisibilizados, explorados ou reduzidos à condição de objetos.A infância é a fase em que se moldam valores e percepções. Por isso, o projeto aposta no poder simbólico do teatro para plantar sementes de empatia, consciência ecológica e responsabilidade social. Ao apresentar histórias inspiradas em animais reais que foram vítimas de tráfico ou maus-tratos e que foram resgatados, a narrativa desperta no público jovem uma compreensão emocional e crítica sobre as consequências das ações humanas no meio ambiente. Cada personagem-animal, transformado em arquétipo narrativo, torna-se um guia para o entendimento do respeito à vida em todas as suas formas.O teatro aqui se articula como linguagem integradora — une literatura, música, elementos visuais e interatividade. Com isso, promove uma experiência sensorial que atinge não apenas o intelecto, mas o afeto, estabelecendo conexões duradouras entre o espectador e a mensagem ambiental proposta. Essa abordagem é essencial quando se trata de provocar mudanças de comportamento: ela não impõe, mas encanta; não repreende, mas convida à reflexão.Além de sua força simbólica, o projeto também se destaca pelo seu compromisso com a inclusão, com ações de acessibilidade como tradução em Libras e apresentações gratuitas, especialmente em escolas públicas, ginásios comunitários e espaços de cultura de cidades dos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul. Levar cultura onde ela raramente chega é um gesto de reparação e cidadania. Garantir o acesso gratuito ao teatro é reconhecer a cultura como um direito, e não como privilégio.Do ponto de vista educacional, "Floresta de Histórias _ Guardiões da Liberdade" pode ser um valioso aliado das escolas, dialogando com temas transversais como ética, meio ambiente, cidadania e diversidade. A obra oferece subsídios para a continuidade de debates em sala de aula, fortalecendo o papel da arte como ferramenta pedagógica. O projeto se propõe, assim, a ser mais do que um evento pontual — ele busca deixar um rastro de transformação, encantamento e consciência.Além disso, a proposta dialoga com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU, especialmente no que diz respeito à educação de qualidade (ODS 4), à vida terrestre (ODS 15) e à promoção de sociedades mais inclusivas e sustentáveis (ODS 16). Ao unir arte e ecologia, o projeto assume um papel ativo na formação de uma geração mais sensível, informada e engajada.Por fim, ao recorrer ao Mecanismo de Incentivo à Cultura para viabilizar suas ações, o projeto reafirma a importância da Lei de Incentivo à Cultura como instrumento democrático de financiamento de propostas que promovem impacto social, inclusão e transformação. O apoio de empresas incentivadoras não representa apenas um patrocínio, mas uma aliança concreta com um futuro mais justo, ético e comprometido com a vida.Enquadramento no Art. 1º da Lei nº 8.313/91O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei Rouanet:Inciso I _ "Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória." O espetáculo contribui para a formação cultural do público infantojuvenil e promove o conhecimento sobre a biodiversidade brasileira e sua preservação.Inciso II _ "Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pela dinâmica de sua cultura." Ao abordar a relação do ser humano com os animais e a natureza, o projeto valoriza saberes ligados à convivência harmônica com o meio ambiente, enraizados em muitas comunidades tradicionais e rurais.Inciso IV _ "Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural brasileiro." O projeto atua na valorização da fauna nacional como parte do patrimônio natural e simbólico do país, por meio da arte e da memória afetiva construída com as crianças.
FICHA TÉCNICA (CONTINUAÇÃO)Igor Tadielo (Funçõ no projeto: trilha sonora): Igor Tadielo, musico Santamariense atua profissionalmente há 13 anos. É instrumentista, cantor, compositor e ator. Atualmente cursa Música – Licenciatura na Universidade Federal de Santa Maria, integra a Companhia Armazém como ator e produtor musical, além de ser produtor musical e cultural com váriosprojetos aprovados e executados. Há 12 anos preseete na companhia armazém, já realizou mais de 500 apresentações como ator e produtor musical. Vencedor de vários concursos artísticos como intérprete, destacando o Primeiro lugar no Encontro De Artes e Tradição (ENART) no ano de 2015, e Campeão na modalidade Musical do mesmo festival no ano de 2016. Ainda no mesmo festival tem prêmios de 2º e 3º lugares, além do bi-campetonato na modalidade Conjunto Instrumental. Ainda no ENART tem prêmios de 2º e 3º lugares, além do bi-campetonato na modalidade Conjunto Instrumental. Participou de Festivais de Folclore em diversos estados do Brasil, como no Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e nos Países do Chile e Uruguai. Foi indicado ao prêmio açorianos no ano de 2021, na categoria intérprete pelo álbum Tradição que Se Garante, do Grupo Fio de Bigode. Desde o ano de 2015 é figura ativa em festivais de musica nacionais e regionais, destacando a participação e premiação nos seguintes festivais: 1º lugar, melhor letra, melhor arranjo e melhor interprete do 15º Canto da Lagoa (Encantado – RS), 1º Lugar e melhor intérprete do 25º Ronco do Bugio ( São Francisco de Paula/RS), 2º lugar e melhor interprete do 3° Canto Galponeiro (Passo Fundo/RS), Melhor interprete do II Canto do Charão (Muitos Capões/RS), ainda participando como interprete, instrumentista ou compositor em festivais como a Tertúlia Musical Nativista (Santa Maria), Canto Missioneiro (Santo Ângelo), Carijo Da Canção Gaúcha (Palmeira das Missões), Vertente da Canção de Lagoa Vermelha, dentre outros. Foi indicado ao Prêmio Açorianos no ano de 2021, na categoria intérprete pelo álbum Tradição que Se Garante, do Grupo Fio de Bigode. Desde o ano de 2015 é figura ativa em festivais de música nacionais e regionais, premiando e atuando ao lado de conhecidos compositores do cenário regional. Ainda em 2021 foi reconhecido pelo Prêmio Trajetórias Culturais da Mestra Syrlei Amaro. ___________________OBSERVAÇÃO:Ao final do projeto, cada beneficiado receberá uma revista em quadrinhos, produzida com recursos da rubrica de divulgação. O material terá caráter cultural e informativo, apresentando a temática da peça de teatro de forma lúdica e acessível, ampliando o alcance e a permanência da mensagem junto ao público. Além dos custos tradicionais de divulgação — como mídias digitais, materiais gráficos e medidas de acessibilidade —, essa rubrica também contemplará a elaboração e a impressão das revistas.
Etapas do Processo Criativo e MontagemA montagem será dividida em três fases estruturais:1. Laboratório de Criação e EnsaiosNesta fase, o elenco será introduzido ao universo temático por meio de atividades de sensibilização: rodas de conversa com especialistas em fauna silvestre, estudos de casos reais de resgate, dinâmicas de improvisação e jogos simbólicos. O roteiro, embora pré-estruturado, será desenvolvido de forma colaborativa, permitindo que as vozes dos atores – especialmente suas respostas afetivas às histórias reais – sejam incorporadas à dramaturgia. Serão realizados treinamentos físicos e vocais voltados à criação de personagens híbridos (parte animal, parte simbólica), com forte influência da técnica de corporeidade desenvolvida por Jacques Lecoq, somada à psicotécnica de Stanislaviski e à experimentação cênica coletiva. A proposta busca alcançar uma atuação orgânica, onde o corpo do ator funcione como extensão dos arquétipos naturais. Nesta fase também serão exploradas as possibilidades de interação com o público, com foco em despertar a escuta ativa das crianças e estimular sua participação em momentos-chave da encenação. 2. Concepção Cênica (Cenografia, Figurinos, Trilha e Adereços)A cenografia será pensada como uma floresta simbólica e mutável, feita com materiais reutilizáveis e elementos que dialoguem com a estética da sustentabilidade. Elementos móveis e modulares permitirão a adaptação do espetáculo para ginásios, auditórios e salões comunitários, sem perder a poesia da encenação. Os figurinos serão híbridos: ao mesmo tempo que remetem à natureza e ao reino animal, terão características simbólicas e humanas. A trilha sonora será composta por sons da mata, cantigas originais e elementos musicais corporais (batidas, assobios, instrumentos artesanais). Nesta etapa, todo o aparato visual e sonoro será ajustado para criar uma ambientação sensorial — com foco em provocar encantamento e empatia. 3. Ensaios Gerais e Experimentações com PúblicoCom todos os elementos cênicos finalizados, os ensaios se voltam à montagem final, com foco na coesão rítmica, na interação com o público e na fluidez entre cena e proposta pedagógica. Serão realizados ensaios abertos com grupos de crianças, possibilitando ajustes com base em sua recepção direta. A interatividade será testada e calibrada: o espetáculo não só será assistido, mas vivido. As crianças serão convidadas a “plantar ideias”, “cuidar de sementes” ou “libertar” personagens por meio de ações simbólicas — tornando-se parte ativa da floresta. Fundamentos Teóricos e PedagógicosO espetáculo dialoga com os princípios da Educação Ambiental Crítica (Sauvé), entendendo a arte como ferramenta de transformação e não apenas de contemplação. Adota também princípios da Ecopedagogia, onde o cuidado, a coletividade e a empatia com o planeta são promovidos por meio da experiência sensível. A escolha por uma dramaturgia híbrida e interativa visa formar um público mais atento ao seu entorno, mais afetivamente ligado à natureza e mais consciente de sua responsabilidade ética e cidadã.
Acessibilidade Física As apresentações do projeto “Floresta de Histórias – Guardiões da Liberdade” ocorrerão, preferencialmente, em espaços públicos com terreno plano e de fácil circulação. Caso seja identificada a necessidade de adaptação, serão instaladas rampas móveis para garantir o acesso de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Também haverá reserva de assentos em áreas prioritárias (geralmente nas primeiras fileiras), garantindo visibilidade, conforto e participação plena e equitativa no evento.Item da planilha orçamentária: Destacamos que, conforme a Lei Federal nº 13.146/2015 (Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência), os espaços públicos devem atender às normas técnicas de acessibilidade física. Sendo assim, a definição dos locais exatos de realização das atividades será feita durante a etapa de pré-produção, em diálogo com as Secretarias Municipais de Cultura, priorizando espaços que já estejam adaptados. Por esse motivo, o projeto não inclui rubrica específica para obras ou adaptações estruturais, considerando que a acessibilidade mínima estará garantida conforme a legislação vigente.Acessibilidade de Conteúdo Com o compromisso de garantir a plena compreensão e participação de pessoas com deficiência sensorial, o projeto adotará as seguintes medidas de acessibilidade de conteúdo:Intérprete de Libras em todas as apresentações do espetáculo, permitindo a tradução simultânea da narrativa para pessoas surdas;Audiodescrição para vídeos e materiais promocionais, proporcionando acesso a pessoas com deficiência visual;Item da planilha orçamentaria: Interprete de Libras e Tradução (audiodescrição)OBS: Contudo, considerando que parte significativa das apresentações ocorrerá em escolas, a equipe de produção, durante a fase de pré-produção, entrará em contato com cada instituição para verificar a existência ou não de alunos ou público com deficiência auditiva ou visual. Caso não haja necessidade comprovada de intérprete de Libras ou audiodescritor, a escola será convidada a assinar uma declaração formal dispensando tais serviços. Nessa hipótese, os valores correspondentes, previstos em planilha, serão realocados para outras despesas do projeto, conforme necessidade da produção e mantendo o equilíbrio orçamentário. Essa estratégia garante o compromisso com a acessibilidade, respeitando as especificidades de cada local atendido, sem abrir mão da inclusão e da responsabilidade com os recursos públicos e incentivados.
Todas as atividades serão ofertadas gratuitamente a população. Também, seguindo as diretrizes da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 23, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2025 no artigo 47, o projeto irá:VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores;
d.marin Planejamento Cultural/ daiane marin da silva ltda (Função no projeto: coordenação geral, custos administrativos e outros custos que porventura forem necessarios ao projeto): Tendo por diretora Daiane Marin formada em Relações Públicas pela UFSM e acadêmica de Direito pela Atitus. Daiane atua no Planejamento Cultural da produtora d.marin, que define estratégias junto aos seus clientes e executa projetos, há mais de 19 anos, na área de Incentivos Fiscais. Desenvolve e viabiliza iniciativas de artistas, produtores culturais e do Poder Público, além de desenvolver projetos exclusivos e sob medida a empresas, clubes e entidades. A d.marin é uma empresa de planejamento cultural que define estratégias, junto aos seus clientes e executa projetos (há mais de 19 anos) na área de Incentivos Fiscais. Desenvolve e viabiliza iniciativas de artistas, produtores culturais e do Poder Público, além de desenvolver projetos exclusivos e sob medida para empresas, clubes e entidades. A d.marin atende clientes de diversas cidades e estados brasileiros. Trabalha com equipes multidisciplinares das áreas de educação e comunicação, composta por profissionais parceiros e prestadores de serviço. Os projetos são elaborados de acordo com as normas vigentes de cada Incentivo Fiscal, transmitindo, simultaneamente, os valores, objetivos e ações do cliente.Companhia Armazém Cultura e Entretenimento (Função no projeto: Grupo teatral): Fundada em 2008, a Companhia Armazém Cultura e Entretenimento tem como principal atividade a criação e apresentação de espetáculos teatrais e musicais. Além disso, atua na organização e produção de eventos, espetáculos sob encomenda, ações promocionais e intervenções artísticas.Nosso propósito é criar experiências inesquecíveis e significativas, seja para empresas, famílias ou comunidades. Utilizamos todas as possibilidades que a arte, o teatro, o cinema e a música oferecem para emocionar, divertir, conectar e transformar. Valorizamos o relacionamento entre pessoas e empresas, promovendo sensações, estímulos e vivências únicas a cada apresentação. Sediada no interior do Rio Grande do Sul, a Companhia Armazém tem um objetivo muito claro: levar sua arte e seus espetáculos aos quatro cantos do Brasil — e assim temos feito! Atualmente, nosso repertório conta com 11 espetáculos em circulação. Em 2016, realizamos nossa primeira turnê fora do estado, levando o espetáculo Terra à Vista ao Pará. Desde então, já circulamos por diversos estados brasileiros, como Bahia, Espírito Santo, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Paraíba, consolidando nossa trajetória e ampliando o alcance da nossa arte.Felipe Mendes – Katupiry (Função no projeto: ator): Ator, bailarino, palhaço, coreógrafo e pesquisador interdisciplinar. Graduado em Licenciatura em Dança pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM – 2018), Felipe também possui formação em circo pela Escola Internacional de Circo do CIRCOCAN (SC – 2016) e uma sólida trajetória nas Danças Urbanas, iniciada em 2005. Com mais de 15 anos de atuação como palhaço, integrou o casting do Cirque du Soleil em Buenos Aires, Argentina, em 2018. Desde 2005, Felipe desenvolve uma trajetória artística de forma interdisciplinar, mesclando dança, circo e palhaçaria em suas criações, com destaque para a concepção do projeto autoral Palhafítness – o treinamento do palhaço, uma proposta que une preparação física, comicidade e expressão corporal. Atualmente, circula com seus espetáculos em turnês nacionais e internacionais, além de produzir conteúdos autorais em seu Instagram, onde compartilha trechos de suas pesquisas e performances. Seu trabalho se destaca pela originalidade, pela investigação contínua e pela capacidade de dialogar com diferentes públicos e linguagens artísticas.Gabriele Dors (Função no projeto: Atriz): Gabriele Dors iniciou sua carreira artística no cinema em 2006, com a participação no episódio "O Canibal de Erechim", da série Histórias Extraordinárias (RBS TV). No teatro, estreou com o monólogo "Memórias de Nina", espetáculo solo que permanece em cartaz desde 2008 e já circulou por mais de 300 cidades, consolidando sua trajetória cênica. Ao longo dos anos, atuou em diversas produções audiovisuais, incluindo longas e curtas-metragens, comerciais, videoclipes, webséries, além de espetáculos teatrais e intervenções artísticas. Foi aluna do Instituto Stanislavsky Digital, onde cursou Atuação Metódica, e recebeu o prêmio de Melhor Atriz no SMVC 2021. Também se destaca como apresentadora do projeto audiovisual CineGabi e foi host do podcast Art&Cash, voltado à economia criativa. Desde 2021, atua na produção cultural, tendo escrito projetos contemplados em diferentes editais e realizando a produção executiva de trabalhos da Watermelon Filmes e do Palhaço Katupiry, com quem colabora em diversas iniciativas artísticas.Leonardo Roat (Função no porjeto: diretor): Doutor e Mestre em Ciências da Linguagem pela Universidade do Sul de Santa Catarina - UNISUL. Pesquisa em artes cênicas, audiovisual, hipermídia /web, linguagem e comunicação com a Tese: ESPAÇOS DE RELAÇÃO E TENSÃO NAS PRÁTICAS DE COM-POSIÇÃO E IN-PREVISTOS NA CENA CONTEMPORÂNEA. E com a dissertação : AS ARTES CÊNICAS EM UM MUNDO DE CARBONO E SILÍCIO: PERSPECTIVAS DE (RE)SIGNIFICAÇÃO DOS ELEMENTOS CÊNICOS CONSTITUINTES NA CENA CONTEMPORÂNEA A PARTIR DA INCORPORAÇÃO DA LINGUAGEM AUDIOVISUAL E DA HIPERMÍDIA. Possui graduação em Bel. Artes Cênicas - Interpretação Teatral pela Universidade Federal de Santa Maria - UFSM (2002) e graduação em Bel. Artes Cênicas-Dir. Teatral pela Universidade Federal de Santa Maria - UFSM (2001). Tem experiência e vem atuando principalmente nos seguintes temas: teatro, audiovisual, cinema, direção de atores, novas mídias e produção cultural.Débora Garcia (Função no projeto: cenografia - Criação, produção e execução de figurinos - Espaço para ensaios): é artista e administradora, formada em Administração em 2008 pelo Centro Universitário Franciscano. Mãe do Gabriel e do Miguel, iniciou sua trajetória artística ao participar por dois anos das oficinas de Iniciação Teatral com o professor Helquer Paez. Em 2012 passou a integrar a Companhia Armazém, onde seu primeiro trabalho foi a criação da personagem Morna para uma festa junina, dando início a uma participação constante tanto na parte artística quanto na produção técnica dos espetáculos. Desde 2014 realiza trabalhos de intervenções artísticas, tendo integrado a Caravana de Natal Coca-Cola nos anos de 2015 a 2018 e atuado como atriz nos espetáculos Uma Ponte para Noel e Uma História de Natal. Também esteve presente no evento Viva o Natal Santa Maria de 2017 a 2023. Em 2023 participou da produção da VIII Festa dos Carreteiros e da VIII Carreteada da Canção e Poesia Nativa em São Valentim/Santa Maria (RS). No ano seguinte, integrou a programação de eventos de Páscoa em diferentes cidades: Viva a Páscoa em Santa Maria, Páscoa das Mercês em São Sepé e a 6ª edição da Festa da Páscoa em Roca Sales. Desde 2019 faz parte da equipe do espetáculo Terra à Vista... a aventura continua!, com 28 apresentações em cidades do Rio Grande do Sul, contratada pela D.Marin Planejamento Cultural. Paralelamente, desde 2018 atua na produção e execução de feirões de automóveis em parceria com o Bradesco Financiamentos. Em 2019, visualizando novas possibilidades profissionais, fundou a empresa D.Garcia Produções de Eventos Ltda, dedicada à realização de eventos culturais e sociais. Contato: debora_garcia_adm@yahoo.com.br | (55) 99142-2346*CONTINUA EM OUTRAS INFORMAÇÕES
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.