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PRONAC 256970Expirado o prazo de captação totalMecenato

Sons do Velho Chico – Música Instrumental Através do Rio São Francisco

61.771.189 JOAO FELIPE BASTOS CAVALCANTI
Solicitado
R$ 183,0 mil
Aprovado
R$ 183,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
PE
Município
Recife
Início
2026-01-01
Término
2026-03-31
Locais de realização (5)
Penedo AlagoasPiaçabuçu AlagoasPiranhas AlagoasPaulo Afonso BahiaPetrolândia Pernambuco

Resumo

O projeto Sons do Velho Chico - Música Instrumental Através do Rio São Francisco realiza 5 apresentações gratuitas de música instrumental e 5 oficinas de produção musical em cidades ribeirinhas do Rio São Francisco, abrangendo três estados: Pernambuco, Alagoas e Bahia. A iniciativa conta com a participação de músicos de destaque no cenário nacional, que compartilham seu conhecimento com as comunidades locais de forma totalmente gratuita. Dessa forma, amplia-se o acesso da população a manifestações artísticas de qualidade e fomenta-se a formação cultural no semiárido nordestino. O circuito contempla as cidades de Penedo, Piaçabuçu, Piranhas, Paulo Afonso e Petrolândia.

Sinopse

O projeto Sons do Velho Chico – Música Instrumental através do Rio São Francisco apresenta dois produtos culturais principais:Shows de música instrumental: Apresentações ao vivo que percorrem cinco cidades ribeirinhas do Rio São Francisco, com repertório autoral e interpretações que dialogam com a cultura e as paisagens do Nordeste brasileiro. O espetáculo valoriza a diversidade sonora da região, explorando estilos variados da música instrumental contemporânea, sem uso de voz, permitindo acessibilidade universal. Classificação indicativa: Livre.Oficinas musicais: Atividades formativas realizadas paralelamente aos shows, voltadas para jovens e comunidades locais, com foco em produção musical e noções gerais de música. As oficinas promovem o desenvolvimento artístico, a formação técnica e estimulam a expressão cultural e participação ativa da comunidade. Classificação indicativa: a partir de 12 anos. Roteiro das Oficinas de Produção MusicalCarga horária: 3h por oficinaPúblico-alvo: jovens, músicos iniciantes e interessados da comunidadeMetodologia: expositiva, dialogada e prática (demonstrações ao vivo)Bloco 1 – Fundamentos de Música (40 min)- Elementos básicos da música: ritmo, harmonia e melodia- Estrutura de uma canção (introdução, verso, refrão, ponte, finalização)- Diferença entre música popular, erudita e instrumental- Exemplos práticos com violão, teclado ou computadorBloco 2 – Noções de Produção Musical (1h 10min)- O que é produção musical e o papel do produtor- Etapas da produção: pré-produção, gravação, mixagem e masterização- Introdução a softwares de produção musical (DAWs)- Uso básico de microfones e captação de áudio- Organização de arranjos: camadas sonoras, timbres e texturas- Exemplos práticos de edição de áudio e loopsBloco 3 – Prática Coletiva (1h 10min)- Exercício de criação coletiva de uma base musical simples- Demonstração de como gravar vozes ou instrumentos com recursos acessíveis- Debate sobre os desafios da produção musical no contexto nordestino- Orientações sobre como dar continuidade ao aprendizado com ferramentas gratuitas e coletivasEncerramento (20 min)- Espaço para perguntas- Compartilhamento de experiências dos artistas convidados- Convite à reflexão sobre a música como ferramenta cultural e social

Objetivos

Objetivo Geral:Promover o fortalecimento da cultura nordestina por meio da valorização e difusão da música instrumental em cidades ribeirinhas do Rio São Francisco, ampliando o acesso da população local a manifestações artísticas de qualidade e incentivando a formação cultural regional. Objetivos específicos:1. Realizar 5 apresentações gratuitas de música instrumental em diferentes cidades do Rio São Francisco, abrangendo 3 estados da região Nordeste.2. Oferecer 5 oficinas vinculadas aos shows, com foco em produção musical para jovens e comunidades locais.3. Fomentar a circulação e a integração cultural entre músicos locais e convidados, promovendo a troca de saberes e experiências.4. Divulgar o projeto por meio de mídias sociais, rádios locais e imprensa regional, alcançando um público estimado de pelo menos 3.000 espectadores.5. Garantir acessibilidade e democratização do acesso às atividades, priorizando locais públicos e adotando recursos para inclusão.

Justificativa

O projeto Sons do Velho Chico depende do financiamento por meio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, previsto na Lei nº 8.313/91, para viabilizar a realização de shows e oficinas de música instrumental em cidades ribeirinhas do Rio São Francisco, garantindo acesso gratuito à população local e valorizando a cultura regional.O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91:Inciso II: "promoção de eventos de natureza cultural, artístico ou científico" _ pois promove uma circulação artística com apresentações musicais.Inciso IV: "produção, edição, lançamento e divulgação de obras e eventos culturais e artísticos" _ através da realização e divulgação dos shows e oficinas.Além disso, o projeto atende aos objetivos elencados no Art. 3º da Lei 8.313/91, que são:I: "a promoção e difusão da cultura nacional, especialmente das manifestações culturais brasileiras" _ ao valorizar a música instrumental nordestina.III: "a democratização do acesso às manifestações culturais" _ garantindo shows gratuitos e oficinas abertas nas cidades do semiárido.IV: "o incentivo à produção artística" _ ao reunir músicos renomados e estimular a formação local por meio das oficinas.V: "a preservação e divulgação do patrimônio cultural brasileiro" _ ao destacar o Rio São Francisco e as identidades regionais.Por meio desse enquadramento, o Sons do Velho Chico demonstra estar plenamente alinhado com a finalidade da Lei Rouanet e ressalta sua dependência do mecanismo de incentivo para garantir a execução e alcance dos resultados propostos.

Estratégia de execução

O projeto Sons do Velho Chico propõe um percurso artístico que valoriza o Rio São Francisco não apenas como um eixo geográfico, mas como símbolo de resistência cultural, diversidade e vida para o povo nordestino. A proposta se diferencia por levar a música instrumental contemporânea a regiões pouco contempladas por programações culturais estruturadas, contribuindo para a descentralização do acesso à arte.Além da realização dos shows e oficinas, o projeto tem um forte potencial de desdobramento: pretende gerar registros em áudio, vídeo e fotografia, permitindo futuras ações formativas, materiais de memória e novos circuitos de circulação. Também estimula redes de colaboração entre artistas locais e os músicos convidados, fortalecendo os vínculos culturais e abrindo caminhos para projetos futuros.A atuação da equipe, composta por artistas de relevância nacional com forte ligação com a região, garante sensibilidade, competência técnica e compromisso com o impacto social positivo do projeto. Sons do Velho Chico é, assim, uma ação que une excelência artística, inclusão e valorização do território cultural brasileiro.

Especificação técnica

Especificações Técnicas do ProdutoShows de música instrumental:Duração: Aproximadamente 90 minutos por apresentação.Local: Espaços públicos adaptados nas cidades ribeirinhas do Rio São Francisco.Material técnico: Sistema de som profissional com equipamentos de alta qualidade (microfones, caixas de som, mesas de som), iluminação cênica básica e instrumentos musicais dos músicos participantes.Equipe técnica: Técnico de som e iluminação, produtores e equipe de apoio local.Oficinas musicais:Duração: 2 horas por oficina, realizadas no mesmo dia dos shows.Conteúdo: Abordagem prática e teórica em produção musical e noções gerais de música, incluindo técnicas de gravação, arranjo, uso de softwares básicos de produção musical, além de exercícios musicais para desenvolvimento técnico e criativo.Material: Instrumentos musicais disponíveis para uso coletivo, computadores ou tablets com software de produção musical, apostilas e material didático impresso para os participantes.Projeto pedagógico: As oficinas visam promover a formação cultural e técnica dos participantes, estimulando o protagonismo artístico local e a valorização da cultura musical regional, com metodologia participativa e adaptada ao contexto das comunidades atendidas.

Acessibilidade

O projeto Sons do Velho Chico adota medidas para garantir acessibilidade física e de conteúdo, promovendo a inclusão plena do público.Acessibilidade física: Todos os locais escolhidos para os shows e oficinas serão adaptados para receber pessoas com mobilidade reduzida, contando com rampas de acesso, banheiros adaptados e sinalização tátil para facilitar a circulação.Acessibilidade de conteúdo: As apresentações musicais e oficinas contarão com recursos de acessibilidade comunicacional, incluindo intérprete de Libras durante as oficinas, legendas descritivas em materiais informativos e audiodescrição em eventos selecionados, visando atender pessoas com deficiência auditiva e visual, além de promover a participação ativa de todos.

Democratização do acesso

O projeto Sons do Velho Chico garante o acesso gratuito e aberto da população local às apresentações musicais, realizadas em espaços públicos nas cidades ribeirinhas do Rio São Francisco. As oficinas musicais vinculadas aos shows também são gratuitas e direcionadas especialmente a jovens e comunidades locais, promovendo a formação cultural e o desenvolvimento artístico.Além disso, o projeto contempla ações para ampliar o alcance das atividades, como ensaios abertos ao público e transmissão ao vivo das apresentações e oficinas pelas redes sociais, possibilitando que pessoas de outras regiões acompanhem o conteúdo. Essas estratégias ampliam a democratização do acesso, promovendo inclusão e valorização da cultura regional.

Ficha técnica

Principais participantes:Lúcio Maia – Guitarrista e compositor, ex-integrante da Nação Zumbi, reconhecido por sua contribuição à música nacional e à cultura brasileira contemporânea.Benke Ferraz – Guitarrista e produtor musical da banda Boogarins, destaque no cenário alternativo nacional e internacional.Rafael Almeida – Multi-instrumentista e compositor do Cordel do Fogo Encantado, com ampla experiência em música instrumental e teatro musical.Clayton Barros – Músico e produtor, integrante do Cordel do Fogo Encantado, com experiência em produção artística e execução musical.João Felipe Cavalcanti – Músico e produtor, vinculado a projetos como Tagore e Superego, atuante na cena instrumental brasileira.Essa equipe reunirá conhecimento, experiência e reconhecimento nacional para garantir a excelência técnica e artística do Sons do Velho Chico.O proponente é músico, produtor cultural e gestor artístico com mais de 15 anos de atuação na cena musical brasileira. Produziu e lançou diversos discos ao longo da carreira, com destaque para o álbum Pineal, da banda Tagore, em que atuou como produtor musical, engenheiro de som e multi-instrumentista. O trabalho levou a banda a se apresentar no prestigiado festival South by Southwest (SXSW), em Austin (EUA), e no Lollapalooza Brasil, em São Paulo.Também colaborou com o renomado músico e produtor Pupillo (Nação Zumbi), durante a produção do disco Maya, de Tagore — período em que Pupillo também produzia artistas como Gal Costa e Erasmo Carlos. João Felipe é ainda idealizador e líder do projeto solo Superego, que alcança um público expressivo nas plataformas digitais, com cerca de 30 mil ouvintes mensais, consolidando sua presença na cena da música instrumental e autoral contemporânea.No projeto Sons do Velho Chico, João Felipe atua como proponente e diretor musical.

Providência

Periodo para captação de recursos encerrado.