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PRONAC 256975Autorizada a captação total dos recursosMecenato

CHICO MENDES: A ÓPERA DA FLORESTA

CIRCUITO TEATRANDO PROMOCOES LTDA
Solicitado
R$ 7,07 mi
Aprovado
R$ 7,07 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ópera
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Óperas
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
Sorocaba
Início
2025-09-01
Término
2026-09-30
Locais de realização (13)
Americana São PauloBarueri São PauloCampinas São PauloGuarulhos São PauloIndaiatuba São PauloJundiaí São PauloPaulínia São PauloRibeirão Preto São PauloSantos São Paulo

Resumo

O projeto CHICO MENDES: A ÓPERA DA FLORESTA é um espetáculo de teatro musical que celebra a vida de Chico Mendes, destacando sua trajetória em defesa da vida e do meio ambiente na Amazônia. Com apresentações de uma temporada em São Paulo capital e circulação do espetáculo em 12 cidades do interior de São Paulo, além de realizar oficinas culturais de teatro em cada cidade para público local.

Sinopse

Sinopse do projeto CHICO MENDES: A ÓPERA DA FLORESTA CHICO MENDES: A ÓPERA DA FLORESTA é um musical que acompanha a jornada de Francisco Alves Mendes Filho, o seringueiro acreano que se tornou um dos maiores defensores da Amazônia e dos direitos dos trabalhadores da floresta. O espetáculo se inicia na infância de Chico Mendes, em Xapuri, um pequeno município no coração do Acre, onde ele aprende desde cedo sobre o valor da floresta e o ofício de seringueiro, ao lado de sua família e de sua comunidade. Neste primeiro ato, o público é transportado para a imensidão da Amazônia, com cenários que evocam a floresta viva e que contextualizam as dificuldades enfrentadas pelos moradores locais, enquanto músicas emocionantes e coreografias inspiradas na cultura amazônica embalam a narrativa. No segundo ato, o musical mergulha na transformação de Chico em um líder sindical e ativista. Aqui, vemos sua luta contra as forças políticas e econômicas que ameaçam a floresta e a vida dos seringueiros, explorando a coragem e resiliência de Chico ao se unir a outros trabalhadores para defender o direito de viver em equilíbrio com a natureza. A música e a dança intensificam a atmosfera de resistência e urgência, enquanto Chico lidera manifestações, organiza bloqueios pacíficos e se torna uma voz respeitada no Brasil e no mundo. No terceiro e último ato, o musical alcança seu clímax com a crescente perseguição enfrentada por Chico, suas reflexões sobre as ameaças à floresta e os momentos de tensão que culminam em seu assassinato. Mesmo após sua morte, a obra destaca como o legado de Chico Mendes ecoa até os dias de hoje. Com uma música final impactante, o elenco celebra a importância de sua luta e reforça a urgência de preservar a floresta e os direitos humanos. O espetáculo termina com uma visão de esperança e inspiração, chamando o público a refletir sobre seu papel na preservação do meio ambiente. Em sua conclusão, CHICO MENDES: A ÓPERA DA FLORESTA presta uma homenagem profunda ao ativista e aos seringueiros que, ao lado de Chico, defenderam a floresta, deixando uma mensagem de compromisso, coragem e esperança para as gerações futuras.

Objetivos

Objetivo Geral Realizar o projeto CHICO MENDES: A ÓPERA DA FLORESTA durante nove meses, sendo uma temporada de três meses na cidade de São Paulo e circulação do espetáculo em 12 cidades do interior de São Paulo: Campinas, Sorocaba, Americana, Paulínia, São José do Rio Preto, Ribeirão Preto, Barueri, São josé dos campos, Santos, Guarulhos, Jundiaí e Indaiatuba, apresentando a trajetória de Chico Mendes difundindo sua história e seu legado ambiental e social, e sensibilizando o público para a importância da preservação da Amazônia e dos direitos dos trabalhadores da floresta. Objetivos Específicos - Realizar uma temporada de três meses do espetáculo na cidade de São Paulo.- Realizar circulação do espetáculo, em 12 cidades do interior de São Paulo, sendo elas, Campinas, Sorocaba, Americana, Paulínia, São josé do Rio Preto, Ribeirão Preto, Barueri, São josé dos Campos, Santos, Guarulhos, Jundiaí e Indaiatuba, ampliando o acesso ao teatro musical. - Celebrar por meio do espetaculo a vida e a luta e a obra de Chico Mendes.- Destacar a tragetória de Chico Mendes defensor de causas ambientais da Amazonia. - Educar o público sobre a importância da preservação ambiental e da justiça social através da arte. - Promover reflexões sobre a história do Brasil, suas questões socioambientais e a atuação dos defensores dos direitos humanos. - Envolver artistas locais, técnicos e produtores em um projeto cultural de alto impacto social.- Produzir um espetaculo músical com, dança e efeitos visuais, como em uma ópera contemporânea;- Sensibilizar o público para temas que estão na ordem do dia, como preservação ambiental, direitos humanos e justiça social por meio da arte teatral, popularizando o legado de Chico Mendes.Educar e conscientizar o público sobre sustentabilidade e cidadania: Proporcionar um espetáculo que, através da arte, eduque sobre o impacto da conservação ambiental e promova o entendimento dos direitos humanos como um pilar da cidadania. Integrar a comunidade artística e técnica local: Envolver profissionais e artistas de Campinas e Sorocaba na produção do espetáculo, proporcionando aprendizado, trocas culturais e fortalecendo a rede de atores, técnicos e produtores da região em um projeto cultural com relevância nacional. CONTRAPARTIDA SOCIAL - Realizar 70 horas de Oficinas Culturais e Workshops de teatro GRATUITO.- Promover atividades de capacitação em teatro e temas socioambientais, oferecer 70 horas de oficinas culturais e Workshops, como contrapartida, utilizando técnicas teatrais para engajar os participantes em discussões sobre meio ambiente e empatia.

Justificativa

O projeto cultural CHICO MENDES: A ÓPERA DA FLORESTA presta uma homenagem a uma das figuras mais icônicas na defesa, um verdadeiro herói Brasileiro da Amazônia e dos direitos humanos no Brasil. Francisco Alves Mendes Filho, conhecido como Chico Mendes, foi um seringueiro, sindicalista e ativista ambiental que dedicou sua vida à luta pela preservação da Amazônia e à proteção dos direitos dos trabalhadores da floresta. Mesmo após sua morte em 1988, Chico Mendes tornou-se um símbolo mundial de resistência ambiental, e seu legado continua impactando políticas públicas e inspirando movimentos de defesa ambiental e social. A importância de Chico Mendes na luta ambiental brasileira é inegável, e o impacto de suas ações reverbera até os dias de hoje. Em 1985, ele foi um dos fundadores do Conselho Nacional dos Seringueiros, através do qual promoveu a criação de Reservas Extrativistas, uma conquista que permitiu aos povos tradicionais viverem e trabalharem de maneira sustentável na floresta, garantindo a proteção ambiental e o sustento das famílias locais. Em 1990, dois anos após sua morte, foi criada a primeira Reserva Extrativista (Resex) no Brasil, a Resex Chico Mendes, no Acre, a qual continua a promover o desenvolvimento sustentável e a proteção da biodiversidade. Além disso, as reservas extrativistas tornaram-se um modelo de conservação ambiental que hoje se expandiu para diversas áreas do Brasil e servem como referência mundial de sustentabilidade. Dados recentes apontam que as Reservas Extrativistas abrigam cerca de 50 mil famílias e protegem mais de 10 milhões de hectares da floresta amazônica, atuando como barreiras contra o desmatamento e a degradação ambiental. Chico Mendes também foi um dos primeiros a defender o conceito de "desenvolvimento sustentável" muito antes de esse termo se popularizar globalmente, mostrando que é possível conciliar a preservação ambiental com a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das comunidades locais. Mesmo 35 anos após sua morte, o legado de Chico Mendes continua inspirando políticas públicas no Brasil e no exterior. Em 2019, o Fundo Amazônia, que financia projetos de conservação da floresta, recebeu reconhecimento mundial como uma iniciativa inspirada pela luta de ativistas como Chico. Além disso, ele inspirou o Programa de Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA), considerado o maior programa de conservação em florestas tropicais do mundo. A importância de seu legado é reforçada também por ações como a inclusão do nome de Chico Mendes em escolas, centros culturais, prêmios e conferências ambientais, tanto no Brasil quanto internacionalmente, mantendo viva a memória de sua luta e amplificando o impacto de suas conquistas. O projeto CHICO MENDES: A ÓPERA DA FLORESTA busca não apenas resgatar a memória desse grande ativista, mas também sensibilizar o público sobre a urgência da preservação ambiental e dos direitos das comunidades da floresta, temas de extrema relevância no atual contexto de aquecimento global e desmatamento crescente. A cultura e a arte, por meio do teatro musical, têm a capacidade de emocionar, educar e mobilizar o público, permitindo que a mensagem de Chico Mendes seja transmitida de forma envolvente e acessível a diferentes faixas etárias e perfis sociais. O teatro musical, como veículo artístico, torna-se uma poderosa ferramenta de conscientização, pois envolve o espectador em uma experiência imersiva, reforçando a importância dos temas abordados e incentivando uma postura cidadã em relação ao meio ambiente. Por meio desse projeto, buscamos não apenas homenagear Chico Mendes, mas também ampliar o debate sobre a proteção da Amazônia, os direitos humanos e o papel de cada cidadão na preservação do planeta. Assim, este projeto, além de educativo, visa ser uma contribuição significativa para a valorização da memória de Chico Mendes e da luta ambiental no Brasil, inspirando o público a compreender e abraçar o compromisso de proteger o meio ambiente e as comunidades que dependem dele.

Estratégia de execução

Serão realizadas entrevistas e documentações sobre os processos de montagem, que poderão ser disponibilizadas em redes sociais e site do projeto, incluindo depoimentos de elenco e equipe, além de vídeos de bastidores. O Projeto também realizará 70 Horas de Oficinas Culturais e Workshops de teatro de forma Gratuita.

Especificação técnica

Especificações técnicas do produto Título do Espetáculo:CHICO MENDES: A ÓPERA DA FLORESTA Formato e Duração: Teatro musical com duração de 120min. Estrutura da Atividade: 1. Abertura e Ambientação Visual - O espetáculo inicia-se com uma abertura musical que evoca a atmosfera da Amazônia, combinando instrumentos típicos e sons naturais (cantos de pássaros, sons de água e folhas). - Projeções visuais são usadas para retratar a floresta amazônica, com imagens que se alteram de acordo com os momentos da história, criando um cenário imersivo e dinâmico. 2. Narrativa e Temática do Espetáculo Dividida em atos, a peça narra a vida de Chico Mendes em três fases Infância e Primeiros Contatos com a Floresta: retrata as origens humildes de Chico e seu contato inicial com a vida nos seringais. Sindicalismo e Luta pelos Seringueiros: foca em seu envolvimento político e o fortalecimento da consciência ambiental e social. Conflitos e Tragédia Final: aborda os desafios, ameaças e a perseguição que ele sofreu até seu assassinato, simbolizando seu sacrifício em nome de uma causa maior. 3. Música e Coreografia - A trilha sonora é composta por canções originais e temas inspirados na cultura amazônica, mesclando ritmos regionais com influências modernas para envolver o público em uma experiência sonora autêntica. - As coreografias, que acompanham as cenas de luta e celebração, são inspiradas nos movimentos do cotidiano dos seringueiros e os povos originais, trazendo ao palco um ritmo de resistência e energia natural. 4. Cenografia e Elementos Visuais - Os cenários são móveis e modulares, projetados para transições rápidas, representando ambientes como a floresta, seringais e pequenas vilas. A cenografia inclui árvores de seringueira estilizadas, cabanas de madeira e estruturas que remetem ao cotidiano dos seringueiros e dos povos originais; - A floresta é mostrada tanto como refúgio quanto como local de confronto, com alterações de luz e som que acompanham o estado emocional das cenas. 5. Personagens e Figurino - Chico Mendes, o personagem central, é retratado de forma a enfatizar sua simplicidade e bravura. Outros personagens incluem seringueiros, povos originarios, fazendeiros e ativistas, cada um representando as diferentes forças e desafios da Amazônia. - Os figurinos são inspirados em trajes da época e influências culturais amazônicas, criando uma ambientação histórica que remete à década de 80. 6. Tecnologia de Som e Iluminação - Utiliza-se um sistema de som ambiental para simular a atmosfera amazônica, incluindo sons de fauna e flora. - A iluminação é fundamental para enfatizar cenas dramáticas, como o uso de luzes verdes e terrosas para simular a floresta e tons mais escuros e contrastantes para os momentos de tensão e perigo. 7. Sessão de Perguntas e Respostas com o Público - Ao final de cada apresentação, uma sessão de perguntas e respostas é conduzida, permitindo que o público interaja com o elenco e diretores. - Esta atividade visa estimular discussões sobre a importância da preservação da Amazônia e sobre o legado de Chico Mendes, incentivando o público a refletir sobre seu próprio papel em questões ambientais e sociais. 8. Material Educativo e Acessibilidade - Além da sessão de perguntas, serão distribuídos materiais educativos sobre Chico Mendes e a importância das Reservas Extrativistas. - Em todas as apresentações, sessões com audiodescrição, tradução em Libras e legendas estarão disponíveis, promovendo acessibilidade para o público com deficiência visual e auditiva. 9. Impacto Social e Educacional do Espetáculo - A peça não só narra a trajetória de um defensor ambiental, mas também aborda temas como justiça social, sustentabilidade e preservação de culturas tradicionais. - Espera-se que o espetáculo inspire empatia e engajamento do público para com as causas ambientais e sociais, além de estimular ações práticas de proteção ao meio ambiente e aos direitos humanos. Atividade Extra: Oficinas de Capacitação Cultural de forma GRATUITA Além das apresentações, o projeto incluirá oficinas culturais de teatro e conscientização ambiental, realizada de forma GRATUITA. Essas oficinas são atividades complementares que oferecem capacitação em técnicas teatrais e promovem o legado de Chico Mendes como um símbolo de resistência e consciência ambiental. As oficinas contarão com: - Introdução ao teatro como meio de expressão e conscientização. - Atividades sobre a história de Chico Mendes e a importância da preservação da floresta. - Exercícios práticos de atuação, com foco em temas socioambientais.

Acessibilidade

Para garantir que CHICO MENDES: A ÓPERA DA FLORESTA seja inclusivo e acessível a públicos diversos, especialmente para pessoas com deficiência, o projeto incorpora uma série de recursos de acessibilidade, como: · Acessibilidade Física: Ambientes Acessíveis: As casas de espetáculo selecionadas possuem acessibilidade física com rampas, elevadores e banheiros adaptados para atender pessoas com deficiência motora ou mobilidade reduzida. A equipe do teatro e do projeto estará preparada para auxiliar na locomoção de espectadores que necessitarem.· Acessibilidade de Conteúdo: Audiodescrição ao Vivo: Cada apresentação contará com audiodescrição ao vivo, proporcionando uma narração detalhada dos elementos visuais da peça, incluindo cenários, figurinos, expressões faciais, movimentos e coreografias. Esse recurso permite que pessoas com deficiência visual ou baixa visão compreendam plenamente a narrativa e a estética do espetáculo. Além disso, serão distribuídos fones de ouvido individuais para que os espectadores possam acompanhar a audiodescrição de forma independente. Tradução em Libras: Haverá intérpretes de Libras posicionados em área visível do palco, garantindo que pessoas surdas e com deficiência auditiva que utilizam a Língua Brasileira de Sinais possam acompanhar o espetáculo. Os intérpretes estarão presentes em todas as apresentações, incluindo as sessões de perguntas e respostas, oferecendo um acompanhamento completo e fiel ao conteúdo do espetáculo e das discussões. Legendas Projetadas: Para pessoas com deficiência auditiva que não utilizam Libras, legendas serão projetadas no alto do palco, sincronizadas com o texto falado e cantado pelos atores. Esse recurso oferece uma leitura simultânea do espetáculo, incluindo as falas, letras das músicas e efeitos sonoros relevantes. Material Informativo em Braille e Formato Digital Acessível: Na entrada dos teatros, o público terá acesso a programas em braile e materiais de apoio que detalham o contexto histórico da obra e a relevância da luta de Chico Mendes, permitindo uma imersão contextual para pessoas com deficiência visual.

Democratização do acesso

Democratização de Acesso O projeto também buscará assegurar o acesso democrático ao espetáculo por meio de iniciativas que favoreçam a inclusão de públicos diversos e menorizados. As estratégias incluem · Ingressos Subsidiados e Meia-Entrada Social: Em parceria com patrocinadores e instituições locais, será oferecida uma porcentagem de ingressos subsidiados para grupos de baixa renda, estudantes de escolas públicas, ONGs e comunidades tradicionais como indígenas e quilombolas. Esse benefício visa reduzir o custo de ingresso para grupos que tradicionalmente possuem menos acesso a atividades culturais. · Cotas de Ingressos com Desconto para Grupos Culturais e Escolares: Escolas públicas, centros de assistência social, organizações ambientais e grupos culturais terão acesso a um pacote especial de ingressos com descontos significativos, promovendo o acesso para grupos com interesse na obra e do legado de Chico Mendes. · Sessões Populares: Serão programadas sessões populares com preços reduzidos em dias e horários alternativos, visando alcançar aqueles que podem ter dificuldades em adquirir ingressos para as sessões convencionais. Essas sessões buscarão atingir principalmente moradores locais, proporcionando um ingresso mais acessível sem comprometer a sustentabilidade financeira do projeto. · Parcerias com Instituições Educativas: Para que o conteúdo do espetáculo atinja estudantes e jovens, o projeto realizará parcerias com universidades, escolas e centros educacionais para divulgar e incentivar a ida ao teatro, oferecendo pacotes de ingressos a preços reduzidos. Dessa forma, busca-se ampliar a participação de jovens e estudantes. Essas ações garantem que o espetáculo alcance uma diversidade de públicos, promovendo o legado de Chico Mendes e fomentando a inclusão social na cultura, mesmo com ingressos pagos. -Também realizaremos 70 horas de Oficinas Culturais e Workshops de teatro GRATUITO.

Ficha técnica

Rui di Carvalho - DIRETOR GERAL Nascido em Mogi das Cruzes (SP), em 22 de setembro de 1957, Rui di Carvalho passou sua infância na capital do país, transferindo-se, posteriormente, para a Região Metropolitana de São Paulo e, depois, para Sorocaba (SP). Sua trajetória começou na Grande São Paulo, no final dos anos 70, como membro do Grupo Vereda, dirigido pelo renomado diretor musical Tato Fischer. A estreia como ator ocorreu na montagem da peça Mais Quero um Asno que me Carregue que Cavalo que me Derrube, de Carlos Alberto Soffredini (adaptação da Farsa da Inês Pereira, de Gil Vicente).A partir desse ponto, construiu sua carreira participando de diversas peças, entre as quais a A História do mui Nobre Cavaleiro Dom Chicote Mula Manca e seu Fiel Escudeiro Zé Chupança, que recebeu o prêmio Mambembe nos anos 80. Essa experiência o inspirou a embarcar na produção de teatro infantil para apresentações em escolas públicas e privadas. Envolveu-se na produção de mais de 50 adaptações de obras literárias nacionais e internacionais, apresentadas principalmente na região Sudeste, como Pinóquio, A Pequena Sereia, O Pequeno Príncipe, Sonic e Encanto.Hoje acumula as experiências de mais de 45 anos dedicados às artes cênicas. Amante da musicalidade brasileira e da história da arte, ele também vem agregando considerável conhecimento nesse campo, o que lhe permite mergulhar profundamente nos papéis que assume, compreendendo o propósito e a missão de cada personagem.Assim tem escrito sua história no cenário teatral nacional e regional, e atualmente concentra seus esforços na preparação de biografias e narrativas de figuras históricas, que, de alguma forma, impactaram em suas épocas, e em outros projetos, como o de teatro de bonecos, com uma adaptação de Dom Quixote pela Companhia Teatrando, da qual foi empresário proponente e é diretor geral. Ao longo de sua jornada, absorveu influências de importantes diretores e cenógrafos, como Antunes Filho e Naum Alves de Souza, e esteve engajado nos movimentos sociais dos anos 80, incluindo as Diretas Já.Teve a oportunidade de conhecer a trajetória de Chico Mendes, herói da Amazônia assassinado em 1990, e se identifica com a luta por justiça e direitos humanos e pela preservação ambiental.Atualmente, busca projetos que compartilhem sua visão de um mundo mais justo e humano, encantando tanto crianças quanto adultos com suas produções teatrais e biográficas. E segue ativo no cenário teatral, com o desejo de deixar um legado duradouro para as futuras gerações. Annamaria Dias - DIREÇÃO ARTÍSTICA Annamaria Dias iniciou sua carreira na televisão em 1965, participando dos programas de Lúcia Lambertini, na TV Cultura, então pertencente aos Diários e Emissoras Associadas. Durante 15 anos, foi contratada pela Rede Tupi de Televisão, onde atuou em diversas telenovelas, incluindo Antonio Maria, Nino, o Italianinho, Vitória Bonelli, O Meu Pé de Laranja Lima, Roda de Fogo, A Viagem e Tchan, a Grande Sacada.Posteriormente, passou 12 anos no SBT (Sistema Brasileiro de Televisão), onde participou de novelas como Destino, A Força do Amor, A Justiça de Deus, Sombras do Passado e Jerônimo, o Herói do Sertão. Além de atuar, trabalhou como diretora assistente em 10 telenovelas, entre as quais, Esmeralda, Jamais te Esquecerei, Marisol, Amor e Ódio, Seus Olhos e Canavial de Paixões. E dirigiu as novelas Amigas e Rivais e Revelação.Na TV Cultura, trabalhou por quatro anos no Projeto Telescola, que recebeu o Prêmio Japão Internacional de Melhor Programa Educativo, além de participar de teleteatros, telecontos e do Cabaré Literário. Ainda escreveu para o seriado Joanna, em parceria com a jornalista e autora Liba Fridman, transmitido pela Rede Globo e protagonizado por Regina Duarte.No teatro, atuou em 18 peças, entre as quais Álbum de Família, Marta de Tal, Um Grito de Liberdade, Caiu o Ministério, Leonor de Mendonça, Extremos, Um Tiro no Coração, O Abajur Lilás e Trair e Coçar é só Começar. Entre 1986 e 1988, foi coordenadora de teatro da Febem (Fundação do Bem Estar do Menor), onde desenvolveu projeto teatral para integrar internos e funcionários. Dessa experiência, resultou o livro Me Leva nos Braços, Me Leva nos Olhos, lançado pela Editora Vida e Consciência em 2010.Lançou adaptações teatrais dos livros Laços Eternos e Esmeralda, de Zibia Gasparetto/Lúcius, além de realizar a adaptação do livro Senzala, de Salvador Gentile. Ainda trabalhou na área de comunicação diferenciada e eventos na multinacional de comunicação Sage.Com sua empresa, VTeatro Produções, criou o Teatro Empresarial e 23 produtos artísticos para a área corporativa, em parceria com a atriz e empresária Cléo Ventura. Foi diretora geral da AC TV - Alma & Consciência TV, uma web TV da Editora Vida e Consciência. Autora de 25 textos teatrais e com diversos projetos para televisão, publicou em livro as peças de sua autoria, como Vida a um, a dois, a três... e O Despertar de uma Deusa, pela Giostri Editora, na série Dramaturgia Brasileira.Premiações - Prêmio Roquete Pinto - Atriz (TV) - Prêmio Governador do Estado - Atriz (Teatro) - Prêmio APCA(Associação Paulista de Críticos de Artes) - Atriz (Teatro) - Troféu Comunicação - Atriz (Teatro) - Prêmio Anchieta - Dramaturgia (Teatro) - 32º Prêmio Dia Internacional da Mulher - Pelo conjunto de trabalhos realizados. Gilda Vandenbrande – ROTEIRISTAGilda Vandenbrande é atriz, dramaturga, compositora, diretora teatral e musical, iluminadora e sonoplasta. Reconhecida como pessoa de Notório Saber pelo Sated-SP (Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões no Estado de São Paulo), possui 58 anos de carreira. Iniciou no Teatro Íntimo de Comédia de Santos e no Grupo Teffi. Atuou em peças como Hair (1969), A Hora da Estrela e Vidas Secas. Dirigiu espetáculos como Presença de Regina, Tainakã e Bem me Quer – A Filha de Oxum.No teatro infantil, participou de mais de 35 montagens, incluindo A Vaca Lelé, O Menino Marrom e A Caverna do Dragão. Na TV, atuou na novela Canoa do Bagre (Record) e, no cinema, participou de Memórias da Boca e A Mulher da Árvore. Foi orientadora do Projeto Ademar Guerra e representante da Cooperativa Paulista de Teatro.Recebeu prêmios como APCA, Apetesp, Mambembe e Governador do Estado. Teve textos publicados na revista Teatro da Juventude e participou de obras sobre dramaturgia. Criou luz e montagem para shows de Milton Nascimento e Wanderléa e segue ativa em projetos culturais e na preservação da memória do teatro brasileiro. Atualmente, apresenta o projeto Ela Encena, da Escola Livre de Artes TV ELA, dedicado ao resgate da memória cultural do teatro brasileiro. Também continua a desenvolver espetáculos e iniciativas voltadas à valorização da cultura popular, indígena e afro-brasileira.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

Sorocaba São Paulo
São José do Rio Preto São Paulo
São José dos Campos São Paulo
São Paulo São Paulo