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PRONAC 257017Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Contos do Céu-Terra

43.762.526 IZABELA CRISTINA BITTENCOURT RODRIGUES
Solicitado
R$ 369,3 mil
Aprovado
R$ 369,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais, culturais, com museografia ou acervos de museus
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-01-05
Término
2027-03-31
Locais de realização (3)
Vila Velha Espírito SantoBarbacena Minas GeraisRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto visa a produção e circulação da exposição itinerante Contos do Céu-Terra, que fará uso de multilinguagens, como: contos literários, ilustrações, artes digitais, narrações de histórias e rodas de conversas, para apresentar diferentes perspectivas culturais sobre as práticas de observação do céu e da terra, relacionando-os aos registros artísticos, literários, científicos, filosóficos e ambientais de povos tradicionais, indígenas e africanos. Destinado ao público livre, essa iniciativa visa a garantia de acesso ao patrimômio imaterial do Brasil, proporcionando reflexões que valorizem a diversidade cultural no cenário artístico, literário e científico.

Sinopse

Exposição Contos do Céu-Terra é uma exposição itinerante que une arte, ciência e tecnologia para apresentar ao público de diferentes idades as diferentes formas de observar e interpretar o céu com base nas relações com a natureza. A partir de narrativas, mitos, ilustrações e observações astronômicas produzidas por povos tradicionais, indígenas e africanos, a mostra revela como esses conhecimentos dialogam com a ciência contemporânea e com questões socioambientais atuais.Com sete painéis ilustrados, recursos de realidade virtual e aumentada, e um observatório solar indígena cenográfico, a exposição proporciona uma experiência sensorial, interativa e inclusiva, ampliando o acesso ao patrimônio imaterial do Brasil.O projeto valoriza a diversidade cultural brasileira através das artes visuais, promovendo o diálogo intercultural e fortalecimento da identidade coletiva, ao mesmo tempo em que desperta o interesse de crianças, jovens e adultos pelas ciências exatas, humanas e naturais.Em seu formato itinerante, com pequeno porte e acessível, a exposição será realizada em escolas, museus ou centros culturais, garantindo entrada gratuita e ações de mediação educativa, além de disponibilizar materiais acessíveis em diferentes formato.

Objetivos

Objetivo Geral: fazer uso de multilinguagens e painéis expositivos interativos, com uso de realidade virtual e aumentada, para apresentar as práticas de observação do céu e da terra realizadas por povos tradicionais, indígenas e africanos, destacando os registros artísticos, literários, científicos, filosóficos e ambientais destes povos.Objetivo específico:(1) Realizar a produção de painéis expositivos com ilustrações de narrativas sobre o céu de povos tradicionais, indígenas e africanos;(1.1) Os painéis da exposição, aproximadamente sete, vão apresentar ilustrações de contos sobre o céu registrados oralmente e na literatura, evidenciando a produção de conhecimento sobre as relações céu-terra feitas por povos tradicionais, indígenas e africanos. Em cada painel haverá ilustrações e artes digitais de objetos celestes que se relacionam com os contos, desta forma, será possível uma abordagem multicultural e interdisciplinar sobre o céu.(2) Realizar produções de conteúdos interativos em realidade virtual e realidade aumentada;(2.1) Os recursos em realidade aumentada vão possibilitar o uso de tablet ou smartphone para observar nos painéis da exposição projeções animadas de planetas, satélites naturais, sistema solar, galáxia, entre outros. A composição desse módulo interativo tem como objetivo mostrar que as práticas de observação do céu e da terra nos proporcionaram diversos conhecimentos científicos e culturais.(2.2) O "Jogo das constelações" (nome provisório) em realidade virtual vai possibilitar a imersão em um cenário de céu noturno realista, onde o jogador poderá fazer uso de óculos de realidade virtual e joystick para observar e identificar diferentes constelações de povos indígenas de forma lúdica, compreendendo suas relações com a passagem do tempo e variações climáticas.(3) Realizar circulações da exposição interativa com ações de arte-educação para promover o acesso ao público de aproximadamente seis mil estudantes de escolas públicas;(3.1) Em seu primeiro ano de circulação, 12 (doze) escolas públicas da região sudeste serão selecionadas para sediar a exposição no período de uma semana letiva, aproximadamente cinco dias, totalizando 60 (sessenta) dias de exibição da exposição para alcançar um público de aproximadamente 6.000 (seis mil) estudantes;(3.2) A circulação da exposição será mediada por arte-educadores que vão realizar as narrações das histórias apresentadas e contextualizá-las em uma roda de conversas sobre as relações entre natureza e cultura. Visando o alcance do público alvo e democratização do acesso, o projeto será desenvolvido em escolas públicas de diferentes cidades, possibilitando que as histórias e culturas de povos tradicionais, indígenas e africanos sejam evidenciadas e valorizadas.

Justificativa

O presente projeto é um desdobramento de pesquisas iniciadas em 2019 pela arte-educadora proponente, voltadas ao estudo da astronomia nas culturas indígenas e africanas e ao desenvolvimento de recursos de arte-educação que aproximam ciência, arte, natureza e cultura. O Brasil, por sua grande diversidade cultural, guarda saberes tradicionais que oferecem interpretações singulares da natureza, incluindo o céu, onde constelações, astros e fenômenos visíveis a olho nu são traduzidos em narrativas, símbolos e expressões artísticas. Essas formas de leitura do cosmos refletem modos de vida e de pensamento que articulam cosmologia, filosofia, literatura e ciência, configurando um patrimônio cultural de grande valor.No entanto, as abordagens educativas e culturais sobre astronomia frequentemente reduzem esse conhecimento às perspectivas científicas ocidentais ou, quando incluem aspectos históricos e culturais, privilegiam tradições greco-romanas amplamente difundidas. Essa prática, embora importante, limita a representação da diversidade cultural brasileira, contribuindo para o distanciamento do público, sobretudo de crianças e jovens de origens tradicionais, indígenas e afrodescendentes, que não reconhecem suas culturas nesses espaços de produção de conhecimento.O projeto, ao trazer para o espaço expositivo narrativas celestes de povos tradicionais, indígenas e africanos por meio de linguagens artísticas contemporâneas _ como artes digitais, realidade aumentada e realidade virtual _ busca romper a separação tradicional entre obra e público. Essa abordagem tecnológica amplia o alcance da proposta, pois dialoga com dispositivos já presentes no cotidiano (smartphones, tablets e jogos eletrônicos), criando experiências sensoriais e interativas que facilitam a conexão entre espectadores e conteúdos.Com dimensão de pequeno porte e caráter itinerante, a exposição poderá ser exibida em escolas, museus e espaços culturais, contribuindo tanto para ampliar o acesso ao patrimônio cultural quanto para a formação escolar, despertando o interesse pelas ciências exatas, naturais e humanas. Trata-se de uma ação que valoriza saberes tradicionais, fomenta o respeito às diversidades culturais e reforça a importância da pluralidade de olhares sobre a natureza e o universo.Assim, o projeto justifica a necessidade de apoio por meio de recursos públicos via Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, previsto na Lei 8.313/91, uma vez que se enquadra diretamente nos seguintes incisos do Art. 1º:Inciso III _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores: a proposta garante visibilidade a produções culturais de matrizes indígenas, africanas, ribeirinhas e caiçara, valorizando criadores e comunidades que tradicionalmente permanecem à margem das práticas institucionais de difusão cultural.Inciso IV _ proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional: ao apresentar ilustrações de mitos, saberes e cosmologias desses povos, o projeto protege e fortalece expressões fundamentais da identidade brasileira, reforçando a diversidade cultural que constitui o país.Inciso V _ salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira: a exposição contribui para a continuidade de práticas culturais que, se não valorizadas, correm o risco de esvaziamento e esquecimento, transmitindo conhecimentos às novas gerações.Inciso VI _ preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro: as narrativas e saberes celestes de povos, tradicionais, indígenas e afrobrasileiros são bens imateriais, de importância histórica e cultural, que merecem preservação por meio de registro, difusão e apropriação educativa.Inciso VII _ desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações: a abordagem intercultural do projeto estabelece pontes entre cosmologias brasileiras e africanas, estimulando a valorização da diversidade cultural e o reconhecimento de sua importância no cenário internacional.Inciso VIII _ estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória: ao aliar narrativas tradicionais a tecnologias digitais, a proposta produz e difunde bens culturais que, além do valor artístico, promovem conhecimento científico e memória coletiva.Inciso IX _ priorizar o produto cultural originário do País: o projeto toma como base produções culturais brasileiras de povos tradicionais, indígenas e afrodescendente, contribuindo diretamente para a difusão e valorização desses conteúdos.No que se refere aos objetivos do Art. 3º da Lei 8.313/91, o projeto também se enquadra, de forma fundamentada, nos seguintes incisos e alínea:Inciso II _ fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore: a proposta consiste diretamente na realização de uma exposição itinerante que articula arte, ciência e cultura, fomentando a produção cultural com temática inovadora.Inciso III _ preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais: a exposição resgata narrativas folclóricas e tradições ligadas à observação do céu, contribuindo para a valorização e difusão do patrimônio cultural imaterial brasileiro.Inciso IV _ estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos: o formato itinerante do projeto aliado à gratuidade de acesso assegurará que crianças, jovens e comunidades periféricas, muitas vezes excluídas do consumo cultural, possam participar da experiência.Inciso V _ apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais: o projeto prevê a contratação de profissionais especializados para garantir a qualidade técnica e conceitual da exposição, reforçando a cadeia produtiva da cultura.Diante do exposto, fica evidente que a proposta responde a objetivos fundamentais da Lei 8.313/91, justificando o uso de recursos públicos para sua realização. O caráter itinerante amplia o acesso e a democratização da cultura, ao mesmo tempo em que promove a valorização de saberes tradicionais e a articulação destes com linguagens artísticas contemporâneas. Trata-se de um projeto inovador, inclusivo e de grande relevância sociocultural, capaz de contribuir para a formação crítica e sensível do público e para a preservação da diversidade cultural brasileira.

Estratégia de execução

O projeto tem o apoio e parceria de espaços educativos, como: Museu da Vida Fiocruz-RJ, Museu Ciência e Vida (Duque de Caxias-RJ), Espaço Ciência Viva (Tijuca-RJ), Planetário de Maricá-RJ e Museu do Brinquedo da Universidade de São Paulo.A gestão do projeto se compromete com futuras captações de recursos financeiros para manter a circulação da exposição. Na ausência de recursos financeiros de patrocinadores para continuidade do projeto, todos os bens permanentes da exposição poderão ficar expostos temporariamente nos espaços expositivos das instituições parceiras, os quais são destinados ao público de diferente faixa etária, possuem acessibilidade no espaço para pessoas com deficiência e acesso gratuito em todas as atrações. Dessa forma, a produção da exposição se manterá aberta à visitação, consulta e pesquisa pública.Inicialmente, o projeto se propõe a realizar itinerancia em escolas públicas do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espirito Santo. Os trechos para deslocamento entre esses Estados consideram o deslocamento / passagem de três profissionais da equipe, sendo eles: narradora de histórias, mediador cultural e fotógrafa. O deslocamento de materiais expositivos será realizado em pequeno transporte de carga.

Especificação técnica

1- Estrutura Expositiva1.1 - Painéis expositivos:- 7 painéis modulares (6 com ilustrações e 1 com texto de apresentação, equipe e patrocinadores) em MDF leve ou PVC expandido, com impressão digital de alta resolução;- Dimensões aproximadas: 1,20m x 2,00m cada;- Suportes desmontáveis e de fácil transporte;- Altura acessível para leitura por pessoas de baixa estatura e em cadeira de rodas.1.2- Artes digitais interativas:- 7 artes digitais em realidade aumentada;- jogo educativo em realidade virtual com animações de constelações indígenas;1.3- Observatório solar indígena (instalação central):- Estrutura circular com gnômon em haste metálica/ madeira;- Marcação dos pontos cardeais e limites solares com pedras cenográficas;- Área delimitada de 2m de diâmetro para simulação e mediação.2. Recursos Tecnológicos2.1 - Realidade virtual (VR): Óculos VR com aplicativos que simulam constelações indígenas relacionadas com a passagem do tempo.2.2 - Realidade aumentada (AR): Aplicativo compatível com smartphones e tablets, permitindo sobreposição de ilustrações celestes em tempo real.2.3 - Áudio e vídeo: Tablets ou QR Codes nos painéis para acesso a áudios com narração em português, Libras e audiodescrição.3. Acessibilidade3.1 - Arquitetônica: Estrutura modular adaptável a diferentes espaços, garantindo rampas e circulação acessível.3.2 - Comunicacional: Audiodescrição dos painéis via QR Code, Vídeos com legendas e interpretação em Libras; Catálogo digital em formato acessível (PDF compatível com leitores de tela).3.3 - Mediação cultural: Oficinas e visitas guiadas em linguagem simples, inclusiva e adaptada ao público escolar e a pessoas com deficiência intelectual e autistas.4. Dimensões e Espaço Expositivo4.1- Área mínima: 50m² (ajustável a espaços maiores) para circulação livre e acessível, com espaço central reservado ao observatório solar indígena.5. Transporte e Montagem5.1- Estruturas modulares desmontáveis, acondicionadas em caixas de transporte;5.2- Veículo utilitário (van/furgão) para itinerância;6. Iluminação e Ambientação6.1- Luminárias LED direcionais de baixo consumo;6.2- Ambientação sonora suave inspirada em músicas tradicionais indígenas e africanas;7. Materiais de Apoio7.1- Catálogo físico;7.2- Folders acessíveis com fonte ampliada e linguagem simplificada.

Acessibilidade

O presente projeto adota medidas de acessibilidade arquitetônica, comunicacional, de conteúdo e de divulgação, assegurando a participação plena e efetiva das pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e idosos, respeitando adaptações razoáveis sem ônus desproporcional.I – Acessibilidade Arquitetônica- As exposições serão realizadas preferencialmente em espaços educativos ou culturais que disponham de infraestrutura acessível, incluindo sanitários acessíveis, rampas, pisos táteis, corrimãos e circulação adequada para cadeiras de rodas.- A montagem da exposição será planejada com altura adequada dos painéis e dos dispositivos digitais, para que possam ser visualizados tanto por pessoas em pé quanto por cadeirantes e pessoas de baixa estatura. Também será garantida áreas de descanso com assentos para pessoas idosas e com mobilidade reduzida.II – Acessibilidade Comunicacional e de Conteúdo- Audiodescrição das obras e conteúdos, por meio de QR Codes em cada painel, permitindo que pessoas com deficiência visual acessem a descrição detalhada das ilustrações e narrativas.- Jogo educativo em realidade virtual com legenda em português.- Produção de catálogo digital em formato acessível (PDF com leitura automática, fonte ampliada e contraste adequado).- Uso de linguagem simples e clara em materiais educativos, de forma a atender também pessoas com deficiência intelectual e autistas.- Nas atividades mediadas, capacitação de educadores e mediadores culturais para atendimento inclusivo, sensível às necessidades de pessoas com deficiência psicossocial, autistas e com deficiência múltipla.III – Comunicação e Divulgação Acessíveis- Divulgação dos eventos com informações claras sobre medidas de acessibilidade disponíveis (rampas, audiodescrição, Libras, materiais digitais acessíveis etc.).- Disponibilização de conteúdos em múltiplos formatos acessíveis: cartazes digitais com descrição em texto alternativo, publicações em redes sociais compatíveis com leitores de tela e vídeos curtos com legendas .- Garantia de gratuidade no acesso ao público escolar, comunidades periféricas e pessoas com deficiência, assegurando democratização da participação.

Democratização do acesso

O projeto de exposição itinerante Contos do Céu-Terra adotará como medida de ampliação de acesso a oferta gratuita de ingressos e atividades educativas para escolas públicas, comunidades periféricas, povos indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência.A itinerância da exposição priorizará municípios e regiões com baixa oferta cultural, garantindo que públicos tradicionalmente afastados de equipamentos culturais tenham acesso à programação. Além disso, o projeto prevê:- Acesso gratuito e universal à exposição, voltada para estudantes de todas as idades e seus educadores;- Ações educativas mediadas, com oficinas e visitas orientadas, voltadas especialmente ao público infantojuvenil, jovens e adultos de escolas públicas;- Materiais digitais acessíveis e gratuitos, disponíveis em PDF com leitura automática, fonte ampliada e contraste adequado;- Recursos de acessibilidade (audiodescrição, legendas e/ou Libras) garantindo a participação plena de pessoas com deficiência.Dessa forma, o projeto assegura não apenas a democratização do acesso físico e econômico, mas também a inclusão social, cultural e educacional, em consonância com o Art. 47 da IN 23/2025.

Ficha técnica

NOME: Izabela C. Bittencourt Rodrigues (proponente)FUNÇÃO: responsável pela curadoria, direção e gestão do ProjetoRESUMO DA TRAJETÓRIA: Bióloga pela UERJ, mestre em ensino de astronomia e doutoranda em Ensino de Ciências pela USP, com especialização em Gestão de Projetos (USP/ESALQ). Atua no setor cultural e de arte-educação desde 2016, com experiência em mediação e contação de histórias em museus e projetos de divulgação científica. Formada em contação de histórias pelo IFRJ, integrou equipes no Museu Ciência e Vida e no Museu da Vida Fiocruz, desenvolvendo materiais educativos com base em saberes indígenas e africanos com atividades de contação de histórias. Realiza pesquisas e desenvolve projetos sobre relações étnico raciais, sendo contemplada com editais de fomento à cultura.NOME: Flávia CoelhoFUNÇÃO: direção artística e narradora de históriasRESUMO DA TRAJETÓRIA: Possui formação em Artes Dramáticas pela Escola Técnica de Teatro Martins Penna, graduação em Cenografia pela UFRJ e licenciatura em Letras pela UNESA, além de cursos, oficinas, imersões e residências artísticas com grupos teatrais. Atuou como arte-educadora em diversos projetos socioculturais, como "Redes de Desenvolvimento da Maré" e "Travessias", e foi professora de artes na Biblioteca Parque de Manguinhos. Atualmente integra a equipe de itinerância do Museu da Vida Fiocruz. É contadora de histórias desde 2007 e ministra oficinas na área.NOME: Martha MarandinoFUNÇÃO: consultora expográficaRESUMO DA TRAJETÓRIA: Professora titular da Faculdade de Educação da USP, atua no setor cultural e de arte-educação com foco em museus e ensino de ciências. Coordenadora do Grupo de Estudo de Pesquisa em Educação Não Formal e Divulgação da Ciência, desenvolve pesquisas e ações educativas em espaços formais e não formais. Foi coordenadora da equipe educativa do Museu de Astronomia e Ciências Afins (1998–2002), diretora do Centro de Preservação Cultural da USP (2018–2022) e é vice-coordenadora do Museu da Educação e do Brinquedo da FEUSP. É membro ativa de comitês internacionais ligados à museus e educação museal.NOME: Empresa Studio Monumental FUNÇÃO: desenvolvimento de recursos em realidade virtual e realidade aumentadaRESUMO DA TRAJETÓRIA: Studio Monumental é composto por um time internacional desenhado para entregar conteúdo visual interativo e imersivo. A empresa possui soluções de alta-tecnologia como scanners 3D, tours virtuais 360, video-mapping, realidade aumentada, imagens aéreas, fazendo com que a comunicação institucional, de moda, retratos, eventos, stills, arquitetura ou arte, possam ser entregues com sensibilidade e criatividade, inovando no diálogo entre espectador e suas imagens.NOME: Brigiti BandiniFUNÇÃO: fotógrafa e mediadora culturalRESUMO DA TRAJETÓRIA: Bacharel em Ciências Biológicas pela UERJ e estudante de licenciatura, atua no setor cultural como fotógrafa freelancer e educadora/mediadora no Ciência Móvel da Fiocruz. Desde 2018, desenvolve trabalhos no audiovisual, com destaque para exposições fotográficas como Uniflexo e registros de intervenções urbanas e espetáculos artísticos. Realizou a documentação fotográfica de peças teatrais e do projeto cultural “Céu, espelho da Terra”, evidenciando sua contribuição contínua para a difusão da arte e da ciência em espaços culturais e educativos.NOME: Mayra MunizFUNÇÃO: DesignerRESUMO DA TRAJETÓRIA: Artista das linguagens visuais, aliando intuitivamente experimentações gráficas a projetos e pessoas que promovam ideias sustentáveis de pensar consumo e sociedade. Observadora e admiradora dos atos de criação manifestados na natureza e no universo infantil.NOME: Mū'ūybí MaxacaliFUNÇÃO: ilustradora de contos indígenas sobre o céuRESUMO DA TRAJETÓRIA: artista indigena Maxakali, produz desenhos, poemas, músicas, fotografias e vídeos da natureza para retratar a sua ancestralidade e honrar sua etnia de origem.NOME: Pedro PoetaFUNÇÃO: arte-educador - mediador culturalRESUMO DA TRAJETÓRIA: graduado em filosofia pela UFRJ, mestre e doutorando em educação pelo PROPED UERJ. Como educador é criador dos projetos Pensadores Cariocas, Academia da Poesia e Imersão Filosófica. Como poeta lançou seu seu livro de poesia Poesia Nossa de Cada Dia- Alimentos Poéticos Para Inspirar O cotidiano. Pedro atua na conexão entre cultura-educação-filosofia, recriando educações em campos escolares e não escolares, envolvendo projetos de pensamento crítico, filosófico e poético para jovens perifericos.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.