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Produção e realização de temporadas do espetáculo de rua MANIFESTO, monólogo biográfico inspirado na trajetória e no pensamento crítico do artista Eduardo Marinho. A obra será encenada em uma Kombi adaptada como palco itinerante, promovendo apresentações gratuitas em espaços públicos em diversas cidades do Brasil. O projeto propõe um teatro de resistência e reflexão social, acessível a diversos públicos, além da produção de um documentário como registro videográfico do processo de criação da obra e medida de ampliação de acesso com ônibus gratuito para instituições beneficiadas.
Espetáculo Teatral: ManifestoMANIFESTO é um monólogo biográfico itinerante que materializa o pensamento crítico de Eduardo Marinho em linguagem teatral de rua. Utilizando a Kombi “Celestina” como palco, ateliê e galeria móvel, o solo questiona o consumismo, a alienação e as desigualdades sociais, convertendo o espaço público em arena de resistência, escuta e renovação de valores, e convidando o público a imaginar uma vida mais simples, solidária e consciente. Eduardo Marinho rejeitou, ainda jovem, os privilégios de classe que herdaria de sua família, optando por uma vida à margem dos códigos da sociedade de consumo. Seu corpo e sua fala, ao longo de décadas, tornaram-se testemunhos vivos de um outro projeto de vida _ mais conectado às dimensões humanas essenciais: escuta, presença, partilha, dignidade. Seus escritos, falas e intervenções nas ruas e nas redes ressoam fortemente sobretudo entre jovens que buscam novos referenciais éticos e existenciais, frente ao vazio do hiperconsumo e ao esgotamento das estruturas tradicionais de poder e representação.MANIFESTO pretende dar corpo cênico a essa filosofia de vida, fazendo do teatro um canal de amplificação crítica e sensível. Ao escolher o espaço público como território de atuação _ e não o palco convencional _ o projeto rompe com as barreiras simbólicas que ainda distanciam muitos cidadãos da fruição artística. Documentário Sobre o Processo Criativo do Espetáculo ManifestoSobre: O conteúdo aborado será o processo de criação do espetáculo descrito acima.
Objetivo GeralEste projeto propõe produção e realização, em formato de espetáculo de rua itinerante, de uma temporada do monólogo biográfico Manifesto, com concepção e atuação de Lee Taylor e direção de Georgette Fadel, tendo como elemento cenográfico central a Kombi Celestina _ palco, ateliê e galeria de arte móvel _ e desenvolvido a partir de um processo colaborativo fundamentado em uma pesquisa documental sobre a vida e a visão de mundo singular de Eduardo Marinho, artista de rua, escritor e ativista social que, ao longo de sua trajetória, desafiou os valores materialistas da sociedade contemporânea em busca de uma existência mais autêntica e conectada às necessidades humanas essenciais.A obra tem como propósito expor o pensamento crítico de Marinho, que denuncia a obsessão pelo consumo, a alienação e as desigualdades sociais estruturais de um sistema que privilegia o acúmulo de riquezas em detrimento da consciência e da solidariedade. Manifesto pretende transformar o palco em um espaço de resistência, reflexão e renovação de valores, despertando no público o desejo por uma vida mais simples, solidária e consciente. Objetivos Específicos1. Produzir e apresentar uma temporada em São Paulo e no Rio de Janeiro com 24 apresentações gratuitas em cada cidade, em espaços públicos, reforçando o caráter popular, itinerante e acessível da proposta;2. Produzir e apresentar uma temporada em Belo Horizonte e Brasília com 6 apresentações gratuitas em cada cidade, em espaços públicos, reforçando o caráter popular, itinerante e acessível da proposta;3. Promover a acessibilidade do espetáculo por meio da presença de intérprete de Libras e audiodescrição em dez apresentações e a produção de materiais acessíveis com fonte ampliada;4. Ampliar o alcance da obra por meio do fornecimento de ônibus gratuito para instituições beneficiadas; e da publicação de registros audiovisuais do espetáculo e do processo de criação (documentário);5. Reafirmar o teatro como espaço de escuta e transformação, conectando arte e consciência social a partir da filosofia crítica de Eduardo Marinho.
Vivemos um momento crítico de aprofundamento das desigualdades sociais, da banalização do sofrimento humano, da aceleração do consumo e da precarização da escuta. Em meio ao ruído das redes sociais, da publicidade e da lógica de mercado, MANIFESTO nasce como um gesto artístico radical de desaceleração, escuta e encontro. Inspirado na trajetória de Eduardo Marinho _ artista, pensador e ativista de rua cuja vida é, por si só, uma performance de resistência _ o espetáculo se propõe a ocupar o espaço público como arena de pensamento, provocação e sensibilidade coletiva.Eduardo Marinho rejeitou, ainda jovem, os privilégios de classe que herdaria de sua família, optando por uma vida à margem dos códigos da sociedade de consumo. Seu corpo e sua fala, ao longo de décadas, tornaram-se testemunhos vivos de um outro projeto de vida _ mais conectado às dimensões humanas essenciais: escuta, presença, partilha, dignidade. Seus escritos, falas e intervenções nas ruas e nas redes ressoam fortemente sobretudo entre jovens que buscam novos referenciais éticos e existenciais, frente ao vazio do hiperconsumo e ao esgotamento das estruturas tradicionais de poder e representação.MANIFESTO pretende dar corpo cênico a essa filosofia de vida, fazendo do teatro um canal de amplificação crítica e sensível. Ao escolher o espaço público como território de atuação _ e não o palco convencional _ o projeto rompe com as barreiras simbólicas que ainda distanciam muitos cidadãos da fruição artística. A rua não é apenas cenário, mas matéria dramatúrgica e política. O uso de uma Kombi como unidade cênica móvel e simbólica materializa esse desejo de deslocamento, de trânsito, de abertura: é palco, ateliê, casa, galeria _ lugar de escuta e provocação.A direção de Georgette Fadel _ reconhecida por seu trabalho como diretora de diversas montagens marcantes _ e a atuação de Lee Taylor _ com sólida trajetória no teatro, cinema e televisão _ agregam densidade artística, potência comunicativa e capilaridade ao projeto.Essa proposta se alinha aos princípios da Política Nacional de Cultura Viva, da democratização do acesso e descentralização da produção cultural. Ao levar teatro de qualidade para espaços públicos e propor um diálogo com questões urgentes como desigualdade, consumo, sentido da vida e justiça social, MANIFESTO contribui diretamente para o fortalecimento de uma cidadania cultural ativa e crítica.Em tempos de dispersão e desumanização, MANIFESTO se afirma como gesto de escuta e convite à reflexão. Não como doutrina ou panfleto, mas como obra poética e política, que abre espaço para perguntas urgentes: Que vida vale a pena ser vivida? Que valores queremos cultivar? Como construir uma existência mais justa, sensível e partilhada?O projeto conta com uma ficha técnica composta por profissionais de longa trajetória e reconhecida experiência nas artes cênicas, cuja atuação assegura a excelência artística e técnica do espetáculo.Acreditamos que esse espetáculo tem potência para despertar consciências, afetar trajetórias e reinstaurar a arte como espaço público de pensamento, empatia e imaginação crítica. Por isso, a realização de temporadas da obra é não apenas pertinente _ é urgente.A realização de apresentações do MANIFESTO demanda uma estrutura de produção que envolve etapas de ensaios, adaptação cenográfica da Kombi, equipe técnica e artística especializada, circulação itinerante e ações de acessibilidade e democratização do acesso. Esses elementos configuram um projeto de alta complexidade operacional. Por isso, a utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais (Lei 8.313/91) mostra-se essencial para viabilizar plenamente a proposta, garantindo sua qualidade, alcance e impacto social.O projeto enquadra-se nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91:Inciso I _ Facilita o livre acesso às fontes da cultura ao realizar apresentações gratuitas ou a preços populares em espaços públicos, promovendo o direito cultural da população.Inciso II _ Valoriza conteúdos locais e estimula a produção cultural regional, tendo como base a trajetória de um artista brasileiro (Eduardo Marinho) e realizando circulação em praças e ruas da cidade.Inciso III _ Apoia e difunde manifestações culturais e seus criadores, ao levar a obra de Marinho a um novo formato e público.Inciso IV _ Protege expressões culturais de grupos dissidentes, uma vez que o projeto dá voz às experiências marginalizadas e promove o pluralismo cultural.Inciso V _ Salvaguarda modos de viver e pensar que resistem ao sistema de consumo vigente, resgatando e valorizando saberes populares, filosóficos e comunitários.Inciso VIII _ Estimula a difusão de bens culturais de valor formativo, uma vez que MANIFESTO propõe reflexão crítica sobre consumo, desigualdade e humanismo.Inciso IX _ O projeto prioriza o produto cultural brasileiro ao difundir a obra de Eduardo Marinho em circulação itinerante pelo país.A proposta também contribui diretamente para o cumprimento dos objetivos estabelecidos no Art. 3º da Lei 8.313/91, especialmente:Inciso II, alínea "c" _ Realização de espetáculos de artes cênicas com apresentações gratuitas ou a preços populares em espaço público, fomentando a democratização do acesso à cultura.Inciso IV, alínea "a" _ Distribuição gratuita de ingressos para grupos sociais diversos.Inciso V, alínea "c" _ Considerado relevante por seu caráter inovador, formativo, itinerante e acessível, o projeto contribui para políticas públicas de cultura voltadas à ocupação de espaços urbanos com arte de rua de qualidade.A pertinência da Lei de Incentivo à Cultura se justifica não apenas pela viabilidade financeira, mas também pela convergência ética e estrutural entre os objetivos do projeto e os fundamentos da própria política cultural pública. O caráter itinerante e gratuito do MANIFESTO reforça seu alinhamento com os princípios da democratização do acesso à cultura, da inclusão social e da valorização de vozes dissidentes.Portanto, o apoio via Lei Rouanet não é apenas um meio possível _ é o mecanismo mais adequado e coerente para que MANIFESTO cumpra sua função como obra cultural relevante, acessível e transformadora, em consonância com o interesse público.
REFERÊNCIAS INICIAIS PARA A PESQUISA DOCUMENTAL:Observar e Absorver - Eduardo Marinho (Documentário Completo)https://youtu.be/I7arqW5luKc?si=fRgvBRv1W1TaN-fCDocumentário de 2016, dirigido por José Marques de Carvalho Jr., retrata a trajetória de Eduardo Marinho, destacando sua crítica ao consumismo e sua busca por uma vida mais consciente. Ao longo de 71 minutos, Marinho compartilha experiências pessoais e reflexões sobre temas como dinheiro, luxo, conforto e estabilidade, oferecendo uma visão alternativa sobre a sociedade contemporânea. Via Celestina (Filme Completo HD)https://youtu.be/KwAXUZQw3vc?si=k7SETdhEW90J2lv7Este filme acompanha Eduardo Marinho em suas viagens pelo Brasil, oferecendo uma visão íntima de seu cotidiano e das mensagens que compartilha com as pessoas que encontra. TRANSIÇÃO (Via Celestina 2 HD)https://youtu.be/o1XnmCnp6Bo?si=zHO-IPMLQc9kDdwi O Filme Transição nasce em meio a uma das piores crises humanitárias de saúde, percebendo e apontando bases da velha estrutura que nos conduz há tempos a um colapso tão anunciado quanto omitido, escondido pelo controle empresarial das comunicações, em seus jornais e informativos. Sugerindo novas formas para construção de um novo mundo, uma outra estrutura social, que tenha como centro de importância o ser humano e como prioridades a extinção da miséria, a formação humana, social e profissional de crianças e jovens, o atendimento dos fragilizados, a harmonia coletiva e o atendimento de todos os direitos. Eduardo Marinho traz reflexões exclusivas acerca dessa intensificação das mutações. O que a razão não alcança – TEDxDaLuzhttps://www.youtube.com/watch?v=Nmob5e4ceJE Nesta palestra, Eduardo Marinho compartilha sua trajetória de vida, desde sua origem em uma família abastada até sua escolha por uma vida simples e engajada socialmente. Ele discute a importância da intuição e da sensibilidade na compreensão do mundo. O que a razão não alcança — TEDxCanoashttps://www.youtube.com/watch?v=U08cmyvhtFsNesta apresentação, Eduardo Marinho enfatiza a crítica ao consumismo e a busca por uma vida com propósito. A determinação para achar o sentido da vida — TEDxAVCataratashttps://www.youtube.com/watch?v=vC0aA9hgHwI Nesta palestra, Eduardo Marinho explora sua busca pessoal por significado, discutindo como suas escolhas de vida o levaram a uma compreensão mais profunda da existência.
Espetáculo Teatral: ManifestoClassificação indicativa: LivreGênero: espetáculo teatral contemporâneo com linguagem biográficaDuração da apresentação: a definirLocal: 24 apresentações em São Paulo, 24 no Rio de Janeiro, 6 em Brasília e 6 em Minas Gerais.Distribuição: gratuíta, por ordem de chegada. Número de vagas por apresentação: 300 cada, totalizando 18.000 pessoas.Documentário Sobre o Processo Criativo do Espetáculo ManifestoClassificação indicativa: LivreDuração: aprox 20 minutos. Registro audiovisual Formato: 4KDistribuição em plataforma digital gratuíta. Número de pessoas atingidas (previsão): 3.000
ESPETÁCULO TEATRAL (PRODUTO PRINCIPAL)Acessibilidade FísicaO espetáculo será realizado em espaço público (ruas, praças, etc.). A escolha dos espaços públicos para a realização das apresentações será orientada por critérios de acessibilidade ao espaço urbano, priorizando locais de fácil acesso, com piso regular e circulação desobstruída.Acessibilidade de ConteúdoDas 60 apresentações 10 contarão com Libras e Audiodescrição. Produção de materiais de divulgação acessíveis com fonte ampliada.ÔNIBUS (MEDIDA DE AMPLIAÇÃO DE ACESSO)Acessibilidade FísicaO ônibus será acessível à pessoas com deficiência física. Acessibilidade de ConteúdoCaso haja alguma pessoa com redução de audição ou surda, cega ou baixa visão, haverá recepcionista que fala libras para receber o público no ônibus e estará apta a receber público com deficiências visual.REGISTRO AUDIOVISUAL DO PROCESSO CRIATIVO E TRECHOS DE ESPETÁCULO (AMPLIAÇÃO DO ACESSO)Acessibilidade FísicaDistribuição em plataforma digital, naturalmente acessível.Acessibilidade de ConteúdoRegistros do processo criativos e relatos do público, a serem posteriormente organizados e publicados em plataforma digital aberta, com tradução para libras e audiodescrição;
ESPETÁCULO TEATRAL (PRODUTO PRINCIPAL)24 apresentações em São Paulo / 24 apresentações no Rio de Janeiro / 6 apresentações em Belo Horizonte / 6 apresentações no Distrito Federal 300 vagas cada Total de ingressos = 18.00010% para divulgação (gratuito)10% para patrocinadores (gratuito)10% distribuição em caráter social (democratização de acesso)70% distribuição por ordem de chegada (gratuito)Forma de distribuição: por ordem de chegada ou fechamento de lista por meio de contato com instituição beneficiada.ÔNIBUS (AMPLIAÇÃO DO ACESSO)Fornecimento de 8 ônibus gratuitos para transporte do público, prevendo acessibilidade e incluindo acompanhante de pessoas com mobilidade reduzida.40 vagas cadaTotal de vagas = 320Forma de distribuição: fechamento de lista por meio de contato com instituição beneficiada.REGISTRO AUDIOVISUAL DO PROCESSO CRIATIVO E TRECHOS DE ESPETÁCULO (AMPLIAÇÃO DO ACESSO)Registros do processo criativos e relatos do público, a serem posteriormente organizados e publicados em plataforma digital aberta, com audiodescrição e tradução para libras;Forma de distribuição: gratuitamente em plataformas digitais.Previsão de alcance: 3.000 pessoas.
FICHA TÉCNICA MANIFESTO CURRÍCULO DOS PRINCIPAIS INTEGRANTES DA FICHA TÉCNICA DO PROJETO NAC (Núcleo de Artes Cênicas) Proponente (responsável máximo pela coordenação adminitração financeira/instância máxima de decisão)O Núcleo de Artes Cênicas (NAC) foi fundado em abril de 2013 por Lee Taylor, com o objetivo de criar um espaço artístico-pedagógico gratuito e democrático para estudo da atuação e da linguagem cênica. Com o tempo, integrantes dos cursos passaram a integrar processos criativos, formando o Coletivo NAC, composto por dez artistas. A pesquisa documental orienta nossos processos, conectando teatro ao contexto histórico-social e investigando o Brasil contemporâneo sob perspectiva latino-americana. Inspirados por experiências teatrais da América Latina, como o Teatro Experimental de Cali, priorizamos a criação colaborativa e descentralizada. No NAC, a linguagem teatral se funde com outras artes, gerando obras híbridas que abordam temas sensíveis e relevantes à sociedade brasileira, como opressão de gênero e raça, marginalização, educação pública precária, moradores de rua, vício afetivo e trabalho doméstico feminino. Produzimos sete espetáculos teatrais e colaborações em dança-teatro e performance. A primeira produção cênica do NAC foi o espetáculo de dança Holoch (2013), contemplado pela Cooperativa Paulista de Dança com o prêmio de Melhor Criação em Dança Solo, e a performance Hanã: no mais profundo dos abismos (2013), livremente inspirada na obra O Dibuk, de Sch. Anski. Em 2014, o NAC estreou seu primeiro experimento teatral, resultado do processo artístico-pedagógico proposto na primeira edição do curso de atuação, LILITH S.A.. Os experimentos DOC. (des)prezados (2015), DOC. educação (2015), DOC. eremitas (2017), DOC. A.A.A. (2017) e DOC. malcriadas (2020) são resultantes das edições seguintes do curso e fazem parte do projeto "Antologia Documental", proposta que reúne obras teatrais baseadas em relatos colhidos a partir de entrevistas realizadas pelo próprio elenco. Em 2021, o NAC estreou o seu primeiro espetáculo online, o solo de dança Aka, uma homenagem à Tomie Ohtake, com a performer Emilie Sugai. Em 2024, o NAC estreou seu mais recente espetáculo, Ilhas Tropicais. LEE TAYLOR Funções: Ator Ator, diretor e pesquisador teatral. Bacharel e mestre pela ECA/USP, com atuação docente na própria instituição e na UNESP. Coordenador artístico-pedagógico do Núcleo de Artes Cênicas (NAC), foi integrante do CPT de Antunes Filho por quase uma década, onde protagonizou obras como A Pedra do Reino, Senhora dos Afogados e Policarpo Quaresma. No cinema, atuou em Salve Geral, Entre Nós, Paraíso Perdido e Unicórnio. Na TV, destaque em Velho Chico (vencedor de diversos prêmios), Psi, O Hipnotizador, O Mecanismo, A Dona do Pedaço, Onde Nascem os Fortes e Irmandade. Como diretor, assina trabalhos como Holoch, Lilith S.A. e a série documental DOC., além de obras como Aka (2021) e Ilhas Tropicais (2024). Premiado com o Alumni USP Egressos 2024 na categoria Contribuições em Arte e Cultura. Estreará em 2026 o longa da Netflix Salve Geral – Irmandade. GEORGETTE FADEL Função: Direção Atriz e diretora formada pela ECA/USP. Prêmio Shell de Melhor Atriz por Gota D’Água – Breviário (2007). Integra a Cia São Jorge de Variedades, onde dirigiu obras como Fausto, Biedermann e os incendiários e Quem não sabe mais quem é.... Dirigiu ainda peças como Um jardim para Tchekov, Guerrilheiras (Grace Passô), O duelo (Tchekhov), Primeiro amor (Beckett) e Epidemia prata (Cia Mungunzá). No teatro, atuou em espetáculos dirigidos por nomes como Felipe Hirsch, Cibele Forjaz e Renato Borghi. No audiovisual, participou de produções como O Mensageiro (Lúcia Murat), Beleza Fatal (HBO), Aruanas (Globoplay), Segunda Chamada e Diário de um Confinado (TV Globo), além dos longas Partida (Caco Ciocler, Prêmio de Melhor Atriz no Festival de Aruanda), O Banquete, Rio Cigano e Domésticas. Trabalha também como preparadora de elenco em séries como Véspera (Max) e Unidade Básica (Universal). VANDRESSA MOÇOCoordenadora de produçãoAtriz, bailarina e bacharel em Administração Pública pela Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho” (UNESP). Sua formação em dança mescla Jazz (1998-2008 e 2017-2019), Contemporâneo (2017 à 2019) e Ballet Clássico, este último pelo método Royal Academy of Dance (1997-2006). Período que integrou os corpos de baile de Danila Sabadini Cia de Artes e Dança & Cia de Raquel Rotoli, participando de diversas montagens como “A Bela e a Fera”, “O Circo”, “O Quebra-nozes”, “Volta ao Mundo”, “A Pequena Sereia” e “Nosso Século". Durante o período de graduação na UNESP, fomentou a aproximação entre a Faculdade de Ciências e Letras - Campus Araraquara (FCLAr) e as Artes Cênicas, por meio da organização e realização do “Teatro no Campus”. No ano de 2013, realizou um intercâmbio cultural, com duração de um semestre, para a Universidade de Santiago de Compostela (USC), sendo bolsista de excelência acadêmica, através do convênio bilateral entre a UNESP e a USC. Iniciou sua formação teatral no projeto Garagem - Arte & Cultura, coordenado por Valner Cintra em 2019. No mesmo ano, estreou a peça “Sonho de uma noite de verão” como Helena, além de assinar o figurino da montagem. Ainda em 2019, frequentou oficinas de Palhaçaria e Maquiagem Artística oferecidas também pelo Garagem. Em paralelo ao segundo ano de formação teatral, em 2020, desenvolveu o projeto audiovisual "Fake News?" como co-autora, produtora e atriz. No ano de 2021 compôs diversos processos formativos, a destacar: De fevereiro a abril, integrou a “OPE - Oficina de Preparação de Elenco para cinema”, idealizada e ministrada pelo cineasta Leonardo Lacca; de julho à setembro, participou do “Laboratório de Desenvolvimento de Avatares Tropicais”, concebido e facilitado pelo ator, diretor e co-fundador da Cia Hiato Thiago Amaral e pelo roteirista e diretor de cinema Newton Cannito; De outubro a novembro, cursou a oficina "Jogo da Máscara Teatral na Expressividade Corporal: do Intérprete Criador", ministrado pelo ator, diretor e co-fundador da Cia Talagadá Danilo Lopes. Em 2022 participou do curso de atuação do Núcleo de Artes Cênicas (NAC) composto por três módulos: Poéticas do Teatro, Visão de Mundo e Mentoria Master. Atualmente integra o NAC, coordenado por Lee Taylor, como assistente de direção e atriz em Ilhas Tropicais.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.