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PRONAC 257044Projeto liberado para adequação à realidade de execução.Mecenato

Plano Anual do Museu de Arte e Ciência de Campina Grande - 2026

FUNDACAO PEDRO AMERICO
Solicitado
R$ 11,60 mi
Aprovado
R$ 11,60 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 10,0 mil

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Planos Anuais Manutenç e Elabor de Planos Museológ
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Plano anual
Ano
25

Localização e período

UF principal
PB
Município
Campina Grande
Início
2026-01-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Campina Grande Paraíba

Resumo

O Plano Anual de Atividades do Museu de Arte e Ciência de Campina Grande (MAC) para o ano de 2026 visa à manutenção, ampliação e qualificação das atividades museológicas, culturais e educativas da instituição. Localizado na cidade de Campina Grande (PB), objetivando um amplo e direto impacto no desenvolvimento social, cultural e educacional da região.

Sinopse

Monitoramento, Avaliação e Transparência dos ResultadosA execução do Plano Anual de Atividades do Museu de Arte e Ciência de Campina Grande para o exercício de 2026 será pautada por uma governança comprometida com a transparência, a excelência técnica, a responsabilidade pública e o respeito às diretrizes da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Todas as fases do projeto — desde a pré-produção até a pós-produção — serão acompanhadas por um sistema estruturado de monitoramento contínuo, com foco na aferição de resultados, controle de qualidade, comunicação transparente e cumprimento das metas pactuadas.A avaliação de desempenho do projeto será conduzida com base em indicadores quantitativos e qualitativos, previamente definidos e documentados em um plano interno de acompanhamento. Entre os indicadores quantitativos, destacam-se:Número de visitantes totais ao museu (presenciais e virtuais);Quantidade de estudantes e professores atendidos nas ações educativas;Número de oficinas, palestras, encontros e eventos realizados;Quantidade de conteúdos digitais produzidos (vídeos, postagens, podcasts);Número de exposições temporárias montadas;Volume de materiais educativos e publicações distribuídas;Quantidade de acessos às plataformas online e redes sociais do museu;Número de obras ou itens incorporados à coleção do museu.Além disso, serão observados indicadores qualitativos, como:Nível de satisfação dos visitantes e participantes (por meio de formulários e entrevistas);Alcance social e geográfico das ações (análise de públicos);Inclusão e participação de públicos em situação de vulnerabilidade;Grau de acessibilidade das ações culturais e educativas;Efetividade das parcerias com escolas, universidades e redes sociais;Engajamento da equipe e cumprimento dos cronogramas de execução.Todos os dados serão coletados sistematicamente ao longo da execução, por meio de instrumentos como: registros de bilheteria, fichas de presença, agendamentos escolares, formulários de avaliação, métricas digitais (Google Analytics, redes sociais), registros fotográficos e videográficos, atas e relatórios técnicos de cada setor envolvido.A equipe de coordenação geral, junto à direção do museu e à área de produção executiva, será responsável por centralizar, armazenar e analisar os dados, com suporte de ferramentas digitais seguras e com controle de acesso. A cada bimestre será elaborado um relatório interno parcial, para correção de desvios e redirecionamento de ações, caso necessário. Ao fim do ciclo de execução, será produzido um Relatório Técnico de Resultados, que incluirá: análise de indicadores, evidências documentais (imagens, links, vídeos, registros físicos), balanço financeiro, considerações de impacto e sugestões de aprimoramento para o ciclo seguinte.Este relatório será disponibilizado publicamente no site do museu, enviado à Secretaria da Cultura e às instituições parceiras, e apresentado em reunião aberta de prestação de contas à comunidade local e aos patrocinadores. A documentação gerada ao longo do projeto também será arquivada digitalmente com backup em nuvem, garantindo segurança, integridade e rastreabilidade das informações.O projeto segue princípios de compliance e integridade institucional, respeitando normas de governança cultural, com processos claros de contratação, acompanhamento de metas, verificação documental e prestação de contas. Todos os recursos captados via Lei Rouanet serão utilizados de forma exclusiva para as finalidades previstas no plano aprovado, com a devida comprovação por meio de notas fiscais, contratos, registros bancários e relatórios detalhados.Assim, o Plano Anual do MAC para 2026 se consolida como um modelo de gestão cultural transparente, ética, eficiente e alinhada aos princípios da administração pública, reafirmando o compromisso da instituição com a cultura, a educação, a cidadania e a responsabilidade social.

Objetivos

OBJETIVOSObjetivo GeralExecutar o Plano Anual de Atividades do Museu de Arte e Ciência de Campina Grande _ 2026, promovendo a consolidação, expansão e qualificação das ações do Museu ao longo do referido ano. O projeto assegurará a operação contínua da instituição, seu papel educativo e cultural, bem como o fortalecimento de sua função social como agente de democratização do acesso à cultura, à ciência e ao patrimônio. Visa, ainda, contribuir para o desenvolvimento social, educacional e econômico de Campina Grande, da Paraíba e do Nordeste, em consonância com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.Objetivos EspecíficosContratar equipe multidisciplinar composta por, no mínimo, 20 profissionais, entre técnicos, administrativos, museólogos, educadores, comunicadores, equipe de apoio, segurança e manutenção, assegurando a plena operação do Museu ao longo de 12 meses.Executar serviços de manutenção preventiva e corretiva nas instalações do MAC, com foco em climatização, iluminação, estrutura, pintura, mobiliário e limpeza técnica dos ambientes museais.Realizar a substituição integral do sistema de ar condicionado do Museu, garantindo condições adequadas de climatização para o público, a equipe e a preservação das exposições.Realizar quatro (4) exposições temporárias de média duração, com cerca de três meses cada, abordando temas relacionados à arte, ciência, inovação, cultura popular e questões sociais, com uso de recursos cenográficos, tecnológicos e interativos.Elaborar e executar uma programação cultural semanal com atividades abertas ao público, como apresentações teatrais, musicais, literárias, de dança e de outras linguagens artístico-culturais, estimulando a participação social e a valorização da cultura local e nacional.Elaborar e executar uma programação de caráter formativo e reflexivo, também semanal, incluindo palestras, oficinas, rodas de conversa e lançamentos, incentivando o debate crítico e a difusão cultural.Desenvolver seis (6) projetos educativos voltados a escolas públicas e privadas, alcançando no mínimo 5.000 estudantes, por meio de visitas mediadas, oficinas, encontros pedagógicos e produção de material didático acessível.Iniciar a formação da coleção museológica própria, por meio da aquisição ou recebimento em doação/comodato de, no mínimo, 30 itens de relevância artística, científica ou histórica, devidamente catalogados, documentados e acondicionados de acordo com padrões museológicos.Promover a acessibilidade física, sensorial e comunicacional do Museu, com a instalação e manutenção de recursos como audiodescrição, Libras, legendas, linguagem simples, materiais táteis e mediação inclusiva.Ampliar a presença digital do MAC, com a produção de ao menos 60 conteúdos on-line ao longo do ano (posts, vídeos, podcasts, tours virtuais), democratizando o acesso ao acervo e às atividades.Produzir e distribuir, no mínimo, quatro (4) materiais editoriais digitais ou impressos, tais como catálogos de exposições, cadernos educativos ou publicações de divulgação científica, de acesso gratuito ao público.Monitorar e avaliar os impactos institucionais, por meio da elaboração de um relatório anual de avaliação, contendo indicadores de desempenho, público atendido e resultados qualitativos e quantitativos.

Justificativa

Este projeto se enquadra na LEI Nº 8.313, DE 23 DE DEZEMBRO DE 1991, de acordo com os seguintes objetivos: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter culturalc) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos;c) restauração de obras de artes e bens móveis e imóveis de reconhecido valor cultural;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Apresentação da InstituiçãoO Museu de Arte e Ciência de Campina Grande é uma instituição cultural e educacional dedicada à promoção e à preservação do patrimônio artístico e científico. Fundado com a missão de enriquecer a vida cultural e educativa da comunidade local e regional, o museu oferece um espaço de aprendizado e descoberta que integra exposições de arte e ciência com atividades educativas e culturais. Seu acervo é constituído por obras de arte, peças científicas e objetos históricos que ilustram o desenvolvimento cultural e científico, além de servir como um centro de pesquisa e educação.A elaboração deste Plano Anual de Atividades para o exercício de 2026 parte da necessidade de garantir a continuidade, qualificação e ampliação das ações culturais, educativas e museológicas do Museu de Arte e Ciência de Campina Grande (MAC), consolidando-o como equipamento cultural de referência no interior nordestino. Os objetivos estabelecidos respondem diretamente aos desafios de acesso à cultura, valorização do patrimônio, educação científica e desenvolvimento regional. A seguir, justificam-se detalhadamente os objetivos específicos:Justificativas dos Objetivos EspecíficosContratar equipe multidisciplinar composta por, no mínimo, 20 profissionais, entre técnicos, administrativos, museólogos, educadores, comunicadores, equipe de apoio, segurança e manutenção, assegurando a plena operação do Museu ao longo de 12 meses.A operação de um museu de médio porte exige equipe técnica e administrativa qualificada, garantindo o funcionamento contínuo das áreas expositivas, educativas e de atendimento ao público. A contratação assegura a conformidade com parâmetros museológicos nacionais e internacionais, além de promover empregos diretos e especializados, fortalecendo a economia criativa local.Executar serviços de manutenção preventiva e corretiva nas instalações do MAC, com foco em climatização, iluminação, estrutura, pintura, mobiliário e limpeza técnica dos ambientes museais.A conservação adequada das instalações é condição essencial para a segurança do público, a preservação do acervo e o cumprimento das normas museológicas. A manutenção preventiva reduz custos futuros e garante padrões de qualidade e acessibilidade, preservando o museu como espaço de referência cultural e científica.Realizar a substituição integral do sistema de ar condicionado do Museu, garantindo condições adequadas de climatização para o público, a equipe e a preservação das exposições.O controle de temperatura e umidade é indispensável para o conforto dos visitantes e para a preservação de obras e equipamentos expostos. A substituição do sistema de climatização corrige deficiências estruturais e garante a continuidade das atividades, evitando riscos à integridade das exposições e ao bem-estar do público.Realizar quatro (4) exposições temporárias de média duração, com cerca de três meses cada, abordando temas relacionados à arte, ciência, inovação, cultura popular e questões sociais, com uso de recursos cenográficos, tecnológicos e interativos.As exposições temporárias renovam o interesse do público, fortalecem o caráter dinâmico do museu e possibilitam a circulação de novos conteúdos. O enfoque em temas diversos e atuais amplia a formação de público, promove a inovação e valoriza a diversidade cultural, atendendo ao princípio da democratização do acesso à cultura.Elaborar e executar uma programação cultural semanal com atividades abertas ao público, como apresentações teatrais, musicais, literárias, de dança e de outras linguagens artístico-culturais, estimulando a participação social e a valorização da cultura local e nacional.Programações regulares estimulam a permanência e fidelização do público, transformando o museu em espaço vivo e ativo da comunidade. Essas atividades favorecem a difusão da produção artística local e nacional, ampliando a visibilidade de artistas e fortalecendo a economia da cultura.Elaborar e executar uma programação de caráter formativo e reflexivo, também semanal, incluindo palestras, oficinas, rodas de conversa e lançamentos, incentivando o debate crítico e a difusão cultural.Atividades formativas complementam as exposições e estimulam a produção de conhecimento, aproximando diferentes públicos da reflexão crítica sobre arte, ciência e sociedade. Tais ações consolidam o museu como polo educativo e fomentam o engajamento comunitário.Desenvolver seis (6) projetos educativos voltados a escolas públicas e privadas, alcançando no mínimo 5.000 estudantes, por meio de visitas mediadas, oficinas, encontros pedagógicos e produção de material didático acessível.A ação educativa é um dos pilares de qualquer museu contemporâneo, promovendo acesso de crianças e jovens ao patrimônio cultural e científico. A meta de 5.000 estudantes amplia o alcance social e reforça o compromisso com a inclusão educacional e com as diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).Iniciar a formação da coleção museológica própria, por meio da aquisição ou recebimento em doação/comodato de, no mínimo, 30 itens de relevância artística, científica ou histórica, devidamente catalogados, documentados e acondicionados de acordo com padrões museológicos.A constituição de acervo próprio é fundamental para a consolidação institucional e para a identidade do museu. A aquisição e documentação criteriosa garantem a preservação do patrimônio e fortalecem a função do museu como espaço de memória, pesquisa e difusão cultural.Promover a acessibilidade física, sensorial e comunicacional do Museu, com a instalação e manutenção de recursos como audiodescrição, Libras, legendas, linguagem simples, materiais táteis e mediação inclusiva.A acessibilidade é requisito legal (Lei nº 10.098/2000 e ABNT NBR 9050/2020) e compromisso ético dos museus. Tais recursos asseguram inclusão plena de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, além de democratizar a experiência museal para todos os públicos.Ampliar a presença digital do MAC, com a produção de ao menos 60 conteúdos on-line ao longo do ano (posts, vídeos, podcasts, tours virtuais), democratizando o acesso ao acervo e às atividades.A presença digital fortalece a difusão cultural e amplia o acesso ao museu para além de seus limites físicos, alcançando públicos nacionais e internacionais. Os conteúdos virtuais promovem inclusão, inovação e sustentabilidade, em sintonia com as tendências museológicas contemporâneas.Produzir e distribuir, no mínimo, quatro (4) materiais editoriais digitais ou impressos, tais como catálogos de exposições, cadernos educativos ou publicações de divulgação científica, de acesso gratuito ao público.Publicações editoriais asseguram a memória institucional, a difusão de conteúdos e a valorização da produção científica e cultural do museu. Esses materiais funcionam como ferramentas educativas e ampliam o alcance do conhecimento produzido, reforçando a missão social do MAC.Monitorar e avaliar os impactos institucionais, por meio da elaboração de um relatório anual de avaliação, contendo indicadores de desempenho, público atendido e resultados qualitativos e quantitativos.A avaliação sistemática permite mensurar resultados, aperfeiçoar práticas de gestão e garantir transparência no uso dos recursos captados. O relatório institucional reforça a credibilidade da instituição junto a patrocinadores, órgãos públicos e sociedade, assegurando sustentabilidade e continuidade do museu.

Estratégia de execução

Projeto Pedagógico e Impacto Educacional do Plano Anual de Atividades do MAC – 2026O projeto pedagógico do Museu de Arte e Ciência de Campina Grande (MAC) é estruturado sobre a convicção de que o acesso à educação, à cultura, à ciência e à tecnologia é um direito universal e uma ferramenta essencial de transformação social. Situado em uma das regiões de maior riqueza cultural e ao mesmo tempo mais desiguais do Brasil, o MAC tem como missão romper barreiras históricas de acesso ao conhecimento e oferecer experiências formativas de qualidade, inclusivas, inovadoras e sensíveis à diversidade dos públicos.No contexto do Plano Anual de Atividades para 2026, o projeto pedagógico se articula a partir de três eixos centrais:Educação museal acessível e crítica;Formação para a cidadania científica e cultural;Mediação interativa e inovação pedagógica.As ações educativas do museu compreendem desde visitas mediadas a exposições, com roteiros adaptados a diferentes faixas etárias e perfis, até oficinas interdisciplinares, encontros pedagógicos com educadores, cursos livres, materiais didáticos acessíveis e conteúdos digitais voltados para ambientes escolares. Em 2026, pretende-se atender diretamente mais de 5.000 estudantes e educadores, com atenção especial às escolas públicas, áreas periféricas, comunidades rurais, quilombolas e indígenas do entorno de Campina Grande e de municípios parceiros.O museu entende a educação como um processo dialógico, sensorial e inclusivo. Para isso, investe em ações acessíveis a pessoas com deficiência (PcD), com a oferta de mediação em Libras, audiodescrição, recursos táteis e linguagem simplificada. A atuação educativa também se alinha com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, promovendo valores como a equidade, a diversidade cultural, a sustentabilidade, o pensamento crítico e a inovação social.Além disso, o MAC promove a integração entre arte, ciência e tecnologia, estimulando o pensamento investigativo e criativo. Oficinas de iniciação científica, experiências com realidade aumentada, simulações interativas, jogos educativos e mediações com uso de tecnologias digitais serão mobilizadas para tornar o aprendizado mais atrativo, lúdico e significativo, fortalecendo o vínculo entre juventudes e conhecimento.Métricas e Mensuração de Impactos EducacionaisPara garantir a eficácia e o aprimoramento contínuo das ações educativas, o projeto inclui uma metodologia robusta de avaliação de resultados, baseada em critérios quantitativos e qualitativos. Serão adotadas as seguintes estratégias:Contagem e registro sistemático dos públicos atendidos, com segmentação por faixa etária, escolaridade, instituição de origem e perfil sociocultural;Aplicação de formulários de avaliação junto a estudantes, professores e mediadores, aferindo a satisfação, o nível de compreensão, o impacto percebido e sugestões de melhoria;Diários de campo e relatórios semanais produzidos pela equipe educativa, documentando os fluxos de visitação, desafios enfrentados e casos emblemáticos;Relatórios bimestrais de impacto educativo, com análise de dados, cruzamento com indicadores territoriais (como IDEB local) e recomendações para ações futuras;Registro audiovisual de experiências pedagógicas marcantes, com autorização dos envolvidos, para uso em oficinas de formação e comunicação institucional;Acompanhamento longitudinal de escolas parceiras, buscando mapear transformações no uso do museu como recurso pedagógico.Esses dados serão sistematizados em um Relatório Anual de Impacto Educativo, que integrará a prestação de contas geral do projeto e será compartilhado com o Ministério da Cultura, redes de ensino parceiras, apoiadores e com a sociedade civil, reforçando o compromisso com a transparência e a avaliação pública dos resultados.Por meio deste projeto, o MAC reafirma sua vocação como espaço de educação não formal, de encontro, de escuta e de transformação. Em 2026, pretende não apenas ampliar a presença de estudantes no museu, mas expandir também a capacidade de fazer com que cada visita, oficina ou ação educativa se transforme em uma experiência de aprendizado potente, acolhedora e memorável.

Acessibilidade

O projeto do Plano Anual de Atividades do Museu de Arte e Ciência de Campina Grande (MAC) em 2026 incorpora, como diretriz fundamental, a acessibilidade plena — física e de conteúdo — garantindo que todos os públicos, incluindo pessoas com deficiência, mobilidade reduzida, neurodivergentes e idosos, possam usufruir integralmente das ações culturais, educativas e museológicas promovidas ao longo do ano.1. Acessibilidade FísicaO edifício-sede do MAC conta com estrutura arquitetônica planejada para garantir acesso universal e circulação segura e autônoma dos visitantes, por meio de:Rampas de acesso nas entradas e áreas de circulação;Elevadores com sinalização em Braille e botões táteis para acesso aos diferentes pavimentos;Banheiros adaptados com barras de apoio e espaço para cadeirantes;Guias táteis no piso das principais áreas de circulação;Portas e corredores largos, permitindo mobilidade plena de pessoas com cadeira de rodas ou outros dispositivos de apoio;Assentos de descanso ao longo dos percursos expositivos.Durante a execução do projeto, será realizada manutenção corretiva e preventiva dessas estruturas, garantindo seu pleno funcionamento.2. Acessibilidade de ConteúdoAs atividades do projeto contemplarão recursos para garantir a compreensão, fruição e participação ativa de públicos com deficiências sensoriais, intelectuais e cognitivas. Dentre as ações previstas, destacam-se:Interpretação simultânea em Libras (Língua Brasileira de Sinais) nas visitas educativas agendadas, eventos e oficinas;Legendagem descritiva em vídeos e produções audiovisuais exibidas nas exposições e nas redes do museu;Audiodescrição de obras e ambientes expositivos, por meio de fones e dispositivos móveis;Materiais em Braille com informações institucionais, educativas e expositivas, disponíveis na recepção e na área educativa;Visitas sensoriais adaptadas, com estímulos táteis, sonoros e olfativos, voltadas especialmente para pessoas com deficiência visual, neurodivergência e público idoso;Conteúdo em linguagem simples, especialmente em materiais educativos, sinalizações e mídias digitais, visando ampliar a compreensão do conteúdo por pessoas com baixa escolaridade, dislexia ou deficiência intelectual;Maquetes e réplicas táteis de obras ou conceitos científicos, para exploração por visitantes cegos ou com baixa visão;Roteiros expositivos acessíveis em QR Code com versões em Libras e áudio.Além disso, a equipe do museu contará com educadores capacitados em acessibilidade e inclusão, assegurando que os processos de mediação cultural e educativa considerem a diversidade de modos de percepção, comunicação e aprendizagem.

Democratização do acesso

Democratização de AcessoO projeto do Plano Anual de Atividades do Museu de Arte e Ciência de Campina Grande (MAC) para 2026 adota como princípio estruturante a democratização do acesso à cultura, à ciência e ao patrimônio, com ações concretas voltadas à distribuição gratuita, inclusão de públicos diversos, acessibilidade plena e difusão ampla do conteúdo gerado ao longo do ano.1. Acesso Gratuito e Políticas de Meia-EntradaAcesso gratuito a todas as atividades educativas, oficinas, palestras, visitas escolares mediadas, exposições com agendamento de grupos escolares da rede pública e instituições sociais;Manutenção da política de meia-entrada legalmente garantida (estudantes, professores, idosos, PcD, entre outros) para exposições e eventos pagos;Distribuição gratuita de ingressos (no mínimo 10% da capacidade diária) para comunidades de baixa renda, ONGs, quilombos, aldeias indígenas da região, escolas rurais e instituições de assistência social;Parceria com secretarias municipais e estaduais de educação, cultura e assistência social para agendamento de grupos em situação de vulnerabilidade.2. Distribuição e Comercialização dos ProdutosOs materiais editoriais e educativos produzidos pelo projeto (catálogos, cadernos didáticos, folders expositivos, conteúdos digitais) terão distribuição gratuita impressa para escolas públicas, bibliotecas, instituições culturais e comunitárias, e estarão disponíveis gratuitamente em formato digital no site oficial e redes sociais do museu;3. Outras Medidas de Ampliação de AcessoEncontros e ensaios abertos ao público nas montagens das exposições, com a participação de curadores, artistas e produtores;Oficinas paralelas gratuitas durante o período de cada exposição, voltadas a crianças, jovens e adultos, com temas como: arte e ciência, criação de conteúdo digital, linguagem visual e expressão cultural;Transmissões ao vivo e gravações de atividades culturais (palestras, rodas de conversa, shows, oficinas) disponibilizadas nas redes sociais do museu e no canal oficial de vídeo;Acessibilidade comunicacional e sensorial, com produção de recursos em Libras, audiodescrição, legendas, linguagem simples, maquetes táteis e sinalização acessível nas exposições e eventos;Programas especiais de mediação inclusiva, com visitas educativas adaptadas a públicos com deficiência, neurodivergentes, pessoas idosas e com baixa escolaridade;Criação de roteiros culturais interativos, acessíveis por QR Code e com versão em Libras e áudio, para ampliação da autonomia de visitação.4. Interiorização e RegionalizaçãoParcerias com municípios vizinhos e instituições do interior da Paraíba para o agendamento de grupos e distribuição de materiais;Inclusão de temáticas regionais e da cultura popular nordestina nas exposições, oficinas e conteúdos produzidos, ampliando o reconhecimento da identidade local e o senso de pertencimento do público.

Ficha técnica

Carol Nery Benevides Gadelha - Direção do Projeto - é arquiteta e urbanista com atuação destacada na articulação entre arquitetura, educação, cultura e planejamento institucional. Com mestrado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e formação inicial na UFPB, sua trajetória é marcada pela reflexão crítica sobre os espaços de ensino e pela busca por soluções arquitetônicas que dialoguem com as dinâmicas sociais e culturais dos territórios. Desde 2018, lidera a Diretoria de Estratégia e Governança da UNIFACISA, em Campina Grande (PB), contribuindo para a construção de uma visão integrada entre infraestrutura, inovação e identidade institucional. Seu trabalho como arquiteta inclui projetos de forte impacto social e cultural, como escolas, hospitais e espaços públicos, além de ambientes universitários concebidos para fomentar experiências educativas, artísticas e comunitárias. Com sensibilidade para os usos e significados dos espaços, Carol integra técnica e visão humanista, consolidando-se como referência na produção de ambientes que fortalecem o pertencimento, o bem-estar coletivo e o desenvolvimento cultural das comunidades.Lucas Olles - Coordenador do Projeto - é gestor cultural e meseal. Bacharel em História pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Mestre em História da Arte pela Universidade Federal de São Paulo e Mestre em Museologia pela Universidade de São Paulo, MBA em Gestão de Economia Criativa pela Universidade Belas Arte, especialização em História da Arte do Renascimento pela Università degli Studi di Firenze e Arte e Cultura do Renascimento pelo Warburg Institute, London University e Gestão e Curadoria de Museus pelo Metropolitan Museum of Art of New York. Com mais de 15 anos de experiência, atua em diversas frentes da gestão cultural, incluindo exposições, teatro, políticas públicas, captação de recursos e consultorias para museus. Já trabalhou com importantes instituições como MASP, Pinacoteca, Itaú Cultural, CCBB, SESC e FIESP, além de ter coordenado grandes exposições temáticas. Desde setembro de 2024, é diretor do Museu de Arte e Ciência de Campina Grande (MAC-CG), onde lidera projetos de inovação, acessibilidade e integração entre arte, ciência e educação.Karina Dias Amorim - Gerente de Projetos - é gestora cultural e pesquisadora com sólida atuação na interseção entre cultura, ciência e inovação. Mestra em Ciência, Inovação e Tecnologia pela UFRN e em Projetos Sociais e Bens Culturais pela FGV — onde criou o Canvas E-book Plano Museológico —, também possui especializações pela USP e FGV. No Museu de Arte e Ciência de Campina Grande (MAC), coordena as Relações Institucionais e integra o núcleo estratégico responsável pela implantação do museu e pela articulação entre cultura, ciência e acessibilidade. Com experiência em instituições públicas e do terceiro setor, como o SESI/PB, destaca-se pela liderança em projetos culturais, educacionais e de inovação, com foco em metodologias ágeis, inclusão e formação de públicos. É referência nacional em museologia contemporânea, gestão de projetos e inovação socialSheysa Freitas - Coordenadora de Operações - é engenheira, gestora e artista, com trajetória marcada pela integração entre técnica, arte e compromisso social. Graduada em Engenharia de Produção pela UFCG e mestre em Gestão da Produção pela UFPB, atua há cerca de dez anos em infraestrutura, manutenção e operações, liderando projetos inovadores como usinas solares e engenharia clínica hospitalar. Atualmente coordena o Museu de Arte e Ciência de Campina Grande (MAC), onde aplica sua experiência para consolidar o museu como um espaço de convergência entre arte, ciência, tecnologia e educação.Danielle dos Santos Batista Flor - Coordenadora de Comunicação - é jornalista com mais de 19 anos de experiência em jornalismo, assessoria de imprensa e marketing institucional, com forte atuação na interface entre comunicação e cultura. Formada pela Universidade Estadual da Paraíba, com especializações em Comunicação Digital, Educação e Ensino, é Gerente de Marketing da Fundação Pedro Américo, onde lidera campanhas nos setores cultural, social e de saúde. Com passagens marcantes pela Unifacisa e pelo Hospital HELP, iniciou sua carreira em emissoras como TV Itararé, TV Borborema e TV Paraíba. É referência em comunicação cultural estratégica, com expertise em branding, gestão de crises e produção multiplataforma.

Providência

Projeto liberado para o proponente adequar à realidade de execução.