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PRONAC 257054Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Cangaceiras - 2a edição

VELLONI PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 1,97 mi
Aprovado
R$ 1,97 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

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Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Espetáculos artísticos / musicais com itinerância mínima em 2 regiões
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-11-01
Término
2028-11-01
Locais de realização (4)
Curitiba ParanáPorto Alegre Rio Grande do SulRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

Montagem e itinerância do espetáculo de teatro musical "Cangaceiras" em diversas cidades do país. Texto de Newton Moreno, inspirado nos depoimentos e registros históricos sobre as mulheres envolvidas no cangaço.

Sinopse

Tema: Justiça social, força do feminino na sociedade brasileira. Conteúdo: o Cangaço. Inspirado em depoimentos de mulheres envolvidas no Cangaço, o espetáculo musical exalta a força da Mulher nordestina. "As Cangaceiras" é uma fábula inspirada nas mulheres que seguiam os bandos nordestinos, que atuavam contra a desigualdade social da região. O musical conta a história de um grupo de mulheres que se rebelam contra mecanismos de opressão que encontravam dentro do próprio cangaço. Além de reflexões sobre o conceito de justiça social que o espetáculo representava, o espetáculo reflete sobre as forças do feminino nesse espaço de libertação e sobre nossa cidadania e heroísmo. Canções originais foram compostas para a produção, inspirando-se em ritmos da cultura nordestina. Musical/Adulto/Duração de 120 minutos.

Objetivos

OBJETIVOS GERAISPromover a difusão cultural e a valorização da história e da cultura brasileiras, destacando o papel das mulheres no contexto do cangaço;Estimular a circulação de produção artísticas, levando o espetáculo a diversas cidades do país, ampliando o alcance do teatro musical;Contribuir para o desenvolvimento do setor cultural, apoiando a produção, a circulação e o intercâmbio de expressões culturais brasileiras.OBJETIVOS ESPECÍFICOSRealizar montagem e itinerância do espetáculo de teatro musical "Cangaceiras" em quatro cidades brasileiras, sendo: 24 apresentações em São Paulo (dois meses de temporada); 12 no Rio de Janeiro (um mês); 03 em Porto Alegre e 03 em Curitiba. Total de 42 apresentações para até 500 beneficiários cada, totalizando até 21.000 beneficiários.

Justificativa

Este projeto se enquadra no seguinte inciso do Art. 1º da Lei 8313/91:III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; eIX - priorizar o produto cultural originário do País.Para tanto, atenderemos ao seguinte inciso do Art. 3º da referida norma:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.A dramaturgia do musical foi criada com inspiração nos depoimentos e registros históricos sobre as mulheres envolvidas no cangaço. Mas também algumas figuras da periferia do cangaço, filhas do cangaço, amantes, mães e vítimas podem também ser acessadas para algumas cenas. Os homens estarão presentes, mas o protagonismo é a experiência feminina no mundo do cangaço. O objetivo é criar uma fala poética, não documental, uma recriação do imaginário das mulheres no cangaço. O cangaço é um fenômeno social controverso. Surgido numa região de muita de muita pobreza, é majoritariamente entendido como banditismo social, ação de justiceiros contra a opressão e desigualdade social da região. Ainda que persistam muitas discussões acerca de seu caráter violento e mercantilista, contudo prevalece o imaginário de insurreição e liberdade. Não há como entender o cangaço sem estudar a participação feminina. Com a entrada de Maria Bonita, os bandos, que eram só ocupados por homens, começaram a receber mulheres. Algumas destas mulheres vinham por livre escolha e desfrutavam no bando de liberdades não permitidas à mulher na sociedade da época. Outras, no entanto, foram sequestradas e tiveram que descobrir formas de se impor e encontrar seu espaço. Elas tinham autonomia no cangaço que a sociedade não lhes outorgava. Vestiam-se e maquiavam-se como queriam, aprendiam a ler e escrever (a família as proibiam para não se comunicarem com namorados), participavam das decisões do bando e, apesar de não estarem na linha de frente de combate, todas eram instruídas e armadas para a lida no cangaço. Até mesmo os papeis domésticos eram divididos, já que estes homens estavam habituados a cozinhar e cuidar de seus trajes antes da entrada no movimento. Paradoxalmente, o cangaço era um espaço de libertação e rebeldia destas mulheres, assim como um lugar de luta contra algumas atitudes machistas e opressoras destes homens. São famosos os casos de mulheres cangaceiras com o rosto marcado porque desobedeceram ordens de Lampião. Nos interessa explorar estes dois vetores conferindo maior complexidade à obra. Para além de muitas reflexões sobre o conceito de ‘justiça social’, que o cangaço nos propõe, nosso espetáculo quer discutir as forças do feminino na sociedade brasileira através das narrativas destas mulheres. CANGAÇO - resto de defunto. Defunto seco devido o clima árido do nordeste. Homens que eram mortos e jogados ao léo. De vez em quando eram vistos na caatinga ainda com roupas, no entanto com pele e osso, exalando um mal cheiro diferente do defunto apodrecido no clima úmido. Cangaço é o mesmo que morto seco. Aliás, originalmente o termo "cangaço" surgiu a partir da palavra "canga", nome dado à uma peça de madeira utilizada nos animais para transportar utensílios. Assim sendo, a palavra "cangaceiro" faz alusão à canga, devido a grande quantidade de objetos e armas que esses bandidos andarilhos carregavam.

Acessibilidade

Espetáculo de artes cênicasAcessibilidade física: locaremos teatros que contem, necessariamente, com medidas de acessibilidade física em seus espaços (assentos preferenciais, banheiros PNE, rampas de acesso e sinalização);Acessibilidade de conteúdo: uma (01) apresentação em cada localidade será mediada por intérprete de libras, com data prevista no material de divulgação; haverá, ainda, uma (01) apresentação com audiodescrição na cidade de São Paulo, cujo público-alvo será de instituições convidadas que atendam pessoas cegas ou de baixa visão. Em todas as apresentações, haverá disponível na bilheteria a sinopse da peça em braile. Em todas as apresentações, haverá disponível abafadores de ruído para pessoas dentro do espectro autista ou com outras necessidades específicas. Contrataremos equipe capacitada para realizar o acompanhamento de pessoas com deficiência física e/ou cognitiva, de forma a garantir a fruição de todos os públicos.Contrapartidas sociais Acessibilidade física: locaremos teatro que conte, necessariamente, com medidas de acessibilidade física em seus espaços (assentos preferenciais, banheiros PNE, rampas de acesso e sinalização);Acessibilidade de conteúdo: caso haja estudantes surdos inscritos, os ensaios abertos serão mediados por intérpretes de libras; caso haja estudantes cegos inscritos, os ensaios também serão mediados por audiodescrição e os participantes cegos convidados para visitar a cenografia do palco para uma visita sensorial.

Democratização do acesso

Informamos que a distribuição de ingressos atenderá o previsto no Art. 46 da IN 23/2025. Em complemento, realizaremos dois bate-papos com a equipe técnica e artística, em atendimento ao Art. 47, inciso V, da referida instrução: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas.Os eventos acontecerão em São Paulo, antes ou depois das apresentações e contemplarão até 1.000 espectadores (500 por bate-papo). A medida será disponibilizada no material de divulgação. Informamos, ainda, que a ação não se confunde com os ensaios abertos de contrapartida social.

Ficha técnica

NEWTON MORENO - AutorAtor, dramaturgo e roteirista, diretor teatral. Fez parte da equipe de professores da Escola Livre de Teatro de Santo André e da São Paulo Escola de Teatro. Fundador e integrante da cia Os Fofos Encenam da Cooperativa Paulista de Teatro. Bacharelado em Artes Cênicas - UNICAMP - 1995. Mestrado em Artes Cênicas – USP – 2003. Doutor em Artes Cênicas – USP – 2011. Experiência como ator (teatro): - A Mulher do Trem, de M. Hennequin e G. Mitchell. Direção Fernando Neves; - A Arte da Comédia de Eduardo de Felippo. Direção Márcio Aurélio; - Deus Sabia de Tudo..., Direção Newton Moreno; - Primeiras Estórias de Guimarães Rosa, Direção João das Neves; - O Maligno Baal, o Associal de Brecht. Direção Márcio Aurélio; - Sacromaquia de Antônio Rogério Toscano. Direção Maria Thais; - Senhorita Else de Arthur Schnitzler. Direção de Márcio Aurélio; TV:O REI DO GADO, de Benedito Ruy Barbosa. Direção Luiz Fernando Carvalho. Experiência como autor: - Agreste, Direção Márcio Aurélio. - Assombrações do Recife Velho, Livre adaptação de Gilberto Freyre. - A Refeição, Direção de Denise Weinberg. - Dentro & A Cicatriz é a Flor, Direção Nilton Bicudo e Georgette Fadel. - Deus Sabia de Tudo..., Direção Newton Moreno - Ferro em Brasa, Adaptação do texto de Antonio Sampaio, Direção Fernando Neves. - Projeto ZAPAD, Direção Maria Thaís. - Santa Luiza Passou por aqui com seu cavalinho comendo capim, em parceria com Antônio Rogério Toscano. Direção de Georgette Fadel. - VEMVAI, O Caminho dos Mortos, em processo colaborativo com a Cia Livre, direção Cibele Forjaz. - Fronteiras em parceria com Alessandro Toller. - Ópera com o Coletivo Angu de Teatro (PE). Direção Marcondes Lima. - As Centenárias. Direção Aderbal Freire Filho. - O Livro. Direção Christiane Jatahy. - Maria do Caritó. Direção João Fonseca. - Jacinta com direção de Aderbal Freire Filho. DIRETOR: - Os Fofos Encenam Harold Pinter; - Deus Sabia de Tudo...; - Assombrações do Recife Velho; - Fronteiras; - Memória da Cana.; - Da Possibilidade da Alegria no Mundo.; - Terra de Santo. ROTEIRISTA: - Roteiro dotele-filme “AS CENTENÀRIAS” em 2011. (Inédito); - Colaborador de “A GRANDE FAMÌLIA” em 2012.; - Equipe de criação de “AMORTEAMO” entre 2013/2014; - Roteiro do filme “MARIA DO CARITÓ” 2016/2017. PRÊMIOS: Indicado ao Prêmio Aplauso Brasil e SHELL 2017 pelo texto IMORTAIS; - Indicado ao Prêmio APCA 2016 de Melhor Texto por UM BERÇO DE PEDRA.; - Indicado ao Prêmio EXTRA de TV e ao APCA pelo roteiro de AMORTEAMO.; - Indicado ao Prêmio FEMSA de Melhor Texto para Teatro Jovem por GODOFREDO E ALICE em 2015.; - Prêmio APCA e BIBI FERREIRA de Melhor Autor por O GRANDE CIRCO MÍSTICO em 2014, dentre outros. SERGIO MÓDENA - Diretor Bacharel em Artes Cênicas pela Unicamp é também formado pela École Philipe Gaulier em Londres, onde realizou especializações em Shakespeare, Tchecov e Melodrama. Seus trabalhos mais recentes como diretor são: “Estes Fantasmas!”, de Eduardo De Filippo, “Janis”, de Diogo Liberano, “Os Vilões de Shakespeare”, de Steven Berkoff, “O Musical da Nova”, roteiro de Rodrigo Faour e Sergio Módena, “Esse Vazio”, de Juan Pablo Gomez, “Como Me Tornei Estúpido”, adaptação da obra de Martin Page feita por Pedro Kosovski, "O Último Lutador, de Marcos Nauer e Tereza Frota, “Ricardo III” de William Shakespeare, “A Arte da Comédia”, de Eduardo De Filippo, “Politicamente Incorretos”, “Forró Miudinho” “Bossa Novinha- A Festa do Pijama” e “Sambinha”, musicais de Ana Velloso, “A Revista do Ano- O Olimpo Carioca”, de Tânia Brandão, “As Mimosas da Praça Tiradentes”, de Gustavo Gasparani e Eduardo Rieche e o show “Paletó de Lamê – os grandes sucessos (dos outros)”. Seus espetáculos receberam mais de trinta indicações e quatorze prêmios nas principais premiações do Rio de Janeiro e São Paulo: Janis, (vencedor categoria atriz no prêmio Cesgranrio), "Ricardo III" nos prêmios Cesgranrio, Shell, APTR, FITA (vencedor categoria ator), e APCA-SP (vencedor na categoria ator), “A Arte da Comédia” nos prêmios Cesgranrio, Shell, FITA (vencedor na categoria ator) e APCA-SP, “Sambinha” nos prêmios Zilka Salaberry (vencedor nas categorias texto e direção musical) e CBTIJ (vencedor na categoria coreografia). Em 2016 ganhou o prêmio CBTIJ de melhor direção por “Forró Miudinho” (o musical saiu vencedor também em mais cinco categorias, incluindo espetáculo, texto, coletivo de atores e coreografia). Escreveu o musical infantojuvenil “O Soldadinho e a Bailarina” (adaptação do conto O Soldadinho de Chumbo de H C Andersen) em parceria com Gustavo Wabner e com direção de Gabriel Villela. É sócio fundador da Trupe Fabulosa Produções Artísticas em parceria com os atores Gustavo Wabner e Érika Riba. RODRIGO VELLONI - Diretor de produção Rodrigo Velloni, com formação em produção cultural, técnica de ator, bacharelado e licenciatura em artes cênicas, é responsável, principalmente, pela elaboração e execução de projetos voltados para a arte-educação oferecidos gratuitamente nas regiões periféricas da cidade de São Paulo. Idealizador e produtor do premiado projeto “Ensaiando um País Melhor!”, Prêmio ADVB Top Social SP 2008 e Prêmio ADVB Top Social RJ 2009, projeto realizado desde 2006, do projeto “O Futuro está em Jogo!”, desde 2008. Nos anos de 2005 e 2006, prestou serviços aos produtores Marco Nanini e Fernando Libonati para as produções da Pequena Central de Produções. Nos anos de 2006 e 2007, prestou serviços de assistência de direção nos espetáculos de Vladimir Capella “O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá”, realizado no Teatro Imprensa, e “Tristão e Isolda”, no Teatro Popular do SESI. No ano de 2009, assinou a produção do espetáculo “O Colecionador de Crepúsculos”, que cumpriu temporada no teatro Popular do Sesi, que foi indicado em 13 categorias do Prêmio Coca-Cola Femsa, sagrou-se vencedor em 4, incluindo Melhor Espetáculo Jovem 2009. No ano de 2010, assinou a produção do espetáculo “O Meu Amigo Pintor”, de Vladimir Capella, que foi indicado em 4 categorias do Prêmio Femsa, incluindo Melhor Espetáculo e Melhor Produção 2010. Em 2011, produziu o espetáculo teatral “Píramo e Tisbe”, também de Vladimir Capella, que cumpriu temporada no Teatro Popular do Sesi, que sagrou-se vencedor em 4 categorias do Prêmio Coca-Cola Femsa, incluindo Melhor Espetáculo Jovem 2011. Idealizou e produziu o espetáculo “Atreva-se!”, com direção de Jô Soares, que realizou temporada na capital paulista no ano de 2012, no Teatro das Artes do Shopping Eldorado, e cumpriu temporada na cidade do Rio de Janeiro, no ano de 2013, no Teatro do Leblon. Entre os anos de 2013 e 2014, realizou turnê nacional por 25 cidades. No mês de agosto de 2014, realizou temporada popular no Teatro Sérgio Cardoso, em São Paulo. Com Atreva-se, sagrou-se vencedor do Prêmio Aplauso Brasil de Melhor Produção Independente de 2012. No ano de 2015, realizou temporada do espetáculo Noite Infeliz – a comédia musical das maldades – no Teatro dos 4 – Shopping da Gávea / RJ – e temporada no Teatro Sérgio Cardoso / SP. Espetáculo escrito por Maurício Guilherme com direção de Victor Garcia Peralta. No ano de 2016 produziu Tróilo e Créssida, de William Shakespeare, com tradução e direção de Jô Soares. Em 2016 produziu Histeria, de Terry Johnson, com direção e tradução de Jô Soares e Acorda Pra Cuspir, de Eric Bogosian, direção de Daniel Herz, monólogo com Marcos Veras. No ano de 2017 produziu Admirável NINO Novo, com Cássio Scapin, e, atualmente, encontra-se em temorada com A noite de 16 de janeiro, de Ayn Rand, espetáculo que marcou a volta de Jô Soares como ator no Teatro tuca. Os demais profissionais que integrarão a ficha técnica serão escolhidos pelo produtor quando do início da execução do espetáculo, durante a fase de pré-produção.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.