Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 257065Projeto suspensoMecenato

Mãos que fazem ano II

MANOEL ROCHA
Solicitado
R$ 297,3 mil
Aprovado
R$ 297,3 mil
Captado
R$ 50,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

16.8%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos educativos, incluindo cursos, oficinas e outras atividades pedagógicas
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2026-05-01
Término
2028-12-31
Locais de realização (1)
São José da Lapa Minas Gerais

Resumo

O projeto "Mãos que fazem ano II ", abre novas turmas e aprofunda no ensino da música instrumental, leituras de partituras, instrumentos. Oficinas de instrumentos de sopro;flauta doce e transversal;Trompete, trombone e clarinete; saxofone alto e baixo. Instrumentos de corda: violão, violino, violoncelo, harpa. Oficina de piano que é um instrumento de harmonia em diálogo com a oficina de canto.Duração de 12 meses, ofertando 20 vagas por oficina.

Sinopse

não se aplica

Objetivos

Objetivo geral Garantir recursos para a realização da programação do projeto "Mãos que fazem ano II" com foco na formação musical, serão 2 campos distintos da música instrumental : aqueles que são metais e os que são madeira; sopro, cordas,e canto, tendo como fechamento uma apresentação musical aberta para a comunidade. Objetivos específicos: **Realizar 9 oficinas, oferecendo 20 vagas cada uma, com carga horária total de 160 horas por instrumento. **Realizar oficina profissionalizante de DJ, serão 20 vagas, com carga horária de 160 horas. **Produzir apresentações curtas de 5 a 10 minutos para apresentar em escolas públicas. **Gerar postos de trabalho direto, professores, direção musical, produtor, administrativo financeiro,e indiretos.** No total, teremos 400 vagas para as oficinas formativas. Apresentação: "Anne-Marie Green (1987, p. 88) escreve em um de seus trabalhos que a presença da música em nossa vida cotidiana é tão importante que podemos considerá-la como um fato social a ser estudado." Quando olhamos para a sociedade brasileira é notório destacar as desigualdades sociais, quando olhamos mais de perto, dentro das periferias esta estrutura social na qual muitos jovens vivem e são educados produzem indivíduos que em grande parte desconhecem seus talentos ou não veem suas habilidades como importantes. Ter esta percepção de realidades distintas, ou seja, não estamos todos no mesmo barco orienta a construção de ações artísticas sociais que possam mitigar os prejuízos para a identidade individual e coletiva. O estudo da música tem sido valorizado em diversas áreas, das quais se destacam a percepção auditiva, a relação entre música e movimento, a relação entre música e memória, estudos com música e linguagem, além daqueles acerca das emoções evocadas pela música. Além disso, muitos estudos têm apontado para o papel da música como ferramenta de intervenção em diferentes alterações neurológicas como afasia, autismo e dislexia. Pensar a música como inerente à vida social, faz com que nosso olhar observe cada realidade social, o que se escuta, como escuta, ou seja, não pode ser tratada descontextualizada de sua produção sociocultural. Por isso a necessidade de colocar no centro da aula de música a relação que crianças e adolescentes mantêm com a música, e não se limitar ao estudo da prática ou do consumo musical meramente por seu conteúdo ou gênero. Essa abordagem mais ampla e contextualizada da música, implica considerar não apenas características técnicas e estilísticas da música em si, mas também os significados e funções que elas desempenham na vida daqueles por quem passa. Essa perspectiva mais ampla também permite que os alunos desenvolvam habilidades críticas e reflexivas, que saiam do campo da técnica, se transpondo para o campo afetivo e lúdico. A música vem como um afago no enfrentamento das adversidades, sejam elas emocionais ou físicas. O que mais se aproxima do inexprimível depois do silêncio, e a música. O objetivo não é formar músicos, mas sim indivíduos que tocam, sentem e vivem a música, se permitindo serem tocados e transformados por ela. Partindo destas premissas o objeto central do "Mãos que fazem ano II" é a realização de um ciclo anual de oficinas de ensino da música instrumental, cordas, sopro e a aula de canto. Serão 9 oficinas e a apresentação musical ao fim de doze meses, aberta para a comunidade. Disponibilizando 20 vagas por oficina.

Justificativa

Justificativa cultural : O projeto "Mãos que fazem" destaca a capacidade que cada um tem de construir sua própria história, usa a música como ferramenta de transformação social, amplia o horizonte de meninos e meninas da periferia de São José da Lapa, mesmo que não sigam como músicos profissionais, a vida se reorganiza a partir da música, sensibilizando o olhar para o outro, mas principamente para si mesmo. A carência de atividades culturais na região e a vulnerabilidade social que implica em as mais diversas violências motiva a toda equipe a se desdobrar para oferecer um ambiente sensível e acolhedor, além de conectado com os gostos desta geração, para não haver um choque de realidade e afastá-los, a proposta pedagógica passa pelo cuidado de compreender a estrutura social na qual cada aluno e aluna estão inseridos. Ao mesmo tempo, estes alunos são agentes multiplicadores em suas comunidades, ressignificam o convivio social com a família, na escola com colegas e professores, que passam a enxergar este aluno, com os amigos do bairro, uma onda positiva de reforço da cidadania. A busca pela aprovação em mecanismos de incentivo se dá porque muitas empresas tem se voltado para este nicho cultural, onde a educação e a arte andam juntas, na medida que tenho essa massa produtiva com capacidade de crítica, auto estima elavada, a possibilidade de ter um adulto qualificado para o mercado de trabalho é muito maior, diminuindo os indices que mostram o quanto o tráfico tem coptado meninos e meninas da favela. É um ciclo de um ano, mas que faz diferença na construção da identidade individual e coletiva, eles recebem camisetas, aprendem vários instrumentos, apresentam diante daqueles que consideram, sob a luz das metodologias da educação, seria compreender como se aprende para então aprender. É um processo de estranhamento de si mesmo, e pra isso é necessário conhecer o diferente, se permitir desafios. Assim, o projeto está neste lugar de ser mais um braço que dialoga com a política pública, com a necessidade de formarmos cidadãos que sabem exercer plenamente a cidadania. Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor demodo a:III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacionalV - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados ecanalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;

Estratégia de execução

Plano Pedagógico: Mãos que Fazem - Ano II1. Filosofia de EnsinoBaseado na premissa de Anne-Marie Green, o ensino não será focado apenas na repetição técnica, mas na música como fato social. O objetivo é transformar a realidade dos jovens periféricos, utilizando a música como ferramenta de expressão, memória e enfrentamento de adversidades.2. Estrutura das Oficinas (9 Instrumentais + 1 DJ)Cada oficina terá uma jornada de 160 horas por instrumento musical, dividida em quatro pilares fundamentais que se interconectam ao longo dos 12 meses:Módulo I: Sensibilização e Linguagem (40 horas)Acolhimento: Dinâmicas de grupo para fortalecer a identidade coletiva e a autoestima.Percepção Auditiva: Exercícios de escuta ativa e reconhecimento de ritmos e timbres.Teoria Aplicada: Introdução à leitura musical de forma lúdica, conectando a escrita ao som do instrumento (seja ele metal, madeira, corda ou a voz).Módulo II: Técnica e Manejo (40 horas)Prática Instrumental: Postura, respiração (fundamental para sopros e canto) e embocadura.Mecânica e Coordenação: Desenvolvimento da relação entre movimento e som, estimulando a neuroplasticidade e a memória motora.Módulo DJ: Introdução aos equipamentos, sincronia de BPM, estrutura das músicas e mixagem básica.Módulo III: Prática de Conjunto e Contexto (40 horas)Interação: Ensaios em pequenos grupos, promovendo a escuta do outro e a harmonia social.Repertório Comentado: Estudo da história da música e dos gêneros musicais sob uma perspectiva sociocultural (o que se escuta e por que se escuta).Preparação para Escolas: Montagem dos repertórios de 5 a 10 minutos para as apresentações em escolas públicas.Módulo IV: Performance e Profissionalização (40 horas)Expressão Artística: Trabalho com as emoções evocadas pela música e presença de palco.Carreira e Mercado: Noções sobre a cadeia produtiva da música, direitos autorais e profissionalização (especialmente na oficina de DJ).Encerramento: Preparação técnica e emocional para o grande concerto final. 3. Metodologia de IntervençãoO projeto adotará uma abordagem Humanista e Adaptativa:Inclusão: Adaptação de métodos para alunos com diferentes perfis, considerando o papel terapêutico da música em casos de neurodivergência (autismo, dislexia).Afetividade: O erro é visto como parte do processo de aprendizagem, removendo o peso da cobrança excessiva e focando no "tocar, sentir e viver".Horizontalidade: Professores atuam como mediadores culturais, valorizando o conhecimento prévio que o aluno traz de sua comunidade. 4. Avaliação de DesenvolvimentoA avaliação não terá caráter punitivo ou de notas, mas sim de acompanhamento:Relatórios Pedagógicos: Registros mensais dos professores sobre o progresso individual.Autoavaliação: Momentos em que o aluno reflete sobre sua relação com o instrumento e sua evolução emocional.Gravações de Progresso: Registro em áudio/vídeo das fases inicial, intermediária e final para que o aluno visualize sua própria transformação. 5. Materiais DidáticosMétodos específicos por família de instrumentos (Metais, Madeiras, Cordas).Apostilas de teoria musical simplificada e contextualizada.Equipamentos de áudio e softwares para a oficina de DJ.Apoio audiovisual para estudo de referências negras e periféricas na música instrumental.

Especificação técnica

não se aplica

Acessibilidade

Produto principal (oficinas) Acessibilidade aspecto arquitetônico : O espaço tem rampas de acesso, banheiros adaptados Acessibilidade para deficientes visuais: Será produzido um material em braile com as músicas e suas cifras, para aqueles que querem escutar ou tocar, audiodescrição antes de cada aula. Acessibilidade para deficientes auditivos: Teremos interprete de libras e técnicas para sentir a música a partir da vibração que ela provoca no corpo e no ambiente, experimentos sobre tablados, metais. Acessibilidade intelectual: O projeto terá um profissional contratado com pós em educação especial, teremos protetores de ouvido para sindromes que dão sensibilidade à audição, óculos escuros descartáveis para aqueles que sofrem gatilhos com excesso de luz. Produto secundário ( apresentação musical) Acessibilidade aspecto arquitetônico : O espaço tem rampas de acesso, banheiros adaptados Acessibilidade para deficientes visuais: placas indicativas em braile e sinalização no chão, cartilha com as músicas em braile. Acessibilidade para deficientes auditivos: Teremos interprete de libras e legenda descritiva em um telão instalado no local Acessibilidade intelectual: O projeto terá um profissional contratado com pós em educação especial e equipe de apoio, para atender aos alunos e plateia. Teremos protetores de ouvido para sindromes que dão sensibilidade à audição, óculos escuros descartáveis para aqueles que sofrem gatilhos com excesso de luz, tanto para o aluno, como para a plateia.

Democratização do acesso

A democratização do acesso tem o objetivo de instrumentalizar pessoas em situação de vulnerabilidade social a compreender como acessar o mecanismo, a oportunidade, pensando nisso, teremos: ** realizar uma divulgação prévia nas comunidades com produção de spot para carro de som explicando sobre o projeto e colhendo os dados no local. ** Lançamento do projeto para que as famílias compreendam a importância social e educacional para os filhos e filhas. ** Redes sociais: produção de conteúdo com vídeos, postagens, depoimentos , um registro para ser publicado nas redes sociais. inciso/medida do art. 28 da IN nº 01/2023 abaixo será adotada no projeto:IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventosreferente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios decomunicação gratuitos;

Ficha técnica

Manoel Rocha ( Direção musical, direção geral e de execução financeira) Formação acadêmica: Ensino médio Experiência profissional: Produtor musical desde 2014, orientando as oficinas de intrumentos de sopro e cordas, Flauta doce e transversal, saxofone, trompete, violão, violino e violoncelo. O projeto Mãos que Fazem é de sua autoria e acontece em São José da Lapa, atendendo 50 jovens ao ano. Consultoria: Notom Produções Artísticas ( Regina Moura) - Responsável pela elaboração do projeto, prestação de contas. Formação: Licenciatura e Mestrado em Ciências Sociais pela PUC MINAS Diretora de produção com DRT SATED Minas - 6605 Diretora da Notom Produções Artísticas, tem atuação em Belo Horizonte desde 2003, em projetos artísticos sociais como BH Cidadania, Arena da Cultura, Dançando na Escola, Dançar e Sonhar, Jovens da Vila, além de produzir grandes artistas, Grupo de Dança Primeiro Ato, Mimulus Cia de Dança, Seráquê Cultural do Rui Moreira. Atualmente estava produzindo o Festival Reconexão Africanidades em Congonhas, com 12 bandas musicais, oficinas formativas de graffiti, dança e percussão, além de atividades com as guardas de congado e folia de Reis. Observação: Por ser um projeto social, que até aqui todos eram voluntários, os professores serão contratados posteriormente, após a liberação dos recursos;

Providência

Projeto paralisado porque o proponente está INADIMPLENTE junto ao Ministério da Cultura.