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PRONAC 257071Projeto liberado para adequação à realidade de execução.Mecenato

Plano Bianual do Teatro Vila Velha

SOL MOVIMENTO DA CENA CENTRO DE PESQ P DESEN CULTURAL
Solicitado
R$ 6,92 mi
Aprovado
R$ 6,92 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Plano bianual
Ano
25

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2026-01-01
Término
2027-12-31
Locais de realização (1)
Salvador Bahia

Resumo

O Plano Bianual do Teatro Vila Velha visa a realização de ações de manutenção do espaço e dinamização de sua programação. Após passar uma reforma que garante modernização da infraestrutura considerando inclusive adequação à legislação de acessibilidade universal, o Teatro Vila Velha busca apoio de patrocinadores, via lei de incentivo fiscal, para garantir a continuidade de suas ações. O Plano contempla ações de manutenção, remuneração da equipe técnica e administrativa, atividades de formação, qualificação e dinamização do espaço, além de programação artística aberta realizada por meio de Chamamento público e convite à classe artística.

Sinopse

Descrição da atividade Fala Vila/ Ciclo de Debates sobre Gestão Cultural do Teatro Vila VelhaPolíticas Públicas e Sustentabilidade na Cultura: Como financiar e manter projetos culturais no cenário atual, Leis de incentivo e fundos estaduais/municipais: avanços e desafios, A importância da descentralização e da democratização do acesso à cultura no Brasil e na Bahia.Gestão Cultural e Diversidade: Cultura como direito e ferramenta de inclusão social, Gestão de projetos culturais voltados para comunidades tradicionais, povos indígenas e quilombolas, Interseções entre gênero, raça e cultura na formulação e execução de projetos.Inovação e Transformações no Setor Cultural: O impacto das tecnologias digitais na criação, circulação e gestão cultural, Novas formas de produção colaborativa e redes de cultura, Experiências e modelos de gestão bem-sucedidos no Brasil e na BahiaEspaços e territórios Culturais: os espaços culturais enquanto agentes de micropolíticas - dinâmicas sociais, culturais e políticas que se dão localmente Públicos da Cultura: Debate sobre as pesquisas existentes sobre públicos da cultura no Brasil. Quais desafios e estratégias após mapear e quantificar práticas culturais de determinados segmentos ou públicos? Sustentabilidade na cultura: Políticas de fomento específicas para espaços culturais no Brasil. Quais existem e o que elas resultam no cenário cultural e na economia da cultura.Descrição dos formatos das publicações:01 anuário/relatório com quantitativo, textos, e reflexões de desdobramentos do ano, programação, relatórios de públicos, indicadores, reflexões sobre o teatro, as artes e gestão cultural durante o ano.03 publicações baseadas nas principais reflexões e propostas apresentadas nos debates do Ciclo de debates sobre Gestão Cultural do Teatro Vila Velha. temas a serem levantados: Políticas Públicas e Sustentabilidade na Cultura, Gestão Cultural e Diversidade, Inovação e Transformações no Setor Cultural, Espaços e territórios Culturais, Públicos da Cultura, e Sustentabilidade na cultura.Salientamos que para esta atividade, será convidado o Coletivo de Gestão Cultural como parceiro, um grupo de pesquisa vinculado à Universidade Federal da Bahia que reúne pesquisadoras e pesquisadores interessados em refletir sobre a gestão cultural em seus aspectos conceituais e práticos, especificidades, modelos e áreas de atuação, bem como interfaces com as políticas culturais e a produção artístico-cultural no contexto brasileiro e, em especial, baiano. Abrange estudos relacionados à gestão de instituições, equipamentos e espaços culturais; grupos e coletivos; programas, projetos e iniciativas; gestão pública e não estatal da cultura; perfis de gestoras e gestores culturais; práticas e públicos da cultura na contemporaneidade.01 publicação sobre a história da dança nos 60 anos do Teatro Vila Velha. 01 publicação sobre a historia do Teatro Vila Velha.Descrição do formato do vídeo documentário: Criação de um vídeo documentário de, no máximo, 10 minutos, com imagens e textos sobre as ações realizadas no Teatro Vila Velha durante o ano. Este vídeo visa relatar a atuação do espaço cultural na cena baiana assim como o registro das diversas promoções em prol da cultura. O vídeo ficará disponível no site do Teatro Vila Velha, gratuitamente, e servirá de base para o conhecimento do teatro, dos artistas, grupos e cias artísticas. Simultaneamente será criado, a partir desse vídeo, um teaser a ser exibido nas redes sociais do teatro Vila Velha. Descrição das apresentações de artes cênicas: Salientamos que serão selecionados 92 espetáculos de artes cênicas para apresentações nos palcos do Teatro Vila Velha, palco principal e palco Cabaré dos Novos, sala Multiuso e outros, a cada ano. Os espetáculos serão selecionados via convite direto, e via chamamento público, amplamente divulgado via internet nos canais institucionais do teatro. A seleção contemplará espetáculos locais e nacionais, nas modalidades de teatro adulto, teatro infantil, dança e circo. A comissão de seleção será composta pelo diretor artístico do TVV, curadoria e diretor de produção. Estes espetáculos passarão por seleção que abrange, dentre outros, critérios como Qualidade artística e técnica e Diversidade e representatividade.

Objetivos

Objetivo Geral: Garantir a continuidade das atividades culturais do Teatro Vila Velha além do funcionamento regular dos serviços técnicos, administrativos e de gestão da instituição cultural, com proposta de atividades de manutenção e dinamização a serem realizadas no período de 1º de janeiro de 2026 a 31 de dezembro de 2027 com ciclo coincidente com cada ano fiscal.Objetivos Específicos: Manter, ao longo de 24 meses, as atividades institucionais e programas do Teatro Vila Velha.Remunerar equipe técnica e administrativa do Teatro.Realizar apresentações de 92 espetáculos de artes cênicas nos espaços do Teatro Vila Velha, palco principal, palco Cabaré dos Novos, sala Multiuso e outros a cada ano.Criar e disponibilizar gratuitamente, através do ISSUU, 06 publicações digitais, por ano, baseadas na história e na programação do Teatro Vila Velha.Promover 1 Ciclo de Debates sobre Gestão Cultural, seminário sobre gestão cultural em parceria com Coletivo Cultural _UFBA e outro coletivos, organizações e profissionais ligados área, por ano.Promover a realização de 1 Vídeo documentário sobre as ações do projeto, por ano, com exibições em redes sociais e em evento fechado para imprensa.

Justificativa

Inaugurado em 1964 pela Sociedade Teatro dos Novos, o Teatro Vila Velha (Vila) se consolida como uma grande referência da cultura em Salvador (BA). O ambiente acolhe um público plural e vibrante, desde apreciadores e artistas de diversas linguagens até estudantes e pesquisadores, consolidando-o como um polo de arte, dança e música sempre com programação inovadora e eclética.Com mais de seis décadas de existência, o Vila transcende a função de um mero teatro, tornando-se um símbolo do panorama cultural baiano e brasileiro. Sua missão é fomentar a criação artística, coletiva e inovadora, sempre pautada pela reflexão e pelo respeito à diversidade. Ao longo de sua história, o teatro serviu de berço para grupos e festivais icônicos como o Bando de Teatro Olodum, o Teatrinho Chique-Chique e o Vivadança Festival Internacional, entre outros. Ele também é a sede da Universidade Livre do Teatro Vila Velha, reforçando seu papel como um centro de formação e pensamento.Em 2024, o Vila passou por uma reforma meticulosa, inspirada no projeto original do arquiteto alemão Carl Von Hauenschild, mas adaptada às exigências contemporâneas. As intervenções visaram aprimorar a acessibilidade, a segurança e a sustentabilidade, com a instalação de um novo sistema de climatização mais silencioso, a adequação da rede elétrica e a implementação de um novo volume na cobertura para a área administrativa. A obra não apenas recuperou a estrutura, mas também a modernizou, garantindo que o espaço continue a atender às demandas atuais do setor cultural, principalmente no que tange questões relacionadas à acessibilidade universal. A gestão do Teatro Vila Velha é um modelo singular. Conduzida pela Sol Movimento da Cena, uma organização social sem fins lucrativos fundada por artistas residentes, a entidade zela pelo espaço desde 1994. Essa parceria, formalizada há 30 anos, permitiu à Sol não apenas administrar o teatro, mas também desenvolver suas atividades de interesse público. A gestão, focada em fomentar a inovação e a diversidade artística, tem sido um pilar na preservação do Vila como patrimônio cultural. Considerando todo o potencial artístico e histórico do Vila, justificamos a relevância de cada uma das ações que serão realizadas ao longo dos 24 meses, para a dinamização do espaço e valorização da cultura soteropolitana: A realização do FALA VILA_Ciclo de debates sobre Gestão Cultural emerge da necessidade de aprofundar o diálogo em torno dos desafios contemporâneos enfrentados pelo setor cultural, onde a sustentabilidade, a diversidade e a inovação são fundamentais para garantir a vitalidade e a democratização da produção artística e cultural.Os debates trarão reflexões sobre Espaços e Territórios Culturais, reconhecendo os espaços culturais como agentes de micropolíticas locais, e sobre Públicos da Cultura, abordando as pesquisas, desafios e estratégias para ampliação do engajamento cultural. A Sustentabilidade na Cultura será tratada em suas dimensões econômica e social, a partir da análise das políticas de fomento específicas para espaços culturais e seus impactos na economia criativa.A criação de um Anuário de Programação do TVV consolida a diversidade de espetáculos, projetos, debates, oficinas e ações sociais realizadas no espaço. Ao reunir informações sobre artistas, coletivos, temáticas abordadas e formatos de apresentação, o anuário se torna uma ferramenta de memória e pesquisa, fundamental para historiadores, jornalistas, produtores culturais e para o próprio público. Além disso, fortalece a transparência da instituição e contribui para que políticas públicas e iniciativas privadas compreendam o impacto cultural e social do teatro na vida da cidade. A produção de publicações específicas sobre gestão cultural na Bahia, a partir da experiência e do olhar do Vila, tem impacto transformador. Como um dos equipamentos culturais privados mais longevos e ativos do estado, o teatro reúne um acervo rico de práticas de gestão inovadoras, construídas em diálogo com artistas, comunidades e parceiros. Registrar essas experiências, modelos de sustentabilidade, estratégias de formação de público e processos colaborativos contribui para a valorização da cena baiana, para a formação de novos gestores e para a difusão de metodologias adaptadas à realidade local. Uma publicação dedicada aos 60 anos de história da dança no Vila é um marco indispensável para compreender a evolução da linguagem cênica na Bahia. Desde os primeiros espetáculos de companhias pioneiras até as criações contemporâneas, o Vila foi palco de experimentações, estreias memoráveis e intercâmbios com artistas nacionais e internacionais. Documentar essa trajetória significa resgatar nomes, obras e imagens, tendências, rupturas e permanências que moldaram o cenário da dança no estado. A obra tem valor acadêmico, educativo e artístico.A criação de um vídeo documentário sobre a programação anual do Teatro Vila Velha é uma ação estratégica para fortalecer a memória, a valorização e a difusão da produção cultural realizada pelo espaço. Ao registrar, em imagens e depoimentos, os espetáculos, oficinas, festivais e ações comunitárias, o documentário é um arquivo vivo da história recente do teatro, preservando informações que, sem este registro, se perderiam ao longo do tempo. Trata-se de um investimento na preservação do patrimônio imaterial, na celebração da diversidade artística e na projeção do trabalho de artistas e produtores que constroem, diariamente, a relevância cultural do teatro para a Bahia.Por fim, ressaltamos que convidar e selecionar espetáculos baianos e nacionais para compor a programação do Teatro Vila Velha é uma ação estratégica para fortalecer a cena cultural e promover a diversidade, a pluralidade e a excelência artística, além de apoiar propostas inovadoras. Ao receber produções locais e de outras regiões do país, o Vila cria um espaço de diálogo entre diferentes linguagens, estilos e perspectivas, ampliando repertórios, estimulando experimentações e enriquecendo a experiência do público.Essa política contribui para a manutenção e o estímulo de pesquisas e conteúdos artísticos, permitindo que artistas apresentem trabalhos autorais, testem novas ideias e aprofundem investigações de linguagem. Ao mesmo tempo, garante remuneração justa a artistas e técnicos, fortalecendo a cadeia produtiva e gerando impactos positivos na economia da cultura.O projeto "Plano Bianual do Teatro Vila Velha" visa assegurar a continuidade da missão do Teatro Vila Velha, aprimorando a estrutura e os serviços para continuar a ser um farol das artes cênicas na Bahia e no Brasil.

Estratégia de execução

Desde sua fundação, em 1964, o Teatro Vila Velha, em Salvador, tem se afirmado não apenas como um espaço de criação e apresentação artística, mas também como um centro de reflexão e registro crítico da cena cultural baiana. Ao longo das décadas, o Vila desenvolveu uma sólida atividade editorial, publicando livros, revistas, catálogos, cadernos e textos críticos que documentam espetáculos, projetos pedagógicos, processos criativos e debates culturais.Entre os exemplos mais significativos estão registros de montagens históricas, publicações comemorativas, anais de encontros e festivais, bem como textos autorais de artistas, pesquisadores e críticos que dialogam com a produção do teatro. Essa prática contribuiu para preservar a memória cultural, dar visibilidade a artistas e grupos locais, e alimentar o debate sobre políticas públicas, linguagens cênicas e identidade cultural na Bahia.No cenário cultural baiano, as publicações do Teatro Vila Velha têm papel estratégico: funcionam como arquivos vivos da história do teatro contemporâneo no estado, fortalecem a formação de público e de profissionais da cultura, e ajudam a inserir a produção baiana em redes nacionais e internacionais de pensamento e criação. Assim, o Vila reafirma sua vocação não só como palco, mas como plataforma de ideias e intercâmbio cultural, onde a palavra escrita se soma à experiência cênica na construção de um patrimônio imaterial coletivo.Cabe aqui salientar também que desde sua fundação o Teatro Vila Velha pauta sua atuação na promoção da equidade de gênero e raça, com práticas contínuas de inclusão, diversidade, acessibilidade e antirracismo. Essas diretrizes não são uma novidade implementada recentemente, mas sim princípios que orientam sua trajetória há mais de seis décadas. Ao longo desses anos, desenvolvem ações afirmativas que se expressam tanto na composição das nossas equipes quanto na formação de plateias e na construção de discursos, consolidando o Teatro Vila Velha como referência nacional em políticas culturais inclusivas. Sob a direção de Márcio Meirelles, essas práticas foram ainda mais visibilizadas, ganhando reconhecimento e servindo de modelo para políticas públicas. A história do Teatro Vila Velha comprova seu compromisso real com a equidade. Os resultados que foram entregues ao longo dos anos refletem os valores que sustentam essas escolhas. Seguiremos com esse compromisso, priorizando a representatividade de corpos e vozes plurais, especialmente de pessoas negras, indígenas, mulheres e pessoas LGBTQIAPN+.

Especificação técnica

A infraestrutura do Teatro Vila Velha conta com um palco principal que possui capacidades diversas para público, conta com várias configurações, considerando que o palco é móvel. por questões de segurança, sempre é utilizada a média de 300 pessoas por lotação; o Cabaré dos Novos, um café teatro para 100 pessoas; e as salas Multiuso: a Sala João Augusto, adaptável para ensaios ou espetáculos; a Sala Mário Gusmão, dedicada a ensaios; e uma galeria para exposições visuais e performances.

Acessibilidade

Em 2026 o Teatro Vila Velha inicia uma nova etapa na sua trajetória de 61 anos oferecendo à cidade de Salvador uma nova estrutura física que atenderá normas de segurança atualizadas, promoverá diversas ações de sustentabilidade e tendo centrado sua reforma e planejamento na acessibilidade. O seu novo plano de acessibilidade visa garantir que todas as pessoas, independentemente de suas capacidades físicas, sensoriais ou cognitivas, possam acessar e desfrutar das suas atividades culturais. Isso envolve a eliminação de barreiras arquitetônicas, a oferta de recursos de comunicação acessíveis e a promoção de atitudes inclusivas tanto para os artistas que queiram se apresentar no teatro como para o público que deseje participar e assistir oficinas e espetáculos. O plano segue os seguintes princípios: Inclusão: Garantindo igualdade de oportunidades para todos os públicos; Autonomia: Permitindo que cada pessoa utilize os espaços e serviços de forma independente; Segurança: Adequando estruturas e fluxos para circulação segura e Diversidade: Considerando a pluralidade cultural, física e cognitiva do público. Nele estão previstas as seguintes ações: Acessibilidade Física nas áreas de palco e plateia: Rampas, com inclinação e corrimão conforme ABNT NBR 9050 e elevador para facilitar o acesso de pessoas em cadeiras de rodas ou com mobilidade reduzida. Portas com largura mínima de 80 cm para permitir passagem de cadeiras de rodas. Piso antiderrapante, sem desníveis bruscos. Sinalização tátil no piso para orientação de pessoas com deficiência visual. Banheiros acessíveis adaptados para atender às necessidades de pessoas com deficiência com barras de apoio laterais e espaço para manobra de cadeira de rodas e indicação visual e em Braille na porta. Espaços reservados nas plateias para cadeirantes e acompanhantes. Assentos preferenciais para pessoas com mobilidade reduzida, idosos, gestantes e obesos. Vagas reservadas para pessoas com deficiência e idosos próximas à entrada. Sinalização clara desde o estacionamento até a porta principal. Informações sobre transporte público acessível no material de divulgação. Sinalização nos espaços do teatro: Sinalização para Acessibilidade - Definição estética, material e construtiva dos elementos de sinalização física e comunicacional voltados à acessibilidade universal no edifício, garantindo a circulação segura, autônoma e independente para pessoas com deficiência visual ou outras necessidades, conforme as normas técnicas e a legislação vigente. Inclui os seguintes elementos: Rotas acessíveis com piso tátil direcional e de alerta; Mapa tátil em alto relevo por pavimento; Sinalização em braille/ alto relevo para identificação de ambientes, portas, elevadores e equipamentos;Sinalização tátil de identificação de níveis e início e fim de desnível em corrimãos de escadas e rampas; Sinalização de alto contraste fotoluminescente nas bordas dos degraus e desníveis; Demarcação horizontal e vertical dos espaços para cadeiras de rodas e assentos reservados (com acomodação de acompanhante ao lado); Garantia de contraste visual adequado (ΔLRV ≥ 30) e dimensionamento tipográfico que garanta acessibilidade a pessoas com baixa visão, integrando os elementos de acessibilidade ao projeto de Design Gráfico Ambiental, sem comprometer a segurança ou estética do ambiente. Sinalização horizontal e vertical de vagas de estacionamento acessíveis;Acessibilidade Comunicacional: Informação em Braille nas áreas estratégicas (entrada, banheiros, bilheteria). Placas com alto contraste e fonte ampliada. Intérpretes de libras em apresentações e eventos. Uso de Audiodescrição: Descrição oral de elementos visuais em exposições e apresentações. Materiais com fonte ampliada na sua comunicação ao público. Acessibilidade Digital Website responsivo e compatível com leitores de tela. Divulgação de eventos com descrição textual de imagens e vídeos legendados. Plataforma de venda de ingressos acessível. Acessibilidade Atitudinal: Treinamento de funcionários: Capacitação para atender com respeito e sensibilidade pessoas com deficiência. Divulgação acessível com materiais informativos sobre o evento e seus recursos de acessibilidade. Criação de um ambiente acolhedor, promovendo a inclusão e a valorização da diversidade. O monitoramento contínuo da acessibilidade será fundamental para garantir que as ações previstas sejam efetivas e permaneçam alinhadas às necessidades do público. Será criado um comitê interno ou grupo de acompanhamento responsável por manter um olhar especializado e constante sobre o cumprimento das normas, bem como sobre a aplicação das boas práticas de inclusão. Esse grupo realizará avaliações semestrais das condições físicas, comunicacionais e programáticas do espaço cultural, identificando avanços e pontos que demandam ajustes. A inclusão do setor de mediação do Teatro Vila Velha em articulação com as ações de acessibilidade será estratégico. O trabalho em conjunto das duas áreas (Mediação e Acessibilidade), promoverá a ampliação ao acesso e a participação de pessoas com deficiência (PCDs) no teatro, contribuindo diretamente para a formação de novas plateias. Por meio de ações educativas, acompanhamento personalizado e recursos de comunicação adaptados, a mediação atuará como ponte entre o espetáculo e o público, garantindo que barreiras sensoriais, cognitivas ou físicas sejam minimizadas. Essa integração permitirá que o público PCD tenha não apenas acesso físico e informacional às apresentações, mas também condições de compreender, interagir e se sentir pertencente ao espaço cultural, fortalecendo vínculos e estimulando a frequência continuada às atividades artísticas.

Democratização do acesso

Em atendimento às exigências estabelecidas na IN 23 de 2025 do MINC, estão estabelecidas, dentre outras, medidas que atendem aos incisos I, II e III do artigo 46 e aos incisos III, IV e V do artigo 47. Ressaltamos que política de democratização de acesso do Teatro Vila Velha está direcionada para garantir que a programação cultural esteja disponível para todos, sem considerar as condições socioeconômicas. Com o intuito de ampliar o acesso, implementamos ações de formação de plateia, oferecendo ingressos gratuitos para estudantes, integrantes de grupos de teatro e dança do subúrbio, e organizações da sociedade civil. Serão garantidas como ações de democratização: Distribuição de ingressos gratuitos para estudantes, idosos, PCDs ou beneficiários de programas sociais, em cada apresentação de espetáculo programada pelo Plano Bianual. Representando 20% da lotação dos espetáculos apresentados no palco principal do Teatro Vila Velha, nas suas diversas possibilidades de configurações, o que equivale a uma média estimada de 5.000 ingressos a serem oferecidos através de plano de mediação. Acesso gratuito e democratização da cultura nas atividades do Ciclo de debates sobre Gestão Cultural; Distribuição gratuita de todas as publicações a serem criadas pelo projeto, e ampla divulgação para rede de ensino, instituições sociais e comunidades do entorno do Vila; A comercialização dos ingressos será realizada com preços que não excedem 3% (três por cento) do salário mínimo vigente no momento da apresentação da proposta, assegurando a meia-entrada para estudantes em, no mínimo, 40% (quarenta por cento) do total de ingressos disponíveis, conforme determina legislação. Ademais, poderão ser captadas e veiculadas imagens da programação do Vila para disponibilização na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas. Serão feitos registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição, em atendimento a Lei nº 13.709/2018 (Lei Geral de Proteção de Dados); Essas medidas são adotadas com o objetivo de garantir que a programação do Vila fique disponível a todos os públicos, favorecendo a democratização do acesso à cultura e contribuindo para a formação de um público diversificado e amplo. Os produtos propostos são disponibilizados e comercializados levando em conta a diversidade da programação, buscando atender a todas as classes sociais, bem como jovens, idosos e crianças. Considerando isso, a bilheteria prevê um público total anual de cerca de 30.000 pessoas.

Ficha técnica

SOL MOVIMENTO DA CENA (Gestora/Proponente) - Atua na gestão institucional e administrativa do Teatro Vila Velha, sendo responsável pelo planejamento, coordenação e execução de projetos voltados à manutenção e ao pleno funcionamento do equipamento cultural. A entidade realiza o planejamento estratégico e operacional das atividades do teatro, incluindo a elaboração de planos de trabalho, definição de metas e acompanhamento sistemático das ações desenvolvidas ao longo de seus mais de 30 anos de criação. No âmbito administrativo e financeiro, a instituição gerencia recursos provenientes de convênios, editais públicos, patrocínios e receitas próprias, realizando o controle orçamentário, a execução financeira e a prestação de contas junto a órgãos públicos, instituições financiadoras e parceiros. Também é responsável pela formalização e acompanhamento de contratos, convênios e parcerias institucionais, garantindo a adequada aplicação dos recursos e o cumprimento das exigências legais e administrativas. A Sol desenvolve ainda ações contínuas de captação de recursos e fortalecimento institucional, articulando-se com diferentes agentes públicos e privados para viabilizar a sustentabilidade das atividades do teatro e ampliar o alcance de seus projetos culturais.MARCIO MEIRELLES (Direção Geral, Direção artística e curadoria) - Diretor teatral, cenógrafo e figurinista, atua desde 1972, com formação em arquitetura e artes visuais. Fundador do grupo Avelãz y Avestruz (1976–1989) e do espaço cultural A Fábrica (1982). Foi diretor de cenografia, figurino, elenco e direção da TV Educativa da Bahia (1985–1986) e idealizador do Projeto Teatro da Fundação Gregório de Mattos (1986). Dirigiu o Teatro Castro Alves (1987–1991) e foi responsável pela revitalização do Teatro Vila Velha, onde atuou como diretor artístico (1994–1998, 2011) e criou a universidade LIVRE do TVV (2013), voltada à formação em produção, gestão e atuação. Criador e diretor do Bando de Teatro Olodum (1990–2013), assinou espetáculos como Trilogia do Pelô, Cabaré da Rrrrraça e Bença, que inspiraram o filme e série Ó Paí, Ó (2007). Foi Secretário de Cultura da Bahia (2007–2010). Dirigiu mais de 120 espetáculos, com trabalhos no Brasil e no exterior (Londres, Portugal, Cabo Verde). Recebeu títulos como Doutor Honoris Causa (UFRB), Comenda 2 de Julho, Cavaleiro da Ordem do Mérito da Bahia e o Troféu Copene de Teatro. Foi indicado ao Prêmio Shell de Direção (2003) e de Cenário (2022).CRISTINA CASTRO - (Diretora de planejamento e projetos/curadoria) - Artista das artes cênicas e gestora cultural, premiada pela Unesco com o Prize for the Promotion of the Arts. Criadora, diretora e curadora do Vivadança Festival Internacional (desde 2007). Integra o colegiado de programação do Teatro Vila Velha. Responsável por parcerias internacionais com países como Colômbia, Alemanha, França, México, Israel, entre outros, promovendo intercâmbios e residências artísticas. Curadora convidada em diversos editais públicos e privados. Como dançarina e coreógrafa, atuou em companhias independentes e na Cia Oficial do Estado da Bahia. Fundou e dirigiu por 13 anos a Cia. Viladança, com circulação internacional. Formada em Licenciatura em Dança pela UFBA, participou de programas internacionais com apoio da Fundación Carolina (Espanha), Bolsa Vitae (EUA), Goethe Institut (Alemanha) e Instituto Francês. Colabora com o diretor Márcio Meirelles desde 1996, também como atriz e dançarina. Em 2024, integrou a curadoria e coordenou o programa educativo da exposição “Vila, por exemplo – 60 anos” de um teatro do Brasil, além de dirigir o Festival Vilerê no TVV.SERGIO ROTH – (Direção administrativa) - Sergio Roth é graduado em Administração de Empresas pela UNIFACS e possui MBA em Controladoria e Finanças pela UNIFACS. Sua formação em Excel e sistemas como SAP e ERP é avançada. Fala Inglês fluente e Espanhol básico.Iniciou sua carreira na Construtora Gautama (2005-2007), atuando em Recursos Humanos e no controle de estoques. Na Construtora Terrabrás S.A. (2007-2012), foi assistente financeiro e depois analista de custos, desenvolvendo um sistema próprio para controle de custos e orçamentos de obras.Desde 2012, é sócio fundador e gestor financeiro de várias empresas, como a World Office Escritório Virtual LTDA, SFI Escritório Virtual LTDA ME, A Casa Coworking LTDA ME e SFP Escritório Virtual LTDA ME, com foco em gestão administrativa e planejamento financeiro.Em sua trajetória, destaca-se pelo empreendedorismo e gestão eficaz de recursos. É atualmente Diretor de Planejamento do TVV.CLARA TORRES – (Direção de Produção) - Atriz e produtora. Formada em Administração pela UFBA. Fez Curso de Extensão em Fundamentos em Gestão de Projetos. Fez parte da Universidade Livre do TVV e foi integrante da Companhia de Teatro dos Novos, como atriz e produtora pela cia. Atualmente é a Coordenadora de Produção do TVV. Trabalhou na Programação de Pauta do TVV em 2020. Fez a Direção de Produção do projeto Criações em Dança BA e da montagem online de “Quem não morre não vê Deus”. Atuou como Coordenadora Técnica do VIVADANÇA Festival Internacional 2021 e 2022 e do MID (Brasília).Produziu algumas peças de Teatro em Salvador como “Os Mistérios do Sexo”, “A tempestade”, “Do Outro Lado do Mar” e “Sonho de uma noite de verão na Bahia”.Foi Diretora de Produção dos espetáculos "Mutação de Apoteose" e "BORI" do Teatro Oficina em São Paulo.Produziu no audiovisual e no marketing na agência Califórnia e Califórnia Media House atendendo a Skol e outras marcas por 2 anos; Gerenciou a equipe de atendimento da Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro; Foi produtora de conteúdo digital para Oxer e TotalPass na Fitdance. FRANCISCA ALICE CARELLI – (Coordenação de oficinas) - atriz, diretora e produtora teatral, formada em Artes Cênicas pela UFBA. Atua desde os anos 1980, tendo integrado o grupo Avelãz y Avestruz e fundado, em 1990, o Bando de Teatro Olodum, que coordenou por 25 anos. Com o grupo, atuou, dirigiu e produziu eventos como A Cena Tá Preta e o Fórum de Performance Negra. Desde 1994, integra o colegiado do Teatro Vila Velha, onde atua com a Cia Teatro dos Novos em montagens como Por Que Hécuba, Oxente, Dom Quixote e O Despertar da Primavera – espetáculo pelo qual venceu o Prêmio Braskem de Melhor Atriz Coadjuvante (2006). Participou de projetos de teatro virtual durante a pandemia e, em 2022, atuou em Uma Leitura dos Búzios (SESC-SP). No cinema, esteve em filmes como Eu me lembro, Espelho d’água e Meu Nome é Gal, além de colaborar como assistente de roteiro na série Ó, Paí, Ó. Como diretora, assinou trabalhos no Brasil e no exterior, incluindo montagens como Fala Comigo Doce Como a Chuva, O Belo Indiferente, Os Saltimbancos (com o NEOJIBA), Dulcineia e Trancoso (ópera). Ministra oficinas de interpretação na Bahia e em países lusófonos. Atualmente, coordena a produção das oficinas do TVV.VÂNIA PAIXÃO – (Gerência Financeira) - Profissional com mais de 25 anos de experiência no setor cultural, atuando no Teatro Vila Velha (Salvador/BA) em diversas funções administrativas, financeiras e de produção. Iniciou a trajetória na recepção e evoluiu para cargos de liderança, como Gerente Financeira e Vice-presidente da instituição. Tem ampla experiência em gestão financeira de projetos culturais, incluindo planejamento orçamentário, execução de despesas, contratação de equipes e prestação de contas. Atuou em projetos como Vilerê, Vilalê, MAB, FCBA, entre outros. Também possui vivência em gestão operacional, produção executiva e suporte logístico a eventos e espetáculos. Antes do Teatro Vila Velha, trabalhou na ARPIN Engenharia com rotinas administrativas. É formada como Técnica em Contabilidade.

Providência

Projeto liberado para o proponente adequar à realidade de execução.