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PRONAC 257094Autorizada a captação total dos recursosMecenato

IMERSÃO PANTANAL - Uma Experiência Imersiva no Bioma Pantaneiro

SITAWI
Solicitado
R$ 5,98 mi
Aprovado
R$ 5,98 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais, culturais, com museografia ou acervos de museus
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-02-02
Término
2026-12-02
Locais de realização (1)
Campo Grande Mato Grosso do Sul

Resumo

O projeto "IMERSÃO PANTANAL" propõe uma experiência multissensorial sobre o bioma Pantanal, que deve ocorrer em Campo Grande - MS, durante 3 meses. A imersão utiliza a força visual da exposição fotográfica "ÁGUA PANTANAL FOGO" de Lalo de Almeida e Luciano Candisani como ponto de partida. A iniciativa busca criar um ambiente imersivo que sensibilize e eduque sobre a beleza, a importância e os desafios enfrentados pelo Pantanal no contexto das mudanças climáticas e eventos extremos como secas e incêndios. Como medida de democratização de acesso, ofereceremos 35 mil ingressos gratuítos para a população, o que representa 47% do público esperado de 75 mil visitantes. Também, ofereceremos ciclos formativos educativos gratuítos para até 1500 interessados no aprofundamento sobre a temática da exposição e que queiram utilizar o material didático das oficinas em diferentes contextos educacionais e comunitários.

Sinopse

"IMERSÃO PANTANAL" É uma jornada visual e emocional pelo maior bioma úmido tropical do mundo. Centrada na impactante exposição fotográfica "ÁGUA PANTANAL FOGO" e nas fotografias impactantes de João Farkas, esta experiência imersiva ocorrerá em Campo Grande, MS, convidando moradores e visitantes a mergulhar na complexidade e na resiliência do Pantanal. Através uma de ambientes que contam com projeções, sons, cheiros e texturas, o projeto transcende os limites de um espaço expositivo tradicional, unindo, fotografia, experiência multisensorial e celebrando a riqueza de nosso bioma pantaneiro. Assim o projeto tem por objetivo destacar sua biodiversidade e alertar para a urgência da sua conservação, promovendo reflexão, encantamento e um profundo senso de conexão com este patrimônio natural. Com base na imersão, ofereceremos ciclos formativos educativos gratuitos destinados para quem quiser aprofundamento sobre a temática da exposição e queira utilizar o material didático das oficinas em diferentes contextos educacionais e comunitários. Classificação etária livre.

Objetivos

Objetivos 3.1. Objetivo Geral Sensibilizar e educar um amplo público, em Campo Grande e no Estado de Mato Grosso do Sul, sobre a riqueza, a importância ecológica e os desafios de conservação do bioma Pantanal, utilizando a arte e a fotografia como ferramentas de engajamento e imersão, e promovendo a reflexão sobre a relação entre o homem e a natureza. 3.2. Objetivos Específicos Em Campo Grande - MS, Realizar uma exposição fotográfica imersiva e multissensorial chamada "Imersão Pantanal, baseada na obra "ÁGUA PANTANAL FOGO", durante 3 meses, de terça a domingo, com 8 horas diárias, potencializando o impacto das imagens através de recursos tecnológicos e cenográficos. Como contrapartida, realizar 15 ciclos formativos de oficinas gratuitas, que gerem aprofundamento sobre a temática da exposição e propiciem a utilização do nosso material didático em diferentes contextos. Cada ciclo de oficinas deve abrigar até 100 participantes e deve ter duração de 4h00 cada. Os 15 ciclos devem somar 60 horas formativas e 1.500 vagas.Produziremos e disponibilizaremos materiais pedagógicos que consolidem a atividade enquanto formativa, incluindo 1 guia digital com metodologias das oficinas, disponibilizado para replicação em escolas e comunidades.Desenvolver e implementar um plano de acessibilidade que garanta a participação plena de pessoas com deficiência na exposição e nas instalações urbanas. Elaborar e executar um plano de democratização de acesso que amplie o alcance do projeto a diferentes camadas da população, incluindo comunidades em vulnerabilidade social.

Justificativa

O Pantanal, um dos biomas mais ricos e importantes do planeta, enfrenta ameaças crescentes como desmatamento, queimadas, agronegócio predatório e mudanças climáticas. Promover a "imersão" nesse ambiente, através de experiências sensoriais e educativas, torna-se crucial para despertar a consciência ambiental na sociedade. Em um contexto global de crise climática e perda de biodiversidade, projetos que engajam o público na valorização e preservação de ecossistemas estratégicos são de extrema relevância.Ademais, o Pantanal é também lar de comunidades tradicionais com saberes ancestrais profundos sobre o bioma. O projeto "Imersão Pantanal" pretende oferecer uma plataforma para valorizar e difundir essa riqueza cultural, promovendo o respeito e a integração entre diferentes formas de conhecimento. O projeto também se propõe a impulsionar o desenvolvimento do ecoturismo sustentável na região. Isso gera benefícios econômicos para as comunidades locais, incentiva a conservação como fonte de renda e promove uma forma de turismo mais consciente e responsável. Em um momento de busca por alternativas econômicas que respeitem o meio ambiente, o ecoturismo se destaca como uma ferramenta poderosa.Quanto aos aspectos educativos, a proposta de uma "imersão" no Pantanal e de oficinas sobre o bioma e a imersão sugere uma abordagem educativa que vai além da transmissão de informações. Ao proporcionar experiências sensoriais e interativas, o projeto pode gerar um aprendizado mais significativo e duradouro, capaz de transformar a percepção e o comportamento do público em relação ao meio ambiente. Em um cenário de desafios ambientais complexos, investir em educação ambiental é fundamental para formar cidadãos mais engajados e conscientes.Considerando este contexto, a Relevância e a necessidade do apoio da Lei Rouanet e do Ministério da Cultura é o apoio dessas instituições é fundamental para o projeto "Imersão Pantanal" por diversas razões: - O projeto busca o alinhamento das Políticas Públicas de Cultura e Meio Ambiente, uma vez que o apoio do Ministério da Cultura demonstra o alinhamento do projeto com as políticas públicas voltadas para a valorização do patrimônio natural e cultural brasileiro, bem como para a promoção da educação ambiental e do desenvolvimento sustentável.- As medidas de democratização de acesso são grandes, com destaque para o oferecimento de 35 mil ingressos gratuitos para a população, o que representa 47% do público esperado de 75 mil visitantes. Como contrapartida, ofereceremos ciclos formativos educativos gratuítos para até 1500 interessados no aprofundamento sobre a temática da exposição e que queiram utilizar o material didático das oficinas em diferentes contextos educacionais e comunitários.- Projetos culturais de grande escala, como a "Imersão Pantanal", muitas vezes demandam investimentos significativos que dependem de incentivo fiscal para atrair a iniciativas privada como financiadora. A Lei Rouanet oferece um mecanismo de incentivo fiscal que permite a captação de recursos junto a empresas, tornando o projeto financeiramente viável.- A aprovação do Ministério da Cultura e o apoio da Lei Rouanet conferem ao projeto reconhecimento institucional e credibilidade perante o público, as empresas e outras organizações. Isso facilita a busca por parcerias, o engajamento da comunidade e a divulgação da iniciativa. Muitas empresas, inclusive, só apoiam projetos deste porte com a aprovação da Lei Rouanet.- Por fim, a Lei Rouanet e o Ministério da Cultura ao incentivar a criação de projetos inovadores e experimentais, como a proposta desta imersão. Ao apoiar iniciativas que buscam novas formas de engajar o público e de abordar temas relevantes, essas instituições contribuem para o avanço da cultura e da arte no país.

Estratégia de execução

*LOJA-CONCEITO: Como ocorre em outras experiências imersivas, teremos uma Loja com artigos e artesanato que remete à imersão. Esta loja não será custeada pela lei rouanet e não contará com a utilização de benefícios fiscais para a sua construcao, nem para o desenvolvimento de seus produtos.**Informações complementares - anexamos um documento onde consta:-o plano pedagógico-layout/memorial descritivo- cartas de anuência. O Layout reflete o conceito da exposição em um projeto básico, contudo, como é comum em projetos básicos, deverá sofrer modificações de acordo com o desenvolvimento do projeto executivo, na fase de pré-produção, e também de acordo com o aprofundamento da curadoria e a adaptação do conteúdo nas soluções técnicas descritas no memorial descritivo.

Especificação técnica

Plano Pedagógico para Escolas e Professores: O plano pedagógico detalhado encontra-se anexado.

Acessibilidade

O plano de acessibilidade deverá garantir acessibilidade para a experiência "IMERSÃO PANTANAL", tornando-a inclusiva para pessoas com diferentes tipos de deficiência. O Plano garantirá os seguintes aspectos de acessibilidade com os quais a equipe da Imersão se compromete desde já: - acessibilidade física, garantindo rampas de acesso, elevadores (se necessário), banheiros adaptados e sinalização tátil na área da exposição interna. As instalações urbanas serão posicionadas em locais de fácil acesso e com rotas acessíveis. - acessibilidade visual, ao oferecer audiodescrição das fotografias e das instalações artísticas, disponibilizar textos em Braille e com fonte ampliada e criar percursos guiados com foco na experiência tátil e auditiva. - acessibilidade Auditiva, com disponibilização de intérpretes de Libras para visitas guiadas e eventos, oferececimento vídeos com legendas e Libras, utilizando recursos visuais fortes na exposição. - acessibilidade Intelectual/Cognitiva, com desenvolvimento de materiais informativos com linguagem simples e clara, oferecendo visitas mediadas com abordagem adaptada e criando atividades interativas que facilitem a compreensão. - acessibilidade atitudinal, com treinamendo da equipe do projeto para oferecer um atendimento inclusivo e respeitoso a todas as pessoas.

Democratização do acesso

O plano de democratização deverá garantir alcance ao maior número possível de pessoas, independentemente de sua condição socioeconômica ou localização. O Plano garantirá os seguintes aspectos de democratização com os quais a equipe da Imersão se compromete desde já:- A exposição disponibilizará 35 mil entradas gratuítas para a população em geral. Por meio de parceria com a Secretaria de Educação do Mato Grosso do Sul, estimularemos que profissionais e estudantes da rede pública de ensino básica do Estado consigam estar entre os que podem acessar esta cota. - Daremos oficinas pedagógicas gratuitas para até 1500 participantes da imersão, de forma a qualificá-los ainda mais sobre a temática e para a utilização do material didático da exposição. Essas oficinas serão abertas ao público que quiser se aprofundar pedagogicamente. Por meio de trabalho junto da Secretaria de Educação do Estado do MS, procuraremos incentivar que coordenadores e gestores educacionais do ensino básico da cidade participem.- Desenvolvimento de material didático sobre o bioma que será distribuído gratuitamente.- Promover divulgação abrangente, utilizando diversos canais de comunicação (mídias sociais, rádio, TV, jornais locais, cartazes em espaços públicos) para divulgar o projeto, alcançando diferentes públicos.

Ficha técnica

Produção Executiva: Daniel Carvalho. Coordenação do projeto: SITAWI - Roni Santos. Direção de Produção: DIRCE - Guilherme Sandler. Direção Artistica: Documenta Pantanal - Mônica Guimarães. Fotografias: Lalo de Almeida, Luciano Candisani e João Farkas. Curadoria Artistica: Éder Chiodetto. Cenografia: Projeto S.I.R.I. - Igor Gramani.CURRÍCULOS:Rony Raposo da Silvahttps://www.linkedin.com/in/rony-raposo-silva/Profissional com mais de 15 anos de experiência em gestão financeira, controle orçamentário einovação em processos, atualmente como Gerente de Operações na área de Gestão de Filantropia na SITAWIFinanças do Bem. Possui expertise na administração de fundos filantrópicos de grandes parceiros como Facebook eBMW Foundation. Economista e contador, com MBA em Auditoria e Data Driven. Demonstra histórico de sucesso emgestão de projetos, incluindo a implementação do ERP SAP, e na criação de relatórios gerenciais eficazes em Excele Power BI. Experiência na análise de indicadores de desempenho e no acompanhamento de metas,implementando estratégias diversificadas para otimizar resultados.Daniel Carvalho SantosPossui formação em Artes Cênicas e cursos em marketing cultural e digital, com habilidades em planejamento deeventos, marketing digital, leis de incentivo e consultoria cultural. Entre 2010 e 2012, atuou como gerenteComercial/Curador artístico no Centro Cultural Casa do Núcleo, em São Paulo. De 2013 a 2015, foi sócio e gerentecomercial do Bar UMBABARAUMA, cuidando da curadoria artística, eventos e redes sociais. Em 2017/2018, atuoucomo Produtor Cultural na Agência Inhaus, e em 2018/2019, como Diretor de Sustentabilidade da marca SOB,promovendo moda sustentável. Desde 2019, é Diretor de Criação na Agência Telecoteco, gerenciando artistas eprojetos culturais.Guilherme SandlerTem mestrado em aprendizagem criativa da geografia pela Universidade de São Paulo, MBA em gestão em tecnologias ambientais pela USP/Poli e um fellowship no MIT Media Lab também em aprendizagem criativa. Foi cofundador e trabalhou por anos com formação de docentes e com a gestão de comunidade, com foco em práticas educativas mão na massa. Para isso, promovia campanhas e eventos, como Meetups (reuniões temáticas de interessados em um tema) e Festivais de Invenção e Criatividade (FICs), que são inspiração para o Festival I.Arte, que realiza atualmente.Atualmente ele trabalha como consultor pela Art.Edu, seu CNPJ por onde, dentre outras atividades, vem explorando as atividades de educação, artes e sustentabilidade. Guilherme é também diretor da OSC Dirce - https://www.dirce.org.br/, focada em projetos de direito à cidade, cultura e educação.Monica Guimarães CV Portfólio: Principais Trabalhos Realizados "É Tudo Verdade" (Documentário): Diretora e Produtora em obra selecionada para um dos mais importantes festivais de documentário da América Latina."Água Pantanal Fogo" (Projeto Audiovisual/Documentário): Diretora e Produtora de projeto focado nos desafios ambientais do Pantanal.Projetos Audiovisuais para Documenta Pantanal: Diretora e Produtora de uma série de produções para documentar e valorizar o patrimônio natural e cultural do Pantanal.Diversas Produções pela MOG Produtora: Diretora e Produtora de um portfólio variado que inclui longas, curtas e séries com forte foco em impacto social, cultural e ambiental.Éder ChiodettoMestre em Comunicação pela ECA/ USP, jornalista, editor, professor e curador independente, tendo realizado mais de 120 exposições no Brasil e no exterior em instituições como Maison Européenne de la Photographie, Paris; Galeria Shisheido, Tokyo; Centro Cultural Recoleta, Buenos Aires; Museu de Arte Moderna de São Paulo, Caixa Cultural (SP, BSB, RJ), Paço Imperial (RJ), Palácio das Artes (BH), entre várias outras.Atuou por treze anos na Folha de S.Paulo como repórter fotográfico, editor e crítico de fotografia. Atualmente é curador do Clube de Colecionadores de Fotografia do MAM-SP, publisher da editora de fotolivros Fotô Editorial, diretor do centro de estudos Ateliê Fotô e mentor do programa Arte na Fotografia, do canal televisivo Arte1.É autor dos livros “O Lugar do Escritor” (Cosac Naify, 2002), “Geração 00: A Nova Fotografia Brasileira”(Edições Sesc, 2011), “Curadoria em Fotografia: da pesquisa à exposição” (Ateliê Fotô / Funarte, 2013) e “Ser Diretor: Uma viagem por 30 escolas públicas brasileiras” (Fotô Editorial, 2017), entre outros.Nos últimos anos editou livros de diversos fotógrafos brasileiros como Thomaz Farkas, German Lorca, Cristiano Mascaro, Araquém Alcântara, Luiz Braga, Rosângela Rennó e Eustáquio Neves, entre outros.Lalo de AlmeidaEstudou fotografia no Instituto Europeo di Design em Milão na Itália. Ingressou no fotojornalismo trabalhando em pequenas agências de Milão cobrindo a crônica policial da cidade. Ainda na Itália, trabalhou para agência Grazia Neri, onde cobriu assuntos nacionais e internacionais como a guerra na Bósnia. De volta para o Brasil trabalhou no jornal Estado de S. Paulo, revista Veja e durante dezesseis anos trabalhou no jornal Folha de S. Paulo. Paralelamente ao trabalho na área jornalística desenvolve trabalhos de fotografia documental como projeto "O Homem e a Terra" sobre as populações tradicionais brasileiras, que recebeu o Prêmio Máximo da I Bienal Internacional de Fotografia de Curitiba em 1996, foi indicado ao Internationaler Preis Fur Jungen Bildjournalismus em 2003 na Alemanha e ganhou o Prêmio Fundação Conrado Wessel em 2007.Foi o autor das fotografias do livro Nas Asas do Correio Aéreo lançado em 2002, trabalho que também foi indicado para o Prêmio da Fundação Conrado Wessel .Atualmente, além de colaborar regularmente nas áreas de fotografia e vídeo com o jornal Folha de S. Paulo, vem fazendo reportagens desde 2005 para o jornal norte-americano The New York Times, no Brasil e na América do Sul.Luciano Candisani Produz há três décadas narrativas fotográficas que interpretam culturas tradicionais e ecossistemas ao redor do mundo. Suas imagens, reconhecidas com alguns dos principais prêmios da fotografia mundial, reúnem uma identidade estética e se equilibram de forma peculiar entre arte e documento. São imagens sempre carregadas com a motivação criativa do autor: mostrar a vida nos grandes espaços naturais remanescentes e alertar para a urgência de salvaguardar territórios e culturas em risco. Seus trabalhos aparecem em exposições, galerias de arte e museus ao redor do mundo e são publicadas por revistas conceituadas, como a norte-americana National Geographic e a alemã GEO, além de vários jornais. Sua produção conta ainda com sete livros fotográficos, inúmeras matérias, workshops e palestras no Brasil e exterior.João FarkasCursou em Nova York ICP (International Center of Photography) e a School of Visual Arts em 1980-81E foi correspondente fotográfico para revistas Veja e Isto É.Foi Editor de Fotografia da Revista Isto É entre 1981 e 1985.Participou de mais de 40 exposições individuais e coletivas nos principais museus brasileiros e em galerias assim como no exterior.Seu trabalho faz parte dos acervos do MASP, MAM-SP, MAM-BA, Museu de Arte do Rio, Maison Europeénne de Photographie, Internationa Center of Photography, Tulane University, MAR, Instituto Fiqgueiredo Ferraz, etc. Além de grandes coleções privadas.Igor Gramani (Projeto S.I.R.I.)É um profissional experiente em produção audiovisual e gestão de projetos culturais e de sustentabilidade. Combina expertise em videoclipes com a idealização de iniciativas que promovem a economia circular e a educação ambiental através da arte.É Idealizador e Produtor do Experiência Profissional Projeto S.I.R.I, desde 2024. Desenvolve projetos de sustentabilidade, criando esculturas com plástico reciclado e conduzindo workshops de "plasticaria" para promover a economia circular e a conscientização ambiental (ex: Festival de Inverno de Bonito).

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.