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PRONAC 257095Expirado o prazo de captação totalMecenato

Afrofuturos

43.429.077 RAYDA MATIAS LIMA
Solicitado
R$ 85,0 mil
Aprovado
R$ 85,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
PA
Município
Marabá
Início
2026-01-12
Término
2026-03-31
Locais de realização (3)
Canaã dos Carajás ParáMarabá ParáParauapebas Pará

Resumo

A exposição Afrofuturos será uma mostra fotográfica digital e itinerante que reúne imagens autorais, vídeos performáticos e elementos audiovisuais voltados à valorização da cultura afro-brasileira sob a perspectiva do afrofuturismo. O projeto propõe uma experiência imersiva, combinando linguagens visuais e sensoriais para narrar histórias, símbolos e estéticas negras de forma inovadora e acessível. A mostra será exibida gratuitamente em três cidades do Pará: Marabá, Parauapebas e Canaã dos Carajas. As imagens serão exibidas em TV`s. O público poderá assistir a vídeos curtos com performances de artistas negros(as), que dialogam com ancestralidade, religiosidades de matriz africana, moda afro, tecnologia e arte periférica. Cada cidade receberá a exposição por um período de 15 dias, com ações de mediação cultural e rodas de conversas. O projeto prevê também a criação de um catálogo digital da mostra e materiais de divulgação acessíveis (com audiodescrição, Libras e linguagem simples).

Sinopse

Título da obra: Afrofuturos Classificação indicativa sugerida: Livre para todos os públicos Afrofuturos é uma exposição digital e itinerante que propõe uma experiência artística imersiva baseada no afrofuturismo. Unindo fotografia, audiovisual e performance, a mostra convida o público a refletir sobre a ancestralidade, a identidade e os futuros possíveis da população negra brasileira, especialmente em contextos urbanos periféricos. A exposição apresentará cerca de 20 fotografias autorais por cidade, retratando corpos, símbolos, narrativas e estéticas negras sob uma ótica futurista e espiritual, dialogando com referências da cultura afro-brasileira tradicional e contemporânea, como as religiões de matriz africana, a moda afro, a ciência ancestral, a tecnologia e a resistência. Além das imagens estáticas, o público terá acesso a vídeos performáticos protagonizados por artistas negros(as), que expandem o conceito da mostra por meio de movimentos, sons e intervenções visuais. As performances exploram temas como o sagrado, a sobrevivência, o renascimento, o orgulho negro e a potência da imaginação criativa como ferramenta de liberdade. O projeto inclui ainda: Rodas de conversa presenciais com artistas e curadores em cada cidade;Catálogo digital acessível, com as obras expostas e textos críticos;Oficina online gratuita, voltada para jovens da rede pública interessados em arte, estética afro e produção cultural;Minidocumentário sobre o processo artístico da exposição, que será disponibilizado gratuitamente pela internet.Todas as atividades são gratuitas e voltadas ao público em geral, com foco em garantir acessibilidade e inclusão, especialmente para comunidades negras, juventudes periféricas e estudantes de escolas públicas.

Objetivos

Objetivo Geral: Promover o acesso gratuito e descentralizado à arte contemporânea afro-brasileira por meio da realização da exposição digital itinerante Afrofuturos, com o objetivo de valorizar a cultura negra e fomentar o debate sobre identidade, ancestralidade e futuro a partir do afrofuturismo. Objetivo específico: Realizar 1 (uma) exposição digital itinerante com duração média de 15 dias em cada uma das 3 cidades (Belém, Marabá e Parauapebas), totalizando 3 montagens físicas com entrada gratuita.Exibir, em cada cidade, ao menos 20 fotografias autorais com temática afrofuturista, por meio de suportes digitais (telas de TV, painéis interativos ou totens).Apresentar no mínimo 3 vídeos performáticos inéditos com artistas negros(as), compondo a experiência audiovisual da mostra.Oferecer 3 ações de mediação cultural (1 por cidade), como rodas de conversa com artistas e curadores.Produzir e disponibilizar online 1 catálogo digital acessível da exposição (PDF com audiodescrição e Libras).Garantir acessibilidade nas exibições por meio de tradução em Libras, audiodescrição e linguagem simples em toda a sinalização e materiais de apoio.- Exposição digital itinerante com fotos e vídeos afrofuturistas- Catálogo digital acessível (texto alternativo, leitura fácil, versão em PDF)- Website oficial com conteúdos do projeto- Três instalações presenciais em cidades distintas- Vídeo-documentário do processo e dos depoimentos- Todos os conteúdos com acessibilidade: Libras, audiodescrição E identificações em braille.

Justificativa

A realização da exposição Afrofuturos depende do apoio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais por se tratar de um projeto com entrada gratuita, caráter formativo e viés de promoção da diversidade e democratização do acesso à cultura em regiões fora do eixo central de circulação de exposições. Além disso, o projeto não possui fins lucrativos e propõe um formato inovador e de impacto social relevante, voltado à valorização de grupos historicamente sub-representados. Enquadramento legal _ Art. 1º da Lei 8.313/91: Inciso I _ Estímulo à produção cultural;Inciso II _ Promoção da difusão e circulação de bens culturais;Inciso V _ Apoio a atividades culturais realizadas por jovens e adultos afrodescendentes.Objetivos _ Art. 3º da Lei 8.313/91: I _ Contribuir para a democratização do acesso aos bens e serviços culturais;III _ Preservar o patrimônio cultural e histórico afro-brasileiro, por meio de linguagens artísticas que o atualizam;V _ Estimular a regionalização da produção cultural e artística;VII _ Apoiar projetos que estimulem novas linguagens artísticas e o uso de novas tecnologias. A exposição Afrofuturos nasce como uma resposta artística e simbólica à urgência de ampliar espaços de visibilidade, valorização e reflexão sobre as culturas negras no Brasil, especialmente na região Norte, onde ainda há um grande déficit de iniciativas culturais com este recorte temático e racial. Em um país estruturado historicamente pelo racismo, é fundamental criar espaços em que a população negra possa se reconhecer, se expressar e projetar futuros possíveis a partir de suas próprias narrativas. O projeto propõe uma imersão estética e sensorial no universo do afrofuturismo, movimento que articula arte, ancestralidade, ficção científica, espiritualidade, moda e tecnologia a partir da vivência negra. A exposição valoriza tanto a cultura afro-brasileira tradicional — como as religiões de matriz africana, a oralidade, a estética periférica — quanto sua reinvenção contemporânea, promovendo pontes entre passado, presente e futuro. Com itinerância por três cidades paraenses — Marabá, Parauapebas e Canaã dos Carajas — Afrofuturos atua diretamente na democratização do acesso à arte em territórios marcados por desigualdade de investimento cultural. A proposta une fotografia, audiovisual e performance em um formato digital acessível e gratuito, garantindo não só o alcance de públicos diversos, como também a redução de barreiras de acessibilidade e deslocamento. Além de seu impacto estético e simbólico, a exposição atua como ferramenta educativa, promovendo debates sobre identidade, representatividade, tecnologia e território. É uma ação estratégica de valorização da diversidade, com forte apelo formativo e social, que só se torna possível por meio do apoio da Lei de Incentivo à Cultura, dado seu perfil não comercial e sua relevância pública.

Estratégia de execução

O projeto Afrofuturos se insere em um momento em que cresce, nacional e internacionalmente, o reconhecimento da importância de iniciativas culturais voltadas à valorização das identidades negras e da reparação simbólica no campo das artes. Trata-se de uma proposta que não apenas apresenta obras visuais, mas que se constitui como um espaço de cura, resistência, imaginação e pertencimento para corpos historicamente invisibilizados. Uma das qualidades mais relevantes deste projeto é a sua proposição de descentralização cultural, ao realizar a mostra em cidades do interior do Pará, frequentemente fora do circuito artístico tradicional, promovendo acesso qualificado à produção cultural contemporânea. Além disso, o uso de tecnologias digitais acessíveis como meio de exposição e difusão permite a replicabilidade e a ampliação de impacto a médio e longo prazo. A proposta também dialoga com o fortalecimento de redes e coletivos locais, estabelecendo parcerias com produtores, artistas e instituições culturais de cada cidade para auxiliar na montagem, mobilização de público e ações de mediação. Essas ações fortalecem a economia criativa local e geram impacto social real, principalmente entre jovens e comunidades periféricas. Por fim, vale destacar que Afrofuturos está alinhado às diretrizes da política cultural nacional, contribuindo diretamente para os objetivos do Plano Nacional de Cultura (PNC), tais como a promoção da diversidade cultural, a valorização das culturas afro-brasileiras e a ampliação da participação social nos processos culturais.

Especificação técnica

1. EXPOSIÇÃO DIGITAL ITINERANTE – "Afrofuturos"Formato: Exposição digital com projeção e exibição de fotografias e vídeos em suportes eletrônicos.Conteúdo: 20 fotografias autorais (por cidade) e 3 vídeos performáticos com duração média de 5 minutos cada.Suportes de exibição: Telas de LED de 32 a 55 polegadas;Totens digitais com sistema de looping automático;Painéis informativos acessíveis com QR Code para catálogo digital.Duração da mostra em cada cidade: 7 a 10 dias consecutivos.Cidades atendidas: Marabá, Parauapebas e Canaã dos Carajás (PA).Classificação indicativa: Livre.Ambientes expositivos previstos: Centros culturais, auditórios públicos ou espaços de convivência com acesso gratuito e infraestrutura básica (energia, acessibilidade arquitetônica, segurança).Recursos de acessibilidade: Audiodescrição nos vídeos e imagens;Tradução em Libras nas performances gravadas;Linguagem simples nos textos curatoriais;Suportes físicos em altura adequada para pessoas com deficiência física. 2. RODAS DE CONVERSA (1 por cidade)Formato: Encontro com artistas, curadores e público, com mediação cultural.Duração: 2 horas.Capacidade média por encontro: 40 a 60 pessoas.Material de apoio: Microfone, caixa de som, projetor (quando necessário), tradução em Libras.Objetivo: Fortalecer o diálogo com o público e promover reflexão crítica sobre estética, identidade negra e afrofuturismo. 3. CATÁLOGO DIGITAL ACESSÍVELFormato: PDF interativo, acessível com audiodescrição e texto em linguagem simples.Paginação estimada: 20 páginas.Conteúdo: Imagens das obras;Textos curatoriais;Biografias dos artistas;Depoimentos e contexto do projeto.Distribuição: Gratuita via QR Code e redes sociais do projeto. 4. VÍDEOS PERFORMÁTICOSQuantidade: 3 vídeos.Duração média: 5 minutos cada.Formato: Full HD, com legendas, Libras e audiodescrição.Conteúdo: Performances de artistas negros(as) abordando religiosidade, território, moda afro, corpo e tecnologia. 5. OFICINA ONLINE: "Afrofuturos Visuais – Fotografia e Produção de Projetos"Duração total: 4 horas.Formato: Transmissão ao vivo e/ou gravada via YouTube ou Zoom.Público-alvo: Jovens de escolas públicas e coletivos periféricos.Material didático: PDF com dicas práticas, exercícios e referências visuais.Ementa: Introdução à fotografia com recorte racial;História do afrofuturismo nas artes visuais;Composição e luz em retratos;Exercício prático com celular;Discussão sobre ética e representatividade na imagem. 6. MINIDOCUMENTÁRIO (Making of da Exposição)Duração: 10 a 15 minutos.Formato: Vídeo Full HD com legendas, Libras e audiodescrição.Conteúdo: Bastidores da montagem;Entrevistas com os artistas;Processos criativos;Reações do público;Veiculação: Gratuita no YouTube e redes sociais do projeto.

Acessibilidade

O projeto contempla medidas obrigatórias e complementares de acessibilidade e democratização, conforme a Instrução Normativa MinC nº 23/2025: Audiodescrição dos vídeos e do catálogo digital;Tradução em Libras nos vídeos e nos eventos de mediação;Linguagem simples nos materiais expositivos e informativos;Espaços físicos com acessibilidade arquitetônica;Ação complementar: disponibilização de transporte gratuito para grupos de escolas públicas e instituições sociais locais (mediante agendamento prévio). Será gerado um QR code para audiodescrição das imagens e da apresentacao da exposicao e no trabalho em geral.

Democratização do acesso

A exposição Afrofuturos será 100% gratuita ao público em todas as suas etapas e atividades. O acesso se dará de forma presencial (em espaços culturais parceiros nas cidades de Marabá, Canaã dos Carajas e Parauapebas) e digital, por meio de um catálogo online e materiais complementares acessíveis. Distribuição e acesso: Entrada gratuita em todos os locais de exibição.Sessões de mediação cultural com agendamento para escolas públicas e grupos sociais.Catálogo digital com textos curatoriais e imagens da mostra, distribuído por QR Code e redes sociais.Ampliação de acesso – Medidas complementares: Realização de 1 oficina online gratuita com o tema "Fotografia e producao de projetos culturais", voltada para jovens artistas e estudantes da rede pública.Produção de 1 minidocumentário sobre o processo criativo do projeto, com depoimentos dos artistas, disponibilizado gratuitamente no YouTube.Disponibilização de materiais em formatos acessíveis, incluindo: Tradução em Libras nos vídeos;Audiodescrição nos conteúdos audiovisuais;Linguagem simples em todo o material informativo;Possibilidade de transmissão ao vivo ou gravação das rodas de conversa e oficinas para posterior divulgação digital.Essas ações visam garantir não apenas o acesso físico ao projeto, mas também acessos simbólicos, sensoriais e digitais, promovendo equidade no direito à fruição artística, em especial para comunidades historicamente excluídas da produção e consumo cultural.

Ficha técnica

Coordenação Geral e Produção ExecutivaRayda LimaProdutora cultural, roteirista e realizadora audiovisual. Atua há mais de 07 anos na área cultural com foco em narrativas afro-brasileiras, indígenas e periféricas. É idealizadora de projetos voltados à valorização da cultura popular e à democratização do acesso à arte. Em Marabá (PA), desenvolve exposições, oficinas e documentários que promovem inclusão, memória e identidade. Curadoria, Pesquisa e Direção Artística Caroline d Paula RamalMulher preta, artista independente, Produtora Cultural de marabá, oficineira, CEO do Salão de Beleza e estetica preta AFROSIL, cantora, compositora, diretora de arte. FotografiaGRAZIELA LUANA SANTANA DE AZEVEDO Mulher preta, artista independente, Fotografa, produtora cultural da cidade de MarabáDireção de Vídeo e Edição Audiovisual Lucila Berreza SantosMulher preta, artista independente, CEO do Salão de Beleza Preta Clique, Produtora Cultural. Coordenação de Acessibilidade CulturalAna do Socorro BarboraProfessora Universitária em Libras, atuação com acessibilidade. Astro AmazonicoArtista independente formado em Geografia, produtor cultural, educador PopularCenografia e Ambientação Afrofuturista

Providência

Periodo para captação de recursos encerrado.