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Realização da segunda temporada do projeto educativo OS CAMINHOS DO LIXO, que inicia com a exposição "O MAR QUE JÁ NÃO É MAR", composta por um caminho sensorial que imita o fundo do oceano poluído pela ação do homem, por banners informativos, e pelo "Guarda-Chuva da Criatividade", com bonecos feitos com a utilização de materiais que seriam descartados, e termina com a apresentação do premiado espetáculo teatral EXPEDIÇÃO PACÍFICO.
.O projeto tem início com a exposição O MAR QUE JÁ NÃO É MAR, composta por um caminho sensorial, por banners informativos, e pelo "Guarda-Chuva da Criatividade", com bonecos feitos com a utilização de materiais que seriam descartados, e termina com a apresentação do premiado espetáculo teatral Expedição Pacífico. O Caminho Sensorial é uma espécie de túnel que simula o fundo do mar poluído, que levará as pessoas da entrada do espaço até o local onde será realizada a apresentação do espetáculo “Expedição Pacífico”. Esse túnel, feito com estruturas desmontáveis, é todo preenchido por plásticos e lonas azuis, e tem penduradas centenas de garrafas pet, latinhas, panos, objetos, enfim, toda a sorte de materiais jogados no lixo, e que vão parar em nossos oceanos. A ideia é fazer com que as pessoas “passem simbolicamente” pelas águas poluídas, como se fossem peixes a terem que se deslocar entre o lixo. Após deixarem o “túnel”, encontram banners explicativos que falam sobre diversos temas relacionados à poluição ambiental, bem como também a importância da reciclagem e do reaproveitamento do lixo. Encontram o “Guarda-Chuvas” já citado até que chegam no espaço de apresentação do espetáculo teatral. Na peça, fazemos da grande Ilha de lixo que cresce a cada dia em algum ponto do Oceano Pacífico, cuja extensão já é maior do que vários estados do Brasil juntos, uma sutil alegoria de situações de nosso tempo moderno. Na Grande Ilha é que vão parar toda a sorte de detritos e rejeitos da nossa humanidade. Pois bem, conduzindo uma carroça de lixo repleta de descartes, vemos, nas figuras de dois “carroceiros”, gente tão simples e humilde, o ser humano marginalizado pela sociedade, tratado à deriva pelos asfaltos, tal como o lixo que navega pelo oceano. Neste espetáculo, no entanto, os tratamos como verdadeiros poetas, capazes de criar, do lixo plástico, muita diversão e lirismo. Público livre
Objetivo principal: Realização da exposição "O MAR QUE JÁ NÃO É MAR", composta por um caminho sensorial, por banners informativos, e pelo "Guarda-Chuva da Criatividade", além da apresentação do premiado espetáculo teatral EXPEDIÇÃO PACÍFICO com o objeto de conscientizar alunos e educadores sobre a importância do tratamento do lixo que produzimos diariamente. Objetivos específicos:- Realizar 60 apresentações da peça teatral- Realizar 60 montagens da Exposição supracitada- Atingir aproximadamente 9.000 pessoas com as ações do projeto (média de 150 espectadores / participantes por sessão)
.O projeto OS CAMINHOS DO LIXO é executado pela Cia. Truks, grupo sólido que foi criado em 1990, e desde então apresenta seus espetáculos em teatros, escolas, empresas, instituições ou espaços alternativos de todo o Brasil. Não somente, já se apresentou em mais de uma dezena de países, representando o Brasil em diversos festivais internacionais. O grupo é referência nacional na arte do teatro de animação, bem como um dos principais expoentes do bom teatro para crianças do país. Recebeu mais de 40 menções honrosas, entre prêmios e indicações. Truks, ainda, coordenou o CENTRO DE ESTUDOS E PRÁTICAS DO TEATRO DE ANIMAÇÃO DE SÃO PAULO, espaço de referência desta linguagem artística, em projeto da Prefeitura de São Paulo, entre 2002 e 2012. O grupo notabilizou-se, ao longo dos anos, por seu extremo profissionalismo, marcado por cada uma de suas mais de 10.000 apresentações já realizadas, além de uma constante e obsessiva busca pela perfeição técnica, pela vida e máxima expressividade de seus bonecos. Dotou o seu trabalho e pesquisa cênica de uma característica singular, ao desenvolver uma técnica particular de animação de figuras, inspirada na centenária arte japonesa do Bunraku, em que três atores, simultaneamente, animam o mesmo boneco, conferindo lhe movimentos humanos precisos, que encantam e surpreendem plateias de todas as idades. Não somente, desenvolveu uma linguagem própria de ressignificação e animação de objetos do cotidiano, que se transformam em divertidas e poéticas personagens de espetáculos extremamente inteligentes e criativos. Em suas peças, a Cia. desenvolve dramaturgias ricas que envolvem e encantam pais e filhos. De forma inteligente e sensível, por meio de histórias bonitas e profundas, trata de temas importantes, referentes às vidas de todos nós, ao tempo em que oferece, às crianças, visões de mundo instigantes, inovadoras, e repletas de fantasia e poesia.Não é diferente em OS CAMINHOS DO LIXO. À luz de 35 anos de experiências, entendemos que o teatro, e as ações sensibilizadoras, têm muito mais força do que os simples discursos. Não foram poucas as vezes em que vimos, em escolas, palestrantes virarem "memes" nos celulares dos alunos, durante suas falas. Aqui o instrumento é outro, que não apenas a palavra: os alunos primeiro passam em uma espécie de túnel sensorial que simula o fundo do mar poluído. Um monitor nosso logo quer saber como eles estão se sentindo. Invariavelmente, as crianças lamentam pelo que entendem ser a "sensação ruim dos peixes" com tanta sujeira. Outras tantas revelam-se preocupadas com a própria saúde dos peixes... Depois vamos mostrar, com nosso Guarda-Chuvas da Criatividade, o que se pode fazer com tantas coisas que iriam ao lixo e o comentário geral costuma ser: "vou fazer isso em casa". Ou seja, mobilizamos as crianças para ações concretas, muito mais do que somente ideias, e esse é o principal diferencial desse projeto. Como dizemos em nossos objetivos, almejamos construir novos paradigmas para o tratamento do lixo de cada um de nós, sem o que não lograremos alcançar as modificações de que tanto, em última análise, o planeta carece.Essa proposta almeja dar continuidade a este importante e exitoso projeto que, na sua primeira temporada, circulou por 8 cidades dos Estados de SP, RJ e SC, beneficiando mais de 12.000 crianças de escolas públicas, majoritariamente situadas em periferias. A peça teatral EXPEDIÇÃO PACÍFICO, ápice da experiência, mescla momentos de humor com outros de delicada poesia, e encanta os estudantes e educadores. No espetáculo, dois criativos e sensíveis catadores de lixo constroem, com a utilização somente de sacolinhas e lonas plásticas, belíssimos cenários e divertidas criaturas. O espetáculo traz a importante proposta de promover a reciclagem criativa do lixo, bem como o fomento da criatividade e o uso consciente de materiais que seriam descartados, além de direcionar um outro olhar sobre as figuras dos catadores de lixo, tão marginalizados pela sociedade, mas que exercem papel tão importante nos programas de reciclagem de lixo do nosso país. Em nossa peça, eles são verdadeiros poetas, capazes de conduzir nossa imaginação por caminhos tão bonitos. O projeto espera que, motivados pelas imagens vistas em cena, os alunos operem também, em suas casas, a construção das mais incríveis e criativas criaturas, com objetos que, assim, deixarão de ir para o lixo, além de, quiçá, lançarem também outro olhar, mais afetuoso e respeitoso, ao ser humano marginalizado pela sociedade. A única forma de conseguirmos seguir realizando apresentações GRATUITAS, de forma itinerante, para uma população carente de atividades culturais, é por meio de Lei de Incentivo à Cultura. O projeto se enquadra-se no Art. 1º da Lei 8313/91 através dos incisos:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;IX - priorizar o produto cultural originário do País.Para o cumprimento das finalidades expressas no art. 1° da Lei 8313/91, conforme Art. 3º da referida norma, este projeto atenderá aos seguintes objetivos:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
- A ideia do projeto é que seja itinerante e realizado em 30 locais diferentes, em 1 escola/bairro por dia. Teremos montagens e desmontagens diárias. No plano de distribuição estamos considerando itinerância por 6 cidades, com 10 apresentações em cada cidade.- Estamos considerando a participação média de 150 pessoas por apresentação. Considerando estas 150 pessoas como uma média de público, este projeto, realizado de forma totalmente gratuita, terá o custo per capita aproximado de R$ 106,00 por beneficiário, que representa 35% do valor per capita máximo de R$ 300,00 estabelecido na IN.- Na itinerância, para facilitar e melhorar o controle financeiro, faremos todos os pagamentos de combustível, refeição, pedágios e hospedagens nos locais através de cartão corporativo, para posterior organização de todos os comprovantes em planilhas, para o devido reembolso, com transferência identificada
- Duração média de 50 minutos - Participação de 2 atores - Indicação: Livre
. Acessibilidade Física: o projeto será realizado em locais públicos, principalmente em escolas públicas e Instituições (ONGs e OSCs), que já contenham estrutura adequada para pessoas com deficiências físicas e/ou mobilidade reduzida, em locais térreos ou com rampas de acesso para cadeirantes. Acessibilidade de conteúdo:Para deficientes visuais: o espetáculo contará com acessibilidade para deficientes visuais sempre que as escolas ou Instituições informarem a necessidade, no agendamento prévio. Por circular no interior do Brasil em cidades muito pequenas, estamos prevendo estas alternativas:- Nos locais onde já houver estrutura de cabine, será utilizada a estrutura local para a Audiodescrição/Narração.- Nos locais que não tiverem a estrutura de cabine, será feita a Autodescrição da seguinte forma: como a peça não é falada, os professores ou monitores farão uma narração das ações dos atores em cena.- Os deficientes visuais participarão do Caminho Sensorial também com a ajuda de professores ou monitores, que farão, ainda, a explicação oral do conteúdo dos banners. - Após o término das sessões da peça Expedição Pacífico, os alunos serão convidados a ir ao palco para tatearem o cenário e bonecos, e conversarem de perto com os atores da peça.Para deficientes auditivos: não se aplica. Cabe ressaltar que a peça não tem diálogos verbais, é totalmente visual, e os deficientes auditivos poderão participar normalmente do Caminho Sensorial, bem como ver e ler as informações dos banners. - Para pessoas com Espectros ou Síndromes: por ter uma linguagem totalmente visual, o espetáculo é lúdico e acessível para este público. Cabe ressaltar que mesmo nas escolas ou quando realizado em APAES, este público comparece ao local sempre acompanhado dos próprios professores e profissionais, que atuam como monitores.
O projeto é totalmente gratuito Seguiremos o Art. 46 da IN 23/2025 I - até 10% para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, II - até 10% para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; III - mínimo de 10% para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino; Das medidas de ampliação do acesso: Conforme Art. 47 da IN 23/2025 I - doar 10% dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento); Com isso, estamos garantindo que o produto principal “Artes Cênicas” terá a realização de no mínimo + de 20% das apresentações realizadas em Escolas Públicas, de forma gratuita e sem cobrança de ingresso, para alunos e professores. Todas as apresentações serão divulgadas e agendadas com antecedência.
.Henrique Sitchin: é o proponente, Sócio Diretor da Cia. Truks. Será remunerado principalmente pela Direção Artística, pela Direção Geral, pela Coordenação Administrativa e Financeira e pelos Direitos Autorais. Poderá exercer outras atividades sempre respeitando os limites de remuneração estabelecidos na IN. Henrique é ator bonequeiro, escritor, autor e diretor teatral com 40 anos de experiências profissionais. Foi um dos criadores da Cia Truks, em 1990, e é seu atual coordenador e diretor artístico. Com o grupo recebeu mais de 40 menções honrosas, entre prêmios diversos e indicações. Foi coordenador do CENTRO DE ESTUDOS E PRÁTICAS DO TEATRO DE ANIMAÇÃO DA PREFEITURA DE SÃO PAULO, espaço de referência do Teatro de Animação na cidade, entre 2002 e 2012. É autor de diversos livros sobre teatro, entre os quais A POSSIBILIDADE DO NOVO NO TEATRO DE ANIMAÇÃO (2009), O PAPEL DO ATOR ANIMADOR NA CENA TEATRAL (2010), BONECOS NAS RUAS! (2012), e TEATRO PARA CRIANÇAS: PROBLEMÁTICAS E SOLUCIOLUNÁTICAS (2015). - Autor dos livros infantis O MENINO QUE MORAVA NO LIVRO, OS VIZINHOS, O MEU AVÔ JUDEU, todos selecionados para o PNBE, além de A OUTRA HISTÓRIA e O MENINO E O MONSTRO. - É autor e diretor de diversos espetáculos encenados e produzidos pela Cia Truks. -Presta assessoria artística para diversos grupos brasileiros e ministra oficinas no Brasil e no exterior. Os atores serão selecionados prioritariamente entre estes 3 abaixo, conforme disponibilidade de agenda: GABRIEL SITCHIN: Ator formado pela Escola Superior de Artes Célia Helena (2011). - Prêmio de "Ator Revelação de 2012", pela ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE CRÍTICOS DE ARTE, e pela COCA COLA FEMSA, com o espetáculo SONHATÓRIO, junto com RAFAEL SENATORE E HUGO REIS. - Realizou, entre outros, os seguintes cursos: Workshop de Clown, ministrado por Roberta Casanova; Mímica Total e Teatro Físico, ministrado por Luis Louis; Curso intensivo de Interpretação pra Cinema, no Studio Fátima Toledo; Oficina de Animação de Bonecos, Formas e Objetos no Centro de Estudos e Práticas do Teatro de Animação de SP; Curso Livre de Teatro, no INDAC Escola de Atores, Curso de Clown, ministrado por Bete Dorgam, no Teatro de Narradores, Oficina de Dramaturgia para o Teatro de Animação no Centro de Estudos e Práticas do Teatro de Animação de SP. - Em 2008 viveu em Londres, onde estudou nas seguintes escolas: "Central School of Speech and Drama", "Central Saint Martins Art College" e "London Drama School". - Em cinema atuou em diversos curtas metragens, assim como teve participações em diversos programas de TV e em filmes comerciais.- Atua com a Cia Truks desde 2009, em diversos de seus espetáculos, exerce também funções de assistência de direção e de produção.ROGÉRIO UCHOAS: é Ator e performer formado em técnicas circenses para o ator, pela ELT (Escola Livre de Teatro), e mímica com Luis Louis e Vitor Seixas. - Realizou, entre outros, estudos voltados para dança contemporânea e popular.- Realizou oficinas com alguns dos maiores mestres mundiais das artes do palhaço, tais como Patch Adams e Avner, “O Excêntrico”. - Participou do Projeto “Fantoches nas Praças”, coordenado pelo renomado grupo Sobrevento, com o qual cumpriu temporada de dois anos. - Realizou diversas oficinas no Centro de Estudos e Práticas do Teatro de Animação de São Paulo, coordenado pela Cia Truks, entre 2007 e 2010. - Criador e intérprete do “Palhaço Banzé”, se apresenta desde 2004 com performances e espetáculos de circo, mímica e rua. - Em 2005 foi para Arábia Saudita integrando a Cia. Brazilian Circus, e lá atuou durante dois meses. Ao retornar foi convidado a participar do grupo Circo Zé Brasil e, em 2008, em parceria com outros artistas, criou o grupo Malabarbudos, que tem como objetivo fomentar a arte de rua.- É integrante da Cia Truks desde 2010, e atua em diversos espetáculos do grupo.AGUINALDO RODRIGUES: é Ator formado pela Escola Mabat de Preparação de Atores. - Realizou, entre outros, os seguintes cursos e oficinas: “Oficina Permanente de Teatro de Animação”, com Henrique Sitchin (2003 a 2005); “Preparação de Atores”, da prefeitura Municipal de Suzano, sob orientação de Cleiton Pereira e Drico de Oliveira; Oficina de Circo da Prefeitura do Município de Poá; Interpretação, com Samuel Vital; Workshop de Interpretação, com Alexandre Bouri; Oficina de Teatro – Stúdio Márcia Belarmino, com Drico de Oliveira e Jú Penteado. -Trabalhou em diversos espetáculos, como: “Uma velha Formiga”, “Um Dia de Festa”, “Dom Quixote”, “Torturas de Um coração”, “O Duende Mágico”, “Um dia de Festa”, “Nos Tempos da Brilhantina”, “Gato de Botas”, etc.- Foi um dos atores animadores selecionados pelo programa “Que Monstro te Mordeu”, da TV Cultura, dirigido por Cao Hamburguer, onde deu vida ao monstrinho “Morgume”. - Integra a Cia Truks desde 2005 atuando em diversos espetáculos. Atua também como assistente de direção e oficineiro. Outros profissionais: JOSÉ VALDIR ALBUQUERQUE: será o Cenógrafo. - É cenógrafo e Cenotécnico premiado com o Prêmio Shell, e ator com Bacharelado e Licenciatura plena em Artes Cênicas pela Faculdade Paulista de Artes. - Participou das oficinas de cenografia com J. C. Serroni (SESC Av. Paulista) com Ciro Dell Nero (FUNARTE S.P), e iluminação com Nezito Reis (CCSP). - De 2006 a 2012 participou das oficinas de Teatro de Animação no Centro de Estudos e Práticas De Teatro de Animação coordenado pela Cia Truks. - É integrante e cenógrafo das seguintes companhias de teatro: Os Fofos Encenam, Cia Les Commediens Tropicallies, Cia República Ativa de teatro, Cia Eureca e Cia Truks. - Construiu e montou os cenários dos seguintes espetáculos: História de Bar - Cia Truks, Concílio da destruição - Cia Les Commediens, A Última Quimera - Cia Les commediens, Segundo Pedro Segundo - Cia Les commediens, Quem Apagou a Luz - Cia República Ativa de Teatro, A Bruxinha Que Era Boa (melhor cenário infantil do festival da cidade de São Paulo e do XII Festec) - Cia República Ativa, O Cavalinho Azul - Cia Republica Ativa, Terra de Santo - Cia Os Fofos Encenam, Ensaio Sobre a Queda - Direção Marcelo Lazzarato, Selma - Cia Difeitos , Maldito Benefício - Direção Marcelo Lazzarato ( trabalho indicado ao prêmio Shell de cenografia, Projeto Baú da Aretuzza (antes do enterro do anão, Vance viu minha fia, A canção de Bernadete, A ré misteriosa - Os Fofos Encenam - Direção Fernando neves, Goldofredo e Alice Cia (Im)pertinente– Dir Cecília Schucmam e Tatiana Caltabianco, Favor beber o leite, senão estraga. Coletivo Cronópio Direção: Alice Nogueira, Achados e Perdido - Cia De Feitos direção Carlos Canhameiro. O Defunto – Cia das atrizes –provocação cênica – Marina Trajan e Carlos Canhameiro. O Deus da cidade Cia os fofos Dir Fernando Neves. Histórias que saem do papel - Cia Eureca. Temos vagas direção -Talita Cabral. Pequena ladainha anti-dramática para o episódio da fuga do leão do circo – Dir Chico Carvalho, Expedição Pacífico – Cia Truks- Dir Henrique Sitchin. Ricardo Gramani de Magalhães: Prestação de Contas, apoio administrativo e criação de material de divulgação do projeto. Ricardo é formado em Administração de Empresas (FGV) e pós-graduado em Finanças e Marketing (FGV), tendo carreira de 25 anos em empresa multinacional, onde atuou nas áreas de Controladoria, Preços, Planejamento, Marketing e Compras. Atuou como Diretor Geral em empresa nacional de médio porte até se tornar sócio da Núcleo Propaganda em 2011 e criar sua própria empresa, a Núcleo Cultural em 2013, onde atua no desenvolvimento de projetos, na produção executiva, na elaboração de materiais de divulgação dos projetos, prestação de contas, captação de recursos, entre outras atividades.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.