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O Objeto deste projeto é a circulação do espetáculo teatral "O Espectador Condenado à Morte", da Quinta Não Dá Cia de teatro, com seis apresentações em cinco diferentes cidades do Sul do Brasil, abrangendo os três estados sulistas, suas capitais e outras cidades pontuais.
SINOPSE DO ESPETÁCULO “Senhoras e Senhores, há um criminoso entre nós!”, anuncia o Procurador. A acusação toma conta do palco e designa, ao acaso, um culpado. Acusado de que? De calar-se. Mas aos poucos, cada vez mais solitários diante de si mesmos, o tribunal e as testemunhas vão da acusação à autocrítica: todo mundo é culpado quando a justiça é uma farsa.Esta comédia impetuosa e de humor ácido é uma advertência a todos aqueles que acreditam estar ao abrigo da regressão social. O que você esconde com essa fronte lisa e esse semblante de bom cidadão? O trabalho é fruto de um processo de pesquisa que aconteceu dentro do Estúdio Trabalho em Cena, da Universidade Federal de Santa Catarina. Parte de uma pesquisa da linguagem absurda e grotesca dos comportamentos opressivos da política institucionalizada, e assim instaura uma crítica severa, porém risível, dessa instituição e do modo como nos comportamos perante a ela. O trabalho é construído a partir do texto de mesmo nome de Matéi Visniec, dramaturgo romeno, erradicado na França depois da Segunda Guerra Mundial. A peça faz parte de um dos primeiros combates de Visniec, que denuncia as paródias da justiça que, infelizmente, não são exclusividade de sociedade alguma.
OBJETIVO GERAL O Objeto deste projeto é a circulação do espetáculo teatral "O Espectador Condenado à Morte" em cinco diferentes cidades do Sul do Brasil, com apresentações totalmente gratuitas e acessíveis em LIBRAS. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Produzir e executar seis apresentações do espetáculo "O Espectador Condenado à Morte" em cinco diferentes cidades dos estados do Sul do Brasil, de forma gratuita e com acessibilidade, buscando atingir um público de no mínimo 2500 pessoas; - Oferecer diferentes recursos de acessibilidade, massificando a divulgação de impacto para o público que fará uso destes recursos, buscando atingir um público de pessoas com deficiência que seja de pelo menos 10% do público total do projeto. - Descentralizar a execução de produtos artísticos levando a peça em questão para além da cidade sede do grupo - Florianópolis. - Propor troca artística e cultural entre membros do grupo Quinta não dá Cia de Teatro e público das diferentes localidades escolhidas para circulação, estimulando o diálogo, o pensamento crítico e a reflexão através de fóruns de discussão depois de cada uma das apresentações; - Valorizar a produção de teatro catarinense estimulando a continuidade de um grupo teatral nascido na capital do estado e propor aperfeiçoamento técnico e estético do grupo em questão ao manter viva e intensificar a rotina de ensaios e apresentações da peça "O Espectador Condenado à Morte", bem como remunerar os artistas envolvidos tanto na etapa de ensaios quanto durante as apresentações da circulação; - Retribuir para a comunidade catarinense o investimento em profissionalização de artistas da cena proposto pela universidade federal e estadual de Santa Catarina, espaço onde se formou o grupo Quinta não Dá Cia de Teatro; - Difundir a obra teatral de Matéi Visniec, dramaturgo contemporâneo com importante produção literária e ainda pouco conhecido e traduzido no nosso país; - Promover empregabilidade e estímulo aos artistas catarinenses envolvidos na equipe, que terá cerca de 16 profissionais, entre equipe fixa e secundária.
O espetáculo "O Espectador Condenado à Morte", encenado pela Quinta não dá Cia de teatro, é fruto da dedicação e empenho de diversos profissionais de diversas áreas durante mais de três anos de trabalho. O processo de montagem iniciou em 2022 com a reunião de estudantes e professores do curso de Artes Cênicas da Universidade Federal de Santa Catarina. Hoje, a maioria destes estudantes já estão formados, e o grupo caracteriza-se como independente desde 2023. Neste processo de profissionalização, sempre mantivemos como um objetivo importante para o coletivo retribuir para a sociedade o investimento feito em nós. Nos utilizamos de recursos humanos, técnicos e físicos de universidades públicas para nossa formação acadêmica e desenvolvimento do espetáculo em questão, recursos financiados por impostos advindos da comunidade catarinense. Queremos devolver para estas pessoas que, de uma forma indireta, nos permitiram estar aqui como grupo profissional, por meio da execução de nossa arte de forma acessível e amplamente divulgada, com a intenção de fazê-la chegar ao maior número de pessoas possível. Das dez apresentações já feitas pela cidade de Florianópolis, oito foram gratuitas e abertas para o público, contando até então com o apoio de editais públicos de incentivo à cultura, financiamentos coletivos e patrocínios diretos. Atualmente buscamos recursos para produzir e executar "O Espectador Condenado à Morte" fora de Florianópolis, também de maneira acessível para nosso público. Em nossa experiência sabemos que a troca com o público é essencial, aprimorando e lapidando cada vez mais o produto artístico em questão, ao mesmo tempo que estimula a reflexão e o pensamento crítico da plateia que se abre para a experiência de participar de nosso espetáculo. Sim, participar! Nossa peça convida o público a ser parte da trama que se desenrola dentro de um tribunal durante o julgamento de um espectador que é acusado de um crime atroz. Apoiados na dramaturgia homônima de Matéi Visniec, o elenco e a equipe técnica se misturam com o público num misto de performance e atuação, improviso e marcação, exageros e realismos, tornando cada apresentação única e sob medida para a plateia, afinal, é ela quem também faz a peça acontecer. Sendo assim, diferentes públicos propõem diferentes desafios e oportunidades para o grupo Trabalho em Cena elaborar "O espectador Condenado à Morte". Na intenção de descentralizar nossa atuação, queremos circular com a peça por seis cidades de Santa Catarina, explorando o que cada público tem a nos dizer e levando a este público uma peça que resulta de tantas outras trocas que já vieram antes. Assim como Visniec, não oferecemos respostas em nossa obra, apenas eloquentes questionamentos. Acreditamos no diálogo como ferramenta crítica e entendemos que uma peça experimental como o "Espectador Condenado à Morte" pode ser espaço para estimular não somente o diálogo, mas também a ação e a mudança. A partir de uma experiência no teatro que mistura a realidade com a ficção por meio de sátiras bem humoradas, características do dramaturgo, a plateia é incentivada a refletir o comportamento da sociedade. A reflexão despontada pelo "Espectador Condenado à Morte" é advinda da linguagem e do texto, entretanto a mensagem que cada espectador (seja o condenado à morte, ou não) pode tirar do espetáculo está condicionado à sua própria vivência no mundo. Em nosso percurso de apresentações durante esses dois anos, sentimos nossa presença romper lentamente a bolha artística universitária de onde iniciamos nosso trabalho. Neste processo alcançamos públicos diferentes do que estávamos habituados e verificamos a riqueza de sensações que o espetáculo provocou em diferentes espectadores, reforçando a importância de nos aventurarmos para novos espaços, cidades e plateias. Produzir e executar um espetáculo como "O espectador Condenado à Morte", que possui um elenco e uma equipe grande, pode ser desafiador ao mesmo passo que muito rico. Trazemos o trabalho de diversos profissionais para compor a obra final. Para além dos atores vistos no palco, a obra em sua dramaturgia traz enfoque para os demais integrantes de um teatro que nem sempre são lembrados, tais como a produção, a iluminação, a bilheteria, a fotografia, a direção e a contrarregragem, convidando-os para subir ao palco testemunhar também. Todos esses atores trazem em seus papéis um trabalho real e muito crucial para a existência do teatro, inclusive da peça em questão. Ao manter o espetáculo ativo e circulando, geramos renda para esses diversos profissionais e criamos vagas de trabalho para funções adjacentes ao setor cultural, como o marketing, a imprensa e a contabilidade. Ao levar arte para a população, formamos público e incentivamos a produção artística local, que por consequência expande a cadeia de geração de emprego e renda na área cultural das cidades abrangidas pela circulação. A escolha da obra do dramaturgo Matei Visniec também é, por si só, um desejo de transpor barreiras. Visniec é um dramaturgo romeno, radicado na França, lido como absurdista pela crítica literária, e tem uma produção absolutamente expressiva de textos dramáticos que refletem sobre importantes questões sócio-políticas do nosso tempo, tendo em vista que Visiniec é um autor contemporâneo e continua produzindo. Apesar de sua nacionalidade, Visniec trata de questões diretamente relacionadas à nossa vivência enquanto latino-americanos e, através de seus textos, trava combates ao neofascismo, à corrupção econômica, social e política das nossas instituições, reflete sobre os nossos sistemas econômicos e ideológicos através de críticas absurdas e bem humoradas às desigualdades sociais do nosso tempo. Somente uma pequena parte de sua obra está traduzida e, o que chegou até o nosso país, ainda tem uma pequena difusão. É possível verificar isto ao observar a escassez de textos escritos por ele e montados por grupos brasileiros ou estrangeiros nos maiores festivais de teatro do país. Entendemos que esta escassez não se dá por conta de qualquer questão relacionada à qualidade de seus textos, mas sim, pela falta de conhecimento e difusão de sua obra no país. Portanto, nossa circulação visa também levar a obra deste autor para um maior conhecimento público, fomentando o interesse por seu trabalho e a busca por suas obras, também beneficiando o setor literário brasileiro que traduz e publica suas obras aqui no Brasil. Deste modo, possibilitar a circulação da peça "O Espectador Condenado à Morte" por meio do financiamento é contribuir com a disseminação, difusão e descentralização da arte pelo Sul do Brasil, visto que o projeto se enquadra diretamente nos incisos I (contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais), III (apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores) e VIII (estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória) da LEI Nº 8.313, DE 23 DE DEZEMBRO DE 1991, de modo a fomentar a produção cultural e artística, mediante a realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore, conforme consta nos objetivos elencados no artigo 3 da mesma Lei. Além disso, é permitir a troca e o diálogo entre diferentes vivências de forma democrática e acessível. É estimular a continuidade da produção artística e a subsistência de um coletivo que seguirá desenvolvendo projetos para a comunidade em parceria com instituições de mesmos valores. É estimular a geração de renda e criação de emprego, valorizando todas as partes que cabem crédito pela elaboração do produto cultural, desde quem cria, quem produz, quem faz e quem financia.
As cidades onde pretendemos apresentar são: Florianópolis - SC (2 apresentações)Chapecó - SCPorto Alegre - RSCaxias do Sul - RSCuritiba - PR
Duração da Obra: 1h30 aproximadamente. Gênero: Comédia. Estilo: Teatro Absurdista. Estilo de atuação: Grotesca. Elementos cênicos: atores e atrizes no palco, cenas interativas e participativas, luz, som, efeitos sonoros e projeções nas paredes do teatro com projetores. Classificação indicativa: 14 anos (Presença de cenas que incitam violência). Espetáculo com interpretação em LIBRAS.
Ações de Acessibilidade promovidas pelo projeto: - Todas as 6 apresentações contarão com interpretação de LIBRAS. - Ação de reserva de ingressos facilitada para PCDs e Idosos, para que estas pessoas não precisem chegar com a antecedência prevista para a distribuição de ingressos para o público em geral. Esta ação será realizada via formulário virtual, tendo abertura para reservas de ingressos direcionados especificamente para órgãos, instituições, ONGs e escolas com público específico PCD ou dentro do espectro autista. - Acessibilidade atitudinal, com avisos e orientações ao início do espetáculo, sobre som, luzes, e qualquer outra sensibilidade para PCDs e pessoas dentro do espectro autista. Os avisos serão interpretados em Libras. - Disponibilização de equipamentos abafadores de ruído na entrada do teatro. - Priorizaremos a escolha de espaços com acessibilidade para pessoas com deficiência física, cadeirantes e idosos sempre que essa for uma possibilidade dentre os espaços teatrais das cidades em que acontecerá a circulação. - Busca de órgãos para a divulgação direcionada, com foco em público PCD, Autista ou Idoso, através de contato com entidades, ONGs, escolas e centros especializados, com o intuito de massificar a presença deste público específico nas apresentações, visto que o mesmo pode ter dificuldade de acessar os canais tradicionais de comunicação e divulgação. - Contratação de consultoria especializada para avaliar as ações de acessibilidade do projeto, em busca de um parecer que melhore nossa oferta destes serviços. Além disso, a consultoria em Acessibilidade terá um papel fundamental na massificação de divulgação para público específico que fará uso dos recursos oferecidos.
Ações de democratização de acesso exercidas pelo projeto: - Todas as apresentações serão gratuitas ao público, promovendo amplo acesso socioeconômico. - Realização de dois ensaios abertos ao público, antes do início da circulação - Ao final de todas as apresentações o grupo fará o que chamamos de "Fórum", ou seja, um momento de discussão com a plateia, para todas as pessoas que estiverem lá e quiserem conhecer um pouco mais sobre o espetáculo, sobre os atores e atrizes, ou quiserem trocar qualquer impressão ali, no momento. - Gravação integral em boa qualidade do espetáculo disponibilizada posteriormente no canal de Youtube do projeto. - Contato com secretarias de cultura e educação dos espaços onde a peça será apresentada com a tentativa de conseguir iniciativas de convite, liberação e transporte para grupos estudantis, de teatro, recreação, CRAS e outras iniciativas similares. - Ampla divulgação, com iniciativas físicas, para impactar pessoas que não usam redes sociais ou que não podem ser impactadas por qualquer divulgação de caráter virtual.
TEXTO – Matéi Visniec, Tradução de Fábio de Melo (Direitos autorais administrados por ABRAMUS) DIREÇÃO, CENOGRAFIA E OPERAÇÃO DE SOM – Leonardo Cesar (Proponente)ELENCO - Carla D’ambroz, Cristian Menna, Danni Bristot, Esther Pickrodt, João Leffa, Juannee Quinalha, João Vitor Batista Batalha Massadá e Vinicius Damian. CONCEPÇÃO DE LUZ - Juannee Quinalha e Leonardo Cesar OPERAÇÃO DE LUZ - Juannee Quinalha OPERAÇÃO DE SOME PROJEÇÃO - Leonardo Cesar DESIGN - Eric Tomas INTERPRETAÇÃO DE LIBRAS - Joanna Tiepo e Wesley Malta (projeção de contratação. Wesley e Joanna trabalharam com o grupo na temporada financiada pelo edital Paulo Gustavo SCD+ e pela PNAB municipal de Florianópolis) CURRÍCULOS RESUMIDOS LEONARDO CESAR Leonardo Cesar é o proponente deste projeto, também é o diretor do espetáculo. Bacharel em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Santa Catarina, Mestre em Teatro, Sociedade e Criação Cênica pelo Programa de Pós-Graduação da Universidade do Estado de Santa Catarina, atua como professor, diretor e ator. Atualmente, desenvolve sua pesquisa com teatro de criação coletiva latino-americano, tendo estado recentemente em uma residência artística com o grupo colombiano "Teatro Experimental de Cali", na Colômbia. Leonardo atua como diretor e ator desde 2018, em atividade ininterrupta desde então, no sul do Brasil. CARLA D'AMBROZCarla D'Ambroz é produtora e atriz neste projeto. Bacharel em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Santa Catarina (2024), trabalha com arte profissionalmente desde 2017, sendo sua maior área de pesquisa a palhaçaria. Atuou em “Cartas para Junho” (2018) e “O Espectador Condenado à Morte” (2023), ambos sob direção de Leonardo Ertel. Na área da palhaçaria participou do projeto de pesquisa “Palhaçaria Disruptiva” (2020) pela UFSC, seguindo na área após residências artísticas com Karla Concá, Paula Bittencourt e Ricardo Puccetti. Protagoniza seu primeiro solo em “Circulando” (2020), direção de Juannee Quinalha. Na área da produção, já trabalhou na Maratona Cultural 2024, no Teatro da UBRO como estagiária (2022-2024) e em editais como Cultura Solidária, Premiarte, Paulo Gustavo e Elisabete Anderle, tanto no Rio Grande do Sul como em Santa Catarina. Atualmente, além de integrar a Quinta Não Dá cia te teatro, faz parte do grupo de pesquisa cênica Vergonha Alheia e Núcleo de Pesquisa em Palhaçaria Rindo de Nervoso. CRISTIAN MENNACristian Menna é ator neste projeto e estudante de Artes Cênicas da Universidade Federal de Santa Catarina, onde também dirige o espetáculo de própria autoria O Auto do Injustiçado. Além de ator, Cristian Menna é fisioterapeuta, escritor, diretor e performer, foi premiado junto à Fundação Catarinense de Cultura pela série Meio Gato, apresentou a performance O Acendedor de Lampiões na Galeria Municipal Pedro Paulo Vecchietti, em Florianópolis, produziu três espetáculos para o III Workshop In Progress - Joyce in Latin America na UFSC, participa do Núcleo de Estudos em Encenação Teatral e Escrita Dramática na mesma universidade e já atuou em diversos espetáculos dentro e fora da esfera acadêmica. DANNI BRISTOTDanni Bristot é atriz em O Espectador Condenado à Morte, bacharela em Artes Cênicas na UFSC. Teve uma companhia de teatro com seus colegas da universidade, chamada Persea Cia. Teatral em que apresentou a peça "Cartas Para Junho" de 2017 até 2019 e pesquisava a dramaturgia do corpo. Nos palcos, como atriz, está em atividade desde 2017 sendo algumas peças apresentadas: "Promessas Sussurradas pelo Mar"(RJ, 2021), "Caiu o Ministério!" (RJ, 2022), "Chicago, o musical em Floripa"(2022), “O Espectador Condenado à Morte”(FLN, 2023-). No audiovisual, participou de publicidades, trabalha com apresentação e locução de projetos educativos, tem um longa metragem em desenvolvimento, oito curtas e contando. Em 2023 esteve na produção campeã do 48Hour Film Project com o curta Te Espero Às Quatro, e foi ao Filmapalooza, em Lisboa, representar o país. Em 2024 integra o Núcleo Co.lab do Espaço Co.lab em São Paulo. ESTHER PICKRODTEsther Pickrodt é atriz nesse projeto. Graduanda em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Santa Catarina, atua como atriz desde 2021, onde já participou como atriz em produções como Bem-vindos a Bloomusalém, adaptação do texto Ulisses de James Joyce; Psicose 4:48, adaptação do texto de mesmo nome de Sarah Kane; e participou como diretora de arte e assistente de direção de arte em diferentes versões da competição 48hr Film Project, e atualmente estagia na área da cultura acompanhando cursos infantis de artes cênicas, dança, música e a produção de diversas apresentações e produções culturais. JOÃO LEFFAJoão Leffa é ator nesse projeto. Graduando em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Santa Catarina, participa como ator de projetos audiovisuais e teatrais desde 2022. Alguns de seus trabalhos são os curta-metragens Laila e Entre Planos e a adaptação teatral de O Despertar da Primavera. JOÃO MASSADARJoão Massadar é ator nesse projeto. Bacharel em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Santa Catarina, desenvolveu sua pesquisa com base na sonoplastia e o poder dela na criação de uma atmosfera. Tem em seu currículo 3 peças como diretor, 3 como autor, 17 atuando, 6 iluminando e 2 na sonoplastia. Além de trabalhos em alguns curtas e longas, tanto atuando como na produção. JUANNEE QUINALHAJuannee Quinalha é produtore, iluminadore e atuante do espetáculo. Bacharel em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Santa Catarina. Atua como artista independente em diferentes frentes, principalmente com palhaçaria, direção e produção cultural. Atualmente desenvolve pesquisas em palhaçaria pelo grupo Vergonha Alheia e o núcleo de comédia e Palhaçaria Rindo de Nervoso, com principal atividade em Florianópolis-SC. Juannee tem trajetória artística desde 2012 e pesquisa palhaçaria desde 2015. VINICIUS DAMIANVinicius Pasinato Damian é ator deste projeto, pesquisador das linguagens da comicidade e da palhaçaria, e atualmente graduando do curso de Artes Cênicas da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Começou sua trajetória no teatro no ano de 2014, participou de cursos com grupos como o Lume (SP), grupo de teatro Galpão (MG), Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz (RS), Cena 11 (SC) e com as diretoras Vanderleia Will (SC), Silvia Leblon (SP), Cristiane Paoli Quito (SP), entre outras. Atualmente reside em Florianópolis (SC), onde atua nos espetáculos A Mulher do General e a Outra e O Pequeno Príncipe, dirigidos por Sulanger Bavaresco, do Grupo de Teatro Dromedário Loquaz, e também nos espetáculos Cabaret Agrupa e Dona Bilica e o Boi de Mamão, ambos dirigidos por Vanderleia Will. Apresenta o número de palhaçaria Enquanto o café passa, com direção de Vanderleia Will. Faz parte do elenco do Grupo de Teatro Dromedário Loquaz (SC) e do coletivo AgrupA – Treinamento em Palhaçaria (SC). ERIC TOMASEric Tomas Pellin é o designer gráfico deste projeto, além de ter atuado no passado como membro do elenco. Graduando em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Santa Catarina, ele atua como designer, diretor e ator. Eric trabalha tanto nas artes cênicas quanto no design desde 2018. Possui seis anos de experiência como designer gráfico de agências digitais, trabalhando com marcas nacionais e internacionais, como Dudalina, Malwee, AG1 e Leica. Combinando sua experiência em marketing com sua paixão pelas artes cênicas, ele concebeu diversas identidades visuais para espetáculos realizados em Florianópolis, Santa Catarina.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.