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O Plano Anual 2026 da Orquestra Filarmônica de Paraisópolis (OFP) é um projeto sociocultural abrangente, estruturado para promover a transformação social por meio da educação musical de excelência e da democratização do acesso à cultura. Localizado no segundo maior complexo de favelas do estado de São Paulo, o projeto utiliza a música como ferramenta central de inclusão, desenvolvimento comunitário e profissionalização artística.
não se aplica
Objetivo Geral Promover um impacto positivo e duradouro na comunidade de Paraisópolis, fomentando a educação musical, a inclusão social, o desenvolvimento pessoal de crianças e adolescentes e a revitalização cultural do território, tornando a música um agente catalisador de mudança e oportunidades. Objetivos Específicos Produto cultural: Formação Musical Gratuita:1. Musicalização infantil de 4 a 6 anos 2. Iniciação Musical: Oficinas para 480 crianças de 7 a 12 anos, envolvendo coral, flauta doce, violino e jogos de percepção rítmica e auditiva.3. Cursos Instrumentais: Formação para 120 jovens de 9 a 17 anos em violino, viola, violoncelo, contrabaixo, violão e percussão com ensino integrado de teoria e História da Música.4. Masterclasses: 12 sessões mensais para aprofundamento técnico e artístico de 40 alunos avançados.Produto cultural: Temporada de Concertos:Realização de 5 concertos públicos gratuitos com a orquestra formada pelos alunos, regida pelo maestro Paulo Rydlewski e com a participação de jovens músicos e solistas convidados.
Este plano anual está alinhado com o art 1º da Lei 8313/91 nos respectivos incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Também se alinha ao Art.3º da mesma Lei: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Paraisópolis: Contribuição para a meta 22 do Plano Nacional de CulturaEm um país de dimensões continentais como o Brasil, a cultura se manifesta de forma plural, pulsante em cada cidade, vila ou comunidade. Meta 22 - Aumento em 30% no número de municípios brasileiros com grupos em atividade nas áreas de teatro, dança, circo, música, artes visuais, literatura e artesanato. Esta meta refere-se à valorização dos grupos de criadores locais e ao estímulo à experimentação artística de caráter profissional ou amador. Por meio do fomento à pesquisa de linguagens e da manutenção de núcleos continuados de criação, pretende-se estimular a ampliação desses grupos em atividade nos municípios brasileiros.A Meta 22 surge como um compromisso com essa riqueza artística, propondo um aumento de 30% no número de municípios com grupos ativos nas mais diversas linguagens _ do teatro ao artesanato, da música à literatura. Mais do que um número, essa meta carrega um propósito: valorizar os criadores locais, dar voz às expressões que nascem nas periferias e interior, e fomentar a experimentação, seja ela profissional ou amadora.No coração de São Paulo, em Paraisópolis, essa meta ganha vida por meio de um projeto que transforma realidades. Uma orquestra formada por 400 crianças e adolescentes _ muitos deles em situação de vulnerabilidade _ não apenas aprende música, mas encontra na arte um caminho para autoestima, concentração e novas perspectivas. O projeto vai além: forma jovens músicos, capacita professores da rede pública e presenteia a comunidade com concertos gratuitos, levando cultura a quem muitas vezes está à margem dela.Problema a ser resolvido Falta de acesso à educação musical de qualidade em Paraisópolis, limitando oportunidades artísticas e profissionais para crianças/jovens em situação de vulnerabilidade. A carência de projetos culturais estruturados agrava a exclusão social e reduz perspectivas de desenvolvimento integral na comunidade.A falta de acesso à educação musical em comunidades como Paraisópolis não é apenas uma carência artística, mas uma barreira social. Sem oportunidades, talentos se perdem, sonhos se apagam. Este projeto, com sua metodologia consolidada, professores especializados e infraestrutura adequada, mostra que a música pode ser uma ferramenta poderosa de inclusão e transformação.Resultados esperadosEspera-se qualificar 400 alunos/ano em música, com 60% mostrando melhoria em concentração e autoestima. Realização de 2 apresentações públicas anuais, inserção de 20 jovens no mercado criativo, e pesquisa documentando ganhos educacionais. O projeto ainda formará 30 professores da rede pública e criará um modelo replicável de educação musical comunitária.Os resultados já são visíveis: jovens que descobrem profissões no mercado criativo, professores que levam novos métodos para as escolas públicas, famílias que veem na cultura uma possibilidade de futuro. E, acima de tudo, a prova de que políticas públicas bem estruturadas, aliadas à gestão transparente e à paixão pela arte, podem construir pontes onde antes havia abismos.A Meta 22 não é apenas um percentual a ser alcançado _ é um convite para que mais municípios abracem a arte como agente de mudança. E, em projetos como a orquestra de Paraisópolis, vemos o melhor exemplo de como a cultura pode, de fato, mudar vidas.Este projeto está em consonância com os objetivos e diretrizes do Plano Plurianual (PPA) 2024_2027, especialmente no que tange à inclusão social, redução de desigualdades, fomento à cultura e economia criativa, educação integral e desenvolvimento territorial, conforme disposto na Lei nº 14.802/2023 e no Decreto nº 12.066/2024.Conformidade com o PPA 2024_2027 (Lei nº 14.802/2023)O Plano Plurianual (PPA) 2024_2027 estabelece diretrizes, objetivos e metas para as políticas públicas federais, com ênfase no desenvolvimento social, redução de desigualdades, promoção da cultura, educação e inclusão.Objetivos Estratégicos do PPA 2024_2027 relevantes ao projeto:1. Inclusão Social e Redução de DesigualdadesO projeto atende diretamente a populações em situação de vulnerabilidade socioeconômica, oferecendo educação musical gratuita e formação profissional para jovens e crianças de Paraisópolis.2. Fomento à Cultura e Economia Criativao Alinha-se com a meta de valorização das expressões culturais locais e regionais, promovendo a música erudita e popular em comunidades periféricas.3. Educação e Formação CidadãO projeto possui forte componente educacional, com capacitação de professores e alunos, contribuindo para a formação integral e o desenvolvimento de habilidades socioemocionais.4. Desenvolvimento Territorial e ComunitárioA proposta fortalece a identidade cultural local, gera empregos diretos e indiretos e promove a ocupação positiva de espaços comunitários.5. Transparência e Gestão PúblicaO projeto demonstra compromisso com a prestação de contas, avaliação de resultados e divulgação transparente, alinhando-se aos princípios de governança pública.Evidências de conformidade no Plano de Trabalho:• Meta 22 do PNC (Plano Nacional de Cultura) _ citada no projeto _ está alinhada ao PPA, que prevê o aumento de grupos culturais ativos em municípios brasileiros.• Envolvimento de professores da rede pública contribui para a melhoria da educação básica e formação continuada, objetivo do PPA.• Inserção de jovens no mercado de trabalho via profissionalização musical apoia a geração de emprego e renda na economia criativa.• Acessibilidade e inclusão são tratadas de forma detalhada, atendendo às diretrizes de inclusão social do PPA.
A orquestra teve início em 16 de setembro de 2010, com o apoio do lider comunitário Gilson Rodrigues e um pequeno grupo demoradores de Paraisópolis, sob a liderança do maestro Paulo Rydlewski. Assim nasceu o projeto Orquestra Filarmônica de Paraisópolis, fruto do desejo de transformar vidas por meio da música. Em pouco tempo, o projeto se consolidou como uma ação de profundo impacto social e cultural. Inspirada pela riqueza cultural de Paraisópolis, onde 85% da população tem origem nordestina, a iniciativa encontrou no território um celeiro de talentos e musicalidade. Paulo Rydlewski, maestro reconhecido nacionalmente, trouxe sua experiência e visão para usar a música como um agente de transformação. Gilson Rodrigues contribuiu com seu profundo conhecimento da comunidade e sua paixão por criar oportunidades inclusivas. Atualmente o projeto oferece cursos gratuitos de música para todos os moradores da comunidade e proximidades, promovendo não apenas a formação técnica, mas também o desenvolvimento de suas habilidades socioemocionais. Entre os principais cursos oferecidos no projeto, estão as aulas de musicalização e instrumentos, formação profissionalizante em instrumentos de cordas e percussão, além da prática em grupo e apresentações orquestrais. Os diferenciais do projeto estão na união entre arte e impacto social. Mais do que formar músicos, a Orquestra Filarmônica de Paraisópolis busca desenvolver o potencial humano e cultural de seus participantes. A valorização das raízes nordestinas da comunidade é um pilar fundamental, refletido tanto nos repertórios e em sua proposta pedagógica, quanto no propósito do projeto. Nossos valores centrais incluem Respeito à Diversidade Cultural, Transformação Social e Excelência. Nosso projeto se tornou um símbolo de esperança e inspiração, mostrando que a música tem o poder de transformar vidas. Com cada nota musical, nossos alunos e jovens músicos de Paraisópolis constroem um legado que combina orgulho de suas origens com a visão de um futuro promissor.
Produto: Formação Resumo do Projeto Pedagógico 2026(plano completo poderá ser acessado nos documentos anexados.)O Plano Pedagógico 2026 da Orquestra Filarmônica de Paraisópolis (OFP) é um programa abrangente de educação musical gratuito, destinado a crianças, adolescentes e jovens da comunidade de Paraisópolis e regiões vizinhas. Com foco na transformação social por meio da música, o projeto combina formação técnica, valorização cultural e desenvolvimento humano, promovendo inclusão, autonomia e fortalecimento comunitário.ObjetivosGeral: Oferecer 312 horas anuais de formação musical gratuita para 500 alunos, integrando teoria, prática e performance, com ênfase no desenvolvimento integral e na profissionalização artística.Específicos:Desenvolver percepção auditiva, ritmo e coordenação motora em crianças de 4 a 6 anos.Introduzir instrumentos (flauta, ukulelê) e teoria musical básica para crianças de 7 a 12 anos.Capacitar jovens de 12 a 17 anos em instrumentos de cordas (violino, viola, violoncelo, contrabaixo) e integração à orquestra.Promover conhecimentos em teoria e história da música, com contextualização cultural e estímulo à criatividade. MetodologiaO projeto utiliza uma abordagem pedagógica integrada e contextualizada, baseada em metodologias consagradas:Dalcroze: Movimento corporal para internalizar conceitos musicais.Willems: Sensibilização auditiva e conexão emocional com a música.Kodály: Canto coletivo e uso de repertório folclórico (especialmente nordestino).Orff: Criatividade, improvisação e uso de instrumentos de percussão.As aulas combinam prática instrumental, teoria musical, história da música e performance, com apresentações bimestrais e workshops temáticos para consolidar o aprendizado. Público-AlvoBeneficiários diretos: crianças (4-12 anos), adolescentes (12-17 anos) e jovens (18-24 anos) de Paraisópolis e comunidades vizinhas.Beneficiários indiretos: Professores da rede pública e privada, capacitados por meio de cursos de formação. Estrutura dos CursosMusicalização Infantil (4-6 anos):Módulos: Parâmetros do som, ritmo, andamentos musicais.Carga horária: 16 aulas semestrais (1h/semana).Iniciação Musical (7-12 anos):Instrumentos: flauta, ukulelê, percussão.Carga horária: 16 aulas semestrais (1h/semana por módulo).Formação em Cordas (12-17 anos):Instrumentos: violino, viola, violoncelo, contrabaixo.Método Suzuki e repertório erudito/popular.Carga horária: 24 aulas semestrais (2h/semana).Teoria e História da Música:Solfejo, análise de obras, contextualização cultural.Carga horária: 38 aulas/ano (1h30/semana). DiferenciaisIntegração com a cultura local: Ênfase na música nordestina, representativa da identidade da comunidade.Material pedagógico próprio: Desenvolvido ao longo de 15 anos, combinando as melhores práticas de métodos internacionais.Acessibilidade e inclusão: Atendimento prioritário a pessoas com deficiência, com adaptações de partituras, recursos multissensoriais e suporte de musicoterapeuta.Performance como parte do aprendizado: Apresentações regulares para consolidar habilidades técnicas e expressivas. RecursosHumanos: Professores especializados, regentes, assistentes e musicoterapeuta.Materiais: Instrumentos musicais (percussão, cordas, teclados), partituras adaptadas, recursos multissensoriais.Espaços: Salas de aula na sede da OFP e na Escola Perimetral I. Impacto EsperadoDesenvolvimento de habilidades técnicas e expressivas em música.Fortalecimento da autoestima, disciplina e trabalho em equipe.Valorização da cultura local e formação de plateias.Criação de oportunidades profissionais na área artística.Contribuição para a revitalização cultural e social de Paraisópolis.O Plano Pedagógico 2026 da OFP é mais que um curso de música: é uma ferramenta de transformação social, que utiliza a arte para construir pontes, abrir horizontes e fortalecer a comunidade através da educação musical de qualidade.
Em conformidade com a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015), o Decreto nº 3.298/1999, o Decreto nº 9.404/2018 e demais normativas aplicáveis, o Plano Anual 2026 da Orquestra Filarmônica de Paraisópolis apresenta as seguintes medidas de acessibilidade, justificadas e fundamentadas técnica e juridicamente, considerando adaptações razoáveis que não acarretem ônus desproporcional:1. PRODUTO: ESTRUTURA (PLANO ANUAL) / ADMINISTRAÇÃOEste produto refere-se à infraestrutura física e administrativa que suportará todas as atividades do projeto (sede da OFP, Escola Perimetral I).AspectoI. Arquitetônico• Acesso e Circulação: Rampas de acesso com corrimãos, portas com vão livre mínimo de 0,80m, corredores com largura mínima de 1,20m livres de obstáculos e sinalização tátil no piso.• Sanitários Acessíveis: Pelo menos um banheiro adaptado por local, com cabine ampla, barras de apoio e lavatório acessível.• Estacionamento: Vagas reservadas e sinalizadas próximas à entrada principal.II. Comunicacional• Atendimento: Capacitação da equipe de recepção e administrativa para interação e atendimento prioritário a pessoas com deficiência.• Sinalização: Placas de identificação de ambientes em braille e alto relevo.III. Divulgação• Canais de Informação: Site e redes sociais em conformidade com as diretrizes WCAG 2.1. (conjunto detalhado de diretrizes para tornar o conteúdo web mais acessível para pessoas com uma ampla variedade de deficiências).• Ouvidoria: Canal acessível (e-mail, texto) para dúvidas e sugestões sobre acessibilidade.2. PRODUTO: CURSO/OFICINA/CAPACITAÇÃO - MÚSICAEste produto abrange todas as atividades de formação musical (iniciação musical, cursos instrumentais, teoria musical, masterclasses).AspectoI. Arquitetônico• Salas de Aula: Espaços com circulação adequada e mobiliário adaptável (mesas e carteiras com altura regulável).• Espaço de Acolhimento: Área tranquila e silenciosa para descanso e autorregulação.II. Comunicacional e de Conteúdo• Deficiência Visual: Partituras transcritas em braille via software Musibraille; material didático em formato digital acessível; audiodescrição de elementos visuais nas aulas.• Deficiência Auditiva: Intérprete de Libras em todas as aulas teóricas e masterclasses; uso de recursos visuais (luzes) para indicar ritmos.• Deficiência Intelectual/Autismo: Uso de pictogramas, histórias sociais e sequências visuais para comunicar a rotina das aulas; ambiente previsível; musicoterapia integrada.• Deficiência Física: Adaptação de instrumentos (suportes ajustáveis, arcos adaptados).• Deficiência Psicossocial: Acompanhamento do musicoterapeuta; acesso ao espaço de acolhimento.III. Divulgação• Editais e Informações: Divulgação de vagas e processos seletivos em formatos acessíveis (áudio, texto digital, linguagem clara).• Comunicação Interna: Comunicados para alunos e famílias disponibilizados em múltiplos formatos.3. PRODUTO: APRESENTAÇÃO MUSICALEste produto refere-se à temporada de 5 concertos públicos gratuitos.AspectoI. Arquitetônico• Acesso ao Local: Garantia de que a sala de espetáculo escolhida possua entrada acessível, rotas acessíveis e sanitários adaptados.• Plateia: Espaços reservados para cadeiras de rodas integrados ao público, com pontos de fuga e acompanhante.• Palco: Acesso possível ao palco para participação de artistas com deficiência.II. Comunicacional e de Conteúdo• Deficiência Auditiva: Intérprete de Libras em local visível no palco durante todo o concerto; legenda projetada para canções com vocais.• Deficiência Visual: Audiodescrição ao vivo, transmitida via fone de rádio, descrevendo a entrada da orquestra, expressões dos músicos, ações do maestro e cenário.• Programação: Programa de sala disponível em braille e formato digital acessível.III. Divulgação• Divulgação dos Concertos: Cartazes e anúncios nas redes sociais devem informar todos os recursos disponíveis: "Evento com intérprete de Libras, audiodescrição, acesso para cadeirantes e sanitários adaptados".• Inscrição para Recursos: Disponibilização de um canal claro para que o público solicite recursos específicos (ex.: fone para audiodescrição) com antecedência.
O projeto "Plano Anual 2026 - Orquestra Filarmônica de Paraisópolis" é um projeto sem cobrança de ingressos, focado em formação gratuita e apresentações livres. Portanto, as medidas de democratização e ampliação de acesso são adaptadas a essa realidade, focando na distribuição de vagas, produtos culturais e atividades paralelas.1. MEDIDAS DE DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO (Art. 46)Considerando que o produto principal é a formação musical gratuita (vagas em cursos) e apresentações musicais gratuitas, a "quantidade total de ingressos ou produtos culturais" é interpretada como:• Para Cursos: O número total de vagas oferecidas no processo seletivo.• Para Apresentações: A lotação total estimada dos 5 concertos.I. PatrocinadoresComo as atividades são totalmente gratuitas, não há ingresso promocional a ser distribuído para patrocinadores. O retorno aos patrocinadores se dará por outros meios, como marcação e divulgação nos materiais.II. Proponente (Divulgação)Mesmo fundamento do item anterior. A divulgação será ampla e geral, não através da distribuição de ingressos pagos.III. Caráter Social/Educativo100% das vagas dos cursos e 100% da lotação dos concertos.Todas as vagas dos cursos (600 previstas para 2026) e todos os lugares dos concertos serão gratuitos. A distribuição social será feita mediante processo seletivo prioritário para crianças e adolescentes de Paraisópolis e região, estudantes de escolas públicas, pessoas em vulnerabilidade social e pessoas com deficiência (Art. 48).O projeto opta pela gratuidade total, que é a forma mais efetiva de democratização do acesso para o público-alvo da comunidade. Esta opção está alinhada com a natureza sociocultural do projeto.Parágrafo Único - Meia-Entrada: A gratuidade total supera e inclui os benefícios de meia-entrada previstos em lei para estudantes, idosos, pessoas com deficiência e portadores da ID Jovem, uma vez que 100% do acesso será gratuito para todos os públicos.O projeto cumpre e supera as cotas de democratização ao destinar 100% de seus "produtos" (vagas e lugares) para distribuição gratuita com caráter social e educativo.2. MEDIDAS DE AMPLIAÇÃO DE ACESSO (Art. 47)Medida V - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas:• O que será feito: Realização de ensaios abertos da orquestra, oficinas de musicalização gratuitas para a comunidade não inscrita nos cursos regulares, e palestras sobre história da música e carreiras na música.• Público-Alvo: Moradores da comunidade, famílias dos alunos, estudantes de escolas públicas e interessados em geral.• Justificativa: Essa medida permite que um público muito maior que o número limitado de vagas dos cursos tenha contato com o projeto e com a prática musical, ampliando significativamente o acesso e o interesse pela cultura.Medida VI - Realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores:• O que será feito: O projeto em sua essência já é uma ação cultural para este público. Como ampliação, propõe-se a "Iniciação Musical na Comunidade", levando oficinas de curta duração para dentro de escolas estaduais de Paraisópolis. Além disso, será oferecida o envolvimento de professores da rede pública nas atividades de musicalização em sala de aula.• Público-Alvo: Alunos e educadores da rede pública de ensino.• Justificativa: Esta medida multiplica o impacto do projeto, formando educadores e atingindo crianças e adolescentes diretamente em seu ambiente escolar, que é um local de acesso natural e democrático.Medida III - Disponibilizar, na internet, registros audiovisuais com acessibilidade:• O que será feito: Registro em vídeo de pelo menos 2 (dois) dos 5 (cinco) concertos da temporada e de 1 (uma) masterclass. Esses conteúdos serão editados e disponibilizados gratuitamente no canal do YouTube da Orquestra, acompanhados de janela de intérprete de Libras e trilha de audiodescrição.• Público-Alvo: Público geral na internet, incluindo pessoas com deficiência sensorial, estudantes de música de todo o país e admiradores da música clássica.• Justificativa: Leva o produto cultural para além dos limites geográficos de São Paulo, garantindo acesso remoto e perpetuando a memória do projeto de forma acessível, cumprindo uma função de difusão cultural de alto impacto.Medida IX - Oferecer bolsas de formação:• O que será feito: Oferecimento de bolsas-auxílio (transporte e alimentação) para os 10 (dez) alunos em situação de maior vulnerabilidade socioeconômica identificados durante o processo seletivo, conforme item 11 do orçamento ("Bolsa Incentivo").• Público-Alvo: Alunos selecionados para os cursos que comprovarem necessidade.• Justificativa: Remove barreiras econômicas que poderiam impedir a frequência assídua mesmo após a seleção, garantindo que a oportunidade seja efetiva e inclusiva para aqueles que mais precisam.
Atividades desempenhadas pelo proponenteGestão administrativo-financeira: Controle de recursos, pagamentos, aquisições e prestação de contas;Coordenação geral do plano: Acompanhamento do cronograma, integração entre equipes e atividades;Seleção e contratação de pessoal técnico e artístico;Comunicação com a comunidade e órgãos públicos;Acompanhamento pedagógico e avaliativo, em conjunto com a coordenação pedagógica;Divulgação e democratização do acesso, conforme previsto no plano de distribuição;Implementação das medidas de acessibilidade;Realização dos concertos e atividades formativas.Não há qualquer forma de intermediação ou terceirização da gestão do plano. A equipe técnica (maestro, produtor, coordenadora pedagógica etc.) atua sob a supervisão e coordenação direta do proponente, que responde integralmente pela execução e prestação de contas e sem perda do controle decisório. O proponente é entidade cultural com experiência comprovada na área (conforme documentos anexos). Maestro e Diretor Artístico e Pedagógico..................................................................................Paulo Rydlewskiprodutor musical, compositor Nascido em São Paulo, possui Mestrado pela Universidade de São Paulo, pós-graduação pela Academia Franz Liszt – Budapest, e Bacharelado em Composição e Regência pela UNESP. Atuou em mais de 1600 concertos no Brasil e no exterior. Possui textos publicados pela “Library of Congress” - Washington, diversas revistas de arte e cultura, vários CDs gravados, fundador de cinco orquestras profissionais, criador de cursos de música e instrumentos para todas as idades. Arranjador, compositor e produtor musical. Diretor Geral da Trilha Sonora - eventos, produções artísticas e musicais. Diretor Artístico e Pedagógico dos projetos “Orquestra Filarmônica de Paraisópolis” e da Orquestra Filarmônica Prof. José Storópoli (UNINOVE). Ao longo de sua carreira, tem recebido diversos prêmios e reconhecimentos por seu trabalho em prol da cultura e da educação musical, incluindo o da Associação Paulista de Críticos de Arte, “Imortais in Vita” do Diário do Grande ABC, Prêmio “Desempenho” da revista Livre Mercado e o Prêmio Nova Paraisópolis como empreendedor cultural. Recentemente, se tornou Imortal da Academia de Música Brasileira. É considerado uma das principais referências no cenário da música clássica no Brasil e um exemplo de como a arte pode ser usada como instrumento de transformação social. Gerente de projeto .........................................................................Mauro Di Domenico LeitePsicólogo, MBA em Gestão Estratégica do Terceiro Setor, pós-graduado em Gestão Empresarial e especialista no enfrentamento do fenômeno da violência doméstica contra crianças e adolescentes. Concluiu o curso de Formação de Governantes pela Escola de Governo. Foi diretor executivo de organização civil nas áreas de assistência social, educação infantil, música e esporte. Presta assessoria em políticas públicas, tendo atuado para diversos municípios paulistas como São Paulo, Sertãozinho, Indaiatuba, Itapevi, Limeira, Mauá, Poá, São Roque, Carapicuíba, Araraquara, Mococa, São Caetano do Sul, Orlândia, Cunha, Embu das Artes e Porto Feliz. Foi conselheiro Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente em São Paulo, é docente do SENAC em cursos na área de gestão e negócios. Produtor ........................................................................................João Pedro de Faria RydlewskiProfissional com 5 anos de experiência em produção cultural, administração e marketing, unindo formação em Produção Musical e Marketing Digital. Expertise em gestão de projetos, tendo liderado a produção de mais de 50 shows e desenvolvido estratégias de divulgação para a Orquestra Filarmônica de Paraisópolis. No Hotel Rosewood, criou e executou projetos de música ao vivo, mediando a experiência entre artistas e hóspedes. Habilidade comprovada em comunicação, negociação e resolução de problemas, com domínio de ferramentas de Office e edição básica de mídia. Idiomas: Inglês fluente e espanhol avançado. Busca atuar na área de marketing, aplicando sua visão estratégica e paixão por comunicação para gerar resultados excepcionais. Coordenadora pedagógica .................................................................Jéssica de Lima Professora de musicalização infantil com mais de 7 anos de experiência, especializada no desenvolvimento integral de crianças de 4 meses a 12 anos através da música. Utiliza métodos ativos e lúdicos que promovem não apenas o aprendizado musical, mas também o crescimento pessoal, social e cognitivo dos alunos. Sua trajetória profissional inclui atuação como Professora de Música na Orquestra Filarmônica de Paraisópolis desde 2022, ministrando musicalização infantil para crianças de 4 a 8 anos e ensino de flauta doce para crianças de 7 a 12 anos. Anteriormente, atuou em diversas unidades do Colégio Itatiaia (2018-2023), com foco em musicalização infantil para crianças de 4 meses a 8 anos, e na Escola Rodrigia (2020-2021), além de experiência como Auxiliar de Classe na Escola Solud (2018). Possui formação acadêmica abrangente, com Licenciatura em Música pelo Centro Universitário Científico (2020-2021), Pós-Graduação em Educação Musical pela Faculdade Ceramérica (2018-2020) e Licenciatura em Pedagogia pela Universidade Paulista - UNIP (2015-2018). Complementou sua formação com cursos especializados, incluindo Oficina de Danças Brasileiras e Brincadeiras (2018) e Curso de Musicalização para Bebês (2018). Sua experiência como estudante de Flauta Transversal na Orquestra Filarmônica de Paraisópolis (2014) e de Trompete na Banda Marcial Visconde de Porto Seguro (2012) enriquece sua prática pedagógica, permitindo-lhe compreender profundamente o processo de aprendizagem musical desde a infância até a formação instrumental.
Projeto reintegrado ao fluxo após a publicação da portaria de prorrogação.