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Espetáculo musical com 3 atores, que atravessa a memória e abre caminho para novas leituras de canções que já fazem parte da alma brasileira na voz da cantora Maria Bethânia. Vamos realizar a montagem e apresentações da peça em 3 capitais de estado e 1 cidade do interior, totalizando 56 apresentações. Como produto de contrapartida social, faremos oficina de escrita criativa gratuita.
O palco se transforma em rito: cada palavra ganha corpo, cada melodia encontra um novo destino. Os intérpretes, em sua entrega, não buscam imitar Bethânia — ao contrário, oferecem-lhe reverência, como quem estende as mãos para guardar a chama de uma fogueira antiga e passá-la adiante. Os atores contam histórias pessoas que têm a ver com o universo de Maria Bethânia, e como as canções impactaram em suas vidas, se misturam com poesias, aquelas lidas por Maria Bethânia ao longo de sua carreira nos shows. As danças, a coreografia, o gestual de Maria Bethânia estará sendo representados pelos atores, mesmo sem querer imitá-la, mas de forma honrosa e como homenagem. A peça conta como surgiu a famosa "corrida" de Bethânia nos palcos e a sua rapida mudança de rumo, fruto da direção de Bibi Ferreira para um espetáculo da cantora. Três homens, atores, de gerações muito próximas, porém caminhos diferentes na carreira, mostram as similaridades de suas vidas com a obra de Maria Bethânia.
Este projeto se enquadra nas seguintes finalidades do art. 02 do Decreto 10.755/2021: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; VIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural; XI - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira;Produto: Espetáculo de Artes CênicasObjetivos Gerais:- Artístico: criar um espetáculo musical inovador que valorize o repertório de Maria Bethânia através da interpretação masculina. - Cultural: ampliar o alcance da música popular brasileira, reforçando sua importância como patrimônio imaterial do país. - Social: proporcionar reflexões sobre política, preconceito, diversidade e identidade por meio da arte. - Educativo: estimular a formação de novos públicos e fomentar o interesse de jovens pela música brasileira.- Produzir um musical inédito, 100% brasileiro que valoriza o produto nacional.Objetivos Específicos- Realizar 52 apresentações do musical Homens de Bethâna- Estreia e temporada no Rio de Janeiro com 24 apresentações- Temporada em São Paulo com 24 apresentações- 2 apresentações em Salvador - sábado e domingo- 2 apresentações em Curitiba - sabado e domingo- envolver uma equipe de 35 pessoas ao longo de 5 meses de trabalho- Público Alvo: Homens e mulheres entre 18 e 80 anos, das classes sociais B, C e D, amantes da música popular brasileira, amiradores da obra de Maria Bethânia, público jovem interessado em novas leituras da MPB, plateias de projetos culturais, festivais, teatros e turnês nacionais.Produto: Contrapartida Social - Oficina de Escrita CriativaObjetivos Gerais- promover um encontro (carga horária: 8h), sobre processo criativo em dramaturgia, a partir das etapas de criação do texto: definições, pesquisa, escrita e revisão;- ampliar o conhecimento em dramaturgia para novos escritores- aprimorar a escrita de pessoas que já têm o hábito de escrever- oferecer gratuitamente uma oficina que servirá como base para o aluno escrever textos para teatro, seriado, livro, documentário e matéria jornalística.Objetivos Específicos- 1 oficina por cidade- carga horárias de 4 horas- 50 lugares disponíveis por oficina - total de 200 lugares- local: teatro onde será apresentado o espetáculo- entrega de certificado ao fim da oficina- Público Alvo: estudantes de artes cênicas, escritores amadores e profissionais em busca de reciclagem, das classes B, C e D, com idades entre 20 e 40 anos.
O projeto se enquadra no Artigo 1 nos incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.No Artigo 3, este projeto se enquadra em:II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore:IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;Celebrar Maria Bethânia é celebrar a história viva da música popular brasileira. Com seis décadas de carreira, ela é sinônimo de resistência, inovação e protagonismo feminino num espaço marcado por vozes masculinas. Em 2025, o Brasil festeja oficialmente os 60 anos de trajetória dessa artista ímpar, e nossa proposta nasce exatamente nesse momento histórico: um espetáculo em que homens interpretam o repertório de Bethânia, ampliando sua voz e multiplicando sentidos.Essa escolha não é acaso. É gesto. É símbolo. É arte. Homens cantando Maria Bethânia não buscam substituir, mas ressignificar: abrir espaço para novas leituras, reforçar que sua obra é universal e atravessa fronteiras de gênero, tempo e gerações.Há precedentes de peso: Caetano Veloso compôs Reconvexo como uma declaração de reverência à irmã; Chico Buarque escreveu O Meu Amor inspirado em sua voz; Lenine brilhou ao interpretar canções de Bethânia no 26º Prêmio da Música Brasileira; e em 2025, Carlos Barros levou ao palco Feitos na Bahia, reafirmando o diálogo entre vozes masculinas e a obra da artista. Ou seja: a legitimidade desse tributo já existe — e nossa proposta é levá-lo a um novo patamar, transformando-o em experiência estética e social de grande alcance.O projeto se ancora em três pilares:Longevidade _ seis décadas de relevância contínua, que fazem de Bethânia um patrimônio imaterial da música brasileira;Diversidade e representatividade _ homens de diferentes trajetórias e identidades interpretando sua obra, num gesto de inclusão e ressonância;Legitimidade histórica _ a tradição de homenagens masculinas já consolidadas, agora reunidas em uma proposta curatorial inédita e ousada.Mais do que um espetáculo, esta é uma celebração. Um ato artístico que se converte em ato político. Um tributo masculino à força feminina. Um encontro de gerações e vozes em torno de uma obra que não conhece fronteiras."Maria Bethânia é voz, é corpo, é história. Sessenta anos depois, continua atual como nunca.""Se a música brasileira tem coração, ele bate no compasso de Bethânia.""Um projeto que não apenas canta Bethânia, mas amplia o eco de sua arte."
O proponente é o diretor de produção deste espetáculo e também será o professor das aulas de Escrita Criativa.Foi anexado aos documentos a proposta da oficina de escrita criativa. Declaramos que o projeto cultural é uma produção independente pois proponente não detém a posse ou propriedade de espaços cênicos ou salas de apresentação.Conrtapratida Social: OFICINA DE ESCRITA CRIATIVA
Concepção Artística- Formato: Três homens no palco, sem coro, explorando solos, duetos e momentos em trio. - Instrumentação: Quarteto musical (baixo acústico, piano/acordeon, violões e percussão) com possibilidade de inclusão de violoncelo e sopros em pontos específicos. - Direção Musical: Luiz Farah - Interpretação: Intensidade, teatralidade e emoção, explorando o poder da palavra cantada, marca registrada de Bethânia.Estética- Figurino: ternos de linho branco, símbolo de sobriedade, elegância e atemporalidade. - Pés descalços: em reverência a Maria Bethânia, que em grande parte de sua trajetória artística se apresentou dessa maneira. O gesto evoca sua marca registrada no palco, criando uma ligação direta com a artista homenageada e, ao mesmo tempo, sugere ancestralidade, pureza e entrega. - Cenário: simples, marcado por iluminação e alguns elementos discretos que evocam poesia sem dispersar a atenção. - Iluminação: contraste de sombras e feixes verticais, com cores que acompanham a dramaturgia das canções.Repertório Proposto (20 músicas, com distribuição vocal)- Teresinha: os três cantam, alternando versos; teatral, quase uma apresentação de personagens.- Um Índio: voz solo, em tom grave; os outros dois entram apenas em uníssono no refrão.- Carcará: solo vigoroso de um intérprete; em momentos-chave, reforço rítmico dos outros dois.- Reconvexo: os três, dividindo frases rápidas; energia coletiva.- O Quereres: dueto entre dois cantores, o terceiro em contra-canto.- Cálice (apelo político): começa em duo, cresce para os três em uníssono no refrão.- Rosa dos Ventos (apelo político e libertário): solo inicial; entrada progressiva até formar trio.- Olhos nos Olhos: solo intimista, apenas um cantor.- Brincar de Viver: três vozes suaves, harmonia constante.- Gostoso Demais: dueto leve, com refrão em trio.- Tocando em Frente: solo central; refrão em trio, voz masculina grave predominando.- Fera Ferida: solo dramático, com ecos sutis dos outros dois.- Cheiro de Amor: conduzida em dueto, com participação rítmica do terceiro.- O Meu Amor: diálogo entre dois intérpretes, teatral; terceiro entra como narrador.- Negue: solo em voz grave, denso, acompanhado apenas por violão/piano.- Sonho Meu: três juntos em formato de roda de samba; descontraído.- Samba da Bênção: recitativo dividido entre os três, cada um conduzindo um trecho.- Gente Humilde (contra preconceitos, tema social): começa com solo suave, cresce em trio emocionante.- Explode Coração: trio em uníssono, vibrante, clímax do espetáculo.- Grito de Alerta: solo carregado de emoção, finalizado com os três em coro final.- Reprise curta de Teresinha: os três em círculo, a cappella, encerrando como rito.
Produto Espetáculo de Teatro - Visual: Audiodescrição - 4 sessões (domingos) com audiodescrição das cenas, figurinos, expressões faciais dos atores e qualquer elemento visual importante durante a peça;- Visual: Folder em braille para cegos;- Visual: Ações de acessibilidade nas redes sociais com a hashtag #pracegover.- Auditiva: Intérprete de Libras- 4 sessões (domingos), com intérprete de Língua Brasileira de Sinais (Libras) ficará posicionado em um local visível para que o público possa facilmente acompanhar a tradução;- Motora: Locais de apresentações já estão adaptados para pessoas com deficiência física;- Cognitiva: os assistentes de produção estarão treinados para receber e encaminhar pessoas com deficiência cognitiva, explicando sobre a peça.- Cognitiva: vamos oferecer abafadores de ouvidos para pessoas com autismo se sentirem mais confortáveis.Produto Contrapartida Social- Visual e Auditiva: Gravaremos a oficina que será transformada em Vídeo-Aula, com audio descrição e legendas- Auditiva e Cognitiva: será fornecido o PDF com todo o texto da oficina apresentado em sala de aula.- Visual: Ações de acessibilidade nas redes sociais com a hashtag #pracegover.- Motora: Locais da oficina já estão adaptados para pessoas com deficiência física;- Cognitiva: os assistentes de produção estarão treinados para receber e encaminhar pessoas com deficiência cognitiva, explicando sobre a peça.- Cognitiva: vamos oferecer abafadores de ouvidos para pessoas com autismo se sentirem mais confortáveis.
Produto ESPETÁCULO DE TEATRO:Pela instrução normativa 23/2025, no artigo 47 será adotada no projeto o seguinte inciso:I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento); Doaremos XXX ingressos gratuitos para escolas públicas, com 8 apresentações no total. Enviaremos os ônibus para buscar os alunos das escolas.II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; Vamos oferecer 4 ônibus para alunos de escolas públicas por cada apresentação gratuita para escolas.III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; Haverá disponibilização no site a ser criado para a peça. IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas; faremos 1 ensaio aberto em cada cidade.Produto CONTRAPARTIDA SOCIALI - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); Doaremos 2.400 ingressos gratuitos para escolas públicas, com 8 apresentações no total. Enviaremos os ônibus para buscar os alunos das escolas. - 100% dos lugares disponíveis serão gratuitos.
o Dirigente da empresa - Marcelo Aouila - direção de produção, dramaturigia e oficina - Engenheiro civil formado pela UFRJ, trabalhou 11 anos na Tv Globo na fábrica de cenários e em produção de cenografia. Atua no mercado de produção cultural desde 1999 com planejamento de ações, formatação de projetos, programação visual, curadoria de projetos para captação de recursos; produção executiva de viagens para tournées de espetáculos. Inscreve projetos em leis de incentivo à cultura – Leis Rouanet, ICMS e ISS. Produziu 2 projetos de incentivo à leitura (“Lê Pra Mim?” e “Cora e Adélia”), 2 exposições (“Caymmi 100 anos” em Brasília e SP, “Gisele D’Ajuz” no Forte de Copacabana), 4 shows (“As Cantrizes” no Rio e SP, “As Belas Tardes” para o CCBB de SP, Com você perto de mim para o CCBB do Rio), 21 peças de teatro, sendo 6 infantis e 13 adultas.Roberto Blattes - idealizador- escritor de romances que cruzam rigor histórico, emoção e linguagem de alto acabamento. Em cada título, Blattes desloca temas, vozes e formas — um autor em constante reinvenção, que escolhe a narrativa como campo de risco, pesquisa e beleza. Publicou 3 romances: O SAMBENITO AMARELO (2025), O MEU SANGUE FERVE (2016) e LORENZA, A MAGNÍFICA: A RAINHA DE DUAS CABEÇAS (2014). Atuação literária e cultural: lançamentos e encontros em livrarias de referência; participação em debates e mesas sobre processo criativo, história e literatura. Palestrante em eventos culturais e educacionais. Atuação em projetos e instituições como SESC Rio, Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro e Orquestra Sinfônica Brasileira — experiência que amplia a escuta social presente nos livros e alimenta sua permanente renovação como autor.Cesar Augusto – direção - um dos responsáveis pela formação da Cia dos Atores, de grandeza particular para as artes cênicas. Diretor e curador do Tempo Festival (Festival Internacional de Artes Cênicas), no Rio de Janeiro, chegando em sua décima edição em 2019. Dentre tantos trabalhos de cunho autoral, participou de “Conselho de Classe” de Jô Bilac; “Ensaio Hamlet”, que se apresentou nos principais festivais do país, Estados Unidos, Colômbia, Espanha, Alemanha, Rússia, Bulgária e França – onde recebeu o Prêmio da Crítica como melhor espetáculo estrangeiro em 2005. Também, como ator e cenógrafo em “Insetos” de Jô Bilac, dentre outros. Dirigiu “Os Inocentes” de Rodrigo Nogueira e Julia Spadaccini; “LaborAtorial”, projeto colaborativo da Cia dos Atores; “A Tropa” de Gustavo Pinheiro; “Noite em Claro”, indicado na categoria inovação ao Prêmio Shell de Teatro em 2016; “Alair”, com Edwin Luisi; “Crave” de Sarah Kane; “Menines” de Marcia Zanellato.Wladimir Pinheiro - direção musical - Ator, cantor, músico, compositor. Em 2002 integrou o elenco do espetáculo “Cabaré Filosófico” de Domingos Oliveira, iniciando assim sua carreira em Teatro. Como ator, esteve em espetáculos como: “A Canção Brasileira” (dirigido por Paulo Betti), “Fedegunda” e “Hans o Faz Tudo” (de Karen Acioli),“O Homem Vivo” (com Camilla Amado), “Macbeth” (dirigido por Sérgio Britto), “Quando a Gente Ama” (de João Batista Leite), “Miton Nascimento – Nada Será Como Antes” (de Charles Möeller e Claudio Botelho),“A Borralheira” (de Vanessa Dantas),“Orfeu” (dirigido por Aderbal Freire Filho), “Sambra” (de Gustavo Gasparani),“Era uma Vez... Grimm” e “O Pequeno Zacarias” (de José Mauro Brant e Tim Rescala), “Zeca Pagodinho – Uma História de Amor ao Samba” (de Gustavo Gasparani), “Ataulfo Alves o Bom Crioulo” (com direção de Luiz Antônio Pilar), entre outros. Em sua carreira como diretor musical destacam - se espetáculos para os quais compôs letras música e arranjos, como “Lapinha” (com o qual foi indicado ao prêmio APTR de melhor música original),“A Borralheira” (vencedor do prêmio Zilka Salaberry – categoria Melhor Música),“O Topo da Montanha” (Com Lázaro Ramos e Taís Araújo),“Namíbia Não” (com direção de Lázaro Ramos),“O Jornal” (Dirigido por Lázaro Ramos e Kiko Mascarenhas)“Os Dez Mandamentos – O musical” (com o qual foi indicado ao prêmio Bibi Ferreira, categoria Melhor Música Original). Atualmente atua como diretor musical da série musical Vozes Negras da Aventura entretenimento, em temporadas no Rio de Janeiro e São Paulo.Renato Bavier - produção Executiva - Produtor das peças: “GUERRILHEIRAS OU PARA A TERRA NÃO HÁ DESAPARECIDOS”, “O Incrível Segredo da Mulher- Macaco”, “Surto” do grupo “Os Surtados”, “2 Pra Viagem”, “Mamãe não pode Saber”, “Quem é que Manda?”, “Tistu – O Menino do Dedo Verde”, “Os Homens são de Marte... e é pra lá que eu vou”, “O Sacro e o Profano na Música Brasileira do séc. XIX”, “Navalha na Carne”, “Mais Uma Vez Amor”, “Alice no País das Maravilhas”, “Os Trecotricas de Sarapincuncun”, “As Aventuras de Perseu”, “Romeu e Julieta”. Produziu os eventos” Desfile de lançamento Uniforme do Fluminense – Organização de todo o evento realizado no MAM – Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro no dia 04/04/2007., Festa de Inauguração do Shopping Leblon – Organização de mailing list para o evento de inauguração realizado no dia 05/12/2006. Ações promocionais com o Mascote do Pan 07 - CAUÊ – Acompanhamento de ação promocional em feiras em SP e RJ – dezembro 2006. É produtor executivo do projeto Lê Pra Mim? desde 2022. Gustavo Gasparani - ator - ator, diretor, dramaturgo e fundador da Cia. dos Atores. Dirigiu o prêmio Estandarte de Ouro por dez anos, tendo participado do júri em 2010 e 2011. Nos últimos anos, desenvolveu uma dramaturgia brasileira para o teatro musical, realizando espetáculos de sucesso, como: Otelo da Mangueira, Samba Futebol Clube, Zeca Pagodinho – Uma história de amor ao samba, Bem sertanejo e SamBRA – 100 anos de samba, entre outros. Desfila como passista da Mangueira há 32 anos. Milton Filho - ator - Ator, Cantor, Diretor, Dançarino, Produtor e Arte-Educador. Carioca da Zona Norte, 42 anos. Milton Filho esteve entre os 50 melhores atores de 2019, segundo crítico e colunista da UOL Miguel Arcanjo pelo personagem “Benjamin - o Chefe dos Palhaços” do premiado musical “Chaves – Um Tributo Musical” e foi indicado como melhor ator ao 33° Prêmio Shell pelo espetáculo “ Joãozinho e Laíla - Ratos e Urubus Larguem Minha Fantasia”. Sua formação passa pelas oficinas da Lona Cultural Terra em Guadalupe onde viveu sua infância e adolescência e já na vida adulta, passou a dar oficinas de teatro livre na lona para retribuir tudo o que havia aprendido. Vem se destacando no meio teatral pela sua versatilidade. Esteve em cartaz em mais de 25 espetáculos, participou de 7 longas e 9 curtas.No streaming está na segunda temporada da série Dom, da Prime Video, como Alcione e estava no ar na novela Fuzuê, da Tv Globo, como Edgar. Esteve em cartaz como Mussum, em Adorável Trapalhão. Ricca Barros - ator - Ator, Cantor, Músico, Compositor e Autor. Cursou bacharelado em Canto Lírico na Escola de Música da UFRJ. Integrou as Óperas “Aida”, “Turandot”, “Der Schauspieldirektor” e “A Flauta Mágica” de Mozart e “La Traviata” de Verdi como solista; esta última no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Foi também finalista do “Concurso Internacional de Canto Carlos Gomes” Começou sua carreira de Ator em 1985 com o espetáculo “Os XII Trabalhos de Hércules”. A partir daí participou de várias peças como o premiado “O Ateneu”. Mas foi nos musicais que Ricca Barros encontrou o seu maior filão. Entre eles se destacam: “Company”, “Ópera do Malandro”, “Marília Pêra canta Carmen Miranda”, ao lado de Claudia Raia viveu o galã Vittorio Vidal em “Sweet Charity”, produção com enorme sucesso de público e crítica. Integrou o elenco de “A Noviça Rebelde”, seu mais recente musical. Ricca tem estampado seu rosto na Rede Globo em minisséries, humorísticos e novelas e atualmente se dedica a realização de espetáculos que escreveu como: “A Magia do Pequeno Buda”, “O Marinheiro Só Ares”, “O Amor Tem Dessas Coisas” – em parceria com sua mulher Luciana Coutinho e “Zé Com A Mão Na Porta”.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.