Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 257222Diligenciado - Projeto aprovado - Solicitação de DocumentosMecenato

Casa Aberta - Cultura, Inovação e Sustentabilidade

ASSOCIACAO IMPACT HUB BRASIL
Solicitado
R$ 968,4 mil
Aprovado
R$ 892,4 mil
Captado
R$ 50,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

5.6%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Plano anual
Ano
25

Localização e período

UF principal
SC
Município
Florianópolis
Início
2025-01-01
Término

Resumo

O projeto "Casa Aberta - Cultura, Inovação e Sustentabilidade" visa consolidar um espaço cultural em Vitória/ES como referência em arte integrada, inovação social e sustentabilidade. Compõe-se de 5 exposições de artes visuais com foco em artistas locais, 8 oficinas sobre arte sustentável, cultura digital e empreendedorismo criativo, 2 apresentações musicais, 8 rodas de conversa sobre cultura e bem-estar, 1 e-book com resultados, um Ponto de Coleta Criativa para resíduos plásticos, um Jardim Vertical e o Selo Verde Cultural para fornecedores. As atividades, gratuitas ou via moeda social (tampinhas plásticas ou alimentos), atendem 1.550 pessoas anuais, com 30% de vagas para públicos vulneráveis, promovendo inclusão e regeneração cultural.

Sinopse

Exposições artísticas destacando obras de 05 artistas que sejam pertencentes aos grupos de minorias, ou que trabalhem como arte ecossustentável, essas exposições não só oferecerão um espaço físico e digital para a divulgação e venda das obras, mas também serão acompanhadas por oficinas abertas ao público, oferecendo oportunidades únicas para o desenvolvimento artístico e técnico, permitindo que os interessados aprendam novas técnicas e possam impulsionar e começar no mercado da arte. Serão no total ofertadas 08 oficinas que abordarão, além de técnicas, abordarão também temas ligados ao empreendedorismo. As rodas de conversas abordarão os seguintes temas: sustentabilidade, inclusão social e ambiental, cultura como agente de mudança, turismo comunitário e cultural, cultura e sustentabilidade em prol de uma comunidade mais consciente, economia circular e regenerativa, como ser mais sustentável e inclusivo.As apresentações musicais, com 2 horas de duração, serão shows intimistas no espaço da Casa Aberta, e performances solo de artistas locais e/ou pertencentes aos grupos de minorias.As ações poderão ser simultâneas ou não conforme sinergia dos temas, disponibilidades de agenda e capacidade do espaço.

Objetivos

Objetivo GeralConsolidar a Casa Aberta como um espaço cultural de referência em arte, inovação social e sustentabilidade, beneficiando artistas, empreendedores criativos e a comunidade da Grande Vitória por meio de uma programação anual diversa, acessível e alinhada a práticas regenerativas.Objetivos Específicos1. Realizar 5 exposições de artistas locais sub-representados.2. Oferecer 8 oficinas de arte sustentável, empreendedorismo criativo e cultura digital.3. Promover 2 apresentações musicais.4. Conduzir 8 rodas de conversa sobre cultura, sustentabilidade e bem-estar.5. Produzir 1 e-book com resultados e boas práticas.6. Operar um Ponto de Coleta Criativa para resíduos plásticos com destino a cooperativas e oficinas parceiras.7. Implementar o Selo Verde Cultural Local para fornecedores sustentáveis.8. Neutralizar 100% das emissões do projeto via parceria com Plantio Brasil.

Justificativa

A região do Centro de Vitória(ES), é um território histórico e simbólico, marcado por um rico patrimônio cultural, mas que carece de espaços culturais acessíveis e inclusivos, contínuos e integrados que articulem arte, bem-estar, inovação social e sustentabilidade ambiental. A ausência de equipamentos culturais ativos e inclusivos compromete o fortalecimento das expressões artísticas locais, especialmente aquelas oriundas de grupos sub-representados, como artistas periféricos, jovens, mulheres e pessoas LGBTQIA+, limitando o acesso à cultura e o desenvolvimento de redes criativas na Grande Vitória. Essa lacuna reflete desafios mais amplos no Espírito Santo, onde a produção cultural regional ainda enfrenta barreiras para se consolidar como vetor de regeneração urbana e econômica, alinhando-se às demandas contemporâneas por práticas sustentáveis e inclusivas.O projeto "Casa Aberta _ Cultura, Inovação e Sustentabilidade", proposto como um Plano Anual de Atividades, surge para preencher essa lacuna por meio da manutenção e ativação contínua de um espaço cultural vivo e pulsante no Centro, ao longo de 12 meses consecutivos. Com uma programação diversa e integrada, incluindo 5 exposições de artes visuais com foco em artistas locais sub-representados, 8 oficinas de arte sustentável, cultura digital e empreendedorismo criativo, 2 apresentações musicais, 8 rodas de conversa sobre cultura, território e bem-estar, a produção de 1 e-book com sistematização de práticas e resultados, a operação de um Ponto de Coleta Criativa para resíduos plásticos, a implantação de um Jardim Vertical e a implementação do Selo Verde Cultural para fornecedores, a proposta atua como catalisadora de redes de inovação social e economia criativa. Ela conecta artistas, empreendedores e a comunidade local com agendas contemporâneas, como Finanças Regenerativas (ReFi), critérios ESG, cultura digital e economia circular, fomentando uma nova cultura de pertencimento, regeneração e impacto positivo.Essa iniciativa justifica o uso de recursos públicos via mecanismo de incentivo fiscal da Lei Rouanet (Lei Federal nº 8.313/1991), pois se alinha diretamente aos objetivos previstos na legislação, conforme a Instrução Normativa MinC nº 23/2025, que regulamenta a apresentação de propostas e enfatiza a democratização do acesso à cultura, a inclusão social e a sustentabilidade. Especificamente:Alinhamento com o Art. 1º da Lei nº 8.313/1991:Inciso I: Facilita o acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, ao oferecer todas as atividades gratuitamente ou via moeda social (como tampinhas plásticas ou alimentos não perecíveis), reservando 30% das vagas para públicos vulneráveis, promovendo assim a inclusão de jovens, mulheres e pessoas LGBTQIA+ em ações formativas e culturais.Inciso II: Promove a regionalização da produção cultural e artística, valorizando recursos humanos e conteúdos locais, ao priorizar artistas e coletivos capixabas, fortalecendo o ecossistema cultural da Grande Vitória e consolidando o Centro de Vitória como polo de referência em práticas regenerativas.Inciso III: Apoia, dirige e incentiva a valorização e a difusão das manifestações culturais e de seus criadores, por meio da curadoria inclusiva de exposições, oficinas e apresentações que destacam expressões artísticas locais sub-representadas.Inciso IV: Protege as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e de sua diversidade cultural, ao integrar temas como patrimônio local, bem-estar e sustentabilidade, valorizando culturas periféricas e tradicionais do Espírito Santo.Inciso V: Salvaguarda os modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira em geral, ao promover práticas de economia criativa regenerativa e sustentabilidade ambiental, como a neutralização de 100% das emissões de carbono via parceria com entidades do ES focadas em restauração e regeneração ambiental.Alinhamento com o Art. 3º da Lei nº 8.313/1991:Inciso I (alíneas a, b e c): Incentiva a formação artística e cultural, por meio de oficinas e rodas de conversa que capacitam empreendedores criativos e artistas em temas como arte sustentável, NFTs e gestão cultural, priorizando públicos em vulnerabilidade.Inciso II (alíneas a, b, c e d): Fomenta a produção cultural, incluindo a edição de obras (e-book), realização de festivais e espetáculos (apresentações musicais), exposições e montagens teatrais ou musicais.Inciso III (alíneas a e b): Contribui para a preservação e difusão do patrimônio cultural, ao manter um espaço cultural acessível e promover ações de regeneração urbana no Centro, um território histórico.Inciso IV (alíneas a e b): Estimula o conhecimento dos bens e valores culturais, com distribuição gratuita de ingressos e publicações (e-book acessível via QR code), além de pesquisas e documentações sobre práticas culturais sustentáveis.O projeto não apenas atende a esses objetivos legais, mas também incorpora princípios de sustentabilidade ambiental e social, como a coleta de resíduos para cooperativas, o Jardim Vertical para melhoria do conforto térmico e o Selo Verde para engajar fornecedores em práticas de baixo carbono, alinhando-se às diretrizes da IN 23/2025, que incentivam ações de impacto socioambiental e transparência na execução. Com público direto estimado em 1.550 pessoas ao ano e indireto ampliado por divulgações online, o impacto cultural será regional, fortalecendo o turismo de base local e o ecossistema criativo capixaba, com potencial replicabilidade nacional em territórios semelhantes. Assim, o uso de incentivos fiscais é essencial para viabilizar essa manutenção contínua, garantindo a democratização do acesso à cultura e o desenvolvimento sustentável da região.

Especificação técnica

Oficinas Criativas (8): Atividades formativas com duração de até 3h, abordando temas como arte com materiais recicláveis, cultura digital, gestão cultural.Apresentações Musicais (2): Shows intimistas no espaço da Casa Aberta e performances solo.Rodas de Conversa (8): Encontros temáticos mensais com convidados especialistas e mediadores culturais, priorizando temas como patrimônio, bem-estar e inovação social.E-book Anual: Publicação digital reunindo os resultados do projeto, incluindo indicadores quantitativos, depoimentos e boas práticas.Ponto de Coleta Criativa: Estrutura permanente para recebimento de tampinhas, plásticos duros e resíduos reutilizáveis, com destinação para cooperativas e oficinas.Selo Verde Cultural:Jardim Vertical:

Acessibilidade

A proposta "Casa Aberta – Cultura, Inovação e Sustentabilidade" está alinhada às diretrizes da Lei Rouanet (Lei nº 8.313/1991) e da Instrução Normativa nº 23/2025, priorizando a acessibilidade como elemento fundamental para a democratização do acesso cultural. O projeto garante medidas inclusivas para pessoas com deficiência (PcD), abrangendo tanto a acessibilidade física quanto a de conteúdo, com o objetivo de promover a equidade, o pertencimento e a participação plena de todos os públicos. Essas ações serão implementadas ao longo dos 12 meses de execução, com monitoramento contínuo para avaliação de impactos e ajustes necessários.OficinasPara assegurar a participação plena de pessoas com deficiência nas oficinas, o projeto adotará medidas de acessibilidade comunicacional, metodológica e atitudinal, ajustadas ao conteúdo de cada encontro. Haverá intérprete de LIBRAS sempre que houver inscrito(a) com essa necessidade, mediante sinalização no ato da inscrição e confirmação com antecedência, garantindo a organização do serviço no dia da atividade. As oficinas serão conduzidas com linguagem simples, instruções em etapas e apoio visual (roteiro, exemplos e sinalização com pictogramas), favorecendo a compreensão de pessoas com deficiência intelectual e neurodivergentes. Quando o formato permitir, serão utilizados materiais multissensoriais (texturas, formas, referências táteis) e adaptações de ferramentas (por exemplo, empunhaduras e materiais com alto contraste), priorizando autonomia e segurança.O processo de inscrição e comunicação com participantes será acessível, com formulário digital compatível com leitores de tela, campo para “necessidades de acessibilidade” e orientações objetivas sobre localização, duração e condições do espaço. Será disponibilizado um Guia Rápido da Oficina (PDF acessível) com objetivos, materiais, etapas e recomendações. Para pessoas com sensibilidade sensorial, o projeto disponibilizará, quando necessário, kit de redução de ruído (protetor auricular). A equipe e facilitadores receberão orientação breve sobre acolhimento e condução inclusiva (acessibilidade atitudinal), incluindo ajustes de ritmo, checagens de compreensão e oferta de apoio sem infantilização. A política de democratização do acesso prevê prioridade de vagas para PcD dentro dos critérios de inclusão e divulgação direcionada em redes e parceiros locais.ExposiçõesNas exposições, o projeto garantirá acessibilidade por meio de recursos de mediação e comunicação que ampliem a fruição do conteúdo artístico por diferentes públicos. Nas aberturas e visitas mediadas programadas, haverá intérprete de LIBRAS quando houver público inscrito/confirmado com essa necessidade, com organização prévia para assegurar o atendimento. A expografia contará com textos de sala em linguagem clara, com alto contraste para baixa visão e versão digital acessível via QR Code (compatível com leitores de tela), incluindo também texto alternativo nos conteúdos publicados nas redes sociais. Sempre que pertinente, serão realizadas visitas mediadas com foco sensorial, com descrição verbal qualificada das obras e disponibilização de materiais táteis de apoio (amostras e referências não originais) para mediação inclusiva.Para facilitar a circulação e a experiência, o projeto disponibilizará um mapa simples do espaço em versão digital e uma “trilha de visita” com tempo estimado, pontos de atenção e sugestão de pausas. A equipe será orientada para acolhimento e organização de fluxo, evitando aglomerações e garantindo atendimento respeitoso (acessibilidade operacional). Sempre que aplicável, será oferecido também um programa/guia de visita digital acessível com informações principais da mostra e orientações práticas.Rodas de conversaPara as rodas de conversa, serão adotadas medidas que assegurem participação, compreensão e conforto para diferentes perfis de público. Haverá intérprete de LIBRAS sempre que houver inscrito(a) com essa necessidade, mediante indicação no formulário e confirmação com antecedência. A mediação seguirá um protocolo de acessibilidade atitudinal: fala em turnos, identificação de quem está falando, sínteses periódicas e estímulo à participação por múltiplos canais, inclusive por perguntas via QR Code/formulário para quem tiver dificuldade de fala em público. Sempre que possível, será utilizado microfone, e a moderação cuidará para evitar sobreposição de falas.O projeto adotará um Acordo de Convivência (curto e objetivo) com regras simples de respeito, tempo de fala e acolhimento de diferenças. Os materiais de apoio (apresentações, links, referências) serão disponibilizados em formato digital acessível, com contraste adequado e linguagem clara. Após cada roda, será publicado um resumo acessível (texto curto) com principais pontos, ampliando o acesso para quem não conseguiu acompanhar ao vivo ou teve barreiras de compreensão. Os canais de inscrição e comunicação incluirão campo de necessidades de acessibilidade e orientações práticas sobre o espaço.Apresentações musicaisNas apresentações musicais, o projeto garantirá acessibilidade comunicacional e conforto de fruição. Haverá intérprete de LIBRAS em todas as apresentações, posicionado com boa visibilidade ao público e alinhado à dinâmica do palco. Quando houver falas de abertura/encerramento, elas serão roteirizadas e objetivas, com possibilidade de apoio por texto projetado ou impresso quando possível, ampliando a compreensão do público. A comunicação prévia das apresentações será realizada com conteúdos legendados e descrições acessíveis nas redes sociais.O espaço de público terá organização de área preferencial para PcD e pessoas com mobilidade reduzida, com apoio da equipe para deslocamento e acomodação. Será disponibilizado, quando aplicável, um programa do evento em formato digital acessível (repertório, duração estimada e informações essenciais). A mediação cultural poderá incluir uma breve contextualização do repertório (entre músicas ou no início), fortalecendo a fruição. Quando houver demanda informada, será adotado cuidado com controle de volume e pausas para públicos com sensibilidade sensorial, dentro das possibilidades técnicas do espaço e do formato do evento.Acessibilidade física do espaçoO espaço contará com corrimões nas escadas, piso antiderrapante nas escadas, sinalização básica de circulação, reforço de iluminação em pontos críticos e orientação da equipe para acolhimento e apoio no deslocamento, ampliando segurança e autonomia, além de comunicação prévia (nas peças de divulgação) sobre as condições de acesso, para que o público possa se planejar. Sempre que necessário, o projeto priorizará a alocação de atividades no pavimento térreo, visando atender pessoas com mobilidade reduzida, respeitando as limitações estruturais do imóvel.Todas as ações de acessibilidade serão gratuitas, alinhadas às contrapartidas sociais do projeto, e registradas em relatórios parciais (M6 e M11) e no e-book final, com indicadores qualitativos e quantitativos para mensurar o alcance e a efetividade. O orçamento prevê alocação específica para esses itens (como contratação de intérpretes e adaptações físicas), sem ultrapassar os limites normativos, garantindo transparência e conformidade com a legislação. Essa abordagem não apenas cumpre requisitos legais, mas fortalece o impacto regenerativo do projeto, promovendo uma cultura acessível e sustentável no Centro de Vitória.

Democratização do acesso

A proposta incorpora medidas específicas para ampliar a inclusão e atender a comunidades em situação de vulnerabilidade:do art. 47 da IN nº 23/2025 MinC III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição.X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura.oferecer cursos gratuitos de formação, inserção e difusão para o mundo do trabalho em cultura voltadas para a qualificação técnica, artística e cultural, que alcancem públicos prioritários e vulneráveis.Reserva de 30% das vagas:Em oficinas e rodas de conversa, 30% das vagas serão reservadas para jovens, mulheres e pessoas LGBTQIA+, promovendo equidade e acesso a formação cultural e cidadã.Acesso gratuito:O espaço cultural e todos os eventos serão gratuitos, garantindo que barreiras econômicas não impeçam a participação de moradores da Grande Vitória.Moeda social:O acesso ao coworking cultural será permitido mediante moeda social como tampinhas plásticas, recicláveis ou outras, incentivando práticas sustentáveis e engajando a comunidade local.Foco em vulnerabilidade:Oficinas e rodas de conversa serão desenhadas para públicos em situação de vulnerabilidade social e educacional, com conteúdos adaptados e estratégias de divulgação direcionada.A comercialização é inexistente no sentido tradicional, pois o projeto prioriza o acesso gratuito ou por contrapartidas sociais, como a troca de alimentos ou tampinhas.

Ficha técnica

O projeto “Casa Aberta – Espaço Cultural e de Inovação do Impact Hub Vitória” propõe a manutenção e ativação contínua de um espaço cultural na região histórica do Centro de Vitória/ES, ao longo de 12 meses consecutivos. Durante esse período, será realizada uma programação diversa e acessível que inclui 5 exposições artísticas, cerca de 8 oficinas com temáticas ligadas à arte sustentável, cultura digital e economia criativa, 2 apresentações musicais, 8 rodas de conversa sobre temas relevantes como patrimônio, inovação e bem-estar, e a produção de 1 e-book reunindo os resultados alcançados.Além das atividades regulares, o projeto contempla ações estruturantes como a instalação de um Jardim Vertical, a operação permanente de um Ponto de Coleta Criativa (para o recebimento e destinação de resíduos plásticos a cooperativas e oficinas parceiras) e a criação de um Selo Verde Cultural para fornecedores locais que adotem práticas sustentáveis.Embora a proponente tenha atuação nacional da Associação Impact Hub Brasil, o projeto será executado pela unidade local com equipe fixa no município de Vitória/ES. As ações propostas são desenhadas em parceria com artistas, educadores, produtores e coletivos da região, com o objetivo de fortalecer o ecossistema cultural e socioambiental local, gerar oportunidades para grupos historicamente sub-representados e contribuir com a regeneração urbana, ambiental e cultural do Centro.Todas as atividades serão gratuitas e acessíveis, com estratégias específicas de democratização do acesso, incluindo o uso de “moedas sociais” como tampinhas plásticas e alimentos não perecíveis para ingresso em oficinas e eventos, além de vagas prioritárias para públicos em situação de vulnerabilidade.Curriculos:Lícia Mesquita Ramos - CoordenadoraCofundadora do Impact Hub Vitória. Formada em Engenharia Civil pela Ufes e Pós Graduação Gestão de Projetos pela FGV, mestranda no programa de Desenvolvimento Sustentável da Ufes. Possui aperfeiçoamento em metodologias de desenvolvimento de projetos pela Kaos Pilot. Trabalhou na Saint-Gobain do Brasil na implantação do programa de Inovação Aberta e estratégia de expansão na Saint-Gobain do Brasil.Desde 2019 se dedica a trabalhar com desenvolvimento de projetos e negócios de impacto positivo no Espírito Santo, participando de projetos de desenvolvimento socioambiental, avaliadora do Centelha ES, apoiando o Sebrae Es com estratégias para os negócios de impacto, idealizadora do Prêmio Impacta Espírito Santo e co-host no podcast em parceria com jornal ESHOJE, abordando o tema Desenvolvimento Sustentável.Renzo Nagem Nogueira - Gestor administrativoCofundador do Impact Hub Vitória. Formada em Engenharia Mecânica pela Ufes e Pós Graduação Gestão de Projetos pela FGV e Liderança na FUCAPE.Renzo foi diretor da CDL Jovem e vice-presidente da RedePetro, sendo responsável por conectar negócios às oportunidades de mercado e desenvolver programas de aperfeiçoamento. Entre 2018 e 2019 foi diretor na CDL (atual CDTIV) tendo como principais desafios o desenvolvimento de políticas públicas de fomento à micro e pequenas empresas, prospecção de novos negócios para a cidade de Vitória e finalização das obras do Parque Tecnológico.Judite Mattos Maia dos Santos - CuradoriaProdutora e curadora cultural com ampla trajetória na articulação de ações voltadas à valorização da arte e dadiversidade. Formada em Letras Português-Inglês, com especialização em Marketing e Comércio Exterior, é gestorada Guyrá Casa — espaço cultural localizado no Sítio Histórico da Prainha — dedicado à promoção da música, dasartes e da memória capixaba. Atua com curadoria de artistas e coletivos, com olhar atento para as expressõespopulares, afro-indígenas e periféricas, buscando garantir diversidade estética e representatividade nos projetosque conduz. Possui experiência na produção de feiras culturais, missões comerciais e eventos de intercâmbio,contribuindo para o fortalecimento da economia criativa e o acesso democrático à cultura como vetor dedesenvolvimento social.Ana Hoffmann - Coordenadora Pedagógica Cursou Relações Internacionais na Universidade Federal de Santa Catarina, atualmente é Head de Aceleração e Programas de Impacto Socioambiental no Impact Hub São Paulo. Onde atua no InovAtiva de Impacto Socioambiental, aceleradora pública e nacional para negócios de impacto social; Empreendedoras Tech, uma aceleradora governamental com um recorte de gênero; e na Aceleradora de Lideranças Jovens em parceria com a Fundação SICREDI.Yara Maia Hirakuri - Coordenadora de MarketingAssessora de Comunicação e especialista em Marketing, com uma trajetória de mais de 15 anos consolidada na gestão de imagem e comunicação corporativa. Com MBA em Marketing pela FGV e graduação em Jornalismo pela Faesa, Yara atuou como Diretora da 3 Comunicação Inteligente por 14 anos, onde liderou o planejamento estratégico para grandes players dos setores de petróleo e gás, mineração e agronegócio, incluindo nomes como Petrobras e Sindirochas. Sua expertise abrange desde a assessoria de imprensa e relações públicas até o desenvolvimento de campanhas corporativas e comunicação com a comunidade.Cassiano Gabriel Jaques - Gestor de DadosFormado em Economia pela Universidade Federal de Santa Catarina, atua como analista de dados.

Providência

PROJETO DILIGENCIADO PARA SOLICITAÇÃO DE DOCUMENTOS.

2025-12-31
Locais de realização (1)
Vitória Espírito Santo