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PRONAC 257259Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Curta Metragem: Estação F-31

24.378.618 SAMUEL DE MORAES PRETTO
Solicitado
R$ 355,1 mil
Aprovado
R$ 355,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RS
Município
Espumoso
Início
2026-03-01
Término
2027-03-01
Locais de realização (4)
Campinas São PauloSantos São PauloSão José dos Campos São PauloSão Paulo São Paulo

Resumo

O projeto "Estação F-31" propõe a criação, produção e circulação de um curta-metragem de ficção que aborda temas de saúde mental, pertencimento e experiências de corpos dissidentes. Além do filme, o projeto inclui a realização de três oficinas online e gratuitas sobre produção em cinema independente , cinco exibições presenciais com acessibilidade completa e a produção de um e-book educativo para documentar o processo. A proposta busca democratizar o acesso à cultura, fortalecer o cinema nacional e promover a reflexão sobre questões sociais urgentes.

Sinopse

O curta-metragem "Estação F-31" é uma ficção que explora a relação entre uma psicóloga pragmática, Marina, e sua paciente, Ana, uma jovem que lida com delírios poéticos e um comportamento suicida. O enredo se inicia em um momento de crise, com Marina confrontando Ana de forma dura e objetiva sobre uma mensagem de despedida, classificando o gesto como um "suicídio por vaidade".No segundo ato, a narrativa ganha um tom mais subjetivo e surrealista. Ana não nega sua dor, mas a ressignifica com o auxílio da memória e da metáfora de uma estação de trem fantasma. A psicóloga, desafiada pela poética de sua paciente, é forçada a abandonar sua abordagem pragmática e entrar na realidade distorcida de Ana para tentar salvá-la. O filme explora a linha tênue entre a lucidez e a loucura, culminando na rendição empática de Marina. A estética do curta reflete essa transformação, passando de um realismo cru para um realismo poético e surreal, com alterações de foco, paletas de cores quentes e a intensificação do som de um trem como personagem.A classificação indicativa do filme não foi definida no documento. No entanto, o projeto aborda temas como a saúde mental, o suicídio, e experiências de "corpos dissidentes", sendo voltado para jovens e adultos interessados em cinema, cultura e direitos humanos

Objetivos

Objetivo Geral O objetivo geral do projeto é produzir, difundir e disponibilizar o curta-metragem de ficção "Estação F-31", promovendo a formação em cinema independente, o acesso público e a democratização cultural por meio de ações articuladas de produção audiovisual, oficinas, exibições e disponibilização digital, garantindo acessibilidade e ampla circulação da obra.Objetivos EspecíficosProdução do Curta-metragem: Produzir o curta-metragem "Estação F-31", realizando todas as etapas de pré-produção, produção e pós-produção, como roteiro, direção, fotografia, som, edição, mixagem e finalização.Locações: Realizar as filmagens em São José dos Campos e, possivelmente, em São Paulo, utilizando diferentes locações urbanas e de interiores que dialoguem com a narrativa e estética do projeto.Formação: Realizar um ciclo de três oficinas online e gratuitas, abordando temas como produção em cinema independente, produção audiovisual e produção cultural e cinema brasileiro.Exibições: Realizar cinco exibições públicas do curta, sendo quatro pré-estreias em São José dos Campos, Campinas, Santos e São Paulo, e uma estreia oficial em São Paulo.Acessibilidade: Garantir acessibilidade completa em todas as exibições, incluindo intérprete de Libras, legendas em português, audiodescrição e legendas descritivas do curta-metragem.Distribuição Digital: Disponibilizar o curta-metragem em plataformas digitais após a circulação em festivais, garantindo acesso gratuito e democrático a um público mais amplo.E-book Educativo: Produzir e distribuir digitalmente um e-book educativo, documentando o processo de realização do curta-metragem e apresentando textos reflexivos, entrevistas e materiais complementares.Mediação Cultural: Articular estratégias de mediação cultural, como apresentações introdutórias e debates em cada sessão de exibição, para engajar o público com os temas do curta e o processo de produção.Documentação: Documentar o processo de produção do curta com registros audiovisuais e fotográficos para gerar materiais de apoio pedagógico e futuros projetos.Capacitação: Capacitar os participantes das oficinas para que compreendam integralmente o processo de produção audiovisual, incluindo roteiro, planejamento, direção, pós-produção e estratégias de circulação.

Justificativa

O projeto "Estação F-31" se justifica como uma iniciativa de relevância sociocultural, alinhada às premissas da Lei 8.313/91 (Lei Rouanet), que visa a captação de recursos para a produção de filmes, formação e democratização do acesso à cultura. A execução deste projeto por meio de incentivo fiscal é crucial para viabilizar as atividades propostas, que incluem a produção de um curta-metragem profissional, a oferta de oficinas gratuitas e exibições acessíveis, superando os desafios crônicos de financiamento enfrentados pelo cinema independente e artistas marginalizados no Brasil.O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8.313/91:Inciso I: "Produção de filmes, vídeos, programas de televisão, gravação de fonogramas e de espetáculos de artes cênicas". O projeto tem como produto principal a produção do curta-metragem de ficção "Estação F-31".Inciso II: "Construção, conservação e restauração de salas de cinema, de teatro e de salas de espetáculos em geral". O projeto prevê a realização de cinco exibições públicas do curta em salas de cinema de Campinas, São José dos Campos, Santos e São Paulo, o que contribui para a movimentação e manutenção desses espaços.Inciso V: "Incentivo a bolsas de estudo, de pesquisa e de trabalho". O projeto oferece três oficinas online e gratuitas sobre produção em cinema independente, produção audiovisual e produção cultural no Brasil, promovendo a capacitação de participantes.Inciso X: "Difusão cultural". O projeto busca ampliar o alcance do conteúdo do curta-metragem através de exibições presenciais com acessibilidade e disponibilização em plataformas digitais, garantindo a democratização do acesso à obra e ao conhecimento. Além disso, o projeto contribui para a realização dos seguintes objetivos da Lei 8.313/91, conforme o Artigo 3º:Inciso I: "Contribuir para facilitar, a todos, os meios de livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais". O projeto promove a democratização do acesso cultural ao oferecer oficinas gratuitas e exibições com recursos de acessibilidade, como intérprete de Libras e legendas descritivas.Inciso IV: "Incentivar a produção cultural e artística brasileira, em todos os seus segmentos e em caráter multidisciplinar, visando à valorização dos processos de criação, de reflexão e de crítica". O projeto fortalece o cinema nacional, especialmente a produção de "sujeitos historicamente minorizados".Inciso VI: "Estimular a presença, no processo cultural, de segmentos sociais não alcançados por manifestações artísticas e culturais". A proposta é voltada a jovens e adultos interessados em cinema, cultura e direitos humanos, e inclui a participação de "corpos dissidentes e sujeitos historicamente minorizados" em sua concepção e execução.Inciso VIII: "Desenvolver a consciência de cidadania e de solidariedade social". O curta-metragem aborda a crise de saúde mental no Brasil, estimulando a reflexão crítica sobre a temática.Inciso IX: "Estimular a formação de público para o consumo de bens culturais, com a participação de produtores, criadores, técnicos e distribuidores". O projeto oferece um ciclo completo de produção, formação e fruição cultural, engajando o público e capacitando novos profissionais do audiovisual.A Lei de Incentivo à Cultura é, portanto, o instrumento adequado para o financiamento do "Estação F-31", pois alinha a produção artística com a missão de promover a inclusão, a formação e a reflexão sobre temas sociais urgentes, fortalecendo a cadeia produtiva cultural de forma abrangente e acessível.

Estratégia de execução

Cronograma de GravaçõesO cronograma de gravações do curta-metragem "Estação F-31" está planejado para ser executado ao longo de três meses, de forma a otimizar o tempo e os recursos.Mês 4: A primeira fase será dedicada à preparação e início das filmagens em São José dos Campos. As atividades incluem montagem e testes de equipamento (câmera, luz), ensaios com o elenco, e a gravação das primeiras cenas externas e internas do roteiro. A semana 3 será focada na captação de cenas de interação entre os personagens e planos de sequência, enquanto a semana 4 será dedicada à filmagem de closes e detalhes.Mês 5: Neste mês, a produção continua em São José dos Campos. As atividades se concentram em cenas internas e externas adicionais, filmagens de apoio com figurantes e a captação de cenas noturnas que exigem iluminação especial. A segunda metade do mês será utilizada para ajustes de tomadas, regravações necessárias, e a filmagem de cenas específicas em locações urbanas e interiores especiais.Mês 6: O último mês de filmagens será focado na finalização da captação em São José dos Campos. As atividades incluem a gravação das cenas finais do roteiro, captação de planos de cobertura, e a realização de regravações e ajustes de continuidade. A equipe também fará o registro de making-of e bastidores para o e-book. Por fim, o mês se encerra com a conferência e o backup de todo o material captado, a revisão técnica do som direto e os ajustes finais.

Especificação técnica

O projeto "Estação F-31" envolve a produção de um curta-metragem, a realização de oficinas e a criação de um e-book educativo. Abaixo estão as especificações técnicas detalhadas para cada produto.Curta-Metragem "Estação F-31"Duração: Curta-metragem de ficção, com duração não especificada, mas seguindo o formato de um curta.Material: O filme será captado em 4K. A pós-produção incluirá edição profissional, mixagem de som e finalização técnica.Acessibilidade: O filme terá acessibilidade completa, com audiodescrição e legendas descritivas.Distribuição: Após a circulação em festivais, o filme será disponibilizado em plataformas digitais para acesso gratuito.Oficinas OnlineTítulos: O ciclo formativo consiste em três oficinas online e gratuitas:Produção em Cinema Independente.Produção Audiovisual Independente.Produção Cultural e Cinema Brasileiro.Duração: Cada oficina terá duas horas de duração, distribuídas em módulos semanais. A duração total das oficinas é de três semanas cada.Formato: As aulas serão gravadas em vídeo. O material didático será disponibilizado em PDF acessível.Acessibilidade: Os vídeos terão legendas em português e um intérprete de Libras. O conteúdo será disponibilizado online de forma permanente.Projeto Pedagógico: As oficinas serão conduzidas por especialistas e usarão metodologias participativas, como análise de casos e exercícios práticos. O objetivo é capacitar os participantes para que compreendam todo o processo de produção audiovisual, desde o roteiro até a circulação.E-book EducativoConteúdo: O e-book terá um caráter pedagógico e documental, com informações sobre o processo de produção do curta. Ele incluirá artigos reflexivos sobre cinema independente, entrevistas com a equipe criativa e estudos de caso.Formato: A publicação digital será projetada com recursos interativos, incluindo links para trechos do filme e materiais adicionais.Distribuição: O e-book será distribuído digitalmente para estudantes, pesquisadores e interessados em cinema.

Acessibilidade

O projeto "Estação F-31" foi planejado para garantir acesso universal e inclusivo, promovendo a diversidade e a participação de todos os públicos.Acessibilidade FísicaO projeto prevê a realização de cinco exibições presenciais: quatro pré-estreias e uma estreia oficial. As sessões serão realizadas em espaços que devem oferecer a acessibilidade física necessária, como rampas de acesso, banheiros adaptados e sinalização visual e tátil, para garantir a livre locomoção e o conforto de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. A equipe do projeto fará a verificação prévia desses locais para assegurar que os requisitos de acessibilidade sejam atendidos.Acessibilidade de ConteúdoA acessibilidade de conteúdo é um pilar central do projeto, abrangendo tanto a produção do curta-metragem quanto as atividades de formação e difusão. As medidas planejadas incluem:No Curta-Metragem: A obra contará com audiodescrição e legendas descritivas, permitindo que pessoas com deficiência visual e auditiva possam fruir integralmente do filme. A linguagem e a identidade visual do projeto serão planejadas para serem acessíveis.Nas Exibições: Todas as cinco sessões de exibição pública terão um intérprete de Libras durante as cerimônias de abertura e encerramento. Além disso, o filme será exibido com legendagem em português brasileiro.Nas Oficinas: As três oficinas online e gratuitas sobre cinema independente e produção cultural serão disponibilizadas em formatos acessíveis. Isso inclui a oferta de aulas gravadas com legendas em português, material didático em PDF acessível, transcrições e gravações das aulas com a presença de um intérprete de Libras. Esses conteúdos ficarão permanentemente disponíveis em uma plataforma online para consulta futura.No E-book: A publicação digital sobre o processo de produção do filme será projetada com recursos interativos e materiais acessíveis.

Democratização do acesso

O projeto "Estação F-31" adota uma abordagem multifacetada para garantir a democratização do acesso à cultura, combinando a circulação presencial com a disponibilização digital gratuita, além de ações de formação e mediação cultural.Formas de Distribuição e Acesso aos Produtos Culturais:Curta-Metragem: A principal forma de acesso ao curta será através de cinco exibições presenciais. Quatro delas serão pré-estreias nas cidades de São José dos Campos, Campinas, Santos e São Paulo, seguidas por uma estreia oficial em São Paulo. Após o período de circulação em festivais, o filme será disponibilizado digitalmente em plataformas abertas, permitindo o acesso gratuito e democrático ao público de qualquer localidade.Oficinas: Um ciclo de três oficinas online e gratuitas, com duração de três semanas cada, será oferecido, abordando temas de cinema independente, produção audiovisual e produção cultural no Brasil. As oficinas serão conduzidas por especialistas na área e utilizarão metodologias participativas para que os participantes possam compreender o processo de criação de uma obra audiovisual.E-book Educativo: Um e-book será produzido para documentar o processo de realização do curta-metragem. O material, de caráter pedagógico e documental, conterá artigos, entrevistas com a equipe criativa e estudos de caso. Ele será distribuído digitalmente de forma gratuita para estudantes, pesquisadores e interessados em cinema e produção audiovisual. Medidas de Ampliação de Acesso:O projeto vai além da simples disponibilização do conteúdo. Ele inclui estratégias de mediação cultural para aproximar o público da obra e do processo criativo. Nas sessões de exibição, haverá apresentações introdutórias e debates sobre os temas do curta e o processo de produção. Essas ações garantem o engajamento do público com os conteúdos formativos e contextuais.As oficinas, por sua vez, também funcionam como um espaço de mediação, compartilhando conhecimentos técnicos e metodológicos para que o público compreenda o funcionamento do cinema independente e da produção cultural brasileira. Além disso, a proposta prioriza a presença de "corpos dissidentes e sujeitos historicamente minorizados" em sua equipe e execução, fortalecendo a representatividade e a inclusão.

Ficha técnica

Ruya CarloProdutora cultural, roteirista e curadora, Ruya Carlo articula e viabiliza projetos culturais de impacto nacional e internacional. Especialista em escrita de projetos e curadoria, dedica-se a iniciativas que promovem democratização do acesso à cultura.Idealizadora do Festival Internacional de Cinema Ruídos Queer+ (FIRQ+), consolidou o evento como um dos mais relevantes do cinema queer no Brasil. Também lidera a Mostra Ruídos Emergentes, a Mostra Brasil Profano e o Sonora Queer – Festival de Intérpretes, ampliando a visibilidade de artistas dissidentes nas artes audiovisuais e performáticas.Na captação de recursos, viabilizou mais de R$ 300 mil via fomento direto e acumulou projetos aprovados na ordem de R$ 1,7 milhão pela Lei Rouanet.Projetos de destaque:Residência IRANRAN INA (Lei Aldir Blanc 2020).Mostra Ruídos Emergentes, a partir do Prêmio de Reconhecimento da Cultura Pelotense.FIRQ+, que em sua última edição recebeu 1.300 filmes de 98 países. Sá PrettoArtista multidisciplinar, pesquisadora e produtora cultural. Mestra em Artes Cênicas pela UFMA, é cofundadora da Ruidosa Alma e criadora do conceito de Performance Ruidosa, que usa o ruído como metáfora para romper convenções estéticas e sociais.Dirigiu obras como Genon & Cídios, Dois Pontos e Altar da Pátria, apresentadas no Brasil e no exterior, problematizando corpo, identidade e estruturas coloniais.No audiovisual, é uma das diretoras e produtoras do FIRQ+, responsável pela curadoria estética e articulação institucional. Também criou a Mostra Brasil Profano, que articula filmes nacionais recebidos pelo festival. Atua ainda como facilitadora de oficinas de performance, audiovisual e processos híbridos, baseadas em experimentação e crítica. Eduard de MoraesCuradora, artista visual e produtora cultural, atua em arte contemporânea, cultura digital e visibilidade LGBTQIAP+ e periférica. Sua pesquisa explora a criatividade como motor de invenção em práticas como desenho, pintura e fotografia.No FIRQ+, é diretora de comunicação e assistente de produção, coordenando mídias, comunicação institucional e conteúdos gráficos.Participou da 1ª Residência IRANRAN INA e da 1ª Mostra Brasil Profano, com atuação voltada à escuta sensível e descentralização de saberes.Como fotógrafa da Ruidosa Alma, documenta processos criativos e ações performativas, unindo experimentação visual, pensamento curatorial e engajamento político. Kowawa Kapokaja ApurinãMulher indígena do povo Apurinã (AM), artista, curadora, pesquisadora e ativista. Doutora em Antropologia Social pela UFF, com estágio na Sorbonne Nouvelle Paris 3, pesquisa epistemologia indígena, retomadas territoriais e racismo estrutural, com foco em vozes de mulheres indígenas.Foi curadora convidada e palestrante no FIRQ+, trazendo narrativas indígenas ao audiovisual. Na Residência IRANRAN INA, discutiu cinema indígena e descolonização da imagem.É cofundadora da Coletiva Artivismo Indígena, do Instituto Pupykary do Povo Apurinã e da ABIA. Atua como perita em demarcações territoriais, com experiência junto a povos como Tupinambá, Kaiowá, Shanenawa, Guarani e Uru-Eu-Wau-Wau. Sua atuação propõe novos modos de criação a partir de um cosmopolitismo indígena insurgente.Suzellen MotaProdutora audiovisual, cinegrafista e editora desde 2020. Formada em Edição de Vídeo, Fotografia Digital e Computação Gráfica, cursa Produção Audiovisual (UFBRA) e Engenharia em Design Digital (UniFCV).Participou da Virada SP 2022, produziu vídeos para a Fundação Cultural Cassiano Ricardo e foi cinegrafista e editora dos videocasts Vozes da Cultura e Café com Trans. Atuou também na 1ª e 2ª edições do FIRQ+ e na peça online Não Urine no Chão.Maximiliano Augusto Maurer da SilvaFormado em Comunicação Social – Rádio e TV pela Univap, atua profissionalmente no audiovisual desde 2016. Tem experiência em produção, locução, roteirização, direção de imagens e edição, com passagens por TV Univap, TV Câmara SJC e TV Band Vale.Desde 2018, presta serviços à Fundação Cultural Cassiano Ricardo, em projetos como a Virada SP e o A Cultura Não Para. Foi produtor audiovisual nas duas edições do FIRQ+ e diretor de imagem dos videocasts Vozes da Cultura e Café com Trans, além de filmmaker e editor em projetos institucionais.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.