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O projeto Arquipélago de Vitória visa a produção de obra audiovisual de média-metragem, com duração de 30 minutos, filmado e finalizado em 4K na cidade de Vitória/ES, com a temática do território insular e sua identidade cultural.
Entre marés e memórias, Arquipélago de Vitória conduz o espectador por um território insular singular, onde o cotidiano dos moradores se entrelaça às paisagens naturais e culturais das ilhas capixabas. Em imagens poéticas e depoimentos sensíveis, o média-metragem revela os contrastes, afetos e resistências que compõem a alma de uma cidade cercada de águas e histórias. Classificação indicativa etária: Livre
Objetivo GeralO objetivo do média-metragem é revelar, através de uma abordagem sensível e poética, a essência insular de Vitória, suas ilhas e seus habitantes, traduzindo em imagens e sons as relações entre natureza, cultura e memória. Busca-se construir um retrato imersivo que conecte o espectador à identidade singular desse arquipélago urbano, aproximando a cidade de suas águas e de suas histórias. Objetivos EspecíficosProduto: Média MetragemProduzir o média-metragem documental Arquipélago de Vitória, com duração de aproximadamente 30 minutos, captado e finalizado em 4K, abordando a temática do território insular e identidade cultural. O filme será distribuído gratuitamente por meio de plataformas de compartilhamento de vídeo, com expectativa de alcançar 20 mil visualizações.
Justificativa A cidade de Vitória é reconhecida nacionalmente como capital litorânea, mas poucos conhecem seu caráter insular e a riqueza de suas 26 ilhas. O média-metragem surge como uma oportunidade de resgatar esse aspecto essencial da identidade local, revelando paisagens, modos de vida e narrativas que compõem o mosaico cultural e natural do arquipélago.Ao privilegiar a escuta das vozes dos moradores e o registro das paisagens em sua organicidade, o documentário propõe um olhar de pertencimento e de aproximação, desconstruindo o distanciamento entre a cidade e o mar. O audiovisual aqui funciona como ferramenta de memória e de encontro, permitindo que a poesia da imagem desperte sensações e reforce vínculos identitários.Trata-se de uma obra que valoriza tanto as expressões culturais quanto a biodiversidade do território, apontando para a interdependência entre seres humanos e natureza. A narrativa audiovisual buscará sensibilizar o público, promovendo o reconhecimento das ilhas não apenas como espaço físico, mas como território de afetos, histórias e resistências.Com isso, o média-metragem amplia o repertório cultural da sociedade, oferecendo um registro artístico que contribui para a valorização do patrimônio imaterial e ambiental. Mais do que documentar, a proposta é provocar reflexões, inspirar novos olhares e reforçar a importância de preservar o equilíbrio vital que sustenta a vida no arquipélago de Vitória.A proposta, ainda, se enquadra nos objetivos expressados no art. 1° da Lei 8.313, sendo :I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IX - priorizar o produto cultural originário do País.Para isso, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do art. 3 da mesma Lei:II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico, bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural;
Produto: Média Metragem DocumentalTítulo: Arquipélago de VitóriaDuração: 30 minutosCaptação: Digital em 4KFinalização: 4KClassificação indicativa: LivreDistribuição: Mostras, Festivais de cinema e plataformas digitais (YouTube) Documentos da proposta em anexo.
Produto: Média MetragemAcessibilidadeTodas as medidas de acessibilidade serão realizadas conforme o Art. 42 da Lei nº 13.146/2015 e a norma NBR 950 atualizada, garantindo a adequação arquitetônica, comunicacional, de conteúdo e de divulgação acessível, de modo a assegurar a plena participação de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida em todas as etapas do projeto, conforme as exigências legais e as necessidades específicas de cada público.Produto: Média-metragemAcessibilidade de conteúdo: O média-metragem será produzido/exibido de acordo com as medidas de acessibilidade requeridas pelo MINC para PcD auditiva, visual e cognitiva.Audiodescrição - Narração adicional roteirizada, em língua portuguesa, integrada ao som original da obra audiovisual ao à sua versão dublada, contendo descrições das ações, linguagem corporal, estados emocionais, ambientação, figurinos, caracterização de personagens, bem como a identificação e/ou localização dos sons.Item na planilha: Custos de divulgação.Legendagem descritiva ou Legenda para surdos e ensurdecidos (LSE) - consiste na conversão do texto oral para o texto escrito de uma língua para outra, dentro de uma mesma língua ou de uma língua de sinais para uma língua escrita, levando-se em conta, na composição das legendas, a redução textual decorrente das restrições de tempo, espaço na tela, número de caracteres, conveniência de supressão ou acréscimo de informações, segmentação, alinhamento, fonte e local de cada legenda na tela e velocidade de leitura. Devem ser explicitadas informações de efeitos sonoros, música, sons do ambiente, silêncios significativos e aspectos paralinguísticos do discurso perceptíveis pela entonação ou pela emissão de sons não verbais – como choro ou riso –, bem como adicionada a identificação dos falantes.Item na planilha: Custos de divulgação.O proponente se compromete a aplicar medidas de acesso para pessoas com deficiência aos produtos da proposta, conforme o Estatuto da Pessoa com Deficiência e suas regulamentações e a Norma NBR-ABNT-9050 e suas atualizações.DAS MEDIDAS DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO ACESSÍVEISTodas as informações sobre o projeto, incluindo detalhes sobre a acessibilidade, serão divulgadas de maneira acessível através de canais como Instagram, Facebook, e site oficial. A divulgação incluirá:Imagens com descrição textual (para deficientes visuais).Textos em formato acessível (como fontes ampliadas e com alto contraste) para pessoas com deficiências intelectuais e côngeneres.Vídeos com legendas e janela de Libras para deficientes auditivos.Item na planilha: Custos de Divulgação.INCLUSÃO DE AÇÕES DE ACESSIBILIDADE NO PLANO DE COMUNICAÇÃOA divulgação da acessibilidade (como audiodescrição, intérprete de Libras e outros recursos) será realizada nos canais oficiais do projeto, com informações claras sobre como o público pode acessar esses recursos.Item na planilha: Custos de Divulgação.
Todos os produtos serão distribuídos de forma gratuita, assegurando a democratização do acesso através dos limites e formas de distribuição do Artigo 46 da IN MINC nº 23/2025. Além da distribuição gratuita à população, adotaremos o exposto no inciso III no Artigo 47 da IN MINC nº 23/2025, a saber: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;Será disponibilizado um making of do média metragem. A disponibilização acontecerá através da plataforma YouTube.
William Silva de Oliveira - Coordenador Geral, Proponente, Cinegrafista e Operador de DroneWilliam Silva de Oliveira é um profissional com bacharelado em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo pela FAESA – Centro Universitário, e mestrado em Comunicação e Territorialidades pela UFES – Universidade Federal do Espírito Santo. Atuou como editor de texto do telejornal TVE Notícias na TVE – Espírito Santo, foi professor de Linguagem Audiovisual e Telejornalismo e coordenador da TV FAESA no Centro Universitário FAESA, e professor e coordenador do curso de Rádio e TV e do Núcleo Integrado de Comunicação no CEET Vasco Coutinho. Sua experiência inclui também passagens como repórter de vídeo no SBT Canal 5 Belém e repórter cinematográfico na TV Cultura do Pará, TV Liberal do Pará e TV Globo-Brasília. Possui conhecimento avançado em captação e edição de vídeo, além de locução e apresentação. É autor do documentário "A Câmera de Dib Lutifi" e da série jornalística "Programa Coleta Legal", e foi premiado com o 2º lugar na categoria Jornalismo no Prêmio Ecologia 2006. Possui registro profissional como jornalista e cadastro no CEAC nas áreas de audiovisual e teatro. O proponente será responsável por toda a gestão do processo decisório do projeto, incluindo atividade técnico-financeira, e receberá pela rubrica de Coordenação Geral, Cinegrafista e Operador de Drone.Carlos Alberto Antolini - Diretor de FotografiaCarlos Alberto Antolini é jornalista com formação pela Universidade Federal do Espírito Santo, possui especializações em Conservação, Preservação e Tratamento de Acervo Fotográfico Analógico e em Fotografia Digital. Iniciou sua carreira em 1984 como fotógrafo da CONFENATA e repórter fotográfico da Revista do Instituto Santos Neves e do jornal A Gazeta. Em 1989, foi responsável pela criação e organização do acervo fotográfico da Prefeitura Municipal de Vitória, onde atua como analista de comunicação. Desde 1986, é fotógrafo residente da Cia de Dança Mitzi Marzzuti, com experiência como operador de luz e som em festivais. Ele também foi professor de fotografia no SENAC e desenvolveu projetos autorais e editoriais, incluindo os livros "Belezas Naturais do Espírito Santo" (2000), "Retrato do Gesto: Dança Contemporânea no ES de 1986 a 2004" (2006), "Aruanda: Religiões Afrodescendentes em Vitória" (2018) e "Instantes Visíveis: três décadas da dança contemporânea capixaba" (2019).Por ser servidor público, exercerá a função de maneira voluntária.Elizabeth Nader Simões - Diretora, RoteiristaElizabeth Nader Simões é uma profissional com graduação em Comunicação Social - Jornalismo pela Universidade Federal do Espírito Santo (1994), especialização em Comunicação, Tecnologia e Gestão da Informação (2002), mestrado em Comunicação e Territorialidades (2018) e MBA em Jornalismo Digital (2022). Atua como analista em comunicação e fotógrafa na Prefeitura Municipal de Vitória desde 1995 e como professora em cursos presenciais (desde 2002) e EAD (desde 2021) na Universidade Vila Velha. É produtora de projetos culturais, sendo organizadora e autora dos livros "SecularES", "CIDADE DE PALHA", "OLHARES E CIDADES" e "ARUANDA". Dirigiu, produziu e roteirizou a websérie "ARTE EM TABOA DAS FILHAS DE MÃE-BÁ" e coordenou o projeto "APOENAS DE MÃE-BÁ", que resultou em uma exposição fotográfica. Também é responsável pela coordenação, direção multimídia e pesquisa iconográfica da série audiovisual "NOSSAS VITÓRIAS" (em andamento) e pela coordenação, produção e pesquisa do livro "50 ANOS DO PALÁCIO JERÔNIMO MONTEIRO". Elizabeth também foi jurada na categoria Fotografia do Prêmio Capixaba de Jornalismo Cooperativista do Sistema OCB/ES em diversos anos (2014, 2015, 2016, 2017, 2018, 2019, 2021, 2022, 2023, 2024).Por ser servidora pública, exercerá a função de maneira voluntária. Greco Nogueira - Técnico de áudioGreco Nogueira é um profissional que atua como técnico de som direto, pós-produção de áudio e compositor de trilhas. Ele possui experiência em mais de cem produções audiovisuais, incluindo documentários, curtas e longas-metragens, webséries, além de materiais publicitários e institucionais. Entre seus trabalhos de destaque, atuou como técnico de som direto em "The Empire Project" (EUA, 2012), indicado ao Emmy, e em "O Cemitério das Almas Perdidas" (Brasil, 2018). Em "Rio das Lágrimas Secas" (Brasil, 2017), realizou som direto, pós-produção e composição. Para o projeto "Revelando os Brasis" (Brasil, 2014), foi responsável pelo som direto, pós-produção de som e composição de trilha. Possui bacharelado em Comunicação Social - Publicidade e Propaganda pelo Centro Universitário Vila Velha (2000-2004) e é técnico em Áudio pelo Instituto de Áudio e Vídeo - SP (2005), além de ter um Certificate in Music Industry pela Technical and Further Education – TAFE - Perth - Austrália (2008). Nogueira também complementou sua formação com cursos em produção física para cinema, som para TV e cinema, tecnologia de áudio 3D imersivo, treinamento em radiofrequência, narrativa audiovisual, e técnicas de microfonagem, mixagem, masterização e gravação.Marialina Côgo Antolini - ProdutoraMarialina Côgo Antolini possui doutorado em Informação e Mídia pela Michigan State University (2025), mestrado em Comunicação e Territorialidades pela Universidade Federal do Espírito Santo (2016) e bacharelado em Comunicação Social - Jornalismo também pela UFES (2005), além de um certificado em Gerenciamento Ambiental pela TAFE na Austrália (2008). Ela é especializada em plataformas de redes sociais, educação para mídia e narrativas, monitoramento e avaliação de projetos e políticas públicas, produção e análise audiovisual, mobilização e organização comunitária, direitos humanos, e juventude, ativismo e movimentos sociais. Sua experiência profissional inclui atuação como consultora em comunicação para o Fundo de Populações das Nações Unidas (UNFPA) e para o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID)/Secretaria de Estado de Direitos Humanos do ES, onde desenvolveu planos de comunicação e estratégias para programas voltados a jovens em comunidades vulneráveis. Foi instrutora do curso "Fortalecendo a Capacidade dos Operadores do Sistema de Justiça para Identificar Violações de Direitos de Crianças e Adolescentes pela Mídia Brasileira" na ANDI – Comunicação e Direitos, e consultora em comunicação e especialista associada no Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), trabalhando com segurança cidadã, desenvolvimento humano e direitos humanos. Também coordenou a comunicação do Instituto Marlin Azul e foi repórter de TV e jornal impresso na Rede Gazeta de Comunicação. Matheus Woshington - CinegrafistaMatheus Woshington Pinto de Almeida é jornalista com formação pela Universidade Vila Velha, especializado em comunicação visual e fotografia. Atua na área audiovisual como produtor, cinegrafista e editor, com experiência em todas as etapas de produção. Trabalhou na Rede Gazeta e na Spotlight Office, onde foi criador, diretor audiovisual e gestor de projetos. Participou de produções como o curta “Ilhado”, o documentário “Marinho” e a websérie “Arte em Taboa das Filhas de Mãe-Bá”. Possui vasto conhecimento em direção de fotografia, edição de vídeo (Adobe Premiere, After Effects, DaVinci Resolve) e tratamento de imagens (Photoshop, Lightroom).
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.