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PRONAC 257291Autorizada a captação total dos recursosMecenato

VIVA O QUILOMBO E QUILOMBOLAS

CENTRO DE DESENVOLVIMENTO SOCIO CULTURAL ATELIER MULTICULTURAL
Solicitado
R$ 1,10 mi
Aprovado
R$ 1,10 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreendedorismo Cultural
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Quilombolas
Ano
25

Localização e período

UF principal
PE
Município
Olinda
Início
2026-01-01
Término
2027-01-01
Locais de realização (2)
Conceição da Barra Espírito SantoSão Mateus Espírito Santo

Resumo

O projeto em pauta apresenta proposta para organizar a governança, mapear capacidades produtivas, desenvolver produtos e mercados, estruturar canais de venda do artesanato tradicional quilombola das regiões de São Mateus e Conceição da Barra (ES), realização de oficinas de capacitação, assim como a realização de inventário do manancial cultural (música, canto, danças, oralidade, gastronomia e festejos) para sua difusão, fortalecendo identidade, ancestralidade, o empreendedorisco cultural e a geração de renda.

Sinopse

Oficinas de capacitação:Oficina de Fotografia CriativaEmentaDesenvolver o conhecimento sobre a formação da imagem, desenvolver um olhar criativo, proporcionando aos jovens e adolescentes uma integração sócio cultural usando suporte da fotografia como instrumento de desenvolvimento artístico, social, profissional e educacional de cada indivíduo em sua comunidade. Propomos desenvolver uma ação artística-cultural-ambiental com 10 alunos, que venham produzir uma documentação fotográfica da comunidade, enfatizando as pessoas, os costumes, a tradição, a diversidade cultural, e a inserção de todos esses elementos dentro do meio-ambiente. Estes elementos serão importantes para estimular, entre os participantes, a criatividade na perspectiva do desenvolvimento da produção cultural, fazendo com que os alunos percebam o meio ambiente não apenas como as florestas, os animais, as águas, o ar, a terra, mas também como nossa vida, corpo, escola, casa, rua, ponto de cultura, biblioteca e as relações que estabelecemos com as outras pessoas e culturas.Material pedagógico:Utilizaremso câmeras fotográficas digitais e celulares, apostilas, conteúde de vídeo etc. Conteúdo Programático:• História da fotografia; • Formação da imagem (construção da caixa mágica); • Elementos essenciais para a composição de uma fotografia; • Noções básicas da formação da imagem; • Equipamentos fotográficos: Obturador, diafragma, lentes, ASA etc; • Luz natural e artificial; • As diversas aplicações da fotografia; Fotojornalismo, documental, arte; • A fotografia como meio de expressão e comunicação; • A Teoria do consumo, o meio ambiente e criação com cocriação (design participativo), respeitando estética, ritos e símbolos desses ambientes.Metodologia:Os conteúdos serão transmitidos de forma dinâmica, com constante participação dos alunos, privilegiando a prática.Exibiremos o filme “Nascidos em Bordéis” dirigido por Ross Kauffman e Zana Briski. O documentário vencedor do Oscar em 2005, mostra a vida das crianças do bairro da Luz Vermelha, em Calcutá.Público alvo: 10 (dez) Jovens e adolescentes, entre 15 (quinze) e 29 (vinte e nove) anos, sendo.Número de turmas: 2 turmasCarga horária: 44 horasOFICINAS DE VÍDEO Meu Quilombo Filmo EuEmenta O objetivo da iniciativa é utilizar o vídeo como ferramenta na afirmação de identidades e na busca da compreensão do cotidiano da comunidade. Objetivo Geral Proporcionar aos jovens e adolescentes uma integração sócio-cultural usando o suporte do vídeo como instrumento de desenvolvimento artístico, social, profissional e educacional de cada indivíduo em sua comunidade. Proporcionando também uma oportunidade de desenvolverem uma forma de gerar renda. Promover um conhecimento expansivo do vídeo; Promover uma mostra coletiva de vídeos, com produção dos alunos, expondo os resultados das oficinas; Incentivar a produção cultural na comunidades através dos alunos; Incentivar a formação de multiplicadores; Estimular a criatividade do individuo.Conteúdo Programático:As oficinas de audiovisual serão dedicadas aos temas:Bloco 1 - Realização de oficina de laboração de roteiros; Bloco 2 - Identificação dos temas/problemas e soluções do quilombo, plano de ação e roteiro, enquadramento e fotografia, espaço, manuseio de equipamento, movimentos de câmera, exercícios de gravação, análise crítica da prática de gravação. Bloco 3 - Realizaremos a oficina de edição. Bloco 4 - Na oficina serão desenvolvidos conceitos de edição, decupagem e captura de trechos de vídeos, colocação de títulos, créditos e legendas. Metodologia: Aulas expositivas com projeção de imagens que facilitem a criação de roteiros e identificação de temas centrais, manuseio de equipamentos e seminário de discussão dos pontos apresentados. Usaremos como método de apresentação do seminário a simulação de um programa televisivo ao vivo apresentando a produção do artesanato e musical do quilombo. As matérias editadas serão exibidas e em seguida um membro da equipe dialoga com o apresentador, trazendo mais esclarecimento a respeito do assunto trabalhado, auxiliando ainda mais os presentes no seminário. Público alvo:10 (dez) Jovens e adolescentes, entre 15 (quinze) e 29 (vinte e nove) anos, sendo.Número de turmas: 2 turmasCarga horária: 44 horas Resultados esperados1 – Distribuição do material produzido (produtos gerados) ao longo da realização do projeto, para tornar os episódios acessíveis globalmente. Este material será divulgado e promovido através das redes sociais do Atelier Multicultural e enviado para festivais de audiovisual.2 – Estimular a criação de grupos de artistas visuais e videomakers nas comunidades quilombolas, abrindo caminhos para uma nova profissão ao jovem e adolescente; 3 – Aumento da produção cultural nas comunidades quilombolas através dos alunos, da formação de multiplicadores e do estimulo a criatividade do individuo;4 – Estimular outra forma, de “ver”, “sentir” e “viver” a comunidade e o meio ambiente em que esses estudantes estão inseridos;5 - Abrir caminho para uma nova profissão ao jovem e adolescente;6 - Proporcionar uma nova perspectiva de vida através do entendimento do que é a economia criativa, incentivando a produção cultural nas comunidades através dos alunos, incentivando assim a formação de multiplicadores;7 - Promover relações sociais através da imagem;8 - Exercitar as artes visuais como ferramenta sócio-cultural.Oficinas de Criação e Cocriação QuilombolaEmenta:Promover oficinas de criação e cocriação com comunidades quilombolas, valorizando sua estética, símbolos e ritos, para o desenvolvimento de produtos artesanais que conciliem identidade cultural, funcionalidade, qualidade e potencial de inserção em mercados.MetodologiaEtapa 1 – Mobilização e SensibilizaçãoReuniões comunitárias para apresentar a proposta.Respeito aos protocolos culturais (ritos, símbolos, ancestralidade).Formação de grupos de trabalho (artesãos, jovens, mestres da tradição).Etapa 2 – Oficinas de Cocriação (Design Participativo)Exercícios de memória e identidade: rodas de conversa sobre símbolos, cores e grafismos.Laboratórios de experimentação coletiva: criação de desenhos, protótipos e variações.Mediação de designers convidados com foco em valorização estética e inovação sem descaracterização.Etapa 3 – Desenvolvimento de ProtótiposConstrução de peças-piloto em diferentes tipologias (utilitárias, decorativas, moda, acessórios).Avaliação de critérios:Funcionalidade (usabilidade no dia a dia)Qualidade (acabamento e durabilidade)Preço (cálculo de custos e margem justa)Logística (possibilidade de produção e distribuição).Etapa 4 – Testes com Público e CuradoriaApresentação dos protótipos em feiras locais, rodas comunitárias e grupos de consumidores.Coleta de feedback sobre aceitação, estética, funcionalidade e valor percebido.Ajustes finais conduzidos com acompanhamento de curadoria especializada.Conteúdo Programático das Oficinas1 - Introdução à Identidade Cultural e Design ParticipativoTradição, símbolos e ancestralidade quilombola.Exercícios práticos de design participativo.2 - Processos Criativos e Experimentação ColetivaMateriais locais e técnicas tradicionais.Integração entre tradição e inovação.3 - Prototipagem ArtesanalCriação de peças-piloto.Testes de funcionalidade e qualidade.4 - Gestão da Produção ArtesanalCustos, precificação justa e cooperativismo.Planejamento logístico e escalabilidade.5 - Curadoria e Testes de MercadoApresentação ao público.Coleta de feedback e ajustes finais.Público alvo:Membros das comunidades quilombola das regiões beneficiadas pelo projeto, artesãos, mestres e fazedores de cultura.Número de turmas: 2 turmasCarga horária: 20 horas ável.

Objetivos

Objetivo Geral: Construir, com as comunidades quilombolas entre São Mateus e Conceição da Barra (ES) , um modelo replicável de desenvolvimento do artesanato tradicional, conectando organização social, design de produtos, comercialização, calendário de eventos e turismo de experiência, baseado na economia criativa e na construção comunitária e técnica, tendo como elementos agregadores a música, canto, danças, oralidade, gastronomia e festejos.Objetivos Específicos: Metodologia por etapas (o que será feito e o que será entregue)Etapa 1 — Governança e organização comunitáriaO que faremos:Mobilização e escuta (reuniões, assembleias, rodas de conversa).Criação de Comitê Comunitário do Artesanato e festejos (representantes por comunidade, com paridade de gênero e geração).Definição de regras de participação, benefícios, preços de referência, critérios de curadoria e registro de autoria.Acordos sobre direitos culturais e propriedade intelectual (com materiais de orientação).Entregáveis: Ata de constituição da governança, regimento básico, agenda de encontros e celebrações e protocolo de uso de imagem/cultura.Etapa 2 — Mapeamento produtivo e de saberesO que faremos:Levantamento de matérias-primas locais, técnicas (trama, entalhe, cerâmica, fibras etc.), utensílios e tempos de produção.Mapeamento de habilidades por artesão/arte coletivo e cadeia produtiva (do insumo ao produto).Inventário musical - Registro do patrimônio imaterial como cantos, lundus, jongos, e o conhecimento dos mais velhos para garantir que não se percam com o tempo, sendo o material frequentemente disponibilizado em plataformas digitais para acesso público.Registro de vídeo e fotografia das ações.Entregáveis: Matriz de competências e insumos, inventário visual e diagnóstico da cadeia produtiva que gira em torno da cultura (gargalos, custos, oportunidades).Etapa 3 — Prototipação e design de produtos (identidade + mercado + documentação)O que faremos:Oficinas de criação com cocriação (design participativo), respeitando estética, ritos e símbolos.Desenvolvimento de protótipos com foco em funcionalidade, qualidade, preço e logística para produção artesanal.Testes com público e ajustes (curadoria).Oficinas de vídeo e fotografia para jovens da comunidade quilombola denominada "Meu Quilombo Filmo Eu" para entrega de registro fotográfico e vídeo p/ salvaguarda, comunicação e difusão.Entregáveis: Linha piloto de produtos (com ficha técnica, custo, preço sugerido), guia de acabamento, padronização mínima, registro audiovisual e fotográfico.Etapa 4 — Coleção, catálogo digital, exposição fotográfica e audiovisualO que faremos:Curadoria final da Coleção Quilombola (nomes, histórias, fotos, videos).Produção de Catálogo Digital (PDF e versão web), com narrativa de origem, dimensões, valores e prazo, documentário audiovisual e exposição fotográfica.Entregáveis: Catálogo Digital (PT/EN opcional), banco de imagens, textos de storytelling, fichas comerciais, uma mostra fofográfica um documentário 15 minutos.Etapa 5 — Casas-galerias e e-commerceO que faremos:Fortalecimento/estruturação de casas-galerias nas comunidades (layout básico, fluxo de visita, precificação, caixa).Criação/ajuste de loja virtual (marketplace, Instagram Shopping, WhatsApp Business).Treinamento em atendimento, embalagem e logística.Entregáveis: Plano de operação das casas-galerias, loja virtual ativa e manual de atendimento/logística.Etapa 6 — Festejos/Desfile/experiência turística no quilomboO que faremos:Produção de desfile/mostra da coleção integrado a gastronomia, dança, música e natureza (roteiro de visita).Realização de calendário de atividades culturais (festejos).Captação de imagens (vídeo/press kit) e rodada de negócios com lojistas, hotéis e operadores de turismo.Participação em feiras de negócios e artesanato como a FENEARTE (Recife), Feira Nacional do Artesanato (Belo Horizonte) e Mega Artesanal (São Paulo) levando o artesanato, musica, dança, gastronomia exposição fotográfica e audiovisual.Entregáveis: Eventos realizados, press kit, vídeo curto, lista de prospects e contatos gerados, garantia na participação de feiras de artenanato.Etapa 7 — Plano de Negócios das galerias rurais/caseirasO que faremos:Modelagem de receitas, custos, ponto de equilíbrio e metas de venda.Processos de compras, produção, controle de estoque e governança financeira.Entregáveis: Plano de Negócios resumido (Canvas + DRE projetado + plano de metas), planilhas e guias de rotina.Etapa 8 — Plano de Marketing e difusão do polo cultural quilombolaO que faremos:Estratégia de marca territorial (nome, identidade visual de uso comum + política de uso).Plano de comunicação (redes, imprensa, influenciadores, calendário) e parcerias com trade turístico.Entregáveis: Plano de Marketing, calendário de campanhas e festejos, kit de comunicação, contatos de imprensa e trade.Etapa 9 — Gestão do projeto e relatóriosO que faremos:Atelier Multicultural (cronograma, indicadores, gestão de riscos, documentação, oficinas e salvaguardas culturais);Relatórios parciais e final com aprendizados, indicadores e recomendações;Realização de eventos (festejos), calendário e inventário do manancial cultural;Participação (inscrições dos artesões e mestres) em feiras de artesanato e negócios;Consultoria para realização de ponto de cultura.Entregáveis: Relatórios e base de dados organizada (produtos, contatos, custos, mídia), calendário de festejos com produção e realização de 2 edições (ano), 1 oficina de fotografia, 1 oficina de vídeoIndicadores de resultado (exemplos)Comunidades, manancial cultural e artesãos técnicas mapeados.Protótipos aprovados e itens da coleção.Casas-galerias estruturadas e loja virtual ativa.Vendas iniciais (ticket médio) e contatos comerciais estabelecidos.Visitantes nos eventos/experiência e mídia gerada (alcance).Horas de capacitação e taxa de satisfação dos participantes.Participação em feiras de artesanato.Número de apresentações artísticas em outros destinos.

Justificativa

O projeto atua como instrumento de fortalecimento social e econômico, ao estimular a produção artesanal e a cocriação de novos produtos respeitando símbolos e tradições. Além disso, promove geração de renda sustentável, formação comunitária e inserção em mercados diferenciados. Sua execução assegura a transmissão de saberes às novas gerações, combatendo o apagamento cultural.O uso da Lei Rouanet é fundamental para viabilizar a proposta, pois permite captar recursos junto à iniciativa privada garantindo a execução plena das ações. A iniciativa busca estruturar a governança comunitária, mapeando capacidades produtivas e fortalecendo cadeias do artesanato quilombola entre São Mateus e Conceição da Barra. O financiamento é essencial para o desenvolvimento de produtos, abertura de mercados e consolidação de canais de venda, gerando sustentabilidade econômica. Além disso, o apoio possibilitará a realização do inventário cultural, valorizando música, canto, dança, oralidade, gastronomia e festejos tradicionais. A difusão desses elementos fortalece a identidade e ancestralidade das comunidades, promovendo pertencimento. O incentivo permitirá investir em formação, comunicação e visibilidade do patrimônio imaterial. Dessa forma, a Lei Rouanet atua como instrumento de democratização do acesso aos recursos culturais. Sem esse mecanismo, dificilmente seria possível garantir a amplitude e o impacto social do projeto. A articulação entre cultura, tradição e economia solidária torna-se, assim, viável e transformadora. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei nº 8.313/91: Inciso II _ Fomento à produção cultural e artística; Inciso III _ Proteção e valorização do patrimônio cultural brasileiro; Inciso IV _ Desenvolvimento da consciência internacional e regional para a preservação dos bens culturais e artísticos. Além disso, o projeto busca atingir diversos objetivos previstos no Art. 3º da mesma lei: Inciso I _ Contribuir para facilitar, a todos, o acesso às fontes da cultura nacional e as condições para sua fruição; Inciso II _ Priorizar o apoio a projetos que visem à valorização da identidade cultural brasileira e à promoção da diversidade cultural; Inciso III _ Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Inciso V _ Preservar bens materiais e imateriais do patrimônio cultural brasileiro; Inciso VII _ Incentivar a produção cultural regional e local e a formação de público.

Especificação técnica

Oficinas de fotografia:Os conteúdos serão transmitidos de forma dinâmica, com constante participação dos alunos, privilegiando a prática.Exibiremos o filme “Nascidos em Bordéis” dirigido por Ross Kauffman e Zana Briski. O documentário vencedor do Oscar em 2005, mostra a vida das crianças do bairro da Luz Vermelha, em Calcutá. Público alvo:10 (dez) Jovens e adolescentes, entre 15 (quinze) e 29 (vinte e nove) anos, sendo.Número de turmas: 2 turmasCarga horária: 44 horasOficinas de vídeo: Metodologia: Aulas expositivas com projeção de imagens que facilitem a criação de roteiros e identificação de temas centrais, manuseio de equipamentos e seminário de discussão dos pontos apresentados. Usaremos como método de apresentação do seminário a simulação de um programa televisivo ao vivo apresentando a produção do artesanato e musical do quilombo. As matérias editadas serão exibidas e em seguida um membro da equipe dialoga com o apresentador, trazendo mais esclarecimento a respeito do assunto trabalhado, auxiliando ainda mais os presentes no seminário.Público alvo:10 (dez) Jovens e adolescentes, entre 15 (quinze) e 29 (vinte e nove) anos, sendo.Número de turmas: 2 turmasCarga horária: 44 horasOficinas de Criação e Cocriação QuilombolaEmenta:Promover oficinas de criação e cocriação com comunidades quilombolas, valorizando sua estética, símbolos e ritos, para o desenvolvimento de produtos artesanais que conciliem identidade cultural, funcionalidade, qualidade e potencial de inserção em mercados.Público alvo:Membros das comunidades quilombola das regiões beneficiadas pelo projeto, artesãos, mestres e fazedores de cultura.Número de turmas: 2 turmasCarga horária: 20 horasPropósito educativoOs membros da comunidade como atoresOs jovens como os grandes referentes do processo multicultural e do registro participativo da identidade da suacomunidade.O Quilombo como contextoO Quilombo, com a sua historia, a sua geografia, as suas gentes, os seus pontos de encontro, as suas festas.O vídeo como meioO vídeo -imagem e som- como um referente para os jovens de hoje, cada vez mais submersos nas novas tecnologias.

Acessibilidade

Acessibilidade Física e de ConteúdoO projeto tem o compromisso de garantir ampla acessibilidade, tanto física quanto de conteúdo, assegurando que pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida possam usufruir plenamente das atividades culturais e educativas.Acessibilidade Física:Serão implementadas ações para garantir a locomoção segura e confortável para todos. As intervenções incluem a reforma de rampas de acesso, reforma dos banheiros para uso de cadeirantes, instalação de barras de apoio, eliminação de barreiras arquitetônicas. Acessibilidade de Conteúdo:As atividades e programações do teatro também serão acessíveis do ponto de vista da comunicação. Serão incluídas as seguintes medidas:Intérpretes de Libras (Língua Brasileira de Sinais) nas apresentações e oficinas principais;Legendas descritivas em vídeos exibidos nas sessões e nas produções audiovisuais do projetosAdoção de audiodescrição em espetáculos selecionados e em visitas guiadas;Realização de visitas sensoriais para públicos com deficiência visual e intelectual, permitindo a experiência tátil com alguns instrumentos musicais e figurinos.Todas essas ações visam garantir que as experiências artísticas, educativas e formativas sejam compreendidas e vivenciadas por todos os públicos, promovendo a democratização cultural, a inclusão e o respeito à diversidade. Além disso, os colaboradores e a equipe técnica serão capacitados em atendimento inclusivo para que possam acolher e orientar adequadamente os visitantes com deficiência.Ao promover acessibilidade física e de conteúdo, o projeto reafirma seu compromisso com a construção de um espaço cultural mais diverso, acolhedor e justo, em consonância com os princípios dos Direitos Humanos e da Política Nacional de Cultura Acessível.

Democratização do acesso

O projeto prioriza a democratização do acesso aos seus produtos culturais, garantindo que todas as atividades tenham preços acessiveis, sejam gratuitas e ou abertas ao público. Além disso, o projeto prevê ensaios abertos, permitindo que a comunidade acompanhe o processo criativo e interaja diretamente com os artistas. Serão realizadas oficinas paralelas de dança, canto, percussão e artesanato.Para ampliar ainda mais o acesso, parte da programação será transmitida pela internet através de plataformas de vídeo e redes sociais, incluindo gravações de espetáculos, oficinas e debates culturais, assegurando o alcance a públicos de outras regiões.

Ficha técnica

O que faremos:Atelier Multicultural (cronograma, indicadores, gestão de riscos, documentação, oficinas e salvaguardas culturais);Relatórios parciais e final com aprendizados, indicadores e recomendações;Realização de eventos (festejos), calendário e inventário do manancial cultural;Participação (inscrições dos artesões e mestres) em feiras de artesanato e negócios;Consultoria para realização de ponto de cultura.Nome Completo: Mestre José Luis Mota CezárioFunção no projeto: Oficineiro e articulador comunitárioCurrículo resumido: Constrói Quitungos na comunidade e quando é solicitado para algum lugar seja em festejos ou para localidades da região. Ele é respeitado pelas tradições e suas construções com habilidade.Nome Completo: Mestra Dionísia Felicidade Função no projeto: Oficineira e articuladora comunitárioCurrículo resumido: Conhecida na gastronomia quilombola, no fazer dos beijus que é uma iguaria de tapioca e feita como a tradição conservando a ancestralidade. Faz as comidas no local como faziam seus antepassados.Nome Completo: Mestre Jonhatan FariasFunção no projeto: Oficineira e articulador comunitárioCurrículo resumido: Mestre Jonhatan FariasTrabalha no artesanato quilombola com a identidade das comunidades, utilizando recursos naturais para criar objetos que refletem sua história e tradições. Busca transmitir de geração em geração, incluindo peças como cestaria, palha de milho, piaçava entre outros.Nome completo: Christian Marques da CunhaFunção no projeto: Coordenação geral de produção, oficineiro e palestranteCurrículo resumido: Fotógrafo, documentarista e arte educador é produtor cultural e presidente do Centro de Desenvolvimento Sócio Cultural Atelier MulticulturalNome completo: Bruno Carvalho VieiraFunção no projeto: Oficineiro de fotografia, registro fotográfico e vídeoBruno Carvalho é fotógrafo, videomaker e produtor cultural, formado em Filosofia pela UFF. Atua em projetos de fotografia e audiovisual, com experiência em publicidade, cultura e ações sociais. Já colaborou com produtoras, instituições e festivais em Pernambuco, Acre e Rio de Janeiro. Seu trabalho transita entre o registro documental e a criação artística, explorando memória, cotidiano e identidade.Nome completo: José Teles Monteiro NetoFunção no projeto: Oficineiro de vídeo e registro de vídeoCurrículo resumido: Radialista pela UFPB e montador com mais de 15 anos de experiência. Atua no mercado publicitário como logger e editor, com sólida trajetória em pós-produção. Especialista em Color Grading, também se dedica ao desenvolvimento de projetos sociais de oficinas de vídeo, unindo técnica e sensibilidade para dar voz a diferentes narrativas.Nome completo: Paulo André de Assis SalesFunção no projeto: Corrdenador pedagógicoCurrículo resumido: Professor com mestrado em educação pela UFPE, é fundador e coordenador pedagógico do Centro de Desenvolvimento Sócio Cultural Atelier Multicultural Nome completo: Audrey Marques da CunhaFunção no projeto: Produção executivaCurrículo resumido: Advogada, produtora executiva, é fundadora e diretora administrativa do Centro de Desenvolvimento Sócio Cultural Atelier Multicultural

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.