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PRONAC 257327ArquivadoMecenato

Trilogia Musical – O Baiano Precisa Ser Estudado

ORI IMAGEM E SOM PRODUCAO CINEMATOGRAFICA LTDA
Solicitado
R$ 800,0 mil
Aprovado
R$ 800,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação Música Popular Cantada
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Sound Systems - Reagge
Ano
25

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2026-01-12
Término
2026-12-31
Locais de realização (3)
Salvador BahiaRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

No calor único do verão de Salvador, onde cada esquina pulsa história e cada batida de tambor carrega séculos de memória, nasce a Trilogia Musical _ O Baiano Precisa Ser Estudado. A proposta mergulha na identidade cultural afro-baiana, conectando tradição e contemporaneidade, serão produzidas três faixas originais musicais, um vidêo clipe com estética e linguagem inovadora, um curta-metragem documental sobre o processo da construção das faixas. Como contrapartida, três eventos de lançamento gratuito. O projeto é pura energia, romance e pertencimento, buscar visibilizar a musicalidade negra, da Bahia para o mundo. A proposta é ousada: unir artistas da velha guarda, blocos afros históricos e novos nomes da cena baiana em encontros musicais que vão muito além do "feat". São diálogos sonoros onde o axé se encontra com o afropop, o ijexá conversa com o R&B e o Rap, e o samba-reggae se mistura ao groove moderno. Tudo com a estética, inovação e a força rítmica que só a Bahia sabe entregar.

Sinopse

No calor único do verão de Salvador, onde cada esquina pulsa história e cada batida de tambor carrega séculos de memória, nasce a Trilogia Musical – O Baiano Precisa Ser Estudado. O projeto mergulha na identidade cultural afro-baiana, conectando tradição e contemporaneidade, e propõe a criação de um conjunto de obras musicais e audiovisuais que celebram a baianidade em sua potência criativa, estética e afetiva.A iniciativa compreende a composição e produção de três músicas inéditas, inspiradas nas canções românticas que embalam a estação mais quente da cidade, retratando o jeito baiano de amar e viver em toda sua intensidade, malemolência e poesia. Cada faixa representa uma cena dessa narrativa coletiva: o flerte, a paixão, o conflito e a reconciliação. Para dar forma a essa trilogia, serão reunidos artistas da velha guarda, blocos afros históricos e novos nomes da cena baiana, criando diálogos sonoros únicos: o axé encontra o afropop, o ijexá conversa com o R&B e o rap, o samba-reggae se mistura ao groove moderno.Além das músicas, será produzido um videoclipe com estética inovadora, que mescla imagens reais, colagens, animações e referências afrofuturistas, criando uma linguagem que conecta passado, presente e futuro da música baiana. O processo de criação das faixas também será documentado em um curta-metragem de making of (7 a 10 minutos), registrando momentos de composição, gravação em estúdio e bastidores da produção, revelando o encontro entre artistas e os caminhos criativos que atravessam a obra.Todos esses produtos serão reunidos em um EP musical, lançado nas principais plataformas digitais (Spotify, YouTube, Apple Music, TikTok, Instagram, Audible e podcasts), acompanhado por uma campanha de impacto digital que assegure ampla divulgação e acessibilidade em múltiplos formatos.Como contrapartida, o projeto promove a democratização do acesso à cultura com a realização de três eventos de lançamento gratuitos em Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo — cidades que concentram expressiva população negra e forte diversidade cultural. Esses encontros incluirão apresentações musicais, exibição do videoclipe e do documentário, além de rodas de conversa edu-culturais voltadas a estudantes de escolas públicas, comunidades periféricas, povos indígenas, quilombolas e outros grupos historicamente excluídos dos circuitos culturais.Com essa estratégia, a Trilogia Musical – O Baiano Precisa Ser Estudado busca:Reduzir desigualdades raciais e territoriais, ampliando oportunidades de acesso à música e à arte;Garantir inclusão social, promovendo acessibilidade e descentralização cultural;Contribuir com os ODS da Agenda 2030 da ONU, especialmente nos eixos de educação de qualidade, redução das desigualdades e cidades e comunidades sustentáveis.O impacto esperado é alcançar 900 pessoas presencialmente nos eventos e mais de 30 mil acessos virtuais, consolidando um modelo de circulação cultural gratuito, inclusivo e pedagógico.Mais que um projeto musical, trata-se de um manifesto artístico que coloca a baianidade contemporânea em evidência, reafirma a força criativa da cultura afro-baiana e compartilha com o Brasil e o mundo o que já se sabe: entre batuques, abraços e despedidas, o baiano precisa — e merece — ser estudado.

Objetivos

Objetivo Geral: Compor, produzir, lançar e difundir uma trilogia musical original em forma de Ep musical, que celebre a identidade cultural afro-baiana e sua influência no Brasil contemporâneo, com foco na inovação estética, na diversidade e na democratização do acesso à cultura. Para circular em plataformas digitais, serão construídas composições que dialoguem com a tradição e a contemporaneidade, da cultura urbana soteropolitana .Inspiradas nas canções românticas que embalam a estação mais quente da cidade, as músicas e cada faixa da trilogia é uma cena nossa história: o flerte, a paixão, o conflito, a reconciliação. Um retrato vivo do jeito baiano de amar e viver, que mistura intensidade, malemolência e poesia. Porque, no fim das contas, entre batuques, abraços e despedidas, o baiano precisa ser estudado.Objetivos Específicos:1. CD-Áudio ou outro suporte para música, Compor e produzir 3 músicas inéditas com temáticas ligadas à baianidade contemporânea, inspiradas nas canções românticas que embalam o verão de Salvador.Realizar a gravação profissional em estúdio com músicos convidados e artistas de diferentes estilos musicais. A produção será realizada de acordo com o cronograma a seguir:Composição: 2 Meses Gravação, Produção e Finalização: 4 Meses 2. Produzir 1 videoclipe de uma das músicas. Com linguagem inovadora, estética que dialoga com o antigo, contemporâneo e o Afrofuturista.Realizar a construção de roteiro, utilizar imagens potentes, com estética de colagens e animação, mesclando com imagens reais. A produção será realizada de acordo com o cronograma a seguir:Pesquisa e construção do Roteiro a partir da construção das músicas: 2 MesesProdução, finalização de imagem, som e animação: 2 Meses3. Criar um curta-metragem documental de processo ("making of") sobre a criação da trilogia musical.Será realizado a captação de imagens, durante o acompanhamento do processo de construção das 3 músicas , envolvendo processo de composição, produção e finalização, onde serão registrados os melhores momentos, transformando em um produto audiovisual para ser divulgado nos eventos de lançamentos e outras mídias, a duração será um conteúdo de 7 a 10 minutos.4. Contrapartida Promover a democratização do acesso à música por meio da realização de três eventos de Lançamento( com apresentação das faixas, vídeo clipe e documentário) gratuitos em cada cidade: Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo, cidades que concentram expressiva população negra e diversidade cultural. As ações incluirão apresentações musicais, exibição de clipes e making of, além de atividades edu-culturais ( rodas de conversa), garantindo a participação de estudantes de escolas públicas, comunidades periféricas, povos indígenas, quilombolas e outros grupos historicamente excluídos dos circuitos culturais. Em paralelo, as obras musicais e conteúdos derivados serão disponibilizados em plataformas digitais de acesso gratuito (YouTube, Spotify, Instagram, Aplle Music, Audible, TikTok e podcasts), acompanhados de uma campanha de impacto digital que assegure ampla divulgação, acessibilidade em múltiplos formatos e alcance nacional.Dessa forma, a contrapartida atua de forma estratégica para:reduzir desigualdades raciais e territoriais, ampliando oportunidades culturais;garantir inclusão social com acessibilidade e descentralização;contribuir com os ODS da Agenda 2030 da ONU (educação de qualidade, redução das desigualdades, cidades e comunidades sustentáveis).O impacto esperado é alcançar diretamente 900 pessoas nos eventos presenciais e ao menos 30.000,00 acessos virtuais, consolidando um modelo de circulação cultural gratuito, inclusivo e pedagógico.

Justificativa

A utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais é fundamental para viabilizar a realização da Trilogia Musical _ O Baiano Precisa Ser Estudado, uma obra original que valoriza e difunde a identidade cultural afro-baiana e sua influência no Brasil contemporâneo. Trata-se de um projeto que promove inovação estética, diversidade e democratização do acesso à música e ao audiovisual, reforçando o papel transformador da arte como instrumento de inclusão social e fortalecimento da memória cultural.O projeto se enquadra no Art. 1º da Lei 8.313/91, especialmente nos incisos:II _ Formação de plateias, ao promover eventos gratuitos e acessíveis, estimulando o contato direto da população com obras de alta qualidade artística;IV _ Estímulo à criação e difusão de bens culturais de valor universal, com produção musical e audiovisual que dialoga com a tradição e a contemporaneidade, gerando produtos de referência para o cenário cultural brasileiro;V _ Apoio à produção de conteúdos culturais inovadores em meios digitais, por meio da distribuição gratuita das músicas, videoclipes e documentário em plataformas online, ampliando o alcance e a permanência do conteúdo.Contribui também diretamente para os objetivos do Art. 3º da Lei, ao:I _ Favorecer a formação cidadã por meio da arte, transmitindo valores, histórias e referências culturais ligadas à baianidade;IV _ Estimular a produção e a difusão de bens culturais com padrão de qualidade e acesso universal, assegurando sua ampla distribuição gratuita;V _ Preservar e valorizar os modos de criar, fazer e viver das diferentes culturas, especialmente a afro-brasileira, que constitui patrimônio imaterial do país;VI _ Garantir o acesso e a fruição de bens e serviços culturais de forma inclusiva e plural.Além disso, a Trilogia Musical _ O Baiano Precisa Ser Estudado dialoga com o Estatuto da Igualdade Racial (Lei nº 12.288/2010), ao promover a visibilidade e a valorização de profissionais negros na música e no audiovisual, garantindo representatividade em sua equipe e ampliando oportunidades para grupos historicamente sub-representados.O projeto também está alinhado à Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015), assegurando acessibilidade física e de conteúdo em todos os eventos e produtos — com rampas, banheiros adaptados, sinalização em Braille, tradução em Libras, audiodescrição e legendas descritivas —, garantindo a participação plena de pessoas com deficiência.No campo ambiental, a produção adotará práticas sustentáveis, como redução do uso de materiais descartáveis, incentivo ao transporte coletivo e otimização de recursos na montagem de eventos, em consonância com a Política Nacional do Meio Ambiente (Lei nº 6.938/1981) e com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU — especialmente o ODS 12 (Consumo e Produção Responsáveis) e o ODS 13 (Ação Contra a Mudança Global do Clima).A relevância sociocultural desta proposta também se evidencia na escolha de Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo como palcos de lançamento, alcançando públicos amplos e diversos, com ações que fomentam a economia criativa, geram empregos temporários e fortalecem redes artísticas e comunitárias.Com o apoio do Mecanismo de Incentivo, será possível assegurar que esta obra — que é, ao mesmo tempo, musical, audiovisual e documental — seja concebida, produzida e compartilhada com a máxima qualidade técnica, mantendo-se fiel ao compromisso de inclusão, democratização do acesso e valorização da diversidade cultural brasileira. Assim, a Trilogia Musical _ O Baiano Precisa Ser Estudado se posiciona como um projeto de impacto social, econômico e cultural, capaz de gerar legado duradouro e de inspirar políticas públicas voltadas à arte e à diversidade.

Especificação técnica

A Trilogia Musical O Baiano Precisa Ser Estudado será composta por quatro produtos integrados:Três faixas musicais inéditas – gravação em estúdio profissional, com captação de áudio em padrão internacional (48kHz / 24bit), mixagem e masterização adequadas a plataformas de streaming. Duração média: 3 a 4 minutos cada faixa. Distribuição 100% digital e gratuita.Videoclipe oficial – produção audiovisual em 4K, com roteiro afrofuturista e linguagem híbrida (live-action + animação). Duração aproximada: 4 a 5 minutos. Finalização em formatos adaptados para redes sociais, digital.Curta-metragem documental – registro do processo criativo da trilogia, com duração entre 10 e 15 minutos. Formato: curta documental (HD/4K). Distribuição gratuita em escolas, centros culturais e plataformas digitais.Contrapartida, eventos de lançamento gratuitos – três apresentações presenciais (Salvador, São Paulo e Rio de Janeiro), com estrutura de som e imagem profissional, transmissão ao vivo em redes sociais e acessibilidade (Libras, audiodescrição, legendas). Público estimado: 300 pessoas por evento.Projeto pedagógico: todos os produtos serão trabalhados em diálogo com ações formativas — rodas de conversa, oficinas de escuta crítica, atividades literário-musicais e distribuição de materiais digitais — garantindo que a experiência vá além do entretenimento, estimulando reflexão crítica sobre identidade, diversidade e memória cultural.

Acessibilidade

1- Compor e produzir 3 músicas inéditas : Mixagem acessívelLegendagem descritiva 2 - Produzir 1 videoclipe de uma das músicas. :Libras:AudiodescriçãoLegendagem descritiva 3-Criar um curta-metragem documental de processo ("making of") sobre a criação da trilogia musical:Legendagem descritiva Libras:Audiodescrição 4- Realizar 3 eventos de lançamento gratuito:Acessibilidade FísicaRampas e Banheiros Adaptados: Selecionaremos locais com infraestrutura já adaptada para acessibilidade física, evitando custos adicionais e banheiros acessíveis.Guias Táteis e Sinalização em Braille: Adicionaremos sinalização em Braille e guias táteis em áreas de circulação, garantindo a mobilidade de pessoas com deficiência visual.Acessibilidade de Conteúdo.Tradução simultânea de Libras.

Democratização do acesso

1- CD-Áudio ou outro suporte para música, Compor e produzir 3 músicas inéditas : Para todas as etapas de realização e execução, o projeto adotará uma política de inclusão, priorizando a contratação de uma equipe composta por, no mínimo, 60% de pessoas negras e 50% de mulheres, garantindo diversidade e representatividade no núcleo organizador. Durante a fase de distribuição, as músicas serão disponibilizadas gratuitamente em diferentes canais de divulgação, respeitando os acordos previamente estabelecidos com as plataformas parceiras , de modo a ampliar o acesso e o alcance do público. A distribuição será realizada 100% digital, garantindo alcance amplo e gratuito nas principais plataformas, permitindo acesso em qualquer dispositivo, de qualquer localidade, inclusive para públicos que não tem acesso. Será realizada uma campanha de divulgação comunitária, com veiculação das músicas em pequenos trechos em rádios comunitárias do País. 2 - Vídeo (AUDIOVISUAL) Produzir 1 videoclipe de uma das músicas. :O material será disponibilizado após o lançamento em plataformas de acesso gratuito, como YouTube, Vimeo, Instagram, Facebook, Tik Tok, Vimeo entre outras, garantindo ampla abrangência de público e alcance sem limitações geográficas. Essa difusão será acompanhada por uma estratégia de campanha robusta, planejada para gerar alto impacto e engajamento, potencializando a visibilidade do projeto e a conexão com diferentes públicos. O lançamento do produto irá conter legenda, intérprete de libras, e letras da música permitindo acessibilidade a todos os públicos. 3-Criar um curta-metragem documental de processo ("making of") sobre a criação da trilogia musical:O documentário será distribuído em diferentes etapas para maximizar o alcance e o engajamento do público. Durante a fase de promoção do evento e divulgação das atividades de lançamento, serão veiculadas cápsulas de 30 a 45 segundos em redes sociais e outras plataformas digitais, ampliando o interesse e a participação do público. Após o evento de lançamento, serão publicados, de forma periódica, mais de 30 clipes do documentário com duração de 30 segundos a 1 minuto, em plataformas de acesso gratuito como YouTube, Instagram, Facebook, TikTok e Vimeo, entre outras. Essa estratégia garantirá ampla disseminação do conteúdo, fortalecendo o engajamento com as músicas, alcançando públicos diversificados e promovendo a democratização do acesso à obra. 4- Contrapartida / Realizar 3 apresentações musicais de lançamento gratuito gratuito:A partir do início da promoção, será implementada uma campanha integrada de divulgação, utilizando redes sociais, mídia tradicional, parcerias institucionais e comunicação direta, para mobilizar diferentes públicos e gerar expectativa. As inscrições ocorrerão em plataforma online, gratuita e acessível, permitindo ampla participação e garantindo a inclusão de pessoas de áreas periféricas, zonas urbanas e comunidades rurais, além da representatividade de mulheres, homens e integrantes da comunidade LGBTQIA+. O sistema também permitirá mapear e analisar o perfil do público (faixa etária, gênero, localização e contexto socioeconômico).Serão firmadas parcerias com universidades, instituições acadêmicas, gestores sociais, coletivos culturais e espaços públicos, assegurando que a informação alcance comunidades historicamente excluídas. Assim, os eventos se tornam não apenas celebrações artísticas, mas também ações concretas de democratização da cultura, fortalecendo a participação cidadã e criando um ambiente plural e inclusivo.A democratização do acesso será orientada por estratégias pedagógicas inspiradas nas diretrizes da ONU do Futuro, com foco em igualdade racial, territorial e urbana. O projeto adotará práticas educativas que estimulam formação crítica e participativa, indo além do consumo passivo da obra.Músicas e conteúdos derivados serão utilizados como ferramentas de aprendizado coletivo, valorizando a diversidade cultural brasileira e reconhecendo identidades afrodescendentes, indígenas e periféricas como pilares da produção artística. Para isso, serão realizadas rodas de conversa, de escuta crítica e atividades musicais, promovendo diálogo intergeracional e fortalecendo o direito à cidade e à cultura.A distribuição será articulada com escolas públicas, universidades, , coletivos de territórios periféricos e redes comunitárias, centros educacionais e culturais, garantindo que as obras circulem em grandes centros e também em regiões historicamente invisibilizadas. Esse modelo contempla tanto a presença física — em espaços culturais acessíveis e descentralizados — quanto a digital, com conteúdos gratuitos em redes sociais e plataformas online, explorando de forma estratégica as múltiplas janelas virtuais.Assim, a contrapartida amplia o acesso à cultura e atua como instrumento de equidade social e territorial, reforçando políticas de reparação histórica e democratização cultural previstas em legislações de igualdade racial e urbana.

Ficha técnica

Produção ExecutivaDayane Sena Diretora audiovisual, produtora executiva e diretora de produção em Salvador-BA. Atua há 21 anos no audiovisual e 24 anos no mercado cultural. Foi a primeira coordenadora negra de TV na Bahia. Premiada duas vezes no Festival de Gramado e duas vezes no Fest Aruanda, já dirigiu e produziu longas de ficção, documentários, curtas, séries, webséries e realities. Como diretora, realizou mais de 80 programas em TV universitária e curtas premiados como Odum Adotá e É D’Oxum. Dirigiu o telefilme Samba Junino, a série A Chave, o longa As Travessias de Letieres Leite e finaliza seu curta Domingo. À frente da Salamandra Produções, realiza consultorias, formação e produção executiva. Suas obras circularam em canais como Netflix, Amazon Prime, Canal Brasil, HBO, TVE-BA e SescTV. Também atua em projetos formativos em audiovisual no Brasil. ProduçãoTom Pinheiro CEO e fundador da Ori Imagem, cineasta, produtor executivo e roteirista. Mestre em Estudos Étnicos e Africanos (UFBA) e graduado em Multimeios (PUC-SP). Atuou como produtor de desenvolvimento e negócios na Boutique Filmes (2021–2022), responsável por séries como 3% (Netflix), Rota 66 (Globoplay), PCC – Poder Secreto (HBO) e Mila no Multiverso (Disney+). Como Produtor de Negócios, contribuiu para títulos em Prime Video, Disney+ e WBD, além de coproduções internacionais com México, Espanha, Portugal e EUA. Especialista em financiamento, desenvolvimento, negociação e gestão de projetos de grande porte.Jarsom Wayans - Produtor Comercial/ Jarsom Diretor, roteirista, produtor e gestor cultural. Formado em Produção Cinematográfica (UDLA – Equador), com especialização nos EUA e mestrado na Argentina. No Brasil, estudou Teatro na Escola Macunaíma. Trabalhou em cinema e TV na América Latina em produtoras do Equador, Argentina e Peru. No teatro, produziu Navio Negreiro (2019) em Salvador e São Paulo. Projetos autorais (O Silêncio Tem Rosto de Mulher e Mulher de Ferro) foram selecionados em festivais e mercados internacionais. Mídias e ComunicaçãoBárbara Santos – Publicitária, estrategista digital e fundadora da Baobá Comunicação Criativa. Coordena comunicação, social media, tráfego pago e produção audiovisual. Atua em projetos nacionais e internacionais como DiALAB, MIMB e Casa de Cinema Negro Baiano Chica Xavier. Desenvolve ações formativas em artes, como o Festival Iyàs.Tualani – Pós-graduada em Administração em Indústrias Culturais (Universidade de Valladolid, Espanha). Repórter e locutora em emissoras espanholas, fundadora da Favelacult. Trabalhou em Portugal, Espanha e Costa do Marfim. Idealizadora do FLA – Festival Internacional de Flamenco e da SET: Rede Criativa Audiovisual. Coordena comunicação na Araçá Filmes em obras como Nina, A Pele Morta e Afros e Afoxés: A Revolução do Tambor.Camila França – Jornalista, mestre em Cultura e Sociedade (UFBA). Sócia-diretora da Umbu Cultura & Comunicação. Atua em consultoria de comunicação e produção executiva de projetos culturais. Experiência em instituições como Fábrica Cultural, Mercado Iaô, Salvador Capital Afro, AFROPUNK Bahia, Flin e Flica. Design GráficoKeila Gondim – Designer formada pela UNEB, artista visual e produtora de colagens digitais. Experiência em branding e identidade visual para instituições como Bloco Afro Olodum, Prefeitura de Salvador, Fundação Gregório de Matos, Festival Feira Preta e Festival Zona Mundi. Áudio e TrilhaOtávio Carvalho (Minio Otavio) – Engenheiro de som, produtor musical e multi-instrumentista, com mais de 20 anos de experiência. Sócio-fundador do estúdio Submarino Fantástico, referência em sound design. Indicado ao Grammy Latino e ao Emmy Kids Awards. Trabalhou para Netflix, HBO, Discovery Kids e Cartoon Network. Cofundador do selo Pequeno Imprevisto. Vídeo e FotografiaEdvaldo Neto – Diretor de fotografia e câmera. Atuou em cinema, TV e publicidade. Assinou obras como Música Preta Brasileira (TV Globo), Todas as Cores do Brasil (Canal OFF), Close de Bonita (GNT) e campanhas da Devassa/Globoplay. No cinema, realizou curtas como O Pai da Rainha de Angola e Atletas. Reconhecido por formar jovens profissionais e incluir negros no audiovisual.Filipe Louzado – Artista de efeitos visuais e colorista. Graduado em Produção Audiovisual e pós-graduado em Efeitos Visuais. Experiência em montagem, colorização, motion graphics e efeitos digitais. Atuou em curtas premiados e campanhas políticas no Brasil e exterior. Atualmente se especializa em Houdini.

Providência

Projeto arquivado em razão da omissão do proponente na regularização da ocorrência: Perfil agência incompatível com o tipo de pessoa , o que impediu a abertura das contas e a continuidade processual. *Eventual desarquivamento poderá ser solicitado em até 30 dias pelo email salic@cultura.gov.br.*