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A proposta foca no resgate e fortalecimento da tradição ancestral da pintura com terra através da realização de cursos em 12 comunidades no Vale do Jequitinhonha e na Bahia. Além do aprendizado técnico, será oferecido curso de elaboração de projetos culturais para que os participantes possam dar continuidade e disseminar saberes de suas comunidades. A proposta alinha-se à necessidade de melhorar a relação com os bens naturais e fortalecer as bases ecológicas, sociais e culturais das comunidades.
O projeto é uma iniciativa que visa capacitar comunidades quilombolas e povos de terreiro na produção e aplicação de tintas naturais a partir da terra. Com uma abordagem prática e experimental, o curso promove o resgate de saberes ancestrais e a valorização da cultura afrodiaspórica, permitindo que os participantes aprendam fazendo e refletindo sobre sua própria prática.O curso é estruturado de forma a acolher uma diversidade de pessoas com diferentes limitações e potenciais, garantindo que todos possam participar e aprender de forma significativa. A metodologia busca promover um aprendizado significativo e contextualizado, valorizando profundamente o saber local e reconhecendo as práticas e saberes das comunidades quilombolas.Além do curso de tinta de terra, o projeto também inclui um curso de elaboração de projetos para captação de recursos, visando fortalecer a capacidade dos jovens quilombolas em desenvolver projetos sustentáveis. Com uma carga horária de 120 horas, o curso aborda temas como introdução à elaboração de projetos, identificação de fontes de financiamento, elaboração de orçamento e cronograma, desenvolvimento de propostas e relatórios. O objetivo é que os participantes possam elaborar projetos que sejam relevantes e respondam às necessidades reais da comunidade.A iniciativa surge como uma resposta às demandas das comunidades quilombolas, que buscam resgatar e preservar suas tradições culturais e promover o desenvolvimento sustentável em seus territórios. Com a realização do curso e a elaboração de projetos para captação de recursos, o projeto visa fortalecer a capacidade das comunidades quilombolas em gerenciar seus próprios projetos e promover o desenvolvimento local, contribuindo para a preservação da cultura e da memória ancestral do povo negro e quilombola.
Objetivos Gerais: O objetivo deste projeto é realizar a formação prática em produção e pintura com tinta de terra artesanal em 12 comunidades quilombolas de 10 municípios de Minas Gerais e Bahia; capacitação de 24 jovens quilombolas em captação de recursos; elaboração de 12 projetos para captação de recursos destinado a pintura de imóveis; e pintura de 12 edificações com tinta de terra artesanal.Objetivos Específicos:realizar 12 cursos de tinta de terra em 12 comunidades quilombolas, cada curso tem duração de 24h\a, totalizando 288 h/a durante a execução do projeto.Capacitar 24 jovens quilombolas de 12 comunidades distintas, para elaborar projetos para captação de recursos para pintura com tinta de terra em suas comunidades. Com duração de 3 meses, aulas duas vezes na semana, sendo 12 aulas on-line de 48h/a e Inter módulos que somam 88 horas para realizar tarefas práticas em comunidade, totalizando 120 horas, durante a execução do projeto.Elaborar 12 projetos que propõem a captação de recursos financeiros para viabilizar a pintura com tinta de terra em casas e espaços das comunidades quilombolas. Restaurar e pintar 12 casas ou espaços coletivos com o uso da tinta de terra produzida durante os cursos de formação, em 12 comunidades quilombolas.
A pintura de casas e fogões com tabatinga ao longo do tempo representa uma tradição profundamente enraizada na história cultural de comunidades tradicionais. A terra servia como material para pintura e simbolizava um elemento essencial na formação de identidades. Dela, construíamos casas, fazíamos utensílios de cozinha, produzimos artesanato como produto para venda, colhemos o alimento e tiramos sustento. Nesse sentido, o resgate do conhecimento ancestral da pintura com terra revela um esforço para preservar e honrar as técnicas tradicionais, uma conexão forte com as nossas raízes culturais afrodiaspóricas.Desenvolvi as técnicas de tingimento que aprendi com a minha comunidade para potencializar a diversidade de fazeres com a Tinta de Terra. Lembro-me que, na minha infância, utilizávamos a terra diluída em água para pintar fogões, paredes e o que mais pudesse receber a tinta ("Agora, vamo ‘caiá’ a casa, Nita!")... Mas essa tinta se desprendia com facilidade das superfícies. Para resolver esse problema, realizei estudos para aprimorar a tinta utilizando diferentes fixadores e garantir maior durabilidade. Também trabalhei a fim de expandir a paleta de tonalidades e tipos de terra que utilizo nas pinturas.A Casa das Tecelãs de Tocoiós e casa das Bordadeiras do Curtume, resultados de cursos de Tinta de Terra, se estabeleceram como rotas turísticas nacionais nos municípios de Francisco Badaró e Jenipapo de Minas, no Vale do Jequitinhonha, gerando oportunidades econômicas e promovendo o desenvolvimento sustentável local.Também realizei oficinas e mutirões na Casa de Cultura de Chapada do Norte e na Comunidade Quilombola de Faceira, no mesmo município. Além disso, ministrei um curso de Tinta de Terra dentro das programações do Festival Cultural de Curralinho (No distrito de Extração, em Diamantina), tendo como público os moradores, estudantes da UFVJM, moradores do Quilombo da Mata dos Crioulos e demais participantes do festival. Sinto um profundo orgulho ao ver outras mulheres e mestras participantes de cursos que ministrei promoverem seus próprios cursos e utilizarem a tinta para pinturas em suas comunidades. Isso garante que os saberes ancestrais continuem alcançando cada vez mais pessoas.O respeito à natureza é um pilar da minha prática com a terra. Produzida com materiais naturais, a Tinta de Terra é um produto que não gera impacto ambiental, alinhando-se com a necessidade premente de melhorar a nossa relação com os bens naturais e fortalecendo as bases ecológicas, sociais e culturais dessas comunidades.Com os cursos de Tinta de Terra, o meu objetivo é fortalecer a memória ancestral do uso da terra e possibilitar que os participantes se apropriem da técnica e possam replicá-la em edificações nos seus territórios. Por usar apenas elementos de fácil acesso, a Tinta de Terra é barata e simples de ser utilizada. Uma alternativa acessível às tintas industrializadas. As comunidades presentes na Região Metropolitana de Salvador e Costa do Sauípe na Bahia foram determinadas a partir do encontro "Diálogo de Mulheres em Movimento", promovido pelo instituto ELAs+ nos dias 24 a 28 de agosto de 2025 no Rio de Janeiro. Representantes dessas comunidades demandaram cursos nos seus respectivos territórios. Este projeto surge, portanto, como uma resposta a essas mulheres e suas comunidades. Uma forma de atender às suas demandas e democratizar o acesso ao conhecimento ancestral na região nordeste do país.Como forma de manter esse saber vivo e circulante, a proposta também conta com um curso de elaboração de projetos culturais em associação ao auxílio na elaboração e inscrição de um projeto cultural em cada comunidade. Uma forma de estimular que os participantes continuem perpetuando e compartilhando esses saberes através de seus próprios cursos e oficinas, como é o caso dos coletivos de mulheres do Vale do Jequitinhonha citados acima. Este curso também possibilitará aos participantes diagnosticarem outros produtos culturais e saberes circulantes na sua comunidade e elaborar projetos específicos alinhados às suas realidades.Dessa forma, os recursos públicos oriundos da contemplação desta proposta serão muito bem direcionados de forma a atender demandas existentes de comunidades quilombolas e povos de terreiro. Os bens culturais veiculados pela proposta são de caráter público e a sua perpetuação é de interesse público. A proposta também fomenta a retomada, manutenção e circulação de saberes tradicionais de importante valor cultural, cujo incentivo financeiro é primordial e urgente, vide as políticas lançadas para a retomada e valorização de saberes tradicionais no Brasil.Lei 8313/91, Art. 1ºI: Através da formação gratuita, os membros da comunidade e convidados terão a oportunidade de resgatar um saber tradicional e perpetuá-lo em sua comunidade através da elaboração de projetos culturais.II: As matérias primas serão locais e, durante as formações, estimularemos o resgate de memórias ancestrais dos membros da comunidade e demais participantes, de forma que eles poderão se identificar com o escopo da proposta a partir das experiências de seus antepassados.III: O curso é uma forma de difundir a manifestação cultural que emana do uso de tinta de terra para pintura. Os criadores ancestrais da técnica são o próprio povo negro e quilombola, principal público alvo dos cursos. Além disso, a difusão também se dará pela proposta de continuidade das atividades desenvolvidas na comunidade através da captação de recursos para a pintura de mais espaços na comunidade. Esse curso também possibilitará a elaboração de propostas para outros objetivos que os membros da comunidade diagnostiquem em seus territórios.IV: O resgate da memória do uso de tinta de terra é uma forma de manter essa expressão cultural viva e circulante nos dias de hoje. A experiência nos mostra que esses saberes vem sendo esquecidos a partir da entrada das grandes indústrias e o forte lobby para o uso de tintas industrializadas. Dessa forma, o curso fortalece a cultura brasileira ao difundir um tipo de pintura autêntico e ancestral nas nossas terras.V: Com o curso, realizaremos o resgate do saber ancestral do uso da terra para a pintura de edificações. Dessa forma, salvaguardamos o conhecimento e estimulamos o florescimento de modos de criar nas comunidades através do ensino das técnicas de produção e pintura e, posteriormente, de perpetuação das práticas a partir da escrita de projetos para captação de recursos.VI: A pintura em si é uma forma de preservar o bem imaterial que são as edificações presentes na comunidade, algumas delas seculares, guardiãs de gerações. Além disso, o saber ancestral da tinta de terra é um patrimônio cultural imaterial que deve ser preservado e valorizado.VIII: A pintura com tinta de terra é um bem cultural de valor universal, as técnicas de produção e pintura são conhecimentos ancestrais, que mobilizam a memória cultural dos povos quilombolas do Brasil e do Nordeste.IX: É originário do País, fruto do trablho e criatividade do povo negro e quilombola. Os cursos também são originários do Brasil.Lei 8313/91,Art. 3°I a): Disponibilizaremos bolsa de estudo para 24 membros da comunidade quilombola a fim de viabilizar a formação em elaboração de projetos e captação de recursosIII c): Restauraremos, em cada uma das comunidades, a pintura de uma edificação que a comunidade reconheça como tendo importante valor cultural.d): Com o curso, resgataremos saber da confecção e pintura artesanal com tinta de terra, uma forte tradição popular brasileira, com raízes firmes em territórios quilombolas.V a): Os cursos são missões culturais no país. Através deles, promoveremos o resgate a a perpetuação da cultura tradicional do povo negro e quilombolab): Promoveremos um curso de elaboração de projetos culturais e auxiliaremos na elaboração de um projeto cultural em cada comunidade que receber o curso.c): De acordo com as justificativas anteriores.
Projeto pedagógico ”Curso de Tinta de Terra para Comunidades Quilombolas do Vale do Jequitinhonha e Bahia”Objetivo: Capacitar as comunidades quilombolas do Vale do Jequitinhonha e Bahia na produção e aplicação de tintas naturais a partir da terra.Estrutura do CursoInício:- Apresentação da equipe- Escuta sobre as práticas semelhantes que já existem na comunidade- Adaptação da técnica de acordo com a realidade local- Apresentação das possibilidades de cores e texturas de terrasColeta de Terras:- Divisão em grupos para coletar terras na comunidade- Retorno dos grupos com as terras coletadasCriação de amostras de tinta para escolha e apreciaçãoTeste e definição de paleta de Cores Produção de Tinta:- Preparação da tinta em coletivo- Passagem dos materiais necessários para a produção da tinta e das proporções de uso- Ensino de diferentes técnicas para a produção da tinta, adequadas a diferentes realidades de produção.Preparação:- Ensino de técnicas para a preparação da pintura em diferentes tipos de superfícies, adequados às realidades locaisAplicação da tinta- Ensino de técnicas para a aplicação da tinta de terra artesanal e acabamento da pintura.- Pintura guiada de uma edificação escolhida pela comunidadeAvaliação do curso, compartilhamento em roda da experiência e registro do resultado finalMetodologiaNossa metodologia busca promover um aprendizado significativo e contextualizado. Isso se traduz em um enfoque em atividades práticas e experimentais, onde os participantes aprendem fazendo e refletindo sobre sua própria prática. O trabalho em equipe é fundamental, com colaboração e divisão de tarefas para alcançar os objetivos comuns. Além disso, valorizamos profundamente o saber local, reconhecendo e valorizando as práticas e saberes das comunidades quilombolas. Nossa linguagem é acessível e inclusiva, permitindo que todos os participantes possam se sentir confortáveis e engajados no processo de aprendizado. A possibilidade de sentir a textura da tinta e da pintura torna o curso ainda mais acessível e significativo, permitindo que os participantes experimentem e aprendam de forma mais profunda. Além disso, o curso é estruturado de forma a acolher uma diversidade de pessoas com diferentes limitações e potenciais, garantindo que todos possam participar e aprender de forma significativa.O plano de acessibilidade para o Curso de Tinta de Terra irá garantir que todas as pessoas, independentemente de suas habilidades ou limitações, possam participar do curso. Para isso, priorizaremos ambientes acessíveis para pessoas com mobilidade reduzida, com assentos para idosos, gestantes e lactantes.A metodologia do curso será inclusiva para pessoas com deficiência visual, permitindo que essas pessoas possam sentir a textura da terra, da tinta e da parede pintada. Será determinada uma área específica para que elas possam brincar com a tinta de terra e expressar sua criatividade. Além disso, utilizaremos uma linguagem acessível, evitando termos complexos.Não exigiremos anotações ou leitura, tornando o curso acessível para pessoas que não foram alfabetizadas. O curso será realizado nas comunidades, facilitando o deslocamento dos participantes. Contaremos com profissionais experientes em acolher pessoas com necessidades especiais, garantindo que todos os participantes sejam atendidos de forma adequada.Permitiremos que os participantes com necessidades especiais participem das etapas que melhor se adaptem às suas habilidades e limitações, oferecendo apoio individualizado para garantir que todos possam participar igualmente do curso. Avaliaremos e monitoraremos constantemente a acessibilidade do curso, buscando identificar áreas para melhoria e implementar ajustes necessários para garantir a inclusão e a acessibilidade para todos os participantes.Recursos- Materiais: Terra, água, pigmentos naturais, pincéis, fixadores etc.- Espaço: Local para pintura e aplicação da tintaPúblico-AlvoMoradores das Comunidades Quilombolas contempladas no projeto e interessados em aprender sobre a produção e aplicação de tintas naturais.Responsáveis pelo Curso- Aremita Reis: Mestra e especialista em pintura de terra- Marcos Hilário: Especialista em pintura de terraLocalização- Vale do Jequitinhonha e Bahia: Comunidades quilombolas localizadas na região.Título: Capacitação em Elaboração de Projetos para Captação de Recursos para Jovens Quilombolas do Vale do Jequitinhonha e BahiaObjetivos Gerais:- Capacitar 24 jovens quilombolas em desenvolver projetos para captação de recursos.- Promover a valorização e preservação da cultura quilombola.Objetivos Específicos:- Desenvolver habilidades em elaboração de projetos para captação de recursos.- Elaborar um projeto contextualizado para as comunidades quilombolas.- Identificar fontes de financiamento para o projeto.Justificativa:A falta de capacitação na elaboração de projetos para captação de recursos é um desafio para o desenvolvimento de projetos sustentáveis nas comunidades quilombolas do Vale do Jequitinhonha e Bahia. Esta proposta de capacitação ameniza essa deficiência e garante a continuidade do trabalho de pintura em tinta de terra iniciado através do curso de tinta de terra.Carga Horária:Aulas on-line: 12 aulas, totalizando 48 horas/aula.Inter módulo: 88 horas para realizar tarefas práticas em comunidade.Totalizando 120 horasPúblico-Alvo:- 24 jovens quilombolas das comunidades localizadas no Vale do Jequitinhonha e Bahia.Critério de Seleção:- Indicação pelas lideranças comunitárias.Metodologia:A metodologia do curso de capacitação em captação de recursos para jovens de comunidades quilombolas incorpora a pedagogia da alternância, promovendo uma abordagem dinâmica e prática de aprendizado. Os participantes terão acesso a módulos teóricos online, onde aprenderão conceitos fundamentais sobre captação de recursos e planejamento de projetos. Entre os módulos, os participantes terão tempo de alternância para desenvolver atividades práticas, aplicando os conhecimentos adquiridos e construindo um projeto de captação de recursos para sua comunidade.Nesse momento de alternância, será fundamental que os jovens realizem uma escuta ativa e diálogo com a sua comunidade, ouvindo as necessidades e demandas locais e incorporando-as no projeto. Isso permitirá que os participantes desenvolvam projetos que sejam relevantes e respondam às necessidades reais da comunidade. Ao fazer isso, os jovens não apenas aprenderão sobre captação de recursos, mas também desenvolverão habilidades importantes em comunicação, liderança e trabalho em equipe.Conteúdo:- Introdução à elaboração de projetos.- Identificação de fontes de financiamento.- Elaboração de orçamento e cronograma.- Desenvolvimento de propostas e relatórios.- Elaboração de um projeto para captação de recursos.Tarefas do Inter módulo:- Realizar diagnóstico da comunidade.- Identificar necessidades, oportunidades e demandas.- Elaborar um projeto para captação de recursos (orientado pelo profissional responsável pelo curso). - Desenvolver um plano de ação e monitoramento.Produto Final:- Um projeto completo para captação de recursosAvaliação:- A avaliação será realizada com base na qualidade do projeto final.- Serão considerados critérios como:- Coerência com os objetivos da formação.- Viabilidade do projeto.- Capacidade de captação de recursos.Certificação:- Os participantes que completarem todas as atividades do curso e apresentarem um projeto final de qualidade receberão um certificado de conclusão em parceria com a Universidade dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, através da pró-reitoria de cultura para que a proposta seja acompanhada e certificada por essa instituição através de projeto de extensão. Profissionais Envolvidos:- Marcos Hilário de Oliveira
a. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO:i. Disponibilização de infraestrutura (rampas, elevadores e barras laterais) e adaptação de espaços/equipamentos com o objetivo de priorizar ou facilitar o acesso;b. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO: Para pessoas com deficiência auditiva:i. Profissionais Intérpretes e tradutores em Libras capacitados para inclusão deouvintes nos contextos da Cultura Surda e acesso dos Surdos em produçõesculturais em linguagem fonética;Para pessoas com deficiência visual:i. Audiodescrição das etapas e processos de produção de tinta e pintura com tinta de terra artesanalii. Superfíce tátil e maetriais com textura para manuseio
conforme artigo 47 da IN 23/2025:V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas; VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores;VIII - estabelecer parceria visando à formação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público;IX - oferecer bolsas de formação, inserção e difusão para o mundo do trabalho em cultura voltadas para a pesquisa e a qualificação técnica, artística e cultural, que alcancem públicos prioritários e vulneráveis;
Aremita Aparecida Vieira dos ReisCPF: 061.815.746.89Coordenação:Profissional responsável por encontrar e convocar profissionais competentes para as funções, por organizar e acompanhar os eventos, por acompanhar as etapas do do curso de formação e capacitação, por fazer a mediação entre as ações do projeto com as lideranças de cada comunidade, por coordenar a equipe de execução do projeto e elaboração de relatórios financeiro e descritivo para a prestação de contas. Responsavel pela condução do Curso de Tinta de Terra: profissional responsável por ministrar o curso de Tinta de Terra em 12 comunidades quilombolas. E também por garantir a pintura de 12 edificações com tinta de terra, uma em cada comunidade quilombolaCurriculo:Aremita Aparecida Vieira dos Reis, mulher negra, periférica, educadora e artista é guardiã de saberes, criadora e disseminadora de técnicas inovadoras de Tinta de Terra. É engenheira Florestal especialista em trabalhos com povos tradicionais e fundou Aremita Tons de Terra, iniciativa que promove estudos, práticas e formação. Sua mãe adotiva é filha de um ex-escravizado casado com uma índígena de etnia desconhecida. Através da proximidade com as histórias de seus avós, sempre ouviu e testemunhou as vivências ancestrais em seu cotidiano. Seu pai é ex-garimpeiro artesanal do distrito de Curralinho, onde reside e reconstroi sua trajetória em família. Tem raízes no Quilombo da Mata dos Crioulos, terra natal de sua mãe biológica e ancestrais. Desenvolve seu trabalho com respeito e admiração por suas origens.Restaurou ao menos 10 associações e espaços coletivos no Vale do Jequitinhonha e em Belo Horizonte; ministrou formações com aproximadamente 500 participantes; participou de encontros de formação envolvendo técnicas de manejo com a terra e direitos de povos tradicionais; realizou mais de 15 formações em comunidades quilombolas e tradicionais no Vale do Jequitinhonha e Diamantina, com técnicas de Tinta de Terra; participou de produções de filmes que celebraram a agricultura familiar e a arte em Diamantina. Seu trabalho foi destaque na premiada exposição "Entre o céu e a terra" (2022, BDMG Cultural), que enalteceu Diamantina através de bordados em tecidos pintados com suas técnicas.Marcos Hilário de OliveiraCPF:091.931.846-03Função: Consultor especializado em elaboração de projetos e profissional responsável por ministrar o curso de Tinta de Terra em 12 comunidades quilombolas. E também por garantir a pintura de 12 edificações com tinta de terra, uma em cada comunidade quilombolaCurriculo: Profissional multifacetado com experiência em arte, educação e gestão. Atua como pintor e coordenador de projetos na Aremita Tons de Terra, desenvolvendo trabalhos artísticos e gerenciando equipes. Graduando em Letras e atuou como professor, mediador e voluntário em diversas instituições. Tem experiência em elaboração de projetos culturais, edição de documentários e atuação em grupos musicais e teatrais. Destaca-se por sua versatilidade e capacidade de trabalhar em diferentes áreas, com habilidades em inglês intermediário e conhecimento em informática.Lorenzo NunesCPF: 127.771.506-80Função: Coordenação de Comunicação: Profissional responsável pela elaboração e postagem de materiais gráficos para divulgaçãoResumo Currículo: É um homem transmasculino, preto de Diamantina, no Vale do Jequitinhonha, multiartista, turismólogo e atua como designer gráfico desde 2020. Tenho experiência em mídias sociais e UX/UI, atendendo clientes de diferentes nichos de mercado com a V4 COMPANY. Meu trabalho combina criatividade e estratégia para desenvolver soluções visuais que comuniquem com impacto e acessibilidade.Regina Rodrigues SaraivaCPF: 142.266.876-20Função: Intérprete de LibrasProfissional responsável por interpretar, em libras, as falas no vídeo de divulgação das principais ações do projeto e responsável por elaborar o plano de acessibilidade das ações do projetoResumo Currículo: Regina Rodrigues Saraiva é graduanda em Letras Português/Inglês e técnica em Tradução e Interpretação de LIBRAS. Atuou como Coordenadora do Núcleo de Compras e Licitações na Prefeitura Municipal de Diamantina, MG, e tem experiência como Assistente Administrativo na Secretaria Municipal de Educação. Possui cursos complementares em LIBRAS, Primeiros Socorros, Postura e Etiqueta e Informática Básica.Daiany Nayara Pontes de OliveiraCPF: 380.860.488-37Função: Profissional responsável por auxiliar na produção e mobilização das açõesResumo: Daiany Pontes é graduanda em Letras e atriz formada em Arte Dramática. Possui experiência em cursos de escrita para teatro e audiovisual. Venceu o 1º Concurso de Dramaturgia do Conservatório de Tatuí e recebeu o Prêmio Solano Trindade. Atuou em diversas produções e é autora de textos encenados e roteiros de curtas-metragens. Atualmente, cria o espetáculo solo "Lacrimário".
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.