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Olhos nos Olhos é uma homenagem de Alexandra Santos à Miúcha, uma das vozes femininas mais ativas e respeitadas da Bossa Nova, atuando como uma ponte entre a geração pioneira e novos públicos. O projeto visa realizar a gravação de um álbum com 8 (oito) músicas e 2 (duas) apresentações em duas diferentes cidades: Rio de Janeiro e São Paulo. O show terá venda de ingressos, além da distribuição gratuita em plataformas de streaming de áudio. O show de Alexandra Santos, contará com um repertório com 18 (dezoito) músicas do período da Bossa Nova, incluindo as 8 (oito) faixas do álbum Olho nos Olhos gravadas com banda composta por 6 (seis) músicos e artistas convidados.
Não se aplica.
O objetivo geral deste projeto é prestar uma homenagem a Miúcha, mulher cuja voz e trajetória marcaram a Bossa Nova, reconhecida como uma das intérpretes mais ativas e respeitadas do gênero, e celebrar a própria Bossa Nova, estilo musical e cultural surgido no Brasil nas décadas de 1950 e 1960, declarado patrimônio cultural imaterial do Rio de Janeiro pela Lei nº 10.075 de 23 de agosto de 2023.O Projeto consiste na gravação de um álbum de 8 (oito) faixas, intitulado Olho nos Olhos e na apresentação de 2 (dois) encontros musicais em função deste repertório em duas diferentes cidades do Brasil: São Paulo e Rio de Janeiro.Os objetivos específicos deste projeto são:Realizar a gravação do álbum Olho nos Olhos com 8 (oito) músicas do período da Bossa Nova, interpretadas por Alexandra Santos, cantora que lançou seu primeiro álbum em 2023 - com média mensal de 420 ouvintes em plataformas de streaming - em formação de base composta de bateria, percussão, baixo, piano e violão e um convidado da cena atual da música popular brasileira; Realizar o lançamento do álbum Olho nos Olhos com 2 (duas) apresentações nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo com expectativa total de público direto na ordem de 600 pessoas;Apresentar, a cada show de Alexandra Santos, um repertório com 18 (dezoito) músicas do período da Bossa nova, incluindo as 8 (oito) faixas do álbum Olhos nos Olhos;Realizar, como contrapartida social, 1 (um) pocket show com audição comentada do álbum Olhos nos Olhos na ONG Solar Meninos de Luz, localizada no complexo PPG comunidade do Pavão-Pavãozinho e Cantagalo em Copacabana no Rio de Janeiro, para as crianças e jovens carentes que estudam música e artes no local, apresentando a Miucha e a Bossa Nova para esse público;Resgatar e propagar o legado singular de Miúcha e seu protagonismo feminino gerado pelo movimento da Bossa Nova, gênero que trouxe inovações para o cenário da música brasileira em todo o país e fora dele;Difundir o conhecimento histórico do gênero, fomentar e preservar a herança cultural da Bossa Nova como patrimônio cultural Imaterial declarado pela Lei Nº 10.075;Contribuir para a difusão da música com atividades culturais que oportunizam o indivíduo, tanto músico como o cidadão, o acesso irrestrito à música popular brasileira, bem como propagar a herança cultural e o legado musical da Bossa nova, contribuindo para seu desenvolvimento cultural;Democratizar o acesso aos bens e serviços culturais como meio imprescindível de formação para a cidadania ao distribuir os fonogramas gratuitamente nas plataformas de streaming.
A grandeza da música brasileira é de alta valia, um país que, aos olhos do mundo, é capaz de oferecer uma das coisas que tem de melhor em sua tradição cultural. João Gilberto, Tom Jobim e Vinícius de Moraes são considerados os principais responsáveis por inovar a música popular brasileira a partir da criação da Bossa Nova, estilo que revolucionou o samba e a música mundial no final da década de 1950, ao ponto de ser decretado patrimônio cultural imaterial pela Lei nº 10.075, de 23 de agosto de 2023.Celebrar a obra de Miúcha e a importância desse movimento é celebrar o ouro brasileiro. Canções como "Maninha", "Fotografia" e "Pela Luz dos Olhos Teus", eternizadas em sua voz, são exemplos da delicadeza, da força interpretativa e da universalidade do gênero musical. É um cartão de visitas que abre todas as portas no mundo para um país multicultural. País este que tem Alexandra Santos, idealizadora deste projeto, que dialoga ao estilo de Miúcha e deseja apresentar o seu legado para as novas gerações, com um repertório rico e acompanhado de uma banda super potente e com direção artística de Didier Fernan.Assim nasce Olho nos Olhos, uma homenagem a Miúcha, as mulheres e a Bossa Nova, o movimento cultural mais importante do século XX, na música popular. Alexandra Santos, através deste projeto, contribui para a perpetuação do legado das obras criadas neste período ao fazer com que elas cheguem a mais pessoas e a um público mais jovem, que não teve a oportunidade de viver o Brasil de João, Tom e Vinícius entre tantos outros. As obras criadas nas décadas de 50 e 60 deram ao Brasil uma consciência sobre a sua própria tradição e o status de um país moderno e inovador. Sua importância é fundamental para entender como passamos a ser vistos aos olhos do mundo depois de sua arte singular. Exemplos como "Pela Luz dos Olhos Teus" (Vinicius de Moraes, 1960) e "Fotografia" (Tom Jobim, 1964) marcam a consolidação da Bossa Nova, enquanto "Maninha" (Chico Buarque, 1977), eternizada na voz de Miúcha ao lado do irmão, revela a continuidade desse legado nas décadas seguintes. Para tanto, a solicitação de apoio ao projeto Olho nos Olhos através da Lei de Incentivo é fundamental para viabilizar a realização desta produção. Esta é hoje uma das poucas maneiras de realizar parcerias no universo da iniciativa privada de forma efetiva e que traga impactos positivos para todas as partes envolvidas, do proponente ao apoiador e também para o público final.Reforçamos que todo o projeto está em concordância com os princípios da Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991, nos itens II. Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; e III. Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. O projeto se enquadra nas seguintes alíneas do item II, Art. 3° da lei Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991 "fomento à produção cultural e artística mediante" a alínea a: "produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural" e c: "realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore".
A proponente será remunerada na rubrica de cantora.
Álbum No álbum Olho nos Olhos, Alexandra Santos gravará 8 (oito) faixas com músicas do período da Bossa Nova, interpretadas por Miúcha, em formação de base composta por bateria, percussão, baixo, piano e violão e um convidado. A formação conta com os arranjos de Didier Fernan, que irá preparar 8 (oito) arranjos inéditos para o álbum.Apresentação Musical O show terá duração de até 1 (uma) hora e 30 (trinta) minutos e será destinado ao público em geral com classificação indicativa a partir de 16 anos, de todos os gêneros, raças e classes sociais. No repertório dos shows, serão apresentadas 18 (dezoito) músicas, 10 (dez) além das 8 (oito) que serão gravadas no álbum. Contrapartida SocialProjeto pedagógico - Objetivo: Promover a formação cultural e musical de crianças, jovens e seus familiares da ONG Solar Meninos de Luz, a partir da valorização do legado de Miúcha e da Bossa Nova, gênero reconhecido como patrimônio cultural imaterial.Estrutura da atividade (capacidade: até 200 pessoas):Audição comentada (aprox. 40 minutos) – Apresentação das 8 faixas do álbum Olho nos Olhos, em playback, intercalada por falas da artista Alexandra Santos sobre o contexto histórico da Bossa Nova, a trajetória de Miúcha e o protagonismo feminino no movimento.Pocket show interativo (aprox. 30 minutos) – Execução ao vivo de 3 standards da Bossa Nova por Alexandra Santos, acompanhada de dois músicos. Entre cada música, haverá espaço para perguntas e comentários das crianças e jovens, incentivando o diálogo e a reflexão sobre a música brasileira.Metodologia: – Linguagem acessível e interativa, com explicações simples sobre termos musicais, instrumentos e estilos. – Valorização da escuta ativa, estimulando o público a identificar elementos musicais (ritmo, melodia, letra). – Estímulo à participação por meio de perguntas, comentários e compartilhamento de percepções.Resultados esperados: – Ampliação do repertório cultural e musical dos participantes. – Fortalecimento da autoestima e do senso de pertencimento, ao reconhecer a relevância da música brasileira no cenário mundial. – Aproximação entre gerações (alunos, familiares e comunidade) em torno da música.
O proponente se compromete, cumprindo as exigências que lhe forem aplicáveis contidas na Lei no 13.146, de 2015, e Decreto no 9.404, de 2018, instituindo as seguintes medidas nos produtos culturais previstos no projeto cultural: ÁlbumAcessibilidade Física: o álbum será gravado e distribuído digitalmente de forma gratuita em plataformas de streaming de áudio, tornando mais democrático o acesso ao material. Acessibilidade de Conteúdo (Visual, auditiva e múltipla): toda a comunicação do projeto para redes sociais terá texto alternativo, além de informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade.Apresentação Musical Acessibilidade Física: O projeto garantirá condições adequadas de acesso físico ao público, prevendo facilitadores para apoio à locomoção, orientação e uso dos espaços quando necessário. Quanto à infraestrutura (banheiros adaptados, rampas, corrimãos, entre outros), será considerada a estrutura disponível no local da apresentação, complementada por medidas de suporte que assegurem a participação plena do público.Acessibilidade de Conteúdo (Visual, auditiva e múltipla): todas as sessões contarão com guias-intérpretes, profissionais responsáveis pela comunicação, condução, tradução/interpretação e suporte para pessoas que apresentem algum tipo de necessidade ou deficiência visual, auditiva ou múltipla.Contrapartida SocialAcessibilidade Física: não se faz necessária a adoção de medidas de acessibilidade física, conforme informado pela própria ONG, considerando que o público previsto para a contrapartida — alunos e pais atendidos pela instituição — inclui alguns alunos com autismo, não apresentando demandas de mobilidade reduzida.Acessibilidade de Conteúdo (Visual, auditiva e múltipla): durante a realização da contrapartida social, serão adotadas medidas de acessibilidade voltadas ao público autista, com a presença de equipe capacitada para acolhimento especializado e suporte comunicacional, além da utilização de recursos visuais de apoio quando necessário. O objetivo é garantir um espaço inclusivo, respeitando as necessidades sensoriais e de interação social dos alunos autistas participantes
A proposta Olho nos Olhos foi concebida com foco na democratização e na ampliação do acesso à música popular brasileira. O álbum será disponibilizado gratuitamente em todas as principais plataformas de streaming, garantindo alcance amplo e irrestrito a diferentes públicos no Brasil e no exterior, sem barreiras geográficas ou financeiras. Além disso, as faixas poderão ser compartilhadas em playlists e redes sociais, ampliando ainda mais sua circulação.A comercialização dos ingressos para os shows no Rio de Janeiro e em São Paulo será realizada por meio de bilheteria física e plataformas digitais especializadas, garantindo ampla divulgação e facilidade de acesso ao público. O valor integral será de R$ 80,00, com a aplicação da meia-entrada a R$ 40,00. Essa política de preços visa ampliar o alcance da programação, permitindo que diferentes perfis socioeconômicos possam participar.Como contrapartida social, será realizado um pocket show com audição comentada do álbum na ONG Solar Meninos de Luz, no complexo Pavão-Pavãozinho e Cantagalo, em Copacabana, no Rio de Janeiro. A atividade será direcionada às crianças e jovens atendidos pela instituição e seus pais, com expectativa de público de 200 (duzentas) pessoas. O evento terá caráter formativo ao apresentar a trajetória de Miúcha e o legado da Bossa Nova com a apresentação das 8 (oito) músicas do álbum cantadas em playback além de 3 (três) standards da Bossa Nova apresentadas pela Alexandra Santos acompanhada de 2 (dois) músicos.Por isso, podemos afirmar que o projeto prevê as medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos conforme preceitua o Art. 47 da Instrução Normativa nº 23/2025:V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas.
Cantora e idealizadora: Alexandra SantosCantora de timbre suave e elegante estreou oficialmente na MPB com o lançamento de seu primeiro álbum, "Hoje" , lançado em 2023, com produção musical e arranjos de Didier Fernan. Com uma trajetória marcada por idas e vindas no cenário da música, Alexandra iniciou sua formação musical ainda menina, com aulas de violão e canto lírico incentivada por sua mãe pianista. Ao longo de sua vida, suas influências musicais variaram da música clássica, incluindo sua paixão pela ópera, à música popular.Após uma temporada na França, onde fez uma passagem pelo Conservatório Rachmaninoff, continuando seus estudos, Alexandra voltou ao Brasil decidida a explorar o canto popular. Foi durante essa fase que ela cruzou o caminho de Renato Alvim e juntos, percorreram diversos palcos na cidade do Rio de Janeiro e interior do estado. Foi também nesse período que Alexandra gravou seu primeiro EP, um CD demo de pequena circulação, com cinco faixas, que reuniu músicas de artistas consagrados como Lenine, Secos e Molhados e Paulinho da Viola - um repertório “atrevidamente brasileiro”, como recorda Christian Villarreal, radialista pernambucano.Ao conhecer Didier Fernan em um projeto beneficente surgiu uma grande parceria que deu origem ao álbum "Hoje", com um repertório inédito cuidadosamente selecionado, destacando o timbre vocal marcante de Alexandra Santos, além de uma releitura do clássico "Pé do Meu Samba", de Caetano Veloso.Direção Geral e Coordenação do projeto: Bianca Calcagni - Zambo CulturalCom formação em Ciências Sociais, ênfase em Produção e Política Cultural, MBA em Gestão Cultural e Especialização em Gestão e Políticas Culturais, Bianca possui mais de 25 anos de extensa experiência na área de Produção Cultural, engajando-se em projetos de grande porte, festivais, premiações, projetos socioculturais e produções musicais e audiovisuais notáveis podendo citar a Cerimônia de Encerramento das Olimpíadas 2016, o Grande Prêmio de Cinema Brasileiro 2023, o Percussão Maré nas escolas, o festival Verão TIM, o TIM Music Rio, TIM Music Maranhão, TIM Music Mulheres Positivas, Prudential Concerts, Festival de Natal Equatorial, Música em Movimento, Desfile dos blocos da Sebastiana, CasaBloco 2025, Mitos e Ritos da Cultura Popular e Paraty Yoga Festival. Especialista em projetos incentivados e parcerias com setor público e privado, ela se destaca como cantora e percussionista, trazendo a arte para cada aspecto de sua vida, o que contribui para uma abordagem sensível em sua prática profissional. Sua atuação como parecerista e sua experiência educacional como docente em cursos de formação de Produção demonstram seu comprometimento com o desenvolvimento contínuo do setor cultural. Bianca é uma referência no campo da Gestão Cultural, com uma trajetória profissional marcada por representação e uma visão abrangente sobre os desafios e oportunidades do setor cultural. Sua atuação reflete a sua paixão pela cultura e o compromisso em contribuir para o seu crescimento e fortalecer o cenário nacional.Direção Artística e Arranjos: Didier FernanDidier Fernan, renomado músico, contrabaixista, produtor musical e engenheiro de áudio. Com uma rica história musical proveniente de uma família tradicional de músicos do Rio de Janeiro, Didier iniciou sua carreira aos 16 anos, tocando nas noites cariocas ao lado de seu pai, o pianista Maestro Edison Marinho. Ao longo de sua trajetória, Didier acompanhou grandes artistas em diversos estilos musicais, ganhando reconhecimento unânime. Sua contribuição como músico e produtor pode ser ouvida em inúmeras produções no cenário brasileiro e internacional, tendo gravado discos com uma variedade impressionante de artistas renomados. Didier já colaborou com artistas como: Ivan Lins, Roberto Menescal, Moacyr Luz. Moraes Moreira, Elza Soares, Elba Ramalho, Alceu Valença, Ana Costa, Fundo de Quintal, Ed Motta, Cauby Peixoto, Lulu Santos, Gilson Peranzzetta, Jackson Antunes, Blues Etílicos, Marcos Quinan, Eudes Fragas, Chiquinho Arigó, Perlla, Soul of Brazil, Wagner Tiso Victor Biglione, Elisa Lucinda, Toninho Pereira, Sebastião Tapajós, Cantora Gil, Tantinho, Flávio Guimarães, Kid Abelha, Symony, Jards Macalé, Eliana Pittman, Projeto "Casa da Mãe Joana", Naldo, Elymar Santos, Mariane de Moraes, Tibério Gaspar, Abel Duerê, Cantora Hee Kyung Na, Fevers, Lúcio Sanfilippo, Ruy Quaresma, Selma Reis, Leandro Fregonesi, Pagodeô, Fernanda Noronha, Mauro Senise, Projeto Acústico Brasil, Zé Maurício Machline, Raiz do Sana (DVD), Ornella di Santis, Kelly Key, Symple Red entre muitos outros. Atualmente, Didier Fernan segue produzindo e gravando em seu estúdio, o"LA MAISON", onde colabora com a música popular brasileira, realizando seu maior desejo. Sua experiência, habilidades e paixão pela música continuam a elevar seu trabalho e a contribuir para a cena musical brasileira e internacional.Participação especial: Roberto MenescalRoberto Menescal é um dos grandes nomes da música brasileira e referência internacional quando se fala em Bossa Nova. Violonista, compositor, produtor e maestro, foi um dos protagonistas do movimento que transformou a canção brasileira nos anos 1950, ajudando a consolidar um estilo marcado pela sofisticação harmônica e pela delicadeza interpretativa.Autor de clássicos como O Barquinho, Você, Bye Bye Brasil (com Chico Buarque) e Ah! Se Eu Pudesse, Menescal construiu uma obra que atravessa gerações e se mantém atual pela sua beleza simples e sofisticada.Sua trajetória também inclui a atuação como produtor e diretor artístico, contribuindo para a carreira de artistas como Nara Leão, Elis Regina, Gal Costa, Wanda Sá, Leila Pinheiro e Marcos Valle, além de parcerias internacionais que ajudaram a difundir a música brasileira em todo o mundo.Com mais de seis décadas dedicadas à música, Roberto Menescal segue nos palcos e estúdios, sendo presença constante em projetos que celebram e renovam a Bossa Nova. Sua contribuição é reconhecida não apenas como a de um compositor fundamental, mas também como a de um embaixador da música brasileira, cuja obra faz parte do patrimônio cultural do país.Participação especial: Theo Bial Theo Bial é cantor, compositor e violonista que vem conquistando espaço na cena musical brasileira com sua sonoridade marcada pelo encontro entre a tradição da MPB e uma linguagem contemporânea. Filho de artistas, cresceu cercado pela música e construiu um caminho próprio, unindo influências da Bossa Nova, da canção popular e do samba.Com apresentações em diferentes palcos do Brasil e do exterior, Theo traz frescor interpretativo e uma musicalidade refinada, sem abrir mão da espontaneidade e do carisma. Suas composições traduzem a riqueza poética da canção brasileira, ao mesmo tempo em que dialogam com novas gerações.Artista em plena ascensão, Theo Bial se destaca pela voz marcante, pelo violão sensível e pelo compromisso em manter viva a tradição musical brasileira, renovando-a com personalidade e autenticidade.Participação especial: Cris Delanno Cris Delanno é cantora e compositora reconhecida por sua versatilidade e sofisticação interpretativa. Com sólida trajetória na música brasileira, transita com naturalidade pela Bossa Nova, MPB, jazz e pop, imprimindo sempre um estilo próprio e elegante.Parceira de longa data de Roberto Menescal, com quem se apresentou em diversos projetos no Brasil e no exterior, Cris conquistou público e crítica pela delicadeza de sua voz, capaz de unir intimismo e intensidade. Seu repertório passeia por clássicos da música brasileira e internacional, além de composições autorais que revelam sua identidade artística.Com presença constante em festivais, turnês internacionais e gravações, Cris Delanno se firmou como uma das intérpretes mais respeitadas de sua geração, levando a música brasileira para além das fronteiras e reafirmando seu papel como artista múltipla e inovadora.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.