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O projeto Cascabulho _ 30 Anos celebra três décadas de uma das bandas maisinventivas e representativas da música nordestina contemporânea. Unindotradição e inovação, o grupo ressignificou as matrizes culturais do maracatu rural,cavalo-marinho, coco, baião e ciranda em diálogo com o rock, o samba-funk e oexperimentalismo urbano. A proposta prevê apresentações gratuitas nas cidades de: Recife, Maceió, João Pessoa, Natal, Fortaleza e Salvador. Em cada cidade haverá dois shows gratuitos e duas oficinas de maracatu e percussão, com 2h de duração, para até 30 participantes por turma,promovendo acesso, formação e fruição cultural. As oficinas serão conduzidas por Leo Oroska _ integrante do Cascabulho, fundador da banda Sheik Tosado, músico das bandas Bonsucesso Samba Clube e convidado do show de Max Cavalera no Abril Pro Rock _ e Jorge Martins, mestre do Maracatu Estrela Brilhante do Recife (com 119 anos de tradição), fundador do Cascabulho e figura central da cultura popular no Morro da Conceição, em Recife. A acessibilidade é um compromisso do projeto: os shows contarão com intérprete de LIBRAS e legendas. A equipe contempla ainda diversidade racial, geracional, de gênero, orientação sexual e neurodivergência, com destaque para o técnico de som Luan Albuquerque, profissional com paralisia cerebral. O projeto também adota ações sociais e ambientais estruturadas, como a doação de CDs para escolas públicas, bibliotecas, casas de acolhimento e instituições para pessoas com deficiência visual (10 unidades por cidade), uso de papel reciclado e separação de resíduos sólidos. Do ponto de vista da inclusão, a iniciativa contempla diferentes faixas etárias, saberes populares e trajetórias identitárias, fortalecendo os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, como educação de qualidade, igualdade de gênero e redução das desigualdades. Com essa programação estruturada, o Cascabulho _ 30 Anos reafirma seu papel como referência estética e política na cena cultural brasileira, reforçando o compromisso com a democratização da cultura, a valorização da diversidade e o fortalecimento da identidade nacional por meio das expressões populares.
Realização de 12 shows musical da banda Cascabulho, passeando pela sua discografia de 5 álbuns e todos os shows serão realizados em 6 cidades do nordeste todos gratuitos e com uma oficina de percussão afro-brasileira com enfase nos ritmos pernambucanos. faixa etária dos 10 aos 100 anos.
OBJETIVOS DO PROJETO "CASCABULHO 30 ANOS" Celebrar os 30 anos de trajetória da banda Cascabulho, ícone da música nordestina contemporânea, com uma turnê regional que reafirma a força de sua musicalidade singular. O projeto propõe apresentações nas cidades de Recife, Maceió, João Pessoa, Natal, Fortaleza e Salvador, promovendo dois shows gratuitos em cada cidade, além de duas oficinas também gratuitas de maracatu e percussão com duração de duas horas, voltadas para até 30 participantes por turma. As oficinas serão ministradas por dois mestres: Leo Oroska, fundador da banda Sheik Tosado, integrante das bandas Bonsucesso Samba Clube e Cascabulho, e que realizou participação especial no show de Max Cavalera no festival Abril pro Rock; e Jorge Martins, fundador da banda Cascabulho e Mestre de maracatu, diretor musical do Maracatu Estrela Brilhante do Recife — com 119 anos de tradição —, nascido no Morro da Conceição, bairro de Casa Amarela, referência na cultura popular recifense. O projeto busca difundir a "musicalidade Cascabulho" como linguagem artística e ferramenta de educação musical e cidadania. Tem como meta a democratização do acesso à cultura, inclusão de públicos diversos, valorização da ancestralidade afro-brasileira e contribuição para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS): Educação de Qualidade (4), Igualdade de Gênero (5), Trabalho Decente e Crescimento Econômico (8), Redução das Desigualdades (10) e Paz, Justiça e Instituições Eficazes (16). Objetivo Geral Realizar a turnê comemorativa "Cascabulho 30 Anos" com apresentações musicais em seis capitais brasileiras _ Recife, Maceió, João Pessoa, Natal, Fortaleza e Salvador,a _ celebrando a trajetória de três décadas do grupo Cascabulho, valorizando a cultura popular brasileira e promovendo o acesso à arte de forma inclusiva, diversa e acessível para diferentes públicos, especialmente comunidades historicamente excluídas dos circuitos culturais tradicionais. Objetivos Específicos 1. Apresentar 12 shows gratuitos ou com preços acessíveis (três por cidade) com o repertório autoral do grupo, incluindo músicas do novo álbum Fogo na Pele, promovendo o reencontro do Cascabulho com o público em diferentes cidades do nordeste. 2. Valorizar mestres da cultura popular, como o Patrimônio Vivo de Pernambuco Mestre Galo Preto, convidado especial do espetáculo, fortalecendo os vínculos entre gerações e entre tradição e contemporaneidade. 3. Incluir profissionais de perfis diversos na equipe técnica, como pessoas pretas, de terreiros e neurodivergentes, promovendo um ambiente profissional inclusivo e representativo. 4. Democratizar o acesso à música de qualidade em teatros ou centros culturais reconhecidos, com estrutura de acessibilidade para pessoas com deficiência e com prioridade de público para idosos, LGBTQIAPN+, quilombolas, pessoas de terreiros e comunidades de baixa renda. 5. Fortalecer a difusão da cultura nordestina e brasileira por meio da circulação nacional de um grupo emblemático, que integra elementos do maracatu, coco, forró e outras manifestações tradicionais a uma linguagem musical contemporânea. 6. Estimular a formação de plateia e a valorização da identidade cultural brasileira, especialmente entre públicos historicamente afastados dos bens culturais, por meio da apresentação de um espetáculo potente, enraizado nas tradições populares e ao mesmo tempo inovador em sua proposta artística.
Celebrar os 30 anos de trajetória do grupo Cascabulho é reconhecer e valorizar uma das mais importantes contribuições para a música popular brasileira contemporânea a partir da tradição nordestina. Formado em 1994, o grupo é conhecido por sua sonoridade singular, que mescla elementos do coco, maracatu, ciranda, forró e outros ritmos da cultura popular com influências modernas como o rock, o samba e a música experimental, criando uma linguagem própria e pulsante. Em três décadas de atuação ininterrupta, o Cascabulho acumulou reconhecimento nacional e internacional, mantendo sua base artística e criativa ancorada em Pernambuco, com forte vínculo com mestres e mestras da cultura popular tradicional. O projeto "Cascabulho 30 Anos" nasce com o propósito de celebrar essa trajetória histórica por meio de apresentações musicais e ações formativas em diferentes territórios, com foco na democratização do acesso à cultura. O projeto contempla a realização de um show especial em comemoração às três décadas do grupo, com repertório que atravessa toda sua discografia, incluindo canções emblemáticas do álbum mais recente, Fogo na Pele, e contará com a participação especial do Mestre Galo Preto _ Patrimônio Vivo de Pernambuco _ em duas músicas do espetáculo. Uma delas é "Tempo de Coco", na qual Galo Preto também participa da gravação original. Sua presença no palco reforça o elo entre gerações e fortalece o diálogo entre tradição e contemporaneidade que é marca do grupo. Além das apresentações, o projeto propõe oficinas e rodas de conversa com o público, abordando temas como identidade cultural, diversidade, acessibilidade e resistência através da arte. As ações formativas têm como foco prioritário públicos historicamente excluídos dos espaços culturais formais: comunidades de baixa renda, idosos, pessoas LGBTQIAPN+, quilombolas, pessoas de terreiros, pessoas com deficiência e neurodivergentes. As atividades serão desenvolvidas com acessibilidade garantida, incluindo intérpretes de Libras, mediação inclusiva e escolha de espaços acessíveis. A equipe do projeto é composta por artistas e profissionais alinhados com os princípios da equidade e representatividade. Na equipe principal, destacam-se a presença de pessoas pretas, de terreiros, e a participação do técnico de som Luan Albuquerque, uma pessoa neurodivergente cuja experiência com som ao vivo e produção musical tem contribuído significativamente para a qualidade e sensibilidade das apresentações do grupo. O projeto também conta com uma coordenação sensível à diversidade e à importância da inclusão como eixo estruturante das ações culturais. A longevidade do Cascabulho não é apenas resultado da qualidade musical do grupo, mas também da sua capacidade de manter viva a tradição ao mesmo tempo em que a transforma e reinventa. O grupo dialoga com os saberes ancestrais dos mestres da cultura popular, valoriza a oralidade, os ritmos afro-indígenas e a religiosidade popular, projetando-os em uma cena musical contemporânea e urbana. Essa trajetória é um exemplo de resistência cultural, reafirmação de identidades e valorização da diversidade como potência criativa. Diante do atual contexto sociopolítico e cultural do Brasil, onde vemos ameaças constantes à diversidade, ao livre exercício das expressões culturais e às políticas públicas de cultura, celebrar os 30 anos do Cascabulho é também um ato de afirmação. O projeto se propõe a ser mais do que uma comemoração; é um gesto de continuidade, de transmissão de saberes, de fortalecimento de redes e de inspiração para as novas gerações de artistas e fazedores de cultura que enfrentam desafios semelhantes para manter seus trabalhos vivos e relevantes. A realização deste projeto com apoio da Caixa Cultural possibilitará ampliar o alcance desta celebração, oferecendo ao público uma experiência artística rica, acessível e transformadora, conectada com as raízes populares e, ao mesmo tempo, aberta ao novo. Acreditamos que esse encontro entre tradição e inovação, entre o sagrado e o profano, entre o popular e o contemporâneo, é um dos maiores legados do Cascabulho _ um legado que merece ser vivido, celebrado e compartilhado com o maior número possível de pessoas.
Show musical em palco de preferencia ao ar livre para todas as pessoas puderem ter livre acesso.
Realização de uma sessão com acessibilidade comunicacional, que incluirá interpretação em Libras e, conforme viabilidade técnica e características do espaço, audiodescrição ou legendas. Produção de conteúdos digitais com recursos de acessibilidade, como textos alternativos, descrição em imagem, tradução em Libras e legendas em vídeos. Sessão com acessibilidade comunicacional, com interpretação simultânea em Libras, audiodescrição ou outra solução compatível com o perfil do projeto e do público local. Legendas nos vídeos promocionais para redes sociais e descrição em texto alternativo nas postagens. Bate-papos acessíveis com elenco e convidados, com mediação sensível à diversidade de públicos.
Realização de todas as sessões com gratuidade , conforme regulamento do edital. Cessão de convites para ações institucionais e promocionais. Autorização para realização de ações promocionais Cessão de direitos de imagem incluindo conteúdos fotográficos, audiovisuais e registros institucionais.
Banda Cascabulho Kleber Magrão – Voz principal. Responsável pela condução vocal e presença cênica do espetáculo. Rapha Groove – Baixo. Atua na construção da base harmônica e rítmica do show. Lu Miliano – Acordeon. Responsável pelos arranjos melódicos e harmônicos, com ênfase nas raízes nordestinas do grupo. Léo Oroska – Percussionista e diretor geral do projeto. Coordena a equipe e integra a banda desde seus primeiros anos. Jorge Martins – Percussionista e fundador da banda, Mestre do Maracatu Estrela Brilhante do Recife. Referência na cultura popular e nas tradições percussivas afro-brasileiras Equipe Técnica e de Produção Fernanda Gomes – Produtora Executiva. Responsável pela gestão administrativa, logística e interlocução com os centros culturais e parceiros do projeto. Albert Agni – Iluminador e Produtor de Palco. Elabora o desenho de luz do espetáculo e coordena as necessidades técnicas de montagem e operação. Andreas Zaia – Técnico de Som. Atua na mixagem dos shows e na adaptação do rider técnico aos diferentes espaços. Luan Albuquerque – Assistente de Produção e técnico de som auxiliar (Pessoa com Deficiência – PCD). Dá suporte técnico e de bastidores, promovendo acessibilidade e inclusão na equipe. Roadie Local – Profissional contratado em cada cidade para apoio logístico e montagem/desmontagem dos equipamentos.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.