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O Festival Maré Sonora é um projeto de valorização da música autoral brasileira que combina etapas online e uma final presencial em Guarapari (ES). A iniciativa abre edital público para inscrição de artistas independentes, realiza seleção técnica e semifinal online com participação do voto popular, culminando em uma finalíssima com apresentações das canções selecionadas e shows de convidados. Além das performances, o festival oferece atividades formativas, como oficinas e roda de conversa, ampliando o impacto cultural e educativo. O evento será gratuito, acessibilidade em Libras e legendas, garantindo alcance ampliado e inclusão de diferentes públicos, consolidando-se como um espaço de circulação, difusão e formação para a nova cena musical independente.
O Festival Maré Sonora é uma iniciativa de valorização da música autoral independente e da diversidade cultural brasileira. Estruturado em formato híbrido, o projeto contempla a abertura de edital público, a seleção de artistas por uma curadoria especializada, a realização de etapas classificatórias online e uma finalíssima presencial em Guarapari (ES). O festival promove shows, rodas de conversa e oficinas formativas, além de registrar e transmitir parte da programação digitalmente, ampliando o alcance para públicos de todo o país. A proposta oferece premiação em dinheiro, recursos de acessibilidade e atividades gratuitas, contribuindo para democratizar o acesso à cultura e impulsionar a cena musical autoral. Classificação indicativa: Livre.
Objetivo Geral Promover a difusão da música autoral e independente, fortalecendo a cena musical do Espírito Santo e ampliando o acesso da população a produções artísticas de qualidade.Objetivos EspecíficosRealizar 1 edição do Festival Maré Sonora com etapas online e final presencial em Guarapari (ES).Lançar um edital público para seleção de artistas, com mínimo de 100 inscrições esperadas.Selecionar 15 semifinalistas online e 10 finalistas presenciais, garantindo diversidade regional e de gênero.Conceder 4 premiações em dinheiro (1º, 2º, 3º lugar e voto popular).Realizar 2 shows convidados durante a final presencial.Oferecer 1 roda de conversa formativa para artistas e público.Contratar intérprete de Libras e recursos de acessibilidade no evento.Produzir registro audiovisual e fotográfico das etapas e difusão digital nas redes sociais.Alcançar um público presencial estimado em 2.000 pessoas e 50.000 visualizações online.
O Festival Maré Sonora atende à necessidade de fortalecimento da cena musical autoral, criando espaço de visibilidade para novos artistas, especialmente do Espírito Santo e da região Sudeste. O projeto se enquadra nos incisos II e III do Art. 1º da Lei 8.313/91, ao estimular a produção cultural independente e possibilitar o acesso da população a bens culturais.Em consonância com o Art. 3º, o festival contribui para:Democratizar o acesso à cultura, com entrada gratuita e transmissão digital;Valorizar a diversidade cultural brasileira, estimulando artistas de diferentes estilos musicais e origens;Apoiar novos talentos, por meio de edital público, premiações e ações de formação;Promover inclusão social, garantindo recursos de acessibilidade e democratização da participação.O uso do mecanismo de incentivo é fundamental para viabilizar a contratação de equipe técnica, estrutura profissional de palco, sonorização, comunicação, acessibilidade, cachês e premiações, ampliando o impacto do projeto e sua sustentabilidade.
O Festival Maré Sonora se diferencia por seu caráter híbrido (online e presencial), ampliando a difusão da música autoral brasileira para além das fronteiras regionais e criando oportunidades para artistas emergentes. A proposta tem forte potencial de impacto social e cultural, pois combina formação, circulação e democratização de acesso, contemplando tanto o público local de Guarapari (ES) quanto espectadores de todo o país por meio da transmissão digital.A execução contará com a expertise da Mirante Projetos Culturais, produtora com ampla experiência na realização de projetos de médio e grande porte em âmbito nacional. Além disso, o projeto envolve uma equipe qualificada de profissionais da música e da produção cultural, reforçando sua solidez.Outro aspecto relevante é o compromisso com a inclusão e acessibilidade cultural, previsto em todas as etapas do festival, assegurando a participação plena de pessoas com deficiência.O caráter formativo do projeto fortalece a cena musical autoral ao oferecer oficinas, rodas de conversa e intercâmbio entre artistas e público, criando espaços de aprendizado e troca de experiências.Por fim, a proposta contribui para a descentralização da produção cultural, ao realizar um evento de grande porte no Espírito Santo, estado ainda carente de festivais com esse formato, valorizando o território local e ao mesmo tempo conectando-o ao circuito nacional da música independente.
Festival de Música AutoralFormato: híbrido (online e presencial).Etapas: edital público, seleção de 15 semifinalistas, semifinal online, seleção de 10 finalistas e final presencial.Programação: apresentações musicais, roda de conversa, oficinas e shows convidados.Duração total: 5 meses (2 meses pré-produção, 2 meses execução e 1 pós-produção).Evento presencial: 1 finalíssima em Guarapari com duração aproximada de 8 horas.Participantes: cerca de 100 inscritos esperados, 15 semifinalistas, 10 finalistas e 2 shows convidados.Registro: transmissão online da semifinal e da finalíssima, com gravação audiovisual para difusão posterior.Acessibilidade: intérprete de Libras, audiodescrição em vídeos, legendas descritivas.Oficinas FormativasFormato: presencial, ministrada por artistas/jurados convidados.Carga horária: 1h.Conteúdo: produção musical independente, gestão de carreira, circulação em festivais, direitos autorais e aspectos práticos do mercado.Público-alvo: artistas locais, estudantes e interessados em música, com até 100 participantes. (online e presencial) Roda de ConversaFormato: presencial e transmitido online.Duração: 1h.Conteúdo: a cena musical autoral no Brasil, os desafios da produção independente e estratégias de difusão cultural.Participantes: artistas, produtores culturais e público geral.
O festival será realizado em espaço com infraestrutura acessível, garantindo a circulação de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. Serão disponibilizados:Banheiros adaptados para cadeirantes;Rampas de acesso e nivelamento do espaço de circulação;Equipe de apoio treinada para auxiliar o público durante todo o evento.Acessibilidade de Conteúdo Com o objetivo de democratizar o acesso e permitir a plena fruição das atividades, o projeto prevê:Intérprete de Libras durante a final presencial Legendas descritivas nos vídeos transmitidos online e disponibilizados após o evento;Audiodescrição em conteúdos audiovisuais de divulgação e no registro do festival;
O Festival Maré Sonora será inteiramente gratuito, sem cobrança de ingressos, garantindo acesso democrático ao público local de Guarapari (ES) e a espectadores de todo o país. Sendo toda a programação disponibilizada de forma aberta ao público.Para ampliar ainda mais o alcance, o projeto será realizado em formato híbrido: a semifinal acontecerá online, com participação popular via votação digital, e a finalíssima contará com transmissão ao vivo nas redes sociais. O registro audiovisual será posteriormente disponibilizado gratuitamente em plataformas digitais, assegurando que o conteúdo alcance públicos diversos, inclusive em outras regiões do Brasil.Além dos shows e apresentações musicais, o festival oferecerá atividades formativas e de fruição cultural:Oficinas paralelas voltadas a jovens artistas e estudantes, abordando produção musical, direitos autorais e circulação no mercado;Roda de conversa aberta ao público, com artistas e produtores, promovendo troca de experiências e formação de plateia;Visita técnica sensorial ao espaço e palco do festival, para inclusão de pessoas com deficiência visual.Com essas medidas, o projeto garante não apenas a gratuidade do acesso, mas também uma estratégia de difusão e formação cultural contínua, fortalecendo o impacto social e educativo do festival.
A Mirante Projetos Culturais será responsável pela coordenação geral e produção executiva, atuando diretamente na gestão financeira, articulação institucional, captação de recursos, acompanhamento das equipes, cronograma e prestação de contas.Produtora , com mais de 20 anos de experiência em festivais, teatro e música.Ana Laura Castro é Fundadora da Mirante Projetos culturais, produtora executiva, gestora cultural e criadora de projetos com vasta experiência em eventos e música desde 2014. Fundadora da Maternativa em 2015, uma produtora de eventos inovadora focada na multiplicação da originalidade, Ana Laura lidera projetos desde a concepção até a execução final.No âmbito musical, Ana Laura se destaca pela produção de grandes shows com artistas como: Mariana Aydar, Tulipa Ruiz e Ava Rocha entre outros. No setor de eventos, já organizou mais de 30 feiras de empreendedorismo e eventos culturais por todo o Brasil, demonstrando sua habilidade em gerir projetos de grande escala e impacto. Seu trabalho é reconhecido através de três prêmios de gestão de projetos criativos, consolidando sua reputação como uma líder no campo cultural.Ana Laura já realizou projetos com grandes empresas nacionais e internacionais, como Facebook, Kimberly Clark e Zodio, destacando sua capacidade de colaborar com marcas de renome global.Além disso, Ana Laura é uma Fellow do programa #ElaFazHistoria, do Facebook, e já foi convidada duas vezes para visitar o Vale do Silício. Nestas ocasiões, ela teve a oportunidade de compartilhar e expandir sua experiência em gestão cultural com líderes de inovação globais, enriquecendo ainda mais seu conhecimento e rede de contatos profissionais.Dedicada e visionária, Ana Laura Castro continua a impulsionar a indústria cultural brasileira, promovendo a inclusão e a inovação através de seus projetos e liderança exemplarJúlia Ribeiro é fundadora da da Mirante Projetos e co-idealizadora da iNBOx Cultural - Centro Cultural- Escola de Audiovisual, Artes Cênicas e Literatura com atividades em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Formada em pedagogia pela USP, atuação pelo INDAC e pós-graduanda em Gestão Cultural e Indústria Criativa pela PUC-RIO, atua como produtora/gestora cultural desde 2008 tendo trabalhado com importantes artistas, instituições e produtoras como Centro Cultural b_arco, Gullane, Cia. Empório de Teatro Sortido (Rafael Gomes e Vinicius Calderoni), Cia. 8 nova dança, Antonio Nóbrega, Vera Hamburger. Entre suas direções de produção mais recentes destacam-se, além dos projetos da iNBOx, a exposição Fronteiras Permeáveis no SESC Santo Amaro, a peça Para Meu Amigo Branco, com direção de Rodrigo França (SESC Belenzinho/ CAIXA Salvador) e o espetáculo de dança Lá, nos Corpos d'água, da Cia. 8 Nova Dança, com direção de Cristiane Paoli Quito (SESC Pinheiros).Principais ParticipantesEvelyn Vicente do Carmo – Proponente e idealizadora. Cantora e compositora, com trajetória em festivais e projetos de música independente.Sou Do Carmo, cantora e compositora capixaba. Críticas sociais e amor preto são traços marcantes na musicalidade que desenvolvo, assim como a valorização da cultura afro-brasileira e espiritualidades. 2020 lancei meu primeiro single em parceria com o Rapper W.I (Wagner Ivor) Projeto intitulado "Falei pra ela" que promove uma mistura brasileira de rap com samba e foi exibido no projeto MÚSICOS da Tv Gazeta. No mesmo ano gravei parcerias com outros artistas capixabas . Em 2023 lancei a música "CAMPO MINADO" meu primeiro trabalho solo que conta com um vídeoclipe disponível no YouTube indicado na categoria de melhor clipe do ano de 2023 no prêmio da música capixaba 2024. Em 2024 lancei o EP "ELA" com 3 faixas inéditas com objetivo de mostrar versatilidade musical indo do R&B ao bolero.THAMYRES VALADARE - Fotógrafa responsável por cobrir o evento na íntegra.Fotografa capixaba desde 2017 ,especialista em fotografia em movimento voltado para dança, formada em Marketing pela Universidade Anhembi Morumbi São Paulo. Atualmente percorre o brasil fotografando congressos de dança, também é repórter fotografica da mídia Calango Notícias fotografa de Still e Making of para vídeo clipes e cinema, fotógrafa do espaço Dansoul, Zoukverso e do projeto Soul Gafieira. Foi também uma das expositoras na exposição fotográfica "Ecoando Afetos" e Arte do Movimento: Amizade, amor e dança. Trazendo mais conhecimento e molde ao seu olhar ao longo dos anos, fotografou vários nichos como sessões solene, eventos GEEKS, apresentações de dança, inaugurações de doceiras e e-commerce. Participou de inúmeros cursos e oficinas com fotógrafos renomados nacional e internacionalmente na área de fotografia.Yara Coelho - : Comunicadora responsável pela equipe de comunicação para criação da identidade visual do festival, criação, gerenciamento e campanhas nas redes sociais, social média.Nayana Yara,uma artista multidiciplinar, capixaba, busca sempre alinhar meu propósito com a comunicação, criatividade e comunidade. Acredita que cultura e educação atavés de projetos que fomentam a literatura, e audiovisual. Dessa forma, reconheçe como uma vivente da arte, explorando e estudando as diversas expressões culturais. trançando uma interseccionalidade em tudo que me proponho a viver. Mônica Vermes Função: Curadora Bacharel em Música (Composição e Regência) pelo IA-Unesp (1988), Mestre em Artes (Música) pela mesma universidade (1996) e Doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP (2003). Realizou um estágio de pós-doutorado no Departamento de Música da ECA/USP (2004-2005) e um segundo estágio no Instituto de Artes - Unesp (2012-2015). Atualmente é Professora Titular da Universidade Federal do Espírito Santo, onde leciona nos cursos de graduação em Artes Visuais e Cinema, e atua no programa de pós-graduação em Letras (PPGL). Musicóloga, dedica-se principalmente aos seguintes temas: música brasileira dos séculos XIX e XX, romantismo musical, circuitos musicais no Rio de Janeiro da Belle Époque, crítica musical, cenário musical de Vitória - ES nos séculos XX e XXI. É líder do Grupo de Pesquisa NELM - Núcleo de Estudos Literários e Musicológicos. Pesquisadora do Labelle - Laboratório de Estudos de Literatura e Cultura da Belle Époque (Uerj), Pesquisadora do NOMOS - Núcleo de Musicologia Social (IA - Unesp) e Pesquisadora do Grupo de Estudos de Gênero, Corpo e Música (UFRGS). Associada à Anppom - Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Música, ABET - Associação Brasileira de Etnomusicologia, IASPM-AL - Associação Internacional para Estudo da Música Popular - América Latina, IMS - Arlac - Associação Internacional de Musicologia, ICTM - International Council for the Study of Traditional Music. Diretora da IASPM-AL (gestão 2016-2018). Bolsista do Programa de Apoio à Pesquisa da Biblioteca Nacional (2016-2017). Diretora de Publicações da Anppom, editora-chefe da Revista Opus - Anppom (gestão 2022-2023).
Projeto arquivado em razão da omissão do proponente na regularização da ocorrência: Agência/Dv inválido, o que impediu a abertura das contas e a continuidade processual. Eventual desarquivamento poderá ser solicitado em até 30 dias pelo email salic@cultura.gov.br.