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OS ESTONIANOS é uma obra teatral, de 70 minutos de duração, escrita pela premiada dramaturga Julia Spadaccini, com direção de Jorge Caetano. Cinco personagens em situação limite se cruzam em uma trama fragmentada, com diálogos intensos. Cada um carrega uma forma particular de solidão: Pedro, jornalista em crise; Marília, sua esposa psiquiatra que reduz tudo à medicalização; Fred, economista paranoico com o controle das câmeras de seu trabalho; Suely, garçonete que vive um encontro inesperado; e Lívia, mulher que busca companhia até em um anúncio de jornal. Juntos, eles compõem uma grande teia de afetos, frustrações e desejos. A estreia está prevista para o segndo semestre de 2026 no Rio de Janeiro.
Pedro, o personagem central está enfrentando uma crise da qual ele não tem nenhuma domínio.Se sente vazio, sem sentido, escravo do cotidiano que passa a questionar. Marília, mulher de Pedro e psiquiatra, tenta de forma reducionista controlar a crise de Pedro lhe dizendo que ele está passando por uma crise de ansiedade generalizada e lhe medica. Fred, melhor amigo de Pedro, começa a desenvolver uma paranóia constante ao perceber que no prédio onde trabalha há 37 câmeras que controlam os funcionários. Fred começa a achar que pelas câmeras os seus superiores verão que ele está infeliz no trabalho, e começa a fazer curso de interpretação para TV, para não ser mandado embora. Fred começa a se corresponder pela internet com um Estoniano e começa a sonhar com a Estônia e se programar para morar lá. Suely é uma garçonete que faz entregas no bairro onde trabalha. Numa de suas entregas Suely conhece Pedro que a convida para entrar em sua casa, dizendo achar muito estranho que alguém vá até lá para lhe entregar sua comida e não seja convidada para entrar. Suely não consegue mais fazer entregas, pois não consegue lidar com o fato de não ser mais convidada para entrar. Lívia, é uma moça solitária que vive freqüentando terapias de grupo. Lívia é tão solitária, que coloca um anuncio no jornal como prostituta para que alguém lhe faça companhia. Pedro lê o anúncio e chama Lívia. Todos os personagens se encontram e vão gradativamente formando um quadro da realidade contemporânea.
Objetivo GeralRealizar um espetáculo teatral que dialogue com as inquietações contemporâneas e estimule a reflexão sobre a solidão e os limites da vida urbana. O projeto é uma experiência artística que convida o espectador a se reconhecer nas angústias e fragilidades dos personagens, abrindo espaço para o diálogo e a reflexão coletiva sobre questões relevantes da sociedade contemporânea influenciada pela tecnologia.Os Estonianos combina diálogos intensos, humor irônico, construindo uma narrativa fragmentada, como um videoclipe que costura a teia incômoda que conecta cada personagem. O espetáculo retrata as angústias e contradições de uma geração, convidando o público a se reconhecer nas pequenas grandes crises da vida contemporânea.Objetivo específico- Celebrar os 18 anos da Cia Casa de Jorge e a continuidade de uma companhia teatral carioca, que durante esse período, não interrompeu sua pesquisa e vem se consolidando coerentemente, na cena brasileira, com sua linguagem e pesquisa próprias.- Estrear um espetáculo com temporada de 16 apresentações na cidade do Rio de Janeiro.-Atingir um público estimado em 2.400 espectadores durante esse período- Estimular a produção cultural da Região Sudeste, especificamente a dramaturgia de temática contemporânea, com foco no público jovem e adulto.-Realizar como contrapartida social 4 oficinas de improvisação teatral com temáticas relacionadas a questões contemporâneas para pessoas de todas as idades atendendo gratuitamente até 240 pessoas (30 participantes e 30 ouvintes em cada oficina).- Realizar gratuitamente um ensaio aberto do espetáculo para estudantesda rede pública.- Contribuir para que o acesso à cultura se democratize, com ingressos a R$100,00 (inteira) e R$50,00 (meia entrada) e oferecendo um percentual considerável de gratuidades por temporada.Oferecer uma cota de 0,5% dos ingressos gratuitamente ao CREJA - Centro Municipal de Referência de Educação de Jovens e Adultos, visando diversificar o público e formar novas plateias.
A Cia Casa de Jorge, criada em 2007 por Julia Spadaccini (dramaturga) e Jorge Caetano (ator, diretor e produtor), busca desenvolver projetos teatrais que tenham como objetivo uma dramaturgia pautada na conexão com os novos comportamentos contemporâneos, todas abordando os aspectos psicológicos do ser humano.Os Estonianos nasce da necessidade de refletir sobre a vida contemporânea, marcada pela solidão, pela busca incessante por pertencimento e pela sensação de que a felicidade está sempre em outro lugar. A peça propõe um mergulho nos dilemas do homem moderno, que enfrenta pressões profissionais, crises existenciais e o vazio das relações humanas mediadas pela tecnologia. Mais do que um espetáculo, o projeto é uma experiência artística que convida o espectador a se reconhecer nas angústias e fragilidades dos personagens, abrindo espaço para o diálogo e a reflexão. O último espetáculo da Cia, "A PORTA DA FRENTE", foi vencedor dos prêmios SHELL e FITA de melhor autor e recebeu 4 indicações: Prêmios FITA de melhor atriz e atriz coadjuvante, Premio Cesgranrio de melhor autor e Premio Cenym de Melhor Cia de Teatro. A Cia, anteriormente, encenou "NÃO VAMOS FALAR SOBRE ISSO AGORA", "OS ESTONIANOS", "O CÉU ESTÁ VAZIO", e "AOS DOMINGOS", (indicado aos Prêmios SHELL e Cesgranrio de melhor texto), todos sucesso de público e crítica. Todos os espetáculos da Cia foram realizados pela JCaetano Produções, empresa que desde 2005 está produzindo teatro de qualidade e tendo como parceiros: Sesc, Caixa Cultural, Eletrobrás, SEC-RJ, OI Futuro e a Prefeitura do RJ, através do Fundo de apoio ao teatro.A Lei de Incentivo à Cultura desempenha um papel fundamental no fomento do desenvolvimento cultural do Brasil. Por meio dela, torna-se possível ampliar o acesso à cultura e valorizar as diversas manifestações artísticas do país. Além disso, essa legislação contribui significativamente para o fortalecimento da economia criativa e para a preservação do rico patrimônio cultural brasileiro, promovendo um ambiente onde a cultura é não apenas celebrada, mas também um motor de crescimento econômico e social.Garantiremos a acessibilidade proporcionando condição para utilização, com segurança e autonomia, dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, por pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida, de acordo com a exigência da Lei e Decretos, em observância ao estipulado no art. 1º, inciso I da Lei nº 8.313, de 1991, e no art. 27 do Decreto nº 5.761, de 2006.Trata-se de um projeto de artes cênicas, com relevância para pleitear recursos da Lei de acordo especialmente com os incisos I, II, III e IX do Art. 1o da lei 8313/91 (I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IX - priorizar o produto cultural originário do País).Esta proposta está contemplada no Art 3o da lei 8313/91 Inciso II a, que estabelece o papel da lei como incentivadora no fomento à produção cultural e artística, mediante realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore e edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes.Por fim, o projeto é marcado pela forte preocupação de contrapartida social, uma vez que são utilizados recursos públicos, sendo assim, esta proposta também se destina a promover acessibilidade e democratização dos resultados à população em geral e oferecer uma contrapartida que consiste na formação artística de alunos da rede pública de ensino no que diz respeito à poética do projeto.GRATUIDADES Uma cota de 0,5% dos ingressos será gratuita e destinada ao CREJA - Centro Municipal de Referência de Educação de Jovens e Adultos, situado à Rua da Conceição, N° 74, Centro, RJ. uma escola da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro criada exclusivamente para atendimento à população de jovens e adultos que necessita ampliar sua escolaridade. Esta escola, única no Brasil, tem uma estrutura que possibilita um olhar diferenciado para esses alunos, atendendo às suas necessidades e anseios. Essa medida visa a potencializar ainda mais a missão da Cia. Casa de Jorge de diversificação de público e de formação de novas plateias.
A peça “Os Estonianos” é formada por cinco personagens, todos em situação limite. A peça tem pequenas doses de um humor que é expelido através da identificação dos conflitos contemporâneos. O drama diário desses personagens será apresentado através de diálogos e também imagens conjuntas, com o num vídeo clipe, dando a impressão de uma grande teia incômoda que liga todos eles. Cada figura da história trás uma solidão vista de forma diferente.A peça tem como protagonista um jornalista chamado Pedro (Jorge Caetano). O personagem central está enfrentando uma crise da qual ele não tem nenhuma domínio. Sabe que alguma coisa está acontecendo e mudando em seu olhar para o mundo, mas não sabe verbalizar o que para as pessoas a sua volta. Pedro tenta se explicar e tem que lidar com a solidão dessa transição sem volta.Marília(Ana Kutner), mulher de Pedro e psiquiatra, tenta de forma reducionista controlar a crise de Pedro lhe dizendo que ele está passando por uma crise de ansiedade generalizada e lhe medica.Fred (Pedro Henrique Monteiro), melhor amigo de Pedro, é um economista que começa a desenvolver uma paranóia constante quando percebe que no prédio onde trabalha há 37 câmeras que controlam os funcionários. Fred começa a achar que pelas câmeras os seus superiores verão que ele está infeliz no trabalho e resolve fazer curso de interpretação para TV, para que ele consiga interpretar um sujeito feliz durante 8 horas diárias e não ser mandado embora. Fred, que é economista e tem uma vida completamente afastada de seus próprios desejos, começa a se corresponder pela internet com um Estoniano. Ele se encanta com a Estônia e começa a se programar para morar lá. Uma grande metáfora de como sempre achamos que “lá” é melhor do que aqui.Suely (Ticiana Passos) é uma garçonete que faz entregas no bairro onde trabalha. Numa de suas entregas Suely conhece Pedro que a convida para entrar em sua casa. Depois desse dia, Suely não consegue mais fazer entregas, pois não consegue lidar com o fato de não ser mais convidada para entrar.Lívia (Thais Tedesco) é uma moça solitária que vive freqüentando terapias de grupo. Lívia é tão solitária, que coloca um anuncio no jornal como prostituta para que alguém lhe faça companhia. Pedro lê o anúncio e chama Lívia. . Todos os personagens se encontram e vão gradativamente formando um quadro da realidade contemporânea dos jovens na faixa dos trinta anos.
Como contrapartida social será dada uma oficina de improvisação teatralObjetivos gerais da oficina:Propiciar aos alunos, um primeiro contato com o teatro.Saber improvisar e atuar nas situações de jogos, explorando as capacidades do corpo e da vozExperimentar a criação de cenas, reconhecendo e organizando os recursos para sua estruturação.
O Projeto visa atender às normas de acessibilidade e para tanto a realização dos espetáculos deveráo ocorrer em espaços que atendam às normas e Leis vigentes no país no sentido de proporcionar condições de acessibilidade a pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida, nos termos da Lein° 13.146, de 6 de julho 2015 segundo a qual é instituída a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), destinada a assegurar e a promover, em condições deigualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania e ainda conforme o disposto no art. 46 do Decreto n° 3.298, de 20 dedezembro de 1999. Neste sentido, é previsto o completo acesso de pessoas com deficiência física emobilidade reduzida aos espaços expositivos.O projeto prevê:ACESSIBILIDADE FÍSICA:Rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos (Planilhaorçamentária: não se aplica)ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO:DEFICIENTES AUDITIVOS: sessões com tradução de libras.O intérprete de Língua Brasileira de Sinais, a Libras, desempenha um papel crucial para a boa experiência do espectador surdo e estará presente em alguns espetáculos realizando a interpretação simultâneaDEFICIENTES VISUAIS: sessões com audiodescrição
Este projeto conta com apresentações gratuitas e a preço popular, além disso prevê a democratização do acesso à produção artística financiada, atendendo aos seguintes incisos do Art. 21 da IN 02/2019 do Ministério da Cidadania: Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;Semanalmente ofereceremos uma sessão acessível para todos com libras ou audiodescrição.Promoveremos 1 debate com o público após a apresentação.. Disponibilizaremos uma cota de 0,5% dos ingressos gratuitamente ao CREJA - Centro Municipal de Referência de Educação de Jovens e Adultos, visando diversificar o público e formar novas plateias.Um ensaio aberto com bate papo com a equipe critativa do projeto para estudantes da rede pública de ensino do Rio de Janeiro, atendendo as medidas obrigatórias de acessibilidade.
TEXTO: JULIA SPADACCINIDIREÇÃO: JORGE CAETANOELENCO: ANA KUTNERJORGE CAETANO THAIS TEDESCOPEDRO HENRIQUE MONTEIRO TICIANA PASSOSILUMINAÇÃO : ANA KUTNERFIGURINO: THAIS TEDESCOTRILHA SONORA : JORGE CAETANO CENÁRIO: NATÁLIA LANAJULIA SPADACCINI (AUTORA)JULIA SPADACCINI NASCEU NO RIO DE JANEIRO EM 1978. É FORMADA EM ARTES CÊNICAS PELA UNI-RIO. FORMADA EM PSICOLOGIA PELA UNIVERSIDADE SANTA ÚRSULA. PÓS-GRADUADA EM ARTETERAPIA PELA FACULDADE CÂNDIDO MENDES. NOS ÚLTIMOS ANOS, JUNTAMENTE AOS NOVOS AUTORES, VEM FORMANDO UMA NOVA SAFRA DE TEXTOS. AUTORA DAS PEÇAS: “NA GELADEIRA”, DIRIGIDA POR ANDRÉ PAES LEME, APRESENTADA NO SESC DE COPACABANA E NO RIOCENACONTEMPORÂNEA (MAM-2003); DO ESPETÁCULO “BOEING 737”, APRESENTADO NO CIRCUITO CARIOCA DE ESQUETES (2004) NO ESPAÇO SERGIO PORTO (PRÊMIO DE MELHOR ESQUETE); DA PEÇA “A PORTA GIRATÓRIA”, A QUAL TAMBÉM DIRIGIU APRESENTADA NA CASA DA MATRIZ (2004); DA PEÇA “POR ENQUANTO É ISSO”, QUE FICOU EM CARTAZ NO ESPAÇO SÉRGIO PORTO NO PROJETO PORTO CARIOCA (PRÊMIO DE MELHOR TEXTO DO MERCADÃO CULTURAL - 2006); E DO ESQUETE “ESTUDO SOBRE A SEDUÇÃO” (PRÊMIO DE MELHOR ROTEIRO - FESTIVAL TÁPIAS - 2006). NESTE ANO ESCREVEU A PEÇA “A SÔNIA É QUE É FELIZ”, QUE FICOU EM CARTAZ NO ESPAÇO GALERIA CAFÉ E NO CAFÉ CULTURAL (2007) E TAMBÉM AS PEÇAS “UM DIA ANITA”, QUE FICOU EM CARTAZ NA CASA DA GÁVEA; “CHUVA ÁCIDA”, EM CARTAZ NO CIRCUITO SESC (2007); “NÃO VAMOS FALAR SOBRE ISSO AGORA”, QUE FICOU EM CARTAZ NO TEATRO VILLA LOBOS (OUTUBRO – 2007), NO PROJETO DE INCENTIVO À NOVA DRAMATURGIA CONTEMPORÂNEA – PONTAPÉ TEATRAL. NO TEATRO INFANTIL É AUTORA DA PEÇA “ALBERTO AZULÃO”, QUE FICOU EM CARTAZ NO TEATRO MARIA CLARA MACHADO. ATUALMENTE É ROTEIRISTA NA REDE GLOBO.JORGE CAETANO (DIRETOR E ATOR)EM 2005 CRIOU JUNTO COM JULIA SPADACCINI, THAIS TEDESCO, ANA KUTNER, ISABELLA LOMEZ E PEDRO HENRIQUE MONTEIRO, A CIA CASA DE JORGE. NO ANO DE 2007 DIRIGIU SEU PRIMEIRO TRABALHO:” NÃO VAMOS FALAR SOBRE ISSO AGORA”, DE JÚLIA SPADACCINNI, NO ESPAÇO III DO TEATRO VILLA-LOBOS RJ E EM 2008 NO TEATRO DAS ARTES- RJ. NO MESMO ANO, DIRIGIU E PROTAGONIZOU “OS ESTONIANOS”, SEGUNDO TRABALHO DA CIA CASA DE JORGE, NO TEATRO ARENA DO SESC-COPACABANA. ESTREOU COMO ATOR EM” SE CORRER O BICHO PEGA, SE FICAR O BICHO COME”, DIREÇÃO DE AMIR HADDAD, COM QUEM TAMBÉM TRABALHOU NA ÓPERA” TURANDOT”. EM SEGUIDA FEZ “JOGOS NA HORA DA SESTA”, DIREÇÃO DE MARCO ANTÔNIO PALMEIRA. NOS ANOS SUBSEQÜENTES TRABALHOU COM OS DIRETORES ADERBAL FREIRE-FILHO EM “TIRADENTES - A INCONFIDÊNCIA NO RIO”, E “O TIRO QUE MUDOU A HISTÓRIA”, ERNESTO PICCOLO EM “A GUERRINHA DE TRÓIA”, KAREN ACCIOLY EM “PIANÍSSIMO”, SÉRGIO BRITTO EM “MENINOS, EU VIVI”, AUGUSTO BOAL EM “CARMEN – SAMBÓPERA”, MIGUEL FALLABELLA EM” SOUTH AMERICAN WAY”, “TRIBOBÓ CITY” E “VENEZA”, GILBERTO GRAVONSKY EM” PIQUENIQUE NO FRONT”, FABIO FERREIRA EM ” MENOS UM – MISCELÂNEA EM UM ATO”, CACÁ MOURTHÉ EM “ PASSO À PASSO NO PAÇO”, BETO BROWN EM “AEROPORTO, UM MUSICAL CLANDESTINO”, ONDE ASSINOU ROTEIRO E PRODUÇÃO, E ALESSANDRA VANNUCCI EM “POCILGA”, DE PIER PAOLO PASOLINI. MEMBRO DA CIA DE TEATRO AUTÔNOMO DE 1992 À 1997, PARTICIPOU DOS ESPETÁCULOS “ MINH´ALMA É IMORTAL”, “7X2=Y – UMA PARÁBOLA QUE PASSA PELA ORIGEM”, “A NOITE DE TODAS AS CEIAS”, TODOS COM DIREÇÃO DE JEFFERSON MIRANDA, COM QUEM TRABALHOU EM” SCROOGE”, CLÁSSICO DE CHARLES DICKENS, ONDE ASSINOU TAMBÉM TEXTO E PRODUÇÃO NA TELEVISÃO DESTACAM-SE SUAS PARTICIPAÇÕES NAS NOVELAS DEUS NOS ACUDA, TROPICALIENTE, O REI DO GADO, TORRE DE BABEL, AMÉRICA, BELÍSSIMA, PARAÍSO TROPICAL, NAS MINISSÉRIES CHIQUINHA GONZAGA E JK E NO PROGRAMA SOB NOVA DIREÇÃO, NA TV GLOBO.ANA KUTNER ( ATRIZ)ATRIZ, ENTRE SEUS PRINCIPAIS TRABALHOS NO TEATRO DESTACAM-SE ROMEU E JULIETA, DIREÇÃO: CARLOS WILSON | CONFISSÕES DE ADOLESCENTE, DIREÇÃO: DOMINGOS DE OLIVEIRA A BOA DE AIMAR LABAKI, DIREÇÃO: IVAN FEIJÓ O CASAMENTO, DIREÇÃO: ANTÔNIO ABUJAMRA | SHOPPING E FUCKING, DIREÇÃO: MARCO RICCA | JARDIM DAS CEREJEIRAS COM TÔNIA CARREIRO, DIREÇÃO: ELCIO NOGUEIRA NOSTALGIA, DIREÇÃO: FELIPE HIRCH | A MORTE DE UM CAXEIRO VIAJANTE, DIREÇÃO: FELIPE HIRCH, ANTÔNIO E CLEÓPATRA - UM AMOR IMORTAL, DIREÇÃO: PAULO JOSÉ.TRABALHOS REALIZADOS EM TV E CINEMA: TV GLOBO - CONTOS DE VERÃO, DIREÇÃO: ROBERTO FARIA | AGORA É QUE SÃO ELAS, DIREÇÃO: ROBERTO TALMA REDE BANDEIRANTES - PAIXÕES PROIBIDAS, DIREÇÃO: IGNÁCIO COQUEIRO SBT - COLÉGIO BRASIL, DIREÇÃO: ROBERTO TALMA | O DIREITO DE NASCER, DIREÇÃO: ROBERTO TALMA CINEMA - BEMJAMIN, DIREÇÃO: MONIQUE GARDENBERG |CAFUNÉ, DIREÇÃO: BRUNO VIANA | “SONHO EM VERMELHO”, DIREÇÃO: GUSTAVO CURI.PEDRO HENRIQUE MONTEIRO ( ATOR)PEDRO HENRIQUE MONTEIRO É FORMADO PELA CAL- CASA DAS ARTES DE LARANJEIRAS ONDE ATUOU EM PEÇAS COMO “O TEMPO E OS CONWAIS” DIRIGIDO POR RENATO ICARAHI, “O CÍRCULO DE GIZ CAUCASIANO” DIRIGIDO POR PAULA SANDRONI, “BAAL” DIRIGIDA POR ADRIANO GARIB E “FERNANDO OU O CINTO ACUSADOR” DIRIGIDA POR MOACIR CHAVES. APÓS A FORMATURA ATUOU EM PEÇAS COMO “CURTA PASSAGEM” DE MARIO BORTOLOTTO DIRIGIDA POR ADRIANO GARIB, “TUBO DE ENSAIO” UMA COMÉDIA COM DIREÇÃO COLETIVA, “A VIDA EM 4 TEMPOS” DIRIGIDA POR DANIEL BELKER É INTEGRANTE DA INVISIVEL CIA NA QUAL FEZ PERFORMANCES DIRIGIDAS PELO PRÓPRIO GRUPO E POR FLÁVIO GRAFF. ATUALMENTE É INTEGRANTE DA CIA CASA DE JORGE, ONDE ATUOU EM NÃO VAMOS FALAR SOBRE ISSO AGORA E ESTÁ EM CARTAZ COM OS ESTONIANOS NO SESC-COPACABANA, RJ.THAIS TEDESCO (ATRIZ)INICIOU SUA CARREIRA NO GRUPO TANAHORA, NA UNIVERSIDADE CATÓLICA, PUC-PR. ENTRE SEUS PRINCIPAIS TRABALHOS NO TEATRO, DESTACAM-SE AS MONTAGENS “FAUSTO” - DE GOETHE | “NORA”, ADAPTAÇÃO DA OBRA “CASA DE BONECAS” DE IBSEN | “A VIDA É CHEIA DE SOM E FÚRIA" E “OS INCENDIÁRIOS” DE MAX FRISCH - DIREÇÃO: FELIPE HIRSH. ESTREOU “O INCRÍVEL RETORNO DO CAVALEIRO SOLITÁRIO” | “PSICOSE”, DE EDSON BUENO, PELO QUAL RECEBEU O PRÊMIO ISNARD AZEVEDO DE ATRIZ COADJUVANTE | “HISTÓRIAS DE CRONÓPIOS E DE FAMAS” - DIREÇÃO: CRISTINA PEREIRA | “PETER PAN” - DIREÇÃO: MAURICIO VOGUE, RECEBENDO O PRÊMIO GRALHA AZUL DE ATRIZ INFANTIL | “A CEIA DOS CARDEAIS” - DIREÇÃO: MÁRIO SHOENBERGER | “ENTRE O CÉU E O INFERNO” - DIREÇÃO: CRISTINA PEREIRA | “SUÍTE 1” - DIREÇÃO: MÁRCIO ABREU |“OS DIFERENTES” - DIREÇÃO: DUDU SANDRONI | “A ARTE DE TER RAZÃO” - DIREÇÃO: VITOR LEMOS. ATUOU NA MINISSÉRIE "HILDA FURACÃO", DA REDE GLOBO. NO CINEMA TRABALHOU COM O CINEASTA SILVIO BACK EM “O VÉU DE CURITIBA” E NOS CURTAS-METRAGEM “VIDAS TORTAS” - DIREÇÃO: THIAGO ARRUDA | ”A SAUNA” - DIREÇÃO: MARCO ABUJAMRA | O “SUMIÇO DO AMIGO INVISÍVEL", E “MALAZARTES VAI À FEIRA” - DIREÇÃO: EDUARDO GOLDENSTEIN. ATUALMENTE FAZ PARTE DA CIA CASA DE JORGE ONDE ATUOU EM NÃO VAMOS FALAR SOBRE ISSO AGORA, E ESTÁ EM CARTAZ COM OS ESTONIANOS NO SESC-COPACABANA, RJ.TICIANA PASSOS (atriz )2008 ï QUATRO PESSOAS, DIR. ALEXANDRE MELLO, SESC-RJ2007 ï CANÇÃO DE MIM MESMO, DIR. ALEXANDRE MELLO, SESC AVENIDA PAULISTA2006 ï CANÇÃO DE MIM MESMO, DIR. ALEXANDRE MELLO, SESC-RJ2005 ï REVOLUÇÃO/EVELAÇÃO, INTERVENÇÃO, RIOCENACONTEMPORÂNEA, DIR. ALEXANDRE MELLO, RJ, O LABIRINTO OU O ESTADO EM QUE ME ENCONTRO, DIR. ALEXANDRE MELO, ESCOLA DARCY RIBEIRO, RJ2002 ï COLETIVO IMPROVISO, PERFORMANCE, RIOCENACONTEMPORÂNEA, DIR. HENRIQUE DIAS, RJ,CINEMA KARAMAZOV, STUDIO STANISLAVSKI, DIR. CELINA SODRÉ,ESPAÇO CULTURAL SÉRGIO PORTO, RJ2000/2001 ï VASSAH, DE M. GORKI, DIR. ALEXANDRE MELLO, TEATRO VILLA-LOBOS, RJ; TEATRO SÃO PEDRO, RS; TEATRO ARTHUR AZEVEDO, RS ECARAVANA CULTURAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO1998 ï O RINOCERONTE, E. IONESCO, DIR. ALEXANDRE MELLO, TEATRO VILLA-LOBOS, RJMÁRCIA RUBINESPECIALIZOU-SE EM DANÇA E EXPRESSÃO CORPORAL NA ESCOLA ANGEL VIANNA, ONDE APROFUNDOU SEUS ESTUDOS SOBRE O SISTEMA LABAN COM REGINA MIRANDA. FUNDOU SUA COMPANHIA DE DANÇA EM 1991 E DESDE ENTÃO REALIZA PROJETOS QUE SE DESTACAM NO PANORAMA DE DANÇA DO RIO DE JANEIRO. FOI CURADORA DO CARLTON DANCE FESTIVAL DE 1988 A 1997. RECEBEU A BOLSA RIOARTE DA SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA EM 1998 E, EM 1999, PARTICIPOU EM PARIS DO PROGRAMA COURANT COMO BOLSISTA DO GOVERNO DA FRANÇA - MINISTÉRIO DA CULTURA E COMUNICAÇÃO. FOI JÚRI DO 7O PROGRAMA DE BOLSAS RIOARTE. FEZ CONSULTORIA DE DANÇA PARA O EDITAL PETROBRAS ARTES CÊNICAS 2002 E PARA O 2O CIRCUITO BRASIL TELECOM DE DANÇA. PARTICIPOU, COMO DIRETORA DE MOVIMENTO E PREPARADORA CORPORAL, DA CRIAÇÃO DE PROJETOS EM CINEMA – ZUZU ANGEL, CAZUZA E COPACABANA; TEATRO – SONATA DE OUTONO, BAQUE, OS HOMENS SÃO DE MARTE, FALA BAIXO SENÃO EU GRITO, MEDÉIA, OS SETE AFLUENTES DO RIO OTA, E OS ESTONIANOS E TELEVISÃO – DESENVOLVIMENTO DO ROTEIRO E MOVIMENTAÇÃO DO VIDEOCLIPE NÃO ENCHE, DE CAETANO VELOSO, ONDE TRABALHOU COM MARCO NANINI, ANDREA BELTRÃO, RENATA SORRAH, PATRICIA PILLAR, DANIEL DE OLIVEIRA, MARIETA SEVERO, BETH GOULART, ADERBAL FREIRE-FILHO, ENRIQUE DIAZ, BIA LESSA, MONIQUE GARDEMBERG E PAULO MORAIS, ENTRE OUTROSINDICADA PARA O PRÊMIO SHELL DE TEATRO 2005, CATEGORIA ESPECIAL, PELO CONJUNTO DE SUA OBRA.NATÁLIA LANACenógrafa com mais de 25 anos de intensa atuação na área teatral, criou cenários para diversos musicais e atua em outras áreas da cenografia, como em shows, eventos, audiovisual, carnaval e, até mesmo, em circo. Com trabalhos constantes com renomados diretores da atualidade, recebeu os prêmios Brasil Musical, Botequim Cultural, É Sobre Musicais, Destaque Impresa Digital, CENYM e CBTI, além de 21 indicações nos últimos quatro anos.Autora de A EVOLUÇÃO DO ESPAÇO CÊNICO e MANUAL BÁSICO DE CENOGRAFIA TEATRAL, livro este que é referência no ensino da cenografia, lecionou durante dois anos na UFRJ e ministra diversas oficinas livres, além de ter criado, junto com a cenógrafa Marieta Spada, o canal no YouTube CENOGRAVANDO, com conteúdos diversos na área da cenografia.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.