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PRONAC 257411Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Plano Anual de Atividades 2026: Museu das Culturas Indígenas e Museu Histórico e Pedagógico Índia Vanuíre

ASSOCIACAO CULTURAL DE APOIO AO MUSEU CASA DE PORTINARI
Solicitado
R$ 5,85 mi
Aprovado
R$ 5,85 mi
Captado
R$ 150,00
Outras fontes
R$ 14,7 mil

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Planos Anuais Manutenç e Elabor de Planos Museológ
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Patrimônio cultural
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
Brodowski
Início
2026-01-01
Término

Resumo

O Plano Anual de Atividades 2026: Museu das Culturas Indígenas e Museu Histórico e Pedagógico Índia Vanuire, proposto pela O.S. ACAM Portinari implantará projetos de desenvolvimento e manutenção destes museus, que consistirão em: 1. Realização de 1 (uma) exposição de longa duração: "Indígenas do Brasil" 2. Realização de 1 (uma) edição da "Festa Literária Ayvu Nhevaitim" - 2ª Edição (2026) 3. Realização de 9 (nove) edições da "Feira Tembiapó: Artes Manuais dos Povos Originários" 4. Realização de 1 (um) exibição Mapping das Origens: A Alma Indígena Iluminando São Paulo 5. Realização da Qualificação do Acervo Museal "Xingu" - Casa Amarela: Por uma Museologia Descolonial e Dialogada 6. Realização de 1 (um) curso sobre "Curadoria Indígena" 7. Realização de 1 (um) curso sobre "Arte Indígena Contemporânea" 8. Realização de 1 (um) curso sobre "Temáticas Indígenas para a Educação" 9. Centro de Mídia Indígena - Estúdio de Narrativas Audiovisuais; 10. Realização de 1 (uma) edição do "Festival de Dança e Canto Indígena do Oeste Paulista" 11. Realização de 1 (uma) publicação "Narrativas"

Sinopse

Projeto Principal - Exposição "Indígenas do Brasil".A exposição de longa duração “Indígenas do Brasil” será fruto de um vasto trabalho de pesquisa que contemplará 6 biomas brasileiros. A partir de viagens de campo a equipe do Museu das Culturas Indígenas coletará dados, itens e histórias que posteriormente serão convertidos em uma exposição no Museu das Culturas Indígenas, que permanecerá em exibição pelo período mínimo de 5 anos.A exposição pretende apresentar a diversidade dos povos indígenas presentes no Brasil, seus territórios, línguas, características dos seus biomas e informações sobre demarcação das terras. Tendo como pesquisadores os mestres de saberes indígenas do museu. Para fortalecer a pesquisa e o processo formativo de pesquisadores indígenas é importante a ida a campo, dado que o território é compreendido pelas culturas indígenas como o local onde ocorre o compartilhamento de saberes, em meio às atividades cotidianas e momentos ritualísticos. Festa Literária Ayvu Nhevaitim - 2ª Edição (2026)A Festa Literária busca fortalecer as redes de autores, editoras e coletivos indígenas, promovendo a circulação de suas produções, e integrar escolas e instituições ao universo literário indígena, fomentando o diálogo, a reflexão e o respeito à diversidade cultural. A semana acontecerá ao longo de 5 dias do mês de novembro de 2026, no Museu das Culturas Indígenas e contará com uma programação diversa sobre literatura indígena."Feira Tembiapó: Artes Manuais dos Povos Originários"O projeto “Feira Tembiapó” consiste na realização de um ciclo de 9 feiras de artesanato indígena mensais ao longo de 2026, sediadas no Museu das Culturas Indígenas (MCI). Cada edição, realizada em um final de semana (sexta a domingo), reunirá 10 artesãos e artesãs de diferentes povos indígenas, proporcionando um espaço privilegiado para comercialização, visibilidade e troca de saberes. "Mapping das Origens: A Alma Indígena Iluminando São Paulo"O projeto “Mapping das Origens” propõe a realização de um espetáculo imersivo de vídeo mapping de 7 noites consecutivas, projetado na fachada do Museu das Culturas Indígenas (MCI), localizado no histórico Pátio do Colégio, em São Paulo. Com curadoria e criação artística exclusiva de artistas visuais indígenas, o evento celebrará a inauguração da nova sede do museu, transformando seu edifício em uma tela dinâmica que narrará a riqueza, diversidade e resistência dos povos originários. O projeto dá visibilidade à produção artística indígena contemporânea, indo além da representação histórica e mostrando sua vitalidade e capacidade de inovação. É uma ferramenta potente de educação e quebra de estereótipos.Qualificação do acervo museal "Xingu" - Casa Amarela: Por Uma Museologia Descolonial e Dialogada.Esse projeto propõe o intercâmbio cultural entre povos indígenas da Terra indígena do Xingu e dos povos indígenas residentes em terras indígenas e contexto urbano do Estado de São Paulo. O fortalecimento do elo entre esses povos, afora a troca de experiências, de suas diferentes realidades, histórias de contato e do processo de colonização dessas regiões, é essencial para a qualificação do acervo Xingu Casa-Amarela, adquirido por doação pelo Museu das Culturas Indígenas em 2024 e que necessita ser ressignificado para que ocorra a exposição, produto fim deste projeto. Um dos pontos centrais destas ações será a apresentação do acervo Xingu Casa-Amarela - datado da década de 50 - coletado pelos Irmãos Villas Boas na época de contato do Serviço de Proteção aos Índios (SPI) com as populações indígenas do Xingu. Curso “Curadoria Indígena”O projeto visa a realização do curso “Curadoria Indígena”, a ser realizado no Museu das Culturas Indígenas para professores, pessoas indígenas e não indígenas, em 8 encontros, com duração de 4h cada, totalizando 32h. As aulas terão por tema a teoria e a prática do ofício de curadoria, dando destaque às transformações pelas quais passou esse campo de estudos, a partir do questionamento da ausência dos povos indígenas como produtores das exposições. Serão realizados estudos de caso de exposições produzidas com curadorias indígenas coletivas e individuais, com espaço para a escuta desses/as profissionais. Curso “Arte Indígena Contemporânea”O curso “Arte Indígena Contemporânea” composto por 10 aulas, propõe explorar as produções contemporâneas e visibilizar o processo indígena de reflexão e produção artística que é tão plural quanto a diversidade numérica de povos que vivem no Brasil. A escolha do Museu das Culturas Indígenas como local de realização do curso tem importância pela missão que esse espaço manifesta de salvaguardar e valorizar os patrimônios materiais e imateriais dos povos indígenas, dentre os quais está a arte indígena contemporânea, que foi conteúdo das exposições inaugurais do Museu, de autoria de Xadalu Tupã Jekupe, Denilson Baniwa e Rita Salles Huni Kuin.Curso “Temáticas Indígenas para a Educação”Realização de 4 (quatro) cursos de 50 horas cada, para um público total de 120 educadores, ministrado por mestres indígenas, com encontros presenciais e uma vivência em território indígena por curso. A construção do Curso para Educadores foi tratada com o GT Educativo e Formação, formado pelos membros do conselho Aty Mirim, mestres de saberes e equipe técnica do Museu das Culturas Indígenas e tem como objetivo melhorar a compreensão do contexto geral brasileiro, em suas dimensões políticas, sociais e históricas, no que diz respeito aos povos indígenas, bem como os traços culturais indígenas que marcam o que é compreendido por “cultura brasileira”.Centro de Mídia Indígena - Estúdio de Narrativas AudiovisuaisA implantação de estúdio de audiovisual no Museu das Culturas Indígenas nasce do compromisso institucional com a escuta ativa, o protagonismo indígena e a valorização das múltiplas vozes e expressões dos povos originários, principalmente no que tange ao local, constantemente visitado e que por falta de estrutura, deixa de fazer coletas de vídeos importantes para o próprio acervo. O estúdio configura-se como uma ferramenta estratégica voltada ao fortalecimento de narrativas indígenas, ao registro de saberes tradicionais e à difusão de conteúdos produzidos em diálogo com as comunidades. Festival de Dança e Canto Indígena do Oeste PaulistaO Festival de Cantos e Danças Indígenas do Oeste Paulista é um evento com foco na promoção, valorização e salvaguarda das manifestações culturais dos povos Kaingang, Krenak, Terena e Guarani Nhandewa, originários das Terras Indígenas Vanuíre, Icatu e Araribá, situadas no centro-oeste do Estado de São Paulo. O festival será realizado no Museu Índia Vanuíre e oferecerá uma programação gratuita com apresentações de danças, cantos tradicionais, exposições, oficinas, feira de artesanato e feira de culinária indígena.. Produção da obra literária “Narrativas”O projeto visa a produção do livro "Narrativas”, livro ilustrado que apresenta a releitura de contos da etnia Krenak pelo próprio povo, com organização da Cacica Lidiane Krenak, a obra será produzida a partir de encontros que buscarão revisar, reescrever e ilustrar histórias já consolidadas da história oral da etnia Krenak. A obra será bilingue Krenak-Portugues e serão impressos 3 mil exemplares que serão distribuídos de forma gratuita para escolas e bibliotecas públicas.A publicação promoverá o protagonismo indígena, o diálogo intercultural e a difusão desses saberes nas redes de ensino e nos espaços museológicos, e visa a preservação da cultura indígena por meio da produção coletiva.

Objetivos

Objetivo Geral: - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;- salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;- preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;- estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;- priorizar o produto cultural originário do País.Objetivos Específicos são a implementação dos seguintes projetos:Plano Anual de manutenção das atividades de 2026 do Museu das Culturas Indígenas (MCI) e do Museu Histórico e Pedagógico Índia Vanuíre (MIV), composto por exposições, semana literária, feira de artesanato, festival de artes, vídeo mapping/projeção mapeada, qualificação de acervo, produção literária e ações formativas "cursos" como contrapartida social, totalizando em 11 produtos culturais. As atividades propostas fortalecerão as comunidades, rede de pesquisadores e mestres indígenas para além do estado de São Paulo, qualificando todas equipes técnicas de ambos os museus. : As atividades propostas possuem alcance estimado de 100 mil pessoas ao longo das programações do Museu das Culturas Indígenas (MCI) e Museu Histórico e Pedagógico Índia Vanuíre (MIV), sendo: PLANO DE ATIVIDADES 2026 - MUSEU DAS CULTURAS INDÍGENAS Realização de 1 (uma) exposição de longa duração: "Indígenas do Brasil" Realização de 1 (uma) edição da "Semana Literária Ayvu Nhevaitim" Realização de 9 (nove) edições da "Feira de Artes Manuais e Artesanato Indígena Tembiapo" Realização de 1 (um) exibição de vídeo mapping na fachada do museu Realização da pesquisa e qualificação do acervo museal "Xingu" Realização de 1 (um) curso sobre "Curadoria Indígena" - Realização de 1 (um) curso sobre "Arte Indígena Contemporânea" Realização de 1 (um) curso sobre "Temáticas Indígenas para a Educação" Centro de Mídia Indígena - Estúdio de Narrativas Audiovisuais. PLANO DE ATIVIDADES 2026 - MUSEU HISTÓRICO E PEDAGÓGICO ÍNDIA VANUÍRE Realização de 1 (uma) edição do "Festival de Dança e Canto Indígena do Oeste Paulista" Realização de 1 (uma) publicação "Narrativas" CONTRAPARTIDAS: São contrapartidas do projeto, as ações de formação apresentadas acima, sendo a aplicação dos cursos "Curadoria Indígena", "Arte Indígena Contemporânea" e "Temáticas Indígenas para a Educação".

Justificativa

Cabe destacar que a ACAM Portinari - Associação Cultural de Apoio ao Museu Casa de Portinari, Organização Social de Cultura, localizada no interior do estado de São Paulo, na cidade de Brodowski, tem como objetivo estatutário colaborar com o desenvolvimento de museus no estado de São Paulo. Por esse objetivo, concorreu para a tarefa de gerir museus estaduais através de contrato de gestão com a Secretaria da Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, que envolve atender premissas de conservação, pesquisa e difusão de acervos respeitando princípios de economicidade, transparência, qualidade técnica, responsabilidade socioambiental e com o desenvolvimento humano. Como resultado, desde 2009 os museus Casa de Portinari, Índia Vanuíre e Felícia Leirner têm a gestão realizada pela ACAM Portinari sob contrato com a Secretaria da Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, sendo que por meio de um aditamento no Contrato de Gestão (CG) em 2021, o Museu das Culturas Indígenas passa a integrar o portfólio da entidade. Os recursos para ações museológicas estruturantes são providos pelo Contrato de Gestão com o Governo do Estado de São Paulo. Porém, há ações condicionadas à captação de recursos, que fogem ao constructo do CG e são incrementais para os demais projetos de desenvolvimento e ações continuadas de preservação, pesquisa e difusão das coleções e de atendimento de público com qualidade são buscados diretamente por essa Associação e, para tanto, busca patrocínios junto à sociedade para manter suas ações de apoio como um dos meios para que esses museus atendam suas missões institucionais. Sendo assim, para fomentar o relevante fazer artístico e técnico nos museus, tanto como forma de expressão dos visitantes quanto como instrumento de observação, percepção e apreciação das obras de arte, desta forma atendendo ao previsto no Art. 1º, da Lei 8313/91, em seus incisos: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Assim como a proposta do Plano Anual enquadra-se, nos seguintes incisos do Art. 3º do Decreto nº 11.453/2023: VIII - fomentar o desenvolvimento de atividades artísticas e culturais pelos povos indígenas e pelas comunidades tradicionais brasileiras; IX- valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; XI - apoiar e impulsionar festejos, eventos e expressões artístico-culturais tradicionais e bens culturais materiais ou imateriais acautelados ou em processo de acautelamento; XIV - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas populares tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais; XII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão culturais; XV - apoiar o desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação.

Estratégia de execução

ACAM PORTINARI: Em parceria com a Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo via contrato de gestão, a ACAM Portinari é responsável pelo desenvolvimento das ações dos equipamentos culturais no interior e na capital do Estado de São Paulo, como: Museu Casa de Portinari (Brodowski); Museu Histórico e Pedagógico Índia Vanuíre (Tupã); Museu Felícia Leirner e o Auditório Cláudio Santoro (Campos do Jordão) e, o Museu das Culturas Indígenas (São Paulo), havendo grupo técnico qualificado para a execução de suas atividades. Os equipamentos culturais geridos pela a Organização Social de Cultura prevê para esta execução, guias e procedimentos que lhe qualificam, como: Plano Museológico; Plano de Conservação Preventiva das Edificações; Plano de Contingência e Gerenciamento de Riscos; Plano Educativo (Formações); Plano de Comunicação; Plano de Sustentabilidade Ambiental, Econômica, Social e Cultural, que inclui o Projeto Museu Verde, além de AVCBs, Seguros Multirriscos e de Responsabilidade Civil. Possui uma política rígida com relação à Lei Geral de Proteção de Dados – LGPD, além do compromisso ético, civil e moral com códigos e condutas aos os Direitos Autorais e de Propriedade Intelectual. Todas as ações desenvolvidas pela ACAM Portinari, atuam em prol das Diretrizes de Diversidade, Inclusão e Direitos Humanos, sendo: 1) Compromisso com a relevância social dos museus e seu papel fundamental nas localidades onde estão inseridos; 2) Descentralização da oferta cultural e a inserção do Interior do Estado no circuito cultural; 3) Geração de empregos, contratação de serviços, estímulo aos turismos locais e fortalecimento da economia criativa; 4) Realizar ações educativas inclusivas que promovam a preservação, valorização, compreensão crítica e usufruto responsável do patrimônio cultural e natural, em âmbito local, regional, nacional e global; 5) Adotar políticas institucionais que promovam a inclusão, de maneira a refletir na estrutura institucional a pluralidade da sociedade em seu espectro mais amplo; 6) Criar instâncias participativas e deliberativas que assegurem o protagonismo diverso nos processos institucionais e reflitam a pluralidade da sociedade (étnica, de gênero, etária, dentre outras), de modo a contribuir na gestão e ações dos museus; 7) Atuar de forma intersetorial nas questões sociais proeminentes, em parceria com instituições para além do campo cultural, a fim de potencializar ações que favoreçam a promoção da equidade social; 8) Elaborar e implementar, de forma intersetorial e com participação de representações do público pretendido, programas de diversificação de público (indígenas, idosos, crianças, pessoas com deficiência, trans em situação de vulnerabilidade, pessoas egressas do sistema prisional, quilombolas, refugiados, dependentes químicos, dentre outros), legitimados por suas respectivas representações e lideranças; 8) Garantir acessibilidade (atitudinal, arquitetônica, comunicacional, instrumental, metodológica e programática) nas ações desenvolvidas pelos museus; 9) Realizar de maneira sistêmica e continuada ações externas e intersetoriais, visando estabelecer conexões com o público dos territórios indígenas, da vizinhança, com populações em situação de vulnerabilidade social e com populações à margem das políticas públicas; 10) Estabelecer a programação cultural baseada na participação representativa e em processos transversais de valorização da diversidade como vetor de equidade social; 11) Promover a qualificação no ambiente de trabalho, garantindo segurança e saúde laboral aos trabalhadores dos museus; 12) Constituir gestão e governança pautadas por ações e processos transversais que valorizem a integração e o trabalho colaborativo das equipes; 13) Criar, implantar e manter uma política de recursos humanos que fomente a participação, a construção de consensos e o desenvolvimento profissional e pessoal.METAS EXTRAS A SEREM CUMPRIDAS COM A REALIZAÇÃO DO PROJETO APROVADO E CAPTADO: 1) Integrar colaboradores internos, externos e comunidade para condução de processos participativos de preservação; 2) Valorizar a presença indígena na paisagem cultural da Capital e no Estado de São Paulo; 3) Reconhecer os direitos e da autonomia de povos originários; 4) Tratar a museologia sob a ótica indígena, abordando equívocos coloniais sobre as diferentes culturas dos povos originários, suas crenças, culturas e línguas; 5) Valorizar ações educativas e com acessibilidade, propondo espaços interculturais de encontros entre os povos indígenas e não-indígenas, um acolhimento e diálogo com públicos diversos, compartilhando mensagens, ideias, saberes, conhecimentos, filosofias, músicas e as artes; 6) Fortalecer e comunicar as histórias e memórias de resistência e resiliência indígenas, as produções artísticas, intelectuais e tecnológicas dos diversos povos e etnias indígenas de São Paulo; 7) Preservar e divulgar o patrimônio histórico e patrimônio etnográfico indígena, em especial o legado de povos do oeste paulista, além dos demais povos originários presentes no Estado, com responsabilidade e qualidade em nossos espaços; 8) Promover a reflexão crítica sobre valores humanos e cidadania; 9) Respeitar à vida e às pessoas, sem distinção por características individuais; 10) Valorizar o desenvolvimento emocional, cognitivo e social das pessoas; 11) Propor ações de sustentabilidade ambiental local; 12) Fomentar a criação de acervos; 13) atuar com ética, economicidade e transparência no emprego de recursos públicos e privados e, 14) Atender aos objetivos dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Os custos apresentados na planilha orçamentária são compatíveis com as dimensões do projeto e com os valores praticados no mercado.

Especificação técnica

Exposição "Indígenas do Brasil".Em abril de 2024, o Núcleo de Ações Educativas, juntamente com o Centro de Pesquisa e Referência e o Centro de Formação do Museu das Culturas Indígenas (MCI), iniciou um processo de pesquisa tendo em vista a criação da próxima exposição, a ser inaugurada no ano de 2026, com título provisório “Indígenas do Brasil”. O processo iniciado pretende promover e fortalecer a formação de pesquisadores indígenas, propondo ações, atividades e reflexões que possam conduzir a pesquisa e o levantamento de materiais e dados estatísticos. Para tanto, foi proposto como eixo inicial estudos sobre os biomas brasileiros e os povos indígenas que neles habitam.Festa Literária Ayvu Nhevaitim - 2ª Edição (2026)No mês de novembro o Museu das Culturas Indígenas realiza a Festa Literária “Ayvu Nhevaitim”, que contará com 5 dias de atividades com uma programação diversa, composta por rodas de conversas com autores indígenas, oficinas culturais ligadas às temáticas indígenas, saraus, espetáculos culturais, sessões de contação de histórias tradicionais e mediações educativas para grupos escolares. O evento também contará com uma feira de livros destinada a exposição do trabalho de editoras e coletivos indígenas.A Festa Literária Ayvu Nhevaitim ("Palavras Semeadoras", em Guarani) é um evento anual realizado pelo Museu das Culturas Indígenas (MCI)."Feira Tembiapó: Artes Manuais dos Povos Originários"Fomentar a economia criativa indígena por meio da realização de feiras regulares de artesanato, integradas a ações formativas que fortaleçam a cadeia produtiva da cultura material dos povos originários.Realizar 9 edições da feira em 2026, atendendo diretamente 90 artesãos indígenas.Oferecer 90 vagas em oficinas práticas de técnicas tradicionais (10 por edição).Realizar 10 palestras sobre economia criativa, gestão e comercialização, abertas ao público e aos artesãos.Justificativa: • Geração de Renda e Autonomia.• Salvaguarda do Patrimônio Imaterial.• Formação e Profissionalização.• Missão do MCI: Executa na prática a missão do Museu de ser um centro de articulação e fortalecimento das culturas indígenas, indo além da exposição e agindo como agente de desenvolvimento socioeconômico-cultural.• Acesso e Democratização: Ao ser gratuita para o público, a feira quebra barreiras econômicas e sociais, permitindo um diálogo direto e democrático entre os povos originários e a sociedade urbana."Mapping das Origens: A Alma Indígena Iluminando São Paulo"Serão 7 dias de espetáculo de projeção mapeada na fachada do Museu das Culturas Indígenas.Para a realização das projeções serão necessários os equipamentos listados abaixo:Projetor de alta potência + Player de Mídia;Canhão de Raio Laser;Gerador de energia;Andaimes;House mix (controlador de luz).Qualificação do acervo museal "Xingu" - Casa Amarela: Por Uma Museologia Descolonial e Dialogada.Para a realização deste projeto, serão realizadas duas grandes viagens compostas por duas comitivas, de até 25 pessoas/pesquisadores, representantes dos povos indígenas do Estado de São Paulo para o Xingu e de representantes dos povos indígenas do Xingu para São Paulo.Transporte durante 15 a 20 dias (ida e volta), para a comitiva de 25 pessoas/pesquisadores dos povos indígenas do Estado de São Paulo até os 16 povos indígenas do Xingu;Transporte durante 15 a 20 dias (ida e volta), para a comitiva de 25 pessoas/pesquisadores dos 16 povos indígenas do Xingu até o Museu das Cultura Indígenas em São Paulo e visitas às aldeias e comunidades locais;Produção audiovisual (até 25 minutos);Produção de catálogo impresso - tiragem 3.000 para distribuição gratuita.Curso “Curadoria Indígena”Plano Pedagógico: 8 aulas de 4 horas cada, totalizando 32 horas de curso.Conteúdo: 1) Introdução (1.1 O que é o ofício da curadoria; 1.2 Histórico da curadoria Indígena; 1.3 O que faz um boa curadoria?); 2) Curadoria Indígena em Museus e relações institucionais; 3) Curadoria Coletiva Indígena em Museus; 4) Curadoria e o educativo de Museus; 5) Curadoria Audiovisual; 6) Exercício de curadoria; 7) Exercício de curadoria; 8) Encerramento. Curso “Arte Indígena Contemporânea”Plano Pedagógico: 10 aulas com carga horária total de 32 horas.Curso ministrado por especialistas nos temas a serem convidadosConteúdo: 1) Introdução - Arte Indígena - Tradição e práticas contemporâneas; 2) Arte, memória e o uso de diferentes suportes/linguagens artísticas; 3) Releituras e subversões; 4) Ativações, performances e atuações; 5) As artes do povo e as artes nas exposições; 6) Arte como luta contra o apagamento das identidades; 7) Pinturas murais, digitais e arte de rua; 8) Encerramento. Curso “Temáticas Indígenas para a Educação”Plano Pedagógico: Realização de 4 (quatro) cursos de 50 horas cada, para um público total de 120 educadores, ministrado por mestres indígenas, com encontros presenciais e uma vivência em território indígena por curso. Sobre o Curso: Formato: presencial com aulas e vivência (37h), pesquisa e leitura (8h), elaboração de trabalho final (5h). MÓDULO 1 - Introdução às Temáticas das Culturas Indígenas - Vivências e VisõesMÓDULO 2 - História, Colonização e Presença das Culturas Indígenas nas Culturas Regionais e Nacional (carga horária - 6h) MÓDULO 3 - Cosmovisões, Modos de Viver em sua Diversidade (carga horária - 6h)MÓDULO 4 - Modos de Aprender e de Crescer (carga horária - 6h)Centro de Mídia Indígena - Estúdio de Narrativas AudiovisuaisO Centro de Mídia Indígena contará com uma estação técnica dedicada à edição e ao processamento dos materiais audiovisuais e sonoros, equipada com computador de alto desempenho, monitores profissionais e interfaces para conexão de múltiplos dispositivos. Esta ilha de edição será responsável pela pós-produção dos conteúdos gravados, incluindo montagem, mixagem, correção de cor, legendagem e finalização dos materiais. Também será estruturado um centro de armazenamento digital, com sistema de organização e backup dos arquivos brutos e finalizados, utilizando HDs internos de alta capacidade, dock de múltiplas baias e estrutura física segura para armazenamento de longo prazo. O Centro de Midia Indígena desenvolverá as seguintes atividades:Gravação de videocasts MCICaptação e edição de vídeo depoimentos de história oralCaptação e edição de vídeo documentáriosGestão e armazenamento de galeria de imagensAtividades práticas para cursos de formação em audiovisual5.5. Fluxo de ProduçãoFestival de Dança e Canto Indígena do Oeste PaulistaO Festival de Cantos e Danças Indígenas do Oeste Paulista é um evento com foco na promoção, valorização e salvaguarda das manifestações culturais dos povos Kaingang, Krenak, Terena e Guarani Nhandewa, originários das Terras Indígenas Vanuíre, Icatu e Araribá, situadas no centro-oeste do Estado de São Paulo. Se propõe a realizar as oficinas:“Saberes nas Mãos: Artesanato em Miçangas e Sementes”;“Grafismos que Contam: Pintura Corporal e Significados”; “Sons da Floresta: Música, Flautas e Cantos Sagrados”; “Tecendo Histórias: Tecelagem e Narrativas de Ancestralidade”; “Brincadeiras e Cantigas Indígenas”; “Contar para Existir: Mitologias e Narrativas Orais”; “Corpo que Dança, Terra que Canta: Danças Rituais e Simbologias”.Após a realização das oficinas, será apresentada a Exposição “Onde a Terra Dança: Memórias e Saberes dos Povos do Oeste Paulista”. Publicação da obra literária “Narrativas”Serão realizadas oficinas de coleta, reescrita e adaptação lúdica de histórias tradicionais com representantes indígenas da Terra Indígena Vanuíre, resultando na obra final.Produção de livro ilustrado com narrativas tradicionais da etnia Krenak;Produção de ilustrações pelos artistas indígenas;Realização de oficinas de coleta, reescrita e adaptação lúdica de histórias tradicionais.ETAPASEtapa 1 – Oficinas de Contação e ReescritaEtapa 2 – Produção das IlustraçõesEtapa 3 – Edição e Diagramação do LivroEtapa 4 – Impressão e Distribuição

Acessibilidade

As ações da ACAM Portinari que serão realizadas nas sedes dos museus referidos irão se valer das medidas de acessibilidade física, sensorial e cognitiva já implantadas nas edificações, exposições e atividades educativas. Em todos esses museus, existem intervenções físicas e materiais, como rampas para superar degraus, pontos de descanso, cadeiras de rodas, exibições em dimensões adequadas e materiais táteis, além de educadores com treinamento específico que facilitam o livre acesso, permanência e autonomia de idosos, pessoas com mobilidade reduzida e pessoas com deficiência, em conformidade com a Lei nº 13.146, de 2015 e o Decreto nº 9.404, de 2018. As demais iniciativas preveem legendagem e intérpretes de LIBRAS, quando houver público PCD inscrito, a ser providenciado junto à equipe de apoio dos Museus e demonstrado por meio de relatório executivo.

Democratização do acesso

Os inscritos em todas as ações de formação previstas no Plano de Atividades de 2026, fomentadas por recursos incentivados da PRONAC, têm participação gratuita garantida. O Museu Histórico-Pedagógico Índia Vanuíre tem como política a gratuidade integral no ingresso; O Museu das Culturas Indígenas oferece um dia grátis por semana e pratica o preço popular de R$15,00 o ingresso inteiro. O Museu das Culturas Indígenas cobra o ingresso popular de: R$15,00, o ingresso integral R$7,50 a meia-entrada nas: terças, quartas, sextas, sábados, domingos e oferece gratuidade às quintas-feiras. Portanto, haverá cobrança de ingresso apenas na atividade prevista no programa: Cantos de Povos Indígenas (apresentações musicais) - Museus e Memórias - Espaços Museais. As medidas adotadas atendem ao art. 28 da IN nº 01/2023, nos incisos: II - ampliar a meia-entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27; Conforme previsto na ação: Exposição Indígenas do Brasil, que amplia meia entrada a todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis. Também está previsto que os ingressos gratuitos serão oferecidos aos familiares acompanhantes (parentes) dos indígenas que irão se apresentar, e que eventualmente não participam do espetáculo, como é da tradição dos povos indígenas e também para os membros do Conselho Aty Mirin, que exercem suas atividades como voluntários (buscando convergir as apresentações com as datas de abertura ou encerramento Seminários de Formação Patrimonial do Conselho Indígena Aty Mirim), otimizando assim as despesas de transporte e deslocamento do das aldeias até o Museu e promovendo a integração do Conselho com as diversas etnias e povos. VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Conforme previsto nas ações: 2.Contrapartida Social: Curso “Curadoria Indígena; Curso “Arte Indígena Contemporânea” e Curso “Temáticas Indígenas para a Educação”.

Ficha técnica

1. ACAM PORTINARIAngélica Policeno Fabbri: Responsável pela coordenação geral do Plano Anual de Atividades 2026: Museu das Culturas Indígenas e Museu Histórico e Pedagógico Índia Vanuíre. Museóloga com MBA em Gestão de Bens Culturais pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo, especialização em arte educação e museus pela ECA/USP e graduação em Letras. Responsável, de 1984 a 2008, pelo Museu Casa de Portinari em Brodowski, SP. Desde 2009, é diretora executiva da Associação Cultural de Apoio ao Museu Casa de Portinari que atua na gestão de museus e em atividades culturais e de preservação patrimonial. Responsável pelas atividades museológicas dos Museus Casa de Portinari, Índia Vanuíre e Felícia Leirner.Luiz Antonio Bergamo - Coordenação administrativa financeira do Plano Anual 2025. Graduado em Gestão Financeira pelo Claretiano - Centro Universitário de Batatais. Desde 2008, é diretor administrativo financeiro da Associação Cultural de Apoio ao Museu Casa de Portinari que atua na gestão de museus, atividades culturais e de preservação patrimonial.MUSEU DAS CULTURAS INDÍGENASDavidson Panis Kaseker - No Museu das Culturas Indígenas, Davi exerce o cargo de Gerente de Unidade. Mestre em Museologia (PPGMUS-USP), Graduado em Letras (USP). Especialista em Administração de Empresas (FAAP), em Gestão Estratégica da Sustentabilidade (FIA) e em Gestão e Política Cultural (Universidade de Girona - ES/Itaú Cultural). Foi Secretário da Cultura e Turismo da Prefeitura Municipal de Itapeva (2007-2012) e membro do Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo Condephaat (2019-2020) Diretor do Grupo Técnico de Coordenação do Sistema Estadual de Museus de São Paulo (SISEM-SP, 2013 - 2021).Clarice Josevânia da Silva - Nascida na aldeia Pankararu Brejos dos Padres, em Pernambuco, é formada em Serviço Social pela PUC-SP. Atuou como Mestra de Saberes no Museu das Culturas Indígenas e atualmente atua como Supervisora e programação. É moradora e articuladora da comunidade Pankararu no Real Parque, e em 2017 começou a atuar na Associação SOS Comunidade Indígena Pankararu, realizando planejamentos, projetos, organizando documentos formais e financeiros, produzindo portfólios e estabelecendo parcerias. Atuou no Conselho Estadual dos Povos Indígenas de São Paulo, de 2017 a 2020, no enfretamento e combate ao racismo institucional e direitos básicos aos povos indígenas de contexto urbano. Desde 2018 é presidente da Associação, onde realiza um trabalho de articulação com outras comunidades Pankararu, nas áreas da educação, cultura e saúde, encabeçando projetos culturais e voltados à segurança alimentar.Leandro Pires Gonçalves (Karaí) - Supervisor de Comunicação no MCI. Atualmente cursando mestrado em Psicologia Experimental no Departamento de Psicologia Experimental do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (PPG-PSE-IPUSP). Bacharel em Letras - Português e Espanhol (2020) pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH-USP). Foi bolsista do Projeto Unificado de Bolsas da Pró-Reitoria de Graduação da Universidade de São Paulo no serviço Rede de Atenção à Pessoa Indígena (Rede Indígena), situado no Departamento de Psicologia Experimental do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, Brasil, participando mais especificamente dos projetos: Psicologia e relações de cuidado na atenção a pessoas e comunidades indígenas (2018-2019); Cultura e Extensão na Casa de Culturas Indígenas da USP (2019-2020) e no projeto Encontros Interétnicos: Compartilhamento de Brincadeiras e Práticas Culturais na Casa de Culturas Indígenas da USP (2020-2021). Foi monitor do curso de extensão Nhembo'e'a Ara Pyau/Ymã: Curso de Língua e Cultura Mbyá Guarani", desde 2019. É atual Representante Discente da Pós-Graduação na Congregação do Instituto de Psicologia da USP.Camila Gauditano – Supervisora do CPR – Centro de Pesquisa e Referência do Museu das Culturas Indígenas, é graduação em Ciências Sociais (Puc-SP- 1998) e mestrado em Antropologia Social (USP-2007). Trabalhou como assessora pedagógica no Projeto Urucum Pedra Brilhante, de formação de professores indígenas na Terra Indígena do Xingu, entre 2001 a 2006, pelo Instituto Socioambiental (ISA). Como profissional autônoma trabalhou nas áreas de antropologia e educação através de instituições como ISA, Unifesp, Funai, Secretarias de educação, etc. Realizou pesquisa iconográfica do Almanaque Xingu e produziu a exposição Xingu 50 anos na Cinemateca Brasileira (2011). Coordenou o projeto Nosso Paraitinga: Diálogos Roda D´Água, através da Oscip Akarui (2016-2020), que envolveu todas as escolas municipais de São Luiz do Paraitinga na realização de estudo do meio e educação ambiental. Desde 2024 é supervisora do Programa de Acervos e Centro de Pesquisa e Referência no Museu das Culturas Indígenas.MUSEU HISTÓRICO E PEDAGÓGICO ÍNDIA VANUÍRETamimi David Rayes Borsatto: Coordenará as atividades previstas para o MIV. Gerente de Unidade, é formada pela Escola Normal Livre Nossa Senhora Auxiliadora, das Irmãs Salesianas, em Tupã/SP. Professora Normalista. Aprovada em Geografia pela Campanha de Aperfeiçoamento e Difusão do Ensino Secundário do MEC (C.A.D.E.S). Fez o curso de Pedagogia até o 3º Semestre, na FAFIT. Fez o curso de Educação Infantil na Escola Normal Nossa Senhora Auxiliadora, Tupã/SP. Atuou no Museu Histórico e Pedagógico Índia Vanuíre como comissionada da Secretaria da Educação para a Cultura durante 07 anos (1980 a 1987). Em 1989 atuou no Museu Histórico e Pedagógico Índia Vanuíre como diretora. Desde 1º de agosto de 2008, o Museu passou a ser gerido pela ACAM Portinari, atuando como Gerente da Unidade.Gabriela da Silva Sanches Delboni - Graduada em Psicologia e Pedagogia. Técnico em Recursos Humanos, cursando graduação em Administração. Atua no Museu Índia Vanuíre desde 2014, anteriormente no Núcleo de Educação e atualmente no Núcleo de Administração.Gessiara Goes de Lima: Graduada em Letras e Administração de Empresas. Atua no Museu Índia Vanuíre desde 2010, anteriormente no Núcleo de Educação e atualmente no Núcleo de Programação.Isaltina Santos da Costa Oliveira: Doutoranda em Comunicação, Mestre em Ciências. Graduada em Letras e Pedagogia. Pós-Graduada em Psicopedagogia Educacional e Empresarial. Atua no Museu Índia Vanuíre desde 2013, anteriormente no Núcleo de Educação e atualmente no Centro de Pesquisa e Referência.Bruno Marqueti de Lima: Graduado em Publicidade e Propaganda e atua como Assistente de Comunicação no Museu Índia Vanuíre.Suelen Amanda Rodrigues: Cientista Social formada pela UNESP e mestranda na mesma instituição. Atua no Núcleo Educativo do Museu Índia Vanuíre.Lilian Budaibes Zorato - Graduada em Direito e Letras. Atua no Museu Índia Vanuíre desde 2013, no Núcleo de Educação.Luís Fernando Marques - Graduado em História, Geografia e Pedagogia. Atua no Museu Índia Vanuíre desde 2014, no Núcleo de Educação.Raquel Maria Fonseca Miguel Sapag de Luna - Graduada em Ciências Biológicas. Atua no Museu Índia Vanuíre desde 2008, no Núcleo de Acervo, como Assistente de Acervo (Documentação).Uiara Potira Ribeiro - Pós-Graduada em Libras e Metodologias de Ensino para alunos surdos. Graduada em Letras e Pedagogia. Atua no Museu Índia Vanuíre desde 2013, no Núcleo de Educação.Valquíria Cristina Martins - Doutoranda e Mestre em Ciências. Pós-Graduada em Psicopedagogia Educacional e Empresarial, Pós-Graduada em Libras e Metodologias de Ensino para alunos surdos. Graduada em Pedagogia. Atua no Museu Índia Vanuíre desde 2010, no Núcleo de Educação.Viviani Micheli Gonela Bononi Justino - Pós-Graduada em Educação Especial Inclusiva. Graduada em Pedagogia. Atua no Museu Índia Vanuíre desde 2010 no Núcleo de Acervo, como Assistente de Acervo (Conservação preventiva).

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2026-12-31
Locais de realização (11)
Palmeira dos Índios AlagoasManaus AmazonasPorto Seguro BahiaGoiânia GoiásBarra do Garças Mato GrossoCuiabá Mato GrossoMiranda Mato Grosso do SulPorto Alegre Rio Grande do SulBrodowski São PauloSão Paulo São PauloTupã São Paulo