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PRONAC 257473Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

CABEÇA (um documentário cênico) - Circuito Sul

COMPLEXO DUPLO PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 800,1 mil
Aprovado
R$ 800,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-01-01
Término
2026-07-01
Locais de realização (5)
Curitiba ParanáLondrina ParanáPelotas Rio Grande do SulPorto Alegre Rio Grande do SulFlorianópolis Santa Catarina

Resumo

Realização de circulação do espetáculo teatral "CABEÇA (um documentário cênico)", com itinerância em todos os estados da Região Sul.

Sinopse

CABEÇA (um documentário cênico) - Oito artistas em cena, numa formação que alude a uma banda de rock, executam todas as canções do álbum Cabeça Dinossauro, dos Titãs, permeadas por histórias pessoais que desenham um painel dos acontecimentos emblemáticos nacionais e mundiais dos anos 1980 e dialogam com imagens e referências do Brasil e do mundo nos tempos atuais. GÊNERO: Teatro Documentário DURAÇÃO: 1h50 (com intervalo de 10 min) CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 16 anos

Objetivos

OBJETIVO GERAL:- Realização de circulação do espetáculo teatral "CABEÇA (um documentário cênico)" em todos os 3 estados da Região Sul do Brasil, percorrendo 5 cidades e totalizando 10 apresentações, sempre gratuitas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:- Oferecer entrada franca ao público em todas as 10 apresentações da circulação, com o intuito de promover amplo acesso ao produto cultural.- Garantir que todas as 10 sessões da circulação sejam acessíveis para o público PCD.- Comemorar os 10 anos da montagem CABEÇA (um documentário cênico) e homenagear os 40 anos do disco Cabeça Dinossauro, dos Titãs.- Mobilizar memórias, sensibilidades e reflexões do público por meio de uma experiência artística potente. - Revisitar criticamente temas relevantes do Brasil, como democracia, juventude, violência, família, desigualdade e liberdade de expressão.- Alcançar a máxima quantidade de espectadores conforme a capacidade dos teatros de realização. - Entregar uma produção de excelente qualidade artística e técnica, com renomados profissionais em todas as áreas.

Justificativa

O espetáculo "CABEÇA (um documentário cênico)" foi concebido a partir das canções do álbum Cabeça Dinossauro (1986), da banda Titãs, e seu forte posicionamento frente a questões como o Estado ("Polícia", "Estado Violência"), a religião ("Igreja"), o capital ("Dívidas" e "Homem Primata") e a suposta família tradicional ("Família"). A montagem, que tem idealização, dramaturgia e direção assinadas por Felipe Vidal, estabelece diálogo com o gênero Teatro Documentário contemporâneo e navega por dois tempos: 1986 e os dias atuais. O elenco é formado por oito artistas, tal qual a formação original dos Titãs. A dramaturgia integra fatos históricos nacionais e mundiais junto a memórias dos atores, que nos anos 80 eram adolescentes descobrindo a vida através da lente do rock nacional. As cenas são entrelaçadas pelas músicas de Cabeça Dinossauro, todas executadas ao vivo na mesma sequência do álbum e, assim como o vinil, dividem-se em LADO A e LADO B - primeiro e segundo atos da peça. "CABEÇA (um documentário cênico)" estreou em 2016, no Teatro Sesc Ginástico (Rio de Janeiro) _ ano em que o disco Cabeça Dinossauro completou 30 anos. Na 29ª edição Prêmio Shell RJ, o espetáculo foi vencedor na categoria melhor música e recebeu a indicação de melhor autor. Foi vencedor do 6º Prêmio Questão de Crítica e indicado ao 11º Prêmio APTR RJ, nas categorias melhor autor e melhor música, e ao Prêmio Cesgranrio 2016, nas categorias melhor texto e melhor direção musical. Ao longo de quase 10 anos de estrada, já foi assistido por mais de 30 mil espectadores, percorreu 25 cidades e 9 estados brasileiros, além e 6 temporadas realizadas na capital carioca. Nesta trajetória de sucesso de público e crítica, o espetáculo também foi visto e amplamente elogiado pelos integrantes da banda Titãs como Charles Gavin, Branco Mello e Tony Bellotto. O presente projeto comemora os 10 anos da montagem "CABEÇA (um documentário cênico)" e presta homenagem aos 40 anos do emblemático disco Cabeça Dinossauro e aos Titãs. Além de apresentar um espetáculo teatral consagrado, a proposta busca ativar uma experiência artística potente, capaz de mobilizar memórias, sensibilidades e reflexões. Ao revisitar criticamente o Brasil, a peça mantém vivos os debates sobre democracia, juventude, violência, família, desigualdade e liberdade de expressão.

Estratégia de execução

Beneficiários das passagens (nome e/ou função no projeto):1. Luiz Felipe Garcia Vidal - Elenco, Direção2. Guilherme da Veiga Stutz - Elenco3. Guilherme Silva Miranda - Elenco4. Leonardo Corajo da Rocha Pereira - Elenco5. Luciano Vicente Moreira - Elenco6. Luis Felipe Antello Vieira / Maurício Chiari da Silva - Elenco7. Luiz Carlos Lucas de Gouvêa Junior - Elenco8. Sergio Luiz Lima de Medeiros - Elenco9. Produtor(a)10. Operador(a) de som11. Operador(a) de luz12. Operador(a) de vídeo13. Camareiro(a)» Ocasionalmente, será prevista a participação de um profissional da equipe de acessibilidade nos deslocamentos do grupo.

Especificação técnica

RIDER DE SOM:01 – Console Digital PAMínimo de 32 canais e 16 auxiliares.Modelos: Yamaha CL3, M7CL ou LS9-32.Uso: PA e monitor.Observação: É essencial que tenha ótima iluminação.XX – MicrofonaçãoConforme input list abaixo.Necessários 07 pedestais para todos os microfones (exceto os da bateria).01 – Sistema de PAConforme especificações acima.03 – Monitores de chãoModelos: FZ Áudio 102 HPA, EAW SM 400.05 – Monitores de chãoModelo: FZ Áudio 108 HPA.01 – CD PlayerModelo: CDJ 200 ou superior.02 – Sistemas de microfone sem fio tipo bastãoModelos: Shure SLX ou ULX com cápsula Beta58.Alternativa: Sennheiser Evolution EW100-G3 ou superior.03 – Sistemas sem fio com cabo P10 (para instrumento)Modelos: Shure SLX ou ULX.Alternativa: Sennheiser Evolution EW100-G3 ou superior.02 – Amplificadores de guitarraMínimo: 40W RMS, com 1 falante de 12".Modelos: Fender The Twin, HotRod DeVille, HotRod DeLuxe; Peavey Classic 50; Laney LC-50; Marshall JCM-900 (combo).01 – Amplificador de baixoPotência mínima: 350W RMS.Caixa: 1x18" (original do fabricante).Modelos: Hartke HA 3500, GK 400RB ou equivalente.01 – Bateria completaItens: bumbo (20" ou 24"), caixa, 3 tons (12", 14", 16"), estante de caixa, máquina de contratempo, 3 estantes de pratos, pedal de bumbo e banco.Marcas: Tama, Pearl, Yamaha, Ludwig.01 – Ponto de energia elétrica próximo à mesa de PAEspecificação: 127 volts, 15A estabilizados.01 – Pontos de energia elétrica no palcoEspecificação: 127 volts, 25A estabilizados (conforme mapa). RIDER DE LUZ:22 – Fresnel 1000W14 – PC 1000W12 – PAR #527 – ETC Source Four PAR #2 ou PAR 64 #1 (220V)20 – ETC Source Four Zoom 15º–30º06 – Mini Bruts (4 lâmpadas cada, em dois circuitos)01 – Mesa de luz ETC Express 72/14401 – Máquina de fumaça DMX07 – Torres laterais (2,5m de altura)06 – Extensores com garra para vara de luzVariação entre 1m e 2m.16 – Íris para ETCGarras e cabos de segurançaPara todos os refletores.Cabos de energia, sinal e demais equipamentos necessáriosPara montagem completa. RIDER DE VÍDEO:01 – ProjetorCompatível com o espaço (preferencialmente mínimo de 4000 ANSI lumens).Inclui suporte e cabo HDMI com comprimento suficiente para ligar o projetor até a cabine (junto à operação de luz).01 – Ciclorama branco ou telaAproximadamente 4x3m (ajustar conforme o tamanho do teatro). DESCRIÇÃO DO CENÁRIO:Composto por 02 volumes (cases com rodas), totalizando 115kg.Medidas de cada case: Profundidade 0,60m X Altura (com rodas) 0,47m X Largura 1,18mNecessidades adicionais: 02 carregadores para movimentação da carga.

Acessibilidade

PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICASA presente proposta está alinhada com o Manual de Acessibilidade em Eventos Presenciais, do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (2025) e atende às principais condições de acessibilidade e recursos de tecnologia assistiva, conforme o perfil do produto cultural. Todas as apresentações do projeto serão realizadas visando à inclusão de pessoas com deficiência Física, Visual, Auditiva, Intelectual, Psicossocial e Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), de modo a contemplar:I - No aspecto arquitetônico » Realização das atividades prioritariamente em locais com estrutura adequada, como corrimãos, rampas, banheiros adaptados, iluminação apropriada e plateia com reserva de espaços para pessoas com deficiência física, mobilidade reduzida ou idosas.II - No aspecto comunicacional e de conteúdo do projeto » Audiodescrição para inclusão de pessoas com deficiência visual; » Interpretação em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para inclusão de pessoas com deficiência auditiva; » Monitoria de profissional capacitado para auxiliar pessoas com deficiência intelectual, psicossocial e Transtorno do Espectro do Autismo (TEA).III - No aspecto de comunicação e divulgação acessíveis do projeto » Disponibilização de materiais digitais em formatos acessíveis, contendo informações sobre as medidas de acessibilidade das ações a serem executadas, com uso de Linguagem Simples e recursos de acessibilidade como legendas, audiodescrição e interpretação em Libras.

Democratização do acesso

O projeto propõe realizar todas as apresentações gratuitas, com o intuito de promover amplo acesso da população ao produto cultural igualmente em todas as cidades da itinerância.

Ficha técnica

Dramaturgia e direção: FELIPE VIDAL*Elenco: FELIPE ANTELLO / MAURÍCIO CHIARI, FELIPE VIDAL*, GUILHERME MIRANDA, GUI STUTZ, LEONARDO CORAJO, LUCAS GOUVÊA, LUCIANO MOREIRA, SERGIO MEDEIROSDiretor assistente: RAFA SIEGDireção musical: LUCIANO MOREIRA E FELIPE VIDALDireção de movimento: DENISE STUTZIluminação: TOMÁS RIBASFigurinos: FLAVIO SOUZACenografia: FELIPE VIDAL*Videografismo e programação visual: EDUARDO SOUZA (PAVÊ)Interlocução dramatúrgica: DANIELE AVILA SMALLAssistência de direção: TAINÁ NOGUEIRADireção de produção: LUÍSA BARROSRealização: COMPLEXO DUPLO**Proponente - Complexo Duplo: atividades de Coordenação | Sócio - Felipe Vidal: atividades de Dramaturgia, Direção, Cenografia e Atuação | Sócia - Daniele Avila Small: atividades de Interlocução Dramatúrgica. FELIPE VIDAL - Dramaturgia, direção, cenografia e elencoDiretor de teatro, ator, professor e preparador de elenco. Formado pela CAL e cursou direcão teatral na UFRJ, é fundador do coletivo Complexo Duplo e criador da plataforma internacional Complexo Sul. Dirigiu 33 peças desde 1995, com foco na dramaturgia contemporânea, sendo pioneiro na encenação de Sarah Kane e Anthony Neilson no Brasil. Entre seus trabalhos estão O Rei da Vela, Purificado, Sutura, Rock’n’Roll e a Trilogia Paramusical. Recebeu o Prêmio Shell e o Prêmio Questão de Crítica por Cabeça (um documentário cênico), além de diversas indicações por direção, autoria e música. Atua como preparador de elenco desde 2013 em séries como Cangaço Novo, Segunda Chamada, Magnífica 70 e Raul Seixas: Eu Sou, além do longa Corrida dos Bichos. Como ator, participou de mais de 20 peças, filmes e séries. É professor na CAL e já lecionou na ESPM, tendo também dirigido o Teatro Gláucio Gill na Ocupação Complexo Duplo.FELIPE ANTELLO - ElencoÉ músico formado pela Universidade do Rio de Janeiro. Atuou em diversas montagens e se apresentou em diferentes regiões do país, com destaque para os espetáculos A Farsa do Boi Cheiroso (2002), A Cigarra e a Formiga (2004), Os Mamutes (2012), Contra o Vento (2015) e Cabeça – Um Documentário Cênico (2016). Além de sua trajetória como músico, Felipe é iluminador cênico profissional desde 2005. Trabalhou ao lado de grandes nomes da iluminação nos cenários carioca e nacional, como Aurélio de Simoni, Renato Machado, Paulo César Medeiros, Maneco Quinderé, Felício Mafra, Vilmar Olos, Cesar Pivetti, Luis Paulo Neném, entre outros.GUILHERME MIRANDA - ElencoCom formação múltipla teatral, musical e dramatúrgica, mestrando em Artes Cênicas pela UNIRIO. Escreveu peças, libretos de ópera e concertos didáticos encenados dentro e fora do Rio de Janeiro como: "Elefante"(indicado ao prêmio CBTIJ para Trilha Sonora Original 2023), “Neurótica” e "Amar é o Crime Perfeito"(indicado ao prêmio Cenym para melhor trilha sonora 2019). Também fez a direção artística e musical de espetáculos como "Ô, Abre a Roda", "Bibliotecas do Mundo", “Brincantes do Brasil”, "Onde Moram os Livros?", “Mulheres Artistas”, “Eu Conto essa História”. Com a Cia. COMPLEXO duplo atuou em “Contra o Vento - um musicaos”, "Cabeça - Um Documentário Cênico” (ganhador do Shell de melhor música e “ Dois Mundos”. Junto à Julia Schaeffer coordena o projeto Roda de Palhaço desde 2016 levando palhaços profissionais a 3 hospitais públicos.GUI STUTZ - ElencoAtor, músico e criador cênico com 25 anos de trajetória profissional marcada pela fusão entre teatro, música e performance. Fundador da banda Dona Joana, atuou e tocou no musical Contra o Vento (2015) e no premiado CABEÇA – Um documentário cênico (Shell de Melhor Música, 2016). Criador do Coletivo pernAlta, grupo que produziu e atuou em Bora Brincar e Piattofatto, com temporadas na Caixa Cultural Fortaleza, SESC-SP e SESC Pulsar (2024). Criou e interpretou o monólogo infantil A Máquina do Tempo (2020), indicado ao prêmio de melhor desenho de som no XVI Festival Internacional de Teatro da Amazônia. Em 2024, lançou o EP Filosofia Barata e foi músico convidado do TEDx Petrópolis. Foi diretor de harmonia do bloco Orquestra Voadora no Carnaval 2025, reunindo mais de 100 mil pessoas no Aterro do Flamengo. Seu trabalho solo, Gui Stutz e a Filosofia Barata, integrou a programação do Rock The Mountain 2025.LEONARDO CORAJO - ElencoAtor, professor, diretor, poeta e dramaturgo. Formado pela CAL e pós-graduado em Literatura Portuguesa pela UERJ é um artista com 30 anos de trajetória profissional. É ator e dramaturgo da companhia Complexo Duplo, atuando nos espetáculos Dois [Mundos], Catarse [uma paraópera] e Cabeça [um documentário cênico] – contemplado com o Prêmio Shell de melhor música em 2016. Ë integrante da Companhia Teatro de Extremos e, com a Sutil Cia. de Teatro, atuou e escreveu o espetáculo Que mundo deixaremos para Keith? Fundou a Cia. Dragão Voador Teatro Contemporâneo e, com a peça As horas entre nós, foi indicado ao Prêmio Questão de Crítica como Ator, em 2013. É professor e diretor artístico do Instituto Teatro Novo, companhia de teatro com atores com síndrome de down e espectro autista.LUCAS GOUVÊA - ElencoÉ ator e professor formado pela CAL em 1996. Atuou em inúmeros espetáculos, entre os quais “As Criadas”(2004), “O que nos resta é o silêncio”(2006), “Manifesto Ciborgue”(2008), “Amerika” (2012), “As horas entre nós”(2013) e “O animal que ronda” (2018) de Joelson Gusson. “Um quarto de Crime e Castigo”(1999) e “Amores” (2014) de Ivan Sugahara, “Sutura” (2009), “Rock’n’roll”(2009) , “Tentativas contra a vida dela” (2010), “Duplo Crimp” (2011), “Depois da queda” (2012), “Cabeça” (2016) e “Dois(Mundos) de Felipe Vidal, “Ponto de fuga” (2010) de Rodrigo Nogueira, “A morte do pato” (2011) de Renato Carrera, “Duas vezes um quarto” (2014) de Marcelo Pedreira, “Vulgar” (2015) de Miwá Yanagizawa, “Dois amores e um bicho” (2017) de Daniele Farias e "Por elas" de Silvia Monte. Foi indicado ao Prêmio Botequim Cultural 2017 como Melhor Ator Coadjuvante pelo espetáculo “Dançando no escuro”, dirigido por Dani Barros.LUCIANO MOREIRA - Elenco Artista multifacetado do Rio de Janeiro, atuando como ator, compositor, músico e diretor musical. Desde 1995, constrói uma sólida trajetória nos palcos, além de participar de projetos para televisão e cinema, dirigindo, compondo e se apresentando como músico em diversos espetáculos. Nos últimos dois anos, dedica-se à carreira solo, desenvolvendo um projeto autoral cujas composições estão disponíveis nas principais plataformas de streaming, ampliando sua presença e público. Entre seus reconhecimentos estão o Prêmio Shell de Teatro por Melhor Música por CABEÇA - Um Documentário Cênico (2016), indicações ao Prêmio APTR e Cesgranrio, e a indicação ao Prêmio Shell de Melhor Música Original por Contra o Vento - Um Musicaos (2015).SÉRGIO MEDEIROS - ElencoAtor, diretor e produtor teatral, bacharel em Artes Cênicas pela PUC/PR. Atua no teatro, cinema e televisão desde 1991. Em 1995, foi premiado como Ator Revelação do Estado do Paraná. Fundou a Íntima Cia de Teatro. Em 1999, integrou o elenco da peça Alice Através do Espelho, marcando o início de sua trajetória na Armazém Cia de Teatro, no Rio de Janeiro. Entre 2011 e 2014, exerceu a função de Coordenador de Produção da TV Brasil. Em 2016, produziu e atuou nos espetáculos Ludi na Revolta da Vacina (dir. Renata Mizrahi), VIL (dir. Renato Carrera) e Cabeça, um Documentário Cênico (dir. Felipe Vidal). Em 2022, produziu e atuou na peça Que Mundo Deixaremos Para Keith?, com apresentações no Brasil e na Europa. Atualmente, é diretor artístico da Íntima Cia de Teatro e gestor do Teatro Carlos Gomes, no Rio de Janeiro.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.