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PRONAC 257476Autorizada a captação total dos recursosMecenato

A Gente Mira no Amor e Acerta na Solidão

GABRIEL BORTOLINI DE LUCENA PRODUCOES
Solicitado
R$ 972,7 mil
Aprovado
R$ 972,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-12-17
Término
2027-12-17
Locais de realização (2)
Brasília Distrito FederalSão Paulo São Paulo

Resumo

Realizar a montagem e estreia nacional do espetáculo teatral "A GENTE MIRA NO AMOR E ACERTA NA SOLIDÃO", baseado no livro best-seller da psicanalista e professora Ana Suy. Um espetáculo para pensar e se divertir, para várias idades. Classificação: 14 anos

Sinopse

Espetáculo monólogo com Johnny Massaro, "A GENTE MIRA NO AMOR E ACERTA NA SOLIDÃO", baseado no livro best-seller da psicanalista e professora Ana Suy. Classificação indicativa: 14 anos

Objetivos

OBJETIVOS GERAISO projeto tem como objetivo conceber um espetáculo cativante, apto a envolver diversos públicos e fazer pensar, desde os mais jovens até os adultos e idosos, criando uma montagem inesquecível.O projeto é um convite para um grande diálogo sobre temas que atravessam a todos: amor, solidão, encontros e desencontros. Nosso objetivo é alcançar um público amplo, mas especialmente jovens adultos a partir dos 21 anos, que já têm contato com a literatura de Ana Suy e se identificam com a forma como ela aborda os sentimentos humanos. Acreditamos que o teatro pode aprofundar ainda mais esse diálogo, tornando as palavras de Ana ainda mais vivas e próximas de quem as escuta. No palco, o texto ganha novas camadas de interpretação, ritmo e emoção, permitindo que cada espectador se veja refletido ali de maneira única. OBJETIVOS ESPECÍFICOSRealizar a montagem e estreia nacional do espetáculo teatral "A Gente Mira No Amor E Acerta Na Solidão", baseado no livro best-seller da psicanalista e professora Ana Suy. Um espetáculo para pensar e se divertir, para várias idades. Com Jhonny Massaro, direção de Helena Varvaki, coordenação artística de Pablo Sanábio, dramaturgia de Julia Portes e direçãoi de produção de Gabriel Bortolini. Classificação: 14 anos. Serão realizadas 20 apresentações em São Paulo e 2 apresentações em Brasília.

Justificativa

Montar um espetáculo inspirado livremente no livro "A gente mira no amor e acerta na solidão" é uma oportunidade de explorar artisticamente um tema que sempre se renova e se reinventa: o amor. O amor move grandes histórias porque está no centro da experiência humana, atravessando épocas, contextos e transformações. Ele se manifesta em diferentes formas _ romântico, platônico, próprio, efêmero ou duradouro _ e carrega consigo alegrias, dores, encontros e desencontros. No teatro, essa temática ganha ainda mais força, pois permite uma conexão direta e visceral com o público. O livro de Ana Suy serve como um ponto de partida poético para essa jornada cênica. Suas reflexões sobre o amor e a solidão abrem espaço para um diálogo sensível com o espectador, despertando identificação e emoções genuínas. A liberdade de adaptação permite que o espetáculo vá além do texto original, explorando novas linguagens e perspectivas que ampliem seu impacto. Ao trazer essa obra para o palco, o espetáculo não apenas traduz o livro em cena, mas ressignifica seus temas, criando uma experiência única que convida o público a refletir sobre suas próprias vivências amorosas. Assim, o teatro se torna um espelho de nossos anseios e questionamentos, mostrando que, ao mirar no amor, muitas vezes nos deparamos com a solidão _ e é justamente nesse espaço que descobrimos quem somos.O projeto atende o artigo 1º da Lei 8313/91 através de seus incisos:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.Da mesma forma atende ao Artigo 3º da referida Lei, em seu inciso:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.

Especificação técnica

Espetáculo teatral com aproximadamente 70 minutos

Acessibilidade

PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICASAcessibilidade Física: O projeto será realizado em teatro que disponha de medidas de acesso a portadores de deficiência motora, cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. O espaço selecionado será aquele que tiver ferramentas como rampa, corrimão e/ou elevador para facilitar o acesso, banheiros adaptados, lugar reservado na plateia para cadeirantes, estacionamento com vagas reservadas, entre outras.Acessibilidade para PcD visuais: Haverá um cartaz tátil no foyer do teatro com texto descritivo do espetáculo.Acessibilidade para PcD auditivos: Teremos um intérprete de LIBRAS presente em todas sessões.PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIALAcessibilidade Física: As palestras serão realizadas em espaços plenamente adaptados para portadores de deficiência motora, cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Os espaços selecionados serão aqueles que dispuserem de ferramentas como: rampa, elevador, banheiros adaptados, lugar reservado na plateia para cadeirantes, etc.Acessibilidade para PcD visuais: Por se tratar de conteúdo de explanação oral, o conteúdo é automaticamente acessível para cegos e pessoas com baixa visão.Acessibilidade para PcD auditivos: Teremos um intérprete de LIBRAS presente nas duas palestras.

Democratização do acesso

APRESENTAÇÕES TEATRAISHaverá distribuição gratuita de cota de ingressos, conforme plano de distribuição, beneficiando estudantes de escolas públicas, estudantes de teatro, participantes de ONGs, instituições culturais e outros órgãos de comprovado atendimento social. Com esta ação pretendemos viabilizar o acesso de um grupo de pessoas que raramente têm a possibilidade de assistir a espetáculos culturais. Pretendemos realizar parcerias com diversas instituições, para atingir a públicos diferenciados, convidando também instituições ligadas ao público de baixa audição, por conta do serviço disponível de intérprete de libras. Acreditamos que este público tem ainda menos opções de usufruir de produtos culturais.Em atenção ao Art. 28. da IN 1/23, o projeto oferecerá um ensaio aberto, em data a ser combinada, convidando o público a aprofundar a vivência do espetáculo juntamente com o elenco e equipe. Dessa forma atenderemos ao inciso VI e VII:VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;VII - realizar ação cultural voltada ao público joven e estudantil;

Ficha técnica

Johnny Massaro - Idealização e ElencoJulia Portes - DramaturgiaHelena Varvaki - Direção ArtísticaPablo Sanábio - Coordenador ArtísticoGabriel Bortolini - Direção de ProduçãoJohnny Massaro - Idealização e Elenco - Instagram: https://www.instagram.com/johnnyomassaro/ Johnny Massaro é ator, diretor e produtor carioca. Formado em Cinema, iniciou a carreira aos 12 anos. No cinema, participou de mais de 20 produções, trabalhando com realizadores como Selton Mello, Carolina Jabor, Jeferson De, José Eduardo Belmonte e Neville D’Almeida. No teatro, soma mais de 20 montagens, dirigidas por nomes como Monique Gardenberg, Emílio de Mello, Georgette Fadel e Bibi Ferreira, e recentemente dividiu o palco com Elias Andreato em Visitando o Sr. Green. Na televisão, destacou-se em produções da TV Globo como Deus Salve o Rei, Filhos da Pátria, Verdades Secretas 2, Meu Pedacinho de Chão e Terra & Paixão. Como realizador, estreou no Festival do Rio com o curta Depois Quando, exibido em festivais no Brasil e no exterior. Em 2022, dirigiu Nordeste Ficção, filme-show de Juliana Linhares com participação de Zeca Baleiro, e lançou A Cozinha, seu longa de estreia, vencedor do prêmio de Direção no 12º Rio LGBTQIA+ Film Festival e eleito um dos melhores filmes do ano pela revista Bravo! e pela Folha de São Paulo. Em 2025, estará em Máscaras de Oxigênio Não Cairão Automaticamente, série da HBO dirigida por Marcelo Gomes, e em O Filho de Mil Homens, filme da Netflix dirigido por Daniel Rezende. Em 2026, estrelará as séries Delegado (Canal Brasil), produzida por Kleber Mendonça Filho e Emilie Lesclaux, e Emergência Radioativa, uma produção Netflix dirigida por Fernando Coimbra.Julia Portes - Dramaturgia - Instagram: https://www.instagram.com/julia_portes/ Júlia Portes é atriz, escritora e roteirista. Atuou e escreveu nas peças “ É Sobre Você Também” (prêmios de melhor atriz e de melhor texto no Festival de Teatro do Rio), “Essa coisa que a gente não sabe o que é, mas desconfia” e “Felizes Mortos”. Em 2018, viveu a personagem "Lia" na novela "Malhação Vidas Brasileiras". Desde 2020 ministra oficinas de criação e escrita (já orientou mais de 200 pessoas). Já teve um artigo publicado na Folha de São Paulo (2024) e um conto na Antologia Pormenores fruto de um ano de pesquisa ao lado da 35° turma do Prof Assis Brasil. Seu primeiro livro “O céu no meio da cara” foi um dos cinco finalistas do prêmio Jabuti em 2023. O livro está em vias de ser adaptado para cinema. Atualmente, trabalha na peça teatral “Como não ser você mesma”- que começou a ser desenvolvida através do programa Radar Sofia, na Bulgária. A peça já foi apresentada na Bulgária e na Embaixada Brasileira em Berlim. Júlia cursa o Programa de mestrado Artes da Cena na UFRJ.Helena Varvaki - Direção Artística - Instagram: https://www.instagram.com/helenavarvaki/ Formada na Escola de Teatro P. Katsélis e no Studio Teatral de Nellie Karas, Atenas. Pós-graduada em Arte e Filosofia pela PUC-Rio e mestre em teatro pela UNIRIO. Autora do livro ATOR: UM ARTESÃO DE SI MESMO, Editora Cândido, 2022. Dirigiu as peças: Clarice e Nelson – Um recorte a partir de entrevistas com Manoel Prazeres – 2022; Sonhos, Amores e Bufões solo de Carolina Virguez – 2006; Te amo nessa escuridão – 2006; Uma interdição Habita em Mim – 2006; Sonhos de um Matrimonio com Flavio Rocha – 2004; Entre o céu e o Inferno com Cristina Pereira – 2002. Co-dirigiu os filmes: Um lobo entre os Cisnes com Marcos Schechtman, longa-metragem,(a ser lançado); Penélope, com Célia Freitas, curta metragem 2005; Manifesto de um corpo acordado, com Célia Freitas,média metragem 2002.Pablo Sanábio - Coordenador Artístico - Instagram: https://www.instagram.com/pablo_sanabio/ Pablo Sanábio tem uma trajetória no teatro, tendo idealizado vários projetos a partir de livros que foram muito bem sucedidos e principalmente de projetos para o público infantil, como o espetáculo “O Menino que Vendia Palavras” a partir da obra de Ignácio de Loyola Brandão, eleito melhor espetáculo infantil pela Folha de São Paulo, indicado ao Prêmio Zilka Salaberry em 4 categorias, Prêmio APCA de melhor texto adaptado em teatro infantil. Também foi idealizador de “Fonchito e a Lua”, adaptado da obra e Marcio Vargas Llosa, indicado em 4 categorias no Prêmio Zilka Salaberry, considerado pela VEJA RIO um dos melhores espetáculos em cartaz durante a temporada. Idealizou também “Mas por quê? A história de Elvis” a partir da obra de Peter Schossow, que foi um espetáculo musical com canções de Elvis Presley, indicado a 9 categorias no Prêmio Zilka Salaberry, além do texto teatral ter sido publicado pela Companhia das Letrinhas.Luiz Schiavinato Valente - Produção Executiva - Instagram: https://www.instagram.com/luizschiavinato/ É geógrafo e Mestre em Cultura e Natureza pela UERJ. No teatro, atuou na produção de Babilônia Tropical: A Nostalgia do Açúcar, de Marcos Damigo (MG, BSB, RJ, SP e PE); Taquicardia, de Luciana Fróes (RJ); FIDES = fé em latim, de Renato Carrera e Dani Ornellas (RJ); Púrpura, de Anna Costa e Silva (RJ); Os Últimos Dias de Gilda, com Karine Teles e direção de Camilo Pelegrini (RJ); e na coordenação de produção local de Leopoldina: Independência e Morte, com Sara Antunes e direção de Marcos Damigo (RJ). No audiovisual, foi diretor de produção do curta Macaléia, de Rejane Zilles, vencedor de prêmios no Festival de Vitória, Festival Curta e Festival Kinoarte, além de atuar na produção do programa Polipolar Show, com Michel Melamed para o Canal Brasil. Em 2023, produziu a videoinstalação Conquistar o Mundo, Viver de Nada, Virar Fantasma, no SESC Copacabana.Gabriel Bortolini - Direção de Produção - Instagram: https://www.instagram.com/reprodutorario/ No teatro já produziu mais de 25 espetáculos com destaque para: Oréstia, direção Malu Galli, O Desaparecimento do Elefante, direção Monique Gardenberg, A Mecânica das Borboletas, direção Paulo de Moraes, Outros Tempos, direção Pedro Freire, Adeus à Carne, Seewatchlook e Trilogia Brasileira, de Michel Melamed. Em 2015 fundou a REPRODUTORA, produtora de diversos espetáculos com destaque "Afinação-Ajuste", de Georgette Fadel e André Sant’anna (SP), "Púrpura" e "Para Quem Está Me Ouvindo", de Anna Costa e Silva (RJ), "Os Últimos Dias de Gilda", com Karine Teles (RJ), "Leopoldina: Independência e Morte", de Marcos Damigo. Em 2023, estreou "Taquicardia", com Ana Abbott (RJ), e "Babilônia Tropical: Nostalgia do Açúcar", de Marcos Damigo pelo CCBB. Produz desde 2017 o infantil "Bita e a Imaginação que Sumiu", 8 anos em cartaz e já circulou diversas cidades. E estreou“FIDES”, de Renato Carrera e Dani Ornellas (RJ). Em 2025, estreia “IRMÃS”, em junho no Teatro de Arena do Sesc Copacabana.Gabriel Lopes - Assistente de Produção - Instagram: https://www.instagram.com/heyshazam/ É formado em Cinema e Audiovisual pela UFF. Em 2022, realiza o curta-metragem Time de Aquiles, vencedor do Edital Futura + Co.liga, atuando como co-produtor. No teatro, atuou como assistente de produção dos espetáculos "Taquicardia" e "Vontade de Uma Coisa Com Você" (2023); “Babilônia Tropical – A Nostalgia do Açúcar” (2023) e "FIDES - Fé em Latim" (2024), onde também exerceu as funções de diretor de fotografia de vídeo e operador de vídeo. No cinema, foi assistente de produção dos curta-metragens "Macaléia" (2023), "Sandra" (2025), "Quase da Família (2025) e "O Pai da Rainha de Angola" (2025); além de assistente de produção do longa "Dia Útil" (2025) e assistente de casting de "A Máquina de Sonhos" (2025), de Guel Arraes. Na TV e streamings, realizo assistência de preparação de elenco das da série “Cidade de Deus” (2024-2025), foi assistente de produção do programa "Polipolar Show" (2025), e da websérie "Ayô" (2025), dirigida por Yasmin Thayná.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.