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PRONAC 257479Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Heliogábalo

YORICK PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 1,46 mi
Aprovado
R$ 1,46 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-06-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Produção, divulgação e temporada(s) do espetáculo "Heliogábalo", de Jean Genet, com 24 (vinte a quatro) apresentações em teatro(s) a se definir na cidade de São Paulo, voltadas para todos os tipos de público, seguindo a recomendação de 16 anos. O espetáculo contará com atores e equipe altamente qualificados, com o objetivo de apresentar ao público um texto até recentemente desconhecido do autor. "Heliogábalo" era uma peça dada como perdida pelos principais estudiosos na área, mas foi recentemente descoberta num acervo adquirido na década de 1980 numa universidade americana. Tão breve foi publicada na França em 2024, foi imediatamente traduzida e editada no Brasil, chegando agora ao público geral com essa encenação.É um texto moderno composto à maneira clássica que aborda as últimas horas de um jovem imperador romano considerado subversor da ordem. Em um cenário de anarquia política, apresenta um líder decidido a deixar de sê-lo, tratando das disputas do poder e da condição humana.

Sinopse

A peça evoca as últimas horas do imperador romano Varius Heliogábalo, que assumiu o poder em 218 e foi encontrado morto ao lado de sua mãe em 222d.C. Segundo os relatos históricos disponíveis, foi sua avó Julia Maesa a responsável por tramar tanto a subida de Heliogábalo ao poder quanto o seu assassinato. O que se sabe efetivamente é que seu reinado foi marcado por inúmeros escândalos, crimes e abusos que despertaram a cólera de sua família e da guarda pretoriana. Jean Genet encontrou nesse episódio da história um tipo de transgressão que lhe interessava colocar em cena. Em sua peça, Heliogábalo é declarado deus solar em busca da libertação, um governante supremo que, dotado de plenos poderes, procura a companhia das prostitutas e dos criminosos nos bairros mal-afamados de Roma. O choque que causa a sua conduta desregrada o deixa embevecido, posto que a sua forma de estar no mundo está implicada com a abjeção moral e com a desestruturação da ordem moral. Não obstante as tentativas de sua avó reduzir o poder do jovem imperador, o Império caía na anarquia. O espectador então acompanha o complô para assassiná-lo liderado por Julia Maesa e participação da mãe e a tia de Heliogábalo, além de um general da guarda pretoriana. A trama fracassa, mas obriga Heliogábalo a fugir dos aposentos imperiais, perseguido por uma população enfurecida com suas desmedidas; sua morte finalmente ocorre quando seu amante, Aeginus, um cocheiro de biga, foragido com ele, não vendo outra saída de escapar vivo, decide matá-lo.

Objetivos

Objetivo GeralProdução e divulgação de uma ou mais temporadas de "Heliogábalo", de Jean Genet, que evoca as últimas horas de um jovem imperador romano que esteve no poder entre 218 e 222d.C. e que teve a morte tramada por um conluio envolvendo sua própria avó, sua mãe e sua tia. Ainda que tenha um fundo histórico, a peça é ficcional e propõe soluções para as quais não existem elementos comprobatórios. O espetáculo tem como objetivo tratar das idiossincrasias e das formas de subversão do poder, da ambição humana e da decadência dos grandes impérios, tudo com a irreverência que caracteriza o dramaturgo. O foco do espetáculo está no jogo do ator e no teatro dentro do teatro (metadiscurso). Pretende-se assim apresentar ao público paulistano um texto de imensa importância para a dramaturgia ocidental por revelar novas facetas de um dramaturgo incontornável na história mundial e brasileira. Objetivos específicos • Produção e divulgação de 24 (vinte e quatro) apresentações de "Heliogábalo" em teatro(s) a se definir na cidade de São Paulo; • Realização de contrapartidas condizentes com as exigências da lei, o que inclui: 1) um ensaio aberto ao público na véspera da estreia; 2) duas apresentações com tradução em libras durante a temporada para pessoas com deficiência auditiva; 3) duas apresentações com audiodescrição durante a temporada, incluindo suporte para orientação e condução de pessoas com deficiência física, visual ou cognitiva. 4) um bate-papo ao fim de um dos espetáculos durante a temporada com parte do elenco, o diretor e um especialista habilitado para falar sobre o texto, o autor e a montagem. • Oferta de ampla e irrestrita acessibilidade de um espetáculo de qualidade ao público paulistano, o que inclui: 1) Acessibilidade física: disponibilização de infraestrutura em todos os teatros em que ocorrer o espetáculo (rampas, banheiros adaptados e equipe treinada para auxílio a deficientes físicos ou intelectuais, disponibilizados em locais específicos na plateia); 2) Acessibilidade para deficientes visuais: duas apresentações com audiodescrição (contendo elaboração de roteiro para espetáculo com revisão de consultor com deficiência visual). Também teremos pessoa da equipe treinada para receber esse público em todas as outras apresentações e realizar visitas guiadas ao palco antes do início do espetáculo para tateamento da cenografia e figurinos; 3) Acessibilidade para deficientes auditivos: duas apresentações com tradução em libras. (Conforme súmula administrativa 33 do MINC publicada no DOU em 08 de maio de 2024, ao invés de garantir a presença de intérprete de libras em todas as sessões, adotaremos a medida compensatória da súmula "Contratação de pessoa com deficiência para a equipe do projeto" que atuará na comunicação/divulgação nas mídias sociais com enfoque em pessoas beneficiadas pelas ações de acessibilidade); 4) Acessibilidade para deficientes intelectuais: as duas apresentações com audiodescrição também contemplam esse público, visto que a medida contribui para dar sentido ao conteúdo e amplia a fruição estética. Disponibilização de abafadores de ruídos para quem necessitar.

Justificativa

"Heliogábalo" é um texto recém descoberto de Jean Genet, um dos maiores dramaturgos do século XX, sendo de imensa relevância sua encenação em São Paulo. Além da histórica montagem de "O Balcão", dirigida por Victor Garcia, o autor já foi trazido inúmeras vezes à cena na cidade. A despeito do valor memorialístico, "Heliogábalo" aborda temas atemporais que reverberam na contemporaneidade. Sempre lembrado por tematizar a abjeção moral e o jogo do poder, nesse texto Genet trata de personalidades históricas sobre as quais se tem pouco conhecimento, mas muita especulação. O jovem Varius Heliogábalo teria se tornado imperador graças aos esquemas políticos de sua avó, a partir de quando passa a subverter a ordem, instaurar novos elementos religiosos e debochar do exército. Cabe então à sua avó agora tirá-lo do poder. Através das monstruosidade praticadas pelo jovem Heliogábalo, por sua avó e seus comparsas, Genet desvela a condição humana a partir de duas molas propulsoras do teatro: o jogo político e o conflito de paixões. Dado o custo a ser empreendido na pesquisa, bem como a contratação de artistas extremamente qualificados, com longuíssima e reconhecida trajetória profissional, a produção só se torna viável mediante o apoio cultural das leis de incentivo vigentes. O projeto se enquadra nos respectivos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O projeto se enquadra nos respectivos objetivos do Art. 3º da referida lei: II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;

Estratégia de execução

As rubricas de acessibilidade que sairão da porcentagem de "Custos de Divulgação e Acessibilidade" são:1. Abafadores de ruídos;2. Audiodescrição;3. Intérprete de libras;4. Profissional PcD para a comunicação/divulgação nas mídias sociais;5. Treinamento da equipe para recepção/orientação do público PcD;6. Recepcionista da equipe treinado recepção/orientação do público PcD.

Especificação técnica

24 (vinte e quatro) apresentações de espetáculo teatral com 90 minutos de duração aproximadamente em sala(s) de teatro de porte médio.Voltado para todos os tipos de público.Classificação indicativa: 16 anos.

Acessibilidade

As medidas de acessibilidade terão ampla divulgação nas mídias sociais, feitas por pessoa PcD, garantindo assim a elaboração de convite acessível. Contaremos com 24 (vinte e quatro) apresentações e um ensaio aberto a público, além de um bate-papo com a equipe (parte do elenco e o diretor) e um convidado de fora da produção. Além de toda a estrutura assegurando completa acessibilidade, durante a temporada, haverá:1. Duas apresentações com tradução em libras para pessoas com deficiência auditiva;2. Duas apresentações com audiodescrição com suportes para orientação e condução de pessoas com deficiência visual e intelectual; DETALHAMENTO Acessibilidade física:Disponibilização de infraestrutura – a temporada será realizada em teatro com ampla acessibilidade (como rampas e banheiros adaptados) com o objetivo de priorizar ou facilitar o acesso, além de equipe treinada disposta em locais estratégicos para auxiliar deficientes físicos e/ou intelectuais. Item da planilha orçamentária: locação de teatro. A verba para a equipe treinada para recepção das pessoas com deficiência física ou intelectual sairá do percentual de custos vinculados - custos de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis. Acessibilidade ao conteúdo:Para deficientes visuais: teremos duas apresentações com audiodescrição, contendo todo o roteiro elaborado e revisto por um consultor especializado. Os equipamentos para a audiodescrição (cabine acústica, central do intérprete, 40 fones e receptores) contará com técnico e recepcionista para a entrega dos equipamentos, narração, suportes para orientação e condução desse público. Nessas apresentações haverá visitas guiadas ao palco antes do início do espetáculo para tateamento da cenografia e figurinos feito por integrante da equipe treinada. Em todas as outras apresentações, havendo PcD visual, o integrante treinado da equipe também fará a visita guiada ao palco antes do início do espetáculo para tateamento da cenografia e figurinos. Item da planilha orçamentária: a verba para a audiodescrição bem como para o integrante treinado para recepção das pessoas com deficiência visual sairá dos custos vinculados - custos de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis.Para deficientes auditivos: teremos duas apresentações com tradução em libras para pessoas com deficiência auditiva. Conforme súmula administrativa 33 do MINC publicada no DOU em 08 de maio de 2024, ao invés de garantir a presença de intérprete de libras em todas as sessões, adotaremos a medida compensatória 1 da súmula “Contratação de pessoa com deficiência para a equipe do projeto” que atuará na comunicação/divulgação nas mídias sociais compreendendo maior acessibilidade e divulgação entre as pessoas beneficiadas pelas ações de acessibilidade. Item da planilha orçamentária: tanto a verba para o intérprete de libras quanto para o profissional com deficiência sairá dos custos vinculados - custos de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis. Para deficientes intelectuais: as duas apresentações voltadas para os deficientes audiovisuais também contemplam as pessoas com deficiência intelectual, pois elas enxergam o espetáculo e a audiodescrição contribui para que compreendam ao que assistem, ampliando sua fruição estética. A mesma equipe também estará treinada para auxílio a deficientes intelectuais. Ademais, localizada em pontos específicos do teatro, essa equipe oferecerá abafadores de ruídos, se houver necessidade. Item da planilha orçamentária: a verba para a audiodescrição, para a equipe treinada para recepção das pessoas com deficiência intelectual, bem como para os abafadores de ruídos sairá do percentual de custos vinculados, custos de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis.Comunicação e divulgação acessíveis: Todas as medidas de acessibilidade terão ampla comunicação e divulgação nas mídias sociais, sendo feita por profissional PcD. Item da planilha orçamentária: a verba para a contratação do profissional PcD sairá do percentual de custos vinculados - custos de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis.

Democratização do acesso

Um ensaio aberto ao público na véspera da estreia.Um bate-papo ao fim de uma das apresentações com o diretor, parte do elenco e um especialista na área para falar do autor, do texto e da montagem.Atenderemos assim ao Capítulo IV - Sessão III - Art. 47 da IN nº 23 de 05/02/2025:V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas.Informamos que a comercialização dos ingressos atenderá ao detalhamento previsto pelo Art. 46 da referida Instrução Normativa.

Ficha técnica

A Instituição proponente "Yorick Produções Artísticas" fará a direção geral do trabalho. Ivan Andrade – direçãoDirigiu “Dos Prazeres” (2020), de Ivan Marsiglia, “O Mal-entendido”, de Albert Camus (2018), “Amigos Ausentes”, de Alan Ayckbourn (2008) e “Entreatos”, de Gero Camilo (2005). Roteirizou a radionovela em formato de podcast “BELEZA: um suspiro de esperança” (2021), produzido pelo Instituto Casa Comum e disponível no Spotify. Escreveu e dirigiu “INCUBADORA versão final” (2012) e “EVERGREEN tarja preta” (2008). Como Diretor Assistente, trabalhou ao lado de importantes encenadores brasileiros, tais como Gabriel Villela (“Primeiro Hamlet”; “UBU Rei”; “Henrique IV”; “Cordel do amor sem fim”; “Proto Henrique IV”; “Estado de Sítio”; “Hoje é dia de Rock”; “Boca de Ouro”; “Peer Gynt”; “A Tempestade”; “Mania de Explicação”; “Um réquiem para Antônio”; “Os gigantes da Montanha”; “Macbeth”; “Hécuba”; “Crônica da Casa Assassinada”; “Sua Incelença Ricardo III”; “Vestido de Noiva”), Zé Celso (“Os Sertões”; Festival Uzyna Uzona), Gerald Thomas (“Kepler, o cão atormentado”), Ivaldo Bertazzo (“NOÉ NOÉ”), Cibele Forjaz (“Galileu Galilei”; “O idiota”), Aury Porto (“Cinzas”) e outros. Trabalhou também com o americano Richard Maxwell (“X Moradias”), com o alemão Florian Loycke (“Jardim das Delícias”) e com a companhia francesa HVDZ (“Les veiellés”). Na realização desses espetáculos, trabalhou com atores renomados como Marília Pera, Marcelo Anthony, Leandra Leal, Walderez de Barros, Denise Fraga, Luana Piovani, Marat Descartes e vários outros. Como Coordenador Técnico, foi responsável por grandes produções internacionais que fizeram temporada no Brasil. Trabalhou com Bob Wilson (“Garrincha”; “Ópera dos três vinténs”; “LULU”; “A última gravação de Krapp”), com a companhia alemã andycompany& (“Fatzer”), com o alemão Frank Castorff (“Anjo Negro”) e com o artista performático Ziya Azaia (“Devirsch”). A parceria com todos esses artistas tem colaborado para uma sólida experiência artística convergindo diferentes matizes estéticas. Formado na Escola de Comunicações e Artes (ECA-USP) em Direção Teatral, fez mestrado teórico-prático sob orientação do prof. Dr. Antônio Araújo (diretor do Teatro da Vertigem) sobre uma inusitada relação entre teatro e videogames. Atualmente é doutorando na ECA/USP com pesquisa voltada à cena contemporânea, mídias emergentes e Filosofia do Trágico (orientação do prof. Dr. Luiz Fernando. Denise Weinberg – elencoAtriz e diretora teatral cuja formação e amadurecimento se confundem com a história do grupo TAPA de teatro. Atuou em "Apenas um Conto de Fadas", texto e direção de Eduardo Tolentino de Araújo, 1979. Participou de "O Anel e a Rosa", de William Makepeace Thackeray, 1980; "Trágico Acidente Destronou Tereza", de José Wilker, 1981; "Tempo Quente na Floresta Azul", de Orígenes Lessa, 1982, todos sob direção de Eduardo Tolentino de Araújo. Em 1983, experimentou a interpretação de um Nelson Rodrigues em "Viúva, Porém Honesta". No ano seguinte, pela companhia Teatro dos Quatro, encena "Tio Vânia", de Anton Tchekhov, dirigida por Sérgio Britto, performance que lhe vale uma indicação de melhor atriz ao Troféu Mambembe. Depois de vários espetáculos com o grupo, em 2000, Denise Weinberg deixa de integrar o Grupo TAPA e passa a trabalhar com diferentes encenadores. "O Acidente", de Bosco Brasil, foi o primeiro espetáculo dessa nova fase, dirigido por Ariela Goldmann. Em 2001, protagonizou "As Lágrimas Amargas de Petra von Kant", de Fassbinder, com direção de Ticiana Studart. Em 2004, surpreende também com sua vertente humorística ao interpretar uma senhora que envenena homens solitários em "Arsênico e Alfazema", de Joseph Kesselring, com direção de Alexandre Reinecke, parceiro de futuras montagens.No cinema, atuou nos filmes "Onde Anda Você" (2004); "My Father, Rua Alguem 5555" (2003); "Em Nome do Pai" (2002); "Lost Zweig" (2002); "Quase Nada" (2000); "BMW Vermelho" (2000); "Mauá - O Imperador e o Rei" (1999); "Guerra de Canudos" (1997).Em 2006, recebeu o Prêmio Shell de melhor atriz pela peça "Oração para um Pé de Chinelo" (2005) e, também, o Prêmio APCA de melhor atriz pela mesma montagem. também ganhou dois Prêmio Molière, como melhor atriz, nas peças "Vestido de Noiva" (1994) e "A Megera Domada" (1991); três Prêmios Mambembe pelas peças "Do Fundo do Lago Escuro" (1997), "Vestido de Noiva" (1994) e "Viúva, Porém Honesta" (1987).A atriz também ganhou três prêmios em cinema pelos filmes "BMW Vermelho" (2000), curta de Eduardo Ramos Quirino, "Quase Nada" (2000) de Sergio Resende e "Em Nome do Pai" (2000), curta-metragem de Julio Pessoa.Estreou na televisão em 2008 com "Alice", série brasileira exibida pela HBO. Em 2009 integrou o elenco da minissérie "Maysa - Quando Fala o Coração", na Rede Globo; em 2012 a novela Amor Eterno Amor de Elizabeth Jhin e em 2019 a nova versão de Éramos Seis na TV Globo.Em 2009, Denise Weinberg dirige o espetáculo "O Pelicano", de August Strindberg, com duas temporadas de sucesso, eleito pela Revista Bravo uma das 10 melhores peças em cartaz, e recebendo 3 estrelas da Revista Veja.Em 2010, participa da minissérie Dalva e Herivelto: uma Canção de Amor, interpretando a personagem Alice, mãe de Dalva de Oliveira. No teatro, interpreta a personagem Lisa na peça A Dança Final comédia rara de Plínio Marcos, ao lado do grande ator Norival Rizzo. Em 2024, ´protagonizou o filme A Metade de Nós, dirigido por Flávio Botelho, contracenando com Cacá Amaral. E em 2025, atuou no filme “O Último Azul", de Gabriel Mascaro.Chico Carvalho - elencoFormação acadêmica - Ator formado pela Faculdade de Artes Cênicas da Unicamp (1997-2000) / Mestre em Multimeios pelo Instituto de Artes da Unicamp (2008) / Doutor em Artes da Cena pelo Instituto de Artes da Unicamp (2016) - com a pesquisa sobre as intersecções entre a prosa de Machado de Assis, a poesia de Fernando Pessoa e dramaturgia de Shakespeare. Radialista formado pela Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero (2004-2007) /Experiência profissional - Produtor e Apresentador da Rádio Cultura FM (Fundação Padre Anchieta) desde o ano de 2021 até o presente momento. Durante o período de 2009 a 2018 foi professor da Escolha Superior de Artes Cênicas Célia Helena nas disciplinas História do Teatro Brasileiro e Interpretação Dramática. Como ator, esteve em cartaz com espetáculos sob a direção de Gabriel Villela, dentre eles ‘Hamlet’ (Shakespeare), 'Estado de Sítio' (Albert Camus) e 'Boca de Ouro' (Nelson Rodrigues), bem como na montagem do espetáculo Erêndira (García Márquez), no Teatro Popular do SESI. Protagonizou a montagem de Ricardo III (texto de Shakespeare e direção de Marcelo Lazzaratto) – papel que lhe rendeu o Prêmio Shell de melhor ator do ano de 2013. Nos anos de 2016 e 2017 esteve em cartaz no Teatro Popular do Sesi com o espetáculo Peer Gynt, de Ibsen, também sob a direção de Gabriel Villela, trabalho que lhe rendeu o prêmio FEMSA de melhor ator para espetáculos direcionados ao público infanto-juvenil. Ainda com o mesmo diretor, integrou o elenco de A Tempestade (2015-16), texto de Shakespeare, cumprindo longa temporada em São Paulo no teatro TUCA. Diretor e dramaturgo da Cia do Bife, companhia teatral fundada em 2016 e que já acumula duas montagens de textos inéditos apresentados em diversos palcos da cidade e do interior de SP. Atualmente (2025) em cartaz com o espetáculo “A Grande Magia”, texto de Eduardo De Fillippo, direção de Marcelo Lazzaratto, no palco do Teatro Raul Cortez (Sesc 14 Bis).

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.