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PRONAC 257533Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Impressões Vivas: Oficinas de Arte Impressa nos Territórios do Maranhão

JULIANA DE MORAIS LASAK
Solicitado
R$ 190,8 mil
Aprovado
R$ 190,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos educativos, incluindo cursos, oficinas e outras atividades pedagógicas
Ano
25

Localização e período

UF principal
MA
Município
São Luís
Início
2026-01-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (4)
Arari MaranhãoBarreirinhas MaranhãoSão José de Ribamar MaranhãoSão Luís Maranhão

Resumo

"Impressões Vivas: Arte Impressa nos Territórios do Maranhão" é um projeto de circulação artística que levará oficinas de serigrafia e técnicas gráficas a Barreirinhas, Arari, São José de Ribamar e São Luís. A iniciativa promove acesso à arte para jovens de escolas públicas e comunidades, valorizando identidades locais por meio da criação coletiva. Cada cidade receberá oficinas práticas, rodas de diálogo e exposições devolutivas abertas. O projeto ainda formará núcleos criativos com kits de continuidade, incentivando a autonomia e a produção gráfica comunitária. Assim, fortalece redes culturais e estimula o protagonismo juvenil no Maranhão.

Sinopse

"Impressões Vivas: Oficinas de Arte Impressa" é um projeto de circulação artística e educativa que leva a linguagem da serigrafia e da arte impressa a quatro municípios do Maranhão: Barreirinhas, Arari, São José de Ribamar e São Luís. A iniciativa promove o acesso gratuito à arte para estudantes e comunidades, formando núcleos criativos, estimulando a produção coletiva e valorizando identidades locais por meio de oficinas, exposições e publicações acessíveis.Produtos do Projeto- Oficinas de Serigrafia e Arte Impressa Ciclos formativos de 20h em escolas públicas e centros culturais, abordando serigrafia, estêncil e monotipia como ferramentas de expressão, interdisciplinaridade e protagonismo juvenil.- Exposições Devolutivas Apresentação pública das obras produzidas nas oficinas (cartazes, camisetas, ecobags e zines), com rodas de conversa e interação com a comunidade local.- Núcleos Criativos e Kits de Serigrafia Implantação de quatro núcleos criativos (um em cada município), acompanhados da entrega de kits completos de serigrafia para continuidade das práticas e fortalecimento da autonomia comunitária.- Publicação Digital (Zine-Catálogo) Registro das obras produzidas, relatos dos participantes e memória gráfica do projeto, em versão digital acessível (audiodescrição e Libras).- Documentário Final Produção audiovisual com registros das oficinas, exposições e depoimentos, em formato acessível, disponível gratuitamente na internet e encaminhado a TVs públicas e comunitárias.

Objetivos

Objetivo Geral Promover a circulação de oficinas de arte impressa em 4 municípios do Maranhão, fortalecendo a identidade cultural, a criatividade juvenil e a formação cidadã.Objetivos Específicos- Realizar ao menos 4 ciclos de oficinas (20h cada), atendendo diretamente entre 160 e 200 jovens.- Formar 4 núcleos criativos locais em escolas e espaços parceiros, com entrega de kits de continuidade.- Produzir cartazes, estampas e zines coletivos inspirados nos territórios visitados.- Valorizar saberes locais por meio de exposições devolutivas e circulação digital das obras.

Justificativa

O projeto "Impressões Vivas" nasce da necessidade de ampliar o acesso à arte como linguagem formativa e cidadã, sobretudo em territórios maranhenses onde a oferta cultural é limitada. Ao levar oficinas de serigrafia e técnicas de impressão artesanal para escolas públicas e centros culturais em Barreirinhas, Arari, São José de Ribamar e São Luís, a proposta se estrutura como ferramenta pedagógica em contexto interdisciplinar, articulando artes visuais, história, geografia, literatura e saberes populares.Nesse sentido, o projeto concretiza o que prevê o Art. 1º, Inciso I da Lei 8.313/91, ao "facilitar, a todos, o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais". As oficinas gratuitas garantem que estudantes e comunidades tenham contato direto com práticas gráficas, democratizando a experiência artística em territórios onde essas oportunidades são escassas.A metodologia se ancora na compreensão da arte impressa como linguagem de expressão e registro da memória coletiva, permitindo que os jovens reflitam sobre seus territórios e criem repertórios visuais próprios. Essa dimensão pedagógica dialoga diretamente com o Art. 1º, Inciso II, que trata de "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais". Ao estimular que cada núcleo produza cartazes, zines e estampas inspirados em símbolos, tradições e paisagens locais, o projeto não só valoriza as culturas maranhenses, como também ativa saberes manuais que podem se transformar em ofício, fortalecendo economias criativas.Outro aspecto fundamental é a criação de núcleos criativos permanentes em cada município, com doação de kits de serigrafia e formação de multiplicadores. Tais núcleos funcionam simultaneamente como espaços de aprendizado contínuo e de perpetuação dos ofícios manuais, atendendo ao Art. 1º, Inciso III, que determina "apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores". Ao oferecer formação técnica e pedagógica, o projeto assegura a continuidade das práticas mesmo após sua passagem.Além disso, ao mobilizar jovens de contextos periféricos, quilombolas e ribeirinhos, o projeto responde ao Art. 1º, Inciso IV, que estabelece a necessidade de "proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional". A arte impressa, ao dialogar com esses repertórios, atua como meio de salvaguarda e de visibilidade para culturas muitas vezes invisibilizadas.No que diz respeito ao Art. 3º da Lei 8.313/91, o projeto também se enquadra em diferentes objetivos:Inciso I, alínea c _ instalação de cursos de caráter artístico, pois cada ciclo de oficinas (20h) em escolas públicas constitui um espaço de formação cultural e interdisciplinar, destinado ao aperfeiçoamento de estudantes e educadores.Inciso II, alínea c _ realização de exposições, visto que cada núcleo promoverá mostras públicas com os trabalhos produzidos, devolvendo à comunidade os frutos do processo.Inciso III, alínea d _ proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares, já que a criação gráfica será orientada pela valorização dos saberes locais, reinterpretando tradições maranhenses em cartazes e publicações coletivas.Inciso IV, alínea b _ levantamentos e pesquisas culturais, com a produção de um acervo digital que reúne registros, metodologias e obras gráficas, servindo como fonte de consulta e material pedagógico aberto.Portanto, "Impressões Vivas" não se limita a oferecer oficinas pontuais, mas cria plataformas vivas de aprendizado e memória gráfica, unindo pedagogia, ofício manual e fortalecimento de redes comunitárias. O apoio via Lei de Incentivo a Cultura é essencial para garantir infraestrutura, materiais e equipe qualificada, possibilitando a realização de um projeto que promove acesso, continuidade e transformação cultural nos territórios maranhenses.

Especificação técnica

1. Oficinas de Serigrafia e Arte ImpressaFormato: ciclo formativo presencial em escolas públicas e centros culturais.Duração: 20 horas/aula por ciclo, divididas em 5 encontros de 4 horas cada.Metodologia pedagógica: abordagem interdisciplinar baseada na Arte-Educação crítica (Paulo Freire / Ana Mae Barbosa), articulando história da arte, memória territorial, práticas gráficas e experimentação manual. Uso de linguagem simples, recursos acessíveis (audiodescrição, Libras, materiais digitais ampliados).Materiais: telas serigráficas, tintas à base de água, papéis diversos (offset, reciclado, cartolina), tecidos (ecobags, camisetas), rodos, estêncil e ferramentas auxiliares (tesouras, estiletes, pranchetas).Resultados esperados: criação de cartazes, estampas e zines coletivos em cada município.2. Exposições DevolutivasFormato: mostra comunitária das produções gráficas resultantes das oficinas.Duração: 1 dia por município (4 cidades), com montagem prévia no espaço escolar ou cultural parceiro.Estrutura: exibição de cartazes, camisetas e ecobags serigrafadas, além de painéis explicativos sobre o processo de criação.Acessibilidade: audiodescrição das obras, sinalização em braile, textos ampliados e mediação em Libras.Resultados esperados: envolvimento da comunidade local, reconhecimento das produções e fortalecimento do pertencimento cultural.3. Núcleos Criativos e Kits de SerigrafiaFormato: criação de 4 núcleos criativos (1 em cada município), vinculados a escolas ou centros culturais.Kits doados: 1 kit por núcleo, contendo 4 telas serigráficas, rodos, tintas à base de água, papéis, tecidos (camisetas e ecobags), estiletes, tesouras, guias de impressão e apostila pedagógica ilustrada.Projeto pedagógico: capacitação inicial durante as oficinas (20h), formação complementar em exposição e entrega de apostilas e vídeos tutoriais digitais.Finalidade: continuidade autônoma das práticas gráficas, multiplicação do acesso e geração de renda criativa em comunidades locais.5. Publicação Digital (Zine-Catálogo)Formato: publicação digital em PDF, acessível gratuitamente online.Paginação: entre 40 e 60 páginas, contendo imagens das obras, relatos de participantes, registros fotográficos das oficinas e textos de contextualização.Recursos de acessibilidade: versão com audiodescrição em áudio e versão em vídeo com tradução em Libras.Distribuição: gratuita, via site do projeto e redes sociais, com envio para escolas e bibliotecas parceiras.Função pedagógica: registro e memória das práticas; material de referência para replicação em escolas e coletivos culturais.

Acessibilidade

1. Medidas de Acessibilidade ArquitetônicaPara garantir o acesso de pessoas com deficiência, mobilidade reduzida ou idosas às atividades presenciais (oficinas e exposições), serão adotadas as seguintes medidas:Realização das oficinas em escolas públicas e centros culturais parceiros previamente mapeados quanto à existência de rampas, banheiros acessíveis e circulação interna sem barreiras físicas (Art. 42 e 44 da Lei 13.146/2015).Caso o espaço não disponha de recursos adequados, serão providenciadas adaptações razoáveis temporárias, como instalação de rampas móveis e mobiliário adaptado (mesas reguláveis para cadeirantes).Reserva de assentos em locais de fácil acesso durante exposições e rodas de conversa, conforme Art. 46 do Decreto 3.298/1999. 2. Medidas de Acessibilidade Comunicacional e de ConteúdoO projeto prevê recursos acessíveis para garantir a participação de pessoas com deficiência visual, auditiva, intelectual, psicossocial e pessoas autistas:Para pessoas com deficiência visualDisponibilização de audiodescrição dos ambientes e etapas das oficinas, descrevendo processos, materiais e resultados.Uso de etiquetas e legendas em fonte ampliada nos materiais impressos.Disponibilização de versão digital em áudio do conteúdo pedagógico (apostilas e zines).Sinalização em braile em materiais de apoio e nas exposições.Para pessoas com deficiência auditivaPresença de intérprete de Libras nas oficinas e eventos de devolutiva comunitária.Disponibilização de vídeos institucionais e de divulgação com legendas (closed caption).Uso de recursos viso-motores (gestos de sinalização e placas de indicação visual).Para pessoas com deficiência intelectual e pessoas com TEA (Transtorno do Espectro Autista)Uso de Linguagem Simples nos materiais de apoio pedagógico, facilitando compreensão textual.Monitoria inclusiva durante as oficinas, com atenção a estímulos sensoriais (redução de ruídos excessivos e ambientes organizados).Reserva de espaços de menor circulação e iluminação amena para participação confortável.Para pessoas com mobilidade reduzida ou deficiência físicaOrganização das mesas de trabalho em altura adaptável, garantindo a participação de cadeirantes.Apoio de monitores para deslocamento entre os ambientes e manipulação de materiais, quando necessário. 3. Medidas de Comunicação e Divulgação AcessíveisPara assegurar a acessibilidade também nos processos de divulgação e comunicação do projeto, serão adotadas as seguintes medidas:Produção de materiais digitais em formatos acessíveis (texto alternativo para imagens, legendas em vídeos, contraste adequado de cores, tipografia legível).Disponibilização de informações sobre acessibilidade nos canais de comunicação do projeto (cartazes, redes sociais e site), em cumprimento ao Art. 67 da Lei 13.146/2015.Impressão de cartazes em tamanho ampliado e com alto contraste, garantindo legibilidade para pessoas com baixa visão.

Democratização do acesso

O projeto tem como princípio central a ampliação do acesso à arte impressa em territórios maranhenses, especialmente junto a jovens de escolas públicas e comunidades periféricas, quilombolas e ribeirinhas. Em consonância com as exigências do edital, serão adotadas as seguintes medidas:Distribuição gratuita de produtos culturais Será garantida a doação de 20% do total de produtos resultantes (cartazes serigrafados, publicações em formato zine e catálogo digital), distribuídos gratuitamente em escolas públicas, bibliotecas comunitárias, centros culturais e coletivos juvenis, com caráter educativo e social.Distribuição de kits de serigrafia aos núcleos criativos Cada município atendido receberá um kit completo de serigrafia (telas, tintas, rodos, papéis e materiais básicos), destinado ao núcleo criativo formado. Essa medida assegura continuidade e autonomia das práticas gráficas após o encerramento das oficinas, fortalecendo a economia criativa local e garantindo que a democratização do acesso vá além da experiência pontual.Disponibilização digital acessível Todos os registros audiovisuais das oficinas, exposições e rodas de conversa serão disponibilizados gratuitamente na internet, com Libras, legendagem e audiodescrição, ampliando o alcance para pessoas com deficiência auditiva e visual.Veiculação em meios públicos As atividades formativas e exposições terão registros de imagem e som disponibilizados em redes sociais e encaminhados para TVs públicas e comunitárias, garantindo maior democratização da circulação cultural.Ações voltadas a públicos prioritários O projeto terá foco especial em adolescentes, jovens e educadores da rede pública, ampliando o repertório cultural e o acesso às práticas de arte manual como ferramenta pedagógica.Parcerias para formação de agentes culturais Serão estabelecidas parcerias com escolas públicas, universidades locais e coletivos culturais, visando à formação de agentes multiplicadores capazes de manter vivos os núcleos criativos formados pelo projeto.

Ficha técnica

Juliana de Morais LasakFunção: Idealizadora, Oficineira, Coordenação geral e Gestão técnico-financeira Currículo Resumido: Artista visual, artesã, arte-educadora e experimentadora de arte em São Luís (MA). Atua há cinco anos com serigrafia artística, desenvolvendo gravuras, estamparias e oficinas que unem técnica e expressão. Sua pesquisa combina experimentações gráficas, cultura popular maranhense e práticas de arte-educação voltadas à coletividade. Já participou da produção de eventos como a Feira Criativa Marielas e expôs trabalhos na Galeria Trapiche, em São Luís (MA).Nome: Larissa FerreiraFunção: Produção ExecutivaCurrículo Resumido: Larissa Ferreira é arte-educadora, produtora cultural e multiartista maranhense, com formação em Licenciatura em Teatro pela Universidade Federal do Maranhão. Atua nas áreas de teatro, dança, circo, capoeira e cultura popular, com experiência em criação cênica, coordenação e produção artística. Integra o Grupo Cena Aberta como atriz, pesquisadora e produtora, além de colaborar com projetos voltados à valorização das manifestações culturais do Maranhão. Já participou de importantes eventos como o Festival Zabumbada, Festival Sim Salabim, Sesc Circo e a Caravana “O Circo Tá na Rua”, desenvolvendo ações artísticas e formativas voltadas à democratização do acesso à cultura.Marla Graziela BatalhaFunção: Comunicação e divulgaçãoCurrículo Resumido: Jornalista, fotógrafa e editora, com experiência em gestão de projetos de comunicação, marketing cultural e audiovisual. Atua há mais de 8 anos na criação, produção e difusão de conteúdos culturais e projetos ligados ao patrimônio imaterial maranhense, tendo desenvolvido pesquisa na área de cultura e sociedade, além de participação de iniciativas como a Semana Maranhense de Dança, a Semana do Teatro no Maranhão, Festival Guarnicê de Cinema e entre outras.Angel de PalmarFunção: Assistente pedagógico Currículo Resumido: Angel de Palmar é artista e produtora cultural de São Luís (MA), graduanda em Artes Visuais pela UFMA. Atua como pesquisadora em artes visuais, investigando símbolos e artefatos da azulejaria maranhense e suas camadas de memória, a partir de processos de intervenção, colagem e ressignificação. Como produtora, já ministrou oficinas de serigrafia e colagem em instituições como o Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM) e a UFMA. Também desenvolve trabalhos como editora de som, explorando interseções entre imagem, ruído e memória em suas criações.Jordan BarrosFunção: Consultor(a) de AcessibilidadeCurrículo Resumido: Jordan Barros é consultor de acessibilidade e estudante de Artes Visuais, com atuação dedicada à inclusão cultural e comunicacional. Possui experiência em produção de materiais acessíveis, legendagem descritiva, audiodescrição e Libras, além de trabalhos em tradução simultânea em eventos e instituições públicas, como a Câmara Municipal de São Luís.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.