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PRONAC 257574Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Tia Ciata: As raízes afrobaianas do Choro

CAIO BRANDAO OLIVEIRA
Solicitado
R$ 120,3 mil
Aprovado
R$ 120,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Maxixe
Ano
25

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2026-01-16
Término
2026-09-30
Locais de realização (2)
Salvador BahiaSão Francisco do Conde Bahia

Resumo

O Projeto Tia Ciata: Raízes Afrobaianas do Choro dedica-se à investigação das origens afrodiaspóricas do gêneromusical a partir da história de Tia Ciata, matriarca do samba e do choro. A iniciativa promove a salvaguarda e ademocratização do Choro enquanto patrimônio cultural através de ações integradas em comunidades quilombolas noRecôncavo Baiano. As atividades incluem rodas de choro experimentais - como oficinas de educação patrimonial eferramenta de pesquisa - gravação e difusão midiática de choro autoral e uma apresentação musical na cidade de SãoFrancisco do Conde.

Sinopse

Atividade A - Oficinas de educação patrimonial1.Tema da oficina: Tia Ciata: As raízes afro baianas do Choro2.Locais de realização da oficina: Comunidades quilombolas Monte Recôncavo e Dom João e Unilab (Campus dosMalês), cidade de São Francisco do Conde. 3.Estrutura | conteúdo da oficina: Realização da oficina de educação patrimonial com o objetivo de abordar a históriade Tia Ciata, reconhecendo e valorizando a importância histórica e cultural da mestra nascida na região do Recôncavoe responsável pela difusão do Choro para o território nacional. A proposta da oficina conta com a execução de umaroda de choro em formato experimental como parte prática de aproximação à linguagem musical abordando asrelações rítmicas do choro com as expressões da cultura musical afro-brasileira localizadas no território. 4.Duração: 4 horas (turno manhã ou tarde)5.Recursos necessários:Equipamento de somInstrumentos musicais Material didáticoIntérprete de librasEspaço físico com acessibilidade universalSinalização visual para layout espacial da atividade6.Público-alvo: todas as pessoas pertencente à comunidade quilombola, estudantes de música, professores eeducadores de música e do campo da cultura, mediadores e lideranças quilombolas e todas as pessoas interessadas 7.Produto/resultado: Roda de choro experimental aberta ao público em geral com destaque para os participantes e ogrupo de choro facilitador da oficina. Também será distribuído material didático impresso acessível e de formagratuita. __________________________________________Atividade C - Apresentação musical instrumental1.Formato: Apresentação musical2.Nome do espetáculo: Tia Ciata: As raízes afro baianas do choro3.Nome do grupo: Tico Tico no Dendê4.Integrantes | Instrumentos:Caio Brandão - violão sete cordasCamile Bueno - flauta transversalClara elisa - pandeiroVictor Martins - cavaquinho, bandolim5.Participações especiais: Almir Côrtes - bandolimDébora Guimarães - pandeiroGabriela Machado - flauta transversal6.Duração do espetáculo: 2 horas7.Repertório:Desprezado (Pixinguinha)Doce de coco (Jacob do Bandolim)Flor amorosa (Joaquim Callado)Vou vivendo (Pixinguinha)Gostosinho (Jacob do Bandolim)Naquele tempo (Pixinguinha)Aeroporto do Galeão (Altamiro Carrilho)Benzinho (Jacob do Bandolim)Gaúcho/Bom Filho (Chiquinha Gonzaga | Bonfiglio de Oliveira)Noites Cariocas (Jacob do Bandolim)Receita de Samba (Jacob do Bandolim)Pedacinho do céu (Waldir Azevêdo)Ingênuo (Pixinguinha)Choro Negro (Paulinho da Viola e Fernando Costa)Enigmático (Altamiro Carrilho)O Boêmio (Anacleto de Medeiros)Choro pro Zé (Guinga)Odeon (Pixinguinha)Velhos Chorões (Luciana Rabello)Amadeu Comendo Água (Cacau do Pandeiro)As rosas não falam (Cartola)Yaô (Pixinguinha)Um Chorinho (Chico Buarque)Crispina Verde (Caio Brandão) | Composição autoralMeu caro amigo (Chico Buarque e Francis Hime)Fala Baixinho (Pixinguinha)Cubanita (Chiquinha Gonzaga)Gostosura (Caio Brandão) | Composição autoralNobreza (Caio Brandão) | Composição autoralCiatando no Choro (Caio Brandão) | Composição autoral8.Aspectos de conteúdo do espetáculo: O espetáculo abrange repertório de reconhecimento amplo e diverso do Choro,desde a dos9.Recursos necessários:Equipamento de somInstrumentos musicais Material didáticoIntérprete de librasEspaço físico com acessibilidade universalSinalização visual para layout espacial da atividade

Objetivos

Objetivo:O objetivo geral da proposta é a execução de ampla ação de educação e salvaguarda do Choro, reconhecendo seuregistro como patrimônio cultural imaterial de caráter afro-brasileiro, destacando suas raízes afro baianas através doresgate da história da Tia Ciata e da investigação das rodas de choro com espaço experimental de transmissão desaberes tradicionais.Objetivos específicos:Oficina de educação patrimonial: três oficinas promovidas a partir da execução de rodas de choros experimentaisacompanhadas de roda de conversa sobre os aspectos históricos e culturais do choro no Recôncavo.Apresentação musical instrumental regional: realização de apresentação musical instrumental regional em localpúblico na cidade de São Francisco do Conde (BA).Gravação de música instrumental regional: gravação e difusão de uma composição de choro autoralProdução de conteúdo audiovisual de curta metragem: realização de breve documentário que registre odesenvolvimento do projeto cultural.

Justificativa

II. promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursoshumanos e conteúdos locais;Resposta: O projeto justifica-se ao reconhecer as bases rítmicas das manifestações culturais afro-brasileiras a partir doChoro, promovendo a regionalização do gênero musical no território do Recôncavo Baiano e valorizando ascomunidades tradicionais quilombolas locais. Destaca a memória das mestras locais e reconhece a identidade regionaldo Choro, bem cultural imaterial de valor nacional.III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;Resposta: A proposta justifica-se na valorização e difusão do Choro como bem imaterial que abarca especificidades dasexpressões da cultura afro-brasileira. Alcança esse objetivo através do resgate da história de Tia Ciata e das rodas dechoro experimentais, na realização de apresentação musical instrumental regional e na gravação de composiçãoautoral, garantindo visibilidade e reconhecimento do Choro, da manutenção de seus grupos.IV. proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo dacultura nacional;Resposta: A proposta protege o Choro como manifestação cultural com raízes fundamentadas na cultura afro-brasileira,destacando os aspectos históricos e culturais vinculados às expressões existentes do Recôncavo. Justifica-se na atuaçãodireta de salvaguarda do Choro enquanto patrimônio cultural imaterial, fomentando a transmissão de memória,saberes e práticas em torno do gênero musical em comunidades tradicionais.V. salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;Resposta: A proposta justifica-se na salvaguarda dos modos de fazer e viver associados ao Choro assegurandotransmissão geracional, da sua memória coletiva, das suas práticas e das relações de linguagem musical com outrasexpressões da identidade regional do Recôncavo. A iniciativa promove oficinas práticas, rodas de conversa edocumentação que fortalece as manifestações locais através do reconhecimento do Choro enquanto patrimônio vivoem diálogo com essas tradições.VI. preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;Resposta: A iniciativa promove a documentação, o registro e a divulgação de ações culturais educativas por meio deoficinas de educação patrimonial, abordando o reconhecimento do Universo do Choro a partir da associação àsidentidades da cultura afro-brasileira no estado. A proposta destaca aspectos teóricos e práticos instrumentaisvinculados à identidade regional, promovendo o reconhecimento de técnicas, repertórios e saberes transmitidosatravés de rodas de choro experimentais.Incisos Art 3ºII - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;Resposta: Justifica-se na realização de uma apresentação musical instrumental regional, que reconhece e evidencia naidentidade cultural do Recôncavo e em suas tradições intersecções com a criação e o desenvolvimento do Choro,patrimônio imaterial de valor nacional.III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;Resposta: O projeto tem como eixo central a preservação e a difusão do Choro com patrimônio cultural imaterialbrasileiro a partir da promoção de expressões musicais locais de caráter regional que revitalizam o Choro enquantoexpressão cultural de identidade nacional.IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;Resposta: A iniciativa assegura o acesso democrático em todas as atividades de educação patrimonial e apresentaçãomusical instrumental regional que serão executadas de forma gratuita e aberta ao público, reconhecendo o caráteramplo e diverso do público.b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;Resposta: A proposta justifica na realização de pesquisa e documentação contribuindo para a produção deconhecimento e preservação da memória do Choro.

Especificação técnica

I. Gravação faixa de áudio1.1 Formato: 24bits/48000Hz MP3/WAV1.2 Duração: de 3 a 6 minutos1.2 Divulgação: plataformas digitais 1.3 Design para identidade visual do singleII. Atividade de educação patrimonial2.1 Local: Quilombo Dom João, Quilombo Monte Recôncavo e Unilab2.2 Duração: duas horas2.3 Formato: Duas oficinas experimentais e uma mesa de conversa III. Apresentação musical3.1 Local: Mercado Cultural de São Francisco do Conde3.2 Duração: Duas horas3.3 Formato: Roda de choro com convidados e lançamento da música autoralIV. Artigo CientíficoPesquisa e publicação de artigo científico que será desenvolvido pelos pesquisadores do regional

Acessibilidade

Devem ser considerados:I - no aspecto arquitetônico, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou idosaspara permitir o acesso aos locais onde se realizam as atividades culturais e espaços acessórios tais como sanitáriosacessíveis e circulação; Resposta:Seleção de locais acessíveis que contemplem acessibilidade arquitetônica plena;Implementação de sinalização temporária adaptada, contemplando uso de recursos táteis e visuais para orientação detodos os públicos;Concepção de layout inclusivo em todas as atividades a serem executadas, priorizando circulação, a visibilidade e aparticipação de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida;Elaboração de estudo técnico prévio para otimização da disposição espacial em todas as ações culturais promovidas,garantindo os princípios do desenho universal.II - no aspecto comunicacional e de conteúdo do projeto, recursos de acessibilidade às pessoas autistas e às pessoascom deficiência (intelectual, física, auditiva, visual, psicossocial ou múltipla); Resposta:Presença de intérprete de libras em todas as atividades promovidas pela propostaExecução de material didático em formato impresso e digital acessível voltada para as oficinas de educaçãopatrimonial;Oferecimento de serviço de audiodescrição para as oficinas de educação patrimonial e apresentação musical instrumental;Adaptação de conteúdo das rodas de choro experimentais à metodologia inclusiva;Inclusão de legendas descritivas em todos os materiais audiovisuais;III - no aspecto de comunicação e divulgação acessíveis do projeto, disponibilização de materiais em formatosacessíveis, contendo informações sobre as medidas de acessibilidade das ações a serem executadas.Resposta:Divulgação detalhada das medidas de acessibilidades acolhidas pela proposta;Realização de ampla comunicação sobre a disponibilidade de cartilhas voltadas à educação patrimonial em formatosacessíveis;Divulgação de todas as atividades culturais com recursos de audiodescrição e interpretação de libras;Disponibilização de todas as informações do projeto em formatos acessíveis;

Democratização do acesso

O Tico Tico no Dendê é um regional de choro e samba que surgiu em 2022, na cidade de Salvador e é composto peloschorões e choronas, Camile Bueno (flauta), Caio Brandão (violão sete cordas), Clara Elisa (pandeiro), Jarder Ryan(clarinete), Victor Martins (cavaquinho, bandolim).O grupo Integra ativamente a cena do choro na capital baiana, participando da tradicional Segundas do Chorinho naVaranda do Sesi Rio Vermelho, integrando programações culturais diversas pela cidade. Além da atuação musical,construiu iniciativas de educação patrimonial como mesa de formação voltada ao reconhecimento e destaque femininona cena do Choro, da sua história até os dias atuais. Mesmo que em breve trajetória, representa um regional deidentidade ampla e diversa, com atuação direcionada a uma abordagem ampla do Choro e da sua preservação bemcomo da manutenção da comunidade detentora através de propostas que evidenciam a função social da memóriacoletiva e das expressões fundantes da cultura brasileira.

Ficha técnica

Proponente | Produção executiva: Augusto HesselGrupo | Coletivo: Tico Tico no DendêCaio BrandãoCaio Brandão foi egresso do Curso de Música Popular da Escola de Música da UFBA formado em 2023 e se dedica apesquisar acervos de memória e elaboração de pesquisas sobre etnomusicologia a partir de visitas a museus, terreirose rodas de choro. É colaborador como membro integrante do projeto de extensão do Núcleo de Choro da Escola deMúsica da UFBA. Integra o grupo regional de Choro e Samba Tico Tico no Dendê e participa do coletivo Roda de ChoroBatatinha.Camile Bueno Flautista bacharel e licenciada em Artes, atualmente cursando Flauta Transversal na UFBA. Formada em FlautaTransversal pelo Conservatório de Música Sinfônica da Cidade do Saber. Integrante do Regional de Choro e Samba TicoTico no Dendê, também integrou a Orquestra Sinfônica da UFBA e da Filarmônica da Universidade Federal da Bahia. Jarder JardineiroIniciou os estudos na música e atuou como clarinetista na filarmônica Nossa Senhora Imaculada Conceição - Macaúbasba, após alguns anos, em Salvador, é graduando no curso bacharelado de instrumento na UFBA, na qual faz parte daFilarmônica e Orquestra da mesma instituição. Contribui para o desenvolvimento de práticas didáticas sobre ochorinho no Núcleo de Choro da EMUS-UFBA, e participa do corpo artístico da Roda de Choro Batatinha, como também,é integrante do Regional Choro e Samba Tico Tico no Dendê. Clara Elisa É cantora, percussionista, compositora e agente de cultura em Salvador (Ba). Iniciou carreira musical em 2008, compassagem em 2016 no projeto Som das Binha, movimento de mulheres que pesquisava artistas mulheres autorais,promovendo suas obras. Integra atualmente o projeto IGBADU - Orquestra de Berimbau de Mulheres, Roda de MulheresSamba da Bahia, Samba das Comadres, e o Regional de Choro e Samba Tico Tico no Dendê único projeto misto dentreos citados. Clara está em processo de produção de seu primeiro EP autoral.Victor Martins É multi-instrumentista, e compositor de Recife e desde 2021 vive na Bahia. Doutor em História Social pela PUC-SP,atualmente é coordenador do Gimu - Grupo da integração musical da Unilab, e idealizador do bloco afro Djolibá, quesurge nesta mesma universidade enquanto projeto de extensão. É cavaquinista no Samba da Ladeira, grupo de Sambade Roda do Curuzu,( Salvador/BA) e no grupo de Choro Tico-Tico de Dendê além de atuar em diversos projetos ligadosà música autoral: Jinkisi, uma expressão cultural de terreiro. Também possui pesquisas nas áreas de cinema africano,cinema asiático, blocos afro de Salvador e candomblé de matriz congo-angola. Autor dos livros: "Olhares sobre omundo contemporâneo", "Esfacelados" (ficção), História da África (paradidático), "Cinema africano e brasileiro".Convidados (somente os que assinaram a carta de anuência):Almir CôrtesProfessor e instrumentista com Mestrado e Doutorado em Performance Musical (UNICAMP). Especialista em músicainstrumental brasileira, atuando principalmente nos gêneros choro, frevo e baião. Desenvolve pesquisa acadêmicasobre música popular no grupo "Música Popular: história, produção e linguagem" (UNICAMP/UNIRIO). Atua comobandolinista, cavaquinista e violonista, com seis CDs lançados e participação em eventos internacionais como oMandolin Symposium (EUA). Atualmente é professor de Análise da Música Popular e Arranjo na UNIRIO, onde tambémcoordena a Orquestra de Cordas Dedilhadas, com licença para atuar na UFRB (2024). Sua trajetória combinaperformance, pesquisa e docência com foco na tradição do choro.Débora Guimarães Doutora e Mestre, iniciou sua trajetória no choro como pandeirista em 2003. Integra grupos tradicionais de Salvadorcomo o Gente-do-Choro (há mais de 20 anos) e o Choromania (velha guarda). Apresenta-se regularmente em espaçosemblemáticos como o Projeto Segundas do Chorinho (SESI), Rodas de Choro no Cabaré dos Novos (Teatro Vila Velha) eno Flipelô. Participou da Semana do Choro da EMUS-UFBA (2025) e tocou em rodas de choro em São Paulo(Contemporânea, Embaixada do Choro), Fortaleza (Dragão do Mar) e Aracaju (Recanto do Chorinho). Atualmentetambém é pandeirista dos grupos Choro&Bossa, 4trevidos no Choro e Capital Choro.Gabriela MachadoGabriela Machado é flautista, docente e compositora. Atualmente, está em fase de produção de seu projeto demúsicas autorais, intitulado “Equilibrando no Acupe”. Participou em 2023, da gravação do Cd “DDG 19” ddacompositora Débora Gurgel. Na áre docente, participou do projeto por “Todas as Bandas” na Bahia, uma parceria daFunarte com a UFRJ. Desde 2022 é doutoranda na UFBA. Compõe o Câmaranóva com lançamento do cd “CâmaraBrasileira”, em 2023 e 8 minidocs, em 2021. Ainda em 2021 participou do Amplifyher Brasil, um projeto demapeamento da produção das mulheres musicistas no Brasil, uma parceria da University Manchester Metropolitan,Napier Edinburgh e USP. Foi solista do grupo Choronas, durante 20 anos tendo gravado 03 cds: “Atraente”, “Choronasconvida” e “O Brasil toca Choro”. Marcela C. PortoArquiteta, urbanista e especialista em preservação do patrimônio cultural e da paisagem através da Universidade deBrasília (2023). 1º lugar ex aequo por coautoria de intervenção em patrimônio urbano em 4º Seminário Internacional deProjeto Ladeira da Misericórdia (UFBA | La Sapienza). Atua na elaboração de consultorias técnicas e projetosarquitetônicos diversos no campo do Patrimônio Cultural.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.