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PRONAC 257586Autorizada a captação total dos recursosMecenato

LAB CRIATIVA

FLAVIA GUIMARAES DE OLIVEIRA SANTANA
Solicitado
R$ 199,4 mil
Aprovado
R$ 199,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações de capacitação e treinamento de pessoa
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2025-08-01
Término
2026-07-01
Locais de realização (1)
Salvador Bahia

Resumo

O projeto LAB CRIATIVA: OFICINAS DE ARTE PARA AUDIOVISUAL é uma iniciativa inédita que propõe a realização de ações formativas, a partir de uma metodologia teórico-prática, voltadas a conhecimentos e experiências no departamento de arte do audiovisual, entendendo essa categoria como um dos pilares da economia criativa. Pretende-se, assim, desenvolver o laboratório através da criação de um plano pedagógico e da realização de oficinas práticas e teóricas abarcando diversos tópicos e aspectos do departamento de arte em geral. Serão 12 oficinas exclusivas voltadas para jovens, entre 18 e 29 anos, negras e indígenas (mulheres cis, pessoas trans e não bináries) entre 18 e 29 anos, de baixa renda e/ou residentes em localidades de vulnerabilidade social em Salvador. Das 20 vagas, 15 serão destinadas a um grupo fixo que participará por todos os módulos da oficina para apresentar um produto final. As outras 5 vagas, serão abertas a pessoas interessadas pelos módulos.

Sinopse

O projeto LAB CRIATIVA: OFICINAS DE ARTE PARA AUDIOVISUAL é uma iniciativa inédita que propõe a realização de ações formativas, a partir de uma metodologia teórico-prática, voltadas a conhecimentos e experiências no departamento de arte no contexto do audiovisual baiano. Pretende-se, assim, desenvolver o laboratório através da criação de um plano pedagógico e da realização de oficinas práticas e teóricas, que trarão temáticas abrangentes dessa área, abarcando diversos tópicos e aspectos da criação de um projeto de arte para audiovisual e do departamento de arte em geral. Serão, ao total, 15 oficinas, onde serão ofertadas 30 vagas por módulo, sendo elas exclusivas para pessoas negras e indígenas (mulheres cis, pessoas trans e não bináries) entre 18 anos e 29 anos, de baixa renda e/ou residentes em localidades de vulnerabilidade social em Salvador. Das 30 vagas, 20 serão destinadas a um grupo fixo que participará por todos os módulos da oficina para apresentar um produto final. As outras 10 vagas, serão abertas a pessoas interessadas pelos módulos, para assistirem as aulas como ouvintes, por transmissão ao vivo, tendo uma estimativa de 130 pessoas alcançadas. As inscrições serão realizadas por meio de formulários, nos quais haverão itens a serem respondidos de acordo com esses critérios, que serão priorizados. A abertura das inscrições será amplamente difundida, através das redes sociais, imprensa e articulação ativa junto a grupos e lideranças comunitárias de diferentes territórios de Salvador, com o intuito de atingir o público pretendido. O acesso às oficinas será gratuito, assim como todo o material pedagógico. Além disso, os três primeiros módulos introdutórios serão disponibilizados no canal do Laboratório Criativo no Youtube, com recursos de acessibilidade, como: legendagem descritiva e audiodescrição, para o público em geral. Levando em consideração o público alvo do projeto, é necessário que se apresente ferramentas que possibilitem a democratização do acesso das participantes. Para isso, propõe-se que as oficinas aconteçam em formato híbrido (remoto e presencial), sendo as aulas teóricas realizadas de forma virtual no período da noite (19h e 21h); e as oficinas práticas aos sábados pela manhã (9h às 13h), presencialmente. As participantes receberão uma bolsa de ajuda de custo para cobrir gastos que possam ter para conseguir participar do projeto (como pacote de dados de internet, por exemplo), além de receberam um valor adicional para o transporte/deslocamento referente às diárias presenciais, que acontecerão no ateliê criativo DAKA SHOLA, empresa parceira localizada no bairro da Calçada, em Salvador, que possui equipamentos de alta qualidade para viabilizar a realização das atividades práticas. As oficinas estão previstas para acontecerem em formato híbrido e com diferentes cargas horárias (de acordo com cada necessidade), somando um total de 84 horas de formação teórico-prática de temáticas voltadas ao departamento de arte no audiovisual. São elas: 1-AULA INAUGURAL, com Alyssa Volpini (mulher cis, pansexual), Clara Matos(mulher cis, negra, bissexual) e Flávia Santana (mulher cis, negra, bissexual) 2-A ARTE NO AUDIOVISUAL, com Jéssica Senra (mulher cis, negra) 3-LINGUAGEM CINEMATOGRÁFICA COMO CONSTRUÇÃO IDENTITÁRIA E ÉTNICA: potencialização de narrativas negras e indígenas, com Flávia Maraká (mulher cis, indígena, bissexual) 4-PESQUISA, CONCEITO DE ARTE E PROCESSO CRIATIVO EM D.A, com Gabrielle Laragnoit (mulher cis, lésbica) 5-POÉTICA, ESTÉTICA E TÉCNICA DA ARTE, com Clara Matos (mulher cis, negra, bissexual) 6-SUSTENTABILIDADE NO DEPARTAMENTO DE ARTE, com Alyssa Volpini (mulher cis, pansexual) 7-ASSISTÊNCIA DE ARTE, com Jayne Sales (mulher cis, negra, bisssexual) 8-PRODUÇÃO DE OBJETOS PARA A CENA, com Flor de Liz (mulher cis, afroindigena, bissexual, pcd) 9-PRODUÇÃO DE ARTE, com Fernanda Borges (mulher cis, negra, bissexual) 10-DESIGN GRÁFICO PARA ARTE NO AUDIOVISUAL, com Aju Paraguassu (mulher cis, afroindigena, pansexual) 11-CENOGRAFIA, DESENHO TÉCNICO E MODELAGEM 3D, com Marina Patury (mulher cis, lésbica) 12-CENOTECNIA NO AUDIOVISUAL, com Thays do Valle (mulher cis, negra) 13-CONTRARREGRAGEM, com Daiane Oliveira (mulher cis, negra) 14-FIGURINO E CARACTERIZAÇÃO DE PERSONAGEM NO AUDIOVISUAL, com Anthea Xavier (mulher cis, negra, pansexual) 15-MAQUIAGEM PARA AUDIOVISUAL, com Abigail Marianno (mulher trans, negra) MÓDULO FINAL - ATIVIDADE PRÁTICA - Ao final de todas as oficinas, haverá um trabalho de conclusão do curso, no qual as participantes irão, de forma conjunta, criar e executar um projeto de arte para uma “cena” (que será pensada a partir de um roteiro), colocando o que foi visto ao longo das oficinas em um uso prático. Para isto, a atividade contará com uma diretora/roteirista convidada e uma equipe de gravação, criando-se uma experiência a partir do roteiro ao 1° corte (pré-produção, produção e pós-produção). Assim, para além de toda a base teórica, a proposta visa que a teoria seja posta em prática, de modo a trazer experiências reais, criação de portfólio e fortalecimento de rede para as participantes. Além disso, a ideia de ser um trabalho conjunto ajuda no processo de aprendizado e de autoconfiança, de modo a impulsionar potencialidades e também ampliar saberes. A curadoria e a coordenação pedagógica priorizaram a composição de uma a equipe de ministrantes majoritariamente composta por mulheres (cis e trans) e pessoas não bináries, em sua maioria negras e LGBTQIA+, prezando pela diversidade e representatividade tanto do corpo discente, quanto do corpo docente. Além das ministrantes, outras funções serão contratadas, como monitoras, assistentes de produção, fornecedores de alimentação, prestadores de serviço de transporte, designer, assessora de imprensa, entre outras funções que serão exercidas mais de 95% por profissionais da cidade de Salvador, colaborando, assim, para a movimentação da economia local a partir da contratação de serviços, mobilizando mais de 30 profissionais. Por fim, é importante ressaltar que a proposta surge a partir do fato de que o departamento de arte ainda é pouco valorizado dentro do mercado do audiovisual, assim como existe uma grande carência de acesso a formação, como a quase inexistência de cursos, oficinas e workshops que abordem essas temáticas, ou até mesmo profissionalização para este mercado na cidade de Salvador, sobretudo de forma gratuita e a partir de um viés social. Deste modo, a relevância social do projeto proposto se dá pelo incentivo à inserção de pessoas negras e indígenas (mulheres cis, pessoas trans e não bináries) de baixa renda e/ou residentes em localidades de vulnerabilidade social em Salvador no departamento de arte do audiovisual e no fomento à profissionalização dessas pessoas para este mercado de trabalho, que ainda é pequeno nesta região. O projeto reconhece a importância e a também existente necessidade de se ter o conhecimento teórico atrelado com a experiência prática. E, mais do que uma formação a partir de aulas expositivas, o laboratório se propõe a ser um espaço de trocas de conhecimentos e experiências sobre a área, para que se possa impulsioná-la no audiovisual soteropolitano, fortalecendo essa rede de profissionais. Trata-se, assim, de uma iniciativa que busca também incentivar para que no futuro possam haver mais laboratórios, oficinas, workshops, entre outros, com esse mesmo intuito, e que isso possa se ampliar cada vez mais, movimentando a área de arte do audiovisual soteropolitano e abrindo portas para que mais pessoas possam ingressar nesse mercado. Por fim, no que diz respeito à contrapartida, propõe-se que o encerramento do laboratório seja uma apresentação aberta ao público, apresentando um panorama do mercado audiovisual e compartilhando a entrega final do curso, com presença do corpo discente e docente, incentivando e mostrando a possibilidade do cinema (e da área de arte) como uma carreira possível para as participantes interessadas.

Objetivos

Objetivos Gerais: - Contribuir na formação/profissionalização de jovens entre 18 e 29 anos, negras e indígenas (mulheres cis, pessoas trans e não bináries) de baixa renda e/ou residentes em localidades de vulnerabilidade social no departamento de arte no mercado audiovisual baiano, colaborando, assim para a movimentação da economia criativa do audiovisual na perspectiva do departamento de arte; Objetivos Específicos: - Promover a geração de renda através da contratação da equipe de produção, ministrantes das oficinas e demais fornecedores e prestadores de serviço, prevendo mais de 20 profissionais contratados; - Proporcionar a produção de até dois projetos de arte (do roteiro ao 1° corte), que farão parte dos portfólios das participantes; - Fomentar e contribuir na inserção de novas pessoas negras e indígenas (mulheres cis, pessoas trans e não bináries) no audiovisual com a criação de um banco de dados, que será compartilhado nas redes sociais do projeto (marcando outras empresas e produtoras locais) com o objetivo de que, em produções audiovisuais futuras, as participantes tenham a oportunidade de integrar a equipe técnica. - Proporcionar um espaço acolhedor e seguro para as estudantes, além de garantir o acesso a partir de bolsas de ajuda de custo para a participação. - Realização de 84h de oficinas formativas teóricas-praticas, no formato on-line e presencial. Estimativa de Público: 130 pessoas (20 fixas + 10 pessoas extras nos 11 módulos online) - Realizar Sessão de Encerramento do Laboratório aberta ao público. Estimativa de Público: 100 pessoas

Justificativa

O projeto LAB CRIATIVA: OFICINAS DE ARTE PARA AUDIOVISUAL é uma iniciativa inédita que propõe a realização de ações formativas, a partir de uma metodologia teórico-prática, voltadas a conhecimentos e experiências no departamento de arte no contexto do audiovisual baiano. Pretende-se desenvolver o laboratório através da criação de um plano pedagógico e da realização de oficinas práticas e teóricas, que trarão temáticas abrangentes dessa área, abarcando diversos tópicos e aspectos da criação de um projeto de arte para audiovisual e do departamento de arte em geral, voltados para um público de jovens entre 18 e 29 anos. A proposta surge a partir do fato de que o departamento de arte ainda é pouco valorizado dentro do mercado do audiovisual, assim como existe uma grande carência de acesso a formação, como a quase inexistência de cursos, oficinas e workshops que abordem essas temáticas, ou até mesmo profissionalização para este mercado na cidade de Salvador, sobretudo de forma gratuita e a partir de um viés social. Deste modo, a relevância social do projeto proposto se dá pelo incentivo à inserção de pessoas negras e indígenas (mulheres cis, pessoas trans e não bináries) de baixa renda e/ou residentes em localidades de vulnerabilidade social em Salvador no departamento de arte do audiovisual e no fomento à profissionalização dessas pessoas para este mercado de trabalho, que ainda é pequeno nesta região. O projeto reconhece a importância e a também existente necessidade de se ter o conhecimento teórico atrelado com a experiência prática. E, mais do que uma formação a partir de aulas expositivas, o laboratório se propõe a ser um espaço de trocas de conhecimentos e experiências sobre a área, para que se possa impulsioná-la no audiovisual soteropolitano, fortalecendo essa rede de profissionais. Trata-se, assim, de uma iniciativa que busca também incentivar para que no futuro possam haver mais laboratórios, oficinas, workshops, entre outros, com esse mesmo intuito, e que isso possa se ampliar cada vez mais, movimentando a área de arte do audiovisual soteropolitano e abrindo portas para que mais pessoas possam ingressar nesse mercado. Por fim, justifica-se também o uso do Mecanismo de Incentivo da Lei nº 8.313/91 pelo fato do projeto LAB CRIATIVA promover ações formativas gratuitas em audiovisual, voltadas a jovens negros, indígenas, mulheres cis, pessoas trans e não bináries, de baixa renda e/ou em situação de vulnerabilidade social em Salvador. Alinha-se aos incisos I, II, III, IV e VII do art. 1º, ao contribuir para a liberdade de expressão, a regionalização cultural, a valorização da diversidade e a difusão de bens culturais. Atende ainda aos incisos I, II, III, IV, V e VI do art. 3º, ao facilitar o acesso à cultura, promover o desenvolvimento social, fortalecer a economia criativa e salvaguardar expressões culturais de grupos historicamente marginalizados. Assim, a proposta cumpre os princípios do PRONAC e demanda incentivo fiscal para garantir sua execução e impacto social.

Estratégia de execução

CADERNO DE OFICINAS https://drive.google.com/file/d/1ZM5E04qtCgI0tdY7JRPzMIPMkP89MGCO/view?usp=sharing PORTFÓLIO MINISTRANTES Parte 1: https://drive.google.com/file/d/1YmoIlFi14eax_FyxUkMccQLd-Cm2AHSu/view?usp=sharing Parte 2: https://drive.google.com/file/d/1mseB7tBkv5YHkzbezGFXbdD-VUtG95sB/view?usp=sharing

Especificação técnica

O projeto LABORATÓRIO CRIATIVO: OFICINAS DE ARTE PARA AUDIOVISUAL propõe um percurso formativo com foco no departamento de arte do audiovisual, articulando saberes técnicos e experiências práticas em um total de 84 horas de carga horária. A proposta será executada em formato híbrido, com aulas teóricas síncronas realizadas no período noturno (19h às 21h) e oficinas práticas presenciais aos sábados pela manhã (9h às 13h), no ateliê criativo Daka Shola, localizado no bairro da Calçada (Salvador/BA), espaço gestionado por pessoas negras e comprometido com ações culturais e educativas. O laboratório será estruturado em 15 oficinas temáticas, além de um módulo prático final, onde as participantes aplicarão os conteúdos estudados na criação de um projeto de arte. O projeto é voltado exclusivamente para jovens negras e indígenas (mulheres cis, pessoas trans e não bináries), entre 18 e 29 anos, prioritariamente de baixa renda e/ou residentes em territórios de vulnerabilidade social de Salvador. O projeto pedagógico está baseado em uma metodologia teórico-prática que promove a integração entre conteúdo técnico e construção coletiva de conhecimento. Cada oficina será orientada por profissionais atuantes no setor audiovisual, com reconhecida trajetória em suas respectivas áreas. A curadoria prioriza ministrantes negras, indígenas e LGBTQIA+, promovendo um ambiente formativo representativo, seguro e de trocas horizontais. O plano pedagógico será estruturado com Ementa detalhada; Objetivos formativos; Metodologia e estratégias de ensino-aprendizagem; Cronograma das atividades; Bibliografia e referências visuais; Avaliação formativa dos processos; Instrumentos de acessibilidade (audiodescrição, legendagem, materiais digitais). Além disso, as três oficinas introdutórias serão disponibilizadas publicamente no canal do projeto no YouTube, com acessibilidade garantida. Cada oficina abordará um aspecto do departamento de arte, integrando teoria e prática. A seguir, o detalhamento técnico: - Aula Inaugural (3h, online) – Apresentação do curso e panorama geral do audiovisual, com Clara Matos, Alyssa Volpini e Flávia Santana. - A Arte no Audiovisual (3h, online) – Compreensão do papel do departamento de arte, com Jéssica Senra. - Linguagem Cinematográfica como Construção Identitária e Étnica (6h, online) – Luz, enquadramento, planos e valorização de narrativas negras e indígenas, com Flávia Maraká. - Pesquisa, Conceito de Arte e Processo Criativo em D.A. (6h, online) – Desenvolvimento de moodboards, referências e desenho de arte, com Gabrielle Laragnoit. - Poética, Estética e Técnica da Arte (6h, online) – Planejamento conceitual e executivo, com Clara Matos. - Sustentabilidade no Departamento de Arte (3h, online) – Reaproveitamento, descarte consciente e baixo impacto, com Alyssa Volpini. - Assistência de Arte (3h, online) – Organização do departamento e relação com outras áreas do audiovisual, com Jayne Sales. - Produção de Objetos e Decoração em Cena (3h, online) – Elementos cênicos e narrativa visual, com Flor de Liz. - Produção de Arte (6h, online) – Gestão, logística e execução de produção de arte, com Fernanda Borges. - Design Gráfico no Audiovisual (3h, online) – Criação de peças gráficas para a cena, com Aju Paraguassu. - Cenografia, Desenho Técnico e Modelagem 3D (6h, online) – Criação tridimensional e interface técnica com outros departamentos, com Marina Patury. - Cenotecnia (6h – 2h online + 4h presencial) – Técnicas construtivas e montagem de cena, com Thays do Valle. - Contrarregragem (6h – 2h online + 4h presencial) – Ferramentas e organização do material de cena, com Daiane Oliveira. - Figurino e Caracterização de Personagem (6h – 2h online + 4h presencial) – Semântica da personagem e construção visual, com Anthea Xavier. - Maquiagem para Audiovisual (6h – 2h online + 4h presencial) – Técnicas para diferentes tons de pele e identidade visual, com Abigail Marianno. O módulo de encerramento será uma atividade prática (12h presencial) de criação coletiva, com acompanhamento de equipe técnica e direção convidada. As participantes aplicarão os conhecimentos adquiridos para idealizar e executar uma cena, passando pelas etapas de pré-produção, produção e pós-produção. A atividade visa consolidar os saberes por meio da prática, fortalecendo a criação de portfólio, o senso de autoria e a autonomia profissional. Todo o material pedagógico será disponibilizado gratuitamente às participantes em formato digital (PDF), com linguagem acessível e recursos visuais. As oficinas presenciais contarão com materiais básicos de consumo (papel, tintas, tecidos, ferramentas manuais, objetos de cena reaproveitados ou recicláveis). Também está prevista a não utilização de plásticos descartáveis e plásticos de uso único, reforçando o compromisso com práticas sustentáveis. Com relação à acessibilidade, o projeto garante recursos de acessibilidade em seus conteúdos audiovisuais: Legendagem descritiva; Audiodescrição nos vídeos dos módulos iniciais; Materiais adaptados em formato digital; Apoio de bolsistas com vivência em acessibilidade digital

Acessibilidade

O projeto prevê a contratação de uma assessoria de comunicação com ações de acessibilidade. Assim, todas as postagens veiculadas ao projeto, nas redes sociais, como divulgação, compartilhamento do processo e demais conteúdos relacionados ao Laboratório, incluem o recurso #ParaCegoVer; e/ou audiodescrição na divulgação em vídeo. Na análise das inscrições para Laboratório será possível identificar quais serão as medidas de acessibilidade necessárias para a realização das oficinas com a turma, para garantir a plena participação da(s) pessoa(s) com deficiência inscritas. Além disso, para ampliar e tornar democrático o acesso ao conteúdo lecionado, serão disponibilizados os três módulos de oficinas iniciais na plataforma YouTube, que contará com legendagem descritiva e audiodescrição. O projeto estima uma sessão aberta de encerramento em Escola da Rede Pública, a ação de contrapartida, que contará com tradução em LIBRAS e profissionais especializados em acessibilidade cultural.

Democratização do acesso

O “LABORATÓRIO CRIATIVO: OFICINAS DE ARTE PARA AUDIOVISUAL” pretende ser realizado de modo híbrido, sendo grande parte das oficinas iniciais feitas de forma online (síncrona), e outra parte das oficinas finais de forma prática-presencial, para as estudantes fixas, que estarão presentes em todos os módulos. Serão, ao total, 15 oficinas, onde serão ofertadas 30 vagas por módulo, sendo elas exclusivas para pessoas negras e indígenas (mulheres cis, pessoas trans e não bináries) acima de 18 anos, de baixa renda e/ou residentes em localidades de vulnerabilidade social em Salvador. Das 30 vagas, 20 serão destinadas a um grupo fixo que participará por todos os módulos da oficina para apresentar um produto final. As outras 10 vagas, serão abertas a pessoas interessadas pelos módulos, para assistirem as aulas como ouvintes, por transmissão ao vivo, tendo uma estimativa de 130 pessoas alcançadas. Desta forma, o local que pretende-se utilizar para a realização das oficinas práticas de cenotecnia e contrarregragem, é o: DAKA SHOLA ATELIÊ CRIATIVO - um espaço parceiro, gestionado por pessoas negras soteropolitanas, localizado no bairro da Calçada, na região da Cidade Baixa, na cidade de Salvador-Bahia. O Daka Shola é um ateliê de cenografia, no qual realizam-se muitas criações, principalmente de cenotecnia. Trata-se de um ambiente amplo com infraestrutura de qualidade, bem como equipamentos e ferramentas para a realização das atividades. Ao final do curso, haverá uma Sessão de Encerramento do Laboratório aberta ao público, onde será apresentado o percurso do curso e os produtos finais, com estimativa de Público de 100 pessoas.

Ficha técnica

MARIA CLARA MATOS QUINTELA - Coordenação Pedagógica e Ministrante de oficinaClara Matos é diretora de arte, cenógrafa e produtora de arte. É fundadora da “Cenosfera”; um atelier múltiplo que estuda e realiza criações a partir da inter-relação entre corpo e espaço, por meio de reflexões e experimentações. Por isto, possui um grande gosto por trabalhos manuais e não apenas criar, mas “saber fazer com as próprias mãos”. E assim, vem criando uma vasta gama de conhecimentos sobre diversas técnicas e materiais, como marcenaria, bambuzeria, papietagem, costura, pintura e escultura. É co-criadora do projeto "Cartografilme" que busca integrar o audiovisual à cartografia e urbanismo social. Já trabalhou em muitos videoclipes de artistas brasileiros como Rachel Reis, Silva, Marina Sena, RDD, Zé Manoel, Luedji Luna, Illy e O Poeta. Realizou trabalhos em campanhas publicitárias e participou em longa-metragens como “Café, Pepi e Limão” e “As Órfãs da Rainha” e em diversos curtas do meio artístico independente baiano, como “Além da Cancela”, “Oxowusi”, “O Homem que Virou Castanha”, “56 dias”, "Anastácia" e "Bárbara". ALYSSA VOLPINI LUSTOSACoordenação Pedagógica, Coordenação de ProduçãoAtivista Sapatona, Artista Multilinguagem, Cenógrafa, Pesquisadora, Produtora Cultural, Designer Gráfica com Bacharelado em Artes Plásticas e também em Arquitetura e Urbanismo, ambos pela UnB. Pós-graduanda na Especialização em Assessoria Técnica, Habitação e Direito à Cidade (PPGAU/FAUFBA). Formação em Direção de Arte em Cena com Vera Hambúrguer (Inbox Cultural-2022). Faz parte da Coletiva Feminista Arquitetas Invisiveis. Conselheira externa na Comissão Especial de Políticas Afirmativas do CAU/BR. Suas pesquisas perpassam temas vinculados à urbanismo, direito à cidade, habitação, cinema, memória e questões interseccionais de gênero, étnico-raciais e sexualidades. FLÁVIA GUIMARÃES DE OLIVEIRA SANTANAProdução ExecutivaFlávia Santana: Produção Cultural(UFBA). Na Pós em Política e Gestão Cultural(UFRB). Produziu + de 15 curtas, 3 longas e 2 séries documentais. Selecionada pro programa de aceleração Nicho Executiva-2022, participando de eventos internacionais (Berlinale, Marché du Film, Berlinale, TIFF e American Film Market). Produtora executiva dos longas ficção RECEBA! e doc CAIS e MENARCA. Dir. executiva na Mulungu Realizações Culturais, empresa dedicada a projetos de impacto sociocultural, voltada a mulheres, pessoas negras e LGBTQIA+. JÉSSICA SENRAMinistrante OficinaArtista Multidisciplinar de Santa Cruz, Zona Oeste do Rio de Janeiro, atua como Diretora de Arte, Fotógrafa, Realizadora Audiovisual. Sua pesquisa artística tem foco na reinvenção dos imaginários culturais afro-brasileiros. Desde 2016, integra o escritório Coolhunter Favela. Formada na Escola de Cinema Darcy Ribeiro, possui especializações em Documentário pela AIC, em Roteiro pelo Diáspora Conecta. Realizou trabalhos com Amazon Prime, Globo, Farm Rio entre outros. FLÁVIA COUTO DO NASCIMENTO (FLÁVIA MARAKÁ)Ministrante OficinaArtista indígena Maraká (Bahia), multiartista e comunicadora multidisciplinar, artista do corpo, escritora, produtora cultural, crítica, educadora e curadora. Trabalha em comunidades quilombolas e indígenas da Bahia com dança e audiovisual. Performance Mandinga-Batalha-Mandinga. Criou a obra Digital Genipap. Graduada em Comunicação das Artes do Corpo (PUCSP) e mestranda em Dança (UFBA). JAYNE SOUZA SALESMinistrante OficinaProdutora de objetos, produtora de arte, aderecista e assistente de arte, projetos: "Bridgestone - The Best of the Tournament 2022'' , "Humor Negro - Globoplay e Multishow 2022", "Salvador Capital Afro 2022 e 23", "Sovacaria Old Spice", "Masego - You Never Visit Me", " Teto - Minha Vida é um Filme", “São João Boticário - 2023, Filme "Ode". ABIGAIL MARIANNOMinistrante OficinaMaquiadora e caracterizadora para audiovisual e cinema, especializada em peles negras. Estudos em efeitos especiais FX. Experiências em trabalhos de nacionais e internacionais como: Clipes “You Never Visit Me” - Masego e “Fuego” - Tneshi; Série COMIDA DE SANTO. Ass. de make pro longa TIMIDEZ. Desenvolve pesquisas no campo da política social x Beleza, tendo um referencial inclusivo, voltado principalmente a mulheres negras e comunidade LGBTQIA +. JULIANA ALMEIDA RANGELMinistrante OficinaMensageira visual, ativista da cultura em plena retomada afro-indígena. Graduada em Desenho Industrial pela Escola de Belas Artes (UFBA), designer, diretora de arte. Ilustrou o livro “Sejamos Todos Feministas”, de Chimamanda Ngozi, edição infanto-juvenil da Companhia das Letrinhas. Integrante e fundadora da Editora Tiragem, focada em publicações experimentais. ANTHEA REGINA DA SILVA XAVIERMinistrante OficinaDesigner de moda, figurinista, artista visual, técnica em conservação e restauro (indumentárias e têxteis). Diretora criativa em projetos de moda. Teatro, música e publicidade. Figurinista: Longa MENARCA; Clipe "Última vez/Xãoipá" de Nega Fyah; “Preta foda” de Udi. 1° Ass. de Figurino: nos longas "Amizade Colorida”, " O Céu não sabe meu nome” e "Beleza da Noite”. DAIANE SANTOS DE OLIVEIRAMinistrante OficinaArtes Visuais (UFBA). Filme: “Trampolim do Forte” (dpto de arte), ass. de cenografia, de dir de arte e pintura. Contrarregra: série “Francisco só quer jogar bola”. Pintura de arte e cenotecnia - Longa “RECEBA!” e a série “Meu irmão nerd”. Longa “Longe do Paraíso”, “Guerra de Algodão”. Séries: “3%” (aderecista) e “Nasce uma Rainha”, “Missão Design” e “Drag Me As a Queen”. Coord. de montagem de exposições no MAM BA. Design de produto, impressões gráficas e animação. FERNANDA BORGES SANTANAMinistrante OficinaAdministração (Fundação Bradesco), Comunicação Social (Faculdade da Cidade). Curso-Gestores Culturais do Nordeste. Coordenou o Armazém Cenográfico do Centro Técnico do Teatro Castro Alves. Produção cultural e artística: teatro, cinema, música, dança e exposições: Festival internacional Vivadança. Coord. das montagens da 2ª Bienal de Artes da Bahia. Profª voluntária de “Produção de Arte” do projeto TeatroEscola. Fundou a empresa artística “Inlè”. Coordenação artística - PAMBA. FLOR DE LIZ REIS PINHEIROMinistrante OficinaCinema e Audiovisual (UFPA). Criação de efeitos especiais para filmes futuristas. Voluntária no projeto “Além dos Muros dos Museus” como facilitadora no ensino de audiovisual em comunidade. Séries e longas em Belém e São Paulo. Produção de objetos da série “Notícias Populares” e do longa “Levante”. MARINA DE ARAÚJO PATURYMinistrante OficinaDiretora de arte, cenógrafa e arquiteta (UnB), extensão de bacharelado em artes e arquitetura (Leeds Beckett University). Dir. de arte: longas “Cerrates Robin Hoods”, “Amado”, “Rir Pra Não Chorar” e “Por Que Você Não Chora?”, curta “Cidade Livre” e muitos filmes publicitários. Clipes: Gaivota Naves, Allan Massay Ellefante, O Tarot e Rafael Jama. Cenógrafa: série “Impuros” e “Notícias Populares” e longa “Salomé”. Cenografia de eventos: Ruas Convida, Festival Internacional Cinema e Transcendência, Uma Noite no Museu com Basquiat, Festival Um Giro Pelo Mundo e o II Festival de Cinema BB DTVM e o espetáculo teatral Pertencer-Jovem de Expressão. THAYS DO VALLE OLIVEIRAMinistrante OficinaTécnicas de Palco (SP-Escola de Teatro); Marcenaria (SENAI/SP). Bacharelado Interdisciplinar em Artes (Cinema e Audiovisual-UFBA). Cenários, adereços: teatro, publicidade, show e animação. Técnicas do processo artístico, cenotecnia, iluminação, prod. de arte. Ass. de arte: minisséries “Betinho no Fio da Navalha” e “IndependênciaS”. Ass. de cenografia e Cenotécnica - peça “A Arte da Comédia” (Cia de Teatro UFBA). Ass. de adereço - clipe “Vênus Em Escorpião” de Gaby Amarantos. Cenógrafa: peças “A Fuzarca dos Descalços” e “A Tenda”. Cenotécnica: shows de Lívia Mattos e musical “Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos”. Operadora de luz: peça “Buraquinhos”. Contrarregra na peça TAREIAS. Ministrou oficinas de marcenaria no SESC e no Instituto Tomie Ohtake.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.