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Naique é um curta-metragem de ficção com cerca de 15 minutos que narra, pelo olhar de três crianças de um bairro periférico de Campinas/SP, uma história de amizade, brincadeiras e perda da inocência diante da violência. O filme aborda temas como negritude, autismo, preconceito e criminalidade, propondo um retrato sensível e crítico da infância em territórios marginalizados.
Em um condomínio de periferia em Campinas/SP, três crianças — Tiago, Lis e Helena — transformam uma brincadeira em um problema sério ao jogar um tênis em um fio elétrico. O gesto desperta a atenção da polícia e de um traficante local, colocando em risco a amizade e a inocência do trio. Naique é um curta-metragem de 15 minutos que retrata a infância, a negritude, o autismo e a violência urbana sob o olhar das crianças.
Objetivo Geral Realizar o curta-metragem Naique, obra audiovisual de ficção com duração aproximada de 15 minutos, que retrata a infância em um bairro periférico de Campinas/SP, discutindo temas como negritude, autismo, preconceito e criminalidade sob o olhar de crianças.Objetivos EspecíficosProduzir um curta-metragem de 15 minutos, em formato digital, totalmente acessível (com legendagem descritiva e audiodescrição).Exibir o filme em sessão de lançamento aberta ao público no Centro de Convivência Cultural de Campinas/SP.Realizar no mínimo 05 exibições gratuitas em espaços culturais, escolas públicas e centros comunitários da região.Inscrever o curta em festivais nacionais e internacionais, ampliando a visibilidade da obra e dos temas tratados.Disponibilizar o filme em plataformas digitais de acesso gratuito (Vimeo/YouTube), garantindo ampla democratização do acesso.Promover ações educativas e de sensibilização a partir da obra, estimulando o debate sobre infância, racismo, autismo e violência em territórios periféricos.
O curta-metragem Naique busca dar visibilidade a narrativas raramente retratadas no audiovisual brasileiro: a infância negra e periférica, a vivência de uma criança autista e as experiências de amizade e inocência interrompidas pela violência estrutural. O projeto propõe um olhar sensível e crítico sobre o cotidiano em territórios marginalizados, onde preconceito, racismo e criminalidade impactam diretamente a vida de crianças. Além de contribuir para a diversidade de representações no cinema nacional, Naique atua como instrumento de diálogo e sensibilização social, fortalecendo o papel do audiovisual como meio de reflexão, inclusão e transformação cultural.
Formato: curta-metragem de ficçãoDuração: aproximadamente 15 minutosCaptação de imagem: formato digital, resolução 4K, proporção 1.85:1Captação de som: estéreo 2.0, com captação de som direto e desenho de som em pós-produçãoFinalização: correção de cor, mixagem de som e masterização para DCP (Digital Cinema Package) e formatos digitais de streamingRecursos de acessibilidade: legendagem descritiva em português e inglês, audiodescrição e versão com interpretação em LibrasMateriais complementares: trailer promocional, cartaz e fotos de divulgaçãoEntrega: produto final em DCP para exibições em cinema, arquivo digital em alta resolução para streaming e versão gratuita para plataformas online (Vimeo/YouTube)
O projeto Naique prevê acessibilidade física e de conteúdo em suas atividades. Para a sessão de lançamento no Centro de Convivência Cultural de Campinas/SP, serão observadas condições de acessibilidade no espaço físico, incluindo rampas de acesso, banheiros adaptados e assentos reservados.No conteúdo audiovisual, o curta será finalizado com legendagem descritiva, audiodescrição e legendas em português e inglês, possibilitando a fruição por pessoas surdas, com deficiência auditiva ou visual. Também serão realizadas sessões com interpretação em Libras e disponibilização de materiais de divulgação em formatos acessíveis.Essas medidas garantem que o filme seja plenamente acessível a públicos diversos, reafirmando o compromisso do projeto com a inclusão e a democratização cultural.
O curta-metragem Naique terá sua estreia em sessão gratuita e aberta ao público no Centro de Convivência Cultural de Campinas/SP, valorizando o território onde a narrativa se passa. Serão realizadas pelo menos 05 exibições gratuitas em escolas públicas, centros comunitários e espaços culturais da região, acompanhadas de debates com a equipe para estimular a reflexão sobre os temas abordados.Após o circuito de festivais nacionais e internacionais, o filme será disponibilizado gratuitamente em plataformas digitais (YouTube e Vimeo), ampliando o alcance a públicos de diferentes localidades. Além disso, será oferecido a canais de TV e plataformas de streaming nacionais que priorizam o acesso democrático ao audiovisual.A divulgação será feita por meio de redes sociais, imprensa especializada e veículos locais, garantindo que o filme chegue a um público diverso, com ênfase em comunidades periféricas e em jovens espectadores.
Direção e Roteiro: Lucas de Souza Detoni Diretor e roteirista, residente em Campinas/SP. Estudou escrita criativa, roteiro audiovisual e direção na EBAC. Vencedor do prêmio de Melhor Roteiro de Curta-Metragem com Naique e Menção Honrosa com o piloto de série Dulce: Hollywood Nua e Crua. Dirigiu o curta-metragem (HOMENS) NÃO DÊ OUVIDOS!, disponível na plataforma Vimeo.Produção Executiva: Guto Gomide Responsável pela gestão administrativa, financeira e operacional do projeto, com experiência em produção cultural e audiovisual. Gutto Gomide é produtor, diretor e roteirista. Formado em Cinema pela UFSC, participou do Programa New Voices pra roteiristas estreantes com bolsa da Fullbright Brasil em 2021. Desde então, fundou a produtora Audrey filmes, onde se dedica a criar histórias com protagonismo LGBTQIA+ e a auxiliar outros roteiristas a criarem seus próprios projetos através do laboratório de desenvolvimento Queer Voices.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.