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O projeto visa realizar a produção da primeira temporada do podcast Arte no Cotidiano Médico, com (20) vinte episódios de 60 minutos. A série aborda a relação entre arte, medicina e memória social, reunindo médicos-artistas e artistas convidados em conversas sobre práticas artísticas no cuidado em saúde. Os episódios serão disponibilizados gratuitamente em plataformas de streaming.
Arte no Cotidiano Médico é um podcast que explora a interseção entre arte e medicina. Ao longo de 20 episódios, médicos-artistas compartilham como suas experiências com práticas artísticas — como música, pintura, dança, literatura e cinema — influenciam seu trabalho clínico e promovem bem-estar. A série também conta com artistas convidados, que trazem diferentes visões sobre saúde pública, cultura e sociedade, ampliando o diálogo e aproximando o público de diversas realidades sociais. O podcast mostra como a arte contribui para a humanização do cuidado, inspira criatividade no cotidiano e reforça a importância do autocuidado na vida de todas as pessoas.Classificação Indicativa Etária: Livre
O objetivo do projeto Arte no Cotidiano Médico é aprofundar a interseção entre arte e medicina por meio de um podcast com (20) vinte episódios inéditos. A série reúne médicos-artistas e artistas convidados para compartilhar experiências e reflexões sobre como a prática artística dialoga com o cuidado em saúde. Dessa forma, o projeto tende a demonstrar de que forma o envolvimento ativo com a arte enriquece a atuação médica, promovendo impactos positivos no bem-estar físico e emocional de pacientes, além de aproximar o público geral da realidade médica e sensibilizá-lo para temas de saúde, autocuidado e humanização da prática clínica.Objetivos EspecíficosProduto: PodcastRealizar pesquisa de personagens com 40 médicos-artistas, 40 artistas e selecionar 20 médicos-artistas e 20 artistas para a gravação dos episódios.Produzir e disponibilizar 20 episódios da Arte no Cotidiano Médico, com aproximadamente 60 minutos de duração cada e distribuição semanal. Os episódios serão disponibilizados gratuitamente em 3 plataformas digitais de áudio (Deezer, Apple Music, Spotify), com expectativa de atingir cerca de 10.000 ouvintes por episódio. Também haverá disponibilização gratuita de uma versão para a plataforma Youtube - que incluirá o registro em audiovisual - expectativa de 3.000 espectatdores por episódio. Difundir o podcast por meio de assessoria de comunicação, incluindo ações em redes sociais e compartilhamento de trechos dos episódios.Contar com, pelo menos, duas sociedades médicas parceiras para a difusão dos conteúdos:Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB) https://www.instagram.com/amib_oficial/ Sociedade de Anestesiologia do Estado de São Paulo (SAESP) https://www.instagram.com/saesp.anestesia/
O podcast Arte no Cotidiano Médico tem grande relevância cultural por revelar como a arte transforma não apenas a vida de quem dedica sua trajetória ao cuidado em saúde, mas também a forma como a sociedade enxerga o médico e a prática clínica. Profissionais da saúde enfrentam jornadas exaustivas, muitas vezes em contextos de carência de recursos, e a produção mostra que, além de técnicos, eles são sujeitos sensíveis, criativos e capazes de expressar a dimensão humana de sua experiência.A presença de médicos-artistas e artistas convidados amplia o alcance do projeto, pois cria um espaço de troca que conecta diferentes olhares sociais e culturais. Essa interlocução permite que o cotidiano da população de diversas classes e realidades seja incorporado à conversa, trazendo para a pauta pública a complexidade do cuidado, da saúde coletiva e da vida em sociedade sob a ótica artística. Por meio da arte, médicos encontram alívio para o estresse e prevenção do esgotamento, ao mesmo tempo em que desenvolvem habilidades essenciais ao cuidado, como empatia, atenção e escuta sensível. Para o público, o podcast traduz temas delicados a saúde mental, autocuidado, desafios da saúde pública de maneira acessível e inspiradora, promovendo reflexão sobre a função social do médico e a importância da humanização da prática clínica.Mais que estética, a arte aparece como ferramenta de comunicação e transformação social. Ao aproximar o público da realidade médica através da expressão artística, o projeto fortalece laços de confiança e incentiva uma visão de saúde mais acolhedora, criativa e democrática. Além de terapêutica, a arte é uma forma de comunicação poderosa. No podcast, médicos-artistas compartilham suas experiências em diferentes linguagens, artes cênicas, música, literatura, poesia, artes visuais, fotografia e audiovisual, revelando como cada expressão abre novas formas de diálogo com pacientes, colegas e a sociedade. A presença de outros artistas convidados amplia esse diálogo, permitindo maior acesso ao público em geral e trazendo olhares externos sobre a realidade da saúde pública e do acesso aos bens culturais e sociais. Essa junção valoriza a diversidade de perspectivas e evidencia como a arte pode denunciar carências, inspirar soluções criativas e sensibilizar a sociedade para a importância da humanização do cuidado e da ampliação de políticas sociais.Essa pluralidade mostra que o médico não é apenas um técnico voltado para diagnósticos e procedimentos, mas também alguém que se conecta com a condição humana através da criação artística. Ao escrever, pintar, atuar ou compor, esses profissionais encontram meios de refletir sobre sua própria prática, aliviar tensões e, sobretudo, criar pontes com o público, apresentando a saúde como experiência integral do corpo, da mente e da cultura. No aspecto legal a proposta se enquadra do Art. 1º da Lei 8313/91 ao I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dosdireitos culturais;II. promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização derecursos humanos e conteúdos locais;III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V. salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;A proposta atende aos objetivos do artigo 3 da LEI Nº 8.313, DE 23 DE DEZEMBRO DE 1991, em seus incisos II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais,preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica decaráter cultural; b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes.
Produção e exibição do podcastO podcast contará com 20 episódios quinzenais, cada um com cerca de 60 minutos de duração, disponibilizados gratuitamente no Spotify, Deezer, Apple Music e FullHD no YouTube. As gravações serão realizadas em estúdio equipado, utilizando microfones e recursos de som profissionais, garantindo captação de áudio nítida e sensível. A combinação de qualidade técnica e ambiente controlado proporcionará ao público uma experiência sonora e visual imersiva.Cada episódio terá 60 minutos de duração, divididos nos seguintes blocos:Introdução (5 min): Apresentação do tema do episódio, com destaques sobre os convidados, incluindo médicos-artistas e artistas, e a relevância da interseção entre arte e medicina.Entrevistas e Conversas (35 min): Diálogos com médicos-artistas e artistas convidados, que compartilham experiências pessoais e profissionais, discutindo como a prática artística influencia o cuidado clínico, promove bem-estar e amplia a compreensão da realidade social e cultural.Destaques da Semana (10 min): Reflexões conjuntas sobre como a arte, tanto médica quanto artística, contribui para reduzir o estresse, lidar com dores e traumas da sociedade, e fortalecer a empatia dentro e fora do ambiente clínico.Exploração Cultural (5 min): Análise da memória coletiva, da cultura e das práticas artísticas, apontando caminhos para uma sociedade mais equilibrada e consciente da importância do cuidado e da criatividade.Encerramento (5 min): Agradecimentos aos participantes, incluindo médicos e artistas, e prévia do próximo episódio, reforçando a continuidade do diálogo entre arte, medicina e sociedade.
Todas as medidas de acessibilidade serão realizadas conforme exigẽncias da IN 23\2025. Acessibilidade arquitetônica - Não será necessária pois trata-se de produto virtual.Acessibilidade para PcD Visuais: Será disponbilizada transcrição dos episódios, em formato adequado para recurso de leitura para PcD. Autodescrição dos participantes e do cenário.Acessibilidade para PCD Auditivas: Será disponbilizada versão dos episódios com janela de Intérprete de Libras + legenda Descritiva.Acessibilidade para PcD Cognitivas: Será disponbilizada transcrição dos episódios.A divulgação ds conteúdos indicará todas as medidas disponíveis para o público.
Todos os produtos serão distribuídos de forma gratuita, assegurando a democratização do acesso através dos limites e formas de distribuição do Artigo 46 da IN MINC no 23/2025.Além da distribuição gratuita à população, adotaremos o exposto no inciso III no Artigo 47 da IN MINC no 23/2025, a saber:III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produtoprincipal, acompanhado com libras e audiodescrição;O programa será disponibilizado simultaneamente no YouTube e em + 4 plataformas de streaming.Haverá ações de divulgação em redes sociais da produtora em parceria com sociedades médicas para ampliar o alcance.
Iyá Filmes- Direção e Administração- (responsável pela gestão do processo decisório do projeto): Iyá Filmes é uma produtora audiovisual independente criada em 2018 por Alexandre Salomão, dedicada à realização de projetos que cruzam arte, tecnologia e memória coletiva. Atuando em produções de cinema, videodança, videomapping, festivais e performances multimídia, a Iyá Filmes desenvolve obras autorais e colaborativas que dialogam com questões sociais, culturais e poéticas. Entre seus trabalhos colaborativos estão filmes como O Voo e Corpo Onírico, a série transmídia Monumentos Virtuais e iniciativas como o Pinus International Film Festival. A produtora também realiza oficinas e projetos de formação, aproximando o audiovisual de artistas independentes, comunidades e públicos diversos, reforçando seu compromisso com inovação, acessibilidade e transformação social. Diretor Proponente (responsável pela gestão do processo decisório do projeto): Alexandre Acioli de Lucena Junior, conhecido como Alexandre Salomão, é atuante na área de artes desde 2005, e começou a trabalhar em festivais durante a graduação em Comunicação e História, organizando eventos de música brasileira. Estudou música no Conservatório Pernambucano de Música e no Centro de Educação Musical de Olinda, expandindo sua atuação para o setor audiovisual e para festivais culturais. Seu interesse pelo audiovisual surgiu do desejo de ampliar o acesso à cultura e à diversidade, incentivando a interação com mestres e mestras da tradição oral e promovendo a cidadania por meio do respeito à multiculturalidade. Ao longo de sua trajetória, Salomão coordenou projetos como Periferia Comunica Periferia, campanha audiovisual desenvolvida com coletivos periféricos, e Som da Cura, evento beneficente para apoiar artistas em situação de vulnerabilidade. Entre outras iniciativas, idealizou e codesenvolveu a plataforma Audiovisual.Ong.br, para conectar profissionais a produções culturais, e dirigiu o filme experimental Corpo Monumento, que integra a ação coletiva Monumentos Virtuais. Suas experiências refletem o compromisso com o fortalecimento da cultura brasileira e com a inclusão social, sempre por meio de iniciativas acessíveis e de alcance público. Natália Machiavelli - Produtora Executiva Natália Machiavelli é artista multimídia, curadora, gestora e produtora cultural. Com formação em Audiovisual pela Gerrit Rietveld Academie (Amsterdam) e especialização em gestão de festivais pela International Festivals Academy, atua desde 2013 na MITsp – Mostra Internacional de Teatro de São Paulo. Trabalha em projetos nas áreas de teatro, música, cinema e artes visuais, assinando trilhas sonoras, performances, roteiros e produções. Sua trajetória inclui colaborações com festivais como É Tudo Verdade, Sesc MIRADA e MIX Brasil, além de participações em residências e seminários internacionais na Áustria e Alemanha. Fluente em quatro idiomas, desenvolve criações autorais que transitam entre diferentes linguagens artísticas e contextos culturais.Cenotécnica/Diretora de ArteInara Leme RodriguesFormada em Publicidade pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, possui 14 anos de experiência no setor audiovisual. Iniciou sua trajetória na produção geral, área que lhe proporcionou uma base sólida para transitar com segurança e sensibilidade por diferentes linguagens e equipes. Há 10 anos, dedica-se à Direção de Arte, área na qual descobriu sua vocação e paixão, desenvolvendo projetos para cinema, publicidade, teatro, exposições e shows.Possui experiência em produção de arte, adereços, objetos e efeitos visuais. Como diretora de arte, destaca os trabalhos no longa-metragem Dois, de Marcelo Presotto, e no documentário Garoto, vivo sonhando, de Rafael Veríssimo. Recentemente, tem assinado principalmente campanhas publicitárias.Aprecia a arte que comunica, a imagem que dá vida e as cores que preenchem. Busca repensar dentro do eu, descobrir no nós e construir em sociedade. Assistente de Direção e Roteirista - Lívia Sá Lívia Sá é cineasta, fotógrafa e diretora de fotografia com atuação internacional em documentários, campanhas e projetos artísticos. Mestre em Estudos de Mídia pela The New School (NYC) e formada em Produção Cinematográfica pelo City College of San Francisco, desenvolve trabalhos autorais e colaborativos entre Brasil, Estados Unidos e Canadá. Foi gerente de comunicação e programas artísticos na Arts Letters and Numbers (NY), curadora do Emma Goldman Film Festival, e colaboradora de instituições como ONU, Greenpeace, Amazon Watch, Folha de S.Paulo e GNT. Seus trabalhos já foram exibidos em espaços como Anthology Film Archives, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ) e Festival Internacional de Cinema de Munique. Diretor de Fotografia - Ismail SijelmassiNasceu em Casablanca, Marrocos, em uma família de artistas, onde explorou desde cedo diferentes formas de expressão, como fotografia e música. Formado na Escola Superior de Estudos Cinematográficos de Paris (ESEC) em 2012, iniciou sua carreira dirigindo filmes por encomenda e projetos autorais na França e no Marrocos, antes de se estabelecer no Brasil.Entre suas principais realizações estão a direção do documentário sobre os 20 anos da Orquestra Filarmônica de Marrocos, a criação e direção da série documental Chefstorias (2025) e a liderança de projetos de comunicação audiovisual para clientes como JC Decaux, OCP, Omens, Piktiz e Campus France.Sua trajetória reúne expertise em direção de filmes, fotografia e direção de fotografia, edição e pós-produção, além do uso de inteligência artificial aplicada à geração de imagens e vídeos. Hoje, à frente da Nuba Filmes, busca construir obras singulares e universais, conectando diferentes culturas através do cinema e da fotografia. Assistente de Produção - Luiz ManuelLuiz Manuel é formado em História pela UFPE, em Direção teatral pela SP Escola de Teatro e é mestrando em Artes da Cena pela Fundação ITAÚ Cultural/Célia Helena e tem se dedicado às artes profissionalmente desde 2010. Administra o estúdio de criação “Espaço Coletivo Caverna”, casa de fruição e formação artística na periferia de Olinda/PE. Durante esses anos: realizou um intercâmbio artístico em Portugal, dirigiu espetáculos de teatro (‘A Rã’, ‘Cartas’, ‘Luiz e Eu’, ‘A Palhoçada’, ‘Entre a pele e a palavra’), dirigiu shows (‘Margareth Menezes em Mestres do Mundo’, com Margareth Menezes), escreveu roteiros e produziu para cinema (‘Monumentos Virtuais – plataforma web’, Periferia comunica periferia), atuou no cinema e na vídeo-arte (Superpina, Colômbia, Corpo Monumento), trabalhou com teatro de bonecos (com o grupo Mamulengo Sórriso) e produziu shows musicais (Em Canto e Poesia, Virgínia Rodrigues e Cordel do Fogo Encantado), produziu turnês e espetáculos de teatro com grupos como ‘Ói Nóiz aqui Traveiz’, ‘Cia. dos Notáveis Clowns’, ‘MEME Santo de Casa’, ‘Cia. 2 em cena’ e ‘Brincantes de Circo’. Em 2019 recebeu pela segunda vez o Prêmio de Pesquisa para Jovem Encenador em Recife, realizou laboratórios cênicos com Lisandro Rodrigues (ARG) e Damian Cervantes (MEX). Atualmente é artista docente do curso de direção da SP Escola de Teatro e é produtor na Cia. UNIOPERA, também em São Paulo, tendo realizado assistência de direção para a ópera La Traviata, Produção para a ópera Carmen, O Barbeiro de Sevilla e A Flauta Mágica, todas dirigidas por Rodolfo Garcia Vasquez. Além disso, dirigiu em Pernambuco a ópera "Cordelista Lua Alegria" (vencedor do prêmio apacepe de melhor espetáculo de música), o concerto cênico “La Stravaganza” no teatro Bradesco em São Paulo e circula com a pesquisa Geometrias (In)congruentes, por meio da qual criou um tabuleiro para se jogar teatro.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.