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Realizar 10 (dez) exposições de artes visuais - coletivas ‐ para ocupação na galeria da Usina Cultural Energisa com a participação de artistas paraibanos (ou radicados no Estado da Paraíba), selecionados a partir de edital e/ou portfólio, para estimular a produção local e revelar, ao mesmo tempo, reflexões sobre a produção contemporânea, novas diretrizes para políticas públicas na área e apoio aos novos artistas visuais paraibanos. Todas as atividades serão documentadas em material gráfico (folders e catálogo), publicadas na internet e seguidas de mediação (visitas guiadas), seminários, debates e palestras abertas ao público.
Seminário/PalestraPalestra Encontro com o artista (10 edições)Público alvo: jovens artistas, professores de artes e público em geralQuantidade de pessoas atendidas por edição: 100Resumo do conteúdo: Discussão ampla sobre questões relacionadas à produção cultural da região, em especial a produção de artes visuais e sua relação com a arte contemporânea.Participantes: Os curadores e os artistas participantes da exposição Seminário Tecnologias da imagem (10 edições)Carga horária: 08 horas/aulaPúblico alvo: jovens artistas selecionados e artistas locaisQuantidade de pessoas atendidas por edição: 50Resumo do conteúdo: conhecimentos gerais em arte e cultura; Desenvolver a percepção visual dos participantes; Vivenciar as tecnologias da imagem (digital, virtual etc.) por meio de exercícios práticos e teóricos; Estimular os participantes na produção de obras digitais; Reconhecer os equipamentos e materiais utilizados.Metodologia: Exercícios práticos; aulas expositivas (multimídia); exibição e discussão de vídeos e filmes; visitas externas; exercícios de avaliação; mostras coletivas dos resultados dos trabalhos.Material didático: máquinas fotográficas, celular, slides, filmes, vídeos etc.Ministrante: Os artistas participantes da exposiçãoSeminário Artes Plásticas Hoje (10 edições)Carga horária: 08 horas/aulaPúblico alvo: jovens artistas selecionados e artistas locaisQuantidade de pessoas atendidas por edição: 50Resumo do conteúdo: conhecimentos gerais em arte e cultura; Compreender a história da arte, em níveis universal e local; Desenvolver a percepção visual dos participantes; Vivenciar as artes plásticas por meio de exercícios práticos e teóricos; Estimular os participantes na introdução às artes plásticas; Reconhecer os equipamentos e materiais utilizados nas artes plásticas Metodologia: Exercícios práticos; aulas expositivas (multimídia); exibição e discussão de vídeos e filmes; exercícios de avaliação; visita guiada pelos artistas em exposição.Material didático: slides, filmes, vídeos etc.Ministrante: Os artistas participantes da exposição
Numa região reconhecidamente rica de talentos culturais em todas as categorias das artes, há, de fato, pouca oferta de manifestações artísticas assim como pouco incentivo ao fomento da produção (especialmente a jovem produção) e esse é o principal alvo deste programa de exposições. Como a Usina Cultural Energisa já possui tradição e experiência na execução de atividades semelhantes, a concretização deste modelo de programa, certamente, atingirá (e revelará, sem dúvida) um bom número de artistas visuais oferecendo as condições adequadas e necessárias para apresentar ao público a sua produção, ao mesmo tempo que haverá espaço para o debate e a reflexão sobre a cena contemporânea com as atividades paralelas às exposições.Objetivo GeralRealizar uma série de exposições de artes visuais (coletivas), a partir de atividades coletivas e workshops (laboratório e residência), na galeria de arte da Usina Cultural Energisa, em João Pessoa, com a participação de artistas visuais paraibanos (ou radicados no Estado da Paraíba), selecionados em edital público, para estimular e divulgar a produção local nas artes visuais, buscando revelar, ao mesmo tempo, reflexões sobre a produção contemporânea, novas diretrizes para políticas públicas que discutam o estado da arte contemporânea e que incentive a participação da nova geração de artistas. Outras atividades, como mediação (visitas guiadas), workshops, debates e palestras também estão previstas para acontecer simultaneamente às exposições.Objetivos específicosEstimular e promover a exibição da produção de novos artistas visuais com a realização de 10 (dez) exposições, coletivas, com artistas paraibanos ou radicados no Estado da Paraíba e, ao mesmo tempo: 1) Propor a participação de artistas a partir de seleção por portfólios submetidos a edital do presente projeto; 2) Oferecer condições de participação ao artista como: pro labore, divulgação na imprensa, produção e impressão de material gráfico, montagem/desmontagem das exposições, seguidas de debates entre artistas, e visitas guiadas destinadas à rede estudantil local; 3) Realizar atividades abertas ‐ seminário, palestras, debates etc. ‐ dedicadas a artistas emergentes e estudantes de artes visuais, arquitetura, design etc.; 4) Franquear a participação do público em todas as atividades programadas; 5) Divulgar por meio de portal (na internet) todo o conteúdo das atividades, além da programação, agenda, material gráfico (em PDF) etc.; 6) Incentivar a produção e divulgação das atividades culturais do Estado da Paraíba na área das artes visuais; 7) Produzir material gráfico individual (500 folders para cada exposição) e um catálogo final (500 unidades) com toda a programação de exposições realizadas; 8) Formar audiência, entendida como dimensão da cidadania.
Nos tempos atuais, cada vez mais reconhecemos que fora do eixo Rio‐São Paulo há inúmeras manifestações artísticas de qualidade, em diversos rincões do país, notadamente na área de artes visuais. Desde sua inauguração, em 2003, a Usina Cultural Energisa exibe artes visuais de qualidade a um público sedento por informação e merecedor de admirar não apenas a produção paraibana, mas, também, de artistas de outras regiões do Brasil e de outros países. Ao longo deste período a galeria de arte da Usina _ que já realizou mais de 100 exposições _ foi vitrine de uma produção convergente de talentos de diversas escolas e estilos de arte, tornando‐se uma referência para a vida cultural de João Pessoa.Desta maneira, a presente proposta de ocupar a galeria de arte da Usina, a partir de um recorte curatorial - conduzido por curadores com boa experiência e atuação no Nordeste - que contemple a arte "local" representada por artistas reconhecidos e/ou por novos nomes da geração atual, é sim uma ideia responsável e urgente. Inicialmente porque trata-se de um equipamento cultural de enorme credibilidade no Estado, o que o torna "objeto de desejo" dos artistas em relação às suas características museológicas e curatoriais. Como é uma proposta fora do circuito oficial, ou seja, que não depende dos altos e baixos das gestões públicas, ao mesmo tempo propõe a continuidade de ações, integradas com outras atividades educativas, dedicadas tanto à classe artistica, ao público e toda a cadeia produtiva desse meio.Em uma região, em que há pouca garantia de ações culturais oficiais continuadas, permanentes, termos a possibilidade de realizar a ocupação da Usina Cultural por um razoável período (dois anos) significa dar importância ao planejamento de ações artísticas, à produção e também a pesquisas e estudos acadêmicos etc.A proposta também quer revelar reflexões sobre a atual produção local, sugerir novas diretrizes para uma política pública que discuta o estado da arte contemporânea e incentive não só a participação das novas gerações de artistas e estudiosos da arte, mas o entrelaçamento entre a produção artística e a sociedade civil por meio de diversos e vários caminhos de atuação: conflitos e contradições entre arte e mercado; instituições, arte contemporânea e agentes do sistema da arte; linguagens artísticas da produção contemporânea; arte e tecnologia, mídia e comunicação; crítica de arte hoje; apropriações, hibridizações de suportes, esfacelamento das fronteiras entre os gêneros das artes; arte brasileira, arte local, arte internacional; arte e cidade.Sem dúvida, uma proposta como essa, que soma sua capacidade técnica e viabilidade de execução às condições museológicas e arquitetônicas do prédio da Usina Cultural Energisa (7.000m²), por certo vai trazer bons resultados, especialmente para as novas gerações de artistas visuais da cidade, do Estado da Paraíba.E a execução dessa proposta só se dará por meio de recursos viabilizados pela Lei Rouanet, infelizmente, em razão do pouco investimento oficial numa área - artes visuais - que tem menos apelo midiático em comparação com outras áreas de reconhecimento maior e mais popular.Com referência ao Art. 1º da Lei 8313/91, nossa proposta se enquadra em:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;E, com sua execução, a presente proposta tem claramente como objetivos (de acordo com o Art. 3º da Lei 8313/91):I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil;II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
Com relação ao relatório das obras que serão expostas, afirmamos que as mesmas ainda não estão definidas. Ou seja, a partir da seleção dos artistas (também ainda não definidos) é que será possível construir um relatório das obras a serem exibidas em cada uma das 10 exposições previstas.Com releção à contrapartida oferecida pelo projeto:Toda e qualquer atividade deste projeto será gratuita e aberta ao público, incluindo as exposições e atividades paralelas (palestras e debates). A galeria de arte (210m²) e a Sala Vladimir Carvalho (200 lugares e 190m²) possuem ampla capacidade de receber visitantes individuais e/ou grupos de pessoas que serão recepcionadas por monitores especializados, portanto não há a necessidade de distribuição de ingressos.Espera‐se, em cada vernissage, receber um público de aproximadamente 300 pessoas e, as 10 exposições previstas, que ficarão abertas por um período médio de 30 dias, devem receber um público visitante de aproxidamente 2.000 pessoas (por exposição), de acordo com o histórico da galeria dos últimos dez anos.Toda a divulgação (na imprensa e na internet) fará menção à gratuitadade das atividades, cuja programação também será disponibilizada ao público por meio da internet e/ou sítio do projeto, além de chamadas (spots) nas rádios locais. Também serão impressos folders (500 unidades para cada exposição) e catálogo final (500 unidades) com distribuição gratuita para o público presente às atividades e enviados, pelos correios, para instituições culturais e bibliotecas localizadas no Estado da Paraíba, e também enviados para as principais instituições culturais (museus e fundações) de todo o país.Além disso, de acordo com o art. 21 da IN 05/2017, está previsto no projeto: I - doar, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto (folders, catálogos) a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados;III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial (seminários), sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;IV - permitir a captação de imagens das atividades (exposições, seminários etc.) e autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como palestras, exposições, seminários, além da previsão do art. 22.
Os produtos "seminário" e "palestras" serão ministrados pelos curadores e pelos artistas participantes de cada exposição.Outras InformaçõesESPECIFICAÇÕES TÉCNICASBanner: 400x150cm, impressão sobre tecido vinil/tactel, 4x0 cores, 01 unidadeFolder: 30x45cm (aberto), impressão sobre papel couchê mate 150g/m², 4x4 cores, 5.000 unidades (500 para cada exposição)Catálogo final: 64 páginas, 23x23cm (fechado), papel couchê mate 150g/m², 4x4 cores, 500 unidades PLANO DE EXECUÇÃOSeminário/PalestraPalestra Encontro com o artista (10 edições)Público alvo: jovens artistas, professores de artes e público em geral. Resumo do conteúdo: Discussão ampla sobre questões relacionadas à produção cultural da região, em especial a produção de artes visuais e sua relação com a arte contemporânea. Participantes: Os curadores e os artistas participantes da exposição Seminário Tecnologias da imagem (10 edições)Carga horária: 08 horas/aula. Público alvo: jovens artistas selecionados e artistas locais. Resumo do conteúdo: conhecimentos gerais em arte e cultura; Desenvolver a percepção visual dos participantes; Vivenciar as tecnologias da imagem (digital, virtual etc.) por meio de exercícios práticos e teóricos; Estimular os participantes na produção de obras digitais; Reconhecer os equipamentos e materiais utilizados. Metodologia: Exercícios práticos; aulas expositivas (multimídia); exibição e discussão de vídeos e filmes; visitas externas; exercícios de avaliação; mostras coletivas dos resultados dos trabalhos. Material didático: máquinas fotográficas, celular, slides, filmes, vídeos etc. Ministrante: Os artistas participantes da exposição Seminário Artes Plásticas Hoje (10 edições)Carga horária: 08 horas/aula. Público alvo: jovens artistas selecionados e artistas locais. Resumo do conteúdo: conhecimentos gerais em arte e cultura; Compreender a história da arte, em níveis universal e local; Desenvolver a percepção visual dos participantes; Vivenciar as artes plásticas por meio de exercícios práticos e teóricos; Estimular os participantes na introdução às artes plásticas; Reconhecer os equipamentos e materiais utilizados nas artes plásticas. Metodologia: Exercícios práticos; aulas expositivas (multimídia); exibição e discussão de vídeos e filmes; exercícios de avaliação; visita guiada pelos artistas em exposição. Material didático: slides, filmes, vídeos etc. Ministrante: Os artistas participantes da exposição
CATÁLOGOAcessibilidade física: todo o material impresso será amplamente difundido nas redes sociais (website, blog), também com disponibilização em formato PDF, além de distribuição gratuita para artistas, professores e estudantes de arte, museus e instituições educacionais e culturais da área.SEMINÁRIO/PALESTRAAcessibilidade física: as atividades serão realizadas na galeria de arte e na Sala Vladimir Carvalho, que são espaços localizados no térreo do prédio, totalmente adaptados às normas de acesso de portadores de necessidades especiais (portas largas, sem escadas e/ou degraus), bem como para pessoas idosas ou que estejam momentaneamente com alguma dificuldade de locomoção.Acessibilidade para deficientes visuais: as atividades serão disponibilizadas em aúdio (podcast sobre as exposições, os artistas etc.) e transmitidas em vídeo pela Internet, portanto, acessível a todas as pessoas portadoras de alguma deficiência visual. Acessibilidade para deficientes auditivos: as atividades terão monitores com conhecimento da linguagem de libras.EXPOSIÇÂOAcessibilidade física: as exposições serão realizadas na galeria de arte, que é um espaço localizado no térreo do prédio, totalmente adaptado às normas de acesso de portadores de necessidades especiais (portas largas, sem escadas e/ou degraus), bem como para pessoas idosas ou que estejam momentaneamente com alguma dificuldade de locomoção.Acessibilidade para deficientes visuais: todas as principais informações (dados técnicos sobre os artistas e obras) constantes nas etiquetas e sinalização de parede serão impresas em Braille. Também, as atividades terão monitores experientes em atender pessoas com deficiência visual. Acessibilidade para deficientes auditivos: as atividades terão monitores com conhecimento da linguagem de libras.CONTRAPARTIDA SOCIALAcessibilidade física: as atividades serão realizadas na galeria de arte e na Sala Vladimir Carvalho, que são espaços localizados no térreo do prédio, totalmente adaptados às normas de acesso de portadores de necessidades especiais (portas largas, sem escadas e/ou degraus), bem como para pessoas idosas ou que estejam momentaneamente com alguma dificuldade de locomoção.Acessibilidade para deficientes visuais: as atividades serão disponibilizadas em aúdio (Podcast) e transmitidas em vídeo pela Internet, portanto, acessível a todas as pessoas portadoras de alguma deficiência visual. Acessibilidade para deficientes auditivos: as atividades terão monitores com conhecimento da linguagem de libras.
Toda e qualquer atividade deste projeto será gratuita e aberta ao público, incluindo as exposições e atividades paralelas (palestras e debates). A galeria de arte (210m²) e a Sala Vladimir Carvalho (200 lugares, 190m²) possuem ampla capacidade de receber visitantes individuais e/ou grupos de pessoas que serão recepcionadas por monitores especializados, portanto não há a necessidade de distribuição de ingressos.Espera‐se, em cada vernissage, receber um público de aproximadamente 300 pessoas e, as 10 exposições previstas, que ficarão abertas por um período médio de 30 dias, devem receber um público visitante de aproxidamente 2.000 pessoas (por exposição), de acordo com o histórico da galeria dos últimos dez anos.Toda a divulgação (na imprensa e na internet) fará menção à gratuitadade das atividades, cuja programação também será disponibilizada ao público por meio da internet e/ou sítio do projeto, além de chamadas (spots) nas rádios locais. Também serão impressos folders (500 unidades para cada exposição) e catálogo final (500 unidades) com distribuição gratuita para o público presente às atividades e enviados, pelos correios, para instituições culturais e bibliotecas localizadas no Estado da Paraíba, e também enviados para as principais instituições culturais (museus e fundações) de todo o país.Será amplamente divulgado com a transmissão pela internet de atividades paralelas como o seminário/palestra, as atividades de contrapartida social e o vernissage das exposições.Além disso, de acordo com o art. 21 da IN 05/2017, está previsto no projeto: I - doar, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto (folders, catálogos) a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados;III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial (seminários), sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;IV - permitir a captação de imagens das atividades (exposições, seminários etc.) e autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como palestras, exposições, seminários, além da previsão do art. 22.
Diógenes Chaves Gomes, proponente do projeto, será responsável pela produção e planejamento de todas as atividades, incluindo a organização do plano de trabalho, contratação de pessoal e de equipes, organização de reuniões de controle financeiro, supervisão e execução de pagamentos e contratos, assim como a elaboração do projeto, captação de recursos e elaboração, em colaboração com outros profissionais, da prestação de contas final.Diógenes Chaves Gomes (Araçagi/PB, 1959). Curador e coordenador técnico‐artístico. Artista visual, designer gráfico, curador independente e crítico de arte (ABCA/ AICA). Estudos de iniciação às artes plásticas na Coex/UFPB (1974‐75) e FUNESC (1984‐85). Bolsista do Ministério da Cultura da França/ AFAA e artista residente na École Supérieure des Beaux Arts Luminy (Marselha‐França, 1997‐98) e graduando em Design de Interiores/ CEFET/ PB. Professor do Curso de Design de Moda/ FUNETEC e consultor de Serigrafia no SEBRAE/ PB. É o coordenador de artes plásticas da FUNESC‐Fundação Espaço Cultural da Paraíba (João Pessoa) e de intercâmbio internacional das associações Le Hors‐Là (Brasil‐França), REDE (Brasil‐Suíça) e CASA Experimental de Arte (João Pessoa); membro de curadorias da Aliança Francesa João Pessoa, Galeria de Arte Archidy Picado/ FUNESC, Usina Cultural Saelpa e Casarão 34/ FUNJOPE; curador das Bienais de Gravura e de Desenho (FENART‐Festival Nacional de Arte, João Pessoa). Representante da Região Nordeste no Colegiado Setorial de Artes Visuais/ MinC/ Funarte (2005‐2010). Escreve sobre artes visuais no jornal O Norte (João Pessoa) e Correio das Artes/ jornal A União (João Pessoa). Editor da revista Pessoa (artes visuais) através do BNB e Lei de Incentivo FIC Augusto dos Anjos (Governo da Paraíba). Vive e trabalha em João Pessoa.Francisco Pereira da Silva Júnior (Campina Grande/PB, 1944). Curador, palestrante. Artista, professor aposentado (UFPB) e membro da ABCA. Participação, desde os anos 60, em eventos culturais, dentre os quais: Bienal Nacional da Bahia (Salvador, 1968); XVI Bienal Internacional de São Paulo e a Bienal Internacional de Valparaíso (Chile); além de participações coletivas e individuais em mostras no país e no exterior. Pesquisas, conferências e livros publicados nas áreas de museologia, história da arte, arte-educação, semiótica e artes gráficas. Ocupou diversas funções: diretor do Museu de Arte Assis Chateaubriand (Campina Grande); fundador e coordenador do Núcleo de Arte Contemporânea da UFPB (João Pessoa); vice-presidente do Conselho Estadual de Cultura da Paraíba; pró-reitor adjunto de Assuntos Comunitários e coordenador de Extensão Cultural da UFPB; subsecretário executivo de Cultura do Estado da Paraíba; membro fundador da Sociedade Brasileira de Educação através da Arte; conselheiro técnico-científico do Conselho Internacional de Museologia-ICOM/UNESCO; Participou, como membro do júri de seleção e premiação, de diversos salões de arte no Brasil. É membro da Associação Brasileira de Críticos de Arte-ABCA e da Academia Paraibana de Letras-APL. Professor aposentado do Departamento de Artes Visuais da UFPB. Em 2012 publicou o livro Paraíba – Memória Cultural (Editora Grafset).Raul Córdula Filho (Campina Grande/PB, 1943). Curador, palestrante, oficineiro. Artista e membro da ABCA/AICA. Exposições nacionais: Museu de Arte Assis Chateaubriand, Campina Grande/PB, 1967; Museu de Arte Contemporânea do Paraná, Curitiba, 1985; Museu de Arte Moderna da Bahia, 1997; Museu da Pampulha, Belo Horizonte, 1985; Museu de Arte da Universidade Federal de Mato Grosso, 1987; Galeria Verseau, Rio de Janeiro, 1965; Galeria Sergio Milliet, Funarte, Rio, 1982; Galeria de Arte Global, São Paulo, 1987; Galeria Vicente do Rego Monteiro, Fundaj, Recife, 1990, entre outras. Exposições internacionais: Embaixada do Brasil e Galerie Le Cube, Paris; Association Culturelle Le Hors-Là, Marselha; Festival Nacional de Ia Peinture, Cagnes-Sur-Mer; Staatliche Kunsthalle Berlin e Galeria Einstein, Berlim. Prêmios: Salão Municipal de Belo Horizonte em 1964 e 1965; Prêmio de desenho no Salão da Jovem Arte de Campinas/SP, em 1966; 1° Salão de Arte Global de Pernambuco, Prêmio MEC, 1974; 2° Salão de Arte Global de Pernambuco, Viagem à Europa, 1975; XXXVI Salão de Artes Plásticas de Pernambuco, 1° Prêmio; Prêmio Gonzaga Duque, Associação Brasileira de Críticos de Arte-ABCA, 2010. Trabalhos e funções: diretor do Setor de Artes Plásticas do Departamento Cultural da UFPB, 1963-1965; diretor fundador do Museu de Arte Assis Chateaubriand, Campina Grande, 1967; coordenador do Núcleo de Arte Contemporânea-NAC/UFPB, 1978-1985; faz parte da Associação Brasileira de Críticos de ArteABCA e da Associação Internacional de Críticos de ArteAICA; curador do 3° Salão de Arte Global de Pernambuco – O Artesanato e o Homem, Recife, 1976; implantou no Brasil a Associação Cultural Le Hors-Là para intercâmbio entre artistas de Marselha (França) e João Pessoa, Recife e Salvador; coordenou a criação e implantação do Salão MAM Bahia de Artes Plásticas. Participou das comissões de seleção e premiação de vários salões de Arte: Salão MAM Bahia de Artes Plásticas, Salão Paranaense de Artes Plásticas, Salão dos Novos de Pernambuco, Salão Municipal de Artes Plásticas de João Pessoa, Salão Municipal de Artes Plásticas de Natal, Prêmio Pernambuco de Artes Plásticas – Novos Talentos e Salão Pernambucano de Artes Plásticas, 2000; 5ª Bienal Internacional de Esculturas del Chaco, Argentina, 7ª Bienal do Recôncavo, Cachoeira/BA; membro da Comissão Técnica do Prêmio Bunge de Pintura, São Paulo, 2009; Comissão de Seleção do Prêmio Energisa de Artes Visuais, João Pessoa, 2010. Foi curador do Prêmio Pernambuco de Artes Plásticas – Novos Talentos, Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco, 1999; Salão Pernambucano de Artes Plásticas, 2000; 1ª Bienal Nacional de Desenho – VIII Festival Nacional de Artes-Fenart, João Pessoa; SPA Tamarineira, Recife, 2005; Comissão Técnica do Prêmio Bunge de Pintura, 2009.José Alberto Gomes Saraiva (Manaus/AM, 1967). Curador, palestrante, oficineiro. Museólogo e artista visual. Como curador, trabalha, sobretudo, com elementos da arte contemporânea e da tecnologia. Tem extensa produção teórica sobre videoarte, poesia visual e pintura. Como artista, desenvolve obras que abordam a relação entre palavra e imagem. O trabalho de Alberto Saraiva, no campo curatorial ou artístico, cria territórios e plataformas para experimentação e visibilidade, estimulando encontros inéditos e promovendo acessibilidade às artes visuais em suas diversas linguagens midiáticas.Adriano Franco (Conceição/PB, 1972). Fotógrafo e designer gráfico. Formação: 2002 ‐ Graduado em Artes Visuais pela Universidade Federal da Paraíba em é fotógrafo autodidata. Exposições: 2010 ‐ Entre Mundos ‐ Aliança Francesa ‐ João Pessoa; 2008 ‐ Pontos de Vista 1 ‐ convidado (Galeria Archidy Picado, Funesc, João Pessoa); 2008 ‐ Diálogos da Casa (Casa Experimental de Arte, João Pessoa); 2007 ‐ 12º Projeto lambe‐Lambe ‐ Exposição coletiva, Autorretrato, Casarão 34; 2007 ‐ Coletiva Festival Mundo, Conventinho ‐ João Pessoa; 2006 ‐ Exposição coletiva, Anônimos, NAC‐UFPB; 2006 ‐ Integração 275 (NAC, João Pessoa); 2006 ‐ 1º lugar na categoria fotografia no VIII Salão de Novos Artistas da Plásticos, SESC‐PB; 2005 Laboratório 2005 (Galeria Archidy Picado, Funesc, João Pessoa); 2004 ‐ Artista convidado do Workshop Desenho e Paisagem com o suíço Jean Stern. X FENART; 1999 ‐ Exposição coletiva, Projeto Lambe‐lambe, NAC‐UFPB.Os artistas que participarão das exposições ainda não estão definidos, pois serão selecionados a partir de duas formas: entre àqueles que participaram do programa Arte na Empresa, da Energisa Paraíba, nos anos de 2015 a 2020; e da submissão de portfolios convocados em edital público e destinados, em ambos os casos, a artistas visuais naturais e/ou radicados no Estado da Paraíba.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.