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PRONAC 257684Projeto liberado para adequação à realidade de execução.Mecenato

Pintando o 7 (para salvar a humanidade)

RAFAEL PETZET BARREIROS
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 40,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

20.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2026-01-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (5)
Cafelândia ParanáCampo Mourão ParanáCuritiba ParanáLondrina ParanáPonta Grossa Paraná

Resumo

O projeto prevê a criação e circulação do espetáculo teatral ''Pintando o 7'', com apresentações cênicas voltadas ao público infantil, abordando os sete princípios do cooperativismo por meio da linguagem do palhaço e atividades lúdicas.

Sinopse

“Pintando o 7 (para salvar a humanidade)” é um espetáculo interativo de palhaçaria voltado para crianças de 6 a 11 anos, que apresenta de forma lúdica os sete princípios do cooperativismo. Três palhaços viajantes do futuro chegam ao presente com a missão de reencontrar as sete chaves da cooperação para salvar o mundo. Através de jogos, enigmas e cenas cômicas, o público é convidado a participar ativamente da construção de cada princípio. A proposta une humor, teatro e formação cidadã, aproximando a linguagem do circo do cotidiano escolar, promovendo o riso, a reflexão e o espírito coletivo.

Objetivos

Objetivo Geral: Realizar a criação, produção e circulação do espetáculo teatral ''Pintando o 7 (para salvar a humanidade)'', voltado ao público infantil, com foco na disseminação dos sete princípios do cooperativismo por meio de uma abordagem lúdica, interativa e educativa. Objetivos Específicos: - Conceber um espetáculo cênico interativo com base na linguagem da palhaçaria e nos princípios do cooperativismo; - Realizar 20 apresentações gratuitas do espetáculo em escolas públicas de cinco cidades; - Promover ações de mediação cultural com o público infantil após cada sessão, fortalecendo o vínculo entre arte e formação cidadã; - Produzir e distribuir 10.000 cartilhas educativas de apoio ao tema do espetáculo, voltadas ao público-alvo e às instituições atendidas; - Contribuir para a formação de público e o fortalecimento da arte do palhaço como ferramenta de diálogo, educação e transformação social.

Justificativa

O projeto ?Pintando o 7? se justifica por sua capacidade de promover o acesso à cultura e à educação cooperativista desde a infância, utilizando a linguagem da palhaçaria para engajar e informar o público infantil. A proposta contribui para a formação de uma geração mais consciente dos valores de solidariedade, democracia e participação coletiva. A proposta se enquadra no Art. 1º da Lei 8313/91, nos incisos: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira; III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - Salvaguardar os modos de criar e viver da sociedade brasileira. Enquadra-se também no Art. 3º: II- Fomento à produção cultural e artística, alínea ''c'': realização de espetáculos de artes cênicas. IV- Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, alínea ''a'': distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Estratégia de execução

O projeto “Pintando o 7 (para salvar a humanidade)” tem como diferencial sua abordagem formativa e interativa, voltada ao público infantil da rede pública de ensino, utilizando a linguagem da palhaçaria para tratar de forma lúdica e acessível os sete princípios do cooperativismo. Com dramaturgia original, trilha sonora composta especialmente para a montagem e estrutura cênica leve, o espetáculo pode ser apresentado em diferentes espaços, como pátios escolares, quadras, bibliotecas e centros comunitários. A proposta alia arte, educação e cidadania, promovendo a reflexão coletiva por meio do riso, da escuta ativa e da cooperação entre as crianças. A atividade contribui para a formação de plateia, a sensibilização para valores éticos e a valorização do espaço escolar como território de cultura e convivência. A equipe técnica e artística envolvida no projeto tem vasta experiência em projetos financiados por leis de incentivo à cultura (Lei Rouanet, editais municipais e estaduais), com histórico de atuação em escolas, praças, festivais e comunidades, sempre com foco na democratização do acesso e na qualidade das ações propostas. O projeto contempla ainda ações concretas de acessibilidade física, comunicacional e atitudinal, incluindo sessões com tradução em Libras, materiais com legendas e descrição alternativa, acolhimento inclusivo e espaços acessíveis. Todas essas ações estão alinhadas às diretrizes da Política Nacional de Cultura e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Por fim, ressaltamos que a proposta está em conformidade com os artigos 1º e 3º da Lei nº 8.313/91, promovendo o livre acesso à cultura, a valorização de manifestações artísticas e a ampliação da presença da arte no cotidiano da sociedade.

Especificação técnica

O espetáculo será apresentado em sua versão completa, com aproximadamente 50 minutos de duração, unindo palhaçaria contemporânea, recursos cênicos lúdicos e interação direta com o público infantil. A dramaturgia é inspirada nos sete princípios do cooperativismo, apresentados de forma gamificada por três palhaços que conduzem a plateia por uma jornada educativa e divertida. A montagem é flexível e adaptável a diferentes espaços, como pátios escolares, quadras cobertas, auditórios de escolas e centros comunitários. A estrutura cênica conta com três artistas em cena (palhaços), um técnico de som e uma equipe de apoio para montagem e desmontagem. Serão utilizados elementos simples e transportáveis, como: caixas temáticas, baús, instrumentos musicais, adereços pedagógicos, sinos e cenário simbólico. A trilha sonora é original, composta especialmente para o espetáculo, e será reproduzida com auxílio de equipamentos de som portáteis. As apresentações serão acompanhadas por mediação cultural com o público, ao final de cada sessão, para reforçar os princípios abordados e promover reflexão de forma leve e acessível. Durante o projeto, serão realizadas 20 apresentações em escolas públicas de 5 cidades brasileiras, além da entrega de 10.000 cartilhas educativas. Toda a circulação será documentada por registro fotográfico e videográfico, com posterior disponibilização gratuita do espetáculo em plataforma digital. A montagem acontece no mesmo dia da apresentação, com cerca de 2 horas de antecedência, assim como a desmontagem ao final da apresentação. O transporte dos materiais será feito por locação de Van. A equipe mínima para cada dia de atividade inclui: 3 artistas, 1 técnico, 1 produtor de campo e 1 intérprete de libras.

Acessibilidade

O projeto “Pintando o 7 (para salvar a humanidade)” contempla ações de acessibilidade física, comunicacional e atitudinal, garantindo a inclusão de diferentes públicos ao longo de sua execução. As apresentações ocorrerão em locais públicos acessíveis, como escolas e espaços culturais com estrutura adequada para receber pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, priorizando ambientes com banheiros adaptados, rampas de acesso e ausência de barreiras arquitetônicas. Em casos de espaços que necessitem de adaptação pontual, a produção atuará para garantir condições mínimas de locomoção, apoio e segurança. Para garantir a acessibilidade comunicacional, serão disponibilizados intérpretes de Libras em cinco apresentações previamente divulgadas, além da inclusão de legendas e descrição alternativa (alt-text) nos materiais de divulgação online. A linguagem do espetáculo é simples, direta e adaptada ao público infantil, favorecendo a compreensão por parte de crianças com diferentes níveis de letramento, neurodivergências leves. Além disso, os artistas possuem formação em escuta ativa e condução sensível do público, promovendo um ambiente de acolhimento e respeito à diversidade. Com essas ações, o projeto visa não apenas atender às exigências legais, mas também reafirmar o compromisso com o acesso amplo, digno e democrático à arte e à cultura.

Democratização do acesso

Todas as apresentações serão gratuitas e destinadas a alunos da rede pública de ensino fundamental. O projeto será realizado em escolas e espaços culturais com fácil acesso, priorizando regiões periféricas e instituições com baixo índice de acesso à arte. Além da gratuidade, será realizada a tradução em Libras em ao menos uma apresentação por cidade, garantindo acessibilidade comunicacional para o público surdo. O material gráfico digital contará com descrição alternativa em imagens e vídeos com legenda oculta. As apresentações também incluirão mediações ao final da atividade, onde as crianças poderão dialogar com os artistas sobre os princípios apresentados, ampliando a compreensão e o engajamento com os valores do cooperativismo. A gravação integral do espetáculo será disponibilizada gratuitamente na plataforma YouTube, durante o período de um mês, ampliando o acesso ao projeto e permitindo que crianças, educadores e demais interessados em todo o território nacional possam conhecer e se beneficiar da proposta artística e educativa.

Ficha técnica

Rafael Petzet Barreiros - Ator/Palhaço Palhaço, empreendedor artístico, arte educador e diretor artístico, Atua como Palhaço Alípio desde 2000, idealizador e sócio diretor da Cia dos Palhaços de 2004 a 2014 e um dos gerentes do Espaço Cultural Cia dos Palhaços de 2008 a 2014, participa de espetáculos teatrais, eventos empresarias e eventos diversos.Na Cia dos Palhaços ganhou o prêmio especial Gralha Azul pelos 10 anos de contribuição para o Teatro e Circo no Estado do Paraná, além dos prêmios Gralha Azul de melhor trilha sonora, melhor cenário e melhor ator no espetáculo “Entretantos Contratempos”. Diretor artístico e curador das 4 edições Super Mostra de Palhaçaria, reunindo palhaços de vários estados. Diretor, curador e mestre de cerimônias no espetáculo MISHMASH no Festival de Teatro de Curitiba desde 2015. Youtube.com/MishMash Apresenta espetáculos em circos, teatros, escolas, rua e outros. Com a Cia dos Palhaços organizou, produziu e assinou a curadoria do Festival Internacional de Palhaços “Mostra Seu Nariz” com 4 edições realizadas e que contou com várias apresentações em teatro, rua e cursos de formação com artistas de referência nacional e internacional na Arte do Circo e Palhaçaria. Criador, junto com Milene Lopes Dias (Palhaça Sombrinha), do espetáculo “Circo S/A”, apresentado desde 2004 e atingindo um público de mais de 80 mil pessoas; Além da Cia dos Palhaços (grupo em que foi fundador e sócio diretor) atua também em outras companhias teatrais: Malasartes Educação Sensível, Processo – MultiArtes, Parabolé Educação e Cultura, Teatro Filhos da Lua, Cia dos Abração, Trupe da Saúde. Desde 2003 atua como médico-palhaço em hospitais. Como Educador ministra cursos e oficinas de Palhaço, malabarismo e técnicas circenses para iniciantes e Teatro-Educação. Ministrante da oficina de “teatro e expressão corporal” e “malabarismo” – “uma boa jogada” do projeto “Escola dos Sonhos”, da Ong Arayara, 2005 e 2006. Desde 2005 formou diversos palhaços no curso “Levando o Riso a Sério”. Combinando seus conhecimentos em Arte, Educação, Empreendedorismo e Cooperativismo, desenvolve cursos e oficinas para desenvolvimento pessoal, estímulo à criatividade e comunicação para profissionais e grupos das mais diferentes áreas que trabalham com pessoas e ideias. Foi professor da PUC no curso de extensão “ClownComunicação – Técnicas de Palhaço para Profissionais” e atuou na RPC-TV, filiada à Rede Globo no Paraná no quadro “Tô sem grana” dentro da programação do programa “Estúdio C”. Em 2019 realiza duas edições da “Super Mostra de Palhaços” (curadoria e atuação) em parceria com a produtora Ohz. Como o nome diz, é uma mostra de palhaçaria nacional. Com o advento da pandemia, ainda em parceria com a Ohz realiza duas edições da mostra de palhaçaria e improviso, no formato digital via instagram e youtube, em 2020 e 2021. Youtube.com/CopaPavê Em 2020 se associa à cooperativa Cooptur onde faz a co-criação e atuação do Gincoop – uma gincana online que mistura conteúdo e arte para a formação e treinamento de colaboradores e cooperados de diversas cooperativas paranaenses, desde 2020 até o presente momento. A partir de 2022 o Gincoop passa a ser presencial. Lauro Fernando Monteiro, Lauro Fernando Monteiro, conhecido como Palhaço Confuso, é artista circense, malabarista, ator e produtor cultural com mais de 15 anos de atuação. Fundador da Respeitável Trupe, desenvolve espetáculos, oficinas e projetos formativos voltados à difusão do circo em escolas, comunidades e espaços culturais. Criador do solo “Circo de um Homem Só”, já participou de festivais e circulações por diversas cidades do Brasil, promovendo arte, educação e inclusão por meio do riso e da ludicidade. Alan Cesar Soares, Alan Cesar Soares atua na área artística a 15 anos, natural do interior do estado do Paraná, reside em Curitiba há 8 anos. Palhaço por insistência, integra grupos circenses de Curitiba/PR e Campinas/SP, como a Cia Os Barbacas, Cia Risas e Rebeldia e a Cia Bravata. Atuou em 28 peças e se apresentou em mais de 100 cidades brasileiras. Com o número de equilíbrio, intitulado Iron Queixo, se apresentou em festivais e programas de TV, como o Caldeirão do Huck (Rede globo) e Circo do Tiru (SBT).

Providência

Projeto liberado para o proponente adequar à realidade de execução.