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PRONAC 257694Autorizada a captação total dos recursosMecenato

A CASA DE BARCOS

KIRMAYR PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 899,4 mil
Aprovado
R$ 899,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-01-01
Término
2027-01-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Em parceria com a Forja Cultural e Kirmayr produções artísticas a realização de montagem teatral da adaptação do thriller de suspense para o teatro de "A casa de barcos" de Jon Fosse, que será feita pelo escritor Kiko Rieser, com direção de Lavinia Pannunzio e atuação de André Kirmayr, Iuri Saraiva e Larissa Nunes na cidade de São Paulo cumprindo temporada de 36 apresentaçãoes.

Sinopse

Em uma pequena cidade costeira da Noruega, próxima a um fiorde, vive um homem solitário. Nunca tendo se estabelecido profissionalmente, nosso protagonista vive no sótão de sua mãe e ganha algum dinheiro tocando guitarra em bailes da região. O reencontro fortuito com Knut, seu melhor amigo de infância que mudara repentinamente de cidade e voltara para passar o verão com a esposa e as duas filhas, é o incidente incitante que desencadeia no narrador o sofrimento que o enclausura no sótão e lhe obriga a escrever. A partir desse momento, o protagonista se passa pelo narrador da história através de sua escrita. O convívio inesperado com a esposa de knut traz à tona memórias da juventude dos dois e reabre feridas mal cicatrizadas.

Objetivos

Objetivo Geral O projeto tem como objetivo principal produzir a montagem da adaptação do romance "A casa de barcos" de Jon Fosse e realizará 36 apresentações em um teatro com uma lotação de 400 lugares, que alcançará um público de 14.400 espectadores. Objetivo Específico Apresentar a adaptação do romance "A casa de barcos" de Jon Fosse, autor que em 2023 venceu o prêmio Nobel de literatura, e assim difundir a obra de um dos maiores escritores contemporênos. Jon Fosse é um dramaturgo e romancista Norueguês que tem se destacado cada vez mais no mundo e no Brasil com obras que tratam de relações humanas, familiares, amores e suas complexidades, tratando de algo que é inerente a cultura de qualquer povo. Sua escrita estilizada é uma sua assinatura como autor. Adaptar essa obra para o teatro tem como objetivo capturar a essência minimalista e simbólica do romance, e ainda sim, manter a ousadia estilística, nos levando a um transe literário que trará para o palco a escrita de Jon fosse; um jogo de repetição de palavras e suspense, que tanto aprisiona quanto liberta as personagens. A trama destaca o contraste entre o isolamento do protagonista e os momentos de tensão que emergem de seu reencontro com Knut, um amigo de infância, e com a esposa deste, cujas presenças reabrem feridas do passado. A escolha por adaptar A Casa de Barcos também reflete a relevância contemporânea de suas temáticas. Em um mundo cada vez mais conectado digitalmente, mas emocionalmente desconectado, os dilemas das personagens ressoam com o público atual, despertando reflexões sobre pertencimento, arrependimento e as marcas que deixamos nas relações interpessoais. CONTRAPARTIDA SOCIAL: Tendo um público estimado de 14.400 espectadores, nossa ação limitará a doação de 10% dos ingressos em cada sessão para instituições carentes, ONG´s, professores da rede pública e alunos de instituições publicas. 10% dos ingressos a preços populares. 4 sessões com interprete de libras e bate-papo com a equipe do espetáculo abordando os temas do espetáculo, Jon Fosse e a escrita contemporanêa para o teatro.4 sessões com audiodescrição para pessoas cegas.

Justificativa

Por se tratar de uma obra de suspense, com linguagem cênica marcada por recursos de luz, som e ambientação específica, o projeto demanda um investimento técnico e artístico elevado, o que torna o incentivo cultural um caminho necessário para sua concretização. A utilização da Lei Rouanet permite que este projeto alcance um padrão de qualidade compatível com a proposta estética e narrativa do espetáculo, além de ampliar o acesso do público a uma linguagem ainda pouco explorada no teatro brasileiro — o thriller, também possibilitando a geração de empregos diretos e indiretos em diversas áreas da produção. Além disso, o projeto prevê ações de democratização do acesso, com ingressos a preços acessíveis, gratuidade pra diversos grupos conforme consta na contra-partida social, algo que só com o uso da lei de incentivo é possivel. Dessa forma, o uso da Lei de Incentivo à Cultura se apresenta como um instrumento legítimo e necessário para a realização deste projeto, alinhado com as diretrizes de fomento à cultura e fortalecimento do setor artístico nacional.

Estratégia de execução

Nosso thriller de suspense se passa em uma pequena cidade costeira da Noruega, à beira de um imenso fiorde, um homem solitário vive com a mãe e tenta dar sentido à sua existência tocando guitarra em bailes locais. Sua rotina monótona é rompida pelo reencontro com Knut, um amigo de infância que retorna à cidade acompanhado de sua esposa e filhas para passar o verão. Esse encontro reacende memórias da juventude e revela tensões emocionais profundas, especialmente com a esposa de Knut, cuja presença desperta nele sentimentos contraditórios de desejo e culpa. À medida que o passado se entrelaça com o presente, os laços entre os três personagens se tornam cada vez mais ambíguos, refletindo a fragilidade das relações humanas e a dificuldade de escapar das marcas deixadas pelo tempo. A atmosfera intimista, claustrofóbica em que o protagonista vive, no sótão da casa carregada de silêncio de sua mãe, explora os limites do pertencimento e as feridas invisíveis que moldam nossas escolhas e destinos em “A Casa de Barcos”. O projeto de adaptação teatral do romance de Jon Fosse, busca trazer ao público uma experiência imersiva e introspectiva, explorando temáticas como solidão, memória, afetos e seus desdobramentos desejados ou, inevitavelmente, indesejados. A escrita idiossincrática de Fosse apresenta um homem tomado pela angústia exilado no sótão da casa onde vive com sua mãe. Através de sua escrita, o protagonista narrador discorre a respeito da relação com seu amigo de infância, Knut, o qual não via há muitos anos e sua esposa. A narrativa é feita tanto por nosso protagonista quanto pelo casal que apresenta perspectivas diferentes dos acontecimentos, dando uma leitura triangular não apenas dos fatos, mas também de cada uma das personagens. O leitor navega pelos dias vividos antes de Knut partir, quando a angústia ainda não havia feito morada em nosso narrador que transforma angustia em inquietação e começa a escrever, vivenciando assim a dicotomia entre paralisia e pulsão criativa. Ambientada em uma pequena cidade costeira na Noruega que poderia ser qualquer cidade pequena do mundo, a narrativa apresenta um protagonista solitário que vive à sombra de seu passado, marcado por sonhos não realizados e relacionamentos fragmentados. (interrompidos?) A adaptação para o palco tem como objetivo capturar a essência minimalista e simbólica do romance mantendo sua ousadia estilística, levando o público ao transe literário promovido por Jon fosse em seu jogo de suspense e repetição de palavras. Elementos cenográficos que reflitam a imensidão desse fiorde – um espaço que tanto aprisiona quanto liberta os personagens -- destacarão o contraste entre o isolamento do protagonista e os momentos de tensão que emergem de seu reencontro com Knut, um amigo de infância e a esposa deste, cujas presenças reabrem feridas do passado. Um dos pilares centrais da adaptação é a relação que se desenvolve entre o protagonista e a esposa de Knut. Essa relação, que se apresenta como um triângulo de tensão e desejo, estabelece um conflito emocional, onde o protagonista se vê dividido entre a lealdade e o fascínio por uma mulher que, de maneira inesperada, parece compreendê-lo mais do que ele próprio. Essa dinâmica será explorada com sutileza, destacando silêncios, olhares e gestos que revele além das palavras, criando um jogo de poder e vulnerabilidade que mantém o público à beira do precipício. A escolha por adaptar A Casa de Barcos reflete a relevância contemporânea de suas temáticas. Em um mundo digitalmente conectado, mas emocionalmente desconectado, os dilemas das personagens despertam o público atual /digital diante de reflexões sobre pertencimento, arrependimentos e marcas que deixadas por relações interpessoais. Ao trazer para os palcos essa narrativa, o projeto busca não apenas difundir o trabalho de Jon Fosse, mas também oferecer ao público uma experiência teatral única por definição, onde a palavra, o silêncio e a imagem convergem para criar um impacto duradouro.

Especificação técnica

Realização de 36 (trinta e seis) apresentações da adaptação para o teatro da obra A CASA DE BARCOS de Jon Fosse, em um teatro na cidade de São Paulo com 300 lugares. O projeto será visto por 10.800 espectadores. Aprodução limitará a doação de 10% dos ingressos em cada sessão para instituições carentes, ONG´s professores, e alunos de instituições publicas. 10% dos ingressos a preços populares. 4 sessões com interprete de libras e bate-papo com a equipe do espetáculo abordando os temas do espetáculo, Jon Fosse e a escrita contemporanêa para o teatro. 4 sessões com audiodescrição para pessoas cegas.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE:Declaramos que, o projeto A CASA DE BARCOS, em atendimento ao disposto no art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, está de acordo com o disposto, pois será realizado em teatros que proporciona condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da lei nº 10 741, de 1º de outubro de 2003, e a portadores de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto 3 298, de 20 de dezembro de 1999. Garantimos também que a acessibilidade de conteúdo será integral, para todos os produtos (principal e secundários); em todas as sessões; e para todas as modalidades (auditivo, visual e cognitivo). Para tanto será lançado mão de profissionais dessas áreas e também de tecnologias para garantir tal acesso. Para atender os deficientes auditivos, vamos providenciar tradutores de libras para estarem presentes em 4 sessões. Para atender o deficiente visual, iremos providenciar uma breve explicação antes do início da apresentação, contextualizado a apresentação e contando um pouco dos instrumentos presentes no palco. Espetáculo de Artes Cênicas:Deficientes Visuais - Será disponibilizado locução gravada com descrição do ambiente e uma breve sinopse da história.Deficientes audititvos - Haverá a presença de intérprete de Libras em algumas sessões (que serão devidamente divulgadas) Contrapartida social::Deficientes Visuais - Como teremos sessões de bate-papo, não haverá problema pois será tudo falado, e o deficiente visual poderá escutarDeficientes audititvos - Haverá a presença de intérprete de Libras em todas as 4 sessões de bate-papo.

Democratização do acesso

Espetáculo de teatro Adulto: A CASA DE BARCOS Serão oferecidas 2 dias de ensaios abertos que antecederam a estreia, para jovens artistas e estudantes de artes cênicas e demais convidados. A cota de ingressos a serem distribuídos gratuitamente ficou assim discriminada: - Cota Patrocinadora: 10% do total dos ingressos- Cota Divulgação: 10% do total dos ingressos- Cota Beneficiários*: 10% do total dos ingressos -Cota preço popular: 10% do total dos ingressos Obs: (*) A Cota para Beneficiário, (20% do total previsto), será exclusivamente gratuita e com caráter social, educativo ou para formação artística. Será destinada a entidade beneficentes, ONGs, professores e alunos da rede pública. A comprovação se dará através de documentos firmado por essas entidades e bordero dos ingressos. Informamos que o PRODUTO PRINCIPAL, no intuito de ampliar o acesso, e atendendo tanto o inciso quanto a respectiva medida do Artigo 21 da IN n° 2/2019 irá adotar como ação de Democratização de Acesso a realização de 02 (duas) sessões de ENSAIOS ABERTOS, para o público de uma forma generalizada. Para essas sessões serão convidadas entidade beneficentes, estudantes da rede pública e ONGs das regiões do entorno do teatro aonde se realização as apresentações. A comprovação se dará através de documentos firmado por essas entidades.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA E CURRICULOS Direção - Lavinia PannunzioDirigiu UNFAITHFUL, de Owen MacCafferty, contemplado pela 21ª edição do Cultura Inglesa Festival; 3 MULHERES BAIXAS, de Emilio Boechat; CORA CORALINA - REMOVENDO PEDRAS E PLANTANDO FLORES, de Mauro Hirdes; SERPENTE VERDE, SABOR MAÇÃ, de Jô Bilac; CLAUSURA, de Gustavo Sol – vencedor do Edital de Co-Patrocínio para Primeiras Obras, do Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso; PELOS ARES, de Pedro Guilherme – vencedor do 14º Festival da Cultura Inglesa; CHORÁVAMOS TERRA ONTEM À NOITE, de Eduardo Ruiz – indicado ao Prêmio Shell de Melhor Texto (2009). Adaptou e dirigiu VELUDINHO e ERA UMA VEZ UM RIO de Martha Pannunzio – que rendeu-lhe os prêmios – APCA 2006 de Melhor Espetáculo e Melhor Ator; Coca-Cola Femsa (2006) nas categorias: espetáculo, direção e cenário – além das 04 indicações para texto,ator, iluminação e figurino; e Prêmio Estímulo Flávio Rangel (2005). Como atriz recebeu os prêmios Shell (2012) por Um Verão Familiar, de João Fábio Cabral, direção de Eric Lenate; prêmio APCA (2011) por A Serpente no Jardim, de Alan Ayckbourn, direção de Alexandre Tenório; A Ilusão Cômica, de Pierre Corneille, e A Bilha Quebrada, de H. Von Kleist, ambas dirigidas por Márcio Aurélio. Foi indicada ao prêmio SHELL (2011) pelos espetáculos: A Serpente no Jardim e A Ilusão Cômica. Dentre outras indicações ao prêmio Mambembe: em 1997 por Promisquidade, de Pedro Vicente e em 1995 por Atos e Omissões, de Bosco Brasil. Produtor e adaptador do romance - Kiko RieserFormado em Artes Cênicas pela ECA-USP. Recebeu o Prêmio Bibi Ferreira 2023 de melhor dramaturgia por “Nasci pra ser Dercy”. Escreveu e dirigiu as peças “Amarelo distante” (baseada em Caio F., com Mateus Monteiro), “A vida útil de todas as coisas” (com Eduardo Semerjian, João Bourbonnais, Louise Helène e Luciana Ramanzini, diversas indicações ao Prêmio Aplauso Brasil), “Nasci pra ser Dercy” (com Grace Gianoukas, diversas indicações aos prêmios Bibi Ferreira, APCA e Cenym), “Hilda e Caio” (com Lavínia Pannunzio e André Kirmayr) e o infantil “O que fica das pessoas que vão”. Dirigiu também “Capitu, olhos de mar” (adaptação autoral), “A dama da noite” (de Caio F., com André Grecco), “Quando as máquinas param” (de Plínio Marcos, com André Kirmayr e Larissa Ferrara), “Fôlego” (de Gary McNair, com Priscila Paes), “O anjo de cristal” (com Carolina Amaral e Luccas Papp) e o infantil “Braguinha – sons, canções e histórias” (em parceria com Cristiano Tomiossi – 4 indicações ao Prêmio São Paulo). Produziu vários desses espetáculos, além de outros como “Consertando Frank” (indicado ao APCA de melhor espetáculo, dir. Marco Antônio Pâmio), “Volpone” (dir. Neyde Veneziano), “Brian ou Brenda?” (dir. Yara de Novaes e Carlos Gradim), “O arquiteto e o imperador da Assíria” (com Eric Lenate e Helio Cicero), o infantil “E o Zé, quem é?” (de Marcello Airoldi). Produziu também o livro “Amor ao teatro”, compilação de críticas de Sábato Magaldi, finalista do Prêmio Jabuti 2015. Escreveu e dirigiu o curta-metragem “Deixe a porta aberta ao sair” (com Lucélia Santos). É autor de “Lapsos” (poemas, Editora Patuá, 2017) e “Átimo” (romance, Editora Instante, 2018). Ator - André KirmayrAtor formado pela escola de atores Wolf Maia, curso para atores Macunaíma e pela faculdade Anhembi Morumbi. Atuou em peças como “Píramo e Tisbe” dir. Vladimir Capella no teatro popular SESI-SP em 2011; “Boca de Ouro” de Nelson Rodrigues, dir. Ruy Cortez – teatro Nair Bello – 2012; “Com a Pulga atrás da orelha” dir. Ruy Cortez - teatro Nair Bello – 2013, “A Falecida” de Nelson Rodrigues”, dir. Marco Antonio Braz, temporada teatro popular do SESI por diversas cidades do interior de São Paulo 2014; “A jornada de Orfeu”, Cia. Coexistir, Diretora e escritora Patrícia Teixeira 2014/2015; “Quando as máquinas param”, de Plínio Marcos, dir. Kiko Rieser, onde foi indicado melhores atores do ano em 2021 pela UOL. "Hilda e Caio" de Kiko Rieser com indição para melhor ator coadjuvante no Prêmio Cenym. Foi integrante na CIA POMPACOMICA, atuando em peças nos CÉUS e interior de São Paulo com dir. Sergio Carrera; Produtor e ator da peça “Meteoros” de Max Reinert e direção Rita Giovanna em 2018 no VIGA espaço cênico. Esteve em cartaz com a Revista musical “Lyson Gaster no Borogodó” texto de Fabio Brandi Torres, dir. Carlos ABC, Teatro Itália. Foi assistente de direção de Marco Antônio Pâmio em “Jardim de inverno”, Cesar Ribeiro em “O arquiteto e o imperador da Assíria” e Kiko Rieser em “Fôlego” e “A vida útil de todas as coisas”. No audiovisual, atuou na Série Natureza Morta – Canal Brasil Tv dir. Flavio Frederico, longa GLS Dir. Ernani Nunes em 2017 e na Série “Chamado Central” 2 temporada na Multishow 2017, curta metragem “Fora do Dominio” de Giulia Valente, atualmente em festivais pelo exterior, Esteve na 7 temporada da série Reis da Record.Ator - Iuri SaraivaAtor brasiliense radicado em São Paulo, começou sua carreira em 1998. Em Brasília atuou em mais de vinte peças de teatro profissionais; no longa-metragem, Uma vida em Segredo, recebeu três prêmios de melhor ator em festivais nacionais de cinema e assinou seu primeiro texto e direção. No Rio de Janeiro trabalhou com os diretores Amir Haddad, Delson Antunes, Ignácio Coqueiro e Luiz Arthur Nunes. Já em São Paulo, fez o longa “A Voz do Silêncio” e "O outro lado do Paraiso" dirigidos por André Ristum; participou da série “Mil Dias” e "Confissões Medicas", dirigida por Fernando Honesko no canal History; a série “Ringue” de Pedro Nicoll no Canal Brasil tem estreia marcada para setembro. No teatro, em SP, atuou em “Hollywood”, direção de Gustavo Paso; “A Catástrofe do Sucesso”, direção de Marco Antônio Pâmio; “Fábula e Roda dos Três amigo”, texto de Flávio Erminio e direção de César Baptista; “Jardim de inverno”, direção de Marco Antônio Pâmio; e “Uma lei chamada mulher”, direção de Lenise Pinheiro. Em 2019, venceu o prêmio APCA de melhor ator por “Jardim de inverno”. Atriz -Larissa Nunes Nascida em São Paulo em 1996, Larissa emendou recentemente protagonistas em três grandes produções nas séries: “Anderson Spider Silva” (Paramount+, 2023), “Vidas Bandidas” (2024) e “Americana”, ambas da Disney+ (Previsão 2025-2026). Seu trabalho mais recente é a quarta temporada de “Arcanjo Renegado ”, série original Globoplay e o filme dirigido por Sergio Rezende “Por Nossa Causa”, em breve; estudou também Dramaturgia na SP Escola de Teatro (2021) e na carreira musical , lançou EP “Dela” (2024) pelo selo independente Mondé Musical (RJ). Teve também bastante destaque como a professora Letícia na novela “Além da Ilusão” (2022) da TV Globo e como Ivone na série "Coisa Mais Linda" da Netflix (2019-2020); É formada pela Escola de Arte Dramática da USP e atualmente está em cartaz com o musical “Nossa História com Chico Buarque”(2024), direção de Rafael Gomes. Iluminação - Gabriele SouzaDesigner, técnica e operadora de iluminação. É integrante da Cia da Revista como designer de luz e do Grupo Folias como designer e técnica da sede do Grupo. Assina múltiplos projetos nas linguagens do teatro, dança, performances e shows, em destaque para os coletivos e artistas independentes: Ultravioleta_s, São Paulo Cia de Dança, Leandro Souza e a Banda Vespas Mandarinas. Já assinou a luz de espetáculos como “Gagarin Way”, Dir. Marco Antônio Rodrigues; “O Avesso da Pele”, Dir. Beatriz Barros; “Zoologico de Vidro”, Dir. Lavinia Pannunzio; “Tatuagem”, “Nossos ossos” e “O canto de ninguém”, Dir. Kleber Montanheiro; “Stalking”, Dir. Rita Grillo e Elisa Volpatto; “7PISOS” e “O Dragao Dourado”, Dir. Dagoberto Feliz; “Umbo”, São Paulo Cia de Dança; “Burnout”, “Aquele trem” e “Ensaio para o fim”, Dir. Erica Montanheiro; “De Como Uma Certa Rainha...”, Dir. Eric Lenate; “A Gente É Sutil”, “Plataforma Sísmica” e “Eles Fazem Dança Contemporânea”, de Leandro Souza; “Balangangueri”, Dir. Domingos Nunez; “A Origem do Mundo”, Dir. Maria Helena Chira; entre outros. Alem da funç ao criativa, ministra aulas para o Programa Jovem Monitor Cultural da Prefeitura de Sao Paulo, no curso livre de Iluminaç ao do Galpao do Folias e na SP Escola de Teatro como artista convidada e, tambem, como parte da banca examinadora do curso de Iluminaç ao. Sonoplasta - LP DanielÉ músico e desde 2009 trabalha profissionalmente como performer, compositor e produtor musical. Dentre seus principais trabalhos está sua produção de trilhas originais, sonoplastias e ambientações sonoras para Teatro. Destacam-se os trabalhos realizados para o Coletivo Portátil (PR), dirigido por Rafael Camargo, bem como a série de trabalhos realizados como integrante da Sociedade Líquida, dirigida por Eric Lenate, com quem colabora desde 2014. Trabalhos como Sit Down Drama, Fim de Partida, Mantenha Fora do Alcance do Bebê, A Serpente, Refluxo, Funâmbulas, Balada dos Enclausurados, Love Love Love (espetáculo pelo qual recebeu do Júri Técnico, o Prêmio Aplauso Brasil de Melhor Trilha Sonora de 2019), Misery (espetáculo pelo qual recebeu o Prêmio Cenym de Melhor Sonoplastia e Execução de Som de 2022), The Money shot, Delírio Macbeth, etc. Também pela Sociedade Líquida, ministrou em 2018, pelo projeto Quasímodo, a Oficina: Conceituação, Processo Criativo e Produção de Trilhas Sonoras. Tem trabalhado também com outras diretoras e diretores como Lavínia Pannunzio nos espetáculos Unfaithful e A serpente; Leonardo Ventura em Elizabeth Costello; Ricardo Grasson em O Ovo de Ouro, O Dia Seguinte e The Boys In The Band, A Mulher da Van, entre vários outros. Atualmente, junto com a atriz e performer Martina Gallarza, através do núcleo criativo A Onça Pintada, tem produzido materiais voltados para videoarte, videoperformance e arte sonora. Parte desta produção foi instalada em abril de 2022 na Oficina Cultural Oswald de Andrade, através do 10 ° Prêmio Zé Renato. Integrando a Ocupação Pulmões, a qual apresentou entre outras obras o filme “Eu Só Preciso Viver Um Pouco Mais” com direção de Eduardo Ramos e a peça sonora “Vôo Intervisto” com texto de Luci Collin e direção de Nadja Naira. Figurinos e Visagismo - Leopoldo PachecoFormado como ator pela Escola de Artes Dramáticas e em artes plásticas pela FAAP. Já ganhou, entre outros, os prêmios Shell de melhor ator por “Pólvora e poesia”, Shell de melhor figurino por “A mulher do trem” (em parceria com Carol Badra), “Gota d’água” e “Ópera do malandro” (ambos em parceria com Gabriel Villela), Mambembe de melhor diretor por “O pallácio não acorda” e o Governador do Estado e APCA de melhor ator por “Máscaras”. Seus últimos trabalhos como ator em teatro foram “Para tão longo amor” (de Maria Adelaide Amaral, dir. Yara de Novaes e Carlos Gradim), “Depois do ensaio” (de Bergman, dir. Monica Guimarães), “Camille e Rodin” (de Franz Keppler, dir. Elias Andreato), “Maria do Caritó” (de Newton Moreno, dir. João Fonseca), “Piedade” (de Antonio Rogério Toscano, dir. Johanna Albuquerque), “Amigas pero no mucho” (de Célia Forte, dir. José Possi Neto), “A javanesa” (de Alcides Nogueira, dir. Márcio Aurélio). Participou de diversos outros espetáculos teatrais como ator, diretor, cenógrafo, figurinista, visagista e maquiador. Trabalha desde 2004 na Rede Globo, onde já fez mais de 15 novelas e minisséries. Atuou também em longas como “Feliz ano velho” e “Carandiru”.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.