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O Projeto Fotografia de Piva tem como objetivo transformar jovens por meio da fotografia, promovendo o protagonismo e a reflexão crítica sobre suas realidades. A proposta é realizar um curso de extensão, com oficinas de fotografia totalmente gratuitas, em três cidades da Região Metropolitana de Salvador. Ao longo das oficinas, serão formados, gratuitamente, entre 200 e 1.000 jovens, preferencialmente de territórios periféricos, com altos índices de violência e características sociais de vulnerabilidade, como a violação de direitos e a perda de dignidade.Essas atividades práticas terão foco no desenvolvimento do olhar crítico, criativo e social dos participantes, incentivando-os a registrar e refletir sobre suas vivências e perspectivas através da fotografia. O processo culminará na montagem de uma exposição fotográfica final itinerante. A exposição fotográfica final, além de ser uma vitrine para os trabalhos dos jovens, atingirá diretamente mais de 30.000 pessoas.
Projeto Fotografia de Piva – Oficinas de Fotografia, Formação Juvenil e Exposição Itinerante Sinopse:O Projeto Fotografia de Piva é uma iniciativa educacional, cultural e social que busca transformar jovens da Região Metropolitana de Salvador por meio da fotografia, fortalecendo o protagonismo juvenil, o senso crítico e a reflexão sobre suas realidades. A proposta é ofertar um curso de extensão gratuito, composto por oficinas de fotografia em três cidades-polo, voltado prioritariamente para jovens de comunidades periféricas em situação de vulnerabilidade social, onde os índices de violência e a violação de direitos são elevados.O percurso formativo terá duração total de cinco meses, divididos em três fases:Pré-produção (1 mês): etapa dedicada ao planejamento pedagógico, seleção de jovens participantes (200 a 1.000), montagem da equipe, visitas técnicas, definição de cronograma detalhado e testes de equipamentos.Execução (3 meses): realização das oficinas teóricas e práticas em fotografia, incluindo conteúdos como história da fotografia, manuseio de câmeras e celulares, noções de luz, enquadramento, composição e narrativa visual. Esta fase contempla ainda saídas fotográficas orientadas, rodas de conversa sobre identidade e território, práticas de edição e curadoria, além da produção de acervos fotográficos coletivos em cada cidade.Pós-produção (1 mês): curadoria final das imagens produzidas, edição e tratamento técnico, montagem de um catálogo digital e impresso e preparação da Exposição Fotográfica Itinerante, que circulará nas três cidades envolvidas. Essa mostra será acompanhada de mediações culturais, protagonizadas pelos próprios jovens, e contará com a presença de público estimado em mais de 30 mil pessoas.Ao longo desse processo, o projeto garantirá formação gratuita de 200 a 1.000 jovens, oferecendo não apenas ferramentas técnicas de fotografia, mas também incentivando uma nova forma de enxergar o mundo, de contar suas histórias e de construir pertencimento. Além da exposição itinerante, haverá a produção de um making of audiovisual como memória do percurso e uma ferramenta de difusão e valorização cultural.Com isso, o Fotografia de Piva se estabelece como uma ação de impacto educativo e social, democratizando o acesso à arte, fortalecendo identidades e promovendo a circulação cultural em territórios historicamente marginalizados. Classificação Indicativa Geral:Livre para todos os públicos.
Objetivos Específicos Realizar curso de extensão (oficinas) de fotografia em três cidades da Região Metropolitana de Salvador, Formando gratuitamente no mínimo 250 e no máximo 1.000 jovens, preferencialmente em territórios periféricos com altos índices de violência e características sociais de vulnerabilidade, como a invasão de direitos e dignidade. Desenvolver atividades práticas de registro fotográfico que incentivem o olhar crítico, criativo e social dos participantes. Produzir e selecionar 30 fotografias autorais representativas das vivências e perspectivas dos jovens participantes. Montar e exibir uma exposição fotográfica final itinerante, em pelo menos 2 escolas uo ponto de cultura por cidade, ampliando o alcance da ação. Criar materiais de divulgação e registros da mostra, possibilitando acesso ampliado da população às artes visuais.Oferecer ao menos duas turmas oficinas de fotografia DIGITAL gratuitamente para estudantes matriculados na rede pública de ensino;Proporcionar o desenvolvimento da percepção estética e artística, desenvolvendo a sensibilidade e a imaginação dos estudantes;Fomentar, através da arte da fotografia, o exercício de uma postura crítica e reflexiva;Valorizar as expressões individuais e coletivas dos participantes da oficina dando a possibilidade de criação aos mesmos, além de incentivar o protagonismo na produção cultural;Como contrapartida e culminância do projeto, a exposição itinerante será circulada também em Salvador e Mata de São João, alcançando ainda mais pessoas e comunidades, ampliando o impacto social e cultural da iniciativa.O projeto terá como contrapartida, em cada escola onde for possível, a realização de uma exposição fotográfica ou de um ponto cultural, além de um workshop:Oficina de Fotografia com celular; Comunicação para Proteção e Defesa dos Direitos da Infância e Adolescência( Formação de Líderes de Classe); Juventude Negra E participação Política; Produção de vídeo com celular; Atingir diretamente mais de 30.000 pessoas com a exposição fotográfica final itinerante, contemplando cinco escolas diferentes, de forma gratuita, aberta e democrática, com mediação.
O projeto Fotografia de Piva demanda o uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais por se tratar de uma iniciativa que promove acesso democrático às artes visuais em comunidades de alta vulnerabilidade social, exigindo recursos para formação, equipamentos, logística e montagem de exposições itinerantes. Nos termos do Art. 1º da Lei 8.313/91, o projeto se enquadra nos incisos: II _ a produção cultural e artística; III _ a difusão de bens culturais; V _ o estímulo à produção cultural regional e à valorização dos recursos humanos e conteúdos locais. Quanto aos objetivos previstos no Art. 3º da referida Lei, o projeto contribui diretamente para: I _ estimular a produção e difusão de bens culturais; II _ possibilitar formas de exercício dos direitos culturais e de participação na vida cultural da comunidade; III _ apoiar, valorizar e difundir manifestações culturais locais; IV _ priorizar projetos que promovam a inclusão social e a cidadania por meio da cultura; V _ contribuir para a formação cultural das novas gerações.
1. Oficinas de FotografiaDuração: 3 meses (12 semanas), com encontros semanais de 4 horas/aula em cada cidade-polo.Carga horária total: 48h de formação por turma.Materiais utilizados:Câmeras fotográficas (DSLR e semiprofissionais).Celulares (uso prático do recurso disponível na comunidade).Projetor multimídia e tela para aulas teóricas.Kit pedagógico individual (caderno de campo, pasta, canetas).Projeto pedagógico:Módulo 1: História da Fotografia, linguagem fotográfica e noções básicas de luz e enquadramento.Módulo 2: Práticas de campo (saídas fotográficas) e exercícios de fotografia social, retrato e fotojornalismo.Módulo 3: Identidade e território (fotografia como narrativa social e cultural).Módulo 4: Edição e curadoria coletiva (seleção e tratamento das imagens).Resultados esperados: jovens capazes de produzir registros autorais que dialoguem com sua realidade e identidade social. 2. Formação Juvenil e Produção Fotográfica ColetivaDuração: integrada às oficinas (3 meses).Público direto: entre 200 e 1.000 jovens, divididos em turmas de 20 a 30 participantes por cidade.Materiais utilizados: equipamentos fotográficos, computadores com softwares de edição (GIMP/Lightroom), impressora para provas de contato.Metodologia:Aprendizagem prática centrada no jovem como protagonista.Rodas de conversa e debates sobre juventude, periferia e direitos sociais.Orientação coletiva para a construção de narrativas visuais.Resultados esperados: acervo fotográfico coletivo composto por centenas de imagens autorais, selecionadas pelos próprios jovens. 3. Exposição Fotográfica ItineranteDuração: 1 mês (com itinerância em três cidades).Paginação: 10 a 30 fotografias selecionadas.Formato de impressão:Fotografias em papel fotográfico fine art (tamanho aproximado 30x45 cm).Impressão em painéis e molduras leves para facilitar circulação.Montagem: expositores portáteis e adaptáveis a espaços diversos (escolas, praças, centros culturais).Projeto pedagógico da mostra:Mediação realizada pelos próprios jovens fotógrafos.Textos autorais e legendas elaboradas em oficina de escrita crítica.Resultados esperados: alcançar diretamente 30 mil pessoas, democratizando o acesso à fotografia e valorizando a produção das periferias. 4. Catálogo Digital e ImpressoDuração: produzido durante a pós-produção (1 mês).Paginação: estimativa de 60 a 80 páginas.Conteúdo:Fotografias selecionadas dos jovens.Depoimentos dos participantes.Textos críticos sobre juventude, território e fotografia.Formato:Impresso: tiragem de 500 exemplares para escolas, bibliotecas e centros culturais.Digital (PDF): disponibilizado gratuitamente em redes sociais e plataformas parceiras.Resultados esperados: registro permanente do processo, ampliando o alcance para além da exposição. 5. Produção Audiovisual (Making of e Depoimentos)Duração: registro ao longo dos 5 meses de projeto.Materiais: câmeras digitais, gravadores de áudio, softwares de edição.Conteúdo:Registro de bastidores das oficinas.Entrevistas com jovens participantes e educadores.Depoimentos sobre impacto e aprendizado.Formato final: vídeo de 10 a 15 minutos, a ser exibido junto à exposição e divulgado online.Resultados esperados: memória audiovisual do processo, fortalecendo a identidade do projeto e sua difusão.
Para garantir que todas as pessoas possam acessar e participar das atividades do Projeto Fotografia de Piva, serão adotadas as seguintes medidas de acessibilidade física:Rampas de acesso: Será garantido o acesso por rampas adequadas para pessoas com mobilidade reduzida.Banheiros adaptados: Instalação de banheiros acessíveis, com dimensões e barras de apoio adequadas.Guias táteis: Será providenciado o uso de guias táteis no espaço expositivo, facilitando a locomoção para pessoas com deficiência visual.Sinalização acessível: Toda a sinalização do evento será projetada para ser compreendida por todos, incluindo a utilização de fontes ampliadas e contrastantes.Acessibilidade de Conteúdo: Para assegurar que todas as pessoas possam compreender e vivenciar plenamente o conteúdo do projeto, serão adotadas as seguintes medidas de acessibilidade de conteúdo:Libras (Língua Brasileira de Sinais): Haverá intérpretes de Libras durante as visitas e atividades de mediação da exposição, garantindo que pessoas surdas ou com dificuldades auditivas possam compreender o conteúdo.Braille: Serão disponibilizados materiais explicativos e guias em Braille para garantir que pessoas com deficiência visual possam acessar informações sobre o projeto e as obras expostas.Audiodescrição: A exposição contará com audiodescrição para as obras, permitindo que pessoas com deficiência visual possam vivenciar a arte de maneira mais inclusiva.Legenda descritiva: Todos os vídeos ou projeções utilizados nas atividades terão legendas descritivas para garantir o acesso de pessoas com deficiência auditiva.Visita sensorial: Algumas das obras poderão ser acessadas por meio de visitas sensoriais, permitindo que pessoas com deficiência visual possam explorar as imagens de maneira tátil e sensorial, ampliando a compreensão do conteúdo.
O Projeto Fotografia de Piva tem como premissa a democratização do acesso à arte, cultura e educação, promovendo a inclusão social por meio da fotografia. Para garantir que os produtos da proposta cheguem ao maior número possível de pessoas, será adotada uma estratégia de distribuição e comercialização acessível e transparente, além de iniciativas que ampliem ainda mais o alcance e a participação do público.Distribuição e Comercialização dos Produtos:Exposição itinerante e gratuita: A exposição fotográfica final será exibida em diferentes locais das três cidades da Região Metropolitana de Salvador, em pelo menos duas escolas ou pontos de cultura por cidade, com entrada gratuita e aberta ao público. Esse modelo de itinerância permite que a arte chegue a diferentes comunidades, incluindo aquelas em áreas periféricas e de maior vulnerabilidade social.Catálogo impresso e digital: Será disponibilizado um catálogo contendo as fotografias expostas, informações sobre o processo criativo dos jovens participantes e detalhes do projeto. O catálogo será distribuído de forma gratuita nas escolas e pontos de cultura participantes. Também será disponibilizado na versão digital, com acesso livre e gratuito, ampliando o alcance.Plataformas digitais e e-commerce: As obras fotográficas poderão ser disponibilizadas em plataformas digitais de arte e e-commerce, permitindo que as fotos sejam acessadas por um público mais amplo, incluindo compradores e apreciadores da arte em nível nacional e internacional. Parte da renda obtida com a comercialização das obras será revertida para o próprio projeto, garantindo a continuidade das atividades.Medidas de Ampliação de Acesso:Ensaio aberto: Durante a montagem da exposição, será realizado um ensaio aberto, permitindo que a comunidade participe do processo, interaja com os jovens artistas e compreenda as histórias e contextos por trás das fotografias. O ensaio será aberto ao público, incluindo escolas, organizações comunitárias e interessados em conhecer o projeto de perto.Oficinas paralelas: Serão organizadas oficinas paralelas de fotografia e arte visual, com temas relacionados à exposição. Essas oficinas serão abertas ao público e voltadas para diferentes faixas etárias e níveis de conhecimento, promovendo o aprendizado de técnicas fotográficas e o aprofundamento no processo criativo dos jovens participantes. As oficinas acontecerão tanto nas cidades da Região Metropolitana de Salvador quanto em formato online.Transmissão pela Internet: Algumas das atividades do projeto, incluindo as visitas guiadas à exposição, palestras e oficinas serão transmitidas ao vivo pela internet, através de plataformas como YouTube ou redes sociais, para garantir que o público remoto tenha acesso às ações do projeto. As transmissões também serão legendadas e, quando necessário, contarão com tradução em Libras, garantindo acessibilidade a todos.Ações em plataformas educacionais: Além da transmissão ao vivo, serão disponibilizados vídeos e materiais educativos sobre fotografia, arte e a importância social da produção dos jovens nas redes sociais e em plataformas educacionais, ampliando o acesso ao conteúdo de forma gratuita e inclusiva.
Coordenação EducativaNome: Isaias da Sailva De Santna Homem preto - Orientação sexual: Homossexualidade Formação: School of Art, Game and Animation – SAGA, onde se formou em Computação Gráfica, e Licenciatra em Coputação no IFBA.Experiência: Atua como agente e fomentador cultural, fotógrafo, conselheiro de juventude e de educação, além de realizador de projetos educacionais no município de Lauro de Freitas, como a Mostra de Filmes Educa7 Minutos, o GELF, o Ondas do Saber. Também foi curador de Juventude da Feira Literária Inclusiva de Lauro de Freitas em 2024 e 2025 e fundador do Grupo Cultural de Audiovisual e Fotografia Juventude Protagonista, certificado como Ponto de Cultura, de acordo com os critérios e normativas da Política Nacional Cultura Viva (Lei nº 13.018/2014).Coordenação geralJoão MacedoJoão Macedo é bacharel em Artes com habilitação em Cinema pela Universidade Federal da Bahia e graduando em Jornalismo. Sob o pseudônimo JotaPê, atua como multiartista em Lauro de Freitas, transitando entre o RAP, o Design Gráfico e diferentes linguagens artísticas. É músico, produtor cultural e possui experiência sólida de mais de 5 anos na área de audiovisual, fotografia e produção sonora. Cursou o Bacharelado Interdisciplinar em Artes, com diversas participações e realizações em projetos audiovisuais, entre eles: Documentário “Arte na Praça” – Diretor e Montador. “Se Esconda” – Produtor, Ator e Montador. Com sua atuação versátil, João Macedo constrói uma trajetória marcada pela criação e pela inovação artística, contribuindo para a cena cultural local e ampliando o diálogo entre diferentes formas de expressão.Nome: Miguel ParanhosMiguel Paranhos é fotógrafo e comunicador visual, nascido e criado no bairro de Portão, em Lauro de Freitas. Desde jovem, desenvolveu uma forte conexão com a fotografia e a comunicação, carregando em sua trajetória a identidade de quem vive e compreende as dinâmicas sociais e culturais do território.
PROJETO ARQUIVADO.